Top PDF Desenvolvimento de coleções em bibliotecas universitárias: uma abordagem quantitativa.

Política de desenvolvimento de coleções em Bibliotecas Universitárias: um olhar sobre o processo de doação nas bibliotecas do Sistema de Bibliotecas da UFMG

Política de desenvolvimento de coleções em Bibliotecas Universitárias: um olhar sobre o processo de doação nas bibliotecas do Sistema de Bibliotecas da UFMG

Nas metodologias qualitativas são englobados os métodos que vão enfocar o conteúdo da coleção e sobre eles lançar um julgamento de valor, diagnosticando sua boa ou má qualidade. Como por exemplo, podemos citar os métodos chamados “impressionistas”, em que solicita a especialistas que se manifestem a respeito da coleção da biblioteca e os métodos de avaliação, baseados na checagem de listas, catálogos, bibliografias, etc. Os primeiros são extremamente subjetivos, os outros, por outro lado, embora possam ser considerados bastante úteis, constituem seleções arbitrárias de títulos que, a maior parte das vezes não guarda muita relação com uma biblioteca ou comunidade usuária específica, procurando atender a todas as bibliotecas indiscriminadamente. Os métodos impressionistas têm sido bastante utilizados no país, principalmente pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Ensino Superior (CAPES), para credenciamento e avaliação de cursos superiores e de pós-graduação.
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A CONSTRUÇÃO DA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES: O gerenciamento dos bibliotecários na política de acervo na unama

A CONSTRUÇÃO DA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES: O gerenciamento dos bibliotecários na política de acervo na unama

GUEDES, Aureliano da S. Censura: Seus diferentes aspectos e a função do bibliotecário. In: Revista do centro sócio econômico. v.2, n. 1, p.67 – 86, 1995. MATTOS, Ana Maria; DIAS, Eduardo José Wense. Desenvolvimento de coleções em bibliotecas universitárias: uma abordagem quantitativa. Perspectiva em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 14, n. 3, set./dez. 2009. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/pci/ v14n3/04.pdf>. Acesso em: 30 maio. 2011

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PALAVRAS-CHAVE: Desenvolvimento de coleções, Aquisição, Automação. 1 INTRODUCTION - AUTOMAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES E PROCESSO DEAQUISIÇÃO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS NO DELTA CENTRAL, DISTRITODO ESTADO DELTA, NIGERIA :: Brapci ::

PALAVRAS-CHAVE: Desenvolvimento de coleções, Aquisição, Automação. 1 INTRODUCTION - AUTOMAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES E PROCESSO DEAQUISIÇÃO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS NO DELTA CENTRAL, DISTRITODO ESTADO DELTA, NIGERIA :: Brapci ::

This study reveals that majority of the respondents are of the opinion that collection development and acquisition process of obtaining information about materials, maintaining record[r]

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Políticas de informação no cenário das bibliotecas universitárias

Políticas de informação no cenário das bibliotecas universitárias

Miguel e Amaral (2007, on-line) destacam os principais impactos das TIC nas bibliotecas e serviços de informação acadêmicos ou de pesquisas: número crescente de publicações diretamente em meio eletrônico; enorme facilidade de acesso a documentos eletrônicos disponíveis na rede; grande número de usuários acessando ao mesmo tempo a informação desejada. Também identificam as consequências da questão anterior: dificuldade de identificar a informação relevante nesta caótica teia global; ausência de contato direto com os usuários no caso de uma biblioteca sendo acessada via Internet; novas maneiras de realizar o serviço de referência e necessidade de planejamento cuidadoso da interface entre usuário e biblioteca virtual; necessidade de novas metodologias ou de extensões das antigas metodologias biblioteconômicas para tratamento destes recursos; decréscimo relativo da importância de políticas de desenvolvimento de coleções e manutenção de acervo próprio.
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de coleções em Bibliotecas Unisitárias: o caso dos repositórios

de coleções em Bibliotecas Unisitárias: o caso dos repositórios

Sendo assim, as coleções das bibliotecas universitárias devem refletir e se desenvolver de acordo com as necessidades institucionais, baseada não somente em critérios de custo-benefício, mas também “nas políticas de seleção, aquisição, avaliação e descarte” levando sempre em consideração o campo de conhecimento no qual ocorre a seleção, nas características peculiares da clientela que será atendida e no ambiente onde o serviço de informação vai ser desenvolvido, Vergueiro (1997, p.102). Tarefa que não é fácil de ser realizada uma vez que os recursos disponíveis são sempre muito limitados o que força a tomada de decisão mais para o custo-benefício, neste momento se faz importante a experiência e/ou atuação do bibliotecário na seleção do material informacional em buscar alternativas que garantam a satisfação do usuário com o material adquirido, fazendo uso de uma política de desenvolvimento de coleção que inclua um volume de materiais relevantes e que darão apoio aos cursos de graduação e pós-graduação e as demais atividades e serviços de extensão que a instituição oferece à sua comunidade.
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BIBLIOTECAS VIRTUAIS E DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES: o caso dos repertórios de sites Web

BIBLIOTECAS VIRTUAIS E DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES: o caso dos repertórios de sites Web

Uma pesquisa recente efetuada sobre o conhecimento de pesquisa documentária dos estudantes que entram nos cursos de graduação (1er cycle) nas universidades do Quebec mostra bem a deficiência de conhecimentos informacionais desses estudantes. Esta deficiência se traduz por um desconhecimento do processo de pesquisa documentária e dos diferentes tipos de ferramentas de pesquisa, uma incapacidade de identificar os conceitos chaves e definir eficazmente uma estratégia de busca. Por exemplo, para a pergunta que permite avaliar os conhecimentos dos estudantes a respeito dos critérios de avaliação de um site Web, somente 23% dentre os entrevistados apresentaram resposta favorável. Considerando os outros, Diane Mittermeyer e Diane Quirion (2003, p. 8, 59 e 67) afirmam, em conclusão, que as “necessidades de formação documentária dos estudantes são bem reais” e recomendam a adoção de uma política de formação de uso de informação nas bibliotecas universitárias quebequenses.
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Biblionline, João Pessoa, v. 12, n. 2, p. 141 - 155, 2016 DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES NO SISTEMA DE BIBLIOTECA DA UFES: COMPARATIVO ENTRE OS MODELOS TEÓRICOS DE EVANS E BAUGHMAN E PROPOSTA DE ADEQUAÇÃO AO MODELO DE EVANS

Biblionline, João Pessoa, v. 12, n. 2, p. 141 - 155, 2016 DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES NO SISTEMA DE BIBLIOTECA DA UFES: COMPARATIVO ENTRE OS MODELOS TEÓRICOS DE EVANS E BAUGHMAN E PROPOSTA DE ADEQUAÇÃO AO MODELO DE EVANS

As Bibliotecas Universitárias (BUs) constituem unidades de informação, cujo objetivo principal é fornecer materiais informacionais aos diversificados atores que compõem o espaço universitário. No entanto, formar e desenvolver coleções nessas unidades de informação pode representar uma missão instigante e desafiadora. Isso porque, as coleções que formam os acervos das BUs não são estáticas, devendo estar em constante crescimento no intento de atender as propostas pedagógicas da universidade, viabilizando o trabalho de ensino, pesquisa e extensão. Considerando as complexidades existentes no processo de formação e desenvolvimento de coleções, este estudo objetiva comparar as atividades realizadas em prol da formação e desenvolvimento de coleções do SIB/UFES, de acordo com os modelos teóricos de Evans e Baughman, propondo alternativas de melhoria conforme a proposta dos modelos, com vistas a garantir a adequação das coleções às exigências e necessidades dos usuários da coleção. Para tanto, através de pesquisa bibliográfica, documental e diagnóstico, propõe-se uma reflexão teórica acerca do desenvolvimento de coleções e sua relação com o SIB/UFES. Apresenta as características centrais dos modelos teóricos de Evans e Baughman. Compara as características desses modelos com a realidade do SIB/UFES. Por fim, os resultados confirmaram haver necessidade de adequação ao modelo holístico, consolidando uma gestão sistêmica, bem como a construção de uma política de desenvolvimento de coleções, objetivando fundamentar e nortear todas as ações em prol da constante adequação da coleção às necessidades demandadas pela comunidade universitária.
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Desenvolvimento de coleções de fontes de informação eletrônica em bibliotecas universárias

Desenvolvimento de coleções de fontes de informação eletrônica em bibliotecas universárias

Como foi explicitado nas seções anteriores, as bibliotecas universitárias servem de elementos de apoio ao fazer científico. Prado (1992) considera a biblioteca universitária como a universidade em si mesma. As universidades são centros transmissores do saber por meio do ensino e dos materiais informacionais. A biblioteca sempre trabalhou em parceria com a universidade, desempenhando a função de preservar e disseminar o conhecimento. Dias e Pires (2003) demonstram outras funções da biblioteca universitária: prover informações referenciais e bibliográficas específicas, essenciais ao ensino e à pesquisa. O seu diferencial com relação a outras unidades de informação ocorre em virtude de a educação ser a base do planejamento e seus usuários serem heterogêneos. Além destas funções, a biblioteca universitária impulsiona a i dúst ia da o u i ação ie tifi a, funcionando como elemento mediador desta prática.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA HEROCILDA DE OLIVEIRA ALVES

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA HEROCILDA DE OLIVEIRA ALVES

O desenvolvimento deste projeto acontece nos meses que antecedem a realização do ENEM, e contempla várias disciplinas, entre elas: Sociologia, Física, Química, Língua Portuguesa, Matemática, Biologia, História e Geografia. Os trabalhos iniciam-se em sala de aula, para a qual os professores, após um planejamento minucioso, levam o debate sobre a importância e a valorização do ENEM, conscientizando os alunos sobre uma participação efetiva e comprometida. Durante o desenvolvimento do projeto, são feitos, também, em sala de aula, testes de aptidão profissional como uma alternativa a mais para facilitar a escolha das profissões dos alunos. São realizados, ainda, simulados que contemplem as matrizes de competências e habilidades do ENEM. Posteriormente, os testes são analisados e, em sala, são revisadas as questões com maior incidência de erros. Ainda, são preparadas, pelos professores, novas questões a serem respondidas pelos estudantes (SEE, 2012).
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O CONFLITO/RETALIAÇÃO ORGANIZACIONAL NAS BUs (BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS) DO SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA (SIBI/UFBA) E NAS COORDENAÇÕES DO ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA (APEB). :: Brapci ::

O CONFLITO/RETALIAÇÃO ORGANIZACIONAL NAS BUs (BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS) DO SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA (SIBI/UFBA) E NAS COORDENAÇÕES DO ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA (APEB). :: Brapci ::

Almeida Junior traz o entendimento de que a informação representa o desconhecido, é inquieta e, como tal, causa conflitos. Apesar de se constituir no indivíduo, tanto a informação quanto o conhecimento são dependentes do coletivo. Provavelmente no exemplo do cenário hipotético da MARO (Medida de Atitude em relação à Retaliação Organizacional), a promoção injustamente conduzida por quem detinha o poder reflete o conflito que tal informação (a promoção) pode causar no coletivo (membros das equipes de trabalho) quando mal utilizada (propiciar o acesso ao poder a apenas membros com interesses coincidentes). Isso fica evidenciado quando os dados indicam possíveis conflitos diante de injustiças percebidas por parte dos membros das equipes que laboram nas Bibliotecas Universitárias do Sistema de Bibliotecas da UFBA. Isso também está presente nas coordenações do APEB, referente a alguma existência de atitudes conflitivas e retaliatórias de cunho afetivo, quando os dados indicam que as pessoas ficariam decepcionadas se ai se promovesse as pessoas que quisesse ou por motivos que não levassem em consideração questões de merecimento ou antiguidade, sem avisar a equipe.
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Slides02 A Biblioteca digital

Slides02 A Biblioteca digital

– a transformação das bibliotecas (comunidade profissional ou bibliotecária) - adaptação de regras e processos para a organização de coleções digitais em bibliotecas tradicionais, falta de coerência na adoção do modelo de biblioteca digital como depósito dotado de sistemas de busca informatizados e sem mediação.

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REFORÇO ESCOLAR – PESPECTIVAS E DESAFIOS NO DESENVOLVIMENTO DO PROJETO EM UMA UNIDADE ESCOLAR DO MUNICÍPIO DE NOVA IGUAÇURJ

REFORÇO ESCOLAR – PESPECTIVAS E DESAFIOS NO DESENVOLVIMENTO DO PROJETO EM UMA UNIDADE ESCOLAR DO MUNICÍPIO DE NOVA IGUAÇURJ

importante para melhorar os resultados do colégio pesquisado. Essa percepção foi confirmada ao longo da elaboração do trabalho, no entanto a pesquisa revelou que a gestão escolar deve primar pelo desenvolvimento de ações que contribuam para aumentar a frequência dos alunos nas aulas, correndo o risco de o Projeto perder a viabilidade, pois o custo para manter o projeto seria muito alto para pouca frequência dos alunos enturmados. Os custos com confecção de material didático específico para as aulas do reforço, com pagamento de GEEP aos professores, com pagamento do convênio com a fundação CECIERJ, com a capacitação dos professores não seriam justificados pela frequência de no máximo 5 estudantes por disciplina como ficou constatado na pesquisa.
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Ci. Inf.  vol.27 número1

Ci. Inf. vol.27 número1

A preocupação com o aperfeiçoamento dos serviços bibliotecários oferecidos à comunidade universitária e o surgimen- to das novas tecnologias da informação determinaram o início do processo de informatização das funções das biblio- tecas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a partir da dé- cada de 70. A integração de informa- ções do acervo da universidade, em uma base de dados única, identificada como Sistema de Automação de Bibliotecas (SABi), é um dos principais resultados deste processo.

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BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS COMO ESPAÇOS DE APRENDIZAGEM

BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS COMO ESPAÇOS DE APRENDIZAGEM

Dessa banda, verifica-se que universidades e bibliotecas têm a missão de servir à sociedade enquanto instituições criadoras, estimuladoras e transformadoras do conhecimento, constituindo-se em espaços de inovação. A partir de todo o conhecimento acumulado nas bibliotecas, em forma de livros, periódicos e tantos outros documentos, é possível avançar na aquisição de novos conhecimentos, sempre alicerçados naquilo que já foi pesquisado e construído pelas gerações anteriores. Bibliotecas constituem-se, simultaneamente, em espaços de transmissão, porque fazem a guarda e difusão do conhecimento e da cultura universal já constituída, e em espaços de criação e inovação, por oferecerem o subsídio para a construção de novos saberes. Anzolin e Correa (2008) afirmam que a biblioteca é cada vez mais exigida no sentido de responder, de um lado, às crescentes exigências de atualização (busca do conhecimento já consolidado) e, de outro, às demandas geradas pela produção do conhecimento, por meio da pesquisa de natureza científica (construção de novos saberes).
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do texto à representação :: Brapci ::

do texto à representação :: Brapci ::

temas: Serviço de Referência em Bibliotecas Universitárias;. Estudo de Usuário e Orientação Bibliográfica.[r]

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Bibliotecas universitárias: conhecer para valorizar

Bibliotecas universitárias: conhecer para valorizar

As exigências colocadas por Bolonha aos vários  membros  da  comunidade  académica  obrigam­  nos  a  reflectir  sobre  as  suas  práticas.  Os  professores  devem  reavaliar  tanto  o  conteúdo  como os planos de estudos de várias disciplinas,  assim  como  a  forma  de  as  ensinar.  Por  outro  lado,  é  certo  que  as  Universidades  estão  a  preparar  os  seus  graduados  para  um  futuro  marcado  pela  incerteza,  o  que  significa  que  estes  necessitam  de  adquirir  competências  e  capacidades que lhes permitam viver e trabalhar  num contexto com essas características. Quanto  aos bibliotecários Doskatsch (2003) entende que  a biblioteca e os seus profisionais podem apoiar  a  reengenharia  do  contexto  de  ensino­  aprendizagem através da descoberta de recursos  que  apoiem  desenvolvimento  do  currículo,  da  promoção  da  integração  da  literacia  em  informação  no  mesmo,  do  desenvolvimento  colaborativo com os professores de um conjunto  de  recursos  de  aprendizagem  online,  da  sua  actuação  como  intermediários/facilitadores  para  apoiar o acesso aos recursos e aos serviços num  ambiente  informativo  marcado  pela  complexidade,  da  promoção  de  um  acesso  rápido  e  fácil  aos  recursos  e  aos  serviços  de  informação  e  da  participação  dos  bibliotecários  nos  comités  para  o  desenvolvimento  do  currículo (p. 112­113). [5] 
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Mapeamento de competências em bibliotecas universitárias.

Mapeamento de competências em bibliotecas universitárias.

Conclui-se, portanto, que, num panorama geral, o segmento Técnico de Biblioteca é preparado e qualificado para executar suas tarefas. O segmento Auxiliar de Biblioteca apresenta maior oscilação de conhecimentos, porém deve- se considerar ser a categoria mais representativa e que executa tarefas rotineiras. O segmento Bibliotecário mostrou-se que tem facilidade para adaptar- se a novos métodos de trabalho, porém deve realizar cursos de curta duração relacionados a aplicações e novos suportes das tecnologias da informação e comunicação, à administração de recursos informacionais e atividades de conhecimentos específicos, com objetivos definidos contemplando parte teórica e prática para que possa desempenhar com eficiência suas funções, ressaltando as gerenciais já que é este segmento quem planeja, implanta e inova os produtos e serviços nas bibliotecas.
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Padrões para pessoal nas bibliotecas universitárias brasileiras

Padrões para pessoal nas bibliotecas universitárias brasileiras

Entretanto, também em nível nacional, as dificuldades persistem, se tomarmos a ex- periência norte-americana como exemplo. Após coletar dados nos vários tipos de uni- versidades e de testar várias fórmulas, a chamada Comissão Smith da ALA, encar- regada de estabelecer padrões para as bibliotecas universitárias, chegou à conclu- são de que os resultados eram muito variá- veis para serem úteis como guia para a prá- tica em todo o universo dessas bibliotecas. Pesquisa de opinião entre os próprios bi- bliotecários encontrou-os divididos, decidindo então a Comissão abandonar por completo a idéia de estabelecer padrões quantitativos 9 . Em conseqüência, no documento oficial vem a afirmativa de que nenhuma fórmula ou modelo único existe para determinar a dimensão ideal do quadro de pessoal(de uma biblioteca universitária), pois tanto variam, de instituição para instituição, os fatores a serem considerados 1 . E até mesmo dentro de uma organização haveria dificuldade para se estabelecerem esses padrões quantitativos, como adverte Gopinath, que entende não deverem ser expressos em quantitativos fixos, mas na forma de limites mínimos e máximos 10 .
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As bibliotecas universitárias e os desafios da pós-modernidade

As bibliotecas universitárias e os desafios da pós-modernidade

Esse desígnio, muitas vezes, pode ser abalado por ações, recorrentes nas bibliotecas, derivadas da preocupação com a “[...] enxurrada de novos títulos, que agrava o problema de espaço para novas aquisições. ” (BURKE, 2012, p. 190). Algumas bibliotecas optam por “[...] dar baixa nos livros, eufemismo recente que significa desfazer-se deles ”; outras “[...] banem os livros menos úteis para porões ou depósitos fora do local, um semialojamento ou limbo intelectual, inacessível ao público, mas ainda não na lata do lixo. ” (BURKE, 2012, p. 190, grifo do autor). Burke (2012, p.188) alerta que, embora o descarte possa ser “desejável ou mesmo necessário, pelo menos até certo ponto ”, não se pode “esquecer as perdas que acompanham os ganhos ”, o descarte, inclusive em razão de obsolescência do conhecimento, pode ser visto “como uma forma de destruição criativa”.
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