Top PDF Determinação experimental das constantes elásticas da madeira de Eucalyptus grandis e chapas de OSB

Determinação experimental das constantes elásticas da madeira de Eucalyptus grandis e chapas de OSB

Determinação experimental das constantes elásticas da madeira de Eucalyptus grandis e chapas de OSB

Due it is an ecologically correct material with great potential to be used structurally, wood has been gaining more and more space in the Brazilian civil construction market. However, the lack of knowledge of its properties, combined with the complexity of its behavior makes its correct sizing harder. Therefore, it becomes fundamental to know the properties of the element used in the project for its correct aplication. In addition, one of the current trends is the use of numerical models to describe the structural behavior of the analyzed element, making the numerical simulations more practical and less expensive than the experimental tests. However, for these simulations to be reliable, they must be fed with the physical properties of the material being studied. Thus, this work aims at characterize Eucalyptus Grandis and OSB boards through laboratory tests foreseen in national and international standards. The experimental results obtained from the tests showed conformity with the values of the bibliography. In addition, the relations between elastic constants for solid wood were close to those found by other researchers. Finally, the specimen model for the determination of the shear modulus was shown to be simple in comparison to other models, presenting satisfactory results.
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PRODUÇÃO DE CHAPAS DE PARTÍCULAS ORIENTADAS “OSB” DE Eucalyptus grandis COM DIFERENTES TEORES DE RESINA, PARAFINA E COMPOSIÇÃO EM CAMADAS

PRODUÇÃO DE CHAPAS DE PARTÍCULAS ORIENTADAS “OSB” DE Eucalyptus grandis COM DIFERENTES TEORES DE RESINA, PARAFINA E COMPOSIÇÃO EM CAMADAS

A resina mais utilizada atualmente na produção de chapasOSB” é a fenol-formaldeído (FF). No entanto, a resina difenil metano di-isocianato (MDI) é utilizada por, aproximadamente, 35% das indústrias, principalmente nas camadas internas das chapas. A quantidade de resina fenol-formaldeído e parafina utilizadas na produção de chapasOSB” pode variar de 3,0% a 6,0% e de 0,5% a 1,5% respectivamente, baseado no peso seco das partículas e do sólido resinoso. Quantidades maiores de parafina poderá resultar em redução na resistência mecânica da chapa (Cloutier, 1998; Marra, 1992). A função da parafina é reduzir a higroscopicidade das partículas de madeira, e dessa forma, diminuir a absorção de água e inchamento em espessura das chapas.
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Propriedades de chapas tipo OSB, fabricadas com partículas acetiladas de madeiras de Eucalyptus grandis, Eucalyptus urophylla, Eucalyptus cloeziana e Pinus elliottii.

Propriedades de chapas tipo OSB, fabricadas com partículas acetiladas de madeiras de Eucalyptus grandis, Eucalyptus urophylla, Eucalyptus cloeziana e Pinus elliottii.

RESUMO – Este trabalho teve como objetivo avaliar as propriedades de chapas de 0riented Strand Board (OSB), fabricadas com flocos de madeira de Eucalyptus grandis, Eucalyptus urophylla e Eucalyptus cloeziana e oriundas dos Municípios de Ponte Alta e Três Marias, no Estado de Minas Gerais. As massas específicas básicas das três espécies de eucaliptos das duas regiões foram, respectivamente: Ponte Alta (0,55; 0,61; e 0,70 g/cm³) e Três Márias (0,56; 0,58; e 0,69 g/cm³). Quando necessário, para manter as massas específicas das chapas próximas de 0,70 g/cm³ foram acrescentadas às partículas de madeira de eucalipto partículas de madeira de Pinus elliottii, oriundo da cidade de Viçosa, com massa específica de 0,45 g/cm³. Os flocos foram gerados nas dimensões médias de 90,00 x 20,00 x 0,46 mm. O adesivo utilizado foi o fenol-formaldeído, na proporção de 8% de sólidos, em relação à massa seca de partículas. Parte dos flocos de eucaliptos foram acetilados. As chapas foram prensadas à temperatura de 170 °C e 32 kgf/cm² de pressão. As propriedades das chapas foram determinadas segundo as normas da ABNT NBR 14810-3 (2002) e ASTM-D 1037 (1991). Os resultados foram comparados utilizando-se as normas ANSI/A – 208.1 (1993) e CSA 0437-93 (1993). As chapas contendo partículas acetiladas foram mais estáveis e adsorveram menos umidade. Na tração perpendicular, observou-se que as chapas contendo 100% de flocos acetilados apresentaram resultados inferiores ao estipulado pela norma CSA O437- 0/93 (1993). A resistência ao arrancamento de parafuso, módulo de ruptura (paralelo e perpendicular) e compressão longitudinal (perpendicular), foi reduzida pela acetilação nas chapas contendo 100% dos flocos acetilados. As espécies que apresentaram, numericamente, as maiores médias para resistência mecânica foram: Eucalyptus grandis não acetilado (dureza Janka) e Eucalyptus cloeziana misturado com Pinus sp (módulo de ruptura). Somente a resistência à compressão longitudinal foi afetada pela região de origem da madeira. Os painéis fabricados com madeira de Eucalyptus urophylla, oriunda do Município de Três Marias, tiveram médias inferiores aos das chapas feitas com a mesma espécie, porém oriundas do Município do Rio Doce.
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Produção de chapas de partículas orientadas (OSB) a partir das espécies Eucalyptus grandis W. Hill ex. Maiden e Pinus elliottii Engelm

Produção de chapas de partículas orientadas (OSB) a partir das espécies Eucalyptus grandis W. Hill ex. Maiden e Pinus elliottii Engelm

A Associação de Chapas Estruturais (SBA), entidade responsável pela popularização dos painéis OSB, gerencia por ano uma verba de 1,4 milhões de dólares em seu programa de pesquisa, que envolve três grandes empresas do setor e nove universidades (LOWOOD, 1995). Inicialmente, o programa preocupava-se em resolver as necessidades primárias do mercado quanto ao OSB, tais como inchamento e espessura, melhoria na qualidade do acabamento superficial, grau de resistência dos painéis contra o ataque de organismos xilófagos e gerenciamento da produção. Em seguida, outros projetos foram iniciados visando melhorar os processos de produção, como: otimização dos parâmetros de prensagem e obtenção de partículas; aumento do alinhamento na chapa; determinação de um nível ótimo para a distribuição de adesivos e parafinas; diminuição da poluição e utilização de diferentes espécies de madeira. O resultado dessas pesquisas e das atividades promocionais desenvolvidas pela SBA foi o rápido reconhecimento dos painéis OSB em todo mundo, pois:
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Utilização da madeira de eucalipto na produção de chapas de partículas orientadas – OSB

Utilização da madeira de eucalipto na produção de chapas de partículas orientadas – OSB

RESUMO: Este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar o potencial de utilização das espécies de eucalipto na produção de chapas de partículas orientadas – OSB. Foram produzidas chapas com densidade nominal de 0,70 g/cm³ e 6% de resina fenol-formaldeído. As seguintes espécies de Eucalyptus foram estudadas: grandis, dunnii, tereticornis, saligna, citriodora e maculata. Os resultados das propriedades físico-mecânicas das chapas indicaram grande potencial de utilização de Eucalyptus grandis e Eucalyptus saligna para produção de chapas OSB. Ressalta-se ainda que as chapas de Eucalytpus grandis apresentaram valores médios de propriedades físico-mecânicas, similares ou superiores em comparação às chapas de Pinus taeda, espécie mais empregada na produção de chapas OSB no Brasil.
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Caracterização da madeira de árvores de clones de Eucalyptus grandis, E. saligna...

Caracterização da madeira de árvores de clones de Eucalyptus grandis, E. saligna...

41 árvores. Os dados dos componentes do tronco coincidem com os apresentados por Paula Neto et al. (1992b), Gouvêa et al. (1997) e Oliveira (1997) para espécies do gênero. Os teores médios de casca, cerne e alburno das árvores dos clones são condizentes com os apresentados na literatura, com o E. grandis mostrando valores médios superiores para o teor de cerne e inferiores para o alburno. Em termos de potencialidade de uso da madeira, isto indica que a madeira desta espécie deve ser usada preferivelmente em produtos ou usos que não requeiram preservantes e não estejam em contato com o solo. O E. saligna apresentou valores médios superiores para os teores de casca e alburno, com maior dispersão entre os clones dessa espécie quando comparado com os de E. grandis e os do híbrido para os componentes do tronco, semelhante ao obtido por Oliveira et al. (1999) ao caracterizar a madeira de E. grandis e de E. urophylla. Esses valores superiores de alburno encontrados nas madeiras de E. saligna e o híbrido fazem com que seus lenhos possuam maior permeabilidade, maior quantidade de madeira tratável e menor durabilidade natural, conseqüentemente menor susceptibilidade a defeitos de secagem (fendilhamento, empenamento), sendo estes indícios de condições favoráveis para usos ou produtos como postes, moirões de cerca, dormentes, uso mobiliário, etc
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Modificações na qualidade da madeira de Eucalyptus grandis causadas pela adubação...

Modificações na qualidade da madeira de Eucalyptus grandis causadas pela adubação...

Eucalyptus grandis is the most planted species in Brazil due to its wood productivity and quality. Several studies have evaluated the effect of fertilization on productivity of forest plantations, but few evaluated this silvicultural practice on wood quality, especially to hardwood species. Recently, the sewage sludge has been used as fertilizer in forest plantations. In this paper, the effect of growing rates of treated sewage sludge (biosolid) (0 to 40 Mg ha -1 dry base) and one rate of mineral fertilizer on anatomical, chemical, physical attributes and pulping of Eucalyptus grandis wood were evaluated. The trees were with five years old. The experimental area locates at Itatinga county, state of São Paulo, Brazil. The soil in the area was characterized as a Red- Yellow Latosol Dystrophic (clay = 120 g kg -1 at 0-20 cm layer). The climate was characterized as a humid mesothermic (Cwa), according to the classification of Köeppen. The plots were established in a randomized complete block design, with 6 treatments and 4 replicates. Each plot consisted of 100 trees (10 x 10), planted at a spacing of 3.0 m x 2.0 m. Tree growth was measured In all plots as: height, diameter at breast height (DBH) and volume of wood. Samples of 8 trees belonging to more often DBH were collected. Of each tree were removed 5 disks (4 cm thick) at 0, 25, 50, 75 and 100% of the commercial height. From each disk barked were removed four wedges of 90º. The first wedge was used for the determination of the basic density, the second and third gave origin to composed samples for tree used for pulping analyses and sawdust production, respectively; and the fourth wedge was maintained as reservation. The physical, chemical and anatomical characterization and the wood pulping were made in agreement with the norms of the Brazilian Pulp and Paper Technical Association, Brazilian Technical Norms Association and Technical Association of the Pulp and Paper Industry. The sewage sludge reduced the basic density of wood, which was related to the decrease of the wall thickness of the fibers. The cellulose content was not modified. The decrease of wood density promoted by sewage sludge application was compensated by increase of wood growth. The rough yield gravimetric of the pulping increased and the kappa number reduced with the sewage sludge application. The calorific power of the wood was not altered. The sewage sludge reduced the transition elements content (Mn, Fe, Cu and Zn) in the wood, what maybe a beneficial effect because imply in minor consume of reagents during the pulp bleaching.
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Caracterização e alterações na estrutura anatômica da madeira do Eucalyptus grandis...

Caracterização e alterações na estrutura anatômica da madeira do Eucalyptus grandis...

Constata-se, atualmente, uma grande demanda de crescimento na produção de painéis MDF de madeira de eucalipto em relação à do pinus, comumente utilizada na indústria. Pelo exposto, o presente trabalho teve como objetivo caracterizar os componentes morfológicos da madeira de cavacos de Eucalyptus grandis, “in natura” e submetidas a três condições diferentes de desfibramento (tempo, pressão e energia), sendo denominadas de condição intermediária, de menor e de maior intensidade de refino (A, B e C, respectivamente). As características tecnológicas das chapas MDF obtidas para as três condições de desfibramento foram, da mesma forma, analisadas segundo a norma NBR 15316. No desenvolvimento do trabalho foram coletados para as três condições de desfibramento, em toda a cadeia produtiva do painel MDF: cavacos de madeira, material lenhoso desfibrado e painéis MDF final em escala industrial e laboratorial. Os cavacos de madeira foram caracterizados com respeito a sua estrutura microscópica; o material lenhoso desfibrado nas 3 condições foi avaliado através do seu fracionamento em peneiras seguindo-se a classificação morfológica e a caracterização microscópica dos componentes celulares de cada fração. Os resultados mostraram que os cavacos de madeira coletados no silo da unidade fabril apresentaram-se homogêneos nas 3 pré-condições avaliadas e não exerceram qualquer influência nos tratamentos. A condição de desfibramento mais branda induziu a formação de feixes de fibra e manutenção de vasos e parênquima com as fibras apresentando maior comprimento médio. A condição de desfibramento mais drástica induziu o rompimento da parede das fibras, com polpa apresentando fibras de menor comprimento e com baixa freqüência de vasos e de parênquima. As características de coloração foram observadas, sendo que a massa de fibras mais escura foi decorrente da alta pressão, maior tempo e mais energia de refinação aplicada. Os painéis MDF obtidos na condição mais branda apresentaram maior resistência ao arranque de parafuso, ao contrário dos painéis MDF confeccionados com polpa da condição de desfibramento mais drástica mostrando menores propriedades mecânicas de resistência à tração perpendicular e superficial e maiores valores de inchamento e de absorção. Os resultados do trabalho evidenciam a importância das variáveis de produção relacionadas com os tratamentos da madeira e do material fibroso nas propriedades tecnológicas dos painéis MDF de eucalipto.
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CARACTERÍSTICAS TECNOLÓGICAS DA MADEIRA DE ÁRVORES MATRIZES DE Eucalyptus grandis

CARACTERÍSTICAS TECNOLÓGICAS DA MADEIRA DE ÁRVORES MATRIZES DE Eucalyptus grandis

O objetivo do presente trabalho foi caracterizar árvores matrizes de Eucalyptus grandis em relação a características tecnológicas da madeira. Foram selecionadas 63 árvores matrizes, pertencentes a um povoamento comercial localizado no litoral norte do Rio Grande do Sul. As árvores foram abatidas e, com base nos dados dendrométricos, calculou-se o volume comercial com e sem casca, o fator de forma, a conicidade e a relação altura/diâmetro. Quanto à madeira, foi analisada a massa específica básica, os percentuais volumétricos de cerne, alburno e casca, as rachaduras de topo das toras e das tábuas, os empenamentos e os defeitos visuais das tábuas, tais como nós e bolsa de resina. A massa específica básica, cuja média inclui a madeira dessa espécie entre as moderadamente leves a pesadas, mostrou uma tendência decrescente entre o DAP e 25% da altura comercial e, a partir daí, crescente até 100% da mesma. O percentual volumétrico de cerne apresentou valores médios crescentes desde a base até 25% da altura comercial e, a partir daí, diminuiu até 100% da altura comercial, sendo que a média geral foi de 75,7%. O comprimento médio das rachaduras de topo em tábuas de Eucalyptus grandis foi de 63%. A alta porcentagem de rachaduras de topo foi atribuída à posição de retirada das tábuas, próxima à medula. Já a variabilidade das rachaduras de topo encontrada para as toras (CV=60%) possibilita a seleção de árvores com menor tendência em apresentar esse defeito.
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Vergamento da madeira de Eucalyptus grandis plasticizada por vaporização e cozimento.

Vergamento da madeira de Eucalyptus grandis plasticizada por vaporização e cozimento.

Wood bending has been used for centuries in the manufacturing not only of large objects, such as boat structures, but also small objects, like musical instruments. Despite a large number of studies on bending, process improvements and inclusion of low added-value timber are still insufficient. Hence, this study proposes a bent wood analysis of Eucalyptus grandis treated with different steam and boiling exposure times. We analysed the number of failure types per sample (N.of f), moisture content variation in the treatments (ΔTu), end pressure (Pe) and spring back (Pf). The variables showed significant differences between steaming and boiling, except for N.of f. Different treatment times did not show significant effects. We conclude that Eucalyptus grandis timber is suitable for bending at smaller radius than the one adopted in this study. Furthermore, steaming is better than boiling due to its higher qualification parameters.
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Qualidade do tratamento preservativo em autoclave para a madeira de Eucalyptus grandis e Eucalyptus cloeziana

Qualidade do tratamento preservativo em autoclave para a madeira de Eucalyptus grandis e Eucalyptus cloeziana

Por amostragem, foram retiradas aleato- riamente amostras de 2,0 × 2,0 × 2,0 cm com orientação tangencial, radial e axial, respectiva- mente, do centro de três tábuas tratadas, para cada uma das espécies, retiraram-se também amostras de madeira sem tratamento para ser- vir de testemunha. Posteriormente, essas amos- tras foram transformadas em pequenos palitos para possibilitar a digestão das mesmas. Para o procedimento de digestão, utilizou-se 0,2 g de amostra e ácido nítrico concentrado (HNO 3 14 mol/L). As amostras decompostas em triplicata foram aquecidas em forno micro-ondas utili- zando sistema fechado de alta pressão (Anton Paar, Multiwave 3000), para posteriormente ser efetuada a leitura no aparelho, fornecendo va- lores em µg/g (micrograma por grama). Estes valores obtidos foram transformados em unida- de de retenção (kg de substância/m³ de madeira tratada), e posteriormente comparados às reco-
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Utilização da madeira de Eucalyptus benthamii na produção de painéis de partículas orientadas (OSB)

Utilização da madeira de Eucalyptus benthamii na produção de painéis de partículas orientadas (OSB)

Assim como a espécie, outros fatores interferem nos resultados finais da colagem de partículas. Mendes (2001) verificou aumento nos valores de ligação interna com o aumento na densidade dos painéis OSB de Pinus. Este fato não foi constatado no presente estudo, haja vista que as maiores médias de ligação interna foram obtidas nos tratamentos T3 (P:P:P) e T4 (E:P:E), 0,67 MPa e 0,63 MPa, respectivamente. Estes apresentaram as menores densidades de painéis, entretanto, ressalta-se que a baixa amplitude dos resultados, por consequência, não resultou em diferença estatística para densidade dos painéis o que pode ter sido a causa da não influência sobre a ligação interna.
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RELAÇÃO ENTRE A ANATOMIA E A SECAGEM DA MADEIRA DE Eucalyptus grandis X Eucalyptus urophylla

RELAÇÃO ENTRE A ANATOMIA E A SECAGEM DA MADEIRA DE Eucalyptus grandis X Eucalyptus urophylla

The clones B and G showed the highest and lowest moisture content after saturation, respectively. However, the first material lost 47.1, 45.3 and 36.1% of its moisture after 0.5, 1.0 and 1.5 days drying, respectively, while the second lost 29.6. 21.8 and 16.1% over the same time period. Thus, after 1.5 days drying, clone B showed lower moisture content than clone G and this trend was repeated until the culmination of the drying process (Table 2). Maximum moisture content is associated with the empty spaces within the timber, including the vessels and cell lumens (SKAAR, 1972). These spaces facilitate water flow and promote drying (ZANUNCIO et al., 2015). The fact that materials with higher initial moisture show a higher drying rate was also reported for the Eucalyptus urophylla and Corymbia citriodora logs (REZENDE et al., 2010; ZANUNCIO et al, 2013b).
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Tipos de ruptura em madeira de Eucalyptus grandis modificada termicamente

Tipos de ruptura em madeira de Eucalyptus grandis modificada termicamente

Sumário. O presente estudo teve como objetivo veriicar os tipos de ruptura durante os ensaios mecânicos da madeira de Eucalyptus grandis modiicada termicamente. Para tanto, tábuas centrais de 19 árvores de E. grandis com 5,9 anos de idade foram utilizadas nesse estudo. As tábuas foram secas até 10% de umidade, aplainadas com 32 mm de espessura e seccionadas em peças com 0,60 m de comprimento. Posteriormente, uma das peças foi mantida em seu estado original e as demais foram modiicadas termicamente à 140ºC, 160ºC, 180ºC, 200ºC e 220ºC por 2,5 horas. De cada peça foram produzidos corpos-de- prova para os ensaios de compressão paralela às ibras e de lexão estática. O material foi aclimatizado em câmara climática com 21ºC e 65% de umidade relativa, no Laboratório de Secagem e Preservação da Madeira da FCA, UNESP, de Botucatu, SP, Brasil. Após os ensaios mecânicos, os tipos de ruptura foram caracterizados pela norma ASTM D-143 (2007). Os resultados mostraram que: (1) existe uma relação direta, pelo teste qui-quadrado, entre a temperatura do tratamento térmico e a ruptura frágil da madeira de E. grandis; e (2) a madeira dessa espécie quando modiicada termicamente à 220ºC apresentou 100% de ruptura caracterizada como frágil.
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Chapas de madeira aglomerada produzidas com partículas de Eucalyptus grandis W. Hill ex Maiden, poliestireno (PS) e polietileno tereftalato (PET)

Chapas de madeira aglomerada produzidas com partículas de Eucalyptus grandis W. Hill ex Maiden, poliestireno (PS) e polietileno tereftalato (PET)

Conforme pode ser observado na Tabela 3, a resistência à tração perpendicular à superfície de todas as chapas foi inferior ao valor mínimo exigido pela norma. Isto foi ocasionado, provavelmente, pelo pequeno teor de adesivo empregado na fabricação das chapas. As chapas com maior ligação interna foram aquelas produzidas com solução de poliestireno em tolueno, particularmente as que possuíam em sua composição 25% de poliestireno e 6% de adesivo, cujo valor médio foi 31% superior ao valor determinado nas chapas testemunha com o mesmo nível de adesivo. Embora, de modo geral, não tenha sido detectado, pelo teste de Scott-Knott, diferença estatística entre os valores médios observados nas chapas com 6% de adesivo e solução de poliestireno em tolueno, percebe- se, pelos resultados apresentados, que estes valores superaram numericamente aqueles observados nas chapas sem plástico.
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EFEITO DA FERTILIZAÇÃO EM PROPRIEDADES MECÂNICAS DA MADEIRA DE Eucalyptus grandis

EFEITO DA FERTILIZAÇÃO EM PROPRIEDADES MECÂNICAS DA MADEIRA DE Eucalyptus grandis

O efeito da fertilização na quantidade e qualidade da madeira produzida é uma das questões a serem consideradas nas pesquisas de Eucalyptus grandis. O presente trabalho teve como objetivo avaliar o efeito da fertilização nas propriedades mecânicas da madeira de Eucalyptus grandis. A população de Eucalyptus grandis estava com 21 anos de idade e fora manejada pelo sistema de desbastes seletivos com aplicação de fertilizantes na época do início dos desbastes, ou seja, aos cinco anos. Os fatores utilizados foram: presença ou ausência de fertilização, duas posições das toras e cinco posições radiais. As influências dos fatores e de suas combinações foram avaliadas na resistência à compressão paralela às fibras, resistência ao cisalhamento paralela às fibras, módulo de resistência à flexão estática e módulo de elasticidade na flexão estática. A resistência à compressão e o módulo de elasticidade foram influenciados pelos fatores: adubo e posição da tora. Todas as propriedades mecânicas aumentaram no sentido da medula para a casca. Foi observada uma relação positiva entre resistência à compressão paralela às fibras, cisalhamento, módulo de resistência à flexão estática e módulo de elasticidade na flexão estática com a posição radial.
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Propriedades da madeira de Pinus caribaea e Eucalyptus grandis estimadas por colorimetria.

Propriedades da madeira de Pinus caribaea e Eucalyptus grandis estimadas por colorimetria.

Neste estudo, foram utilizadas duas espécies de madeiras: Pinus caribaea var. hondurensis e Eucalyptus grandis. A madeira de pinus foi doada por uma empresa do Distrito Federal, com idade estimada de 21 anos. A madeira de eucalipto foi proveniente de um plantio de 13 anos de idade, no Distrito Federal. De cada espécie, foram obtidas cinco pranchas. Desse material, foram confeccionados 12 corpos de prova, nas dimensões de 2 cm x 2 cm x 10 cm e 2 cm x 2 cm x 30 cm, necessários aos ensaios convencionais (densidade e retratibilidade – COPANT 30:1 – 005/461/72 e 005/462/71; flexão estática – COPANT 30:1 - 006/72), além da colorimetria (COMISIÓN PANAMERICANA DE NORMAS TÉCNICAS - COPANT, 1972a, 1972b, 1972c).
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Alterações na qualidade da madeira de Eucalyptus grandis causadas pela adubação mineral.

Alterações na qualidade da madeira de Eucalyptus grandis causadas pela adubação mineral.

Os valores de largura, espessura da parede, diâmetro do lume e comprimentos de fibras, obtidos neste estudo são próximos dos encontrados por Sette Junior et al. (2009a, 2009b), Tomazello Filho (2006). Contudo, esses valores são diferentes dos apresentados por alguns autores, que analisaram, no entanto, árvores de Eucalyptus spp com idades mais avançadas e com madeira de transição e adulta já formadas no seu lenho. Como exemplo, Tomazello Filho (1985) avaliou árvores de Eucalytpus grandis com 10 anos, obtendo fibras com comprimento, largura, espessura e diâmetro do lume de 1200, 23, 5,4 e 12,2 µm, respectivamente. Com relação à menor variação da largura das fibras no lenho das árvores dos três tratamentos (Figura 2B), alguns autores, como Larson (1969) e Zobel e Buijtenem (1989), mencionam a teoria da independência dos processos fisiológicos da formação do lenho. Esta indica que a dimensão das fibras depende da pressão de turgescência no interior da célula e das auxinas produzidas na copa das árvores e que induzem maior plasticidade da sua parede primária. Dessa forma, maiores pressões de turgescência e concentração de auxinas induzem a formação de células de maior dimensão, logo após a divisão das células iniciais do câmbio, como as do lenho inicial das árvores de coníferas e de folhosas. Segundo Shimoyama e Barrichelo (1989), práticas silviculturais com propósito de acelerar o crescimento das árvores tendem a formar lenho com parede celular menos espessa e, consequentemente, com menor densidade, pois estas aceleram o processo de divisão celular, causando diferenças em seu desenvolvimento.
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INFLUÊNCIA DA DENSIDADE BÁSICA DA MADEIRA DE CLONES DE Eucalyptus grandis x

INFLUÊNCIA DA DENSIDADE BÁSICA DA MADEIRA DE CLONES DE Eucalyptus grandis x

Freqüentemente as dimensões e outras propriedades das fibras nas polpas branqueadas para papel vêm sendo determinadas em analisadores ópticos automáticos de fibras em vez do método tradicional envolvendo maceração e dimensões das fibras na madeira. Esse procedimento é outra variável que pode ter influencia nas relações entre densidade básica e dimensões de fibras pelo método tradicional. As dimensões das fibras alteram-se quando determinadas na madeira e na polpa branqueada (Trepanier,1998; Levlin e Söderhjem, 1999; Braaten e Molteberg, 2004 e Santos, 2005). Os resultados desses trabalhos permitem inferir que as dimensões de fibras analisadas na madeira (método tradicional) e na polpa branqueada (analisador óptico automático) podem ser diferentes e interferirem nas conhecidas relações com densidade básica da madeira. Além disso, a densidade básica da madeira em folhosas é resultante da combinação de diversos parâmetros (espessura da parede, tamanho e número de fibras, proporção de lenho inicial e tardio e proporção e tamanho dos elementos de vasos e outros tipos de células).
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