Top PDF DESCRIÇÃO DE DUAS ESPÉCIES NOVAS DE ElmohardyiaRAFAEL (DIPTERA, PEPUNCULIDAE) DA REGIÃO AMAZÔNICA.

DESCRIÇÃO DE DUAS ESPÉCIES NOVAS DE ElmohardyiaRAFAEL (DIPTERA, PEPUNCULIDAE) DA REGIÃO AMAZÔNICA.

DESCRIÇÃO DE DUAS ESPÉCIES NOVAS DE ElmohardyiaRAFAEL (DIPTERA, PEPUNCULIDAE) DA REGIÃO AMAZÔNICA.

(Holótipo macho, INPA). Condições do holótipo: perna posterior esquerda perdida; posterior direita colada na etiqueta. Asa direita montada em microlâmina. Terminália em vidrinho com [r]

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Descrição de novas espécies de FidicinoidesBoulard & Martinelli (Hemiptera: Cicadidae) do Brasil

Descrição de novas espécies de FidicinoidesBoulard & Martinelli (Hemiptera: Cicadidae) do Brasil

mesma cor; mesonoto marrom com manchas vestigiais; duas externas, escuras próximas ao pronoto; duas internas triangulares, curtas, largas e curvas; uma mancha de contorno irregular e vestigial na região posterior e duas manchas circulares, pretas, acima da elevação cruciforme; elevação cruciforme larga e achatada, com ápices posteriores não proeminentes e afastados entre si, ao nível das expansões mesoescutelares; opérculos com placas arqueadas, curtos, largos, rebordadas de coloração ocre com traços verdes (Fig 3A). Pernas de cor ocre; fêmures anteriores pouco robustos, com três dentes sub- carenais pouco desenvolvidos, basal vestigial e inclinado na carena escurecida (Fig 3B). Asas parcialmente hialinas; asa anterior com a célula basal opaca de coloração parda; nervuras pardas e claras tornando-se mais escuras na área apical; nervura ambiente marrom; área apical octoloculada; asas posteriores largas e tão longas quanto a metade das anteriores; área basal opaca de coloração marrom; nervação de coloração pardo-clara, exceto a Fig 2 Fidicinoides rosabasalae: A. Opérculo; B. Fêmur anterior direito; C. Genitália do macho (vista lateral); D. Lobos do uncus (vista ventral); E. Aedeagus (vista lateral). (Ilustrações: Nilza Maria Martinelli).
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Cerambycidae (Coleoptera) coletados à luz a 45 metros de altura, no dossel da floresta amazônica, e a descrição de quatro espécies novas.

Cerambycidae (Coleoptera) coletados à luz a 45 metros de altura, no dossel da floresta amazônica, e a descrição de quatro espécies novas.

Superfície dorsal da cabeça com pontos muito grossos, profundos e anastomosados, gradualmente mais finos e abundantes em direção ao occipício. Labro transversal, com os ângulos látero-apicais projetados e aguçados; ápice saliente e aguçado ou suavemente arredondado. Ápice das genas projetado e aguçado (um dos machos apresenta o ápice intumescido e arredondado, o que julgamos uma malformação). Área hipostomal com pontos rasos, grandes e anastomosados, exceto na região próxima ao mento, que é elevada e com pontos moderadamente finos e esparsos; pilosidade esparsa e longa. Lígula inteira. Distância entre os ápices das paraglossas cerca de cinco vezes menor do que a largura da cabeça. Segundo artículo dos palpos maxilares mais longo do que o terceiro. Mandíbulas com carena dorsal muito elevada da base até o terço apical; face interna com pêlos longos; margem interna com três dentes: dois dentes juntamente protraídos na metade apical; outro na metade basal (bífido em um dos machos); margem látero-externa fortemente intumescida no meio. Antenas ultrapassam o meio dos élitros; escapo ultrapassa a borda posterior do olho; antenômero III com cerca da metade do comprimento do escapo; antenômeros III-X subiguais em comprimento. Antenômero XI apenas mais longo do que o X.
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Duas espécies novas de Paratrigona da Região Amazônica (Hymenoptera, Apidae).

Duas espécies novas de Paratrigona da Região Amazônica (Hymenoptera, Apidae).

Olho mais longo que duas vezes suas largura máxima (120:55), a interor- bital máxima quase tão grande como o comprimento do olho e as 6rbitas mais convergentes embaixo (95:118:87); o clí[r]

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Novo registro para Litopeltis Hebard, 1920 no Brasil e descrição de duas espécies novas (Blaberidae, Epilamprinae).

Novo registro para Litopeltis Hebard, 1920 no Brasil e descrição de duas espécies novas (Blaberidae, Epilamprinae).

Abdome: modificação tergal ausente. Placa supra-anal ciliada, curta e alargada com reentrância mediana pouco perceptível; cercos curtos (Figura 2c). Placa subgenital alargada e proeminente medianamente, estilos afilados na região médio apical da placa (Figura 2d). Falômero direito em forma de gancho apicalmente com reentrância acentuada próximo ao ápice (Figura 2g); falômero esquerdo com estrutura mediana esclerotinizada (Figura 2e); esclerito mediano desenvolvido apresentando o ápice esclerotinizado sem forma definida com projeções espiniformes (Figura 2f).
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Pipunculidae (Diptera) da região neotropical: I. Redescrição de Chalarus chilensis Collin, comb. n. e descrição de duas espécies novas da Amazônia.

Pipunculidae (Diptera) da região neotropical: I. Redescrição de Chalarus chilensis Collin, comb. n. e descrição de duas espécies novas da Amazônia.

volvimento Cientffico e Tecnológico, MCT, Mansus, AM.. Tubérculo ocelar com um par de cerdas proclinadas. Face levemente mais larga que a fronte, ligeira- mente protu[r]

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Descrição de três espécies novas de Porphyrochroa Melander (Diptera, Empididae) da Bacia Amazônica, Brasil.

Descrição de três espécies novas de Porphyrochroa Melander (Diptera, Empididae) da Bacia Amazônica, Brasil.

Abdômen castanho-escuro, brilhante, com reflexo metálico verde em diferentes ângulos de incidência de luz. Esternitos castanhos, brilhantes. Tergitos 6, 7 e 8 subretangulares (Fig. 7). Esternito 8 dividido longitudinalmente em duas placas estreitas amplamente separadas (Fig. 8). Cerco alongado em vista lateral, com depressão no centro (Fig. 1) e com a base mais larga que o ápice (Fig. 5). Hipândrio muito reduzido (Figs. 1 e 3). Apódema ejaculador grande, atingindo o nível do sexto segmento abdominal quando dissecado (Fig. 1); em vista anterior como na figura 4. Epândrio retangular com curta projeção ântero-ventral e região mais escura anteriormente (Fig. 2). Esclerito subepandrial com as larguras da base e do ápice proporcionais (Fig. 6).
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Descrição de três novas espécies de Mahanarva (Hemiptera, Cercopidae, Ischnorhininae).

Descrição de três novas espécies de Mahanarva (Hemiptera, Cercopidae, Ischnorhininae).

mediana bem marcada e proeminente; margens supra- antenais avermelhadas; tilo quadrangular, negro, 1,2 vez mais largo que longo, com carena mediana aparente; ocelos castanho-dourados, separados entre si por uma distância igual a um diâmetro de um deles, mais próximos um do outro do que dos olhos e da margem posterior da cabeça; olhos castanho-escuros com a região periférica amarelada, proeminentes e dispostos transversalmente; antenas com pedicelo castanho-avermelhado, mais longo do que largo, não visível dorsalmente; corpo basal do flagelo negro, subcilíndrico, projetado para fora do pedicelo, com uma arista menor do que este; posclípeo negro, inflado, de perfil angulado, mais longo do que largo, com ranhuras laterais levemente marcadas; carena longitudinal distinta e proeminente, formando um triângulo no ápice com o tilo; anteclípeo negro, maior que o último artículo do rostro e este menor que o anterior; rostro atingindo as mesocoxas, com segundo artículo vermelho e o terceiro negro. Pronoto hexagonal, mais longo que largo, negro, grosseiramente puncturado e enrugado, com carena mediana levemente marcada, estendendo-se até o terço médio deste e apresentando duas impressões circulares na porção anterior; margem anterior reta, ântero-laterais convexas, póstero-laterais sinuosas e posterior chanfrada, com reentrância mediana; ângulos umerais arredondados; escutelo negro, mais longo do que largo, com concavidade mediana e rugosidades transversais. Tégminas estreitas, finamente puncturadas, de coloração castanho-escura, com as veias avermelhadas no terço basal e médio e duas máculas vermelho-claras situadas no terço posterior, anteriormente à porção reticulada da tégmina; a primeira localizada logo após as ramificações da veia R e a segunda na porção final da Cu1; M e Cu1 coalescidas no terço basal; reticulação apical bem desenvolvida, veias salientes; A1 e A2 bem distintas. Asas hialinas com venação castanho- escura; Cu1 não espessada na base. Pernas posteriores: fêmur com pequeno espinho na face interna; tíbia com dois espinhos laterais, sendo o basal menor que os apicais, estes em número de 15, distribuídos em duas fileiras; basitarso com aproximadamente 27 espinhos apicais, cobertos por longas cerdas; processo subungueal presente.
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Descrição de duas novas espécies de Sciaenidae (Perciformes) de água doce da Bacia Amazônica.

Descrição de duas novas espécies de Sciaenidae (Perciformes) de água doce da Bacia Amazônica.

difere das demais espécies do gênero por apresentar: ânus distante da nadadeira anal, estando a distância ânus-anal contida de 2,4 a 3,5 vezes no comprimento da cabeça; nadadeira peito[r]

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Descrição de duas novas espécies do género Nevskia da classe Gammaproteobacteria

Descrição de duas novas espécies do género Nevskia da classe Gammaproteobacteria

Existem três espécies descritas com nomes validados que se incluem no género Nevskia: Nevskia ramosa (Famintzin, 1892), Nevskia soli (Weon et al., 2008) e Nevskia terrae (Kim et al., 2011). A espécie Nevskia ramosa constitui a espécie tipo do género. Esta espécie foi observada pela primeira vez no final do século XIX por Famintzin (1892) em amostras recolhidas da superfície da água de um aquário. A Nevskia ramosa é um microrganismo neustonte, ou seja, é um habitante da interface ar-água de superfícies de água doce, localizando-se no “epineuston” (fase superior da interface ar/água). Esta espécie apresenta como característica típica a capacidade de formar um biofilme na ausência de azoto no meio. As células no biofilme formam microcolónias com forma de roseta. Esta forma típica resulta do facto de as células se dividirem por divisão binária e existir uma secreção lateral preferêncial de polissacáridos. Stürmeyer et al. propuseram que a capacidade de formação de biofilmes na interface ar-água constitui uma estratégia de adaptação à ausência de azoto, uma vez que na sua presença as células crescem submersas (Stürmeyer et al., 1998). Culturas puras de N. ramosa foram obtidas pela primeira vez apenas em 1998 por Stürmeyer et al.. A estirpe Soe1 T foi isolada do lago Soelkensee nos arredores de Greifswald (Alemanha), enquanto a estirpe OL1 foi isolada de uma vala de água doce em Oldenburgo (Alemanha). A espécie Nevskia soli (estirpe GR15-1 T ) foi isolada de um solo cultivado com ginseng Coreano (Panax giseng C. A. Meyer) na região de Yeongju na Coreia do Sul (Weon et al., 2008) e a espécie Nevskia terrae foi isolada a partir do solo, no decurso do estudo da diversidade bacteriana nas ilhas da Coreia do Sul (Kim et al., 2011). As espécies do género Nevskia consistem em bastonetes Gram negativos. A quinona respiratória predominante do género é a ubiquinona com 8 unidades isoprénicas (Q−8) e C 18:1 ω7c constitui o ácido gordo maioritário, enquanto que o conteúdo G+C
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O gênero Crepidotus no Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, São Paulo, SP, Brasil e descrição de duas novas espécies.

O gênero Crepidotus no Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, São Paulo, SP, Brasil e descrição de duas novas espécies.

Crepidotus defibulatus foi descrito por Singer (Singer & Digilio 1952) com base em material coletado em Buenos Aires, Argentina. Esta espécie, pela classificação infragenérica de Crepidotus (Singer 1973), pertence à seção Echinospori subsecção Aporpini, por apresentar basidiósporos ornamentados e ausência de ansas. Singer (1973) menciona três espécies nesta subseção: C. unicus Hesler & A.H. Sm., C. defibulatus Singer e C. citricolor Singer. O material coletado no PEFI foi identificado como C. defibulatus, porém ocorreram pequenas variações em relação à descrição fornecida por Singer (1973), que mencionou basidiósporos globosos medindo 5,6 × 5 µm diâm. a subglobosos medindo 5,7-6,5 × 4,9-6 µm, sendo ligeiramente maiores que os observados no material coletado. Diferenças ocorreram também no formato dos queilocistídios, porém esta característica é de importância menor para esta espécie, uma vez que no material observado também há variação nessa estrutura. Para C. defibulatus, Singer (1973) mencionou queilocistídios extremamente variáveis, de subglobosos a filamentosos, ampuláceos ou
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Uma análise da biodiversidade amazônica e a teoria dos refúgios florestais

Uma análise da biodiversidade amazônica e a teoria dos refúgios florestais

Sobre plantas, Gentry (1992) afirma que padrões de diversidade e endemismo não são amplamente coincidentes e, portanto, a conservação de alguns centros de megadiversidade representarão inadequadamente as espécies de plantas da região. Além disso, diferentes grupos de plantas compartilham padrões diferentes de endemismo, e mesmo um esquema de conservação de megadiversidade teria de possuir prioridades de conservação muito diferentes, por exemplo, para árvores e para epífitas. Visto que a maioria das plantas de floresta tropical, e especialmente a maioria do taxa endêmico local, são ervas ou epífitas, o plano ideal de conservação deveria focar em preservar várias áreas pequenas em vez de poucas grandes áreas como vem sendo defendido por muitos cientistas. A conservação amazônica de áreas isoladas de substrato raro é especialmente importante para a preservação do endemismo local e, igualmente importante, é a preservação das regiões montanhosas da América do Sul. Gentry conclui que, provavelmente, a mais importante e mais óbvia inferência sobre a conservação é que se fazem necessários mais esforços de preservação nas florestas tropicais, onde já se perderam muitas espécies e se caminha para a perda de grande parte da biodiversidade mundial nos próximos anos. Mais do que um exercício de ética ou estética, a conservação da biodiversidade tem sido relacionada diretamente com a economia. Parece que a única alternativa à diferença social e econômica massiva e a miséria crescente no terceiro mundo é encontrar maneiras de combinar preservação e uso sustentável da biodiversidade das florestas tropicais.
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O PLANEJAMENTO DOCENTE EM DUAS ESCOLAS DA COORDENADORIA REGIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO 17 – ICÓ – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PLANEJAMENTO DOCENTE EM DUAS ESCOLAS DA COORDENADORIA REGIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO 17 – ICÓ – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O planejamento docente é uma ação relevante ao trabalho do professor, considerando que é a ferramenta norteadora da ação pedagógica em sala de aula. As escolas da rede pública estadual de ensino do estado do Ceará disponibilizam 13 horas para o professor desenvolver o planejamento. Esse tempo é voltado tanto para as ações mais simples que compõem a parte burocrática da ação pedagógica quanto para a formação em serviço do professor. O caso de gestão investigou o desenvolvimento do planejamento docente dentro das horas de trabalho pedagógico – HTP, com o objetivo de identificar as formas de organização, condução e elaboração em duas escolas, inseridas em contextos relativamente semelhantes, da rede pública estadual de ensino, sob a jurisdição da Crede 17 – Icó, com vistas ao aprimoramento a partir da proposta de um Plano de Ação Educacional. A pesquisa teve como foco identificar a concepção e a prática dos professores e gestores quanto ao planejamento docente, bem como sua estruturação e organização nas escolas. Para dialogar com os dados de pesquisa, utilizamos as discussões teóricas dos autores Fusari (1990), Lück (2009) e Vasconcellos (1995), que fazem considerações acerca da temática. Para seu desenvolvimento, utilizamos a pesquisa qualitativa. Como instrumentos de pesquisa, fizemos observação nas duas escolas, aplicamos questionário em professores, e realizamos entrevistas com os gestores e professores coordenadores de área. A pesquisa demonstrou que, na Escola Verde, embora parte dos professores reconheçam a importância do planejamento docente, esta situação nem sempre condiz com a prática. Além disso, constatamos que há limitações técnicas por parte dos próprios gestores no que se refere ao oferecimento de momentos formativos aos professores, o que fragiliza a ação. Na Escola Azul, por sua vez, percebemos uma maior capacidade organizativa e de articulação com os professores, obtendo bom envolvimento dos docentes. No entanto, ainda assim percebemos, com a análise dos dados, que há pontos a serem fortalecidos na escola com relação a esta ação. Ademais, os resultados da pesquisa demonstraram formas diferenciadas de desenvolvimento em cada uma das escolas, as quais evidenciaram a necessidade de aprimoramento e de um maior aproveitamento do tempo de hora atividade. Diante dos resultados, propusemos um conjunto de ações que visam a otimizar o uso do tempo, qualificar a ação e oportunizar a formação em serviço dos professores, bem como um cronograma para início das ações. Tais ações visam ao aperfeiçoamento da prática do planejamento docente, que é uma atividade de relevância na prática pedagógica, uma vez que propicia ao professor a oportunidade de desenvolver de maneira mais qualificada o seu trabalho, refletindo no processo de ensino-aprendizagem.
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Descrição de duas espécies novas de Neoplasta (Coquillett) (Diptera, Empididae, Hemerodromiinae) do pico da Neblina, Amazonas, Brasil.

Descrição de duas espécies novas de Neoplasta (Coquillett) (Diptera, Empididae, Hemerodromiinae) do pico da Neblina, Amazonas, Brasil.

Neoplasia fregapanii, sp.nov. 11) estreito em forma de arco. 12) de ápice estreito com diminutas cerdas distalmente, membranoso ven- tral-mente, exceto no ápice. Epândrio pequeno, sub[r]

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HISTÓRIA NATURAL DAS RAIAS DE ÁGUA DOCE (CHONDRICHTHYES : POTAMOTRYGONIDAE) NA ILHA DE MARAJÓ (PARÁ - BRASIL)

HISTÓRIA NATURAL DAS RAIAS DE ÁGUA DOCE (CHONDRICHTHYES : POTAMOTRYGONIDAE) NA ILHA DE MARAJÓ (PARÁ - BRASIL)

Particularmente a utilização de raias de água doce para alimentação têm se mostrado uma fonte de preocupação, uma vez que já estão sendo detectadas em determinadas regiões, fortes pressões de captura para algumas espécies com fecundidade bastante reduzida, envolvendo, inclusive, pesca dirigida e utilização industrial do recurso (Charvet-Almeida & Almeida, 2008). A população residente na Bacia Amazônica em geral considera as raias de duas formas distintas: por um lado, os acidentes nas praias comprometem as atividades de turismo local, com conseqüências econômicas negativas; por outro, o uso esporádico das raias como peixe ornamental, aliado ao uso alimentar e medicinal bastante difundido em algumas regiões, geram benefícios financeiros imediatos. De qualquer maneira, para gerar benefícios ou diminuir prejuízos, o aproveitamento local das raias em geral consiste no seu abate ou retirada do ambiente. Assim, de uma maneira ou de outra, o seu manejo se faz necessário.
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Duas espécies novas de Velloziaceae de Minas Gerais.

Duas espécies novas de Velloziaceae de Minas Gerais.

Habitat in jissuris rupibus prope Grao-Mogol, etiam in locis altis petrosis graminosis inter Itacambira et Montes Claros (Minas Gerais). Planta ern geral cespitosa. Raizes [r]

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FLÁVIO ROBERTO DE ALBUQUERQUE ALMEIDA

FLÁVIO ROBERTO DE ALBUQUERQUE ALMEIDA

O gênero Edessa é o único da subfamília que não apresenta uma diagnose clara e objetiva, sendo considerado um “depósito” de espécies (Fernandes & van Doesburg 2000a) com limites não definidos. Dessa forma, todas as espécies que apresentavam características gerais da subfamília, mas que não se enquadravam nas diagnoses dos demais gêneros de Edessinae eram consideradas como pertencentes à Edessa. Os demais gêneros de Edessinae apresentam diagnoses claras e objetivas. Brachystethus apresenta o processo metasternal truncado e sulcado anteriormente. Ascra tem o corpo arredondado, ângulos umerais arredondados e não desenvolvidos e pontuação densa no tórax e abdome (Santos et al. 2015). Peromatus possui quatro antenômeros. Olbia possui um par de projeções triangulares pontiagudas localizadas na margem posterior do pronoto, uma de cada lado dos ângulos anterolaterais do escutelo. Pantochlora apresenta o processo metasternal comprimido lateralmente, com ápice arredondado, projetado entre as procoxas e fundido ao mesosterno. Doesburgedessa tem o processo metasternal com projeção anterior única, de formato cônico e destacada do esterno que deriva do processo metasternal bifurcado (Fernandes, 2010). Paraedessa apresenta o proctiger expandido na face posterior, gonocoxitos 8 reduzidos e gonapófise 8 exposta e esclerotinizada (Silva et al. 2013). Grammedessa apresenta quatro faixas negras longitudinais na região dorsal da cabeça, ângulos umerais projetados lateralmente e levemente achatados dorsoventralmente, processo metasternal com os braços da bifurcação anterior estreitos, longos e com o ápice agudo, tricobótrios abdominais não alinhados aos espiráculos, gonocoxitos 8 e laterotergitos 8 pontuados, processo da taça genital parcialmente fundido à parede do pigóforo e bordo ventral fortemente escavado (Correia & Fernandes 2016).
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NOTA SINONÍMICA E DESCRIÇÃO DE ESPÉCIES NOVAS DE PROSCO¬ PIIDAE BRASILEIROS

NOTA SINONÍMICA E DESCRIÇÃO DE ESPÉCIES NOVAS DE PROSCO¬ PIIDAE BRASILEIROS

Paulo (Capital). Tipo : Uma fêmea, no Departamento de Zoologia. Esta espécie assemelha-se muito à Tetanorhynchus lon¬ girostris Brun. Watt., da qual difere pela forma da cabeça, que é [r]

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DESCRIÇÃO DE ESPÉCIES NOVAS E REUNIÃO DE ALGUNS GÊNEROS DE OPILIÕES DO BRASIL

DESCRIÇÃO DE ESPÉCIES NOVAS E REUNIÃO DE ALGUNS GÊNEROS DE OPILIÕES DO BRASIL

Scutum dorsale antice ad marginem macula nigra utrinque, ad lineam mediam macula nigra paryulissima paulo ante medium altera diluta prope marginem anteriorem, postice plagis nigris pe[r]

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