Top PDF Desenvolvimento e caracterização de sorvete vegano de chocolate

Desenvolvimento e caracterização de sorvete vegano de chocolate

Desenvolvimento e caracterização de sorvete vegano de chocolate

O mercado de alimentos veganos está em plena extensão, devido a ocorrência de cada vez mais pessoas possuírem algum tipo de restrição alimentar. A matéria-prima comumente utilizada na fabricação de sorvetes é o leite, limitando assim o consumo desta categoria de produto. Diante disto, o desenvolvimento de gelados comestíveis utilizando extratos vegetais como substitutos, representa um importante desafio tecnológico e uma necessidade do mercado atual. A grande dificuldade dos produtos obtidos a partir de extratos vegetais como matéria-prima é atingir características sensoriais similares aos produtos tradicionais encontrados no mercado. Foram desenvolvidas duas formulações sendo utilizado o extrato de soja e extrato de arroz como substituto do leite de vaca. Apesar do extrato de soja ser um alimento rico nutricionalmente e tradicionalmente o mais utilizado para substituir o leite, ela está entre os alimentos mais causadores de algum tipo de reação alérgica, sendo o arroz um ótimo substituto para o desenvolvimento de novos produtos. Com base nessas informações, o objetivo deste trabalho foi desenvolver sorvetes veganos sabor chocolate e caracterizá-lo através de análises físico-químicas, análises microbiológicas e avaliação sensorial. Os resultados das análises físico-químicas foram comparados com a Resolução RDC n°266, de 22 de setembro de 2005, onde está disponível a quantidade mínima necessária de cada ingrediente. O produto permaneceu dentro da legislação vigente em relação à quantidade de sólidos solúveis totais, proteínas e teor de cacau, porém, observou-se uma baixa incorporação de ar nas duas formulações, visto que isso está relacionado com os ingredientes utilizados e a potência da produtora de sorvete utilizada. As análises microbiológicas atenderam as exigências para coliformes a 45ºC e Salmonella sp., conforme a resolução RDC nº 12, de 02 de janeiro de 2001 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), indicando condições higiênico-sanitárias satisfatórias. O sorvete elaborado com extrato de arroz teve uma melhor aceitação na análise sensorial realizada e os provadores certamente comprariam o produto, sendo um possível substituto para o leite de vaca e também à soja para aquelas pessoas que possuem restrição alimentar.
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Desenvolvimento de sorvete vegano de chocolate formulado com batata doce e leite de coco / Development of vegan chocolate ice cream formulated with sweet potatoes and coconut milk

Desenvolvimento de sorvete vegano de chocolate formulado com batata doce e leite de coco / Development of vegan chocolate ice cream formulated with sweet potatoes and coconut milk

Neste trabalho a elaboração de um sorvete vegano sabor chocolate foi reportado. Os resultados mostraram que a utilização do extrato vegetal de coco e a batata-doce são ótimas opções como substitutos de ingredientes tradicionais utilizados na fabricação de sorvetes, como a gelatina, albumina e proteínas do leite. Visto que ambas as formulações foram aprovadas sensorialmente e o indice de aceitação foi >90%, pode-se afirmar, portanto, que estes ingredientes seriam ótimas opções para o desenvolvimento de novos produtos, e ainda que o sorvete vegano desenvolvimento vêm atender aos anseios da população e principalmente o publico vegano.
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DESENVOLVIMENTO DE UM SORVETE DE CHOCOLATE COM POTENCIAL FUNCIONAL: CARACTERIZAÇÃO  FÍSICO-QUÍMICA E MICROBIOLÓGICA

DESENVOLVIMENTO DE UM SORVETE DE CHOCOLATE COM POTENCIAL FUNCIONAL: CARACTERIZAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA E MICROBIOLÓGICA

optar por uma alimentação saudável e equilibrada e valorizar o consumo de preprarações ricas em fibras. Vale destacar o reduzido teor de gorduras da formulação (1,46%), uma vez que o produto possui como principais ingredientes o EHS e a biomassa da banana verde, além da ausência de adição de gorduras. Outros estudos encontraram valores acima de 3,13% de gorduras, chegando a 6,17% em sorvetes de chocolate (BERY et al., 2014; BOFF, 2011; FERNÁNDEZ, 2015). Ressalta-se, desta maneira, sua elevada qualidade nutricional, uma vez que o baixo consumo de gorduras contribui para a redução o valor calórico ingerido e controle do peso corporal, bem como redução do risco de doenças cardiovasculares (SANTOS et al., 2013). Entretanto, do ponto de vista tecnológico, sorvetes com alto teor de gordura, além de mais palatáveis, influenciam na quantidade de incorporação de ar (overrun), aumentando a viscosidade do produto e reduzindo a agregação de cristais de gelo (FERNANDES, 2016). Em relação às fibras alimentares, o produto possui maior teor (3,6%) quando comparado a sorvetes
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Elaboração e caracterização da bebida a base de arroz com chocolate

Elaboração e caracterização da bebida a base de arroz com chocolate

As bebidas vegetais são caracterizadas como bebidas hidrossolúveis, as quais não há presença de gordura animal e lactose, sendo consideradas fontes de minerais. Por desconhecimento do produto a bebida de arroz ainda não é muito consumida mundialmente. O processamento desse produto resulta em uma bebida de cor esbranquiçada, característica do arroz e sabor suave quando comparadas ao leite comum e bebidas hidrossolúveis de soja. O presente trabalho tem como objetivo o desenvolvimento de bebida a base de arroz e quirera adicionadas de chocolate e açúcar, e submetê-los às análises físico-químicas e sensoriais. No processamento foi realizado o tratamento térmico dos grãos, seguido de homogeneização dos grãos cozidos em água com adição de ingredientes, logo após foi feita a filtração, e depois novamente a homogeneização com adição de chocolate. As bebidas foram submetidas a uma avaliação sensorial de aceitação e posteriormente de grau de intenção de compra, como também análises físico-químicas. As bebidas se caracterizaram por serem bebidas não ácidas, com pH na faixa de 6 a 6,30, semelhante ao leite de vaca. No teste de aceitação sensorial os resultados foram avaliados estatisticamente pelo teste de T (p≤0,05), onde houve diferença significativa entre as amostras. Os resultados evidenciaram que para a amostra feita a partir da quirera foi mais bem aceita em comparação à amostra derivada do arroz. O índice de aceitação da bebida a base de quirera foi melhor do que o de arroz, muito possivelmente pelo maior teor de sólidos solúveis da primeira e da alta viscosidade da segunda. Há a necessidade de melhorias na formulação para se obter um produto com melhor aceitação.
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Caracterização de chocolate amargo e meio amargo de diferentes marcas comerciais

Caracterização de chocolate amargo e meio amargo de diferentes marcas comerciais

A presença de compostos fitoquímicos nos alimentos está relacionada a benefícios à saúde pela ação antimicrobiana, anti-carcinogênica, anti-inflamatória, analgésica, anti-alergênica, imunomoduladora, hipoglicemiante e antioxidante. Tais substâncias ainda interagem com enzimas e transportadores hormonais, catalisam o transporte de elétrons e bloqueiam a formação, a propagação e a ação deletéria das espécies reativas de oxigênio (HERMANN, 2002; OLIVEIRA, 2005; FREITAS, 2006). Entre os flavonoides do cacau, destacam-se especialmente os da classe dos flavanóis, que podem se apresentar na forma monomérica (catequinas e epicatequinas) e condensada, resultando no desenvolvimento de procianidinas e de proantocianidinas ou taninos condensados, por associação de várias unidades monoméricas com flavan-3,4-dióis ou leucoantocianidinas (WOLLGAST; ANKLAM, 2000; EFRAIM et al., 2006; GENOVESE; LANNES, 2009).
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HARE TABELA NUTRICIONAL - VEGANO. Petiscos

HARE TABELA NUTRICIONAL - VEGANO. Petiscos

óleo vegetal de soja, xarope de caramelo, glúten, sal, farinha de soja; conservador propionato de cálcio, emulsificantes ésteres de Mono e diglicerídeos diacetilado com ácido tartárico, estearoil-2-lactil lactato de cálcio e polisorbato 80 e melhorador de farinha ácido ascórbico), Hare original ( Proteína texturizada de Soja, Cebola, Farinha de rosca, Farelo de Aveia, Azeite, Alho, Cebolinha, Farinha de trigo integral, Salsa fresca, Shoyu, Cominho em pó, Sal marinho, Cury, Pimenta do reino preta moída), Queijo cheddar vegano (Água, amido de batata, óleo vegetal de palma, concentrados de cenoura, maça e abóbora, sal hipossódico, aroma idêntico ao natural de queijo cheddar), Molho Barbecue (Água, polpa de tomate, vinagre, açúcar, sal, mostarda escura, especiarias, pimenta do reino, espessante INS 406, aromatizante, corante INS 150d e
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DESENVOLVIMENTO E ANÁLISE SENSORIAL DE SORVETE À BASE DE SOJA COM REDUÇÃO DE AÇÚCAR

DESENVOLVIMENTO E ANÁLISE SENSORIAL DE SORVETE À BASE DE SOJA COM REDUÇÃO DE AÇÚCAR

Resumo: Os hábitos alimentares do homem vêm sendo modificados pela busca de uma vida mais saudável, sendo assim, crescem o consumo de alimentos funcionais, a procura de produtos com melhor qualidade nutricional, e a substituição da sacarose por edulcorantes. O aumento da descoberta de casos de intolerância à lactose também vêm modificando os hábitos alimentares, surgindo a necessidade de consumo de produtos isentos de leite ou derivados. Este trabalho teve como objetivo avaliar sensorialmente a aceitação e a intenção de compra de um sorvete de massa sabor banana desenvolvido a partir da substituição do leite por um extrato de soja e pela substituição parcial do açúcar por um edulcorante. Foram elaboradas três formulações (amostra A, que possui açúcar em sua composição, amostra B com 25% de substituição do açúcar por adoçante e amostra C com 50% de açúcar e 50% de adoçante) que foram submetidas a um teste sensorial com 55 provadores não treinados. De acordo com os resultados obtidos, a amostra com 50% de adoçante foi julgada a amostra com melhor sabor, sendo que 85,46% dos consumidores que se submeteram ao teste garantiram que comprariam o produto. Desta forma, o sorvete desenvolvido foi aceito sensorialmente com bom desempenho em nota, apresentou melhor qualidade nutricional e pôde ser considerado um produto ligth.
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DESENVOLVIMENTO DE SORVETE DE ABACATE À BASE DE LEITE DE VACA E DE EXTRATO HIDROSSOLÚVEL DE SOJA

DESENVOLVIMENTO DE SORVETE DE ABACATE À BASE DE LEITE DE VACA E DE EXTRATO HIDROSSOLÚVEL DE SOJA

A cultura do abacateiro tem grande expressão econômica no Brasil, país este que é considerado o sexto produtor mundial de tal fruta (FAO, 2010). O abacate está entre as frutas mais vendidas no mundo e se destaca bastante pela sua qualidade nutricional. No Brasil, normalmente é utilizado em pratos doces, seja fresco com açúcar, ou na forma de cremes, vitaminas ou sorvetes (DANIELI, 2006). O abacate apresenta diversos benefícios à saúde, dentre eles está a redução do nível de colesterol, isso porque a maior parte da gordura dessa fruta é monoinsaturada. Esse tipo de gordura ajuda a diminuir os níveis de colesterol total, LDL colesterol (mau colesterol) e triacilgliceróis, sendo também capaz de aumentar os níveis de HDL colesterol (bom colesterol). Além disso, o abacate é rico em vitamina E, potente antioxidante, protegendo os tecidos do corpo contra os radicais livres. A fruta em questão também contém vitaminas A e do complexo B, essenciais para o desenvolvimento saudável de células e tecidos (SALGADO, 2005).
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Farinhas e subprodutos da laranja sanguínea-de-mombuca: caracterização química e aplicação em sorvete

Farinhas e subprodutos da laranja sanguínea-de-mombuca: caracterização química e aplicação em sorvete

A primeira etapa da produção do sorvete consistiu na homogeneização dos ingredientes secos com o leite previamente aquecido a 40 °C, até atingir a dissolução completa, e posteriormente na agitação em batedeira por 10 minutos, juntamente com o estabilizante. Em seguida, a massa obtida foi maturada em freezer durante quatro horas, homogeneizada por 10 minutos, armazenada no freezer por 48 horas, e decorrido esse período, novamente homogeneizada por mais 10 minutos, sendo então acondicionada em frascos de polietileno, sob congelamento até o momento da análise sensorial.

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DESENVOLVIMENTO DE SORVETE A BASE DE LEITE SABORIZADO COM POLPA DA ROMÃ ‘WONDERFUL’

DESENVOLVIMENTO DE SORVETE A BASE DE LEITE SABORIZADO COM POLPA DA ROMÃ ‘WONDERFUL’

As fórmulas convencionais de sorvete contêm uma alta concentração de gorduras, que arremete a textura, consistência e sabor do produto. Entretanto a crescente preocupação com a relação entre saúde e alimentação, manutenção do peso saudável e estética corporal, têm contribuído para a conscientização dos consumidores com relação à qualidade da alimentação. Consequentemente, os fabricantes de alimentos estão oferecendo produtos alternativos com características especiais, tais como as variedades “diet” e “light” (CASTRO; FRANCO, 2002; MESICH, 2006). No caso de alimentos para dietas com restrição de gorduras, estes podem conter, no máximo, 0,5 g de gordura total por 100 g ou 100 mL no produto final a ser consumido (BRASIL, 1998).
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DESENVOLVIMENTO DE SORVETE ENRIQUECIDO COM FIBRAS DE LINHAÇA E LACTOBACILOS VIVOS E SUA VIABILIDADE

DESENVOLVIMENTO DE SORVETE ENRIQUECIDO COM FIBRAS DE LINHAÇA E LACTOBACILOS VIVOS E SUA VIABILIDADE

Os resultados obtidos permitiram concluir que o sorvete elaborado com Lactobacillus acidophillus e linhaça pode ser armazenado durante 28 dias a -18 ºC mantendo as suas características probióticas. Apesar de haver uma redução no número de células viáveis após o armazenamento, o sorvete apresentou no final desse período contagens médias de 1,9x 10 7 UFC/g, estando de acordo com a legislação vigente, podendo, portanto ser considerado um veículo satisfatório para a incorporação de bactérias pro- bióticas, e conseqüentemente proporcionar efeitos benéficos na saúde do consumidor devido a sua funcionalidade. Além do mais, apresentou alta aceitação sensorial sendo aceito por grande parte dos avaliadores o que o torna um produto diferenciado e com maior valor agregado.
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Garimpo V: Desenvolvimento de interfaces gráficas para um aplicativo com informações geolocalizadas para o público vegano.

Garimpo V: Desenvolvimento de interfaces gráficas para um aplicativo com informações geolocalizadas para o público vegano.

Pediu ajuda a Marcos, um amigo também vegano, para encontrar os ingredientes e foram ao mercado às compras. Fábio olhava cautelosamente a composição, e por vezes ficava em dúvida se algum item era de origem animal. Deparou-se com o amigo acessando um aplicativo e ficou curioso. Marcos então mostrou o Garimpo V, que tinha uma lista organizada com itens de origem animal. Fábio achou o aplicativo muito bom, e ficou entusiasmado para obtê-lo. Chegando em casa, fez o download e conferiu as funcionalidades. Posteriormente, utilizou o aplicativo para buscar queijo e cerveja veganos, e viu aparecer em sua tela um mapa apontando os locais onde poderia encontrar os itens. Ao visualizar os detalhes, teve a noção de preço e as avaliações de outros consumidores. Fábio foi ao local e conseguiu realizar a compra que precisava.
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Formulação, caracterização e análise sensorial de chocolate com adição de okara

Formulação, caracterização e análise sensorial de chocolate com adição de okara

A soja pode oferecer diversos benefícios para a saúde humana. Esta origina um resíduo do seu extrato aquoso (okara) que possui elevada qualidade nutricional. Atualmente, a tendência de mercado se volta para o chocolate de origem controlada, como o chocolate de soja. O objetivo do estudo é aplicar o resíduo de soja (okara) em chocolate, caracterizar e verificar sua aceitação. Duas formulações foram elaboradas, uma com 15% de okara, outra com 25% de okara em substituição ao chocolate, além da formulação padrão sem adição de okara. Foram realizadas análises de caracterização proximal do okara e dos chocolates, determinação de ácidos graxos e análise sensorial. A caracterização do okara indicou que este possui quantidade elevada de proteínas (39,49g/100g) e fibras (39,11g/100g). Já nos chocolates a análise indicou que adição do resíduo influi na composição dos chocolates aumentando o teor de umidade, cinzas e principalmente proteínas que variou de 4,47g/100g na formulação padrão para 13,39g/100g na formulação com 25% de okara. Em relação aos ácidos graxos, os ácidos palmíticos e esteáricos que estão entre os ácidos graxos saturados diminuíram seus teores com a adição do resíduo variando entre 5,03 e 4,53g/100g, e 6,06 e 5,38g/100g respectivamente, enquanto o ácido araquídico manteve seus valores equivalentes nas diferentes concentrações de okara, nos ácidos graxos monoinsaturados, o ácido oleico também diminuiu seu teor com a adição do okara variando de 6,41 a 6,02g/100g, já nos poliinsaturados a concentração do ácido o linoléico aumentou de 0,69 para 1,94g/100g, ocorrendo o mesmo com o ácido linolênico que aumentou significativamente de 0,05 para 0,24g/100g fazendo com que a amostra padrão diferisse estatisticamente das demais. Nos ácidos graxos totais os mesmos não diferiram significativamente entre as amostras. Na análise sensorial nos parâmetros de aroma e sabor as amostras não diferiram, já os parâmetros de textura e aceitação global da amostra com 25% de okara obtiveram menores médias, diferindo da amostra com 15% de okara. Para a intenção de compra a maioria dos julgadores responderam que Certamente comprariam o produto. Após análise dos dados conclui-se que o okara melhora o perfil proteico, fibroso e de ácidos graxos dos chocolates e promovem uma boa aceitação sensorial dos consumidores tornando-os potenciais produtos no mercado.
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Desenvolvimento de um bombom de chocolate com recheio de queijo fundido e compota de fruta

Desenvolvimento de um bombom de chocolate com recheio de queijo fundido e compota de fruta

A reologia tem desempenhado um papel fundamental no desenvolvimento, produção e processamento de produtos alimentícios, permitindo que haja uma completa caraterização do material e otimização de processos com redução de custos e melhoria na eficiência (Viana, 2010). A indústria chocolateira trabalha muito o produto na fase líquida, sobretudo durante as operações de conchagem e temperagem. O desenho do equipamento é essencial, no entanto é necessário conhecer as caraterísticas físicas do produto, para que as operações sejam adequadas. O chocolate pode ser considerado uma suspensão de partículas sólidas dispersas, numa matriz contínua com gordura líquida e sólida. O açúcar constitui a maioria das partículas sólidas (em média 60-70%), seguido dos sólidos de cacau e dependendo do tipo de chocolate, sólidos de leite. A determinação das propriedades reológicas do chocolate é importante nos processos de fabrico, para a obtenção de produtos de elevada qualidade, com textura bem definida. Fatores como o teor de gordura, distribuição granulométrica, teor de humidade, emulsificantes, tempo e temperatura de conchagem, afetam as propriedades reológicas e os custos de produção.
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Desenvolvimento e análise sensorial de formulações de chocolate em barra adicionadas de guaraná em pó

Desenvolvimento e análise sensorial de formulações de chocolate em barra adicionadas de guaraná em pó

O objetivo deste trabalho foi o de alcançar uma formulação protótipo de chocolate adicionado de guaraná em pó que apresente características sensoriais agradáveis sem alterar significativamente sua viscosidade, após o derretimento na boca, que possa, futuramente, ser comercializada como um produto que proporcione aos consumidores uma sensação estimulante, decorrente da cafeína, presente no guaraná em pó, associada à teobromina, já existente no cacau, sem adição de outras substâncias encontradas atualmente em lojas de suplementos para atletas como a taurina e o inositol.
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O mercado vegetariano e vegano em Portugal: uma abordagem integrada

O mercado vegetariano e vegano em Portugal: uma abordagem integrada

solução prática para incentivar ao vegetarianismo, passa claramente por aumentar a oferta desses produtos no mercado e mais uma vez, consciencializar os consumidores, pois só assim é que a procura pode aumentar e os preços diminuir. Os restaurantes, não acompanham esta importante tendência, tal como sugerido por Rivera & Shani (2013), apesar do aumento significativo do número de vegetarianos no país: além da limitada variedade de pratos vegetarianos, a falta de conhecimento dos empregados acerca dos ingredientes que constituem os pratos são as principais dificuldades encontradas pelos vegetarianos quando jantam fora. Há uma falsa perceção de que a confeção de pratos vegetarianos é bastante dispendiosa para os restaurantes, pois requer a criação de um novo menu. No entanto, na maioria dos casos, os chefs podem facilmente usar a mesma receita e fazer uma versão 100% vegetariana, simplesmente substituindo a carne por uma proteína alternativa de origem vegetal. É preferível e economicamente viável, criar primeiro um prato vegano (que serve também para vegetarianos) e, em seguida, permitir a adição de ovos, leite e derivados com base nas necessidades dos clientes. Desta forma, os restaurantes podem acomodar facilmente clientes vegetarianos e veganos, já que os pratos veganos são adequados a vegetarianos, mas os pratos ditos vegetarianos que contenham leite, ovos ou mel, não são adequados a veganos. Importa formar o pessoal dos restaurantes, que lidam diariamente com clientes vegetarianos e atendem às suas necessidades. É imprescindível reconhecer a heterogeneidade da população vegetariana, por isso, a formação deve incluir os vários tipos de vegetarianos existentes, bem como as suas motivações individuais para se tornarem vegetarianos. Uma possível solução para evitar desconforto e/ou mal-entendidos sobre a inclusão ou origem de certos ingredientes do menu, é oferecer a opção
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Desenvolvimento de itens de ensaio de proficiência para pesquisa de Salmonella spp. em matriz chocolate

Desenvolvimento de itens de ensaio de proficiência para pesquisa de Salmonella spp. em matriz chocolate

O objetivo desse estudo foi desenvolver itens de ensaio (IE) liofilizados contendo Salmonella spp., em matriz chocolate, para utilização em ensaio de proficiência (EP). Foi realizada a análise microbiológica de uma amostra de chocolate granulado para verificar se estava livre do micro-organismo alvo. Para monitoramento da qualidade dos IE, realizou-se estudos de homogeneidade e estabilidade em longo e curto prazo, bem como verificou-se a presença de vácuo nas amostras garantindo a eficiência do processo de liofilização. A análise microbiológica do chocolate indicou ausência de contaminação por Salmonella spp., estando apto para ser utilizado como matriz. A técnica de liofilização, com uso de trealose como crioprotetor, se mostrou eficaz para dessecação dos IE produzidos. O lote produzido se apresentou suficientemente homogêneo, pois o micro-organismo estava presente em todos os frascos analisados. O lote se apresentou estável à temperatura de -20ºC (em cinco semanas) e -70ºC (em 26 semanas); na estabilidade de transporte, foi considerado estável a 4ºC (em quatro dias). O lote de IE produzido nesse estudo apresentou qualidade que o torna apto para uso em EP, o que visou contribuir para o aumento da confiabilidade dos resultados das análises dos laboratórios e propiciar subsídios para a identificação e solução de problemas.
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ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE NEGÓCIOS DE UM FAST FOOD VEGANO

ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE NEGÓCIOS DE UM FAST FOOD VEGANO

Nesse sentido, o presente trabalho propõe uma análise de viabilidade de empreendimento de um fast food vegano na cidade de Maringá, presente no norte do Paraná, realizado a partir de um Plano de negócios, além de buscar nortear o caminho incerto do empreendedor que pretende iniciar uma empresa similar. Para tal, levantar-se-á o máximo de informações sobre o ramo, produtos, investimentos, pontos fracos e fortes da empresa, através do alcance dos objetivos específicos, entre eles: realizar análise de mercado; desenvolver plano de marketing; elaborar planejamento operacional; estabelecer plano financeiro e avaliar a estratégia da empresa.
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"Do cacau ao chocolate": contribuição do agroturismo ao desenvolvimento territorial na região transamazônica - PA

"Do cacau ao chocolate": contribuição do agroturismo ao desenvolvimento territorial na região transamazônica - PA

O cultivo do cacau encontra-se hoje em plena expansão no Pará, com destaque para a região da Transamazônica, principal polo produtor estadual que engloba sete municípios, dentre eles Medicilândia, maior produtor de amêndoas de cacau do país. A lavoura cacaueira presente às margens da Transamazônica é uma atividade que gera empregos e movimenta a economia na região, porém pouco refletem na qualidade de vida dos habitantes da região. Isso é observado em grande parte devido ao grau elevado de transações informais, pela presença de uma estrutura de mercado que não favorece o desenvolvimento do território, aliados à carência de arranjos horizontais e verticais de produção capazes de gerar benefícios econômicos, sociais e culturais à região. Nesse contexto, o presente trabalho propôs analisar as possibilidades e potencialidades de contribuição do turismo para o desenvolvimento territorial da região Transamazônica, por meio da valorização da cadeia produtiva “do cacau ao chocolate” na região. A ideia partiu do pressuposto de que o cacau é o elemento diferenciador da região Transamazônica e que, portanto, é o fator gerador de transformações sociais e econômicas na vida do pequeno agricultor de base familiar. Para tanto, realizou-se um estudo qualitativo de caráter descritivo e exploratório, que incluiu pesquisa de campo e entrevistas semiestruturadas com representantes do poder público (CEPLAC, SEDEME, SEDAP, SETUR), fabricantes de chocolate regional, sociedade civil organizada (cooperativas, organizações), além de produtores e agricultores do cacau. O procedimento metodológico incluiu levantamento bibliográfico e documental. Os resultados apontaram para a ideia de maior integração entre as cadeias do cacau e a modalidade do turismo no espaço rural na Transamazônica, a exemplo de medidas que integrem o agroturismo ao setor agroalimentar, valorizem a relação entre produto e território, atreladas ao resgate de valores históricos e culturais da Transamazônica e à valorização do patrimônio natural regional. Foi possível concluir que o desenvolvimento do agroturismo associado à cadeia produtiva “do cacau ao chocolate” se configura como alternativa capaz de contribuir com o desenvolvimento do território da Transamazônica, para tanto é preciso pensar políticas que não fiquem presas a modelos apenas replicados de outras regiões, ou seja, que reconheçam a diversidade social e territorial bem como as peculiaridades da região Transamazônica.
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Adubação mineral e orgânica no desenvolvimento de orquídea Cattlianthe 'Chocolate drop'.

Adubação mineral e orgânica no desenvolvimento de orquídea Cattlianthe 'Chocolate drop'.

A falta de estudos que indiquem as necessidades nutricionais de muitas orquídeas resulta na realização de práticas de adubação embasadas em experiências práticas e que não necessariamente atendem às demandas nutricionais de todas as espécies. O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência da adubação mineral e orgânica e suas respectivas combinações no desenvolvimento da orquídea Cattlianthe ‘Chocolate drop’. As mudas desse híbrido foram obtidas por clonagem in vitro, e cultivadas em condição de casa de vegetação, utilizando potes plásticos com capacidade de 1 L contendo como substrato uma mistura de casca de pinus e carvão (4v:3v). Os trata- mentos avaliados foram: sem adubação (testemunha), fertirrigação com fertilizante mineral ultra solúvel (FMU), mistura de torta de ma- mona e farinha de ossos (TM+FO), bokashi (BOK), FMU + mistura de torta de mamona e farinha de ossos [FMU+(TM+FO)], FMU + bokashi (FMU+BOK), mistura de torta de mamona e farinha de ossos + bokashi [(TM+FO)+BOK], FMU + mistura de torta de mamona e farinha de ossos + bokashi [FMU+(TM+FO)+BOK]. Após oito meses do início das adubações foram avaliados o desenvolvimento da parte aérea e o acúmulo de nutrientes. O tratamento FMU+BOK foi significativamente superior ao tratamento sem adubação, com incrementos aproximados de 54, 42, 33 e 78% da massa seca da parte aérea, comprimento da parte aérea, comprimento médio radicular e área foliar, respectivamente. A combinação entre adubação mineral e orgânica favoreceu o desenvolvimento de plantas do híbrido de Cattlianthe ‘Chocolate drop’.
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