Top PDF Desenvolvimento e caracterização de geleia de acerola com maracujá

Desenvolvimento e caracterização de geleia de acerola com maracujá

Desenvolvimento e caracterização de geleia de acerola com maracujá

O preparo de geleias é uma forma direta, simples e acessível de conservação de frutas e hortaliças. O presente trabalho, tem como objetivo apresentar cinco formulações, desenvolvidas com polpa de acerola e maracujá. Além do preparo da geleia, a pesquisa visou diminuir a geração de sub-produtos provenientes do despolpamento das frutas utilizadas, sendo assim, o albedo do maracujá, rico em pectina, como o maior sub-produto gerado, foi utilizado em quatro das cinco formulações, proporcionando a observação do comportamento das geleias formuladas com albedo e a padrão preparada com a pectina industrial (pectina de alto teor de metoxilação ATM). Já a polpa do maracujá, foi adicionada em três das cinco formulações. Após a finalização do preparo das cinco formulações, as mesmas foram submetidas a análises físico-químicas (teor de umidade, cinzas, medida instrumental de cor, pH, acidez, sólidos solúveis e teor de ácido ascórbico), análises microbiológicas (coliformes a 35°C, termotolerantes, Salmonella spp, Clostridium sulfito redutor e bolores e leveduras), microscópica e análise sensorial para avaliação dos atributos aparência, aroma, textura e sabor, onde, os mesmos não apresentaram grandes diferenças significativas entre as amostras. A adição da polpa de maracujá aumentou a quantidade de resíduo mineral fixo, acidez e Aw, porém diminuiu a quantidade de sólidos solúveis totais, pH, a cor vermelha (a * ) e a quantidade de ácido ascórbico. Quanto a intenção de compra, as três formulações com 10, 20 e 30% apresentaram aceitabilidade acima de 70%, firmando que a adição do albedo e da polpa do maracujá foram bem aceitos pelos provadores.
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Desenvolvimento de geleia de maracujá do mato (Passiflora Cincinnata): caracterização microbiológica, física, química e estudo da estabilidade / Development of  passion fruit (Passiflora Cincinnata) jelly: microbiological, physical, chemical characterizat

Desenvolvimento de geleia de maracujá do mato (Passiflora Cincinnata): caracterização microbiológica, física, química e estudo da estabilidade / Development of passion fruit (Passiflora Cincinnata) jelly: microbiological, physical, chemical characterization and stability study

Com base na tabela 01 observou-se diferenças significativas (p < 0,05), com tendência de aumento no teor de açúcares redutores (glicose e frutose) durante o armazenamento, variando de 27,5 g/100mL a 35,2 g/100mL. Por outro lado, os açúcares não redutores (sacarose) apresentaram variações significativas, com tendência ao decréscimo, com valores entre 27,3 g/100mL e 30,9 g/100mL. A variação de atividade de água (Aw) decresceu até os 120 dias de armazenamento (de 0,90 a 0,87) quanto aos 150 dias de armazenamento teve foi restabelecido o valor de 0,9 (tabela 01), porém, essa variação observada não é significativa (p < 0,05). Dias, et al. (2011), em armazenamento de geleia da casca de banana (Musa spp.) Cv. Prata observaram tendência semelhante ao presente trabalho, com diminuição da atividade de água das geleias até 120 dias de armazenamento e, a partir desse período, observou-se um ligeiro aumento. Ainda segundo o autor, esse fato pode ser explicado pela hidrólise da sacarose durante o período de armazenamento, que consequentemente levou à formação de glicídios redutores. Esta hidrólise pode ser associada a reações químicas ocasionadas pela presença de ácidos orgânicos, uma vez que açúcares não-redutores como a sacarose é hidrolisada em meio ácido (Yuyama et al. 2008).
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Caracterização de um "blend" tropical elaborado com polpas de maracujá, acerola e taperebá.

Caracterização de um "blend" tropical elaborado com polpas de maracujá, acerola e taperebá.

MATTIETTO, R. A.; VASCONCELOS, M. A. M. Aproveitamento do suco de maracujá- ama- relo em “blend” com polpa de acerola e taperebá. Belém, PA: Embrapa Amazônia Oriental, 2006. (Embrapa Amazônia Oriental. Boletim de pesquisa e desenvolvimento). No prelo. PORCU, O. M. Composição de carotenóides em frutas tropicais: uma revisão. 2004. 135f. Tese (Doutorado em Ciência de Alimentos) - Faculdade de Engenharia de Alimentos, Uni- versidade Estadual de Campinas, Campinas,SP.

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Elaboração e caracterização de farinha de casca de maracujá para aplicação em biscoitos

Elaboração e caracterização de farinha de casca de maracujá para aplicação em biscoitos

A partir da avaliação das propriedades tecnológicas de farinha de casca de maracujá, Oliveira et al. (2015) descreveram resultados obtidos para absorção de água e óleo. Foram utilizados dois lotes diferentes de maracujá para obtenção das cascas que originaram as farinhas. Os valores obtidos para absorção de água variam de 6,30 a 9,82g de água/g de matéria seca, enquanto que para absorção de óleo os valores foram de 2,65 a 3,16g de óleo/g de matéria seca. Observando estes valores nota-se que a absorção de água foi inferior ao obtido nesta pesquisa. Já em relação a absorção de óleo, os dados encontrados foram próximos. Segundo os autores, os valores encontrados para absorção de água podem ter sido influenciados pelo tempo de secagem, o qual poderia alterar a estrutura dos polissacarídeos e consequentemente reduzir tal absorção.
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Dimensionamento amostral para a caracterização da qualidade póscolheita do maracujá-amarelo.

Dimensionamento amostral para a caracterização da qualidade póscolheita do maracujá-amarelo.

Este trabalho teve, como objetivo, determinar o tamanho mínimo de amostras representativas de uma população infinita de frutos, para caracterizar a qualidade pós-colheita do maracujá-amarelo, decorrente do tamanho do fruto e do estádio de maturação. Foram coletadas amostras padronizadas de 20 frutos, em lavoura comercial, em Campos dos Goytacazes (RJ), e os dados foram interpretados, considerando-se o método de amostragem simples ao acaso. Avali- aram-se a coloração e a espessura da casca, a razão comprimento/largura, o rendimento em suco, a massa do fruto, a acidez, o pH e os conteúdos de vitamina C, sólidos solúveis totais, açúcares redutores e não redutores e açúcares solúveis totais. A amostragem padronizada de 20 frutos foi representativa de uma população infinita, quando utilizada para análises químicas de maracujás maduros, colhidos com mais de 30% de coloração amarela da casca. Medidas de rendimento em suco e espessura de casca exigiram tamanhos de amostras maiores.
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Desenvolvimento do maracujá doce em Viçosa, Minas Gerais.

Desenvolvimento do maracujá doce em Viçosa, Minas Gerais.

Durante o desenvolvimento do maracujá doce foram identificadas três fases, delimitadas pelos PCmín. . e PCmáx. . das equações de ajuste das características físicas refe- rentes ao fruto inteiro. Segundo Chitarra & Chitarra (2005), nesse modelo a primeira fase é predominantemente de in- tensa divisão celular, a segunda de expansão rápida e a terceira de maturação. Também pode-se notar que os PCmín. . e PCmáx. variaram de acordo com a característica avaliada. Portanto, embora seja possível estabelecer as fases do desenvolvimento de cada uma das característi- cas, optou-se por utilizar suas médias para a delimitação do intervalo de tempo de cada fase.
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Produção e caracterização de geleias de maracujá com sementes de linhaça marrom

Produção e caracterização de geleias de maracujá com sementes de linhaça marrom

e 11,00 °Brix para os parâmetros acidez total titulável, pH e sólidos solúveis totais, respectivamente. Estes valores estão em conformidade com o valor mínimo exigido pelo Regulamento Técnico para Fixação dos Padrões de Identidade e Qualidade (PIQ) para polpa de maracujá do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Brasil, 2000). Aguiar et al. (2015) avaliando a qualidade de frutos híbridos de maracujazeiro-amarelo, obtiveram valores de acidez variando de 3,7 a 5,0%, valores próximos ao deste trabalho.
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CARACTERIZAÇÃO FÍSICA E QUANTIDADE DE NUTRIENTES em FRUTOS DE MARACUJÁ DOCE

CARACTERIZAÇÃO FÍSICA E QUANTIDADE DE NUTRIENTES em FRUTOS DE MARACUJÁ DOCE

RESUMO - O presente trabalho foi conduzido com o objetivo de avaliar algumas características físicas e a distribuição dos nutrientes nos frutos de maracujá doce (Passiflora alata Dryand.), segundo sua classificação. Os frutos classificados como tipo 8 foram maiores e mais pesados que os dos tipos 9 e 12, apresentando maior peso de casca e de polpa. Independentemente da classificação dos frutos, o N, P, B, Cu, Fe e Zn estão distribuídos em maior quantidade na polpa do que na casca dos frutos. O K, Ca, S e o Mn estão distribuídos em maior quantidade na casca do que na polpa dos frutos. O magnésio apresenta uma distribuição na casca levemente superior à da polpa. Na média dos três tipos de frutos, os valores obtidos por fruto (casca+polpa) foram: 578,6 mg de N; 81,9 mg de P; 740,6 mg de K; 56,8 mg de Ca; 64,6 mg de Mg; 98,3 mg de S; 452,3 mg de B; 302,5 mg de Cu; 1471 mg de Fe; 167,5 mg de Mn, e 644,1 mg de Zn. Termos de indexação: Passiflora alata, macronutrientes, micronutrientes, casca, polpa
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DESENVOLVIMENTO E ANÁLISE SENSORIAL DA GELEIA DE POLPA E CASCA DE ABACAXI COM GENGIBRE

DESENVOLVIMENTO E ANÁLISE SENSORIAL DA GELEIA DE POLPA E CASCA DE ABACAXI COM GENGIBRE

Em relação ao atributo aparência, 82%, ou seja, 41 dos 50 julgadores gostaram extremamente, isso demonstra que mesmo com o uso do açúcar mascavo que alterou a cor natural dos outros ingredientes utilizados resultando em uma geleia com a cor característica do açúcar, isso não interferiu na aceitação visual produto. Já no quesito odor, 80% sendo 40 dos 50 julgadores também gostaram extremamente, mostrando que a combinação dos ingredientes resultou em um aroma agradável ao produto. E obtendo a melhor avaliação, o quesito sabor teve a aprovação de 94%, ou seja, 47 dos 50 julgadores gostaram extremamente, indicando que a utilização do resíduo, a casca do abacaxi, para o desenvolvimento do produto em questão não alterou suas características sensoriais.
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Caracterização física e de produção de acerola do banco ativo de germoplasma em Pernambuco.

Caracterização física e de produção de acerola do banco ativo de germoplasma em Pernambuco.

O comprimento e o diâmetro médio dos frutos mostraram variações significativas entre os genótipos (Tabela 2). A análise desses parâmetros indica que os frutos são, em média, mais largos que altos, variando de 1,74cm a 2,07cm no comprimento, e de 1,94cm a 2,46cm no diâmetro, o que define um formato, em geral, subgloboso. Essas variações encontram-se dentro das faixas de tamanho citadas por Gorgatti Netto et al. (1996). O Instituto Brasileiro de Frutas (IBRAF, 1995), dentre os critérios de qualidade estabelecidos para acerola, indica que os frutos para serem aceitos pelas indústrias de transformação devem ter diâmetro mínimo de 1,5cm. Embora todos os genótipos estudados tenham superado esse padrão, os genótipos 002-SPE, 003- APE, 004-RPE, 006-TPA, 008-CPA e 015-CPA destacaram-se por terem apresentado diâmetro mais elevado (p<0,05).
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Desenvolvimento de um cupcake diet com aproveitamento integral do maracujá

Desenvolvimento de um cupcake diet com aproveitamento integral do maracujá

RESUMO: Um fator primordial na rotina humana é a alimentação, não somente por ser uma necessidade básica fisiológica, mas porque a falta ou o excesso tornou-se um problema de saúde pública, causando várias doenças crônicas não transmissíveis. O objetivo deste estudo foi desenvolver um cupcake diet para portadores de Diabetes Mellitus (DM) e contribuir para melhorar a diversidade de alimentos para indivíduos nesta condição. O produto apresentado foi elaborado partindo-se da substituição da adição de sacarose por adoçante artificial. Utilizou-se também de aproveitamento integral do maracujá como fonte de pectina (fibra solúvel). Calculou-se a ficha técnica de preparo do cupcake para elaboração do Rótulo Nutricional. Para o cálculo dos macro e micronutrientes, foi utilizada a Tabela Brasileira de Composição dos Alimentos TACO (NEPA, 2011). O cupcake diet desenvolvido apresentou-se como um alimento de menor teor glicídico e calórico que o tradicional, constituindo-se como uma opção indicada para portadores de DM, pois é fonte de proteínas e de fibras alimentares que auxiliam no bom funcionamento do organismo e controle glicêmico, é pobre em sódio e tem custo viável.
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Caracterização dos frutos de maracujá amarelo irrigados com água salina.

Caracterização dos frutos de maracujá amarelo irrigados com água salina.

A colheita compreendeu o período de outubro de 1999 a janeiro de 2000; a partir daí, os frutos foram caracterizados fisicamente pelo peso médio, comprimento, diâmetro, espessura da casca, número e peso de sementes e rendimento em polpa. A caracterização química referiu-se aos sólidos solúveis totais - ºbrix, determinados por refratometria; acidez total titulável-ATT (Instituto Adolf Lutz,1985); relação sólidos solúveis totais/ acidez total titulável e vitamina C total (ácido L-ascórbico-AA e ácido disidroascórbico-DHAA) determinada pelo método titulométrico, com 2,6-diclorofenolindofenol (DFI) da AOAC (Cunniff,1997) modificando-se a solução de extração com o ácido oxálico a 5% e desenvolvendo a reação de redução do DHAA com DL-homocisteína, nas condições estabelecidas por Aldrigue (1998).
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DESENVOLVIMENTO, AVALIAÇÃO FÍSICO - QUÍMICA,  SENSORIAL E COLORIMÉTRICA DA GELEIA DE SERIGUELA  DIET

DESENVOLVIMENTO, AVALIAÇÃO FÍSICO - QUÍMICA, SENSORIAL E COLORIMÉTRICA DA GELEIA DE SERIGUELA DIET

Atualmente tem se observado uma grande demanda por alimentos sem açúcar. Essa tendência tem encorajado o uso de frutas como ingredientes de muitos produtos, como geleias, permitindo assim obter produtos de baixo valor calórico. A seriguela (Spondias purpurea L.) é uma fruta tropical produzida comumente no Nordeste brasileiro e usá-la na produção de geleia pode garantir o consumo da fruta durante o ano inteiro e reduzir perdas da produção, pois é naturalmente um fruto perecível. Diante disso, o objetivo do presente trabalho foi o desenvolvimento e a caracterização de geleia de seriguela elaborada sem adição de açúcar, e com uso dos edulcorantes sucralose e acessulfame de potássio, submetendo-a a análises físico químicas, sensoriais e de cor. As geleias apresentaram características físico-químicas similares a outras geleias presentes na literatura. A análise sensorial revelou que a formulação mais aceita apresentou a combinação dos dois edulcorantes. Com relação a análise colorimétrica, as geleias apresentaram coloração amarronzada provavelmente pela formação dos pigmentos em maior intensidade resultantes do processamento. Os resultados encontrados nesse estudo são de grande interesse para as agroindústrias, uma vez que abre uma nova possibilidade de aproveitamento da seriguela com uma alternativa de fornecimento de um produto de baixa caloria.
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Caracterização morfoagronômica de acessos da coleção de maracujá da Embrapa Mandioca e Fruticultura

Caracterização morfoagronômica de acessos da coleção de maracujá da Embrapa Mandioca e Fruticultura

Apesar da ampla diversidade genética dentro do gênero Passiflora, em função do elevado número de espécies, as pesquisas com maracujazeiro estão sendo amplamente dirigidas às espécies cultivadas, principalmente a P.edulis. No entanto, sabe-se que algumas espécies não cultivadas podem contribuir substancialmente para o melhoramento genético, por apresentarem resistência a doenças ou a pragas, longevidade, maior adaptação a condições climáticas adversas, período de florescimento ampliado, maior concentração de componentes químicos interessantes para a indústria farmacêutica e outras potencialidades, quase todas ainda inexploradas (MELETTI et al., 2005) ou com ações de pesquisa e desenvolvimento ainda incipientes (FALEIRO et al., 2011).
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Ação e caracterização química de óleos essenciais no manejo da antracnose do maracujá.

Ação e caracterização química de óleos essenciais no manejo da antracnose do maracujá.

Após essa etapa, procedeu-se à aplicação dos tratamentos com imersão total dos frutos, por dois minutos, nas respectivas concentrações testadas, nos diferentes tratamentos. Após a aplicação dos tra- tamentos, os frutos permaneceram em câmara úmida por 48 horas (25ºC e 12 horas de fotoperíodo); em seguida, icaram incubados por seis dias para pos- terior avaliação. As avaliações foram realizadas dez dias após a inoculação do fungo, sendo determinado o diâmetro das lesões nos dois sentidos (longitudinal e transversal), com auxílio de paquímetro digital. Calculou-se ainda a média do desenvolvimento da lesão por fruto.
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Caracterização sensorial e nutricional de bolo mousse de maracujá isento de glúten

Caracterização sensorial e nutricional de bolo mousse de maracujá isento de glúten

RESUMO: A doença celíaca é um distúrbio que afeta o trato gastrointestinal. O individuo com esta patologia, tem acesso restrito aos alimentos que contenham glúten, sendo necessário uma dieta especial e de caráter alternativo. O objetivo deste trabalho foi desenvolver um produto isento de glúten destinado ao público celíaco. Foi confeccionado um bolo com farinha de arroz, acrescido de farinha de casca de maracujá coberto com mousse de maracujá. Para a determinação dos Valores Diários de Referência (VD%), utilizaram-se as legislações RDC 359 e 360 (BRASIL, 2003) além da RDC 54 (BRASIL, 2012) apontando fontes de nutrientes não contemplados no rótulo nutricional obrigatório. Para a caracterização sensorial do produto, foi aplicado um teste sensorial de preferência por escala hedônica no laboratório de Práticas Dietéticas do Centro Universitário São Lucas, com 100 provadores não treinados, de ambos os gêneros e maiores de 18 anos, residentes na cidade de Porto Velho- RO. Ao analisar o produto, observa-se que é fonte de ferro (23% VD) e pobre em sódio (1%). Os resultados dos testes sensoriais se mostraram satisfatórios. No aspecto global, a aceitabilidade foi de 90%. Em relação ao aroma a aceitabilidade foi de 97%. Já a consistência, obteve aceitabilidade de 64%. E quanto ao sabor, a aceitabilidade foi de 93%. Conclui-se que o bolo mousse de maracujá isento de glúten é nutricionalmente adequado para o público celíaco além de apresentar uma excelente aceitação público em geral.
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Desenvolvimento de nanoemulsões à base de óleo de maracujá ('Passiflora edulis')...

Desenvolvimento de nanoemulsões à base de óleo de maracujá ('Passiflora edulis')...

A nanotecnologia é um fenômeno que se aplica a praticamente todos os setores da ciência, sendo que na área cosmética o elevado investimento neste campo tem reforçado a idéia de que produtos nanotecnológicos proporcionam vantagens reais aos consumidores. A crescente exigência do consumidor e os avanços no conhecimento sobre obtenção e estabilidade dos sistemas dispersos viabilizam o desenvolvimento de veículos diferenciados como, por exemplo, nanoemulsões, que além da inerente estabilidade, apresentam aspecto sensorial agradável, alta capacidade de espalhabilidade e hidratação, além de poderem facilitar a penetração de ativos. Existem dois métodos de obtenção de nanoemulsões: os que empregam baixa ou alta energia de emulsificação. O uso de óleos vegetais em produtos cosméticos tem sido intensamente valorizado, baseando-se no conceito de que são seguros e biocompatíveis. O óleo de maracujá é extensamente empregado em formulações cosméticas e o óleo essencial de lavanda é citado na literatura pelo efeito cicatrizante e antiinflamatório, dentre outros. Esta pesquisa teve como objetivo desenvolver nanoemulsões à base de óleo de maracujá e óleo essencial de lavanda nas concentrações de 1,0, 2,0 e 5,0%, a partir de método a frio de baixa energia de emulsificação, bem como avaliar a influência da adição de outros componentes e dos parâmetros relacionados ao método de obtenção na estabilidade e tamanho de glóbulos das nanoemulsões e posteriormente avaliar a atividade antiinflamatória tópica da emulsão contendo 5,0% do óleo essencial em camundongos sem pêlo. Os resultados demonstraram que a adição do óleo essencial de lavanda no sistema provocou redução no tamanho de glóbulos e aumento da estabilidade física e que o método de emulsificação a frio foi eficaz na formação de nanoemulsões estáveis. O valor de EHL, o par de tensoativos, a proporção entre as fases aquosa/ oleosa e tensoativa, bem como a adição de silicones e eletrólitos e a velocidade de agitação influenciam sobremaneira as características e a estabilidade das dispersões obtidas. No estudo de estabilidade acelerada, observou-se a alteração significativa dos valores de pH e condutividade elétrica, o que possivelmente é decorrente da hidrólise de compostos presentes no óleo essencial. Os valores de potencial zeta e tamanho de glóbulos não demonstraram alteração relevante em 30 dias de estabilidade acelerada. Na avaliação in vivo, a nanoemulsão adicionada de 5,0% do óleo essencial de lavanda apresentou resultados significativos quando comparado aos demais grupos, o que sugere boa perspectiva na utilização tópica do óleo essencial de lavanda, sendo este merecedor de estudos complementares para a elucidação dos mecanismos antiinflamatórios envolvidos, dos componentes fito-químicos responsáveis por esta ação e da concentração a ser utilizada.
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Aproveitamento tecnológico da casca da acerola na produção de néctar de acerola

Aproveitamento tecnológico da casca da acerola na produção de néctar de acerola

O mercado brasileiro de sucos prontos para beber está em franca expansão, acompanhando a tendência mundial de consumo de bebidas saudáveis, convenientes e saborosas. A acerola é considerada uma excelente fonte de vitamina C (ácido ascórbico), além de ser fonte de pró-vitamina A. Também contém vitaminas do complexo B como tiamina (B1), riboflavina (B2) e niacina (B3), e minerais como Ca, ferro (Fe) e P, embora os teores sejam baixos. A casca tem em sua composição química abundância de fibras e proteína bruta. Se estima que 40% do resíduo agroindustrial são devido ao processamento da fruta para a obtenção da polpa. Além do desperdício, há a crescente preocupação com o descarte destes resíduos, que podem levar a problemas ambientais. O objetivo deste trabalho é apresentar um néctar de acerola enriquecido com fibras provenientes do aproveitamento tecnológico das cascas, geralmente descartadas durante o processo, sem a adição de aditivos, através de envase asséptico em embalagens cartonadas, propiciando um armazenamento e transporte em temperatura ambiente. Observou-se que o produto final apresentou uma boa viabilidade econômica, por mostrar-se economicamente praticável, frente ao custo equivalente a produtos similares e a crescente valorização deste produto no mercado nacional e internacional, além de mostrar considerável estratégia para minimizar os problemas ambientais causados pela disposição inadequada de subprodutos e resíduos da indústria de sucos e néctares.
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Caracterização da conservação refrigerada da acerola (Malpighia emarginata) sob atmosfera modificada

Caracterização da conservação refrigerada da acerola (Malpighia emarginata) sob atmosfera modificada

Oliveira et al. (2000) observaram em polpas congeladas de acerola uma variação entre 2,32 e 10,4 ºBrix. Alves (1993) reporta que no Nordeste pode-se encontrar valores de ºBrix até um máximo de 12 ºBrix, com uma média em torno de 7 a 8 ºBrix, e os valores baixos foram atingidos por ocasião das chuvas. Conforme Lopes e Paiva (2002), para a indústria, os valores devem ser acima de 8%, estando quase todos os tratamentos do presente trabalho abaixo da faixa recomendada apenas os frutos de cor vermelha intensa apresentou valor superior. De acordo com Franca (2016) os teores de sólidos solúveis dos frutos em estádio verde, avaliados em seu estudo variaram de 6,06 a 10,56 ºBrix, com amplitude de 4,5 °Brix e média geral de 7,53 ºBrix. dos solúveis dos frutos em estádio verde 10,56 ºBrix, com amplitude de 4,5 °Brix e média geral de 7,53 ºBrix.
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Desenvolvimento de bebida mista à base de água de coco e suco de acerola.

Desenvolvimento de bebida mista à base de água de coco e suco de acerola.

No conjunto dos atributos, observou-se uma melhor acei- tação da formulação F4 (30% de suco de acerola e sacarose até 12 °Brix), visto ter sido a que obteve as maiores notas de aceita- ção para o sabor e avaliação global quando comparada às demais formulações estudadas (Tabela 2), além de ser a formulação que apresentou maior teor de vitamina C (Tabela 1). Diante destes fatos, a formulação F4 foi a escolhida para a elaboração do produto final e estudo da estabilidade.

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