Top PDF Desenvolvimento e caracterização de um revestimento de aço inoxidável supermartensítico modificado com 1% de boro pelo processo de aspersão térmica por chama

Desenvolvimento e caracterização de um revestimento de aço inoxidável supermartensítico modificado com 1% de boro pelo processo de aspersão térmica por chama

Desenvolvimento e caracterização de um revestimento de aço inoxidável supermartensítico modificado com 1% de boro pelo processo de aspersão térmica por chama

Ambientes de grande severidade usualmente necessitam o emprego de ligas especiais capazes de suportar as condições rigorosas a que são expostas. A liga de aço inoxidável supermartensítico modificada com boro foi desenvolvida com o intuito de suportar exigências de corrosão e desgaste, aos quais tubulações utilizadas na exploração de petróleo estão expostas, a fim de, se tornar uma opção tecnicamente e economicamente viável a atual classe de materiais utilizadas nessa finalidade. A obtenção de revestimentos que possam ser aplicados de forma simples, barata, que apresentem boa eficiência e que possam ser reaplicados se necessário, mostram-se essenciais, especialmente em situações com solicitações de desgaste e corrosão. Assim, este trabalho, visa o estudo da viabilidade da obtenção do revestimento da liga de aço inoxidável supermartensítico modificado com boro a 1% pelo processo de aspersão térmica por chama. Além disso, examinou-se qual o impacto causado pela técnica de refusão por soldagem TIG nos depósitos. Estes foram caracterizados pelas técnicas de difração de raios-X (DRX), microscopia eletrônica por varredura (MEV), além de ensaios mecânicos como teste de dureza, ensaio de tração e de dobramento. Os resultados das análises de DRX indicaram a predominância da fase martensítica nas amostras de pó e revestimentos, com uma pequena presença de austenita e boretos. Já a análise das amostras refundidas, sugere um aumento da quantidade de martensita, assim como, presença de ferrita delta (δ), além de uma diminuição na quantidade de austenita e boretos. A técnica de MEV identificou a presença de partículas não fundidas no depósito sem refusão, assim como, uma presença considerável de óxidos, os quais diminuíram nas amostras com refusão. Além disso, foi possível observar a segregação de boretos nos contornos de grão da matriz. O teste de adesão não apresentou qualquer dano a superfície do revestimento. No teste de microdureza Vickers, obteve-se bons valores para a condição sem refusão, obtendo média de 594,8 HV (10 gf), sendo que está dureza diminui na amostra refundida, atingindo média de 296 HV (10 gf). Já no teste de resistência a tração da amostra sem refusão, a média alcançada foi de 8,211 Mpa, sendo que a refusão beneficiou a aderência dos depósitos, obtendo média de 12,447 MPa.
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Caracterização microestrutural e propriedades de desgaste de revestimento de aço inoxidável supermartensítico modificado com boro processado por HVOF

Caracterização microestrutural e propriedades de desgaste de revestimento de aço inoxidável supermartensítico modificado com boro processado por HVOF

O método de aspersão térmica HVOF foi desenvolvido no início da década de 80 pela empresa Browning Engineering nos EUA e vem sendo amplamente utilizado em aplicações industriais onde boas resistências à corrosão e ao desgaste são necessárias, como, por exemplo, na indústria automotiva, aeroespacial e energia. Os pós utilizados na técnica HVOF podem ser provenientes do processo atomização ou pelo processo de moagem e, normalmente, a faixa granulométrica utilizada se encontra entre 5 e 65 µm [17- 23]. O pó é aquecido e acelerado pela rápida expansão do gás até uma velocidade por volta de 800 m/s, durante a aspersão térmica HVOF são geradas velocidades do gás em torno de 1800 m/s e temperaturas de combustão de aproximadamente 2800 ⁰C. A combustão é gerada pela reação entre o oxigênio e o combustível que entram separadamente na tocha, enquanto os pós são adicionados na câmara de combustão. A figura 3.22 apresenta uma representação esquemática do processo de HVOF.
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Caracterização de revestimento duro por aspersão térmica chama a pó utilizando liga Stellite 6 com adição de alumina

Caracterização de revestimento duro por aspersão térmica chama a pó utilizando liga Stellite 6 com adição de alumina

O processo de revestimento é de grande importância para o setor industrial, visto que ele prolonga a vida útil de componentes que se danificam ou se desgastam com o uso. Dessa forma consegue-se redução de custos, pois não haverá substituição de componentes, paralização de maquinário, mão de obra para manutenção. Este trabalho visa analisar os resultados do revestimento realizado com o processo de aspersão térmica à combustão chama a pó. O material de adição é em forma de pó: uma homogeneização da liga à base de cobalto, Stellite 6, e alumina. São quatro as misturas: 1%, 2%, 4% e 8% de alumina homogeneizada, as quais revestem o substrato aço SAE 1020. As análises e ensaios presentes são: ensaio de dobramento, análise via microscopia óptica, ensaios de microdureza Vickers e ensaio de desgaste por riscamento. Concluiu-se que a adição de alumina na liga Stellite 6, contribui para melhorar as propriedades mecânicas do revestimento. Para o desgaste, que é a característica principal estudada, a mistura Stellite 6 com teor de 8% de alumina foi a que demonstrou melhores resultados.
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Obtenção e caracterização de revestimento de liga de alumínio quasicristalina aproximante por aspersão térmica por chama

Obtenção e caracterização de revestimento de liga de alumínio quasicristalina aproximante por aspersão térmica por chama

Para realizar o recobrimento do substrato metálico podem ser usados vários métodos de aspersão térmica. Um desses métodos é a aspersão térmica por chama, ou Flame Spray (FS), que é o método mais básico e convencional, podendo o material de alimentação estar na forma de pó ou arame (OLIVIO, 2012). O FS apresenta revestimentos com nível de porosidade em torno de 10 a 20% e espessuras tipicamente entre 100 e 2500 µm (PAWLOWSKI, 2008). Porém, o processo Flame Spray possui um baixo custo relativo (THORPE 1 , 1993 apud PAREDES, 2009) com equipamentos de manuseio e manutenção muito simples, boa produtividade e baixos níveis relativos de ruídos (AWS, 2014), o que torna o processo extremamente interessante do ponto de vista econômico e industrial.
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Modificação e caracterização da superfície do aço inoxidável Martensítico AISI 410

Modificação e caracterização da superfície do aço inoxidável Martensítico AISI 410

Há um crescente interesse em se melhorar as propriedades superficiais por meio de modificações superficiais, melhorando o desempenho desses materiais para propriedades tribológicas e dureza superficial [15]. Os principais tipos de endurecimentos superficiais podem ser divididos em dois grupos, que são os tratamentos de superfície e os tratamentos de deposição ou revestimento. Os tratamentos de superfície podem ser subdivididos em tratamentos térmicos (que pode ser através de aquecimento por chama, por indução, a laser, por feixe de elétrons e por plasma), tratamentos termoquímicos, baseados na difusão atômica (que pode ser através da cementação, nitretação, carbonitretação, nitrocementação, boretação e difusão de titânio-carbono), tratamentos químicos (que pode ser a cromação eletrolítica, ataque químico e a oxidação, que remove ou muda a composição da superfície por reações químicas), tratamentos mecânicos (que pode ser através de jateamento com areia ou granalha de aço para promover o endurecimento da superfície por encruamento e a prensagem) e o tratamento de implantação iônica, quando a superfície é modificada pela implantação de íons de alta energia em camadas superficiais do substrato.
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Análise térmica e energética do revestimento refratário de panelas de aço via modelos computacionais

Análise térmica e energética do revestimento refratário de panelas de aço via modelos computacionais

Na antepenúltima coluna da Tabela 6.1 têm-se os efeitos da variação da espessura da camada isolante na temperatura média de operação do revestimento de trabalho (obtida do centro dessa camada na altura de 2,5 m em relação ao fundo da carcaça). Nos refratários, o aumento da temperatura média é um indicativo da probabilidade de danos térmicos e mecânicos do material, considerando-se que a magnitude dessa temperatura e pressão aplicada pelo banho sejam suficientes para ocasionar falhas por fluência. Os materiais refratários exibem uma queda na resistência a fluência com o aumento da temperatura [48], logo quanto maior o valor da temperatura média de operação, maiores são as chances de o revestimento ser danificado e, consequentemente, ter sua vida reduzida (aparecimento de trincas na face quente com posterior infiltração do metal e escória líquidos). O aumento de espessura da camada isolante mostra-se como uma desvantagem para a vida útil do revestimento devido ao aumento dessa temperatura média. O aumento da espessura de camada isolante reduz a quantidade de material na camada permanente, aumentando a densidade de energia térmica na camada de trabalho (aumento de aproximadamente 2 °C na temperatura média por milímetro de camada isolante) e o impacto disso na vida do material da camada de trabalho pode ser significativo. Além disso, o aumento da espessura de isolante também aumenta a temperatura média de uso dessa camada (penúltima coluna da Tabela 6.1) que, devido aos mesmos fatores discutidos anteriormente, pode ocasionar falha e a perda de eficiência no isolamento.
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Caracterização e processamento de pós de carboneto de tungsténio revestidos com aço inoxidável

Caracterização e processamento de pós de carboneto de tungsténio revestidos com aço inoxidável

solução-precipitação. A densificação é mais significativa a temperaturas superiores a 1200ºC, o que se identificou com a retracção devida ao rearranjo na presença de fase líquida. Neste estágio e no seguinte, de solução-precipitação, a densificação parece ser muito influenciada pelo teor de fase líquida, atingindo-se aproximadamente 95% de densidade relativa a 1325ºC, apenas com cerca de 7% de ligante na composição inicial. A adição do ligante, através do revestimento dos pós, mostra-se, conjuntamente, mais eficiente na promoção da densificação do que a mistura convencional de componentes, devido ao aumento da uniformidade e homogeneidade da distribuição do ligante. A observação microestrutural evidencia o carácter molhante da fase líquida, neste sistema, que se encontra bem distribuída entre os agregados e bem adaptada aos contornos dos grãos. O crescimento de grão entre os agregados é desprezável, como consequência dos teores reduzidos de ligante utilizados e da uniformidade química conseguida na sua distribuição inicial.
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Microestrutura de uma Solda Dissimilar entre o Aço Inoxidável Ferrítico AISI 410S e o Aço Inoxidável Austenítico AISI 304L Soldado pelo Processo FSW.

Microestrutura de uma Solda Dissimilar entre o Aço Inoxidável Ferrítico AISI 410S e o Aço Inoxidável Austenítico AISI 304L Soldado pelo Processo FSW.

No presente trabalho, conforme já destacado, houve uma região mais próxima da superfície (ZM-S) em que se observou uma maior fração de ferrita meio aos grãos de martensita. Neste, caso, se comparado ao metal de base, praticamente não houve aumento do tamanho dos grãos. É provável que a maior velocidade de rotação da ferramenta (450 rpm) usada neste trabalho tenha sido alta o suficiente para proporcionar um aumento na quantidade de calor e, consequentemente, a manutenção do tamanho do grão ferrítico em alta temperatura, especialmente na região superior da zona de mistura (ZM-S), cujas temperaturas de pico são maiores e a velocidade de resfriamento é mais lenta. Por outro lado, tais regiões não foram acompanhadas por um processo intenso de refino grãos por transformação da ferrita em austenita, ao ponto de alcançar uma granulação tão refinada quanto a observada na ZM-I. Este comportamento pode estar associado à menor densidade de contornos de grãos para nucleação de grãos de austenita e à menor taxa de nucleação, dificultando o consumo do grão ferrítico pela austenita em alta temperatura.
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REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: Avaliação da aderência de recobrimentos de biomateriais produzidos por aspersão térmica a plasma atmosférico em aço inoxidável AISI 316L utilizando-se ensaio de riscamento e ensaio de tração.

REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: Avaliação da aderência de recobrimentos de biomateriais produzidos por aspersão térmica a plasma atmosférico em aço inoxidável AISI 316L utilizando-se ensaio de riscamento e ensaio de tração.

62 função disto as propriedades mecânicas do recobrimento, tais como adesão e coesão ficam limitadas ou não reprodutíveis. Também algumas vezes esses implantes podem não apresentar todas as propriedades necessárias (ou mesmo desejadas) para aplicações de reparos da funcionalidade mecânica do esqueleto. Nos recobrimentos de HA por aspersão térmica a película do filme funciona como uma barreira que impede a liberação de íons metálicos do substrato, não importando o limite das variações na espessura do depósito de HA. Uma vez que na região interfase substrato/HA ocorre a formação de interface difusa com a interdifusão de átomos (ligações químicas) ou compostos intermetálicos do tipo fosfatos de cálcio com um metal. Um tratamento térmico posterior ao recobrimento, além de melhorar consideravelmente a resistência de ligação por difusão, ou por reação química entre o material depositado e o substrato, pode também impedir que a corrosão do substrato afete o desempenho do implante no meio fisiológico. Um tratamento térmico subseqüente proporciona uma homogeneização do recobrimento, melhorando a estabilidade do conjugado, aliviando assim as tensões residuais do substrato e a dissolução do recobrimento [2, 8, 67 e 68, 73 e
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Caracterização da temperabilidade de um aço C-Mn microligado ao boro, através de...

Caracterização da temperabilidade de um aço C-Mn microligado ao boro, através de...

para uma taxa de resfriamento menor (20 °e/s) no aço 10B22, enquanto que para o aço E1522 isto só é apreciável. a partir de 40 °els, conforme a figura 28(b)[r]

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Avaliação da resistência à corrosão do aço AISI 420 depositado por processos variados de aspersão térmica

Avaliação da resistência à corrosão do aço AISI 420 depositado por processos variados de aspersão térmica

Entre as várias técnicas utilizadas no desenvolvimento de novos materiais, encontra-se a deposição de materiais, com características superiores às do me- tal base, nas superfícies dos componen- tes, melhorando, assim, seu desempenho quanto ao desgaste e/ou à corrosão, além de ser uma maneira efi ciente para a recuperação de elementos danifi cados, acarretando diminuição de custos (Shi- pway; Mccartney; Sudaprasert, 2005; Souza; Neville, 2005; Gil; Staia, 1999). Os processos de aspersão térmica, devi- do a sua versatilidade quanto à aplicação e os tipos de camadas produzidas e suas espessuras, são uma das formas de se ob- ter camadas de elevadas durezas para a proteção ou reparo do componente base. Nesses processos, é possível revestir substratos metálicos com polímeros, metal ou cerâmica. Entre esses proces- sos, destacam-se: HVOF (High Velocity Oxygen Fuel) (Shipway; Mccartney; Sudaprasert, 2005; Scrivani et al., 2001; Sidhu; Agrawal; Prakash, 2005), Arc- spray (arco elétrico) (Newbery; Grant; Neiser, 2005) e Flame-spray (chama-pó) (Gedzevicius; Valiulis, 2006; Lin; Han, 1998; Guo et al., 1995).
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Avaliação experimental dos efeitos da fadiga térmica nas propriedades mecânicas de um aço inoxidável austenítico

Avaliação experimental dos efeitos da fadiga térmica nas propriedades mecânicas de um aço inoxidável austenítico

A princípio, o termo “Fadiga Térmica” foi empregado para um tipo de falha que ocorre em metais com rede não cúbica quando a temperatura flutua lentamente com nenhuma contração externa aplicada ao material. Pode-se atribuir tais falhas aos esforços internos que aparecem com a anisotropia da expansão térmica. Em metais como zinco, cádmio, estanho ou urânio, as bandas de deslizamento e trincas na superfície são observadas após ciclos repetitivos de aquecimento e resfriamento [King e Smith, 1966]. Posteriormente, a expressão foi usada para referir-se as falhas provocadas pelos esforços repetidos induzidos termicamente, como aqueles que resultam de gradientes de temperatura e de esforços de compressão para evitar a expansão entre componentes metálicos diversos. Uma proporção elevada de falhas por Fadiga Térmica em serviço é por causa do gradual trincamento dos materiais sob ciclos de temperatura repetitivos, e uma compreensão de suas características conduzirá ao projeto satisfatório de componentes que sofrem ciclos de temperatura e carga em serviço. Pode-se fazer consideráveis analogias da proporcionalidade com a variação cíclica de tensão a temperatura constante, porém ensaios isotérmicos nos quais a temperatura abaixo do máximo do ciclo térmico é empregada, podem dar resultados enganosos. [Botvina et al, 1997].
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Caracterização do aço SAE 8630 modificado, amanteigado com INCONEL 625 pelo processo de soldagem MIG

Caracterização do aço SAE 8630 modificado, amanteigado com INCONEL 625 pelo processo de soldagem MIG

Com as recentes revelações da existência de jazidas de petróleo no território brasileiro. Fez –se que os responsáveis pela exploração destas regiões, se demonstrem apreensivos quanto ao desenvolvimento de tecnologias para a extração de petróleo e de gás natural em águas profundas. Neste trabalho acadêmico, com o uso de uma dessas tecnologias em desenvolvimento, foi abordado o uso do metal de base o aço SAE 8630 modificado, amanteigado pelo metal de adição INCONEL 625 (AWS E NiCrMo –3) através do processo de soldagem MIG. Para minimizar a constituição da martensita, foram aplicados ciclos térmicos de têmpera de 873 o C em um intervalo de uma hora e mais dois ciclos térmicos de alívio de tensões (antes e após o amanteigamento), ambos em temperaturas de 677 o C em um intervalo de duas horas. Verificou –se a presença de processos de difusão de elementos químicos e formação de possíveis precipitados. Estes foram caracterizados pelos ensaios de microscopia ótica e microscopia eletrônica de varredura juntamente com o EDS e alterações quanto a microdureza e dureza foram observadas antes e após o tratamento térmico de alívio de tensões. Sendo estes resultados metalúrgicos e mecânicos analisados em áreas próximas das regiões do MB, ZTA, ZL e MB.
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Desenvolvimento de um protótipo para alimentação de pós para aspersão térmica em tocha de plasma

Desenvolvimento de um protótipo para alimentação de pós para aspersão térmica em tocha de plasma

Existem diferentes métodos de processamento que podem resultar na produção de nano partículas. No entanto, existem duas formas distintas de abordagem. Um caminho é chamado “de cima para baixo” e pode ser alcançado, por exemplo, através de britagem e moagem de grandes pedaços de materiais, até sua redução a partículas de tamanho nanométrico. A segunda abordagem é chamada “ascendente ou de baixo para cima” que pode ser exemplificada pelo método de evaporação térmica dos materiais seguida por condensação e crescimento controlado das partículas até a faixa de tamanho desejado. Esta abordagem permite um grande controle do volume final do material, pois a composição química, tamanho e espaçamento interpartículas podem ser controlados a partir do intervalo nano (SIEGMANN, 2005).
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CORTE CONTAMINADOS NO PROCESSO DE TORNEAMENTO DO AÇO INOXIDÁVEL AUSTENÍTICO V304UF

CORTE CONTAMINADOS NO PROCESSO DE TORNEAMENTO DO AÇO INOXIDÁVEL AUSTENÍTICO V304UF

A formação de biofilme é um processo multifatorial e complexo que pode ser subdividido em duas fases distintas, uma fase de aderência do microrganismo na superfície e uma fase mais prolongada de acumulo de células, que envolve a proriferação, adesão entre células e a produção de uma matriz levando a formação de um biofilme maduro (WALKER et al., 1998). A aderência inicial em superficies depende não apenas da natureza do material (hidrofobicidade, textura e composição) mas também das características da superfície celular. Outra propriedade ligada ao biofilme é sua capacidade de inativar biocidas pela produção de enzimas e metabolico (DILGER et al., 2005). Resumidamente, a formação de biofilmes constitui-se por microrganismos, Matriz de Polímeros Orgânicos ou SPE (Substância Polimérica Extracelular), polissacarídeos, proteínas e lipídeos e resíduos do ambiente. Esses biofilmes frequentemente são relacionados a diversos problemas que incluem o processo de corrosão microbiologicamente induzida em tubulações, equipamentos e peças metálicas, entre outros (WALKER et al., 1998).
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Avaliação do atrito produzido por braquetes cerâmicos e de aço inoxidável, quando combinados com fios de aço inoxidável.

Avaliação do atrito produzido por braquetes cerâmicos e de aço inoxidável, quando combinados com fios de aço inoxidável.

mais atrito nos braquetes de aço inoxidável do que nos cerâmicos. Valores publicados na literatura para o coeficiente de atrito (µ) são da ordem de 0,5, para a combinação aço/aço. A diferença entre este e o valor medido pode ser explicada, pelo menos em parte, pelo fato de se ter usado no cálculo de µ o va- lor da força normal total que o elástico exerce sobre o fio, pois não existe maneira prática de se medir diretamente a parcela da força normal total que o fio transmite à ranhura do braquete. No entanto, na presente investigação, o valor relativo é mais im- portante que o absoluto, pois o objetivo principal era comparar os atritos deslizantes de duas combi- nações braquete/fio.
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Caracterização de um aço microligado ao boro e tratado termicamente utilizado na fabricação de tubos

Caracterização de um aço microligado ao boro e tratado termicamente utilizado na fabricação de tubos

Na exploração e produção de petróleo e gás existe uma demanda crescente por aços especiais e de alta resistência. Com os campos mais fáceis e de melhor relação custo benefício já em produção, as empresas estão se movendo para exploração e produção de áreas não convencionais. O aumento da perfuração nessas áreas críticas traz um impacto direto no consumo de produtos de alta tecnologia, como tubulações fabricadas com aços de alta resistência. Para obtenção de aços de alta resistência, o mercado tem investido no desenvolvimento de aços, com progresso considerável nos processamentos térmicos e termomecânicos. Neste contexto, a martensita revenida, obtida através de têmpera e revenimento, representa uma alternativa importante, tendo em vista que esta estrutura pode aumentar a resistência, mantendo um bom nível de tenacidade. Os aços ligados ao boro são de baixo custo, boa temperabilidade e baixa dureza do material na condição após laminado, o que facilita sua conformação, e o torna um boa opção para fabricação de tubos. Com o tratamento térmico de têmpera e revenimento, há a possibilidade de obtenção de distintas propriedades mecânicas em função da variação das temperaturas de revenimento. Neste projeto, objetivou-se otimizar os parâmetros de tratamento térmico (têmpera e revenimento), para obtenção de uma microestrutura martensítica revenida, a partir de um aço de baixo carbono ligado ao boro utilizado na fabricação de tubos. Foram realizadas caracterizações mecânicas e microestruturais do material tratado termicamente em distintas faixas de temperatura. O material apresentou alta temperabilidade após têmpera, e foi possível verificar a mudança das propriedades em função das distintas temperaturas de revenimento. As características microestruturais e mecânicas (resistência à tração, limite de escoamento e ductilidade) são apresentadas neste trabalho.
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Produção e caracterização de barras laminadas do aço ao boro DIN 39MnCrB6-2

Produção e caracterização de barras laminadas do aço ao boro DIN 39MnCrB6-2

ferrita. Segundo as teorias da redução da energia do contorno de grão, da redução da difusividade e da competição de sítios vazios, a precipitação e coalescimento destes compostos remove boro do contorno de grão e diminui o efeito da inibição. Eles sugerem que os borocarbonetos precipitados bloqueiam a nucleação de ferrita somente quando têm pequena dimensão mas favorecem a nucleação em suas próprias interfaces quando são grandes. A inibição da nucleação de ferrita por pequenas partículas precipitadas e a nucleação de ferrita assistida por grandes partículas pode ser explicada pelo aumento de energia interfacial decorrente da perda de coerência ocorrida durante o crescimento. [37]
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Análise e otimização da soldagem de revestimento de chapas de aço ABNT 1020 com utilização de arame tubular inoxidável austenítico.

Análise e otimização da soldagem de revestimento de chapas de aço ABNT 1020 com utilização de arame tubular inoxidável austenítico.

A soldagem de revestimento de aços carbono com aços inoxidáveis tem ganhado destaque no meio industrial nos últimos anos por permitir que superfícies com propriedades anti-corrosivas sejam obtidas a partir de materiais de baixo custo, como os aços carbono ou aços de baixa liga. No entanto, visando garantir a qualidade final dos revestimentos, é importante que o procedimento de soldagem empregado seja bem ajustado, para que os cordões sejam depositados com a geometria desejada, apresentando ao mesmo tempo bons índices de produtividade e ocorrência nula de defeitos. Nesse contexto, este trabalho teve como objetivo a otimização da soldagem de revestimento de chapas de aço carbono ABNT 1020 utilizando arames tubulares de aço inoxidável ABNT 316L. Buscou-se identificar a combinação ótima dos parâmetros que oferecessem os melhores resultados quanto à geometria do cordão de revestimento e à produtividade do processo, garantindo ao mesmo tempo níveis mínimos de qualidade superficial. As respostas analisadas incluíram a largura do cordão, penetração, reforço e diluição, que representam as características geométricas do cordão. A produtividade foi otimizada através da taxa de deposição e do rendimento do processo. Como respostas de qualidade, foram consideradas a formação de escória e o aspecto superficial. Os parâmetros do processo analisados foram velocidade de alimentação do arame, tensão, velocidade de soldagem e distância bico de contato peça. Para a obtenção dos resultados ótimos, utilizou-se um método experimental dividido em duas fases. Inicialmente, empregou-se a Metodologia de Superfície de Resposta para o planejamento dos experimentos, coleta dos dados e análise dos efeitos dos parâmetros. A otimização do processo foi realizada através do Erro Quadrático Médio Multivariado (EQMM). Apesar de o EQMM ser uma ferramenta indicada para o tratamento de múltiplas respostas correlacionadas, verificou-se que o mesmo ainda não contemplava a otimização de múltiplas respostas correlacionadas com níveis de importância diferentes. Assim, foi desenvolvida neste trabalho uma estratégia de ponderação das respostas para este método. Os resultados mostram que todos os parâmetros analisados foram significativos, sendo que o grau de importância entre eles varia de acordo com as respostas de interesse. A estratégia de ponderação proposta para o EQMM foi utilizada com sucesso, o que permitiu alcançar os resultados ótimos.
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Caracterização e avaliação da resistência à corrosão na soldagem de tubulação de aço inoxidável duplex UNS S31803 pelo processo a arco submerso.

Caracterização e avaliação da resistência à corrosão na soldagem de tubulação de aço inoxidável duplex UNS S31803 pelo processo a arco submerso.

na Tabela 1, assim como na Tabela 2 são apresentadas as composições químicas dos materiais de estudo, observando-se que os consumíveis para soldagem correspondem à classiicação de aços inoxidáveis superduplex (AISD). Os eletrodos utilizados foram da marca BTS THERMANIT 25/09 CuT da Böehler, com diâmetro de bitola 3,2 e 2,4 mm para os processos GTAW e SAW, respectivamente. No caso do processo SAW foi utilizado luxo marca MARATHON 431 da Böehler. A distância do bico de contacto à peça (DBCP) foi de 20 mm, sendo a velocidade de alimentação do arame no processo SAW entre 38 e 42 mm/s. Para o processo GTAW foi utilizado como gás de proteção e gás de purga uma mistura contendo 97,5 % Ar +2,5 % N, com vazões de 14 e 20 l/m, respectivamente. A proteção na purga foi avaliada através de oxímetro para que o teor de oxigênio não excedesse a 0,5% em peso. As polaridades empregadas foram CC- e CC+, para os processos GTAW e SAW, respectivamente. As temperaturas interpasses máximas foram 50ºC para o processo GTAW e 125ºC para o processo SAW. A Tabela 3 apresenta os valores de tensão, corrente de soldagem, velocidade de avanço e aporte térmico, para cada passe durante a soldagem da tubulação pelo processo SAW (Figura 2).
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