Top PDF De semelhança a semelhança.

De semelhança a semelhança.

De semelhança a semelhança.

O paradoxo dessa efígie relaciona-se talvez ao fato de ela ter sido totalmente reproduzida apenas ao final, seus traços estavam quase se apagando, a começar pelos cílios, as pálpebras, os cabelos – num curioso efeito de velamento leitoso. A Desconhecida do Se- na é considerada como tendo sido um pobre cadáver de jovem afo- gada tornada molde e capaz, desde então, de retornar a este “meio absoluto, onde a coisa volta a ser imagem”.* Meio absoluto no qual os rostos se afogam nesta espécie de leite calcário que enrije- ce e dá lugar a imagens. No qual desaparecer (dispersar-se como vi- da) equivale a assemelhar-se (solidificar-se como imagem). Quan- do afirma que a obra se desdobra fundamentalmente no “espaço da morte”,* Blanchot não deixa entender que esse espaço, “vasto como a noite”, é precisamente habitado por uma semelhança que se desconjuntou da vida?
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Uma proposta de ensino envolvendo geometria fractal para o estudo de semelhança de figuras planas

Uma proposta de ensino envolvendo geometria fractal para o estudo de semelhança de figuras planas

Estudaremos aqui Figuras Fractais, Construções, Semelhança de figuras e também recordaremos conceitos importantes de Geometria e Álgebra. Seu empenho é fundamental para o êxito das atividades. É importante também que você cuide bem do material. Este caderno é dividido em Folhas de Atividade (ou aulas). Cada uma delas será trabalhada de uma forma, com maior ou menor orientação do professor. Após cada aula e ao final do caderno, há avaliações sobre a aula e o material como um todo, que pedimos que sejam preenchidas com bastante cuidado e sinceridade, para que o mesmo possa ser melhorado. As atividades serão corrigidas pelo professor, devolvidas e discutidas com a classe.
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REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: À semelhança do animal : mímesis e alteridade em Adorno.

REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: À semelhança do animal : mímesis e alteridade em Adorno.

Um primeiro sentido de semelhança animal do homem diz respeito à indicação de faculdades e condições presentes no animal, que são comuns também ao homem ou prefiguram aspectos humanos. Essa dimensão de afinidade é remetida, por Adorno, às condições da corporeidade e da mortalidade, no plano das condições comuns a ambos, e às faculdades dos sentimentos (Adorno não escreve meramente sensações, Empfindungen, mas Gefühle) – algo que, sem dúvida, o filósofo deveria ter determinado com mais precisão – e das carências/indigências que ambos carregam, o que diferencia o animal da coisa disponível e o dota de uma auto- referência e de uma capacidade de iniciativa que a filosofia ocidental muitas vezes passou por alto, e não só em sua vertente idealista. A figura da mímesis correspondente a esse plano é a do mimetismo, da mímesis originária, fundada na assimilação do organismo ao espaço circundante.
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GEOMETRIA DINÂMICA NO ESTUDO DE CONGRUÊNCIA E SEMELHANÇA DE TRIÂNGULOS NA GEOMETRIA EUCLIDIANA

GEOMETRIA DINÂMICA NO ESTUDO DE CONGRUÊNCIA E SEMELHANÇA DE TRIÂNGULOS NA GEOMETRIA EUCLIDIANA

Neste capítulo veremos um dos mais importantes conceitos da Geometria e um dos mais utilizados para demonstrações de diversos teoremas e proposições que aparecem no con- teúdo do ensino fundamental e médio. O teorema de Pitágoras é um dos exemplos. Intu- itivamente falando, dois triângulos são semelhantes se eles têm a mesma forma, porém não necessáriamente o mesmo tamanho. Para entendermos melhor o conceito de semelhança entre triângulos devemos conhecer primeiro o conceito de proporcionalidade. Dadas duas sequências de números positivos

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ENTRE SEMELHANÇA E IDEALIZAÇÃO: A ARTE DO RETRATO N’O CICERONE DE JACOB BURCKHARDT

ENTRE SEMELHANÇA E IDEALIZAÇÃO: A ARTE DO RETRATO N’O CICERONE DE JACOB BURCKHARDT

Em Veneza, entretanto, nesse mesmo período, Burckhardt (Band II, p. 318) volta-se uma vez mais a Tiziano e aos frutos de sua escola no norte da Itália, como uma possibilidade de acompanhar um pouco mais o impulso da arte em retratar os homens a partir do princípio da semelhança. “Como o mestre pôde dar vida, apenas com base em traços fugidios e ocultos, a similares existências grandiosas” 21 , perguntava-se o historiador. Tiziano e a escola pictórica veneziana eram considerados, após 1530, exceções ao quadro geral de degeneração da pintura apresentado pel’O Cicerone. Somente o território de Tiziano tinha conseguido criar, após a morte de Rafael, uma composição na qual forma e conteúdo aparecessem harmoniosamente fundidos. Distante da atuação de Tiziano, o Maneirismo dava o tom da pintura italiana da época. Mas o pintor de Veneza e alguns discípulos seus do norte da Itália (Moretto da Brescia e o bergamasco Giovan Battista Moroni, em especial) unem a um fascinante universo de cores e luzes, aquele estudo da natureza no qual se insere a busca em retratar os sinificativos traços de existência humana, observada em sua singularidade.
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Efeitos de complementariedade/semelhança dos estilos de vinculação em diferentes tipos e fases de desenvolvimento das relações de casal

Efeitos de complementariedade/semelhança dos estilos de vinculação em diferentes tipos e fases de desenvolvimento das relações de casal

As hipóteses de complementaridade e semelhança, apesar de diferentes da primeira hipótese, não negam a preferência dos sujeitos por indivíduos seguros. A hipótese de complementaridade postula que as diferenças em estilos inseguros são atrativas. Esta hipótese baseia-se na teoria da autoconsistência, segundo a qual os indivíduos tendem a confirmar as suas expetativas de forma a sustentarem a imagem de si mesmos (e.g., Jones, 1973). Assim, indivíduos evitantes prefeririam parceiros ansiosos, por esperarem que estes se mostrassem dependentes de si. Indivíduos ansiosos prefeririam parceiros evitantes, por terem a expetativa de serem rejeitados. Pelo contrário, a hipótese de semelhança defende que indivíduos inseguros deveriam preferir parceiros com estilos inseguros semelhantes. É sustentada pela teoria da autoestima, que defende que o ser humano tem necessidade de ver refletida nos outros a sua conceção de si próprio, para que possa confirmar os seus sentimentos de valorização pessoal (e.g., Jones, 1973).
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HOMOTETIA E SEMELHANÇA DE TRIÂNGULOS : UMA PROPOSTA DE ENSINO UTILIZANDO MATERIAIS CONCRETOS E MANIPULÁVEIS

HOMOTETIA E SEMELHANÇA DE TRIÂNGULOS : UMA PROPOSTA DE ENSINO UTILIZANDO MATERIAIS CONCRETOS E MANIPULÁVEIS

Este trabalho foi motivado pela nossa inquietação como professor-educador, quanto às difi- culdades enfrentadas pelos alunos do nono ano do Ensino Fundamental na compreensão do conceito de semelhança de triângulos, bem como à sua aplicação em situações-problema en- contradas no cotidiano. Como fundamentação teórica, recorremos à História da Geometria, aos teóricos que estudaram as dificuldades no processo de ensino-aprendizagem da matemática, as orientações pedagógicas dos Parâmetros Curriculares Nacionais e um estudo das Transforma- ções Geométricas, que preservam as distâncias(isometrias) e as que não preservam as distâncias mas preservam os ângulos(homotetias). A metodologia utilizada foi a pesquisa-ação, que nasce da necessidade de aproximação entre a teoria e a prática e se caracteriza pela intervenção no de- correr do processo. Esta pesquisa foi realizada em duas turmas de uma Escola Estadual, que nos revelou alguns fatores que interferem na construção do conceito de semelhança de triângulos. Para validar nossas hipóteses, desenvolvemos dois modelos diferentes de ministrar o mesmo conteúdo: Um deles introduzindo o conceito de Homotetia e o outro apenas o de semelhança de triângulos, acompanhado de atividades em equipe e individual. Uma das hipóteses está associ- ada à prática docente, que depende dos saberes científicos, dos saberes docentes e dos recursos didáticos utilizados. Como intervenção didática, sugerimos algumas atividades com materi- ais concretos e manipuláveis que contribuem para a construção do conceito de semelhança de triângulos.
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MODELOS DE TORRES EM PERFIS TUBULARES PARA RADIO, TV E TELEFONIA UTILIZANDO A TEORIA DA SEMELHANÇA

MODELOS DE TORRES EM PERFIS TUBULARES PARA RADIO, TV E TELEFONIA UTILIZANDO A TEORIA DA SEMELHANÇA

A presença de vários elementos verticais na natureza e objetos arquitetônicos também verticais construídos pelos homens desde a antiguidade, mostra como eles sempre foram extremamente importantes na sinalização de algum tipo de informação seja ela de aspecto simbólica ou na transmissão de informações. Neste trabalho com o levantamento destas manifestações verticais que aparecem ao longo dos tempos nas diversas partes do mundo, constrói-se um repertório estético/funcional a ser incorporado aos novos objetos arquitetônicos verticais, que se manifestam sob variadas formas de torres para transmissão de informações ou sinais de rádio, TV, telefonia, como também servindo de marcos simbólicos nas paisagens urbanas e rurais. Para tal estudo, foi usado também o conceito da Teoria da Semelhança como formulação do método aproximado para que na análise e verificação do modelo reduzido os resultados pudessem ser extrapolados para projetos padrão. De posse destes estudos, chega-se a parâmetros construtivos, funcionais, normativos e estéticos para novos projetos de torres metálicas em perfis tubulares. Como a demanda para torres de rádio, TV e telefonia tem crescido rapidamente em todos os lugares, interferindo drasticamente na imagem das cidades e do campo, acredita-se que este estudo possa contribuir na obtenção de novos projetos de torres mais elaborados. Projetos estes, que respondam às novas tecnologias, às novas necessidades dos usuários e aos novos valores estéticos e simbólicos contemporâneos, como também minimizem o impacto visual no ambiente onde estão inseridas.
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Metamodelo integrativo de complementaridade paradigmática : semelhança ou complementaridade nas características psicológicas da díade terapêutica

Metamodelo integrativo de complementaridade paradigmática : semelhança ou complementaridade nas características psicológicas da díade terapêutica

Relativamente à personalidade, as investigações têm tentado definir como é que as características do paciente e do terapeuta interagem mutuamente, resultando em padrões de semelhança ou dissemelhança (Beutler et al., 2004). Esta questão tem sido encarada de duas maneiras distintas: a de que semelhança nas características de personalidade aumenta a vinculação e participação na terapia e, consequentemente, promove os resultados, tem sido confirmada em alguns estudos (e.g., Herman, 1998); mas suporte para a proposição oposta também tem sido encontrado (e.g., Berry & Sipps, 1991). Deste último ponto de vista, defende- se que, se as características de personalidade de paciente e terapeuta se combinam, tal resultará em «cegueira», isto é, incapacidade do terapeuta na compreensão das suas reacções emocionais para com o paciente, bem como na gestão adequada da relação terapêutica. Assim, é esperado que a semelhança de características de personalidade de terapeutas e pacientes impeça o desenvolvimento da aliança terapêutica. Tanto a perspectiva cognitiva como a psicodinâmica assumem que as características pessoais do terapeuta, na sua relação recíproca com as características pessoais do paciente, são responsáveis pela qualidade e desenvolvimento da aliança terapêutica Bernier & Dozier, 2002).
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Semelhança fraterna nos níveis de aptidão física: um estudo na população rural de Calanga, Moçambique.

Semelhança fraterna nos níveis de aptidão física: um estudo na população rural de Calanga, Moçambique.

156 meninas) dos sete aos 17 anos de idade, pertencentes a 132 famílias de Calanga, uma localidade rural de Moçambique. A aptidão física foi avaliada com os seguintes testes: sentar e alcançar, impulsão horizontal, tempo de suspensão na barra, dinamometria manual, corrida da milha, abdominais e corrida vaivém (10 x 5 m). Para estimar semelhança entre irmãos foram calculadas correlações e a sua contribuição genética foi realizada pelo método da máxima verosimilhança para estimar componentes de variância. Todos os cálculos foram ajustados para a idade, sexo, idade 2 , idade 3 , idade*sexo, idade 2 *sexo, bem como
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MODELOS DE TORRES EM PERFIS TUBULARES PARA RADIO, TV E TELEFONIA UTILIZANDO A TEORIA DA SEMELHANÇA

MODELOS DE TORRES EM PERFIS TUBULARES PARA RADIO, TV E TELEFONIA UTILIZANDO A TEORIA DA SEMELHANÇA

A presença de vários elementos verticais na natureza e objetos arquitetônicos também verticais construídos pelos homens desde a antiguidade, mostra como eles sempre foram extremamente importantes na sinalização de algum tipo de informação seja ela de aspecto simbólica ou na transmissão de informações. Neste trabalho com o levantamento destas manifestações verticais que aparecem ao longo dos tempos nas diversas partes do mundo, constrói-se um repertório estético/funcional a ser incorporado aos novos objetos arquitetônicos verticais, que se manifestam sob variadas formas de torres para transmissão de informações ou sinais de rádio, TV, telefonia, como também servindo de marcos simbólicos nas paisagens urbanas e rurais. Para tal estudo, foi usado também o conceito da Teoria da Semelhança como formulação do método aproximado para que na análise e verificação do modelo reduzido os resultados pudessem ser extrapolados para projetos padrão. De posse destes estudos, chega-se a parâmetros construtivos, funcionais, normativos e estéticos para novos projetos de torres metálicas em perfis tubulares. Como a demanda para torres de rádio, TV e telefonia tem crescido rapidamente em todos os lugares, interferindo drasticamente na imagem das cidades e do campo, acredita-se que este estudo possa contribuir na obtenção de novos projetos de torres mais elaborados. Projetos estes, que respondam às novas tecnologias, às novas necessidades dos usuários e aos novos valores estéticos e simbólicos contemporâneos, como também minimizem o impacto visual no ambiente onde estão inseridas.
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A doutrina da criação na Teologia de Calvino e Barth: a semelhança do método como fundamento da releitura teológica Barthiana

A doutrina da criação na Teologia de Calvino e Barth: a semelhança do método como fundamento da releitura teológica Barthiana

que há de bom e sadio em nós é fruto da imagem que temos de Deus. Para Calvino, essa corrupção da qual foi acometida a raça humana é fruto de sua ambição, soberba e ingratidão. Adão menosprezou a sua liberdade e por isso se apartou de seu criador. Barth faz releitura diferente dessa corrupção. Como vimos, ele não utiliza o pressuposto da queda de “um homem”, nem tampouco se utiliza da figura da serpente. Barth diz que tal corrupção se deu pelo fato do ser humano ter olhado para trás, para o caos, ou seja, o ser humano amou aquilo que Deus odiou, repudiou e atravessou, isto é, o vazio do caos. É também peculiar a Calvino e a Barth a tese de que toda a raça humana ficou alienada por causa dessa corrupção. Desse modo, todo o gênero humano está destituído de qualquer elemento capaz de fazê-lo contemplar seu criador. Eis então, diante da realidade da corrupção humana, a necessidade da intervenção do Deus criador e redentor. Esse é o ponto onde notamos grande semelhança na teologia cristológica entre Calvino e Barth. A doutrina da revelação de Deus em Jesus Cristo é apresentada por Calvino e Barth sob o pressuposto do “pacto”. Calvino apresentou exaustivamente em suas Institutas a idéia da unidade entre Antigo e Novo Testamentos. Tanto para Calvino quanto para Barth, a revelação de Deus a Abraão é sinal específico do pacto de Deus e já contém em si mesmo o pressuposto da mediação em Jesus Cristo. Para Calvino, Deus jamais se mostraria propicio aos patriarcas nem jamais lhes daria esperança alguma de graça e de favor, senão pelo intermédio do mediador 370 . Outro elemento peculiar em Calvino e Barth é o de que na revelação do pacto de Deus com Abraão já se compreende o pacto com a raça humana. Calvino cita o texto Paulino ao afirmar que Deus compreendeu em seu pacto todos os descendentes de Abraão, pois, é Jesus Cristo a semente em que havia de ser benditas todas as famílias da terra, Gl 3.16. Calvino afirma que – e nisso é seguido por Barth – não há dúvida de que o Pai celestial quis mostrar em Davi e em seus descendentes uma viva imagem de Cristo. Essa noção de pacto começando em Abraão é o referencial de unidade entre Antigo e Novo Testamentos. Para Calvino e Barth as muitas palavras proféticas anunciando o Messias dão sinais exclusivos da revelação de Deus em Jesus Cristo. Calvino diz que Deus quis que os judeus tivessem tais profecias para que se acostumassem a por os olhos em Jesus Cristo 371 . Outro ponto peculiar entre Calvino e Barth é o de que a pregação do evangelho anuncia aos pecadores que são justificados pela exclusiva ação interventora de Deus, que não considerou nada que fosse comum ao homem pecador; ao contrário, toda a obra do pacto se realiza à medida de Cristo. Entretanto, apesar dessa peculiaridade cristológica entre Calvino e Barth,
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À Sua imagem e semelhança : o misticismo judaico na Antiguidade tardia e a percepção do corpo nas literaturas apocalíptica e hekhalot

À Sua imagem e semelhança : o misticismo judaico na Antiguidade tardia e a percepção do corpo nas literaturas apocalíptica e hekhalot

O judaísmo tradicional exclui a presença de formas visíveis do Criador em seus rituais, mas a representação de Deus, ainda que em imagens mentais, pode tornar-se objeto de discussão quando relacionada à interpretação das visões do sagrado. Esse tipo de conflito, manifesto nas diversas correntes do misticismo judaico como um embate entre a impossibilidade de se retratar Deus e a necessidade religiosa de se imaginar o divino, se reflete na maneira como o homem, feito à Sua imagem e semelhança, idealiza o Criador: uma imagem glorificada de si mesmo, ungida e entronizada. Nos corpora literários das literaturas apocalípticas e hekhalot, essa tensão é evidente na experiência do visionário de ter de um lado o objeto de sua visão de uma forma praticamente tangível ao mesmo tempo em que de outro enfrenta o dilema de saber que Deus é incorpóreo, e como tal, invisível 1 .
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Recuperação de informação em campos de texto livre de prontuario eletrônicos do paciente baseada em semelhança semântica e ortográfica

Recuperação de informação em campos de texto livre de prontuario eletrônicos do paciente baseada em semelhança semântica e ortográfica

Foram utilizadas duas bases de dados de PEP´s de clínicas distintas, sendo a primeira com 6732 histórias clínicas e a segunda com 26072 histórias. Foi desenvolvido um software chamado SIRIMED (Sistema de Indexação e Recuperação de Informações Médicas) que permitiu mostrar que a recuperação de informações baseada em semelhança semântica com um thesaurus médico (DeCS – Descritores em Ciências da Saúde) e semelhança ortográfica, baseada em um algoritmo de stemming, juntamente com edit distance, pode melhorar a quantidade de termos recuperados numa busca, em média de 30% comparada com a busca tradicional direta, que faz somente a busca do termo exato.
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UMA PROPOSTA PARA O ENSINO DE TRIGONOMETRIA E SEMELHANÇA DE TRIÂNGULOS NO ENSINO FUNDAMENTAL

UMA PROPOSTA PARA O ENSINO DE TRIGONOMETRIA E SEMELHANÇA DE TRIÂNGULOS NO ENSINO FUNDAMENTAL

Percebemos durante a aplicação com a turma, que os alunos demonstraram difi- culdades em entender o que são triângulos semelhantes, pois muitos alunos confundiam “triângulos semelhantes” com “triângulos iguais”, atribuindo outros significados para a palavra semelhante. Foi necessário retomar a discussão em uma aula posterior e explicar novamente a diferença entre dois triângulos serem semelhantes e dois triângulos serem iguais ou congruentes. Para facilitar o entendimento da noção de semelhança, trouxemos à discussão a ampliação e a redução de fotos,que haviam sido comentados na atividade anterior e com isso os alunos conseguiram compreender o conceito apresentado. Notamos que nessa atividade os alunos se mostraram mais autônomos, demonstrando segurança em resolver as atividades que requeriam cálculos. E em contrapartida, para responder aos questionamentos permaneceu a dificuldade na expressão escrita.
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Semelhança fraterna nos níveis de aptidão física

Semelhança fraterna nos níveis de aptidão física

O presente estudo visou averiguar a semelhança fraterna nos níveis de aptidão física (AptF). A amostra foi constituída por 366 pares de irmãos de ambos os sexos com idades compreen- didas entre os 10 e os 18 anos. Foram realizadas quatro provas de AptF da bateria de testes Fitnessgram (curl-up, push-up, trunk- lift e corrida/marcha da milha). Os procedimentos de análise utilizados foram o coeficiente de correlação de Pearson (r) e correlação canónica (Rc). Nos pares de irmãos do sexo masculi- no o valor de correlação mais elevado encontra-se na prova de push-up (r=0,46); a corrida/marcha da milha e o curl-up são as provas onde as irmãs apresentam valores de correlação superio- res, r=0,49 e r=0,48 respectivamente; para estes pares a asso- ciação multivariada entre as quatro provas de AptF foi de 0,68; entre os pares de irmãos de sexo oposto constata-se um valor de 0,27. Conclui-se que no conjunto das quatro provas de AptF as irmãs são mais semelhantes entre si do que os irmãos; e nos pares de irmãos de sexo oposto verificou-se ausência de seme- lhança fraterna significativa.
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Será a semelhança das maçãs melhas uma entidade adicional às maçãs?

Será a semelhança das maçãs melhas uma entidade adicional às maçãs?

O meu objetivo com este artigo é examinar algumas respostas ao desafio levantado por Bertrand Russell ao nominalismo de semelhanças. O desafio consiste na alegação de que o nominalismo de semelhanças não pode explicar a relação de semelhança entre particulares sem postular um universal de semelhança e se insistir em evitar postular uma tal entidade adicional, então cairá numa regressão viciosa ao infinito. As tentativas de replicar ao desafio são, por um lado, defender que a regressão ao infinito não é viciosa e, por outro lado, advogar que nem sequer existe regressão ao infinito – assim, o nominalista de semelhanças continuaria justificado em não postular uma entidade adicional além dos particulares. Porém, estas duas respostas ao desafio, concretamente nas versões de Armstrong (1989) e de Rodriguez-Pereyra (2002), não me parecem plausíveis e, por isso, estou intuitivamente inclinado a aceitar a argumentação de Russell, exceto no passo em que defende que se aceitamos um universal de semelhança, não teríamos justificações para não aceitar os restantes universais. Penso que temos razões para ficar apenas com um universal de semelhança (sobretudo por motivos de economia ontológica). Mas antes de apresentar o desafio de Russell e de examinar as respostas, é pertinente começar com uma contextualização do problema dos universais.
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Medidas de semelhança semântica aplicadas às ontologias geográficas

Medidas de semelhança semântica aplicadas às ontologias geográficas

As pesquisas na Web desconhecem, actualmente, o significado das palavras contidas nos documentos. Os modelos clássicos de recuperação de informação consideram que cada documento é representado por um conjunto de palavras, devolvendo-se o resultado escolhido de acordo com um peso atribuído a uma palavra num documento e a um “ranking” associado a esse documento. A utilização de ontologias desempenha, então, um papel importante para que o sistema computacional possa entender esse significado; permite, por exemplo, efectuar uma representação de um conjunto de conceitos dentro de um domínio, dando, a um sistema computacional, uma compreensão mais alargada do mundo (ou, pelo menos, do mundo que é representado na ontologia através do relacionamento entre conceitos.). A comparação entre conceitos constitui uma das principais operações de que a utilização de ontologias por um sistema computacional pode vir a revelar-se vantajosa. Esta comparação torna- se possível graças à implementação de medidas de semelhança semântica, avaliando-se o grau de similaridade entre dois conceitos organizados numa ontologia. Medidas, aliás, que no passado foram desenvolvidas e aplicadas na Linguagem Natural e na Bioinformática.
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A SEMELHANÇA DE FIGURAS NO ENSINO DA GEOMETRIA PLANA

A SEMELHANÇA DE FIGURAS NO ENSINO DA GEOMETRIA PLANA

Toda semelhança entre os arcos e ′ ′ determina uma semelhança entre os triângulos e ′ ′ ′, logo os ângulos e ′ são iguais. Daí resulta que os ângulos centrais e ′ também são iguais, pois = 360° − 2 e ′ = 360° − 2 ′. Assim, arcos semelhantes têm o mesmo ângulo central. Da mesma maneira, suponha que os arcos e ′ ′ têm ângulos centrais iguais. Sem perda da generalidade, podemos supor que os círculos onde estão situados esses arcos são concêntricos. Neste caso, a homotetia (com esse centro) que leva um círculo no outro é uma semelhança entre os arcos dados (veja figura a seguir). ∎
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Da semelhança no desenho

Da semelhança no desenho

como modelo instituído na nossa cultura visual. O estudo em torno da aplicação dos dispositivos ópticos no desenho pode ser encarado, enfim, como uma espécie de um teste de semelhança, entre os modelos de representação que, digamos, putativamente se reclamam como convenções naturais, como atrás referimos. Mas, encarado desta forma, não será esta, uma pretensão demasiado ambiciosa? Ou, não será este, um teste já respondido à partida? Ou uma tarefa filosoficamente condenada? A desconfiança e o cepticismo recomendam prudência. Não tenhamos ilusões: sabemos que a representação, a figuração, a imagem ou a semelhança envolvem questões demasiado complexas, relativas e variáveis e não podem ser decisivamente testadas à luz de um único modelo que tenha a pretensão da objectividade, aceitabilidade ou verosimilhança. Mas, recordemos, a nossa posição não se coloca aí. Sejamos, pois, claros: o nosso ponto de partida parte da assunção de uma premissa — a do modelo óptico que triunfou como paradigma de representação na cultura visual ocidental — para a questionar na sua origem. A origem nasce da ideia profundamente enraizada da representação como um dispositivo de projecção. É essa ideia ou metáfora da projecção — a de riscar uma projecção, de seguir o contorno de uma sombra ou de decalcar uma luz — que inspirou a emergência dos dispositivos ópticos. Eles encarnam e materializam a metáfora da projecção. O nosso posicionamento encontra-se nesta sequência de raciocínio e aquilo que nos propomos fazer passa por aí e pode ser, afinal, bem mais modesto do que se poderia aparentar. Ainda assim, acreditamos que pode trazer um contributo válido ao tema pela abordagem específica ao problema, e uma perspectiva renovada pela introdução do desenho enquanto factor de ponderação na equação. É, portanto, com esta linha directriz que traçamos as intenções gerais do nosso projecto:
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