Top PDF Desempenho de leitões na fase de creche alimentados com rações contendo proteína concentrada de soja.

Desempenho de leitões na fase de creche alimentados com rações contendo proteína concentrada de soja.

Desempenho de leitões na fase de creche alimentados com rações contendo proteína concentrada de soja.

RESUMO. O experimento foi desenvolvido com os objetivos de avaliar os efeitos da proteína concentrada de soja nas dietas de leitões no desempenho e viabilidade econômica durante a fase de creche. Foram avaliados os seguintes tratamentos em dietas pré-inicial (25 a 37 dias de idade), inicial I (37 a 50 dias de idade) e inicial II (50 a 64 dias de idade): FS a base de milho e farelo de soja Hypro; PCS-60% proteína concentrada de soja; PCSH-2h com PCS hidrolisada com enzima protease por um período de 2 horas; PCSH-8h com PCS hidrolisada com enzima protease por um período de 8 horas. No período entre 25-50 dias foi observada diferença significativa para a receita diária (p = 5,1%) e para a margem bruta (p = 2,1%). Os tratamentos PCS-60%, PCSH-2h e PCSH-8h apresentaram os menores valores para receita diária e margem bruta, porém, em ambos os casos, o tratamento PCS-60% não diferiu do FS. A inclusão da PCS- 60%, PCSH-2h e PCSH-8h em dietas para leitões na fase de creche não influenciou (p > 0,05) o desempenho dos animais e a viabilidade econômica. As três PCS podem ser consideradas como opção de ingredientes proteicos viáveis no ponto de vista de desempenho em dietas para leitões na fase de creche. Palavras-chave: alimento proteico, análise econômica, ganho de peso, nutrição, suinocultura.
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Avaliação nutricional de soja integral desativada e desempenho de leitões na fase de creche.

Avaliação nutricional de soja integral desativada e desempenho de leitões na fase de creche.

No segundo experimento, de desempenho, foram utilizados 56 suínos mestiços do mesmo grupo genético do experimento anterior, metade machos castrados e metade fêmeas, com média de peso inicial de 6,19±0,67kg e final de 15,68±3,02kg. Os animais, alojados em creche de alvenaria, coberta com telhas de fibrocimento, receberam rações e água à vontade. Foram distribuídos em delineamento de blocos ao acaso, em esquema fatorial 2x3, sendo dois tipos de soja integral desativada e três porcentagens de inclusão – 4,5; 9,0 e 13,5% –, com quatro repetições e dois leitões por unidade experimental.
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DIETAS SIMPLES E COMPLEXA SOBRE O DESEMPENHO DE LEITÕES NA FASE DE CRECHE.

DIETAS SIMPLES E COMPLEXA SOBRE O DESEMPENHO DE LEITÕES NA FASE DE CRECHE.

Quando se compara o fornecimento de dietas simples ou dietas complexas nesse período, pode-se observar que não ocorre crescimento compensatório e que o desempenho dos leitões até a idade de abate é superior quando recebem dieta altamente digestível logo após o desmame, comparado com uma dieta simples de milho e farelo de soja (DRITZ et al., 1994). Segundo o mesmo autor, as dietas complexas são adequadas para unidades de produção intensivamente manejadas, nas quais é importante maximizar o número de animais que ocupam a mesma instalação por ano. Nesse caso, para reduzir o custo da alimentação, deve-se fornecer as dietas complexas pelo menor período de tempo possível, trocando-se por outra menos complexa em média a cada 14 dias, até o final da fase de creche. Com relação às dietas simples, a vantagem é o baixo custo e a reduzida necessidade de manejo. A desvantagem é o atraso no crescimento após o desmame, que se prolonga até o abate.
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Substituição parcial do farelo de soja por proteína texturizada de soja na dieta de leitões desmamados.

Substituição parcial do farelo de soja por proteína texturizada de soja na dieta de leitões desmamados.

RESUMO - Foram desenvolvidos dois experimentos para avaliação da proteína texturizada de soja (PTS), em substituição parcial ao farelo de soja (FS) na dieta pré-inicial para leitões desmamados aos 21 dias de idade. Em cada um dos experimentos, foram comparados quatro níveis (0, 25, 50 e 75% e 0, 20, 40 e 60%, respectivamente) de substituição do FS pela PTS. No experimento um, a substituição do FS pela PTS proporcionou redução linear da conversão alimentar (CA) no período de fornecimento das dietas e diminuição da incidência de diarréia e da altura média da mucosa intestinal (AMM), com o aumento dos níveis de PTS na dieta. No experimento dois, houve efeito cúbico sobre o ganho de peso diário (GPD) e o peso dos leitões ao final da creche (PM35), com a substituição parcial do FS pela PTS. Não foi possível estimar o melhor nível de substituição do FS por PTS. Foi concluído que a substituição parcial do FS pela PTS na dieta de leitões desmamados aos 21 dias de idade melhorou o desempenho dos leitões na fase inicial após o desmame, mas este efeito nem sempre se prolonga até o final da fase de creche. A substituição do FS pela PTS acarretou redução na ocorrência e na duração da diarréia após o desmame e diminuição das alterações na morfologia da mucosa intestinal.
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Valor nutritivo e desempenho de leitões alimentados com rações contendo silagem de grãos úmidos de milho.

Valor nutritivo e desempenho de leitões alimentados com rações contendo silagem de grãos úmidos de milho.

RESUMO - Um ensaio de digestibilidade (experimento 1) foi conduzido para determinar os coeficientes de digestibilidade aparentes da matéria seca (CDMS), proteína bruta (CDPB), amido (CDAM) e energia bruta (CDEB) e o coeficiente de metabolização da energia bruta (CMEB) da silagem de grãos úmidos de milho (SGUM). Foram utilizados 12 suínos mestiços (Landrace, Large-White e Duroc) machos castrados, alojados em gaiolas de metabolismo, distribuídos em um delineamento experimental inteiramente casualizado. O método utilizado foi o da coleta total de fezes e urina. Os valores de matéria seca digestível (MSD), proteína digestível (PD), amido digestível (AD), energia digestível (ED) e energia metabolizável (EM), na matéria natural (60,18% de MS), foram, respectivamente, 48,70; 3,77; 42,35%; 2.389 e 2.327 kcal/kg de SGUM. O experimento 2 foi conduzido para avaliar o desempenho de leitões e a viabilidade econômica da utilização das rações com diferentes níveis de substituição do milho seco por SGUM. Foram utilizados 48 suínos mestiços (Landrace, Large White e Duroc), distribuídos em um delineamento inteiramente casualizado, com seis repetições e dois animais por unidade experimental. Os tratamentos consistiram de uma ração à base de milho e farelo de soja e outras três com 33, 66 e 100% de substituição do milho seco por SGUM com base nos valores de energia digestível. Não houve efeito da inclusão de SGUM sobre o ganho de peso e o consumo de ração, porém ocorreu redução linear na conversão alimentar e no custo da ração por quilograma de peso vivo ganho. Os dados indicam que o milho seco pode ser totalmente substituído pela SGUM em rações para leitões em fase de creche, com melhora nos índices produtivos e econômicos.
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Substituição parcial do farelo de soja por soja integral extrusada na dieta de leitões desmamados.

Substituição parcial do farelo de soja por soja integral extrusada na dieta de leitões desmamados.

idade, a qualidade da dieta fornecida aos leitões imediatamente após o desmame torna-se muito im- portante, pois é necessário que a mesma seja alta- mente digestível, com baixa antigenicidade e com alta concentração de nutrientes, devido ao baixo consumo nesta fase. A soja, que é a principal fonte de proteína utilizada nas rações para suínos, contém vários fato- res antinutricionais, entre os quais estão os inibidores de tripsina, que limitam o aproveitamento da dieta, e as proteínas antigênicas, as quais causam alterações morfológicas na mucosa intestinal (HANCOCK et al., 1990) e distúrbios digestivos que reduzem o desempenho em leitões jovens (LI et al., 1991b; HANKINS et al., 1992).
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Utilização de enzimas exógenas em dietas com diferentes fontes e níveis de proteína para leitões na fase de creche.

Utilização de enzimas exógenas em dietas com diferentes fontes e níveis de proteína para leitões na fase de creche.

RESUMO - Dois experimentos foram conduzidos para avaliar a inclusão de enzimas exógenas em dietas com diferentes níveis e fontes de proteína para leitões. No experimento I, 80 leitões dos 21 aos 51 dias de idade, desmamados aos 14 dias de idade, foram distribuídos em blocos casualizados, em esquema fatorial 2x2x2 (dois níveis de proteína; com ou sem farinha de carne e ossos; com ou sem enzima), com cinco repetições e dois leitões/baia, e alimentados com dietas à base de milho (M), farelo de soja (FS) e soro de leite em pó (SLP). No experimento II, 40 leitões dos 28 aos 45 dias de idade, desmamados aos 21 dias de idade, foram distribuídos em blocos casualizados, com quatro tratamentos, cinco repetições e dois animais/baia, e alimentados com uma dieta controle à base de M, FS e SLP, com 18% de proteína bruta (PB) e três rações com 0,2; 0,4 e 0,6% do complexo enzimático. No experimento I, não foi observada interação entre nível protéico, com ou sem farinha de carne e ossos e enzima. Houve diminuição do GPD e CMD, com o nível de 18% de PB na ração. Não houve efeito da inclusão de FCO e de 0,2% de enzima na ração. No experimento II, houve efeito linear crescente para GPD e CMD, com o aumento do nível de enzimas. A adição de 0,4% de enzimas exógenas proporcionou o melhor retorno econômico sobre o custo da ração. Concluiu-se que o nível de 21% de PB e a adição de níveis crescentes de enzimas exógenas em rações à base de milho e farelo de soja melhoram o desempenho dos leitões, que não é afetado pela inclusão de 5% de farinha de carne e ossos na ração.
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Farelo de Soja, Soja Integral Macerada e Soja Micronizada na Alimentação de Leitões Desmamados aos 21 Dias de Idade.

Farelo de Soja, Soja Integral Macerada e Soja Micronizada na Alimentação de Leitões Desmamados aos 21 Dias de Idade.

RESUMO - Distribuíram-se 72 leitões desmamados aos 21 dias de idade, com peso de 5,01 ± 0,90 kg, em delineamento de blocos ao acaso, com seis repetições e quatro animais por unidade experimental. Os tratamentos utilizados foram rações com as seguintes fontes protéicas: farelo de soja, soja integral macerada e soja micronizada. Forneceram-se as dietas do desmame aos 42 dias (fase inicial-1) e de 43 a 56 dias (fase inicial-2) de idade. Os efeitos residuais dos tratamentos aplicados durante o período de creche foram avaliados nas fases de crescimento e terminação. Considerando as fases inicial-1, inicial-2 e o período total de permanência na creche, os leitões que receberam farelo de soja mostraram desempenho superior aos demais e aqueles que consumiram a soja integral macerada, maior ganho de peso em relação aos alimentados com soja micronizada na fase inicial-1 e no período total. Quanto ao peso, os benefícios no fim do período de creche puderam ser observados nas fases de crescimento e terminação. Os animais que consumiram farelo de soja atingiram pesos esperados de 50 e 95 kg em menor tempo, em comparação àqueles que consumiram soja micronizada. Em relação aos animais que haviam recebido as dietas com soja micronizada, a redução do período foi de cinco dias na fase de crescimento, seis na fase de terminação e 11 dias para atingir 95 kg de peso vivo, comparados àqueles que receberam farelo de soja. Entre as fontes protéicas provenientes da soja, o farelo é o mais indicado na alimentação de leitões após o desmame. A soja integral macerada deve ser avaliada como alternativa econômica em substituição ao farelo de soja.
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Inclusão da quirera de arroz em rações de suínos na fase de creche

Inclusão da quirera de arroz em rações de suínos na fase de creche

Os dados discordaram ainda dos obtidos por Hongtrakul et al. (1998), Ebert et al. (2005) e Vasupen et al. (2008), que avaliaram os efeitos de diferentes fontes de carboidratos: milho, amido de milho, farinha de trigo, arroz quebrado, e sorgo versus formas de processamento (com ou sem processamento de extrusão úmida); grão de milho, arroz quebrado e farinha escura de trigo na forma crua ou cozida; e quirera de arroz e raspa de mandioca, respectivamente, sobre o desempenho de leitões na fase inicial. Na primeira pesquisa os autores obtiveram melhor GPMD e CA com os animais alimentados com dietas contendo quirera de arroz em relação aqueles que receberam dieta com milho como fonte de carboidrato. No segundo os autores observaram que os leitões alimentados com dietas à base de trigo apresentaram maior peso corporal, GPMD e melhor CA do que aqueles que receberam milho como fonte de amido, ficando intermediários os leitões com dietas à base de arroz, não sendo observado diferença entre as dietas nas formas crua e cozida para variáveis de desempenho. Finalmente Vasupen et al. (2008) constataram que os animais alimentados com ração contendo quirera de arroz apresentaram um GPMD superior (12%) em relação aqueles alimentados com raspa de mandioca.
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Níveis de inclusão do farelo de arroz parboilizado em rações para leitões na fase de creche.

Níveis de inclusão do farelo de arroz parboilizado em rações para leitões na fase de creche.

sendo este resultante do estresse pós-desmame e das condições de alojamento no período. No entanto, para o período total (21 a 63 dias de idade), observou-se que a inclusão de 12 e 16% do FIAP resultou em uma melhor CA dos animais quando comparados àqueles alimentados com ração sem a inclusão do FIAP. Da mesma forma, Oliveira et al. (2012) não observaram efeito da substituição parcial do farelo de soja por proteína concentrada de soja para leitões no período inicial da fase de creche, porém notaram melhor conversão alimentar no período total, em razão do menor coeficiente de variação resultante do menor efeito do ambiente sobre o animal. Valores próximos em relação à utilização de subprodutos do arroz foram encontrados por Gomes et al. (2012), que, ao avaliarem o FAI para leitões na fase de creche, recomendaram o nível máximo de utilização do ingrediente de 20%. Outros subprodutos do arroz, por sua composição nutricional, podem ser incluídos em maiores níveis de inclusão em rações para leitões. Nepomuceno et al. (2011) avaliaram a quirera de arroz e concluíram que tal produto seria viável até o nível de 56% de inclusão durante a fase de creche.
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Farinha de resíduos da indústria de filetagem de tilápias como fonte de proteína e minerais para alevinos de tilápia-do-nilo (Oreochromis niloticus)

Farinha de resíduos da indústria de filetagem de tilápias como fonte de proteína e minerais para alevinos de tilápia-do-nilo (Oreochromis niloticus)

Não foi observada diferença significativa (P>0,05) na sobrevivência dos peixes alimentados com as diferentes rações. Na ração controle, havia 0,57% de P total, que representa 0,24% de P disponível, quan- tidade que não prejudicou a sobrevivência, mas não foi suficiente para possibilitar desempenho satisfatório aos peixes. Resultados semelhantes para sobrevivên- cia foram observados por Boscolo et al. (2003), que, ao determinarem a exigência de P para tilápias em fase de crescimento, alimentadas com rações à base de milho e farelo de soja, com ração sem suplementação de P, não constataram influênca de P sobre a taxa de sobrevivência dos peixes. No entanto, os melhores resultados de desempenho foram obtidos com a ração contendo pelo menos 0,70% de P total, com 1,8% de suplementação de fosfato bicálcico. Robinson et al. (1987), trabalhando com ração purificada e suplementação de P com fosfato de sódio monobásico, recomendaram para a tilápia (Oreochromis aureus) 0,50% de P na ração para melhor desempenho. Neste experimento, a ração controle apresentou 0,57% de P
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Fontes de fibra na alimentação do pacu: desempenho, composição corporal e morfometria intestinal.

Fontes de fibra na alimentação do pacu: desempenho, composição corporal e morfometria intestinal.

O objetivo deste estudo foi avaliar os efeitos da utilização de diferentes ingredientes fibrosos nas dietas sobre o desempenho, a composição corporal e a morfometria intestinal de juvenis de pacu. Foram avaliadas cinco dietas isoproteicas (23% de proteína digestível), isoenergéticas (3250kcal de energia digestível/kg) e isofibrosas (9% de fibra bruta), sendo a principal fonte fibrosa de cada constituída por farelo de soja, casca de soja, farelo de girassol e polpa cítrica; esta última em dois níveis de inclusão (30 e 45%). Foram utilizados 300 juvenis de pacu (25,12±0,78 gramas), alojados em 25 aquários (200 litros). Os melhores resultados de crescimento e conversão alimentar foram obtidos com as dietas contendo farelo de soja e farelo de girassol. As dietas contendo casca de soja e polpa cítrica prejudicaram o desempenho dos juvenis de pacu, e o efeito negativo foi acentuado com o aumento da inclusão de polpa cítrica. Além disto, somente nos peixes alimentados com a dieta com 45% de polpa cítrica foi observada diminuição na densidade de vilosidades por área no epitélio intestinal. A partir dos resultados obtidos, pode-se concluir que alguns ingredientes fibrosos podem afetar negativamente o desempenho e as características do epitélio intestinal de juvenis de pacu.
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ESTUDO LONGITUDINAL DE ALUNOS COM PADRÃO DE DESEMPENHO AVANÇADO EM MATEMÁTICA NO AVALIA-BH/2010-2013 – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

ESTUDO LONGITUDINAL DE ALUNOS COM PADRÃO DE DESEMPENHO AVANÇADO EM MATEMÁTICA NO AVALIA-BH/2010-2013 – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

É uma política da Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte o atendimento a todos os alunos, mas, ao se priorizar o atendimento para os alunos considerados mais “fracos”, percebe-se uma estratégia para a tentativa de oferecer a todos os alunos condições de alcançarem um desempenho escolar mais adequado, buscando diminuir o número de alunos no padrão de desempenho Abaixo do básico e aumentar, assim, o percentual de alunos nos demais níveis, num efeito cascata. Esta estratégia não parece exitosa, uma vez que o professor, ao trabalhar em sala de aula ao ritmo dos alunos mais “fracos”, não está atingindo este grupo, pois os alunos que o compõem, em sua maioria, continuam em defasagem até a etapa final do terceiro ciclo de formação. Ou seja, a atenção dispensada não vem corrigindo a distorção na aprendizagem dos alunos de baixo desempenho e nem permite que os alunos acima da média alcancem níveis melhores de aprendizagem.
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Metanálise dos níveis de ractopamina em dietas para suínos em terminação.

Metanálise dos níveis de ractopamina em dietas para suínos em terminação.

Não foram observados efeito de interação (P>0,05) dos níveis de ractopamina e de lisina sobre as caracterís- ticas de desempenho (Tabela 2). Também não houve efeito (P>0,05) dos níveis de ractopamina sobre os pesos médio inicial e final dos animais. O ganho de peso e a conversão alimentar foram influenciados (P<0,01) pelos níveis de ractopamina e variaram de forma quadrática com o aumento do nível de ractopamina nas dietas (Figura 1), sendo que o ganho de peso aumentou até o nível de 14,5 ppm e a conversão alimentar melhorou até o nível de 15,3 ppm. Os níveis de ractopamina não influenciaram (P>0,05) o consumo de ração dos animais.
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Desempenho de três grupos genéticos de frangos de corte alimentados com rações contendo diferentes teores de proteína.

Desempenho de três grupos genéticos de frangos de corte alimentados com rações contendo diferentes teores de proteína.

A composição das rações experimentais, de acor- do com ROSTAGNO (1990), encontra-se na Tabela 1. No período de 1 a 21 dias, foi fornecida ração com 21,5% de PB e 3000 kcal EM/kg para todas as unidades experimentais. A partir do 22 o dia, as aves dos três grupos genéticos foram subdivididas em quatro parcelas que passaram a receber rações isoenergéticas (3100 kcal EM/kg) com 16,5; 18,0; 19,5; e 21,0% de PB, suplementadas com metionina e/ ou lisina, quando necessário, para evitar deficiências, sendo estes níveis corrigidos em relação ao teor de energia da ração.
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Utilização de complexo enzimático na dieta de leitões

Utilização de complexo enzimático na dieta de leitões

A busca incessante por redução nos custos de produção e melhorias nos índices zootécnicos pelos gestores de empreendimentos avícolas e suinícolas vem de encontro aos resultados de pesquisa consolidados no que tange ao uso de enzimas na formulação de rações (APCS, 2010). A indústria suinícola encontra-se cada vez maior, exigindo dos pesquisadores, formas para melhorar a eficiência da utilização dos nutrientes; sendo um dos meios de adquirir essa melhora o uso de enzimas. Essas são proteínas globulares de estrutura terciária ou quaternária que agem como catalisadores biológicos e podem conter outras substâncias tais como; vitaminas e minerais como cofatores. Estão envolvidas em todas as vias do processo metabólico do organismo animal (FIREMAN, 1998). As enzimas comercialmente produzidas a fim de aumentar a digestibilidade de nutrientes e melhorar a sua utilização são provenientes, geralmente, de bactérias do gênero Bacillus sp ou fungos do gênero Aspergillus sp (FERKET, 1996). A enzima adicionada ao alimento seco só é ativada no trato digestivo quando é misturada aos fluídos digestivos e sob a temperatura do organismo (ROTTER, 1990). Podem ser ministradas tanto na forma de coquetel o que, segundo Inborr e Meulen (1993), é uma prática muito comum na Europa principalmente na forma de carboidrase, ou pode ser ministrada em separado (fitase, celulase, xilanase, -glucanase, queratinase, etc). A utilização da enzima em separado deve ser feita quando se tem o objetivo de degradar um determinado fator antinutricional conhecido que venha prejudicar o aproveitamento dos nutrientes da dieta ou quando se sabe que o uso de determinada enzima em conjunto com outras pode diminuir a atividade de ambas (WENK; WEISS; BEE, 1993). O fornecimento de enzimas na forma de coquetel é feito quando uma determinada dieta apresenta uma variada quantidade de fatores anti-nutricionais ou em reações de leitões que estejam passando por estresse (desmame, vacinação, castração, desconforto térmico), pois tal situação debilita a produção de enzimas endógenas (FERKET, 1996). Cada coquetel tem uma única atividade relativa para sua mistura sinergética de enzimas, como carboidrases, proteases, etc. (FERKET, 1996).
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Desempenho e características bioquímicas de leitões submetidos a dietas com aditivos probióticos, prebióticos, simbióticos e antibióticos.

Desempenho e características bioquímicas de leitões submetidos a dietas com aditivos probióticos, prebióticos, simbióticos e antibióticos.

O uso de antimicrobianos como promotores do crescimento na alimentação animal tem proporcionado diminuição nos custos de produção e uma melhora considerável no desempenho animal. Porém, seu uso vem sendo proibido em diversos países, devido a problemas e riscos que podem causar à saúde pública, e, em função dessa restrição, têm-se buscado alternativas viáveis aos antimicrobianos promotores do crescimento. Outro fator importante é que, há muitos anos, a avaliação da composição bioquímica do sangue é usada principalmente vinculada à patologia clínica em casos individuais. Payne et al. (1987) relataram que, desde o início da década de 70, essa prática laboratorial tem ampliado sua participação na rotina diagnóstica, mediante a difusão do conceito de perfil metabólico, isto é, o emprego de análise de componentes sanguíneos aplicada não somente a indivíduos, mas a rebanhos e populações de animais.
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JONATHAN ALVES DE SOUSA EXIGÊNCIA DE PROTEÍNA BRUTA NA DIETA DE

JONATHAN ALVES DE SOUSA EXIGÊNCIA DE PROTEÍNA BRUTA NA DIETA DE

A aquicultura é a prática de criar de forma controlada organismos aquáticos, dividindo-se em dois segmentos: alimentação humana e fins ornamentais. Dentre os organismos contribuintes para a diversidade da ictiofauna ornamental Amazônica, encontra-se o acará severo (Heros severus). Quando criado em cativeiro, aceita bem todo tipo de ração industrializada, no entanto, ainda são desconhecidas as exigências nutricionais para a espécie, inclusive quanto ao requerimento de proteína. Desta forma, realizaram-se dois experimentos com o objetivo de determinar a exigência de proteína bruta (PB) na dieta de alevinos e juvenis de H. severus. Em ambos os experimentos testaram-se cinco dietas isoenergéticas (3.200 kcal de ED/ kg) contendo cinco níveis de PB (28%, 32%, 36%, 40% e 44% de PB). No experimento com alevinos, 75 indivíduos (21,31 ± 1,48 mm e 0,16 ± 0,04 g) foram distribuídos em 15 aquários (30L), em um delineamento experimental inteiramente casualizado com cinco tratamentos e três repetições. Durante 105 dias, os alevinos foram alimentados a uma taxa de 10% do seu peso vivo, três vezes ao dia. Não houve efeito significativo (P>0,05) dos níveis de PB da dieta sobre a sobrevivência, índice hepatossomático, viscerossomático e umidade corporal. Ocorreu efeito quadrático do ganho de peso e comprimento, taxa de crescimento específico, consumo de ração diário e conversão alimentar com o aumento dos níveis de PB da dieta, estimando-se valores de 41,86%; 40,42%; 41,29%; 39,60%; 43,54% de PB, respectivamente. Ocorreu efeito quadrático da proteína corporal, lipídeo corporal e cinzas, com o aumento dos níveis de PB da dieta, estimando-se valores de 40,64%; 37,77% e 37,50% de PB, respectivamente. No experimento com os juvenis, foram distribuídos 100 indivíduos com 50,03 ± 12,05 mm e 2,30 ± 0,55 g em 20 aquários (50L), em um delineamento experimental inteiramente casualizado com cinco tratamentos e quatro repetições. Durante 105 dias os juvenis foram alimentados a uma taxa de 3% do seu peso vivo, duas vezes ao dia. Não houve efeito significativo (P>0,05) dos níveis de proteína da dieta sobre a sobrevivência de juvenis. Foi observado efeito quadrático do ganho de peso, taxa de crescimento específico, conversão alimentar, taxa de eficiência proteica e índice hepatossomático de juvenis, estimando-se valores de 37,03%; 37,20%; 35,13%; 35,85%; 38,78% de PB, respectivamente. A glicemia e o hematócrito apresentaram menores valores (P<0,05) nos peixes que receberam dieta com o menor teor de proteína. Com base no desempenho, eficiência de utilização dos nutrientes e índices de condição corporal de alevinos e juvenis de acará severo, estima-se os níveis de 37,77% a 43,54% e 34,74% a 38,78% de PB, respectivamente.
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Efeitos da adição de piper cubeba na dieta de frangos de corte em substituição ao antibiótico melhorador de desempenho

Efeitos da adição de piper cubeba na dieta de frangos de corte em substituição ao antibiótico melhorador de desempenho

O objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos da substituição do antimicrobiano melhorador de desempenho utilizado na ração de frangos de corte por extrato etanólico de Piper cubeba no período de 1 a 21 dias. O experimento foi realizado no Setor de Avicultura da UNESP de Ilha Solteira-SP, utilizando-se 160 pintos de corte da linhagem Cobb 500 ® . Os tratamentos utilizados foram: CP - controle positivo com adição do antibiótico melhorador de desempenho; CN - tratamento controle negativo sem adição de melhorador de desempenho; CN+0,17%EEP, CN+0,34%EEP e CN+0,52%EEP sendo CN com inclusão de extrato etanólico de Piper cubeba nas dosagens de 0,17%, 0,34% e 0,52%, respectivamente. Os parâmetros analisados foram desempenho zootécnico, perfil bioquímico sorológico e biometria de órgãos. Os resultados obtidos demonstraram que perante o desempenho zootécnico e a sorologia, houve semelhança entre os tratamentos controle negativo e o com menor inclusão de pimenta, tendo os demais tratamentos prejudicados pelas suas inclusões. No entanto esses achados não condizem com os achados da literatura. Em conclusão, a inclusão do extrato etanólico da pimenta Piper cubeba em concentrações acima de 0,17% afetaram negativamente os parâmetros analisados e a ausência de desafios sanitários no lote proporcionou melhor desempenho para o tratamento controle negativo.
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Níveis de substituição do leite em pó desnatado pelo isolado protéico de soja na dieta de leitões desmamados.

Níveis de substituição do leite em pó desnatado pelo isolado protéico de soja na dieta de leitões desmamados.

resultados comprovados por Sohn et al. (1994a), em estudo com leitões desmamados aos 21 dias e criados até os 28 dias de idade, alimentados com leite desnatado em pó (40% da dieta) ou isolado protéico de soja solúvel e insolúvel a 20,29% da dieta ou concentrado protéico de soja (25,09%). Neste estudo, os autores relataram ainda que as três fontes protéicas supracitadas foram superiores em relação ao ganho de peso e à eficiência alimentar quando comparadas com o farelo de soja (24,12% da dieta), porém esta diferença no desempenho dos animais desapareceu após três semanas subse- qüentes ao teste, quando todos os animais receberam a mesma ração comercial.
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