Top PDF Desenvolvimento e caracterização de filmes de amido de mandioca contendo extrato de água de cozimento de pinhão

Desenvolvimento e caracterização de filmes de amido de mandioca contendo extrato de água de cozimento de pinhão

Desenvolvimento e caracterização de filmes de amido de mandioca contendo extrato de água de cozimento de pinhão

A busca por novas técnicas de produção de materiais que substituam os plásticos como forma de embalagem de alimentos tem feito crescer a aplicação de polímeros biodegradáveis para formação de filmes e coberturas para alimentos. Neste contexto, o amido tem se destacado por ser o mais abundante e o de menor custo, além de apresentar possibilidades de modificação química, física ou genética e originar filmes resistentes e biodegradáveis. O presente trabalho teve como objetivo a produção de películas biodegradáveis de amido de mandioca com incorporação de extrato seco da água de cozimento de pinhão. Foi possível avaliar a capacidade antioxidante (DPPH, FRAP e Fenólicos Totais) dos filmes e caracterizar o extrato seco quanto à ação antioxidante, a microestrutura dos filmes por microscópio eletrônico de varredura (MEV), a propriedade térmica dos filmes por Calorimetria Diferencial de Varredura (DSC), a hidrofilicidade e a opacidade dos filmes. Os resultados demonstraram que com o aumento de 15 para 30% de extrato nos filmes houve um aumento proporcional na atividade antioxidante para todas as análises. Para os resultados do DSC, notou-se que houve uma redução da temperatura do pico máximo em função da presença do extrato, evidenciando que o extrato atuou como plastificante. Em relação aos resultados do MEV, houve um aumento na rugosidade da superfície dos filmes com a adição de extrato e, na fratura dos filmes pode-se notar a formação nítida de uma estrutura mais compacta conforme a quantidade de extrato adicionado aumentou. A adição do extrato não modificou as características de hidrofilicidade dos filmes mas proporcionou um aumento significativo nos valores de opacidade, não havendo diferença entre as duas formulações contendo o extrato (15 e 30%).
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Produção e aplicação de embalagens ativas de TPS/PBAT por extrusão reativa contendo extrato da água do cozimento do pinhão

Produção e aplicação de embalagens ativas de TPS/PBAT por extrusão reativa contendo extrato da água do cozimento do pinhão

Brasil. A água resultante do cozimento do pinhão, que normalmente é descartada, apresenta compostos com atividade antioxidante, tornando-se um resíduo interessante para aplicação em embalagens ativas. Assim, o objetivo principal do presente projeto é a produção, caracterização e aplicação de filmes ativos para alimentos, compostos de amido termoplástico (TPS), poli (butileno adipato-co- tereftalato) (PBAT) contendo extrato de pinhão, por extrusão reativa (ácido cítrico como compatibilizante) seguida da extrusão por sopro. Para isso, o extrato da água de cozimento do pinhão foi obtido pelo cozimento do mesmo conforme realizado para o consumo, seguido da secagem por liofilização. O extrato teve seu perfil de compostos fenólicos determinado por Cromatografia Líquida de Alta Eficiência (HPLC-DAD-ESI/MSn)). No total 8 compostos foram identificados, sendo o principal deles a catequina. Foram produzidas três formulações de embalagem: com adição de 0,5% (P5), e de 0,75% de extrato (P75) com base na massa total de polímero, assim como uma formulação controle (sem adição de extrato, CF). Os filmes, foram analisados quanto à atividade antioxidante indicando a viabilidade de aplicação destes como embalagens ativas. Os mesmos também foram caracterizados quanto propriedades térmicas (TGA e DSC), microestrutura (MEV), propriedades mecânicas (texturômetro), solubilidade, umidade, permeação ao vapor d’água (gravimétrico) ângulo de contato com água (polar) e diiodometano (apolar), opacidade (Espectrofotometria UV-Vis) e cor (colorímetro). Os resultados demonstraram que a adição do extrato não influenciou significativamente nas propriedades mecânicas, exceto na amostra P75 que apresentou diferença significativa (p < 0,05) das demais amostras no resultado do parâmetro elongação na ruptura. Em relação a caracterização térmica, é importante notar
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Formulação e caracterização de filmes biodegradáveis de fécula de mandioca incorporados com polpa de manga e extrato de erva-mate, e seu efeito na preservação de alimentos

Formulação e caracterização de filmes biodegradáveis de fécula de mandioca incorporados com polpa de manga e extrato de erva-mate, e seu efeito na preservação de alimentos

armazenamento do azeite de dendê embalado nos biofilmes contendo os aditivos (0-20% m/m de polpa de manga e/ou 0-30% m/m extrato de erva-mate) foi monitorado por 45 dias sob condições de oxidação acelerada (63%UR/30ºC). Os polifenóis totais (PT), flavonóides totais (FT) e carotenóides totais (CT) dos filmes e o teor de carotenóides totais (CT), índice de peróxido (IP), dienos conjugados (DC) e conteúdo de hexanal (HE) do produto embalado (azeite de dendê) foram monitorados periodicamente, durante o armazenamento. Azeite de dendê embalado em polietileno de baixa densidade (C1), sem embalagem (C2) e em biofilmes sem os aditivos antioxidantes (C3), foram utilizados como controles. Os sólidos totais, espessura, umidade, permeabilidade ao vapor de água, elongação e resistência a tração das 11 formulações também foram avaliados. A partir do estudo, pode-se constatar que o desenvolvimento de filmes flexíveis com os aditivos naturais na matriz de amido de mandioca apresentou uma ótima atividade antioxidante, sendo mais eficaz o uso do extrato de erva-mate, uma vez que o ponto de aumento mínimo do índice de peróxido no gráfico da superfície de resposta corresponde à máxima concentração deste aditivo incorporado à matriz. A incorporação dos aditivos também provocou mudanças nas características físico-químicas e mecânicas dos filmes, com variações na espessura (de -1,77 a +10,62%), nos sólidos totais (de -0,33 a -4,12%), na umidade (de +2,59 a +32,68%), na permeabilidade ao vapor de água (de -33,26 até +11,05%), na elongação (de -1,31 até -21,53%) e na resistência à tração (de -25,09 até - 74,72%). Portanto, a incorporação de polpa de manga e de extrato de erva-mate nos biofilmes de fécula de mandioca conferiu um pronunciado efeito protetor contra a oxidação lipídica, alterando as propriedades físico-químicas e mecânicas, com ênfase nas reduções da permeabilidade ao vapor de água e da resistência à tração dos biofilmes.
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Desenvolvimento e caracterização de filmes flexíveis de amido de mandioca com nanocelulose de coco

Desenvolvimento e caracterização de filmes flexíveis de amido de mandioca com nanocelulose de coco

A embalagem é utilizada para prolongar a vida de prateleira do produto embalado protegendo-o mecanicamente e contra contaminações biológicas e químicas. Em geral estas embalagens têm sido produzidas com material polimérico derivado do petróleo, gerando problemas ambientais acarretados pelo seu descarte indiscriminado. Entre os primeiros filmes biodegradáveis estão os elaborados a partir do amido, por serem uma alternativa mais viável economicamente às resinas tradicionais e por advirem de fontes renováveis. Tais filmes possuem moderada permeabilidade ao oxigênio, baixa barreira à umidade e baixa resistência mecânica, gerando assim problemas na sua comercialização e aceitação no mercado. Os nanowhiskers são monocristais de alta perfeição obtidos a partir da celulose, chamados de nanocelulose, que tem como características alta polaridade, alta rigidez, excelente tensão de ruptura e alto grau de cristalinidade, podendo ser utilizados para melhorar as propriedades mecânicas dos filmes à base de amido e mantendo a principal característica que é a biodegradabilidade. O objetivo deste trabalho foi obter e caracterizar a nanocelulose da fibra de coco, bem como, incorporá-los a uma matriz polimérica de amido de mandioca plastificada com glicerol, desenvolvendo diferentes formulações por um planejamento fatorial de um biomaterial moldado na forma de um filme flexível que possa ser utilizado como embalagem, à base de produtos naturais que não agrida o ambiente após o seu descarte. Além disso, testar a incorporação de extrato de erva-mate nas formulações que apresentarem as melhores propriedades mecânicas a fim de produzir um nanobiocompósito ativo com propriedades antioxidantes através do monitoramento do azeite de dendê embalado por 40 dias sob condições de oxidação acelerada (63%UR/30ºC). Os filmes biodegradáveis foram elaborados pelo processo de “casting” tendo como formulação base uma suspensão em água com (3-6%) de amido de mandioca, (0,5-2,5%) de plastificante (glicerol) e nanocelulose de coco (0,1-0,5%) obtidos por hidrólise ácida, que foram incorporados para melhorar as propriedades mecânicas e de barreira dos filmes (nanobiocompósitos). Foi utilizado um controle sem a adição de nanocelulose (C – 4,5% de amido e 1,5% de glicerol) a fim comparar os resultados. Os filmes contendo nanocelulose incorporados apresentaram uma redução de teor de atividade de água e na permeabilidade ao vapor de água, mostrando que os nanocristais agem como uma barreira e diminuem os espaços livres na matriz polimérica. Os cristais de nanocelulose juntamente com o plastificante, foram responsáveis por aumentar em até 47.090% o módulo de Young dos nanobiocompósitos, quando comparado com o controle, e isto
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Desenvolvimento de filmes biodegradáveis de amido incorporados com extrato de própolis

Desenvolvimento de filmes biodegradáveis de amido incorporados com extrato de própolis

O desenvolvimento de polímeros biodegradáveis visa a redução do impacto ambiental. Dentre eles, o amido tem se destacado por ser o mais abundante e o de menor custo, além de apresentar possibilidades de modificação química, física ou genética e originar filmes resistentes e biodegradáveis. Devido à preocupação constante em se prevenir a deterioração química e, principalmente, microbiológica dos alimentos, o interesse em embalagens ativas tem aumentado, e a incorporação de compostos antimicrobianos em filmes biodegradáveis promoveria um novo meio para a melhoria da segurança e da vida de prateleira de alimentos prontos para o consumo. A própolis é uma substância natural amplamente encontrada com elevado potencial para atuar como aditivo em materiais poliméricos. Assim, o presente trabalho objetivou desenvolver filmes biodegradáveis de amido de mandioca incorporados com extrato etanólico de própolis (EEP) e avaliar as propriedades mecânicas, de barreira ao vapor de água, microestrutural e antimicrobiana. A espessura, a densidade e resistência máxima à tração dos filmes com adição de EEP não apresentaram diferença significativa. Para a elongação máxima na ruptura, apenas o filme com a concentração de 0,75% de EEP apresentou um aumento significativo. Para os valores da Permeabilidade ao Vapor de Água (PVA) as formulações EP 0,5%, EP 0,75% e o controle apresentaram os maiores valores de PVA, quando comparado com EP 1%. Os resultados das imagens de microscopia eletrônica de varredura (MEV) da superfície e da fratura dos filmes revelaram que a adição de EEP não interferiu na estrutura interna da matriz polimérica. Os filmes contendo EEP produzidos neste trabalho não apresentaram atividade antimicrobiana contra S. aureus e Escherichia Coli.
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Preparação e caracterização de filmes biodegradáveis a partir de blendas de amido com polietileno

Preparação e caracterização de filmes biodegradáveis a partir de blendas de amido com polietileno

adição do amido de mandioca na matriz polimérica do polietileno durante o processo térmico também pode ter afetado a superfície desta blenda. Entretanto, apesar da pouca afinidade entre os componentes que compõem esta blenda, os dados de TGA indicaram que os componentes nas amostras estão homogeneamente distribuídos, ou seja, com distribuição dos grânulos do polímero e amido de mandioca. Isto é relevante para esta mistura, uma vez que o tratamento térmico justifica o fato de esta possuir as propriedades mecânicas mais baixas, quando comparadas às outras blendas, assim como a maior capacidade de absorção de água, devido as ligações de hidrogênio entre os grânulos de amido que ficaram mais expostos a água, durante o procedimento de obtenção da blenda, obtidas a partir dos resultados das isotermas de sorção, solubilidade e intumescimento em água e pela permeabilidade ao vapor de água. Em contrapartida, com o aumento da concentração de polímero na blenda, ocorre um aumento na homogeneidade do material, onde as micrografias da superfície mostraram-se mais lisas e compactas, principalmente na blenda 90/10. Entretanto, ainda consegue-se visualizar alguns grânulos de amido entre as moléculas de polietileno, porém em proporções muito menores que a blenda 50/50, acarretando em melhores propriedades mecânicas e taxas menores de absorção de água, conclusão esta de todas as análises posteriores.
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Obtenção e caracterização de compósitos de copolímero aleatório de polipropileno e carga de amido de mandioca

Obtenção e caracterização de compósitos de copolímero aleatório de polipropileno e carga de amido de mandioca

Algumas das estratégias utilizadas para redução do impacto ambiental gerado pelos plásticos foram a adoção de políticas de reciclagem e o desenvolvimento de polímeros biodegradáveis. Os polímeros biodegradáveis apesar de serem uma interessante alternativa, possuem a aplicabilidade restrita devido às suas propriedades mecânicas inferiores e seu alto custo de produção, o que os tornam economicamente inviáveis para competir com os plásticos convencionais (CHANDRA; RUSTIGI, 1998).

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Síntese e caracterização de filmes a base de amido e glicerol com adição de argilominerais

Síntese e caracterização de filmes a base de amido e glicerol com adição de argilominerais

Estudos sobre a morfologia do amido sugerem que o mesmo seja formado por anéis de crescimento, ou seja, a amilose e a amilopectina são depositadas gradativamente formando camadas. A deposição destas camadas origina grânulos, onde estes crescem com o aumento da deposição dos componentes. A primeira camada formada é denominada “hilum” ou centro, a qual origina o grânulo (DENARDIN & SILVA, 2009). Ainda de acordo com Denardin e Silva (2009) estes grânulos são formados por regiões cristalinas e amorfas, fazendo com que esta estrutura seja designada como sendo semicristalina.
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Obtenção e caracterização de películas biodegradáveis de amido de mandioca incorporados com celulose bacteriana

Obtenção e caracterização de películas biodegradáveis de amido de mandioca incorporados com celulose bacteriana

Um dos desafios da indústria de embalagens é a produção de filmes que utilizem como matéria-prima biopolímeros que sejam ao mesmo tempo biodegradáveis e derivados de fonte renovável. Neste contexto, o amido se destaca como potencial matéria-prima devido a sua abundância e baixo custo. Os filmes de amido são quebradiços devido a alta força intermolecular, esses filmes apresentam baixas resistências a tração, tornando um material de baixa qualidade, sendo não viável para produção de embalagens alimentícias. A impregnação de celulose bacteriana pode ser uma forma viável para aumentar à resistência a tração das películas biodegradáveis. Foi possível avaliar propriedades mecânicas e de permeabilidade. No presente trabalho foram produzidas películas biodegradáveis de amido de mandioca com incorporação de celulose bacteriana. A adição de celulose bacteriana em diferentes proporções (1 % e 5% em relação ao amido) apresentou diferença significativa nos resultados de solubilidade, umidade, resistência á tração, modulo de Young e nos testes de perfuração. O acréscimo de celulose bacteriana nos filmes conferiu as películas maior resistência a tração e modulo de Young, e decréscimo na solubilidade. As micrografias de MEV mostram um material denso, sugerindo que houve uma boa incorporação da celulose bacteriana na matriz do amido, e que com o aumento da concentração de celulose bacteriana aumentou a rugosidade. Estes resultados permitem sugerir que películas de amido incorporadas com celulose bacteriana podem ser uma alternativa para obtenção de embalagens biodegradáveis com boas propriedades mecânicas.
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Desenvolvimento de arroz integral de cozimento rápido: propriedades físico-químicas, tecnológicas e digestibilidade do amido

Desenvolvimento de arroz integral de cozimento rápido: propriedades físico-químicas, tecnológicas e digestibilidade do amido

instantâneo seguiu as seguintes estapas: hidratação, cocção, pré-tratamento e secagem. As condições ideias de cada etapa para cada genótipo devem ser adequadamente estudadas e selecionadas, objetivando alta qualidade do produto final. No presente estudo foram testadas três temperaturas de cozimento (72, 80 e 88°C) na elaboração de arroz integral de cocção rápida utilizando dois genótipos de arroz (Puitá Inta CL e INOV CL). As seguintes variáveis foram analisadas: tempo de cozimento, cor, microscopia eletrônica de varredura (MEV), percentagem de grãos danificados, peso e volume úmido durante o cozimento, teor e taxa de liberação amilose, teor e capacidade de extração protéica, calorimetria diferencial de varredura (DSC), difração de raios-X (DRX), propriedades viscoamilográficas, propriedades sensoriais e digestibilidade do amido in vitro. O tempo de cozimento do arroz integral, sem a aplicação do tratamento para elaboração de QCR, variou de 23,0 a 23,6 min. Quando a cocção foi conduzida a 88°C, o tempo de cozimento foi reduzido para 5,5 a 6,9min, dependendo do genótipo. A maior deformação de grãos foi observada nos tratamentos de Puitá Inta CL. A análise de DRX mostrou maior capacidade de gelatinização na temperatura de cocção de 88°C do arroz integral Puitá Inta CL. A aparência, a textura e o sabor do arroz integral cozido a 88°C, preparado de maneira rápida, não diferiram estatisticamente de seus equivalentes de arroz integral que não sofreram o processo de QCR. A digestibilidade do amido foi reduzida em torno de 20-22% para o arroz integral de cozimento rápido preparado a 88°C. O valor mais baixo de digestibilidade in vitro do amido foi observado para o genótipo INOV CL cozido a 88°C, sendo este efeito relacionado com a integridade estrutural dos grãos, ou seja, grãos que não tiveram uma ruptura e exposição do endosperma.
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Produção e caracterização de filmes biodegradáveis ativos de amido de semente de jaca

Produção e caracterização de filmes biodegradáveis ativos de amido de semente de jaca

O amido, o glicerol e o a-tocoferol, este último nas concentrações de (0,3; 0,5 e 1,0) g de bioativo/100 g de dispersão filmogênica foram dispersos em água destilada e mantidos sob agitação constante em banho-maria regulado a 90 °C. A temperatura da dispersão foi aferida com um termômetro e quando atingiu 85 °C, o tempo de 30 minutos começou a ser contado. A mistura foi então homogeneizada utilizando-se um Ultra-turrax (T-25 Digital, Ika, Alemanha) a 13.500 rpm por 5 minutos. A solução foi dispersa em placas de Petri descartáveis redondas (d = 12 cm) e seca em estufa com circulação de ar (MA 037 – TECNAL, Brasil) a 30 °C por até 16 horas para formação dos filmes. Filmes controle, sem adição de a-tocoferol, também foram produzidos. O binômio tempo-temperatura utilizados na secagem dos filmes foi determinado a partir de testes preliminares, que resultaram em bons resultados nesta condição. De acordo com estudo de Bruscatto et al. (2009), o a-tocoferol não sofre degradação significativa quando submetido à temperatura de 100 °C nas primeiras horas, portanto a temperatura utilizada na agitação da dispersão filmogênica não resultou em perda das propriedades antioxidantes do a-tocoferol.
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Obtenção e caracterização de farinha e amido de pinhão nativos e esterificados com ácido lático

Obtenção e caracterização de farinha e amido de pinhão nativos e esterificados com ácido lático

Um dos processos empregados pela tecnologia de alimentos, com a finalidade de obter produtos estáveis a partir de sementes, é a produção de farinhas. Essa seria também uma forma de ampliar o consumo do pinhão, já que o endosperma possui alta porcentagem de amido e não é um produto disponível atualmente no mercado. A farinha possibilita também a produção de diversos produtos a base de pinhão, como suflês, sopas, bolos, biscoitos, molhos, entre outros. Além disso, a farinha de pinhão pelo fato de não conter as proteínas do glúten poderia ser utilizada para desenvolver produtos para celíacos (OLIVEIRA, 2008).
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EXTRAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO GRÃO DE AMIDO DE BATATA, BATATA-DOCE E MANDIOCA

EXTRAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO GRÃO DE AMIDO DE BATATA, BATATA-DOCE E MANDIOCA

A gelatinização refere-se à formação de uma pasta viscoelástica túrbida ou, em concentrações suficientemente altas, de um gel elástico opaco. Conforme passa o tempo e a temperatura diminui (na refrigeração ou congelamento, principalmente), as cadeias de amido tendem a interagir mais fortemente entre si, obrigando a água a sair e determinando, assim, a chamada sinérese (LOBO; SILVA, 2003). O fenômeno de gelatinização ou gelificação do amido é extremamente importante para vários sistemas alimentícios. Grânulos de amido nativos são insolúveis em água abaixo de sua temperatura de gelificação. Eles expandem um pouco em água fria (10-20%), devido à difusão e absorção de água dentro das regiões amorfas, entretanto, esta expansão é reversível pela secagem. Nas zonas amorfas os componentes que expandem são a amilose e um pouco de amilopectina. Essa expansão é limitada por ser severamente restringida pelas camadas essencialmente continuas de amilopectina cristalina. Esse grau de expansão é reversível porque as camadas cristalinas não são perturbadas (ABAM, 2004).
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Desenvolvimento e caracterização de filmes de amido de milho eterificado com plastificante glicerol, sorbitol e poli (álcool vinílico)

Desenvolvimento e caracterização de filmes de amido de milho eterificado com plastificante glicerol, sorbitol e poli (álcool vinílico)

O amido de milho, matéria prima abundante no território brasileiro, é uma alternativa interessante na produção de filmes degradáveis, devido ao aumento da consciência a respeito da preservação ambiental pelo fato de ser de origem vegetal, biodegradável, ter baixo custo e ser de fácil manuseio. No entanto, algumas propriedades dos filmes degradáveis, deixam a desejar quando comparadas aos filmes sintéticos. Por isso, faz-se necessário a incorporação de plastificantes a estes, assim como adaptações do processamento de polímeros convencionais para adequar a metodologia utilizada na formação dos filmes. Dentro deste contexto, efeito dos plastificantes glicerol, sorbitol e poli (álcool vinílico) nas propriedades mecânicas, térmicas, morfológicas, de permeabilidade ao vapor de água e gases, e na umidade de equilíbrio nos filmes de amido de milho eterificado foram investigados variando em três níveis as concentrações dos plastificantes (15, 20 e 25% m/m). Micrografias por MEV apresentaram os filmes densos e homogêneos, com irregularidades de acordo com o plastificante utilizado. Propriedades mecânicas dos filmes foram influenciadas pelo tipo de plastificante utilizado no processo, sendo que os filmes com glicerol apresentaram baixos valores de resistência á tração na ruptura, porém alta deformação, comparado aos filmes com demais plastificantes. Os filmes não apresentaram permeabilidade aos gases CO 2 , N 2 e O 2 nas pressões de 1 a 3 bar. Os filmes com plastificante glicerol apresentaram maior permeabilidade ao vapor de água devido ao seu caráter hidrofílico acentuado. Medidas de ângulo de contato também foram determinadas para caracterizar a hidrofilia dos filmes, sendo que os filmes de amido de milho eterificado com plastificante PVA apresentaram menor ângulo de contato e, portanto, maior molhabilidade. Dados de umidade de equilíbrio em função da atividade de água mostraram que os filmes apresentam comportamento semelhante, e que podem ser ajustados ao modelo de GAB.
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Filmes de amido de mandioca reforçados com nanopartículas de celulose visando aplicação em embalagens alimentícias “eco-friendly”

Filmes de amido de mandioca reforçados com nanopartículas de celulose visando aplicação em embalagens alimentícias “eco-friendly”

O bagaço de mandioca, subproduto rico em fibras proveniente do processamento para obtenção do amido de mandioca, foi utilizado na produção de lignocelulose nanofibrilada (LCNF) para aplicação como reforço em filmes de amido de mandioca. Os filmes de amido reforçados com LCNF foram avaliados quanto a alterações nas propriedades estruturais, térmicas e mecânicas e comparados com filmes controle e com filmes reforçados com nanoargila de grau comercial (Nclay). Foram produzidos cinco tipos diferentes de filmes de amido de mandioca: controle sem reforço, dois filmes reforçados com LCNF e dois reforçados com Nclay, cada um com 0,65 e 1,3% (m m -1 ). A morfologia da LCNF mostrou a estrutura microscópica característica da lignocelulose nanofibrilada, com razão de aspecto maior que 85 e diâmetro médio de 4,5 nm. Todos os filmes reforçados eram translúcidos e apresentaram uma boa distribuição das nanopartículas. Os valores de opacidade foram reduzidos para todos os filmes com reforço, se comparados ao controle. A permeabilidade ao vapor de água diminuiu com os reforços, com valores menores para os filmes testados com LCNF 0,65 e Nclay 1,3. A estabilidade térmica foi melhorada com 1,3% de LCNF e ambas as concentrações de Nclay. A tensão de tração e o módulo de Young aumentaram e o alongamento na ruptura diminuiu com os dois tipos de nano reforços.
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Estudo e desenvolvimento de banhos contendo benzotriazol para eletrodeposição de níquel e caracterização química, física e morfologica dos filmes

Estudo e desenvolvimento de banhos contendo benzotriazol para eletrodeposição de níquel e caracterização química, física e morfologica dos filmes

A eletrodeposição de níquel é bastante utilizada em peças da indústria eletroeletrônica, ou seja, em terminais e conectores, e tem como principal função a proteção à corrosão do metal base (latão, Cu ou Fe e em menor extensão para as ligas de Al e Mg). Os filmes de níquel são usados ainda como acabamento final decorativo para lustres, torneiras, dobradiças, etc. Nestes casos, os eletrodepósitos devem apresentar elevado brilho e ausência de quaisquer manchas. Muitas vezes, após a niquelação, as peças são cromadas em banhos de cromo decorativo, conferindo resistência e dureza à superfície. Devido às propriedades mecânicas favoráveis dos revestimentos de níquel, estes são utilizados também na fabricação de folhas de metal, tubos, telas, etc.
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OBTENÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE FILMES À BASE DE BLENDA DE AMIDO E PECTINA DE ALTA METOXILAÇÃO

OBTENÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE FILMES À BASE DE BLENDA DE AMIDO E PECTINA DE ALTA METOXILAÇÃO

A blenda da formulação B não gerou filmes homogêneos, apresentando regiões com separação de fases, provavelmente pela incompatibilidade das matrizes poliméricas nesta proporção. Os demais filmes apresentaram-se contínuos, transparentes e de fácil manuseio. Só foi observada incompatibilidade visual na formulação de blenda contendo maior proporção de pectina em relação ao amido (filme B).

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Elaboração e caracterização de filmes a base de amido, gelatina, glicerol e óleo essencial

Elaboração e caracterização de filmes a base de amido, gelatina, glicerol e óleo essencial

Uma alternativa para o acúmulo de resíduos plásticos no ambiente é a mistura de polímeros sintéticos com biopolímeros com a finalidade de desenvolver embalagens mais facilmente degradáveis. O objetivo do trabalho foi produzir filmes biodegradáveis por meio de extrusão, utilizando o amido de mandioca, gelatina, PBAT (polibutileno adipato co-tereftalato), glicerol e óleo essencial de orégano, assim como caracterizar os filmes por meio de determinações das propriedades mecânicas, de barreira, ópticas e sua solubilidade. As propriedades mecânicas de tração e perfuração foram analisadas no equipamento texturômetro e para o primeiro foi utilizado o método padrão D 882-95 da American Society for Testing and Materials (ASTM); a propriedade de barreira foi determinada pela norma E 96-95 (ASTM). A cor foi mensurada com colorímetro e expressa no sistema CIELab e a opacidade calculada pela relação do componente L (luminosidade) contra fundo branco e preto. A solubilidade foi determinada pela relação de massa solubilizada. Os resultados obtidos foram submetidos à análise de variância e ao teste de comparação de médias de Tukey (p<0,05). Para a resistência à tração (teste de tração), a formulação contendo apenas amido, PBAT e glicerol (F1) apresentou o valor médio de 3,56 MPa, seguido da formulação contendo óleo essencial (F2) com 3,08 MPa e 2,22 MPa para a formulação contendo, além do óleo essencial, a gelatina (F3). Em contrapartida, o valor de 74,45% apresentada por F2 foi a maior dentre os tratamentos. O módulo de Young não apresentou diferenças significativas. A força necessária para perfurar os filmes não apresentou diferenças significativas, porém a deformação máxima média foram maiores para as formulações F1 (20,41 mm) e F2 (21,34 mm). A permeabilidade
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Imobilização de lipases em filmes de amido

Imobilização de lipases em filmes de amido

Resultados similares foram reportados na literatura. Se- gundo diversos autores, a afinidade entre o doador acila e a en- zima que ocorre na primeira etapa de reação formando o ―com- plexo acil-enzima‖ é fundamental para o decorrer da mesma. Cadeias alquílicas pequenas podem inibir a atividade catalítica das lipases através da reação com o resíduo da serina no sítio ativo e podem também ocasionar danos na camada de hidrata- ção na estrutura protéica, resultando numa diminuição parcial ou total da atividade catalítica. Esse efeito negativo pode ser atribu- ído a alta polaridade de substratos com cadeias alquílicas meno- res, o que ocasiona uma partição (migração) do ácido para a fase sólida (enzima/ suporte), resultando numa saturação do micro-ambiente da enzima. Desta forma, uma certa quantidade de água contida na preparação enzimática pode ser removida, podendo diminuir a atividade catalítica das lipases. (4; 11; 73; 74; 75)
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Amido e bagaço de mandioca (Manihot esculenta C.): obtenção e caracterização de diferentes variedades

Amido e bagaço de mandioca (Manihot esculenta C.): obtenção e caracterização de diferentes variedades

As amostras foram caracterizadas segundo as metodologias descritas pela AOAC (2002): umidade em estufa a 105 °C, cinzas em mufla a 550 °C/5h, proteínas pelo método de nitrogênio total Kjeldahl e o teor de fibras (total, solúvel e insolúvel) por método enzimático. Para a quantificação de amido foi realizada hidrólise enzimática, utilizando-se 0,9 como fator de conversão de glicose em amido (LEONEL; CEREDA, 2002), empregando-se o método enzimático (Kit Magazyme - K-TSTA). A análise de lipídios foi realizada por extração sólido-líquido com Soxhlet seguindo a metodologia descrita em Instituto Adolfo Lutz (1985), enquanto o teor de carboidratos foi calculado por diferença. Todas as determinações foram realizadas em triplicata. O teor de amilose total foi determinado conforme a metodologia de Hoover e Ratnayake descrita em Wrosltad (2005). As propriedades viscoamilográficas dos amidos foram avaliadas por RVA - Rapid Visco Analyser (modelo RVA-4, Newport Scientific, Austrália) considerando-se a programação STD-2 do software Thermocline for Windows e a concentração de amido de 8% (base seca) e 28 gramas de suspensão em água deionizada. A morfologia dos grânulos foi analisada em microscópio eletrônico de varredura por efeito de campo (MEV-FEG, Mira 3 / Tescan, República Tcheca). A determinação da cor das amostras foi realizada com emprego de um colorímetro portátil MiniScan EZ 4500L (HunterLab, USA) com sistema CIE L*, a* e b*, onde os valores de L* (luminosidade ou brilho) variam do preto (0) ao branco (100), a* do verde (-60) ao vermelho (+60) e b* do azul (-60) ao amarelo (+60) (FALADE; ONYEOZIRI, 2012).
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