Top PDF Declaração de Liberdade Acadêmica: Direitos Humanos Científicos (the Portuguese translation of the Declaration of Academic Freedom)

Declaração de Liberdade Acadêmica: Direitos Humanos Científicos (the Portuguese translation of the Declaration of Academic Freedom)

Declaração de Liberdade Acadêmica: Direitos Humanos Científicos (the Portuguese translation of the Declaration of Academic Freedom)

Artigo 7: Liberdade de discordar em discuss˜ao cient´ıfica Em consequencia de ci´umes furtivos e interesse adquirido, a Ciˆencia moderna repudia discuss˜oes abertas e premedita- damente bane aqueles cientistas que questionam as vis˜oes ortodoxas. Muito frequentemente, cientistas de habilidade extraordin´aria, que apontam deficiˆencias em teorias vigen- tes ou em interpretac¸˜ao de dados, s˜ao rotulados de crack- pots (excˆentricos tolos), de modo `as suas interpretac¸˜oes se- rem convenientemente ignoradas. Eles s˜ao particular e pri- vadamente ridicularizados e s˜ao barrados dos congressos ci- ent´ıficos, semin´arios e col´oquios de modo `as suas id´eias n˜ao encontrarem audiˆencia. Falsificac¸˜ao deliberada de dados e m´a representac¸˜ao de teoria s˜ao ferramentas frequentes e atu- ais dos inescrupulosos na supress˜ao de fatos, tanto t´ecnicos quanto hist´oricos. Comitˆes internacionais de meliantes ci- ent´ıficos tˆem sido formados e esses conselhos abrigam e di- rigem convenc¸˜oes internacionais nas quais apenas os seus ac´olitos s˜ao permitidos a apresentar artigos, independente da qualidade de conte´udo. Esses conselhos angariam grades so- mas de dinheiro p´ublico para financiar seus projetos patroci- nados, por interm´edio de engano e mentira. Qualquer objec¸˜ao `as suas propostas, ainda que objetadas sobre bases cient´ıficas, ´e silenciada por quaisquer meios dispon´ıveis, de modo que o dinheiro continue fluindo para dentro de suas contas de pro- jeto, e que os garanta empregos bem pagos. Cientistas que se op˜oem a essa praxe tˆem sido exonerados a pedido daqueles; outros tˆem sido impedidos de ocupar posic¸˜oes acadˆemicas por uma rede de c´umplices corruptos. Em outras situac¸˜oes, alguns tˆem sido expulsos de suas candidaturas a programas de educac¸˜ao superior tal como doutoramento, por expressar id´eias que minam uma teoria da moda, a despeito do arraigo temporal que uma teoria ortodoxa todavia possa ter. O fato fundamental de que nenhuma teoria cient´ıfica ´e definitiva e inviol´avel, estando portanto aberta `a discuss˜ao e `a reexami- nac¸˜ao, ´e completamente ignorado. O fato de que um fenˆome- no pode ter um n´umero de explicac¸˜oes plaus´ıveis ´e tamb´em ignorado, e maliciosamente p˜oem em descr´edito qualquer explicac¸˜ao que n˜ao esteja de acordo com a opini˜ao ortodoxa, recorrendo, sem arguir excec¸˜oes, ao uso de argumentos n˜ao cient´ıficos para justificar suas opini˜oes tendenciosas.
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Declaração unisal dos direitos humanos

Declaração unisal dos direitos humanos

Considerando que, na Carta, os povos das Nações Unidas proclamam, de novo, a sua fé nos direitos fundamentais do homem, na dignidade e no valor da pessoa humana, na igualdade de direitos dos homens e das mulheres e se declaram resolvidos a favorecer o progresso social e a instaurar melhores condições de vida dentro de uma liberdade mais ampla;

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EQUIPAMENTOS PÚBLICOS DE ALIMENTAÇÃO EM PROL DA EFETIVAÇÃO DO DIREITO HUMANO À ALIMENTAÇÃO ADEQUADA: PRIMEIROS COMENTÁRIOS

EQUIPAMENTOS PÚBLICOS DE ALIMENTAÇÃO EM PROL DA EFETIVAÇÃO DO DIREITO HUMANO À ALIMENTAÇÃO ADEQUADA: PRIMEIROS COMENTÁRIOS

Com o importantíssimo passo dado pela humanidade com o reconhecimento da Declaração dos direitos humanos, outros instrumentos internacionais despontam com o intuito de fortalecer a premissa de que os Estados de Direito devem promover o respeito universal dos direitos humanos fundamentais, na dignidade e no valor da pessoa humana e na igualdade de direitos dos homens e das mulheres, e que decidiram promover o progresso social e melhores condições de vida em uma liberdade mais ampla (ONU, 1948). Neste prisma, como símbolo dos direitos de solidariedade, a Declaração sobre os Direitos ao Desenvolvimento, concebida pela ONU em 1986, torna portentosos e robustos os propósitos da primeira carta supramencionada. Tal documento refere-se ao Estado e ao direito que o indivíduo possui de desenvolver-se pessoalmente, principalmente no que tange à exigência de ter trabalho, saúde e alimentação adequada, cabendo ao Estado fornecer os recursos para que o cidadão possua para si e para sua família o mínimo digno para viver, sendo esta a ilação personificada da efetivação dos direitos fundamentais, como pode ser apreciado no art. 8 do referido arquivo.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ – UFC PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO CENTRO DE HUMANIDADES DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM CIDADANIA, DIREITOS HUMANOS E SEGURANÇA PÚBLICA – TURMA I

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ – UFC PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO CENTRO DE HUMANIDADES DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM CIDADANIA, DIREITOS HUMANOS E SEGURANÇA PÚBLICA – TURMA I

Os redatores tiveram a clara intenção de reunir, numa única formulação, as três palavras de ordem da Revolução Francesa de 1789: liberdade, igualdade e fraternidade. Desta maneira, a Declaração Universal reafirma o conjunto de direitos das revoluções burguesas (direitos de liberdade, ou direitos civis e políticos) e os estende a uma série de sujeitos que anteriormente estavam deles excluídos (proíbe a escravidão, proclama os direitos das mulheres, defende os direitos dos estrangeiros, etc.); afirma também os direitos da tradição socialista (direitos de igualdade, ou direitos econômicos e sociais) e do cristianismo social (direitos de solidariedade) e os estende aos direitos culturais.
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A imprescindível contribuição dos tratados e cortes internacionais para os direitos humanos e fundamentais.

A imprescindível contribuição dos tratados e cortes internacionais para os direitos humanos e fundamentais.

Os princípios da igualdade e da liberdade estão presentes na pri- meira parte da Declaração, que vai do artigo 3° ao artigo 21, onde cons- tam os direitos civis e políticos: direito à vida, à liberdade, à segurança pessoal, à proibição da escravidão e da servidão; à proibição da tortura e do tratamento ou castigo cruel, desumano ou degradante; o direito a ser reconhecido como pessoa perante a lei; o direito à igual proteção da lei; o direito a um processo justo e público por tribunal independente e im- parcial; à presunção de inocência até que a culpabilidade seja provada; à proibição de interferências arbitrárias na vida privada, na família, no lar, na correspondência; à liberdade de locomoção; o direito de asilo; o direito a uma nacionalidade; o direito a contrair matrimônio e a constituir famí- lia; o direito à propriedade; à liberdade de pensamento, de consciência, de religião, de opinião e de expressão; à liberdade de reunião, à associação pacífica; o direito de participar do governo de seu Estado de ter acesso equitativo ao serviço público de seu país.
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EDUARDO PAIVA DE PONTES VIEIRA

EDUARDO PAIVA DE PONTES VIEIRA

A solução seria trabalhar com valores que procurassem atender à maior diversidade cultural possível. A proposta da Declaração Universal dos Direitos Humanos foi concebida para resgatar valores ocidentais, especialmente os advindos das revoluções liberais, porém com um discurso mais abrangente a fim de assumir um caráter global. Os Direitos Humanos Fundamentais partem de um ponto crucial que é a necessidade de limitação e controle dos abusos de poder e a consagração dos princípios de igualdade, respeito à dignidade humana e a viabilização do pleno desenvolvimento da personalidade dos sujeitos (Moraes, 2005); ou nas três gerações de direitos classicamente conhecidas: Liberdade, Igualdade e Fraternidade (Bonavides, 2005). Apesar das discussões acerca do “real” caráter de universalidade dos Direitos Humanos ou das necessidades de sua “relativização”, eles ainda se apresentam como um eixo estável de respeito entre a pluralidade de discursos (Ribeiro, 2004). Formalmente, cerca de 185 países em todo o mundo, membros da Organização das Nações Unidas, acatam a declaração (ou pelo menos dizem que sim...). Os valores éticos presentes no documento concebido em 1948 permanecem coadunados aos interesses de preservar a espécie humana – e isto é notoriamente percebido em muitas sociedades.
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Sobre a Declaração Universal dos Direitos Humanos: notas iniciais de um psicanalista.

Sobre a Declaração Universal dos Direitos Humanos: notas iniciais de um psicanalista.

que produzem outra Humanidade ou Inumanidade?] com espírito de fraternida- de.... [mas, o primeiro grande crime da Humanidade ocidental foi fraterno, Caim matou Abel]. Todo ser humano tem capacidade para gozar os direitos e as liberda- des estabelecidos nesta Declaração [o que inclui as crianças...]. Não será também feita nenhuma distinção fundada na condição política, jurídica ou internacional do país ou território a que pertença uma pessoa, quer se trate de um território independente, sob tutela, sem governo próprio, quer sujeito a qualquer outra limitação de soberania... Todo ser humano tem direito à vida, à liberdade e à segu- rança pessoal... Ninguém será mantido em escravidão ou servidão... Ninguém será submetido à tortura nem a tratamento ou castigo cruel, desumano ou degradan- te... Todo ser humano tem o direito de ser, em todos os lugares, reconhecido como pessoa perante a lei” etc., etc. Afirmações que desconsideram os sistemas colonialistas (que se aprendem intensamente com Joseph Conrad ([1902] 2004) ou que não consideram Auschwitz e similares, ao menos.
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THE MORAL HARASSEMENT FROM THE PERSPECTIVE OF INTERNATIONAL AGREEMENTS AND CONVENTIONS: AN OUTRAGE TO FREEDOM AND DIGNITY OF THE WORKER

THE MORAL HARASSEMENT FROM THE PERSPECTIVE OF INTERNATIONAL AGREEMENTS AND CONVENTIONS: AN OUTRAGE TO FREEDOM AND DIGNITY OF THE WORKER

As normas internacionais citadas e comentadas na presente obra fornecem ampla proteção jurídica aos direitos humanos, sendo a liberdade e a dignidade da pessoa humana alvo da tutela em comento. Fato inconteste é que são numerosos os instrumentos jurídicos internacionais que se dispõem a regular os direitos humanos laborais, muitos destes foram aqui apontados; seguem exemplos: a Declaração Universal dos Direitos Humanos, a Declaração Americana dos Direitos e Deveres do Homem, a Convenção Americana de Direitos Humanos, o Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos, a Declaração Sociolaboral do Mercosule algumas dasconvenções da Organização Internacional do Trabalho, especificamente as de números 29, 100, 105 e 111.
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LIBERDADE, LIBERDADE, ABRE AS ASAS SOBRE QUEM? DA DECLARAÇÃO DE DIREITOS DO HOMEM E DO CIDADÃO À DECLARAÇÃO UNIVERSAL DE DIREITOS HUMANOS

LIBERDADE, LIBERDADE, ABRE AS ASAS SOBRE QUEM? DA DECLARAÇÃO DE DIREITOS DO HOMEM E DO CIDADÃO À DECLARAÇÃO UNIVERSAL DE DIREITOS HUMANOS

De inspiração iluminista, a DDHC, de 1789, surpreende ao não mencionar nenhuma vez a fraternidade. O lema da Revolução Francesa, que, ao que se observa, não foi assim tão revolucionária, não foi integralmente expresso no documento. A suposta revolução não foi liderada por um partido ou movimento organizado, nem os próprios burgueses estavam preocupados em montar uma estrutura de Estado, nem mesmo chegou a ter “líderes” como as revoluções do século XX, até o surgimento da figura pós-revolucionária de Napoleão. Deve-se entender que a burguesia, através do consenso de interesses e ideias, deu ao movimento revolucionário uma aura de simpatia. O pensamento liberal clássico foi difundido por “filósofos” e “economistas” entre os guetos burgueses da maçonaria e das associações informais. Até esse ponto, os “filósofos” podem ser considerados responsáveis pela revolução. (HOBSBAWM, 2009). O ideário de fraternidade era tão evidentemente uma manobra de discurso para tornar o movimento palatável que nem sequer foi expresso no texto. Nota-se que a proporção de aparições das palavras “igualdade” x “liberdade” não foi consideravelmente alterada da DDHC (1789) para a DUDH (1948). Para se manter
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Manipulação genética e dignidade da pessoa humana

Manipulação genética e dignidade da pessoa humana

"concepcionista" ou da "personalidade condicional"). E quando se reporta a "direitos da pessoa humana" e até dos "direitos e garantias individuais" como cláusula pétrea está falando de direitos e garantias do indivíduo-pessoa, que se faz destinatário dos direitos fundamentais "à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade", entre outros direitos e garantias igualmente distinguidos com o timbre da fundamentalidade (como direito à saúde e ao planejamento familiar). Mutismo constitucional hermeneuticamente significante de transpasse de poder normativo para a legislação ordinária. A potencialidade de algo para se tornar pessoa humana já é meritória o bastante para acobertá-la, infraconstitucionalmente, contra tentativas levianas ou frívolas de obstar sua natural continuidade fisiológica. Mas as três realidades não se confundem: o embrião é o embrião, o feto é o feto e a pessoa humana é a pessoa humana. Donde não existir pessoa humana embrionária, mas embrião de pessoa humana. O embrião referido na Lei de Biossegurança ("in vitro" apenas) não é uma vida a caminho de outra vida virginalmente nova, porquanto lhe faltam possibilidades de ganhar as primeiras terminações nervosas, sem as quais o ser humano não tem factibilidade como projeto de vida autônoma e irrepetível. O Direito infraconstitucional protege por modo variado cada etapa do desenvolvimento biológico do ser humano. Os momentos da vida humana anteriores ao nascimento devem ser objeto de proteção pelo direito comum. O embrião pré-implanto é um bem a ser protegido, mas não uma pessoa no sentido biográfico a que se refere a Constituição. IV - AS
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Gulliver na Amazônia e as aventuras do indigenismo nas Relações Internacionais.

Gulliver na Amazônia e as aventuras do indigenismo nas Relações Internacionais.

A opinião pública mal se dá conta do quanto à politização, o partidarismo e a conversão alteram a estrutura social daquelas comunidades. Não há como esconder, o número de índios fiéis do catolicismo apostólico romano diminui expressivamente, se comparado ao crescimento numérico dos índios crentes batizados pelo neopentecostalismo. Com ou sem um sincero mea culpa em tal processo, o Conselho Indigenista Missionário, há anos redefine o papel dos missionários centrando notável apoio na formação da militância política pelos direitos indígenas. Difícil avaliar como o CIMI julga o esvaziamento das capelas e a diminuição do número dos batismos nas reservas. A resposta do porque o índio parece preferir mais a mensagem bíblica dos neopentecostais do que a mensagem objetiva, politizada e despida de mistérios oferecida pela pregação engajada, certamente a memória histórica da missiologia aclarará.
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O direito à educação das crianças refugiadas

O direito à educação das crianças refugiadas

Ressaltaremos igualmente neste capítulo a importância advinda com ratificação da CDC por quase todos os países e pelo fato de conseguir reunir e aprofundar disposições de direitos humanos, relevantes para as crianças, que anteriormente encontravam-se dispersas em diversos instrumentos e exercem papel essencial na implementação dos direitos ali elencados. Mencionaremos ainda, neste segundo capítulo, a relevância da implementação de três princípios fundamentais, manifestadores de aspectos substantivos e processuais concernentes à decisão de uma solicitação de refúgio envolvendo crianças: o princípio da não discriminação, o direito de exprimir livremente a sua opinião e o interesse superior da criança. Este último exerce função importante por requerer consideração prioritária e sobreposição em qualquer deliberação em que envolva crianças, em todas as etapas do procedimento da solicitação de refúgio, bem como quando haja diferentes interesses em apreço, inclusive o risco de se obstar o acesso ao ensino na análise de um caso concreto.
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A ÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS LABORAIS  André Filippe Loureiro e Silva

A ÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS LABORAIS André Filippe Loureiro e Silva

A Declaração Americana dos Direitos e Deveres do Homem; a Declaração Universal dos Direitos Humanos; a Convenção Americana sobre Direitos Humanos; o Pacto Internacional sobre os Direitos Econômicos, Sociais e Culturais; o Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos eo seu Protocolo Facultativo; a Convenção sobre a Prevenção e Punição do Crime de Genocídio; a Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial; a Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres; a Convenção contra a Tortura e outras Penas ou Tratamentos Cruéis, Desumanos ou Degradantes a Convenção sobre os Direitos das Crianças; sob as condições da sua vigência, têm hierarquia constitucional, não revogando qualquer artigo da primeira parte da presente Constituição e deve ser entendida como um complemento aos direitos e garantias reconhecidos. Somente podem ser denunciada, se for caso, pelo Poder Executivo Nacional, após a aprovação de dois terços do total de membros de cada câmara.Outros tratados e convenções sobre direitos humanos, depois de ser aprovada pelo Congresso, precisarão do voto de dois terços do total de membros de cada câmara para atingir hierarquia constitucional. 12
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S YNGENTA: VIOLAÇÕES DE DIREITOS HUMANOS NOB RASIL

S YNGENTA: VIOLAÇÕES DE DIREITOS HUMANOS NOB RASIL

Sustentou a autora, em síntese, que se dedica a pesquisas e estudos científicos inclusive sobre o desenvolvimento de organismos geneticamente modificados (OGM´s), mantendo diver[r]

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Declaração e Objetivos de Desenvolvimento do Milênio: oportunidades para os direitos humanos.

Declaração e Objetivos de Desenvolvimento do Milênio: oportunidades para os direitos humanos.

Muitas têm sido as contribuições referentes aos dispositivos, medidas e instrumentos específicos dos direitos humanos aos quais os Objetivos do Milênio podem se alinhar, mas todas possuem como característica comum o fato de suas conexões serem amplas e óbvias. Como a Declaração do Milênio considera o desenvolvimento sob a perspectiva dos direitos humanos, podemos dizer que são relevantes todas as medidas estabelecidas em convenções e tratados internacionais como: Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH); Pacto Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais (PIDESC); Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos (PIDCP); Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial (CEDR); Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher (CEDM); Convenção sobre os Direitos da Criança (CDC). Isso foi detalhado no recente relatório apresentado à Assembléia Geral da ONU pelos relatores especiais para Saúde da Comissão dos Direitos Humanos (27 de setembro de 2004):
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Direito ao desenvolvimento: contribuição da fenomenologia jurídica

Direito ao desenvolvimento: contribuição da fenomenologia jurídica

Na medida em que a noção de desenvolvimento evolui, este passa a ganhar contornos mais comprometidos com a realidade social, em linha com o que se propôs na primeira oportunidade em que o desenvolvimento foi citado como direito pelo então presidente da Suprema Corte do Senegal e ex-presidente da Corte Internacional de Justiça Keba M’Baye, em 1972, em curso ministrado por este em Estrasburgo 8 , intitulado “Curso de Direitos Humanos”. Tratou-se de uma revelação importante, na medida em que, a partir de então, a questão do desenvolvimento passou a integrar a pauta da Organização das Nações Unidas - ONU.
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Releitura do desenvolvimento e dos direitos: lições da África.

Releitura do desenvolvimento e dos direitos: lições da África.

Ao longo do tempo, as modalidades e resultados das relações entre agentes externos e beneficiários foram notadamente racionais no sentido de que cada uma das partes poderia usar e adaptar a relação ou seus elementos para atingir suas próprias metas. Igualmente interessantes foram as formas pelas quais as circunstâncias que fogem ao controle acabaram fortalecendo ou enfraquecendo cada uma das partes. Essa relação entre agentes e beneficiários já havia evoluído muito antes de os conceitos de desenvolvimento e direitos dominarem o jargão internacional, mas essa relação ilustra os componentes básicos e desfechos mutuamente benéficos daqueles conceitos. Entre eles, por exemplo, estão os missionários e seus convertidos, e Moshesh, preservando sua linguagem e mantendo uma entidade política independente, mesmo frente às invasões dos bôers e, posteriormente, ao apartheid. No entanto, a chegada dos missionários em 1833 foi rapidamente seguida pela dos comerciantes, que praticaram a agricultura e lucraram com os sothos, atraídos por produtos europeus, como açúcar, sabão, vestimentas, cavalos e armas. Infelizmente os sothos só podiam adquirir tais produtos ao trabalharem para europeus que tinham acesso à moeda necessária. Isto desencadeou vastos padrões de migração de mão-de-obra que dominam a região até hoje e que consistem em um dos principais fatores envolvidos na disseminação do HIV/AIDS na região.
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A INFLUÊNCIA DOS INSTRUMENTOS  DE PROTEÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS NO PROCESSO DE ÇÃO DO DIREITO CIVIL.  Renato Marcuci Barbosa Da Silveira

A INFLUÊNCIA DOS INSTRUMENTOS DE PROTEÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS NO PROCESSO DE ÇÃO DO DIREITO CIVIL. Renato Marcuci Barbosa Da Silveira

internacionales para la protección de los Derechos Humanos elaborado después de la Segunda Guerra Mundial. No hay dudas acerca de la influencia del contexto histórico en el momento de la elaboración de las normas legales, la consideración histórica inamovible y como en cualquier estudio que tiene la intención de hacer que el respeto de la ley, por lo que se pueden evitar malentendidos en cuanto a su estructura y la hermenéutica de principios. En relación con el sistema jurídico brasileño, hay un cambio de paradigma repentino cuando de la promulgación de la Constitución de la República de 1988, una situación que exigía una relectura de todas las restricciones legales a la que monta los mandamientos de la nueva Constitución, la cual es presentado más humanizadora, democrática, debido principalmente a la apertura de una lista de derechos fundamentales que tiene el cumplimiento obligatorio y la necesidad de aplicación inmediata como una manera de generalizar la aplicación de la dignidad humana, establecido como un principio fundamental de la República Federativa del Brasil. El Derecho Civil sufre los efectos de este cambio de paradigma observado después de 1988, exigiendo de sus institutos con el fin de hacerlos compatibles con las nuevas metas establecidas constitucionalmente. Sin embargo, poco se dice acerca de la influencia de los documentos internacionales de protección de los derechos humanos en el proceso histórico de constitucionalización del derecho civil, por lo que la mala comprensión de las consecuencias de esta relectura necesarias para la adecuación de los institutos de derecho civil de la Constitución y la comprensión de la realización necesaria de la función social atribuida a todos esos institutos. Al final, será posible llegar a la conclusión de que los institutos de derecho civil cumplen su función social cuando permitan la realización, en la mayor medida posible, de los derechos fundamentales presentes en la constituición.
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OS TROPEÇOS DE UMA RELAÇÃO NEM SEMPRE DISCUTIDA  Elizabete Bezerra Patriota

OS TROPEÇOS DE UMA RELAÇÃO NEM SEMPRE DISCUTIDA Elizabete Bezerra Patriota

O respeito aos valores cultivados e que fundamentam os direitos humanos, que significa dizer o respeito a imensa diversidade que caracteriza os seres humanos é um desafio cotidianamente posto à uma educação em direitos humanos, com vistas ao desenvolvimento integral da pessoa. Tal desafio requer a necessidade de tornar visíveis os historicamente invisibilizados. É também prover de voz, os emudecidos por um sistema que não lhes permitem a expressão de ideias, de valores, de sentimentos. Educar para os direitos humanos é, sobretudo, dotar de competência científica e técnica o sujeito para que ele possa atuar para melhorar a sua vida e a vida do seu grupo social e de outros grupos sociais, enfim melhorar a vida de todas as pessoas.
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Derechos humanos, indígenas y

Derechos humanos, indígenas y

En el mes de octubre de 2006, la Corte de Justicia de la Provincia de Salta, Argentina, inocentó un indígena wichí acusado de violar su hijastra de 9 años, por entender que el acto fue consecuencia de la práctica de una costumbre milenar de la comunidad wichí. Esta decisión provocó una gran polémica en la sociedad argentina porque se cuestionó si el respeto a una costumbre cultural puede justificar la violación de derechos humanos individuales. En este artículo, ese tema es estudiado bajo la Teoría del Multiculturalismo que busca ofrecer subsídios teóricos para la compreensión de las diferencias culturales entre los pueblos.
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