Top PDF Desenvolvimento de Mudas de Nim Indiano sob Diferentes Níveis de Sombreamento.

Desenvolvimento de Mudas de Nim Indiano sob Diferentes Níveis de Sombreamento.

Desenvolvimento de Mudas de Nim Indiano sob Diferentes Níveis de Sombreamento.

Segundo Caron et al. (2010), o sombreamento artificial é uma técnica utilizada com propósito de controlar os fatores ambientais, em especial a luminosidade, e amenizar a temperatura da planta. Ainda segundo esses autores, é grande a diversidade de respostas das plantas à luminosidade, principalmente no que se refere ao crescimento e desenvolvimento vegetativo da parte aérea. Diante da importância desse fator ambiental, vários autores estudaram a influência do sombreamento na produção de mudas de diversas espécies florestais (Câmara & Endres, 2008; Aguiar  et  al., 2011; Lenhard  et  al., 2013; Lopes et al., 2013; Pacheco et al., 2013; César et al., 2014; Santos et al., 2014). Para o nim indiano, porém, até o presente não existe informação disponível na literatura, o que torna esse tipo de estudo de grande relevância para o aprimoramento das técnicas empregadas na produção de mudas dessa espécie.
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DESENVOLVIMENTO INICIAL E QUALIDADE DE MUDAS DE Copaifera langsdorffii Desf. SOB DIFERENTES NÍVEIS DE SOMBREAMENTO.

DESENVOLVIMENTO INICIAL E QUALIDADE DE MUDAS DE Copaifera langsdorffii Desf. SOB DIFERENTES NÍVEIS DE SOMBREAMENTO.

As florestas de galeria vêm sendo fragmentadas, levando à perda de sua elevada diversidade, tornando-se imprescindíveis estudos que avaliem o comportamento ecológico de suas espécies arbóreas. O presente estudo teve como objetivo testar a hipótese de que a produção de mudas de Copaifera langsdorffii é influenciada pela luminosidade do ambiente, apresentando maior qualidade e desenvolvimento inicial em níveis intermediários de luz. As plantas foram testadas em pleno sol, 30%, 50%, 70% e 90% de sombreamento, avaliando-se número de folhas, altura e diâmetro aos 60, 90, 120 e 191 dias após a emergência (DAE) e massa seca aérea e radicular e, índice de qualidade de Dickson ao final do experimento (191 DAE). O efeito dos níveis de sombreamento foi analisado por meio de análise de regressão. As plantas apresentaram boa plasticidade de crescimento nos diferentes níveis de luminosidade, mas com melhor desenvolvimento e qualidade (IQD) em 50% de sombreamento, corroborando a hipótese testada. A luminosidade ou sombreamento excessivo devem ser evitados para garantir a produção de mudas mais vigorosas de Copaifera langsdorffii. Assim, recomenda-se a produção de mudas desta espécie sob 50% de sombreamento para favorecer a sua qualidade e possivelmente garantir melhor sobrevivência em campo. Palavras-chave: luminosidade; plântulas; copaíba.
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Desenvolvimento inicial de mudas de Plathymenia foliolosa Benth. sob influência de sombreamento

Desenvolvimento inicial de mudas de Plathymenia foliolosa Benth. sob influência de sombreamento

determinação da sobrevivência da uma espécie. Assim, o objetivo deste estudo foi verificar o desenvolvimento inicial de plantas de Plathymenia foliolosa Benth., sob influência do sombreamento. O experimento foi conduzido em delineamento de blocos casualizados, com três tratamentos (pleno sol, 50% de luz e sombra natural) e 15 repetições, sendo cada repetição constituída por uma planta. Foi avaliado a massa seca das folhas, raízes, caule e total, a altura, diâmetro do colo, relação altura/diâmetro, relação massa seca da parte aérea/raiz e índice de qualidade de Dickson aos 60, 82, 103, 124 e 145 dias após a emergência das plantas. Foi observado que plantas expostas ao ambiente de sombra natural apresentaram menor desenvolvimento vegetativo do que em 50% e pleno sol. A condição de 50% de sombreamento pode ser recomendada para a formação de mudas, no entanto, essa prática também pode ser realizada a pleno sol.
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Desenvolvimento inicial de mudas de copaíba sob diferentes níveis de sombreamento e substratos.

Desenvolvimento inicial de mudas de copaíba sob diferentes níveis de sombreamento e substratos.

Resumo - O presente estudo objetivou avaliar a influência de diferentes níveis de sombreamento e tipos de substratos no desenvolvimento inicial de mudas de copaíba. O experimento foi conduzido no delineamento em blocos casualizados no esquema fatorial 5 x 4. Os tratamentos foram compostos pela combinação de cinco substratos, Bioplant®; 70% vermiculita + 30% casca de arroz carbonizada (70V+30CA); 40% vermiculita + 30% casca de arroz carbonizada + 30% fibra de coco (40V+30CA+30FC); 50% vermiculita + 30% casca de arroz carbonizada + 20% areia (50V+30CA+20A); 70% vermiculita + 15% casca de arroz carbonizada + 15% vermicomposto de resíduo de indústria têxtil (70V+15CA+15VC) e quatro níveis de sombreamento, (pleno sol (0%), 30; 50 e 70%) e três repetições. Foram avaliadas as seguintes variáveis: taxa de crescimento absoluto em altura e diâmetro; sobrevivência; massa seca de folhas, caule e raiz; massa seca total; razão entre massa seca da parte aérea e massa seca de raiz; e a razão de massa foliar. Os resultados demonstram que as mudas de copaíba necessitam de sombra em sua fase inicial de desenvolvimento, sendo o nível de 50% de sombreamento uma alternativa viável para produção de suas mudas. As mudas de copaíba crescidas no substrato 70V+30CA apresentaram maior produção de massa seca total, enquanto no Bioplant® observou-se características inferiores para a massa seca de folha, massa seca total e razão de massa foliar.
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Desenvolvimento de mudas de Aroeira (Schinus terebinthifolius) e sombreiro (Clitoria fairchildiana) sob condições de sombreamento.

Desenvolvimento de mudas de Aroeira (Schinus terebinthifolius) e sombreiro (Clitoria fairchildiana) sob condições de sombreamento.

A sombreiro (Clitoria fairchildiana Howard- Fabaceae - Papilionoideae) é uma árvore ornamental, medindo de 6-12 m de altura. Sua madeira é moderadamente pesada e de baixa durabilidade sob condições naturais, sendo empregada em construção civil como divisórias internas, forros e para confecção de brinquedos e caixotaria. Segundo Lorenzi (1998), os frutos (vagens deiscentes) devem ser colhidos diretamente na árvore quando iniciarem a abertura espontânea, e secos ao sol para completar a abertura e liberação das sementes. A semeadura deve ser feita logo em seguida em canteiros semi-sombreados contendo substrato organo-argiloso. A emergência ocorre em 10-20 dias e a taxa de germinação é elevada . O desenvolvimento da muda é rápido, o mesmo ocorrendo com as plantas no campo que podem facilmente ultrapassar 2,5 m aos 2 anos de idade.
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Influência de diferentes sombreamentos e nutrição foliar no desenvolvimento de mudas de Palmeiras Ráfia Rhapis excelsa (Thunberg) Henry ex. Rehder.

Influência de diferentes sombreamentos e nutrição foliar no desenvolvimento de mudas de Palmeiras Ráfia Rhapis excelsa (Thunberg) Henry ex. Rehder.

Devido à elevada sensibilidade à radiação solar direta, a maioria das plantas ornamentais comerciais são cultivadas sob malhas que produzem sombreamento, sendo as pretas as mais utilizadas. Estas reduzem a incidência de radiação nas plantas e não influem sobre sua qualidade de luz. Como a presença das malhas é necessária para o cultivo, podem-se obter vantagens específicas com a utilização de malhas diferenciadas, com propriedades ópticas especiais, que podem modificar a composição da luz que passa para as plantas, melhorando o rendimento dos cultivos (OREN- SHAMIR et al., 2001).
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Desenvolvimento de mudas de catingueira em diferentes substratos e níveis de luminosidade.

Desenvolvimento de mudas de catingueira em diferentes substratos e níveis de luminosidade.

RESUMO: Poincianella pyramidalis Tul. (catingueira) é uma leguminosa endêmica do semiárido nordestino que se enquadra bem no contexto de espécies florestais brasileiras que ainda carecem de estudos quanto às condições ideais para seu desenvolvimento e estabelecimento em campo. Dessa forma, objetivou-se com este estudo avaliar o crescimento inicial de mudas da referida espécie submetidas a diferentes substratos e níveis de luminosidade. Plântulas de catingueira foram cultivadas em três condições de luminosidade (100, 50 e 30%) e em três tipos de substratos: Terra vegetal (T), Areia lavada (A) e Terra vegetal + Areia lavada (T+A). Após seis meses, as mudas foram avaliadas quanto ao diâmetro do colo, altura, número de folhas e matéria seca. As mudas cultivadas a 30 e 50% de luminosidade, nos substratos terra vegetal e terra vegetal + areia apresentaram os melhores índices para cada uma das variáveis analisadas, sugerindo que durante a fase de crescimento inicial as mudas de catingueira apresentam requerimento nutricional elevado e certo sombreamento pode ser interessante para o desenvolvimento das plântulas nas condições de cultivo analisadas. Palavras-chave: Caatinga, Poincianella pyramidalis, desenvolvimento, mudas.
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Desenvolvimento vegetativo de Melocactus bahiensis (Cactaceae) sob diferentes níveis de sombreamento

Desenvolvimento vegetativo de Melocactus bahiensis (Cactaceae) sob diferentes níveis de sombreamento

O domínio sobre as preferências ambientais e o co- nhecimento do potencial das espécies da flora nativa con- tribuem com o desenvolvimento de sistemas de produção de mudas, visando à comercialização e conservação des- sas espécies. De acordo com Blank et al. (2003), a produ- ção de mudas de muitas espécies ornamentais, nativas ou não, ainda não está totalmente estabelecida, necessitan- do de pesquisas quanto ao tipo de substrato, às exigênci- as de sombreamento, ao tamanho de recipientes, dentre outros. Reid et al. (1991) destacam que cada espécie pos- sui exigências específicas para seu desenvolvimento. Fa- tores como luz, água, temperatura e condições edáficas são alguns dos elementos do ambiente que interferem no desenvolvimento das plantas.
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Parâmetros fisiológicos de mudas de copaíba sob diferentes substratos e condições de sombreamento.

Parâmetros fisiológicos de mudas de copaíba sob diferentes substratos e condições de sombreamento.

O substrato é um insumo importante dentro do sistema de produção de mudas. Diferentes materiais têm sido usados para sua composição, como a casca de arroz carbonizada, serragem, turfa, vermiculita, composto orgânico, esterco bovino, moinha de carvão, material de subsolo, bagaço de cana, acícula de pinus e areia lavada (COSTA et al., 2005). O estudo do arranjo percentual desses componentes é de grande importância, já que poderão ser fonte de nutrientes além de fornecerem suporte estrutural ao desenvolvimento radicular da planta. Dessa forma, algumas propriedades químicas e físicas devem ser consideradas na escolha do substrato, como sua capacidade de retenção de água, porosidade, teor nutricional e capacidade de troca de cátions, além do baixo custo e disponibilidade nas proximidades da região de consumo (GOMES & SILVA, 2004).
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Crescimento de mudas de Campomanesia adamantium (Cambess.) O. Berg (guavira), submetidas a três níveis de sombreamento e substratos.

Crescimento de mudas de Campomanesia adamantium (Cambess.) O. Berg (guavira), submetidas a três níveis de sombreamento e substratos.

As maiores razões de área foliar (RAF) e área foliar especíica (AFE) sob 50% de sombra (Tabela 2) indicam que, sob sombreamento, houve maior expansão das folhas como adaptação à menor disponibilidade luminosa. Isso porque, à medida que se aumenta o índice de radiação solar, a RAF e AFE diminuem (BENINCASA, 2003), pois a área foliar necessária para a produção de massa seca é menor na maior intensidade luminosa, pela maior produção de fotoassimilados. Resultado semelhante foi veriicado por Silva et al. (2006). Os autores, ao avaliarem o desenvolvimento de mudas de maracujazeiro, observaram que, com o aumento do nível de sombreamento (30%; 50% e 70% ), também houve aumento da RAF e AFE em comparação a pleno sol. A razão de peso da folha (RPF) foi menor sob sol em função da maior massa seca de raízes (Tabela 2).
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Crescimento de mudas de mangue sob diferentes níveis de sombreamento na península de Ajuruteua, Bragança, Pará.

Crescimento de mudas de mangue sob diferentes níveis de sombreamento na península de Ajuruteua, Bragança, Pará.

O objetivo do estudo foi avaliar a influência de diferentes níveis de sombreamento sobre o desenvolvimento de mudas das espécies arbóreas de mangue Avicennia germinans (L.) Stearn., Rhizophora mangle L. e Laguncularia racemosa (L.) Gaertn. f. O experimento foi conduzido na comunidade de Tamatateua, na península de Ajuruteua, município de Bragança. Para a produção das mudas, os propágulos das espécies arbóreas de mangue foram semeados em embalagens de polietileno (17 x 27 cm), preenchidas com substrato típico de manguezal. As mudas das três espécies foram testadas a pleno sol, 30% e 60% de sombreamento em delineamento experimental inteiramente casualizado em esquema fatorial (3 x 3) x 3 (3 espécies arbóreas e 3 níveis de sombreamento). Após as plantas atingirem a idade de nove meses, retiraram-se amostras de oito mudas por repetição de cada tratamento. As variáveis avaliadas foram: altura da parte aérea, diâmetro do coleto, massa da parte aérea, massa seca do caule, matéria seca das raízes e matéria seca total e índices morfológicos. O crescimento das mudas de R. mangle ocorreu em todos os níveis de luminosidade. As mudas de A. germinans apresentaram maior crescimento a pleno sol e a 30% de sombreamento. Já as mudas de L. racemosa foram tolerantes a 30% e 60% de sombra, mas se desenvolveram melhor a pleno sol.
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FACULDADE DE TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA

FACULDADE DE TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA

O objetivo deste estudo foi avaliar a espécie arbórea pioneira e exclusiva do Brasil, Eriotheca pubescens (Mart. Ex. Zucc.) Schott & Endler., nos aspectos referentes à tecnologia de sementes, produção de mudas e seu plantio no campo, juntamente com a semeadura direta, com ou sem protetor físico de germinação, na recuperação de área degradada por mineração, em uma cascalheira abandonada localizada na Fazenda Água Limpa, da Universidade de Brasília. A espécie apresenta sementes fotoblásticas neutras, com teor de umidade de 5,85% e 6.280 sementes por quilo. Para os testes de laboratório, o substrato mais indicado é a vermiculita, em condição de luz e de temperatura de 25 °C. No viveiro, os substratos e as intensidades de iluminação testados não interferiram na germinação e no desenvolvimento das mudas. Contudo, a espécie mostrou melhor desempenho em altura quando se utilizou substrato contendo terra de subsolo, areia e superfosfato na condição de 0% de sombreamento. No campo, a presença do protetor físico aumentou o percentual de germinação em 43,8% e apresentou, após 171 dias, 59,4% de sobrevivência, enquanto as plantas sem o protetor físico apresentaram 10% de sobrevivência. As mudas plantadas no campo apresentaram, em média, 76,5% de sobrevivência. A espécie Eriotheca pubescens apresenta potencial para utilização em recuperação de áreas degradadas em plantios não homogêneos.
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Influência de diferentes níveis de sombreamento sobre o crescimento de mudas de cafeeiro (Coffea arabica L.).

Influência de diferentes níveis de sombreamento sobre o crescimento de mudas de cafeeiro (Coffea arabica L.).

Pelos resultados, verifica-se que a condição de 50% de sombreamento favoreceu o desenvolvimento das mudas de cafeeiro, visto que nelas foram encon- trados valores maiores de altura, número de pares de folhas e área foliar. Isso somente não foi observado, quanto ao diâmetro, possivelmente pelo fato de essas plantas apresentarem um peso seco de raíz, parte aé- rea e total maior, o que está relacionado provavel- mente a um maior acúmulo de biomassa (reserva) e água. Tal acúmulo, na condição de 50% de luminosi- dade, pode ter sido alocado para as partes em desen- volvimento da planta e transformadas em uma maior altura, número de pares de folhas e área foliar.
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Crescimento de mudas de pau-ferro sob diferentes níveis de sombreamento.

Crescimento de mudas de pau-ferro sob diferentes níveis de sombreamento.

frutos são legumes de coloração preta-avermelhada, carnosos e indeiscentes (Lorenzi 2000), e sua casca, sementes, frutos e raízes são utilizados na medicina popular para emagrecimento, como depurativo e no combate à anemia, afecções pulmonares e diabetes (Braga 1976). As sementes de pau-ferro apresentam dormência física, sendo necessários tratamentos de escariicação, para a obtenção de germinação satisfatória acima de 70% (Biruel et al. 2007). Para o desenvolvimento inicial das mudas, Lenhard et al. (2010) airmam que o melhor regime hídrico é de 70% da capacidade de campo. Entretanto, a lite- ratura é carente, no que diz respeito a informações sobre as respostas da espécie a diferentes condições de radiação.
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Formação de mudas de maracujazeiro "amarelo" sob níveis de sombreamento em Ji-Paraná/RO.

Formação de mudas de maracujazeiro "amarelo" sob níveis de sombreamento em Ji-Paraná/RO.

O maracujá-amarelo (Passiflora edulis Sims f. flavicarpa Deg.) tornou-se uma espécie de importância significativa no agronegócio de frutas tropicais. Como reflexo, houve um grande interesse dos produtores por informações técnicas sobre a obtenção de mudas de boa qualidade (MELETTI, 2000). A formação de mudas em viveiro é uma prática muito empregada na cultura do maracujá. A utilização de viveiros pressupõe um sombreamento das plantas por um determinado período que antecede o transplante para o campo (MELETTI, 1994). Entre os diversos componentes do ambiente, a luz é primordial para o crescimento das plantas, não só por fornecer energia para a fotossíntese, mas, também, por fornecer sinais que regulam seu desenvolvimento por meio de receptores de luz sensíveis a diferentes intensidades,
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Innovation and strategic management for the new competitive scenarios of the 21

Innovation and strategic management for the new competitive scenarios of the 21

Diante do atual quadro de mudanças em que se encontra a globalização, que abre novas portas ao mundo, aos pesquisadores, às pessoas em geral, aos empresários empreendedores, às organizações, às concorrências, às renovações tecnológicas, enfi m, a todos que estão inseridos neste contexto atual, além da competitividade e da velocidade, não se pode prescindir do conhecimento e da aplicação dessa tecnologia estratégica, que certamente determinará a capacidade de superação dos desafi os ambientais e o desenvolvimento institucional.

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As Etapas do Processo de Treinamento

As Etapas do Processo de Treinamento

Por meio do treinamento Volpe (2009) entende que a pessoa pode adquirir informações e compreender habilidades, desenvolvendo a partir destas, atitudes e comportamentos diferentes e novos conhecimentos. Tudo isto aponta para resultados apresentados após os treinamentos, tornando satisfatório o conhecimento adquirido tanto para o profissional quanto para a empresa, que com isso possui umprofissional mais competente e qualificado. O treinamento também é fundamental para uma excelência gerencial, pois é com ele que métodos de capacitação e de desenvolvimento das pessoas acontecem para apoiar a obtenção de estratégias dentro de uma organização. Com isso observa-se que sem investimento em treinamentos dificilmente se alcançará uma excelência empresarial.
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2 O Coaching e seus Tipos mais Comuns

2 O Coaching e seus Tipos mais Comuns

Embora haja diversas definições de coaching executivo, os autores escolhem a que diz que é o desenvolvimento “um para um” de um líder organizacional (UNDERHILL, MC ANALLY, KORIATH, 2010, p. 36). E é para desenvolver as capacidades de liderança de seus executivos que as empresas contratam os coaches. Na nossa concepção, isso significa que é possível ensinar um profissional a ser líder. Evidentemente, há profissionais que chegam ao mercado de trabalho mais prontos do que outros por conta de possuírem características comportamentais e talentos natos ligados às competências de liderança, mas um processo de coaching bem aplicado é capaz de mapear estas competências e ajudar a desenvolver aquelas mais frágeis.
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SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE: DIRETRIZES PARA IMPLEMENTAÇÃO DA ISO 9001

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE: DIRETRIZES PARA IMPLEMENTAÇÃO DA ISO 9001

• Definição do planejamento de Implantação da ISO 9001: O planejamento foi desenvolvido com o propósito de garantir o alcance dos objetivos da qualidade em todos os níveis da empresa. Estes planejamentos foram inicialmente focados em setores distintos até sua total concordância. Esses objetivos foram baseados na política da qualidade. Sendo assim foram identificados os processos organizacionais necessários para implantação da norma, determinando a sequência e demais pontos relevantes desse processo. Decidiram-se técnicas e critérios eficazes para a manutenção e controle do SGQ, além da disponibilidade das informações e recursos necessários para a implantação da mesma. Entre os critérios definidos, destacam-se os seguintes:
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ESTRUTURA E ESTRATÉGIA: EVOLUÇÃO DE PARADIGMAS

ESTRUTURA E ESTRATÉGIA: EVOLUÇÃO DE PARADIGMAS

O presente trabalho analisa as relações de interdependência existentes entre a estrutura da empresa e as estratégias a serem implementadas. É feita uma breve revisão da literatura sobre estratégia, administração estratégica e as diversas formas de conduzir a implementação das que se apresentam como as mais adequadas à consecução dos objetivos organizacionais. Foram analisados os modelos tradicionais de estrutura organizacional, bem como as vantagens e desvantagens estratégicas que cada um apresenta. Por fim, foram estudadas as abordagens de diferentes autores sobre as relações de interdependência entre a estrutura da empresa e as suas estratégias. Em conclusão, verifica-se que, embora as estratégias da empresa possam ser fixadas a partir da análise da sua estrutura organizacional, dos seus pontos fortes e fracos, esta atitude nem sempre é viável. Numa época em que as tecnologias evoluem de forma extremamente rápida e a competitividade se acelera em nível global, tornam-se necessárias estruturas organizacionais flexíveis, que possam modificar-se rapidamente, para atender às estratégias capazes de permitir a adequada inserção da empresa em um ambiente externo extremamente volátil.
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