Top PDF Descrição de duas espécies novas de Cerathybos Bezzi (Diptera, Empididae, Hybotinae).

Descrição de duas espécies novas de Cerathybos Bezzi (Diptera, Empididae, Hybotinae).

Descrição de duas espécies novas de Cerathybos Bezzi (Diptera, Empididae, Hybotinae).

2,4 vezes mais longo que largo, 2,5 vezes mais longo que o escapo e pedicelo combinados; arista tão longa quanto o flagelo (Fig. 9); par ocelar paralelo; cscutelo preto, concolor com[r]

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Descrição de duas espécies novas de Pselaphinae (Coleoptera: Staphylinidae) da Amazônia Central Brasileira.

Descrição de duas espécies novas de Pselaphinae (Coleoptera: Staphylinidae) da Amazônia Central Brasileira.

amazonicum pelas margens do sulco longitudinal mediano da cabeça, pelo primeiro terço distai das áreas convexas não estriado, pelo penúltimo e último esternitos abdominais não bilob[r]

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Descrição de duas espécies novas de Neoplasta (Coquillett) (Diptera, Empididae, Hemerodromiinae) do pico da Neblina, Amazonas, Brasil.

Descrição de duas espécies novas de Neoplasta (Coquillett) (Diptera, Empididae, Hemerodromiinae) do pico da Neblina, Amazonas, Brasil.

Neoplasia fregapanii, sp.nov. 11) estreito em forma de arco. 12) de ápice estreito com diminutas cerdas distalmente, membranoso ven- tral-mente, exceto no ápice. Epândrio pequeno, sub[r]

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Revalidação de Astyanax rupununi Fowler, 1914 (Teleostei, Characidae) e descrição de duas espécies novas para o gênero.

Revalidação de Astyanax rupununi Fowler, 1914 (Teleostei, Characidae) e descrição de duas espécies novas para o gênero.

Cabeça mais longa que alta em exemplares com até 45-50 mm de CP e mais alta que longa nos maiores de 50 mm. Focinho arredondado. Dentário com 4 den- tes grandes, seguidos de 5 a 8 pequenos; os grandes, tetra e pentacuspidados (no mesmo exemplar); cúspide mediana muito mais desenvolvida que as laterais; den- tes pequenos tri (maioria) ou tetracuspidados. Pré- maxilar com duas séries: a interna com 5 dentes, penta, hexa e heptacuspidados (no mesmo exemplar); a ex- terna com 4 dentes tricuspidados; a cúspide mediana bem mais desenvolvida. Maxilar com um dente tri ou tetracuspidado; cúspide mediana mais desenvolvida. Coloração em álcool (Figura 3) – Coloração geral do cor- po prateada; cromatóforos distribuídos uniformemente na escama, em pequeno número. Mancha umeral ne- gra horizontalmente ovalada localizada entre a 2ª e a 5ª ou 6ª escamas. Faixa lateral negra com característica forma de clava, losangular no pedúnculo caudal e afunilada para a frente, estreitando-se em um filamento até a 2ª barra vertical marrom, situada atrás da mancha umeral; posteriormente estende-se à extremidade dos
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Novo registro para Litopeltis Hebard, 1920 no Brasil e descrição de duas espécies novas (Blaberidae, Epilamprinae).

Novo registro para Litopeltis Hebard, 1920 no Brasil e descrição de duas espécies novas (Blaberidae, Epilamprinae).

Examinando o material estudado por Rocha & Silva (1982), foi verificado em relação à espinhação de pernas e configuração da genitália, que os exemplares apresentam caracteres de Litopeltis. Isso levou-nos a retirá-los de Phoetalia e descrevê-los como espécies novas de Litopeltis, caracterizando o primeiro registro do gênero para o Brasil.

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Tabanidae (Diptera) da Ilha de Maracá e Serra Pacaraima, Roraima, Brasil, com descrição de duas espécies novas.

Tabanidae (Diptera) da Ilha de Maracá e Serra Pacaraima, Roraima, Brasil, com descrição de duas espécies novas.

Esenbeckia prasiniventris (Macquart) e Tabanus unimacula (Kroeber) são registradas pela primeira vez no Brasil e duas espécies novas são descritas: Catachlorops bindai e Stypomnisa vidal[r]

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INVENTÁRIO TAXONÔMICO DOS ANOSTOMÍDEOS (PISCES, ANOSTOMIDAE) DA BACIA DO RIO UATUMÃ-AM, BRASIL, COM DESCRIÇÃO DE DUAS ESPÉCIES NOVAS.

INVENTÁRIO TAXONÔMICO DOS ANOSTOMÍDEOS (PISCES, ANOSTOMIDAE) DA BACIA DO RIO UATUMÃ-AM, BRASIL, COM DESCRIÇÃO DE DUAS ESPÉCIES NOVAS.

Duas espécies (Leporinus uatiunaensis sp. pitingai sp.n.) foram descritas como novas e até o momento só fo- ram encontradas na bacia do Uatumã. megalepis só ocorreram em zonas de corr[r]

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Sobre o gênero Diaspidistis (Hemiptera, Diaspididae), com a descrição de duas espécies novas.

Sobre o gênero Diaspidistis (Hemiptera, Diaspididae), com a descrição de duas espécies novas.

RESUMO. O gênero Diaspidistis Hempel, 1900 foi estudado. Foram redescritas Diaspidistis multilobis Hempel, 1900 e D. squamosa Hempel, 1937. Novas combinações são propostas: D. gomescostai (Lepage & Giannotti, 1946), D. memorabilis (Ferris, 1941), D. multipunctata (Lepage & Giannotti, 1946) e D. petasata (Ferris, 1942). São descritas e ilustradas duas espécies novas: Diaspidistis fonsecai sp. nov. e Diaspidistis tucumanensis sp. nov. Uma chave para identificação das espécies é apresentada baseada em fêmeas adultas.

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Pipunculidae (Diptera) da região neotropical: I. Redescrição de Chalarus chilensis Collin, comb. n. e descrição de duas espécies novas da Amazônia.

Pipunculidae (Diptera) da região neotropical: I. Redescrição de Chalarus chilensis Collin, comb. n. e descrição de duas espécies novas da Amazônia.

volvimento Cientffico e Tecnológico, MCT, Mansus, AM.. Tubérculo ocelar com um par de cerdas proclinadas. Face levemente mais larga que a fronte, ligeira- mente protu[r]

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DESCRIÇÃO DE DUAS ESPÉCIES NOVAS DE ElmohardyiaRAFAEL (DIPTERA, PEPUNCULIDAE) DA REGIÃO AMAZÔNICA.

DESCRIÇÃO DE DUAS ESPÉCIES NOVAS DE ElmohardyiaRAFAEL (DIPTERA, PEPUNCULIDAE) DA REGIÃO AMAZÔNICA.

(Holótipo macho, INPA). Condições do holótipo: perna posterior esquerda perdida; posterior direita colada na etiqueta. Asa direita montada em microlâmina. Terminália em vidrinho com [r]

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Sistemática e distribuição do complexo de espécies Cynolebias minimus (Cyprinodontiformes, Rivulidae), com a descrição de duas espécies novas.

Sistemática e distribuição do complexo de espécies Cynolebias minimus (Cyprinodontiformes, Rivulidae), com a descrição de duas espécies novas.

diâmetro do olho (diam. p.-dor.) - distância entre a ponta do focinho e a parte posterior da base do último raio da nadadeira pélvica; altura do pedúnculo (alt. ped.) - menor [r]

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Descrição de três novas espécies de Mahanarva (Hemiptera, Cercopidae, Ischnorhininae).

Descrição de três novas espécies de Mahanarva (Hemiptera, Cercopidae, Ischnorhininae).

mediana bem marcada e proeminente; margens supra- antenais avermelhadas; tilo quadrangular, negro, 1,2 vez mais largo que longo, com carena mediana aparente; ocelos castanho-dourados, separados entre si por uma distância igual a um diâmetro de um deles, mais próximos um do outro do que dos olhos e da margem posterior da cabeça; olhos castanho-escuros com a região periférica amarelada, proeminentes e dispostos transversalmente; antenas com pedicelo castanho-avermelhado, mais longo do que largo, não visível dorsalmente; corpo basal do flagelo negro, subcilíndrico, projetado para fora do pedicelo, com uma arista menor do que este; posclípeo negro, inflado, de perfil angulado, mais longo do que largo, com ranhuras laterais levemente marcadas; carena longitudinal distinta e proeminente, formando um triângulo no ápice com o tilo; anteclípeo negro, maior que o último artículo do rostro e este menor que o anterior; rostro atingindo as mesocoxas, com segundo artículo vermelho e o terceiro negro. Pronoto hexagonal, mais longo que largo, negro, grosseiramente puncturado e enrugado, com carena mediana levemente marcada, estendendo-se até o terço médio deste e apresentando duas impressões circulares na porção anterior; margem anterior reta, ântero-laterais convexas, póstero-laterais sinuosas e posterior chanfrada, com reentrância mediana; ângulos umerais arredondados; escutelo negro, mais longo do que largo, com concavidade mediana e rugosidades transversais. Tégminas estreitas, finamente puncturadas, de coloração castanho-escura, com as veias avermelhadas no terço basal e médio e duas máculas vermelho-claras situadas no terço posterior, anteriormente à porção reticulada da tégmina; a primeira localizada logo após as ramificações da veia R e a segunda na porção final da Cu1; M e Cu1 coalescidas no terço basal; reticulação apical bem desenvolvida, veias salientes; A1 e A2 bem distintas. Asas hialinas com venação castanho- escura; Cu1 não espessada na base. Pernas posteriores: fêmur com pequeno espinho na face interna; tíbia com dois espinhos laterais, sendo o basal menor que os apicais, estes em número de 15, distribuídos em duas fileiras; basitarso com aproximadamente 27 espinhos apicais, cobertos por longas cerdas; processo subungueal presente.
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Descrição de duas novas espécies do género Nevskia da classe Gammaproteobacteria

Descrição de duas novas espécies do género Nevskia da classe Gammaproteobacteria

2005). Esta utiliza a informação de um extenso conjunto de características determinadas para as estirpes em estudo. A todas as características é atribuída a mesma relevância, o que permitiu um distanciamento das abordagens tradicionais subjectivas utilizadas até então. A informação é codificada, produzindo-se matrizes de semelhança, com o cálculo de coeficientes de similaridade e definição de grupos com base no maior grau de semelhança fenética entre os membros. Como principal resultado da análise númerica, é obtida uma estrutura em árvore (dendrograma/fenograma) que consiste na representação em duas dimensões do grau de semelhança ou distância entre diferentes estirpes em estudo. Nesse período, também surgiram novos métodos bioquímicos analíticos que permitiram o estudo da estrutura química de componentes celulares individuais e assim a obtenção de uma análise mais detalhada da composição química dos microrganismos. A aplicação deste novo tipo de dados designou-se por quimiotaxonomia. Importantes marcadores quimiotaxonómicos consistem na determinação da composição da parede celular, composição em lípidos polares, ácidos gordos e quinonas isoprenóides (Vandamme et al., 1996). Ainda na década de 60, o aprofundamento do conhecimento dos ácidos nucleícos permitiu a aplicação de novas técnicas moleculares como a análise da composição em bases de DNA, expressa em percentagem molar do conteúdo de guanina e citosina (% mol G+C), e a determinação do grau de hibridação DNA−DNA. A este tipo de classificação, relacionada com a determinação da semelhança entre organismos, tendo por base a informação de natureza fenótipica e genótipica, quando esta última está disponível, designa-se por classificação fenética (Owen, 2004). No entanto, este tipo de classificação não fornece informação acerca das relações filogenéticas entre os organismos.
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Descrição de novas espécies de FidicinoidesBoulard & Martinelli (Hemiptera: Cicadidae) do Brasil

Descrição de novas espécies de FidicinoidesBoulard & Martinelli (Hemiptera: Cicadidae) do Brasil

mesma cor; mesonoto marrom com manchas vestigiais; duas externas, escuras próximas ao pronoto; duas internas triangulares, curtas, largas e curvas; uma mancha de contorno irregular e vestigial na região posterior e duas manchas circulares, pretas, acima da elevação cruciforme; elevação cruciforme larga e achatada, com ápices posteriores não proeminentes e afastados entre si, ao nível das expansões mesoescutelares; opérculos com placas arqueadas, curtos, largos, rebordadas de coloração ocre com traços verdes (Fig 3A). Pernas de cor ocre; fêmures anteriores pouco robustos, com três dentes sub- carenais pouco desenvolvidos, basal vestigial e inclinado na carena escurecida (Fig 3B). Asas parcialmente hialinas; asa anterior com a célula basal opaca de coloração parda; nervuras pardas e claras tornando-se mais escuras na área apical; nervura ambiente marrom; área apical octoloculada; asas posteriores largas e tão longas quanto a metade das anteriores; área basal opaca de coloração marrom; nervação de coloração pardo-clara, exceto a Fig 2 Fidicinoides rosabasalae: A. Opérculo; B. Fêmur anterior direito; C. Genitália do macho (vista lateral); D. Lobos do uncus (vista ventral); E. Aedeagus (vista lateral). (Ilustrações: Nilza Maria Martinelli).
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Gênero Hippopsis (Coleoptera, Cerambycidae, Lamiinae): chave para as espécies, sinonímia e descrição de espécies novas.

Gênero Hippopsis (Coleoptera, Cerambycidae, Lamiinae): chave para as espécies, sinonímia e descrição de espécies novas.

27(26). Lobos oculares superiores com seis ou mais fileiras de omatídios ................................................................. 28 Lobos oculares superiores com cinco ou menos fileiras de omatídios ........................................................... 30 28(27). As três faixas de pubescência esbranquiçada dos élitros da mesma largura, isto é, a faixa que se inicia perto do úmero é da mesma largura que as duas outras. Fig. 29. Brasil (São Paulo) ........................... ............................ H. tibialis Martins & Galileo, 2003 A faixa de pubescência branco-amarelada dos élitros que se inicia próximo do úmero, mais estreita dos que as duas outras ................................................. 29 29(28). Ápices dos élitros obliquamente truncados com espinho curto no lado externo; urosternito I dos machos sem modificações. Fig. 26. Brasil (Pará) ... ............................................... H. griseola Bates, 1966 Ápices dos élitros de per si acuminados; urosternito I dos machos (Fig. 44) com área central de pilosidade diferenciada. Figs. 32, 44. Peru, Brasil (Acre a Santa Catarina) .... H. pubiventris Galileo & Martins, 1988 30(27). Processo prosternal (Fig. 43) e processo mesosternal revestidos por pubescência amarelada, longa e dirigida para a parte posterior; macho: centro do metasterno com pêlos amarelados, longos, precedidos por área glabra, estreita; orifício do urosternito I como na figura 45. Fig. 22. Brasil (Ceará a Santa Catarina), Argentina (Tucumán, Catamarca) ............................ H. pertusa Galileo & Martins, 1988 Pilosidade dos processos pro- e mesosternal normal; machos sem pêlos diferenciados no centro do metasterno .................................................................. 31 31(30). Face ventral densamente pontuada, inclusive os urosternitos ............................................................ 32 Face ventral com pontuação mais concentrada nos esternos torácicos; urosternitos praticamente sem pontos) ..................................................................... 35 32(31). Faixas sutural e dorsal dos élitros separadas por linha acastanhada muito estreita apenas na metade anterior e fundidas a partir do meio. Fig. 35. Brasil (Bahia) ........................... Hippopsis araujoi sp. nov. Faixas sutural e dorsal dos élitros separadas por linha acastanhada até o quinto apical .......................... 33 33(32). Urosternito I dos machos com área central de pubescência diferenciada (como na fig. 44) ........ 34 Urosternito I sem pubescência diferenciada; (lobos oculares superiores mais afastados entre si do que a largura de um lobo). Fig. 27. Estados Unidos, México, Honduras ................................................. ............................ H. l. lemniscata (Fabricius, 1801)
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Descrição de quatro espécies novas de Tropicanus DeLong (Homoptera: Cicadellidae).

Descrição de quatro espécies novas de Tropicanus DeLong (Homoptera: Cicadellidae).

Coloração geral amarelo-claro; margem anterior com quatro man- chas mais ou menos triangulares e uma arredondada, junto aos olhos, marrons; duas manchas, de contorno irregular, sobre o d[r]

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Descrição de três novas espécies de Rotigonalia Young (Hemiptera: Auchenorrhyncha: Cicadellidae) com chave para as espécies.

Descrição de três novas espécies de Rotigonalia Young (Hemiptera: Auchenorrhyncha: Cicadellidae) com chave para as espécies.

Genitália Masculina. Pigóforo duas vezes mais longo que largo, com margem apical levemente aguda; macrocerdas distribuídas da base ventral para o ápice, processos ausentes. Placa subgenital triangular, aguda apical- mente, com um fileira de macrocerdas nas margens laterais externas. Estilos e conetivos semelhantes aos de R. larissae sp.n. Edeago subcilíndrico, curvo, ápice voltado para baixo, em vista dorsal, com um par de processos muito curtos. Paráfise simétrica, larga basalmente, com dois ramos divergentes, dirigidos para trás, alargados e truncados apicalmente.

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O gênero Crepidotus no Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, São Paulo, SP, Brasil e descrição de duas novas espécies.

O gênero Crepidotus no Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, São Paulo, SP, Brasil e descrição de duas novas espécies.

Crepidotus martini Singer, sensu Senn-Irlet & Meijer (1998) coletado no Paraná, possivelmente representa C. apodus. A descrição fornecida por estes autores difere da descrição original de C. martini (Singer 1955), da descrição posteriormente apresentada por Singer (1973) e da de Pegler (1983). Enquanto Singer (1955, 1973) e Pegler (1983) mencionam píleo com coloração esbranquiçada a marrom-pálido, sem menção de qualquer coloração amarelada, Senn-Irlet & Meijer (1998) descrevem o píleo como branco-amarelado. As descrições diferem também na morfologia da superfície superior. C. martini sensu Singer é descrita como tendo a superfície superior indiferenciada e Senn-Irlet & Meijer (1998) descrevem a superfície superior como uma transição entre cútis solta e tricoderme, muito próxima da observada em C. apodus. Os queilocistídios descritos por Senn-Irlet & Meijer (1998), apesar de maiores que em C. apodus, têm o mesmo formato, cilíndricos a clavados.
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Duas novas espécies de Labicymbium (Araneae: Linyphiidae) do sul do Brasil.

Duas novas espécies de Labicymbium (Araneae: Linyphiidae) do sul do Brasil.

Descrição. Holótipo macho. Comprimento total 1,79. Carapaça, comprimento 0,87, largura 0,72, altura 0,52. Clípeo, altura 0,15. Esterno, comprimento 0,50, largura 0,47. Abdome, comprimento 0,95, largura 0,67, altura 0,72. Fórmula das per- nas 1/2/4/3. Comprimento 1/2/3/4: fêmures 0,80/0,70/0,55/0,57; patelas 0,25/0,25/0,20/0,20; tíbias 0,72/0,65/0,50/0,60; metatarsos 0,62/0,57/0,50/0,55; tarsos 0,44/0,40/0,35/0,37. To- tal 2,83/2,57/2,10/2,29. Posição da tricobótria no metatarso da perna I (TmI) 0,4. Todos metatarsos com tricobótria. Carapaça

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