Top PDF Cyclanthaceae no estado do Pará, Brasil.

Cyclanthaceae no estado do Pará, Brasil.

Cyclanthaceae no estado do Pará, Brasil.

Evodianthus funifer tem como limite norte de distri- buição a Costa Rica, ocorrendo também no Panamá e nas ilhas de Trinidad e Tobago (Harling 1958). A espécie é am- plamente distribuída na América do Sul, sendo citada em diversos checklists e tratamentos taxonômicos (e.g. Harling 1973; Boggan et al. 1997; Funk et al. 2007). No Brasil possui uma distribuição disjunta, ocorrendo por toda a Amazônia e na Floresta Atlântica, do sul da Bahia ao norte do Espírito Santo (Leitman & Leal 2009; Leal 2010). No Pará ocorre em Belém e região metropolitana e também é comum no nordeste paraense, se estendendo até o Maranhão. Ocorre também no Baixo Amazonas e no sudoeste do estado, na região dos rios Tapajós e Xingu. Seu habitat preferencial são áreas de baixio de florestas ombrófilas, próximo a cursos d’água. Entretanto, também é comum encontrar a espécie em áreas perturbadas em recomposição. Floresce de dezembro a janeiro e de julho a outubro. Exemplares em fruto foram coletados em quase todos os meses do ano, com exceção de junho e julho.
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Capacidade produtiva local de Tectona grandis em Monte Dourado, Estado do Pará, Brasil.

Capacidade produtiva local de Tectona grandis em Monte Dourado, Estado do Pará, Brasil.

O interesse na teca como uma alternativa aos plantios florestais tradicionais no Brasil vem crescendo muito atualmente (SCHUHLI & PALUDZYSZYN FILHO, 2010). No entanto, apesar de diversos estudos sobre a espécie no mundo, estes ainda são escassos no Brasil (TONINI et al., 2009), principalmente de avaliações em períodos próximos ao ciclo de produção da espécie. Assim, o objetivo do presente trabalho foi determinar a capacidade produtiva local da teca em Monte Dourado, Estado do Pará, por meio da análise de curvas de índice de sítio.

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Novas ocorrências de hepáticas (Marchantiophyta) para o estado do Pará, Brasil.

Novas ocorrências de hepáticas (Marchantiophyta) para o estado do Pará, Brasil.

Durante o inventário das hepáticas da Serra dos Carajás, foram identificadas quatro novas ocorrências para o estado do Pará: Frullania beyrichiana (Lehm. & Lindenb.) Lehm. & Lindenb, Frullania kunzei (Lehm. & Lindenb.) Lehm. & Lindenb, Symphyogyna aspera Steph. e Lophocolea leptantha (Hook. & Tayl.) Tayl. Esta última espécie, antes somente relacionada para as regiões Sudeste e Sul do Brasil, é nova ocorrência para o eixo Norte-Nordeste brasileiro. Cada espécie é acompanhada de comentários morfológicos, taxonômicos e ecológicos.

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Criptococose em crianças no Estado do Pará, Brasil.

Criptococose em crianças no Estado do Pará, Brasil.

de idade. Em nove (47%) das 19 crianças foi estabelecida como agente causador da micose C. neoformans var. gattii. Esse achado faz presumir que o Estado do Pará constitua uma região de alta endemicidade da criptococose por var. gattii. A var. gattii de C. neoformans age como patógeno primário, infecta, usualmente, pacientes imunocompetentes residentes em área rural 8 10 11 .

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Perfil clínico-epidemiológico de pacientes infectados pelo HTLV-1 em Belém/Pará.

Perfil clínico-epidemiológico de pacientes infectados pelo HTLV-1 em Belém/Pará.

Objetivo: Investigar o perfil clínico-epidemiológico de pacientes portadores do HTLV-1 em Belém, no Estado do Pará, Brasil, descrevendo as características de indivíduos infectados e atendidos no Laboratório de Clínica e Epidemiologia de Doenças Endêmicas (LCEDE) do Núcleo de Medicina Tropical (NMT) da Universidade Federal do Pará (UFPA). Metodologia: Foi um estudo descritivo de corte transversal, com coleta em prontuários de pacientes infectados pelo HTLV-1, matriculados no LCEDE do NMT da UFPA entre os anos 2000 a 2012. Foi aplicada a análise descritiva pelo programa Epi Info 3.2.5. Resultados: Dos 182 prontuários, 35,2% eram do sexo masculino, e 64,8%, do sexo feminino. Houve predomínio de indivíduos casados (47,8%). A maioria (73,6%) tinha procedência do município de Belém-PA. Dentre os pacientes sintomáticos, 51% apresentavam sintomas neurológicos, 21%, queixas dermatológicas, 18%, queixas reumatológicas, e 10%, queixas autonômicas. Com relação aos pacientes com sintomas neurológicos, 16 (39,0%) foram diagnosticados com PET/MAH. Conclusões: Houve o predomínio do sexo feminino, na faixa etária entre 40 e 49 anos, casado, trabalho informal, procedentes de Belém, com queixas neurológicas e com retorno regular as consultas médicas.
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FAMÍLIA SCENEDESMACEAE (CHLOROPHYCEAE, CHLOROCOCCALES) DO LAGO ÁGUA PRETA, MUNICÍPIO DE BELÉM, ESTADO DO PARÁI

FAMÍLIA SCENEDESMACEAE (CHLOROPHYCEAE, CHLOROCOCCALES) DO LAGO ÁGUA PRETA, MUNICÍPIO DE BELÉM, ESTADO DO PARÁI

Família Scenedesmaceae (Chlorophyceae, Chlorococcales) do Lago Água Preta, município de Belém, Estado do Pará 143 Amostras examinadas: BRASIL.. Distribuição geográfica no Estado d[r]

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Repositório Institucional da UFPA: As relações intergovernamentais e as políticas educacionais

Repositório Institucional da UFPA: As relações intergovernamentais e as políticas educacionais

O financiamento da educação no Brasil, no período de 1983 a 1990 e, em especial, o financiamento da escola pública do ensino fundamental do Estado do Pará e Município de Belém, será an[r]

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Uso de soluções hipertônicas para preservação hepática em ratos .

Uso de soluções hipertônicas para preservação hepática em ratos .

Foram utilizados 105 ratas Wistar (Rattus norvegicus), com peso variando de 210 a 250 g oriundos do Instituto Evandro Chagas (Belém,PA). Os animais foram adaptados ao Laboratório de Cirurgia Experimental da Universidade do Estado do Pará (UEPA), Belém, Brasil, onde todos os procedimentos operatórios foram realizados, por 15 dias antes do início do experimento, recebendo água e ração ad libitum, mantidos em ambiente refrigerado com controle de luz e temperatura.

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Puccinia caxiuanensis sp. nov. de Uredinales em espécies de Burseraceae no Brasil.

Puccinia caxiuanensis sp. nov. de Uredinales em espécies de Burseraceae no Brasil.

RESUMO - (Puccinia caxiuanensis sp. nov. de Uredinales em espécies de Burseraceae no Brasil). Descreve-se Puccinia caxiuanensis, coletada na Floresta Nacional de Caxiuanã, Estado do Pará, Brasil, como uma nova espécie de Uredinales (ferrugem) sobre Crepidospermum goudotianum (Tul) Triana & Planch. e Tetragastris panamensis (Engl.) Kuntze (Burseraceae).

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A educação do campo no Brasil e a construção das escolas do campo

A educação do campo no Brasil e a construção das escolas do campo

A temática da terra nos remete à uma retomada histórica da constituição do povo brasileiro e da realidade da terra no Brasil. Vale lembrar o processo histórico de constituição da ocupação da terra no Brasil. Inicialmente tem-se a tomada da terra pelos colonizadores europeus das mãos e da posse dos indígenas que aqui já habitavam. Posteriormente houve todo um processo de negação da terra aos negros trazidos como escravos da África. E por fim a negação da terra aos posseiros e trabalhadores, através da Lei de Terras (1850), que legitimava a posse da terra através da compra. Ou seja, acentuando, não há dimensão do trabalho e da pertença a terra, mas da compra da terra. Assim a Lei de Terras, de 1850, legitimou uma maneira de apropriação da terra que se ampliou na realidade brasileira.
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IMPLANTAÇÃO DOS LABORATÓRIOS BÁSICOS PADRÃO MEC/FNDE NA REDE PÚBLICA DO ESTADO DO PARANÁ PELO PROGRAMA BRASIL PROFISSIONALIZADO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

IMPLANTAÇÃO DOS LABORATÓRIOS BÁSICOS PADRÃO MEC/FNDE NA REDE PÚBLICA DO ESTADO DO PARANÁ PELO PROGRAMA BRASIL PROFISSIONALIZADO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Esses questionários foram elaborados pela Unidade Gestora do Programa Brasil Profissionalizado – SEED/DET/UGP, abordando questões pedagógicas e de infraestrutura para os professores, tais como: se os laboratórios atendiam às matrizes curriculares; se houve motivação por parte dos alunos na utilização dos laboratórios; se o espaço físico é adequado e organizado; a frequência de utilização destes laboratórios. Para os alunos, os questionamentos referiam-se a dois aspectos fundamentais: se as aulas práticas os ajudaram a entender melhor o conteúdo teórico – causavam maior facilidade em assimilar os conteúdos – e se as atividades nos laboratórios são importantes para sua formação profissional.
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Estratégias de reprodução social

Estratégias de reprodução social

No decurso do século XVIII, o crescimento da mineração no Estado de Minas Gerais e a crise do setor açucareiro acarretaram uma crise na economia nordestina e o deslocamento da produção bovina para o Sul do Brasil (Furtado, 1981). Os grandes latifúndios começaram a ser fracionados devido à ausência dos proprietários e à crise da pecuária bovina no Nordeste. No sertão do São Francisco, de clima muito seco, ocorreram fenômenos de abandono de terras. As áreas vizinhas ao rio que ofereciam oportunidades de produção mais interessantes concentraram os investimentos. Depois da Lei da Terra, os pequenos proprietários e camponeses começaram a estabelecer-se. Comunidades apareciam e materializavam-se em sítios nas proximidades dos poços. A existência de fontes d’água (riachos temporários, “caldeirões”, lagoas) permitia a instalação das famílias. Foi o que aconteceu na pequena região de Massaroca, onde as famílias dos vaqueiros se instalaram nas terras dos ex-donos, conservando o nome da antiga fazenda para o sítio ou a comu- nidade (Tonneau, 1994). Atualmente, seus membros são os descendentes dos primeiros ocupantes ou dos compradores das antigas fazendas. O primeiro recenseamento de terras privadas, realizado entre 1857 e 1860 pela paróquia de Juazeiro, evidencia “o pouco número de latifúndios que superaram a crise e o seu tamanho reduzido” (Garcez e Sena, 1992). Assim, numerosos vaqueiros, mestiços, escravos alforriados ou ex-condenados tomaram posse de terras situadas entre as sesmarias ou mesmo inexploradas (Prado Júnior, 1960).
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Estado, capital, trabalho e organização sindical: a (re)construção das classes trabalhadoras no Brasil — Outubro Revista

Estado, capital, trabalho e organização sindical: a (re)construção das classes trabalhadoras no Brasil — Outubro Revista

ESTADO, CAPITAL, TRABALHO E ORGANIZAÇÃO SINDICAL -65 distribuição dessa "nova" taxa que será feita na proporção de 10% para as centrais sindicais, 5% para as confederações, [r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS

Pero ¿Qué es para Rancière, lo propiamente político? Un fenómeno que apareció, por primera vez, en la antigua Grecia, cuando los pertenecientes al demos (aquellos sin un ligar claramente definido en la jerarquía de la estructura social) no sólo exigieron que su voz se oyera frente a los gobernantes, frente a los que ejercían el control social; esto es, no sólo protestaron contra la injusticia (le tort) que padecían y exigieron ser oídos, formar parte de la esfera pública en pie de igualdad con la oligarquía y la aristocracia dominante, sino que , ellos, los excluidos, los que no tenían un lugar fijo en el entramado social, se postularon como los representantes, los portavoces, de la sociedad en su conjunto, de la verdadera universalidad (<Nosotros, la “nada” que no cuenta en el orden social, somos el pueblo y todos juntos nos oponemos a aquellos que sólo defienden sus propios intereses y privilegios>). El conflicto político, en suma, designa la tensión entre el cuerpo social estructurado, en el que cada parte tiene su sitio, y la <parte sin parte>, que desajusta ese orden en nombre de un vacío principio de universalidad, de aquello que Balibar llama la égaliberté, el principio de que todos los hombres son iguales en cuanto seres dotados de palabra. La verdadera política, por tanto, trae siempre consigo una suerte de cortocircuito entre e universal y el particular: la paradoja de un singular universal, de un singular que aparece ocupado el universal y desestabilizando el orden operativo <natural> de las relaciones en el cuerpo social. Esta identificación de la no-parte con el todo, de la parte de la sociedad con un verdadero lugar (o que rechaza la subordinación que le ha sido asignada), con el universal, es el ademán elemental de la politización, que reaparece en todos los grandes acontecimientos democráticos, desde la Revolución francesa (cuando el tercer estado se proclamó idéntico a la nación, frente a la aristocracia y el clero), hasta la caída del socialismo europeo (cuando los <foros> disidentes se proclamaron representantes de toda la sociedad, frente a la nomenklatura del partido). En este sentido, <política> y <democracia> son sinónimos: el objetivo central de la política antidemocrática es y siempre ha sido, por definición, la despolitización, es decir la exigencia innegociable de que las cosas <vuelven a la normalidad>, que cada cual ocupe su lugar…
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FIGUEIREDO COUTINHO 2003 Aeleiçãode2002 OpiniãoPublica

FIGUEIREDO COUTINHO 2003 Aeleiçãode2002 OpiniãoPublica

O grande poder exercido pela televisão e seus possíveis efeitos sobre a política têm gerado inúmeros debates na literatura especializada. Um dos aspectos que tem sido abordado dentro deste campo investiga especificamente a influência exercida pela televisão nos processos eleitorais. Lourenço (2001), por exemplo, analisa o horário eleitoral gratuito e sua relação com os percentuais de intenção de voto na disputa presidencial e pelo governo do Estado de São Paulo em 1998 e conclui que o efeito das propagandas é maior sobre os eleitores indecisos. Já Mungham (1996), abordando especificamente o caso da Grã-Bretanha, afirma que o
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Wahlverwandtschaft: pós-neoliberalismo e neodesenvovimentismo no Brasil — Outubro Revista

Wahlverwandtschaft: pós-neoliberalismo e neodesenvovimentismo no Brasil — Outubro Revista

anos mais tarde, a política econômica teria uma função de instrumento de promoção do crescimento e sua prioridade deveria ser a delimitação dos déficits fiscais, garantindo a competitividade e o cuidado com a sobrevalorização cambial – fundamental para os países cuja economia se apoia na exportação de matérias-primas, como o Brasil, que precisam do capital externo. O economista brasileiro também apontou para a necessidade da busca pela industrialização e da inovação tecnológica, no sentido de os países subdesenvolvidos alcançarem os países centrais na corrida promovida pela Terceira Revolução Industrial, ou molecular-digital, liberando-se da dependência tecnológica. Ademais, esta estratégia também poderia ser geradora de empregos mais qualificados que aqueles produzidos pelo setor agroexportador (I D ., 2010).
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A produção da exclusão educacional no Brasil Introdução

A produção da exclusão educacional no Brasil Introdução

A desigualdade educacional tem sido objeto privilegiado de reflexão nas Ciências Sociais Aplicadas no Brasil, tanto em investigações específicas no campo da Educação, quanto em trabalhos a partir de inflexões da Economia e da Sociologia. Demonstra-se sistematicamente a fragilidade das políticas educacionais em promover a equalização de oportunidades, mesmo em relação a seus elementos mais básicos, como o rendimento (fluxo), o alcance e qualidade da educação básica. Esta reflexão é muito ampla e produziu ao longo de décadas um conjunto vasto de trabalhos exemplares sobre múltiplas dimensões. Este artigo pretende rever criticamente a produção da exclusão educacional no Brasil à luz de alguns destes trabalhos para aprofundar a compreensão de quais foram os principais determinantes do processo de exclusão social e educacional que levou ao quadro atual de baixa escolaridade da população, mesmo na era do conhecimento.
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Coleção História Social do Campesinato no Brasil

Coleção História Social do Campesinato no Brasil

da Infantaria desta praça e guarnição das fragatas de Sua Magestade”, mas também para “os senhores dos navios, que navegam desta Cidade para a Costa da Mina e Angola, a resgate de escravos extraindo em cada um ano milhares e milhares de alqueires da dita farinha, pane para sustento dos ditos escravos e parte para negócio deste Reyno de Angola, onde se vendem por altíssimos preços […]”. O comércio de mandioca com Angola já era uma prática corrente em princípios do século XVII, quando a capitania do Rio de Janeiro recebia “as naus que navegam do Reino para Angola, onde carregam de farinha da terra, de que abunda toda esta capitania em grande quantidade [...]”. Cf. BRANDÃO, A. F. Diálogos das grandezas do Brasil. São Paulo: Melhoramentos, 1977. p.60. Sobre a dimensão da corrente migratória transportada da Europa para o Brasil nas primeiras décadas do século XVIII pelas frotas portuguesas, veja-se MARCÍLIO, M. L. The Population of Colonial Brazil. In: CHLA, v.lI, especialmente p.47-51; WOOD, A.J.R. R. Colonial Brazil: The Gold Cycle, c.1690-1750. In: CHLA, p.554; Informação Geral da Capitania de Pernambuco, op. cit., p.146; CUNHA, L. da. Testamento político: ou Carta escrita pelo grande D.’ Luiz da Cunha ao Senhor Rei D. Jose I antes do seu governo. São Paulo: Alfa-Ômega, 1976, p.74-75; SERRÃO, J. A emigração portuguesa. Sondagem História. 3.ed. Lisboa: Livros Horizonte, 1977; LAPA, J. R. do A. A Bahia e a Carreira da Índia. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1968, especialmente p.169-74, que tratam do abastecimento alimentar dos navios.
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O PODER DO CARIMBO: UMA ANÁLISE DA LEGISLAÇÃO, DO PERFIL E DAS RELAÇÕES QUE ENVOLVEM A INSPEÇAO ESCOLAR NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PODER DO CARIMBO: UMA ANÁLISE DA LEGISLAÇÃO, DO PERFIL E DAS RELAÇÕES QUE ENVOLVEM A INSPEÇAO ESCOLAR NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A primeira pergunta consistia na relação do professor inspetor escolar com as escolas em que atuava. Todos os gestores de escolas públicas informaram que a relação era meramente formal e que este profissional só comparecia às escolas para a realização de programas de trabalho e conferência de pastas de estudantes concluintes, para que fossem encaminhadas ao Diário Oficial, quando isto ainda fazia parte da legislação do estado do Rio de Janeiro. As visitas de rotina pouco eram realizadas e as orientações necessárias nem sempre prestadas a tempo e a hora, nem sempre sendo consignadas em termos de visita. Informaram, unanimemente, que a ação era mais voltada para a busca do erro e não para a orientação daquilo que deveria ser feito; que as orientações mudavam rotineiramente e que a resposta que recebiam é que a nova orientação havia sido passada pela Coordenadora de Inspeção - CDIN, que impunha que as ações fossem de tal forma, sem justificativa ou motivação explícita. Embora não indiquem que os inspetores impusessem um poder a ele atribuído, diziam que as novas regras chegavam às escolas como ordens da Coordenação de Inspeção Escolar Central, e que deveriam ser cumpridas sem questionamento, não sendo permitido o diálogo – fato que, como disse um deles, termina por estar “[...] desmerecendo os anos de conhecimento de gestão que temos.” (Questionário 7, respondido em 05/11/2016). Inclusive citaram erros nas orientações e documentos elaborados por esta Coordenação, sem que tivessem espaço para questionar. A resposta dos inspetores era sempre uma: “A nossa Coordenadora mandou, tem que ser assim”. (Questionário 8, respondido em 05/11/2016).
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7. A aldeia ausente: índios, caboclos, cativos, moradores e imigrantes na formação da classe camponesa brasileira - A formação do campesinato no Brasil   Mário Maestri   2004

7. A aldeia ausente: índios, caboclos, cativos, moradores e imigrantes na formação da classe camponesa brasileira - A formação do campesinato no Brasil Mário Maestri 2004

A terra abandonada não possuía plantações perenes e quantidade significativa de trabalho pretérito coagulado a ser defendido pelo caboclo. A inexistência da aldeia sedentária, como locus de formação de sólidos laços familiares e societários, determinada pelo modo de produção praticado pelas comunidades caboclas, dificultou a resistência à expansão dos latifúndios e das comunidades coloniais-camponesas. Ainda mais que essa expansão era apoiada pelo Estado. A pobreza material objetiva da sociedade cabocla e a fragilidade de seus laços aldeões ensejaram também produção cultural-ideológica muito pobre, que contribuiu igualmente para sua debilidade social, diante da maior consistência cultural-ideológica da produção latifundiária e colonial-camponesa. Foi igualmente frágil a oposição das comunidades caboclas à expansão do latifúndio, mesmo quando escasseou a terra.
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