Top PDF Determinação e avaliação da atividade antioxidante em polpas de frutas de açaí, acerola e cupuaçu

Determinação e avaliação da atividade antioxidante em polpas de frutas de açaí, acerola e cupuaçu

Determinação e avaliação da atividade antioxidante em polpas de frutas de açaí, acerola e cupuaçu

Nos últimos anos cada vez mais estudos comprovam que o excesso de radicais livres, provenientes dos processos metabólicos, são responsáveis por diversas patologias degenerativas, cardiovasculares e neurológicas, com isso, a cada dia buscam-se maneiras para se combater esses radicais. Uma dessas medidas é o consumo de antioxidantes, sejam eles de fontes naturais, ou sintéticas. No entanto, o consumo desses aditivos de forma sintética, não são tão seguros à saúde, buscando-se cada vez mais encontrá-los de forma natural. As frutas tropicais são fornecedoras de boa parte destes, e tem sido cada vez mais consumidas tanto no comércio interno, como externo, assim, o presente trabalho teve como objetivo determinar a capacidade antioxidante das polpas de açaí, acerola e cupuaçu. Para realização do experimento, utilizou-se o método de captura do radical DPPH (2,2- difenil-1-picril-hidrazil). Além da atividade antioxidante, determinou-se o teor de ácido ascórbico (vitamina C) e a acidez titulável, seguindo as Normas Analíticas do Instituto Adolfo Lutz. Os resultados obtidos para a análise de antioxidante foram de 16,50% e 37,11% em solução aquosa das poupas capazes de inibir 50% dos radicais livres (IC50), para as amostras de açaí da marca 1 e 2, respectivamente. Para as amostras acerola foi encontrado para a marca 1, 12,592% e 8,8194% para a amostra da marca 2. Para as de cupuaçu, o percentual de inibição foi de 170,94% e 190,73%, respectivamente. Na determinação do teor de vitamina C das amostras de açaí, encontrou-se valores de 17,38 mg para a amostra da marca 1 e 23,27 mg para a amostra da marca 2. Para a acerola, foram obtidos valor de 261,18 mg e 552,9 para as marcas 1 e 2, respectivamente. A determinação do cupuaçu, obteve-se para a marca 1, 17,32 mg e para a marca 2, 34,84 mg. A determinação de acidez titulável para as amostras de açaí, apresenta valores de 0,07% e 0,06%, respectivamente, para as marcas 1 e 2. Os dados obtidos para as amostras de acerola foram de 0,42% para a marca 1 e 0,32% para a marca 2. O cupuaçu apresentou, respectivamente, valores de 0,96% e 0,71% para as amostras da marca 1 e 2. Estes resultados foram comparados com os dados encontrados em literaturas e apresentaram parcial similaridade.
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Aplicação de diversos métodos químicos para determinar atividade antioxidante em polpa de frutas

Aplicação de diversos métodos químicos para determinar atividade antioxidante em polpa de frutas

APLICAÇÃO DE DIVERSOS MÉTODOS QUÍMICOS PARA DETERMINAR ATIVIDADE ANTIOXIDANTE EM POLPA DE FRUTAS. Considerado um dos principais paises produtores de sucos de frutas, o Brasil é o terceiro maior produtor de frutas tropicais. A diversidade de frutas no mercado é cada vez maior e, a cada dia, se introduz uma nova fruta tropical, cujas propriedades e características ainda não foram totalmente estudadas. O governo brasileiro tem apoiado o comércio exterior, investindo em feiras que promovem e inserem novos produtos em dezoitos países do mercado Europeu, como a “Brazilian Fruit Festival” que tem por objetivo divulgar frutas in natura, polpas congeladas e sucos processados. A cada dia se publicam novas pesquisas, associando o consumo de frutas com os efeitos benéficos à saúde humana. Este trabalho teve por objetivo determinar o conteúdo de compostos fenólicos totais (FT), estimar as antocianinas totais (AT) e a capacidade antioxidante de polpa de frutas comercializadas congeladas, aplicando os métodos espectrofotométricos mais citados para determinar a atividade antioxidante (ABTS, DPPH e DMPD). Determinou-se a atividade antioxidante das polpas de frutas de maior consumo no mercado sul brasileiro (amora, uva, açaí, goiaba, morango, acerola, abacaxi, manga, graviola, cupuaçu e maracujá), aplicando método ABTS com medidas em dois tempos (1 e 7 minutos), DPPH (30 e 60 minutos) e DMPD (10 minutos). Os valores TEAC (atividade antioxidante equivalente ao Trolox) obtidos oscilam entre valores mínimos e máximos de 2,0 e 67,2 µmol/g aplicando método ABTS, 1,02 e 67,0 µmol/g aplicando DPPH e 4,2 e 46,6 µmol/g aplicando DMPD. A capacidade antioxidante obtida para os métodos ABTS e DPPH está correlacionada com o teor de compostos fenólicos e antocianinas.
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Frutos tropicais silvestres e polpas de frutas congeladas: atividade antioxidante, polifenóis e antocianinas.

Frutos tropicais silvestres e polpas de frutas congeladas: atividade antioxidante, polifenóis e antocianinas.

Devido à crescente comercialização e ao crescente consumo de frutos tropicais, tanto no mercado brasileiro como internacional, e à sua constante indicação como fonte de antioxidantes, objetiva-se neste trabalho, determinar a sua atividade antioxidante in vitro pelo método do DPPH (SÁNCHEZ- MORENO et al., 1998; KIM et al., 2002) e compará-la com o conteúdo de polifenóis totais e antocianinas das polpas congeladas e comercializadas no Sul do Brasil. As polpas selecionadas foram de amora (Morus nigra), uva (Vitis vinifera), açaí (Euterpe oleracea Mart.), goiaba (Psidium guajava), morango (Fragaria vesca var.), acerola (Malpighia glabra Linn.), abacaxi (Ananas comosus L.), manga (Mangifera indica L.), graviola (Anona muricato L.), cupuaçu (Theobroma grandiflorum), maracujá (Passiflora sp); e os frutos silvestres foram baguaçu (Eugenia umbelliflora Berg) e jambolão (Eugenia jambolana Lam).
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Avaliação físico-química e microbiológica de polpas de frutas congeladas comercializadas em Santarém-PA

Avaliação físico-química e microbiológica de polpas de frutas congeladas comercializadas em Santarém-PA

O presente estudo teve como objetivo a avaliação dos parâmetros físico-químicos e microbiológicos, e da atividade antioxidante de polpas de frutas produzidas e comercializadas no município de Santarém-PA. Foram analisadas três marcas de polpas congeladas de acerola (Malpighia emarginata), cupuaçu (Theobroma grandiflorum) e maracujá (Passiflora edulis), com a finalidade de verificar a sua adequação às normas e aos Padrões de Identidade e Qualidade (PIQ) estipulados pela legislação brasileira. Os parâmetros analisados foram pH, acidez total titulável, sólidos solúveis totais, sólidos totais, cinzas e ácido ascórbico; buscou-se determinar o teor de polifenóis totais e da atividade antioxidante pelo método de DPPH, e foram realizadas análises microbiológicas para pesquisa de bolores e leveduras, coliformes fecais e Salmonella sp. As médias dos tratamentos foram comparadas pelo teste de Tukey, adotando-se o nível de significância 95%. Os resultados revelaram que apenas o parâmetro pH estava de acordo com a legislação. Após a análise de acidez total titulável e sólidos totais, pôde-se constatar que todas as amostras não atenderam aos valores estabelecidos pela legislação. A análise de polifenóis totais e a atividade antioxidante revelaram que as polpas de acerola se destacaram pelo expressivo teor desses componentes, sendo estas consideradas como boa fonte de substâncias antioxidantes. Já os resultados das análises microbiológicas demonstraram que todas as amostras estavam de acordo com a legislação em vigor. As variações reportadas na maioria das análises mostram a necessidade da padronização dos processos produtivos das polpas.
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Determinação de Vitamina C e Atividade Antioxidante de Frutas Nativas do Brasil

Determinação de Vitamina C e Atividade Antioxidante de Frutas Nativas do Brasil

As frutas são um dos importantes componentes de uma dieta saudável. Seu consumo em quantidades adequadas pode reduzir o risco de doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer. Esse alimento é importante porque é uma fonte rica de micronutrientes, fibras e outros componentes com propriedades funcionais. O Brasil ostenta uma grande fonte de espécies tropicais e exóticas ainda pouco exploradas, as quais podem ter um potencial agroindustrial, representando uma excelente perspectiva de oportunidade econômica. Considerando os benefícios do consumo de frutas e o sua importância mercadológica, o objetivo deste estudo foi determinar o conteúdo de vitamina C e a atividade antioxidante de 14 frutos provenientes de diferentes regiões do Brasil ( Pequi, Cajá-Manga, Açaí, Pupunha, Cupuaçu, Jambolão, Butiá, Goiaba, Bananinha do mato, Pitaya, Granadilha, Jenipapo, Cajá e Lima) . A determinação do conteúdo de vitamina C foi realizada com o suco das frutas através de reações com iodo, tiossulfato de sódio, amido e ácido sulfurico e os resultados foram expressos em ácido ascórbico. A atividade antioxidante das frutas foi determinada através da capacidade redutora de ferro – FRAP. As frutas estudadas pouco diferiram em relação ao conteúdo de vitamina C. A pupunha, pitaya e o pequi apresentaram os maiores conteúdos de vitamina C, enquanto que o açaí, jenipapo e o jambolão foram as frutas que apresentaram o menor conteúdo. Em relação a atividade antioxidante por FRAP, foi superior no açaí, goiaba e no jambolão, sendo portanto, estas frutas as mais indicadas para utilização com ação antioxidante.
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Contribuição da vitamina C, carotenóides e compostos fenólicos no potencial antioxidante de produtos comerciais de açaí e cupuaçu

Contribuição da vitamina C, carotenóides e compostos fenólicos no potencial antioxidante de produtos comerciais de açaí e cupuaçu

Um dos setores que vem mostrando constante crescimento é o de frutas frescas e seus derivados, pois estas além de alimentar apresentam certos constituintes que podem auxiliar como coadjuvantes na prevenção de certas doenças. Um desses constituintes são os chamados antioxidantes, que vêm despertando grande interesse tanto para os consumidores quanto para a comunidade científica pelos prováveis efeitos benéficos que podem trazer á saúde. A Amazônia possui um patrimônio riquíssimo em biodiversidade, e devido a esse fato, ela acaba sendo uma das regiões que mais despertam curiosidade nos cientistas. Dentre as frutas encontradas na Amazônia temos o açaí e o cupuaçu, que por possuírem características bastante particulares e por serem exóticas ainda precisam ser bastante estudadas, além disso, essas frutas encontram-se em um mercado com constante crescimento tanto a nível nacional como internacional. Este trabalho objetivou caracterizar produtos comerciais de açaí e cupuaçu, correlacionando a contribuição da vitamina C, carotenóides e compostos fenólicos no potencial antioxidante desses produtos, verificando ainda os parâmetros referentes à qualidade dos produtos obtidos. Foram efetuadas determinações de sólidos solúveis (ºBrix), pH, acidez, açúcares redutores e totais, atividade de água, cor, vitamina C, antocianinas totais, carotenóides totais, compostos fenólicos totais e potencial antioxidante. Ao final do estudo constatou-se que todas as amostras analisadas apresentaram diferença significativa em todos os parâmetros analisados. Para as amostras de açaí, os parâmetros que apresentaram resultados com bastante diferença entre as polpas puras e a polpa adicionada de conservante e sacarose foram a acidez total titulável, sólidos solúveis (ºBrix), açúcares totais, açúcares redutores e açúcares não-redutores. As polpas de açaí tiveram elevados valores para o parâmetro de potencial antioxidante, além de apresentarem também uma importante fonte de vitamina C, podendo ser considerado, portanto, um produto com boas alegações funcionais. Em relação aos parâmetros estipulados para polpa de cupuaçu, todas se encontram dentro dos valores propostos para pH e todas as polpas estão fora dos parâmetros propostos para vitamina C. Os valores de carotenóides totais, bem como o de potencial antioxidante dos produtos de cupuaçu foram relativamente baixos quando comparados com os das polpas de açaí, e não foram encontrados valores de antocianinas totais nestes produtos de cupuaçu. Os compostos fenólicos totais apresentaram correlação significativa e positiva com a capacidade antioxidante tanto nas polpas puras de açaí quanto nas polpas puras de cupuaçu. No caso das polpas de açaí puras, as antocianinas também apresentaram correlação significativa e positiva.
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Caracterização e avaliação das propriedades antioxidantes de filmes biodegradáveis incorporados com polpas de frutas tropicais.

Caracterização e avaliação das propriedades antioxidantes de filmes biodegradáveis incorporados com polpas de frutas tropicais.

O trabalho teve como objetivo desenvolver e caracterizar embalagens ativas fl exíveis formuladas pela incorporação de polpas de frutas tropicais a uma matriz polimérica de amido de mandioca plastifi cada com glicerol, avaliando as propriedades mecânicas, de barreira e a efi cácia antioxidante destas embalagens durante o armazenamento. As embalagens foram produzidas por casting, com concentrações fi xas de amido de mandioca (4,5%) e glicerol (1,0%), e concentrações de polpa de manga, acerola e seriguela entre 5 e 20%. Foram caracterizadas as propriedades de barreira (espessura, umidade, sólidos totais, atividade de água e solubilidade) e propriedades mecânicas dos fi lmes. A ação antioxidante dos aditivos incorporados foi avaliada através do armazenamento do azeite de dendê embalado com os fi lmes contendo os aditivos naturais, monitorando a sua oxidação por 40 dias, sob condições de oxidação acelerada (63%UR/30°C). A adição das polpas de frutas aos fi lmes promoveu um aumento da resistência mecânica. Os fi lmes com as polpas incorporadas desempenharam efeito antioxidante sobre o azeite de dendê durante os 40 dias de armazenamento, podendo ser aplicados para o controle da oxidação deste produto.
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Avaliação da atividade antioxidante e determinação de compostos fenólicos totais de méis produzidos no Pantanal

Avaliação da atividade antioxidante e determinação de compostos fenólicos totais de méis produzidos no Pantanal

na produção de compostos fenólicos pelas plantas desta região com a finalidade de aumentar suas defesas contra possíveis pragas, fungos, bactérias, entre outros, ocasionados durante e após as inundações. Além disso, diferenças na vegetação, solo e temperatura entre esta região e a da fazenda Band’Alta possibilitam a obtenção de tipos de méis diferentes. Segundo Rivero et al. (2001), altas temperaturas também podem fazer com que ocorra o acúmulo de compostos fenólicos, pois conforme relatado, a 25 ºC o teor de fenólicos totais foi de 226,6 mg/100g, enquanto a 35 ºC o teor aumentou para 552,0 mg/100g em amostras de tomate fresco. Considerando que a região da fazenda Band’Alta está localizada a uma maior altitude e com menor temperatura em relação à região da fazenda Nhumirim, pode-se sugerir que estes fatores também estejam relacionados ao menor teor de compostos fenólicos e, consequentemente, menor atividade antioxidante quando comparados com os méis produzidos na região da fazenda Nhumirim.
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Compostos bioativos em frutas cítricas: quantificação, avaliação da atividade antioxidante, parâmetros de cor e efeito da pasteurização

Compostos bioativos em frutas cítricas: quantificação, avaliação da atividade antioxidante, parâmetros de cor e efeito da pasteurização

O Brasil é o maior produtor mundial de laranjas e de suco de laranja concentrado sendo o primeiro lugar em produção ocupado pelo estado de São Paulo. Algumas frutas cítricas, mesmo não sendo popularmente conhecidas como as laranjas doces, demonstram grande interesse por parte de pesquisadores e produtores. A cor é um importante fator de qualidade nos alimentos, pois dela depende a aceitação ou não pelos consumidores e influencia ainda a percepção do aroma, sabor e textura dos alimentos. São fontes de compostos antioxidantes como carotenóides e flavonóides que atuam em defesa ao nosso organismo. O objetivo deste trabalho foi avaliar os teores de carotenóides, flavanonas e cor nas variedades cítricas grapefruit, limão Siciliano, laranja Hamlin e lima da Pérsia. As variedades Lima da Pérsia e limão Siciliano apresentaram coloração menos amarelada em relação à Hamlin e a Grapefruit apresentou uma coloração mais avermelhada que as demais. A hesperidina foi a flavanona encontrada em três das quatro frutas estudadas e o limão Siciliano foi a única fruta que apresentou a flavanona eriocitrina (91,08 mg/L). A laranja Hamlin apresentou todos os carotenóides estudados e o limão Siciliano apenas ȕ-caroteno e ȕ-criptoxantina.
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Capacidade antioxidante de frutas.

Capacidade antioxidante de frutas.

No que se refere à capacidade de seqüestrar o radical DPPH, expressa em percentual de seqüestro (Figura 1) evidencia-se que o(s) composto(s) ativo(s) presente(s) nos extratos atua(m) como doador de hidrogênio ao radical, entretanto esta ação é diferenciada entre as frutas. A capa- cidade de seqüestro de todos os extratos acetônicos, exceto o da acerola, goiaba, manga espada e pinha, foi menor do que a exibida pelos extratos aquosos, possivelmente devi- do à diversidade dos componentes bioativos extraídos pe- los procedimentos de extração utilizados, especialmente no que se refere à classe dos compostos. Wu et al. (2004), avaliando a ação antioxidante de frutas disponíveis no mercado dos Estados Unidos, evidenciaram que a fração hidrofílica, na qual os compostos fenólicos predominavam, apresentou a maior capacidade de seqüestrar radical livre pelo método ORAC (capacidade de absorção do radical oxigênio) do que a fração lipofílica. Estes autores ressaltam que os compostos fenólicos da fração hidrofílica são res- ponsáveis por mais de 90% da capacidade antioxidante total das frutas estudadas.
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Avaliação de compostos com atividade antioxidante de extratos de Açaí de Juçara (Euterpe edulis Mart.) e aplicação em sorvete diet

Avaliação de compostos com atividade antioxidante de extratos de Açaí de Juçara (Euterpe edulis Mart.) e aplicação em sorvete diet

Após a polpa de Açaí Juçara liofilizada ter sido submetida a extração com diferentes solventes, os tratamentos T1 (água) e T3 (etanol 70%) conforme são apresentados na Tabela 3, não possuem diferença significativa entre si quando comparado o teor de compostos fenólicos totais (CFT). A média total do teor de CFT variou de 345,32 a 93,99 mg GAE/g. O menor teor de CFT foi encontrado no T2 (etanol 99,8%), diferindo estatisticamente dos demais tratamentos. Diferença essa sendo justificada pela polaridade dos solventes, onde este estudo mostra que solventes polares e com polaridade média apresentam maior capacidade de extrair CFT. Os resultados dos CFT deste estudo foram maiores quando comparado com os resultados apresentados por Kang et al. (2012), onde os mesmos avaliaram o CTF de diferentes espécies de açaí do estado do Pará, Brasil, e os valores variaram de 31,2 a 73,0 mg GAE/g.
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Análises físico-químicas de polpas de frutas e avaliação dos seus padrões de identidade e qualidade

Análises físico-químicas de polpas de frutas e avaliação dos seus padrões de identidade e qualidade

As polpas de frutas são produtos que agregam valor econômico as frutas e aproveitam o excedente da produção das mesmas. Apresentam boa aceitação mercadológica em virtude de sua praticidade e pela diversidade de sabores disponíveis o ano inteiro. Com o objetivo de avaliar a qualidade das polpas de frutas através dos parâmetros físico-químicos e o perfil dessas indústrias produtoras, foram analisadas 36 amostras de polpas de frutas congeladas de três marcas comercializadas no Rio Grande do Norte, sendo 14 da marca A, 12 da marca B e 10 da marca C, que correspondeu a 14 sabores diferentes, dos quais, 10 apresentam Padrões de Identidade e Qualidade (PIQ’S) estabelecidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), totalizando 27 amostras com PIQ’S. Realizaram-se as seguintes análises físico-químicas nas amostras de polpas de frutas: Sólidos totais, sólidos solúveis totais, pH, acidez titulável, açúcares totais e a determinação do ácido ascórbico. O percentual de reprovação para cada parâmetro avaliado foi de 37,04% nos sólidos solúveis totais, 22,22% para sólidos totais e acidez titulável, 7,40% em relação ao pH. Os açúcares totais se encontraram dentro dos requisitos exigidos pelo MAPA e o teor de ácido ascórbico, determinado apenas nas polpas de acerola e caju, apresentou uma não conformidade na polpa de acerola da marca B. O percentual de reprovações das polpas com PIQ’s foi de 59% sendo as marcas A, B e C responsáveis por 3,70%, 33,33% e 22,22% respectivamente. As polpas que não dispõem de padrões estabelecidos como a polpa de abacaxi, apresentaram valores similares entre as marcas e dados da literatura, ao contrário das polpas de ameixa, jaca e tamarindo que divergiram bastante em parâmetros como sólidos totais e sólidos solúveis totais. O estudo demonstra a necessidade de um maior controle de qualidade por parte dos produtores com relação à matéria-prima, seu processamento, acondicionamento, armazenamento e a importância de se estabelecer os PIQ’s para sabores ainda não contemplados pela legislação vigente, mas já bastante comercializados.
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Estudo do comportamento reológico de polpas de frutas

Estudo do comportamento reológico de polpas de frutas

De acordo com a Resolução - CNNPA nº 12, de 1978 da ANVISA , o produto deve ser preparado com frutas sãs, limpas e isentas de parasitos e de detritos animais ou vegetais. Não deve conter fragmentos das partes não comestíveis da fruta, nem substâncias estranhas à sua composição normal, exceto as previstas nesta Norma. Será tolerada a adição de sacarose em proporção a ser declarada no rótulo. Quanto às características organoléticas, devem apresentar:

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Avaliação da atividade antioxidante e quantificação dos principais constituintes bioativos de algumas variedades de frutas cítricas

Avaliação da atividade antioxidante e quantificação dos principais constituintes bioativos de algumas variedades de frutas cítricas

Esse comportamento se deve ao fato de que todas as variedades apresentaram, com exceção do tahiti, em seus cromatogramas um pico, não identificado, com característica de flavanona (Figura 5, 6, 7 e 8), sendo essa característica confirmada pelos espectros de cada variedade (Figura 11). No entanto, alguns autores em seus estudos confirmaram a presença da narirutina em diferentes variedades de tangerinas (XU et al., 2008; PETERSON et al,, 2006; DHUIQUE-MAYER et al.,2005), logo pode ser que esta flavanona não identificada em nossos estudos seja a narirutina e ainda que ela esteja influenciando na atividade antioxidante das frutas e por isso o limão tahiti que não conteve essa flavanona em nossos estudos, apresentou uma atividade antioxidante inferior que as demais variedades que apresentam a mesma. Outro fator importante também é o alto teor de acidez do suco do limão tahiti. Essa acidez pode ter afetado e contribuído para a degradação dos extratos das flavanonas no suco quando estes foram estocadas para posterior análise.
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ATIVIDADE ANTIOXIDANTE E FENOIS TOTAIS DE FRUTAS DE CAMPOS DOS GOYTACAZES RJ

ATIVIDADE ANTIOXIDANTE E FENOIS TOTAIS DE FRUTAS DE CAMPOS DOS GOYTACAZES RJ

O consumo de frutas, hortaliças e condimentos têm aumentado principalmente em decorrência do seu valor nutritivo e dos seus efeitos terapêuticos. Esses alimentos apresentam substâncias que estão relacionadas com efeitos benéficos ao organismo humano, como a ação antioxidante, o que certamente vem contribuindo para uma contínua melhoria da saúde humana, com o retardo do envelhecimento e a prevenção de certas doenças. Entre as várias substâncias que têm sido consideradas responsáveis por essa proteção, podem ser citados alguns pigmentos como os carotenóides, betalaínas e os flavonóides (substâncias fenólicas). O objetivo deste trabalho foi avaliar a atividade antioxidante e o teor de fenóis totais na casca e polpa dos frutos: ameixa, laranja, maçã e kiwi que foram adquiridas em mercados de Campos dos Goytacazes-RJ. A atividade antioxidante foi avaliada pelo método do DPPH e a quantificação de compostos fenólicos foi realizada por Folin-Denis. Observou-se que a casca de todas as frutas avaliadas neste trabalho apresentaram conteúdos de fenóis totais superiores ao da polpa, sendo que o kiwi apresentou maiores valores (1273,4 mg/100g e 981,8 mg/100g para casca e polpa, respectivamente). Em relação a atividade antioxidante, a polpa e a casca de todas as frutas apresentaram valores acima de 85% de sequestro de radicais livres, exceto a laranja que apresentou 51,88% e 59,87% de sequestro de radicais livres para a casca e polpa, respectivamente. Contudo, os resultados obtidos neste trabalho fazem destas frutas uma fonte promissora de compostos antioxidantes, cujo cultivo e consumo deveriam ser estimulados no comércio local.
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Avaliação da atividade antioxidante e determinação do conteúdo de flavonoides em chás comercializados na cidade do Recife

Avaliação da atividade antioxidante e determinação do conteúdo de flavonoides em chás comercializados na cidade do Recife

O extrato seco foi diluído em metanol P.A numa concentração de 0,5 mg/mL em balão volumétrico de 100 mL, em triplicata. Alíquotas de 100 a 1000 µL de cada extrato foram transferidos para tubos de ensaio, aferindo-se o volume final para 5 mL com metanol P.A. As concentrações finais dos extratos foram de 10-500 µg/mL. Após a diluição dos extratos, 0,5 mL desses são transferidos para os tubos de ensaio, em duplicada, e em seguida adicionados a cada tubo, 3 mL da solução de DPPH a 40 µg/mL (ou 3 mL de metanol para fazer o branco). Para a solução padrão de ácido ascórbico (0,5 mg/ml), o prodecimento acima é repetido, apresentando concentrações finais de 5-50 µg/mL As soluções foram agitadas cuidadosamente e deixadas em repouso por 30 minutos, ao abrigo da luz, à temperatura ambiente. A absorbância da mistura foi medida a 517 nm, contra um branco preparado com metanol. A solução do controle negativo consiste na utilização da solução de DPPH a 50 µg/mL. A atividade de remoção de radicais livres foi expressa como a Concentração Eficiente capaz de capturar 50% dos radicais (CE 50 ).
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Avaliação in vitro do potencial antioxidante de frutas e hortaliças.

Avaliação in vitro do potencial antioxidante de frutas e hortaliças.

A cenoura, além de ser boa fonte de vitamina C, contém o pigmento carotenóide, responsável pela coloração amarela da mesma. O efeito protetor dos carotenóides, em especial do -caroteno, demonstrado em diferentes modelos experimentais in vitro e in vivo, tem sido atribuído mais a uma ação do próprio pigmento do que dos retinóides produzidos a partir do seu metabolismo endógeno (SILVA & NAVES, 2001; STEŠKOVÁ et al., 2006). Segundo Rao & Rao (2007), as frutas e hortaliças constituem a maior fonte de carotenóides da dieta humana. Os carotenóides são responsáveis por propriedades benéficas das frutas e hortaliças na prevenção de doenças humanas incluindo doenças cardiovasculares, câncer e outras doenças crônicas.
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Caracterização e avaliação da qualidade de polpas de açaí industrializadas e perfil de ácidos graxos do fruto do açaizeiro

Caracterização e avaliação da qualidade de polpas de açaí industrializadas e perfil de ácidos graxos do fruto do açaizeiro

A polpa concentrada de açaí (açaí grosso ou especial, com teor de sólidos totais superior a 14%), é considerada um alimento de alto valor energético, atribuído ao teor de lipídeos em elevadas concentrações, alcançando grande aceitação no mercado regional, sendo procurada por uma parcela expressiva de esportistas e freqüentadores de academias de fisicultura em busca de alimentos saudáveis e de seus propalados efeitos energéticos. A polpa também é rica em minerais e flavonóides, destacando-se dentre estes as antocianinas, pigmentos responsáveis por sua cor violácea, de eficácia comprovada no combate ao colesterol, por neutralizarem os radicais livres, podendo reduzir os riscos de câncer (ALIMENTOS FUNCIONAIS, 2000).
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Atividade antioxidante de extrato de Açaí de Juçara (Euterpe edulis Mart.) e aplicação em iogurtes

Atividade antioxidante de extrato de Açaí de Juçara (Euterpe edulis Mart.) e aplicação em iogurtes

A determinação da atividade antioxidante por meio da redução do ferro (FRAP) foi realizada conforme metodologia descrita por Kukić et al., (2008). O reagente FRAP foi preparado no momento da análise, através da mistura de 25 mL de tampão acetato (300 mM, pH 3,6), 2,5 mL de solução TPTZ (10 mM TPTZ em 40 mM HCl), e 2,5mL de FeCl 3 (20 mM), em solução aquosa. Uma alíquota de 100 μL das amostras foram adicionadas a 3 mL do reagente FRAP e incubado a 37 °C em banho-maria por 30 minutos. As absorbâncias foram medidas após esse tempo e o espectrofotômetro zerado com a solução FRAP. A curva de calibração foi desenvolvida com sulfato ferroso (200 a 2000 μM), e os resultados expressos em μmol Fe 2+ .g -1 de amostra.
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Caracterização de um "blend" tropical elaborado com polpas de maracujá, acerola e taperebá.

Caracterização de um "blend" tropical elaborado com polpas de maracujá, acerola e taperebá.

Passion fruit, yellow mombin and acerola are very well known tropical fruits commercialised in the North and Northeast regions of Brazil. The de- velopment of products based on these fruits has been well accepted, due to their flavours and functional characteristics. A mixed nectar was ela- borated using these fruits, pasteurised at 90ºC/60sec and stored without refrigeration. The product was characterised and evaluated for two months through analysis of pH, total titratable acidity, soluble solids and a sensory evaluation (acceptance for overall impression and intention to buy). The results indicated good sensory acceptance of the mixed nectar, showing 84,11% acceptance for overall impression and 92,00% for intention to buy. The characterisation of the pasteurised blend generated the following results: pH of 3,3; total titratable acidity 0,72%; moisture 87,43%; total protein 0,28%; ashes 0,16%; lipids 0,29%; fibers 0,52%; total carbo- hydrates 11,84%; resulting a blend of energetic value of 51,09 kcal/100g. The contents of vitamin C and total carotenoids were 59.94mg/100mL and 5.91 mg/g, respectively. All the values obtained are according to the values usually obtained to fruit juices. Vitamin C levels indicate that only 100mL provide 99,9% of the Recommended Dietary Allowances by ANVI- SA for healthy adults. For this reason and its nice flavour the final product is very well recommended as a new option of technological use.
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