Top PDF Determinação de ferro e composição centesimal de farinhas de trigo e milho

Determinação de ferro e composição centesimal de farinhas de trigo e milho

Determinação de ferro e composição centesimal de farinhas de trigo e milho

Almejando diminuir os índices de anemia ferropriva no Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) determina, por meio da RDC nº 150 de 13 de abril de 2017, que todas as farinhas de milho e trigo fabricadas no país sejam fortificadas com ferro, com uma quantidade mínima de 4 mg e máxima de 9 mg de ferro a cada 100g do produto. Diante disto, este trabalho teve como objetivo avaliar as concentrações de ferro presentes em 6 marcas diferentes, sendo três marcas de farinhas de trigo (T1, T2 e T3) e, três marcas de farinhas de milho (M1, M2 e M3), de três lotes para cada fabricante, produzidas e distribuídas na região Oeste do Paraná, bem como quantificar a composição centesimal para cada fabricante e comparar os resultados com a legislação e com os valores fornecidos nos rótulos. Os valores médios de ferro encontrados nas amostras foram: 2,58 mg/100 g para T1, 1,67 mg/100 g para T2, 1,62 mg/100 g para T3 e, 1,89 mg/100 g para M1, 1,90 mg/100 g para M2 e 2,64 mg/100 g. Todas as farinhas indicaram valores abaixo do mínimo preconizado. Tais resultados mostraram uma falta de controle durante o processo ou ainda que não houve um processo de fortificação, uma vez que estes valores estão próximos dos índices de ferro contidos naturalmente nas farinhas. Quanto à composição centesimal, apenas 1 amostra entre as 6 possuía resultados em desacordo com as legislações, apresentando um valor superior a 15% para umidade e um valor inferior a 6 g para proteínas. Em relação às divergências encontradas entre os valores obtidos com os valores expressos nas tabelas nutricionais, 3 das 6 marcas analisadas apresentaram valores distintos dos declarados pelos fabricantes.
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Consumo alimentar e concentrações intraeritrocitárias  de folato em mulheres em idade reprodutiva  do Recife/PE, após a regulamentação da fortificação das  farinhas de trigo e milho com ferro e ácido fólico

Consumo alimentar e concentrações intraeritrocitárias de folato em mulheres em idade reprodutiva do Recife/PE, após a regulamentação da fortificação das farinhas de trigo e milho com ferro e ácido fólico

Considerando que cerca de 50% das gestações não são planejadas, e somando-se ao fato de o tubo neural se formar antes que a maioria das mulheres descubra que está grávida, a fortificação pode ser uma medida preventiva para corrigir deficiências nutricionais, como também, manter o estado nutricional adequado de populações ou grupos específicos. No Brasil, através da Resolução do Ministério da Saúde - RDC n° 344 de 13 de dezembro de 2002, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) aprovou o Regulamento Técnico para Fortificação das Farinhas de Trigo e das Farinhas de Milho com Ferro e Ácido Fólico, e desde junho de 2004 cada 100g dessas farinhas passaram a oferecer, no mínimo, 4,2mg de ferro e 150µg de ácido fólico. Porém, são escassas as contribuições na literatura especializada referentes à associação entre a ingestão de folato no período pré-concepção e o seu efeito nas reservas de folato intra-eritrocitário, após a implantação do programa de fortificação das farinhas enriquecidas no Brasil.
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Análise do processo de implementação da estratégia de fortificação obrigatória das farinhas de trigo e de milho com ferro e ácido fólico no Brasil

Análise do processo de implementação da estratégia de fortificação obrigatória das farinhas de trigo e de milho com ferro e ácido fólico no Brasil

Para realização desse estudo definiu-se o corpus de análise a partir da seleção dos documentos oficiais do Ministério da Saúde e da ANVISA, de acordo com os seguintes critérios: a) registro do tema “fortificação obrigatória de alimentos”, b) aspectos intrínsecos dos documentos segundo o escopo – estratégia de fortificação obrigatória como ação complementar as demais ações de prevenção da anemia ferropriva em pré-escolares e gestantes e dos Defeitos do Tubo Neural em nascidos vivos (Apêndice A - Política Nacional de Alimentação e Nutrição e Compromisso Social no Combate da Anemia por Carência de Ferro no Brasil); caráter normativo (Apêndice A – Portarias e Resoluções); registro do processo democrático participativo de elaboração da estratégia (Apêndice A – Consultas Públicas), e sistematização do processo de planejamento da fortificação obrigatória das farinhas de trigo e de milho (Apêndice A – Memórias de reuniões). Esses critérios se basearam nas regras de exaustividade, homogeneidade e pertinência citadas por Bardin (1977; 2011). Ao todo foram selecionados quinze documentos oficiais.
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Avaliação do teor de ferro e zinco e composição centesimal de farinhas de trigo e milho enriquecidas.

Avaliação do teor de ferro e zinco e composição centesimal de farinhas de trigo e milho enriquecidas.

O objetivo deste trabalho foi avaliar o teor de ferro e zinco e a composição centesimal de farinhas de trigo e milho enriquecidas. Para a avaliação das concentrações de ferro e zinco, aplicou-se a técnica de Espectrometria de Absorção Atômica com Chama. Foram utilizados os métodos oficiais de análise para a determinação de umidade, cinzas, proteínas, carboidratos e lipídeos. Os dados obtidos foram comparados aos valores declarados nos rótulos dos produtos e às especificações recomendadas pela Legislação Brasileira. A concentração de ferro estava acima do especificado para a maioria das amostras. O teor de zinco variou entre 0,6 e 1,5 mg/100 g. Constatou-se que todas as farinhas avaliadas apresentaram características físico-químicas compatíveis com a Legislação. Já em relação ao rótulo dos produtos, verificou-se haver variação entre os valores obtidos e aqueles apresentados na embalagem, para algumas amostras. Os resultados obtidos no trabalho são de grande importância para o alcance dos objetivos da obrigatoriedade do enriquecimento de farinhas.
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IMPACTO DE POLÍTICAS PÚBLICAS SOBRE A DEFICIÊNCIA DE FERRO NA POPULAÇÃO BRASILEIRA: FORTIFICAÇÃO DE FARINHAS DE TRIGO E MILHO E O PROGRAMA NACIONAL DE SUPLEMENTAÇÃO DE FERRO

IMPACTO DE POLÍTICAS PÚBLICAS SOBRE A DEFICIÊNCIA DE FERRO NA POPULAÇÃO BRASILEIRA: FORTIFICAÇÃO DE FARINHAS DE TRIGO E MILHO E O PROGRAMA NACIONAL DE SUPLEMENTAÇÃO DE FERRO

Embora estudos clínicos controlados realizados no Brasil e em outros países tenham demonstrado a eficácia do consumo de alimentos fortificados sobre a deficiência de ferro, a literatura demonstra que a política brasileira de fortificação das farinhas de trigo e milho não apresentou a eficácia desejada na prevenção desse desfecho. Isso demonstra a necessidade de monitoração e avaliação desse programa a nível nacional, avaliando, entre outros fatores, a quantidade de alimento fortificado consumida (se o consumo do alimento é adequado para suprir as necessidades de ferro a nível populacional), o estado nutricional do ferro na população brasileira, (incluindo a avaliação de biomarcadores do estado desse mineral, como ferro sérico, capacidade total de ligação do ferro e ferritina), bem como a qualidade e biodisponibilidade do ferro dos alimentos fortificados.
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Determinação de ácido fólico por CLAE em farinhas de trigo e de milho fortificadas e avaliação da sua retenção em preparações submetidas a diferentes métodos de cocção

Determinação de ácido fólico por CLAE em farinhas de trigo e de milho fortificadas e avaliação da sua retenção em preparações submetidas a diferentes métodos de cocção

O ácido fólico é uma vitamina sintética comumente utilizada para fortificação alimentar. Trata-se de um composto essencial, que deve ser ingerido pelos humanos a fim de evitar manifestações patológicas graves tais como defeitos de formação do tubo neural. O ácido fólico é considerado uma molécula estável, contudo, são limitados os estudos direcionados para a avaliação da sua estabilidade em alimentos submetidos a diferentes métodos de cocção. O presente estudo teve como objetivo avaliar o teor de ácido fólico em farinhas fortificadas e a sua estabilidade em preparações submetidas a diferentes métodos de cocção. O teor de ácido fólico foi determinado em farinhas de trigo e de milho comercialmente fortificadas, fortificadas em laboratório bem como em suas preparações submetidas ao calor seco e úmido por meio do emprego de três diferentes métodos de cocção: forno convencional (bolo de trigo, pão de forma e bolo de milho), imersão em água (molho branco) e vapor de água (cuscuz). As análises para determinação do ácido fólico foram realizadas empregando-se a cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE) acoplada ao detector por arranjo de diodos e à espectrometria de massas e também por espectroscopia de infravermelho. A curva de calibração construída utilizando-se a técnica cromatográfica com detecção por arranjo de diodos apresentou boa faixa de linearidade com R 2 de
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Validação do método de quantificação de micotoxinas por LCMS/MS em farinhas de trigo, aveia e milho

Validação do método de quantificação de micotoxinas por LCMS/MS em farinhas de trigo, aveia e milho

A etapa final do processo envolve a determinação qualitativa e quantitativa da micotoxina. Têm sido desenvolvidos métodos analíticos para a determinação de micotoxinas que normalmente envolvem técnicas cromatográficas. A maior parte dos métodos utiliza a cromatografia líquida de alta eficiência (HPLC). Também podem ser utilizados outros métodos como a cromatografia gasosa (GC), a cromatografia em camada fina (TLC), entre outros. Métodos alternativos baseados em imunodeteção, como ELISA, também têm encontrado ampla aplicação em análise de micotoxinas. TLC e ELISA são talvez as técnicas mais simples e mais amplamente utilizadas para a monitorização qualitativa e semi-quantitativa de micotoxinas, e são úteis para a triagem e análise de rotina de um grande número de amostras. Apesar de não exigirem equipamentos caros ou manuseamento altamente treinado, são técnicas menos precisas e sensíveis. Embora os métodos ELISA sejam amplamente utilizados para o rápido rastreio qualitativo e semi-quantitativo de micotoxinas, não são úteis para proporcionar uma determinação quantitativa. Assim, os métodos analíticos para determinar micotoxinas, devem ser sensíveis, específicos, exatos e precisos e, são necessários para cumprimento de legislação e levantamentos com o objetivo de determinar a exposição às micotoxinas. [65]
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Impacto da fortificação das farinhas com ferro no controle da anemia em gestantes:...

Impacto da fortificação das farinhas com ferro no controle da anemia em gestantes:...

estudos experimentais que adotaram o aumento do consumo do ferro como estratégia com vistas ao controle da anemia mostrou resultados positivos, os resultados que vem sendo divulgados após a implantação do Programa de Fortificação das Farinhas mostram-se divergentes aqui no Brasil, diferentemente de países europeus onde a efetividade desta estratégia tem sido alcançada amplamente (RAMAKRISHNAN e YIP, 2002). Como pode ser visto no Quadro 3, a maior parte dos estudos que compõem o projeto “Impacto da Fortificação das farinhas de trigo e de milho com ferro e ácido fólico, na concentração de hemoglobina de gestantes atendidas em serviços de saúde da rede pública”, do qual este estudo faz parte, mostrou a manutenção da prevalência de anemia nos dois períodos, sendo poucos os resultados positivos e havendo, mesmo, resultados negativos o que, obviamente, não pode ser atribuído à fortificação.
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Determinação do teor de ferro em amostras de farinha de trigo

Determinação do teor de ferro em amostras de farinha de trigo

O Brasil vem tomando medidas para o combate à anemia ferropriva no país. Dessa forma, é exigido que as farinhas de trigo e farinhas de milho sejam enriquecidas ou fortificadas com 4,2 mg de ferro e 150 µg de ácido fólico para cada 100 g de farinha, de acordo com a Resolução nº 344, de 13 de dezembro de 2002. Essa resolução será substituída até 2019 pela Resolução nº 150, de 13 de abril de 2017, a qual requer que as farinhas contenham de 4 a 9 mg de ferro e 100 a 200 µg de ácido fólico a cada 100 g de farinha. Assim, este trabalho propõe a análise do teor de ferro em farinhas de trigo de uso doméstico e de panificação por espectrometria por absorção atômica com emissão de chama. Além disso, foram também analisada pelo mesmo método, amostras de farinha de trigo sem a fortificação. Para isso, utilizou-se 1 g de cada amostra, as quais foram preparadas por digestão por via úmida utilizando ácido nítrico e peróxido de hidrogênio. Os resultados encontrados para o teor médio de ferro, em mg/100g de farinha, são: 10,90 para a marca A; 11,57 para a marca B; 8,93 para a marca C; 8,16 para a marca D; 7,68 para a marca E e 1,74 para a farinha não fortificada. O teor de ferro encontrado nas amostras analisadas está de acordo com a legislação vigente.
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Composição centesimal e teor de b-glucanas em cereais e derivados.

Composição centesimal e teor de b-glucanas em cereais e derivados.

Diferenças significativas entre valores determinados e declarados no rótulo dos produtos comerciais, se de- ram no caso da fibra. Os declarados eram menores que os determinados pelo método enzímico-gravimétrico. Somente em 3 amostras estes valores coincidiram (amos- tras 12, 13 e 14). Em duas delas os valores declarados eram 10 vezes menores que os determinados (amostras 1 e 2). Duas amostras declaravam valores de fibra entre 3 e 6 vezes menores que os determinados (amostras 7 e 8). Nas demais amostras os valores declarados eram entre 1 e 2 vezes menores que os determinados (amostras 3,4,5,6,9,10 e 11). Provavelmente as diferenças se de- vem à metodologia utilizada na determinação de fibra, que não deve ser a mais adequada. Valores baixos de fibra superestimam o valor dos carboidratos disponíveis, quando calculados por diferença e, conseqüentemente, superestimam o valor calórico do produto. Além disso, para calcular as calorias, alguns dos produtos comerci- ais incluíam o teor de fibra, e sabemos que a fibra ali- mentar, cumpre um papel fisiológico mas, não tem valor calórico.
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Avaliação da composição centesimal, aminoácidos e mercúrio contaminante de surimi.

Avaliação da composição centesimal, aminoácidos e mercúrio contaminante de surimi.

A produção de surimi no Brasil ainda constitui atividade pouco explorada, mas com grande potencial de crescimento, seguindo tendências internacionais. O surimi representa uma nova fonte e uma alternativa promissora na elaboração de produtos alimentícios de alto valor nutricional (hambúrgueres, salsichas, análogos de peixe), e de hidrolisados protéicos. Foi objetivo caracterizar um tipo de surimi, produzido a partir de peixes marinhos, visando contribuir para o estabelecimento de padrões de identidade e qualidade deste produto. O surimi foi estudado durante um ano em termos de composição centesimal, perfil de aminoácidos e níveis de mercúrio. O teor de umidade da amostra oscilou entre 79,5 e 88,7%, decorrente da eficiência do processo de centrifugação e da sazonalidade das espécies de peixe. Os teores protéicos variaram ao longo do ano entre 83,5 a 90,7% em b.s., os teores lipídicos foram reduzidos e os de carboidratos, insignificantes. Os valores calóricos variaram entre 43 e 73 kcal/100 g, com um valor médio de 58 kcal/100 g no produto integral. O perfil de aminoácidos manteve-se praticamente constante, a composição foi balanceada, rica em aminoácidos essenciais, atendendo aos requerimentos nutricionais. Os teores de mercúrio total foram inferiores ao limite de 0,5 mg/kg estabelecido pela legislação brasileira para “produtos da pesca”.
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Análise da composição centesimal e perfil de ácidos graxos e crustáceos

Análise da composição centesimal e perfil de ácidos graxos e crustáceos

A composição química dos alimentos é muito importante para o esclarecimento dos seus valores nutritivos, bem como para subsidiar a determinação de dietas adequadas a certos grupos populacionais. Belda e Pourchet-Campos (1991) descreve que as estruturas químicas dos compostos que integram os alimentos são, em geral, as responsáveis pelo seu desempenho metabólico, respondendo pelos aspectos nutricionais verificados após o seu uso. O autor ressalta também que, em inúmeros casos, as características físicas e físico-químicas dos alimentos têm significado sobre as respostas metabólicas obtidas pelos organismos que os consomem, daí sua importância no estudo de alimentos.
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Composição centesimal e perfil dos ácidos graxos de sementes de porongo.

Composição centesimal e perfil dos ácidos graxos de sementes de porongo.

O fruto do porongueiro se destina à fabricação de cuias, utensílios e artesanatos. Em regiões produtoras comerciais de porongo, grande quantidade de frutos e, por conseguinte, de sementes são descartadas durante o processo de produção agrícola e industrialização. Nesse sentido, este estudo teve por objetivo avaliar a composição centesimal e o perfi l dos ácidos graxos presentes nas sementes de porongo com vistas ao seu uso como matéria prima e alimento. Amostras de sementes de plantas de porongo, semeadas em diferentes épocas de semeadura, foram coletadas em um experimento no município de Rondinha – RS, no ano de 2008. Após secagem das sementes, fez-se a separação e determinação da proporção entre cascas e amêndoas. As amêndoas foram submetidas à avaliação do teor de lipídios, cinzas, proteína bruta, fi bra bruta e carboidratos. A composição dos ácidos graxos presentes nos lipídios foi determinada por cromatografi a gasosa. As sementes apresentaram elevado teor de carboidratos (33,0%), lipídios (37,6%) e proteína (25,2%), sendo que os teores desses componentes não foram afetados pelas épocas de semeadura das plantas. Entretanto, nas plantas semeadas na época mais tardia do ano (terceira época-21/10), elas apresentaram ciclo mais curto (tempo entre semeadura e senescência das plantas, de 149 dias) e frutos cujas amêndoas das sementes apresentaram maior proporção relativa de ácidos graxos insaturados (79,5%). Os ácidos graxos predominantes em ordem decrescente foram ácido linoleico (C18:2, ômega-6), ácido palmítico (C16:0), ácido oleico (C18:1, ômega 9) e ácido esteárico (C18:0). Os resultados da composição centesimal e do perfi l dos ácidos graxos sugerem que as sementes de porongo apresentam um potencial alimentício que necessita ser melhor estudado, com vistas à sua exploração.
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Composição centesimal de biomassa bacteriana produzida em efluente industrial

Composição centesimal de biomassa bacteriana produzida em efluente industrial

O efluente produzido pelas indústrias alimentícias pode ser utilizado como substrato para o cultivo de bactérias fotossintetizantes. Tais microorganismos são capazes de reduzir a matéria orgânica do resíduo líquido e gerar uma massa celular com alto valor nutricional. Para se utilizar essa biomassa como ingrediente de ração animal, é necessário conhecer suas características de composição. O objetivo deste trabalho foi investigar a composição centesimal da biomassa da bactéria fototrófica Rubrivivax gelatinosus produzida em efluente de indústria de abate e processamento de tilápias. Para o cultivo microbiano, o efluente tratado foi transferido para provetas de vidro de tampa e boca esmerilhadas e inoculado em nível de 1% (v/v) com a bactéria. Nas provetas foi mantida atmosfera de anaerobiose e os cultivos foram realizados a 1.400 ± 200 lux, sob temperatura de 30 ± 2ºC durante 10 dias. Ao final do período de produção, o cultivo foi microfiltrado e centrifugado a 3.400 x g durante 30 min a 5 o C. Após este procedimento, o sobrenadante foi descartado e o resíduo obtido foi congelado a -20 o C e submetido à liofilização durante 48 horas. O material obtido foi pulverizado em almofariz, pesado e armazenado a vácuo e ao abrigo da luz. Para a determinação da composição centesimal, foram realizadas as seguintes determinações: umidade, em estufa a 105 o C; proteínas, pelo método de micro Kjeldahl; lipídios, por extração em éter sulfúrico e cinzas, por incineração em mufla a 550 o C. A concentração de carboidratos foi determinada por diferença. Foram realizadas seis repetições do experimento e as análises foram realizadas em duplicata. A biomassa de R. gelatinosus apresentou 57% de proteínas, 23% de carboidratos, 11% de lipídeos, 5% de umidade e 4% de cinzas. Comparado com teores protéicos de outros ingredientes utilizados na ração para frangos de corte, o da biomassa bacteriana é um dos mais altos. Dessa forma, verifica-se que a biomassa de R. gelatinosus apresenta elevado teor protéico e energéticos, podendo encontrar aplicação como ingrediente de rações para animais.
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Composição centesimal e teor de colesterol do camarão branco do Pacífico.

Composição centesimal e teor de colesterol do camarão branco do Pacífico.

O objetivo deste estudo foi determinar a composição centesimal e o teor de colesterol da carne do camarão branco do Pacífico (Litopenaeus vannamei), oriundo de uma fazenda localizada no estado do Rio Grande do Norte, Brasil. As análises na porção muscular do camarão foram realizadas após a retirada do cefalotórax e exoesqueleto. De acordo com os resultados obtidos, os teores de umidade, proteínas, cinzas, lipídios e colesterol apresentaram valores médios de 74,1g 100g -1 , 21,9g 100g -1 , 1,5g 100g -1 , 0,3g 100 g -1 e

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NÍVEIS DE ADUBAÇÃO NA COMPOSIÇÃO CENTESIMAL E ATIVIDADE ANTIOXIDANTE DE BERINJELA

NÍVEIS DE ADUBAÇÃO NA COMPOSIÇÃO CENTESIMAL E ATIVIDADE ANTIOXIDANTE DE BERINJELA

Segundo a Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TACO, 2011), os frutos de berinjeleira apresentam em média 93,8% de umidade, 1,2% de proteína, 0,1% de lipídeos, 4,4% carboidratos, 2,9% de fibra alimentar, 0,4% de cinzas. Uma porção de 100 gramas encerra em média 9 mg de cálcio, 13 mg de magnésio, 0,10 mg de manganês, 20 mg de sódio, 205 mg de potássio, 0,1 mg de zinco e 3,0 mg de vitamina C (TACO, 2011). A berinjela é uma boa fonte de sais minerais (cálcio, fósforo, potássio e magnésio), vitaminas (A, timina, riboflavina, niacina e C) e saponinas. Além de rica em fibras e baixo teor lipídico, contém uma variedade de fitoquímicos, como polifenóis (ácido ascórbico, tirosina, ácido clorogênico, ácido cafeico; e ácido ferúlico), que conferem importantes benefícios à saúde (MANACH et al., 2004).
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Panorama de OGM’S na cadeia de suprimentos de farinhas e preparados a base de trigo

Panorama de OGM’S na cadeia de suprimentos de farinhas e preparados a base de trigo

Ainda segundo o autor anterior, posteriormente este Decreto foi revogado pelo Decreto 4.680 de 2003 onde neste, a rotulagem se estendeu para todos os alimentos embalados, in natura ou a granel, que contenham mais de 1% de OGM em sua composição, inclusive para alimentos de origem animal que possuírem transgênicos em sua composição; além de exigir a identificação da espécie doadora do gene, da indicação de uma das seguintes expressões: “(nome do produto) transgênico”, “contém (nome do ingrediente ou ingredientes) transgênico(s)” ou “produto produzido a partir de (nome do produto) transgênico”. Em 2003, também foi criado o símbolo do transgênico que deve constar nas embalagens de produtos transgênicos ou derivados que se encontram em situação conforme estipulada pela Portaria nº 2658, de 22 de dezembro de 2003.
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Absorção de água e propriedades espumantes de farinhas extrusadas de trigo e soja.

Absorção de água e propriedades espumantes de farinhas extrusadas de trigo e soja.

A AA é uma propriedade relevante para aplicações em produtos cárneos, pães e bolos; valores altos de AA são importantes para ajudar a manter a umidade dos mesmos [7]. As farinhas extrusadas de trigo e soja (90:10) deste presente trabalho, mostraram valores de AA maiores do que aqueles obtidos para farinha de trigo crua (controle) e farinha mista crua (controle). desta maneira, as farinhas extrusadas estudadas podem ser desejáveis nos produtos cárneos e de panificação, pois permite a adição de mais água à massa, melhorando suas características de manuseio.
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RENDIMENTOS DO PROCESSAMENTO E COMPOSIÇÃO CENTESIMAL DE FILÉS DO JUNDIÁ Rhamdia voulezi.

RENDIMENTOS DO PROCESSAMENTO E COMPOSIÇÃO CENTESIMAL DE FILÉS DO JUNDIÁ Rhamdia voulezi.

O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito do peso de abate e do sexo sobre os rendimentos do processamento e sobre a composição centesimal do jundiá (R. voulezi). Foram calculados os rendimentos percentuais em relação à massa do peixe inteiro (rendimentos da carcaça, tronco limpo, músculo abdominal, ilé, partes comestíveis, cabeça, pele, gônadas e gordura visceral). Não houve diferença estatística nos rendimentos entre as classes (P>0,05). Entretanto, ao se avaliarem os rendimentos entre os sexos, foi observada diferença signiicativa (P<0,05) para os rendimentos da carcaça, tronco limpo, músculo abdominal e gordura visceral, sendo que os machos obtiveram os maiores valores nestes itens. As fêmeas apresentaram maior (P<0,05) rendimento das gônadas. Os teores de proteína bruta, cinzas e carboidratos não diferiram (P>0,05) entre as classes, porém, a umidade, lipídeos e valor calórico tiveram diferença signiicativa (P<0,05) entre as classes, sendo que a umidade diminuiu com o aumento do tamanho dos peixes e o teor de lipídeos e valor calórico foi maior nos peixes da classe 301-400 g. Concluiu-se que os rendimentos do processamento do jundiá (R. voulezi ) com massa entre 100 e 400 g são iguais, sendo que os peixes de 301 a 400 g apresentam maior teor de lipídeos no ilé.
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Composição Centesimal e Perfil de Minerais da Carne de Avestruz (Struthio Camellus ).

Composição Centesimal e Perfil de Minerais da Carne de Avestruz (Struthio Camellus ).

Conclui-se que a carne de avestruz é uma boa fonte de proteína, cálcio e ferro, e apresenta baixo teor de li- pídeos, podendo atender à exigência de consumidores que optam por produtos de origem animal, nutritivos e com pouca gordura e com menos calorias. Estudos nacionais com carnes de avestruz produzidas no Brasil demonstram sua superioridade nutricional no que tan- ge aos teores de ferro e cálcio. A concentração de sódio encontrada foi maior do que as obtidas em estudos an-

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