Top PDF Custo-efetividade no tratamento de estenose valvar aórtica: um estudo das técnicas BAV e TAVI

Custo-efetividade no tratamento de estenose valvar aórtica: um estudo das técnicas BAV e TAVI

Custo-efetividade no tratamento de estenose valvar aórtica: um estudo das técnicas BAV e TAVI

Portanto, a discussão do custo-efetividade das técnicas minimamente invasivas de intervenção para estenose valvar aórtica BAV e TAVI para pacientes considerados inoperávei[r]

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Sobrevivência a médio prazo e estado funcional de pacientes com estenose valvar aórtica grave submetidos a implante transcateter da válvula aórtica.

Sobrevivência a médio prazo e estado funcional de pacientes com estenose valvar aórtica grave submetidos a implante transcateter da válvula aórtica.

segurança do procedimento na população de pacientes da prática clínica com EA, que geralmente permanece sem o tratamento adequado. A taxa de mortalidade do presente estudo aos 30 dias foi levemente supe- rior à observada num estudo brasileiro recentemente publicado (6,7%). Diferentemente do nosso estudo, os autores realizaram o TAVI sem pré-dilatação com balão, o que pode ter ajudado a melhorar a sobrevi- vência a curto prazo. 4 Em seguida, um registro TAVI

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Revisão sistemática de estudos de avaliação econômica do implante da valva aórtica transcateter no tratamento da estenose aórtica grave

Revisão sistemática de estudos de avaliação econômica do implante da valva aórtica transcateter no tratamento da estenose aórtica grave

O desenvolvimento de novas técnicas para o tratamento eficaz da estenose valvar aórtica grave (EAo) é necessário para reduzir a morbimortalidade do procedimento cirúrgico. O implante transcateter de válvula aórtica (TAVI) surgiu com essa finalidade. As avaliações econômicas (AE) podem fornecer informações sobre qual tecnologia é custo-efetiva para a saúde, de acordo com a quantidade de recursos usados. As revisões sistemáticas (RS) dos estudos de EA são ferramentas relevantes para avaliar os métodos usados nesses estudos. Objetivo: Foi realizada uma RS de EA completa que avaliou o TAVI no tratamento de EAo grave em pacientes com risco cirúrgico alto e intermediário. Metodologia: Foi realizada pesquisa nas seguintes bases de dados: Medline, EMBASE, CRD NHS EED e The Cochrane Library, de janeiro a julho de 2019, sobre a utilização do TAVI no tratamento da estenose aórtica grave. Resultados: Foram incluídos 16 estudos completos de EA. Cinco usaram modelagem de Markov, um Markov e Monte Carlo e árvore de decisão. Quinze estudos usaram horizontes de tempo entre 1 e 15 anos e um para toda a vida. Cinco usaram taxa de desconto que variou de 1,5 a 5%. As fontes de dados de eficácia foram obtidas principalmente de dados secundários, principalmente do estudo pioneiro PARTNER. Normalmente, os benefícios e custos eram maiores para TAVI em comparação com SAVR. O TAVI foi dominante em cinco cenários, em dois foi dominado e nos demais a maioria apresentou evidências de custo-efetividade. A qualidade dos estudos demonstrou pontos frágeis, minimizando a transparência do relato dos itens. Conclusão: Os estudos analisados não apresentam dados de forma padronizada, impedindo comparações precisas entre as metodologias e os resultados obtidos. Houve uma limitação para avaliar o desfecho do TAVI por considerar o TAVI uma tecnologia para tratar uma doença crônica, e por apresentar ausência de Markov e fragilidade no item horizonte de tempo, por não ter utilizado igual à expectativa de vida dos indivíduos, como recomendado para doenças crônicas. Comumente, as análises que apresentaram maior qualidade e utilizaram um modelo analítico mostraram que o TAVI é uma opção custo-efetiva em pacientes com EAo grave com risco cirúrgico intermediário ou alto.
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Implante por cateter de bioprótese valvular aórtica para tratamento de estenose valvar aórtica grave em pacientes inoperáveis sob perspectiva da saúde suplementar: análise de custo-efetividade.

Implante por cateter de bioprótese valvular aórtica para tratamento de estenose valvar aórtica grave em pacientes inoperáveis sob perspectiva da saúde suplementar: análise de custo-efetividade.

impacto orçamentário do procedimento é considerável, devido principalmente ao preço da prótese valvular. No entanto, desde 2011, quando da atualização do Rol de Procedimentos da ANS de 2010, editado por intermédio da Resolução Normativa 256, constata-se que ocorreu redução expressiva do preço dessa prótese de cerca de 40% em relação ao valor referencial utilizado neste estudo, o que deve diminuir substancialmente o impacto esperado. Em aditamento, destaque-se que, atualmente, há três próteses similares com registro na ANVISA, sendo uma delas manufaturada no Brasil; tal fato poderá tornar ainda mais favorável a RCEI do TAVI. As limitações principais do modelo econômico desenvolvido são as usuais de estudos semelhantes feitos no país, quais sejam a inexistência de dados epi demiológicos locais, a dificuldade de coletar os custos, bem como de realizar uma projeção do uso do procedimento com base em painel de especialistas. En tretanto, essas limitações são inerentes a quaisquer estudos econômicos realizados no país e, considerando que a função deles é oferecer uma base de decisão que permita ao gestor de hoje preparar-se para o financia- mento do procedimento no futuro, este estudo oferece informações importantes que devem ser consideradas no processo de adoção da tecnologia em pauta.
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Sangramento gastrintestinal por angiodisplasia e estenose aórtica: síndrome de Heyde.

Sangramento gastrintestinal por angiodisplasia e estenose aórtica: síndrome de Heyde.

dos mul tímeros de alto peso molecular pela enzima ADAMTS13. Os multímeros com tamanho reduzido são, do ponto de vista hemostático, menos competentes que os grandes multímeros intactos. Essa hipótese é apoiada pelo fato de que a troca da válvula aórtica estenótica resulta em resolução em longo prazo do san gramento digestivo. Em resumo, o desenvolvimento da doença de von Willebrand adquirida tipo 2A devido à estenose aórtica causa alterações hemostáticas, que predispõem ao sangramento da angiodisplasia intestinal, até então subclínica. 5
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Estenose aórtica grave em pacientes assintomáticos: o dilema do tratamento clínico versus cirúrgico.

Estenose aórtica grave em pacientes assintomáticos: o dilema do tratamento clínico versus cirúrgico.

Mulher de 62 anos, sem doenças diagnosticadas, assintomática no dia-a-dia, aposentada. A filha notou que a mãe tem saído menos à rua, e suas atividades são cada vez mais domésticas. O cardiologista detectou sopro sugestivo de EAo. Ecocardiograma revela: câmaras cardíacas com dimensões normais, espessura do septo e da parede posterior de 13mm, função biventricular normal, valva aórtica calcificada, com estenose aórtica grave, gradiente médio de pressão transvalvar aórtico de 58 mmHg, velocidade de jato transvalvar aórtico de 4,8 m/s e área valvar de 0,8 cm 2 . Demais valvas sem alterações. BNP de 200 pg/ml. O
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Substituição valvar por válvula aórtica homóloga conservada em glutaraldeído: estudo multicêntrico.

Substituição valvar por válvula aórtica homóloga conservada em glutaraldeído: estudo multicêntrico.

- Resultados tardios (mais de 5 anos) de pacientes portadores de valva aórtica homóloga monlada em suporte na subsli- luição das valvas cardlacas.[r]

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Estenose aórtica supravalvar em adulto com anomalia de vasos da base e insuficiência aórtica.

Estenose aórtica supravalvar em adulto com anomalia de vasos da base e insuficiência aórtica.

O paciente foi extubado no pós-operatório imediato, per- manecendo três dias na unidade de terapia intensiva e um tempo total de internação de sete dias. No retorno após 15 dias da cirurgia, o paciente encontrava-se assintomático, em boa recuperação. Com dois meses de cirurgia, realizou ecocardio- grama de controle, que evidenciou: MVE de 260g, cavidades cardíacas de dimensões normais, prótese metálica em posição aórtica com boa movimentação de seus folhetos, ao dop- pler, gradiente sistólico máximo de 37 mmHg e médio de 21 mmHg, com refluxo central mínimo. A angiografia evidenciou aorta ascendente pérvia, de calibre mantido, exibindo discreta irregularidade dos contornos no aspecto cranial do segmento distal, antes da emergência do TBC (Figura 1). Com seis me- ses de cirurgia, o paciente mantinha-se assintomático e o eco- cardiograma evidenciou MVE de 230 g, cavidades cardíacas normais, prótese com gradiente sistólico máximo de 25 mmHg e mínimo “escape” central.
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Tratamento cirúrgico da endomiocardiofibrose: substituição valvar versus técnicas conservadoras.

Tratamento cirúrgico da endomiocardiofibrose: substituição valvar versus técnicas conservadoras.

Trabalho realizado no Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da. Universidad e de São Pa ulo. Apresentado ao 19· Congresso Nacional de Cirurgia Card íac[r]

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Perfil ecocardiográfico do doente com estenose aórtica degenerativa

Perfil ecocardiográfico do doente com estenose aórtica degenerativa

A impedância valvulo-arterial e o seu respectivo aumento, tem sido estudado como marcador do excesso da carga hemodinâmica global sob o ventrículo esquerdo e parece auxiliar na identificação dos doentes com pior prognóstico. Sugere-se que para além dos índices padrão para avaliar a severidade da estenose, geometria e função do ventrículo, a impedância valvulo-arterial possa ser útil para melhorar a estratificação do risco e a decisão clínica em doentes com EA severa ( Hachicha Z, et al, 2009). A pres- são de encravamento da artéria pulmonar, a razão entre a velocidade do fluxo diastóli- co através da válvula mitral e a sua região anular (E/e‘) (avaliada através do ecocar- diograma com doppler podendo detectar o aumento da pressão de enchimento do VE em repouso) e, por último, o volume da AE em repouso parecem estar fortemente relacionados com a capacidade ao exercício e fornecem uma informação adicional à AVA na avaliação do estado sintomático de doentes com EA severa. Estes parâmetros podem fornecer informações importantes acerca do prognóstico, uma vez que, tam- bém reflectem as consequências hemodinâmicas da EA ( Dalsgaard M, et al., 2010).
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Prótese valvar aórtica sem suporte: o que aprendemos.

Prótese valvar aórtica sem suporte: o que aprendemos.

Ocorreram 6 (1,9%) casos de “leak” paravalvar, dos quais 4 foram apenas achados ecocardiográficos sem repercussão clínica. Nos outros 2 pacientes o “leak” foi decorrente de sutura frouxa em 1 e quebra da sutura no outro, necessitando a correção cirúrgi- ca. Em ambos os casos a valva havia sido implan- tada utilizando-se fio de polipropileno 4-0. Nos últi- mos 240 pacientes utilizou-se fio de polipropileno 3-0, não sendo mais evidenciadas tais complicações. Ocorreram 6 (1,9%) casos de endocardite tar- dia, entre 1,5 e 5 anos de pós-operatório. Dois pacientes morreram sem operação. Três pacientes foram reoperados; dos quais 2 foram submetidos à substituição valvar, e no terceiro a prótese foi pre- servada. Um paciente foi curado clinicamente da endocardite sem sinais de degeneração valvar.
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Cirurgia de preservação da valva aórtica em idosos com estenose aórtica.

Cirurgia de preservação da valva aórtica em idosos com estenose aórtica.

Resultados: Quatro (15,4%) pacientes apresentaram reestenose da valva aórtica. Cinco pacientes evoluíram com insuficiência aórtica moderada e dois com insuficiência aórtica grave. Os procedimentos realizados na cirurgia foram: descalcificação, comissurotomia e desbastamento em 28, 20 e 16 pacientes, respectivamente. As complicações pós-operatórias graves totalizaram nove (28,1%) pacientes. Ocorreram dois óbitos hospitalares, estes por sepse causada por pneumonia hospitalar, e cinco tardios. A classe funcional pós-operatória, segundo a NYHA, em ordem decrescente foi de 70,5%, 17,6%, 5,8% e 5,8%; para as classes funcionais I, II, III e IV, respectivamente. A sobrevida actuarial foi de 66,9% + 12,1% em oito anos. A curva livre de tromboembolismo e endocardite foram de 90,9% + 8,7% e 100% em oito anos, respectivamente. Conclusão: A cirurgia de preservação da valva aórtica em idosos com estenose aórtica nesta série de pacientes mostrou-
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Modificação técnica na cirurgia da estenose aórtica supravalvar.

Modificação técnica na cirurgia da estenose aórtica supravalvar.

Atualmente, temos uma dupla opção técnica para a cirurgia da estenose aórtica supravalvar, na forma localizada : a primeira representada pela ampliação longitudinal da[r]

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Insuficiência valvar aórtica por valva quadricúspide.

Insuficiência valvar aórtica por valva quadricúspide.

RESUMO: Valva aórtica quadricúspide (VAQ) é uma anomalia rara com incidência entre 0,003% e 0,043%. Pode ser achado ocasional em pacientes assintomáticos, mas, freqüentemente, está associada com regurgitação aórtica. O ecocardiograma é método ideal de determinação e acompanhamento dessa anomalia e suas repercussões. É relatado caso de paciente do sexo masculino, 56 anos, hipertenso, que apresentou dispnéia súbita, tosse seca, sopro diastólico grau III/VI focos aórtico e aórtico acessório, crepitações pulmonares nas bases, sugerindo insuficiência cardíaca. Ecocardiograma transtorácico mostrou VAQ com regurgitação moderada. Houve melhora com tratamento clínico. Após um ano, novo ecocardiograma revelou regurgitação aórtica importante, hipertensão pulmonar, hipertrofia moderada e dilatação leve de ventrículo esquerdo. Diante da deterioração da fração de ejeção e demais achados ecocardiográficos, indicou-se a troca valvar. A valva nativa apresentava três cúspides de mesmo tamanho e uma pouco menor. O paciente evoluiu com remissão dos sintomas. Insuficiência aórtica por valva quadricúspide geralmente é detectada em adultos; nas crianças a função cardíaca é normal. Defeitos cardíacos associados são raros e incluem defeitos óstio coronário. A anatomia valvar varia com o tamanho das cúspides, sendo que em 60% dos casos a VAQ possui três cúspides de igual tamanho e uma cúspide menor. A definição ecocardiográfica característica de VAQ é a forma de ‘X’ durante a diástole e abertura livre das cúspides com configuração retangular durante a sístole. Os achados clínicos e anatômicos da valva do paciente descrito condizem com a literatura.
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Modificação técnica na cirurgia da estenose aórtica supravalvar.

Modificação técnica na cirurgia da estenose aórtica supravalvar.

RESUMO : Com o objetivo de evitar complicações de reestenose da aorta na evolução tardia dos pacientes submetidos ao tratamento cirúrgico da estenose supravalvar aórtica l[r]

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Valvuloplastia aórtica percutânea como medida salvadora na estenose aórtica crítica com instabilidade hemodinâmica.

Valvuloplastia aórtica percutânea como medida salvadora na estenose aórtica crítica com instabilidade hemodinâmica.

Bridgewater, USA) de 23 x 45 mm, insuflado uma única vez por menos de 10 segundos (Figura 1), com auxílio de estimulação rápida com marca-passo transvenoso provisório, posicionado no ventrículo direito por via veia femoral direita, para o posicionamento estável do balão. Observaram-se imediata redução do gradiente de pressão sistólica transvalvar aórtico de 180 mmHg para 120 mmHg (Tabela 1), com melhora significativa do status hemodinâmico, e rápido desmame da noradre- nalina. A aortografia de controle evidenciou somente discreto refluxo valvar aórtico (Figura 2). Ecocardiograma não estava disponível durante ou imediatamente após o procedimento. A paciente foi então transferida para a Unidade de Terapia Intensiva, para estabilização clínica e decisão acerca de tratamento cirúrgico futuro da EA.
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Avaliação da estenose aórtica em cães da raça Bull Terrier

Avaliação da estenose aórtica em cães da raça Bull Terrier

No eletrocardiograma o animal 10 apresentou ritmo regular e sinusal, frequência cardíaca (FC) de 132 bpm, duração da onda P (DP) de 42 ms, amplitude da onda p (AP) de 0,10 mV, intervalo PR (IPR) de 96 ms, duração do complexo QRS (DQRS) de 62 ms, amplitude do complexo QRS (AQRS) de 1,59 mV e intervalo QT de 201 ms. Os valores de FC, DP, AP, IPR e IQT estavam dentro das médias encontradas nos outros nove animais, que estão dispostos na Tabela 3. A DQRS está 7,87 ms abaixo e a AQRS 0,14 mV acima dos valores dos outros animais do estudo e essas medidas têm relação com a contração e função ventriculares, podendo indicar uma sobrecarga ventricular.
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Avaliação de custo e da efetividade no tratamento da hepatite crônica C

Avaliação de custo e da efetividade no tratamento da hepatite crônica C

Introdução: Aproximadamente, 170 milhões de pessoas estão cronicamente infectadas pelo vírus da hepatite C (VHC). A hepatite C é considerada a principal causa de doença hepática, podendo evoluir para cirrose e carcinoma hepatocelular. O tratamento objetiva deter a progressão da doença hepática pela inibição da replicação viral. Objetivo: Avaliar a efetividade e os custos no tratamento da hepatite C. Casuística e Métodos: Estudo retrospectivo de coorte com 161 pacientes acompanhados por meio das prescrições médicas no período de julho de 2005 até outubro de 2007, em uma instituição terciária de assistência, ensino e pesquisa, que utiliza como tratamento interferon alfa (INF), Alfapeginterferona 2a 180mcg (PEG 2a) e Alfapeginterferona 2b 80mcg (PEG 2b). Custo do tratamento calculado com base nos valores apenas dos medicamentos de 2005 até 2010. Resultados: A média de idade foi de 53 anos (23-81, + 11,11); 51,6% dos pacientes eram do gênero feminino; 104 (64,6%) pacientes com genótipo 1, seguidos de 52 (32,3%) com genótipo 3. Cerca de 30 (18,6%) pacientes cirróticos. Foram encontrados cinco grupos de pacientes, de acordo com o tipo de interferon utilizado durante o tratamento; 55 (34,2%) pacientes com resposta virológica sustentada (RVS), 86 (53,4%) não respondedores (NR) e 20 (12,4%) pacientes outras respostas. O uso de terapia de suporte foi maior nos grupos tratados com Alfapeginterferona 24 pacientes (14,9%) quando comparados com interferon alfa, 3 pacientes (1,9%) (p< 0,0001). O custo do tratamento foi maior nos pacientes tratados com Alfapeginterferona 2a 180mcg ao se comparar com as outras alternativas encontradas no estudo. Conclusões: A RVS foi semelhante entre os grupos estudados, o interferon alfa apresentou menor uso de terapia de suporte, e o custo do tratamento do Alfapeginterferona 2b 80mcg foi menor do que o Alfapeginterferona 2a 180mcg.
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Estudo evolutivo da morfologia e função cardíaca em ratos submetidos a estenose aórtica supravalvar.

Estudo evolutivo da morfologia e função cardíaca em ratos submetidos a estenose aórtica supravalvar.

após 21 semanas de indução da estenose aórtica, lesões te- ciduais relevantes, tais como necrose de miócitos, áreas ex- tensas de fibrose miocárdica ou peri-arterite. Em nosso es- tudo observamos, além da hipertrofia das células miocitá- rias, a presença de remodelação vascular caracterizada por hipertrofia da camada média das artérias intramiocárdicas, que era discreta nos primeiros momentos de avaliação, tor- nando-se evidente a partir de 12 semanas de evolução. O espessamento da camada média das artérias é habitualmen- te encontrado em humanos com hipertensão arterial sistê- mica 40 . Esse achado pode ser decorrente de hipertrofia e/ou
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Estenose aórtica e doença coronariana: análise dos fatores de risco.

Estenose aórtica e doença coronariana: análise dos fatores de risco.

Estudamos 65 pacientes portadores de estenose aórtica severa com indicação de cirurgia, com idade entre 51 a 85 anos, entre os quais havia 40 mulheres. Da realização da cinecoronariografi a resultaram dois grupos: 26(40%) com coronariopatia obstrutiva e 39(60%) sem lesões em artérias coronárias. Foram analisados os antecedentes pessoais para doença coronariana (hábito de fumar, dislipidemia, diabetes mellitus, hipertensão arterial, antecedentes familiares, sedentarismo e alcoolismo), eletrocardiograma, ecocardiograma com Doppler e exames laboratoriais (glicemia, colesterol total e frações, triglicérides, Apo A1 e B, fi brinogênio, lipoproteina(a) e taxa fracional de remoção de triglicérides e colesterol nos dois grupos.
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