Top PDF Determinação de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs) em sedimentos da Baía da Babitonga - São Francisco do Sul (SC)

Determinação de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs) em sedimentos da Baía da Babitonga - São Francisco do Sul (SC)

Determinação de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs) em sedimentos da Baía da Babitonga - São Francisco do Sul (SC)

Os hidrocarbonetos Policíclicos Aromáticos (HPAs) são compostos mutagênicos e carcinogênicos aos humanos e aos animais, quando introduzidos no ambiente em grandes quantidades. Sua origem pode ser biológica, através da síntese por algumas espécies de organismos vivos; petrogênicas, as quais ocorrem naturalmente no petróleo e seus derivados e pirogênicas, onde os compostos são formados a partir da combustão incompleta de matéria orgânica. Tendo em vista a preocupação ambiental, o objetivo deste trabalho foi avaliar a qualidade do sedimento em ambientes representativos da Baía da Babitonga, São Francisco do Sul – Santa Catarina (SC), em relação à presença e concentração dos 16 principais hidrocarbonetos policíclicos aromáticos, prioritários segundo a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (USEPA). Também obter as prováveis fontes, pirogênica e petrogênica destes. O processo de extração de HPAs do sedimento foi realizado através do método de soxhlet e a determinação cromatográfica foi realizada por cromatografia Gasosa e detector de espectrometria de Massas (CG-EM/EM). Dos 16 HPAs analisados o que apresentou maior concentração foi o Antraceno 2514,67 µg/kg seguido do Naftaleno 2149,56 µg/kg. As fontes pirogênicas e petrognicas das razões calculadas, apresentaram predominância de fonte pirogênica. As origens prováveis desses contaminantes são as emissões de combustíveis fósseis.
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Determinação de metais em amostras de água do mar da Baía da Babitonga, São Francisco do Sul - SC

Determinação de metais em amostras de água do mar da Baía da Babitonga, São Francisco do Sul - SC

A Baía da Babitonga é um estuário que possui conexão direta com o oceano. É a maior baía navegável de Santa Catarina e conta com o porto de São Francisco do Sul. A baía apresenta potenciais plumas de emissão de contaminantes, tais como esgotos domésticos e efluentes industriais. Tendo em vista a possível emissão de elementos químicos potencialmente tóxicos, faz-se necessária uma análise quantitativa dessas espécies. Neste contexto, o objetivo deste estudo foi determinar as concentrações de chumbo, cádmio, cobre e zinco em amostras de água da Baía da Babitonga. As amostras foram obtidas de coletas efetuadas nos meses de janeiro, fevereiro e março de 2014, em três diferentes pontos da baía, sendo que em cada ponto de amostragem foram medidos os parâmetros físico-químicos que indicara que a Baía possui características homogêneas dentro de sua extensão. Foi desenvolvido um estudo para otimizar o método para determinação dos metais na água no mar, envolvendo uma etapa de digestão das amostras em um reator fotoquímico, na qual o melhor tempo de digestão foi de 9 min e um estudo para determinar as melhores condições instrumentais para que os metais fossem quantificados por voltametria de redissolução anódica. O método voltamétrico foi otimizado, sendo que o tempo de pré-concentração de 300s foi o suficiente para detectar os analitos na ordem de nmol L -1 , apresentando uma faixa linear de trabalho entre 0,1 e 8 · 10 -7 mol L -1 para
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Determinação de metais em ostras na Baía da Babitonga, São Francisco do Sul – Santa Catarina (SC)

Determinação de metais em ostras na Baía da Babitonga, São Francisco do Sul – Santa Catarina (SC)

Metals are introduced into the environment through several sources, such as the use of fertilizers and pesticides, combustion processes, industrial wastewaters, and others. Considering that metals are not biodegradable, allowing its accumulation in the environment, knowledge of their concentration levels in living organisms is critical to the health of the animals themselves and humans who consume them. The oysters, like the other animals, have the ability to bioconcentrate chemical components in its structure, may become the major route of transfer of various contaminants by feeding. Therefore, the aim of this study was to determine metal levels in oysters collected in the Babintonga’s Bay, São Francisco do Sul, Santa Catarina. The collections were made in natura in January, February and March of 2014, when there was a higher occurrence of these bivalves. Moisture and ash content were analyzed, which ranged from 74,63% to 82,45% compared to moisture and 3,68% to 5,67% over the ashes. For the determination of metals (Fe, Cu, Pb, Cr, Zn and Cd) oysters were lyophilized and then subjected to an acid digestion in digester block. These metals were quantified through the technique of atomic emission spectrometry by inductively coupled plasma (ICP-OES) using external calibration. The iron levels varied from 149,33 to 536,67 mg/kg, copper varied between 22,67 and 94,00 mg/kg, lead was between 0,67 and 16,67 mg/kg, zinc concentrations ranged from 1070,00 to 3373,33 mg/kg, cadmium varied between 1,33 and 4,00 mg/kg, and finally the chromium was not quantified. Comparing the results obtained with the laws imposed by ANVISA and WHO, some metals such as zinc and lead, have levels over the limits established by these agencies, enphansizing the need for further studies about the presence of these metals in this area.
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Efeitos dos hidrocarbonetos policíclicos aromáticos, metais-traço e estudo fitossociológico na porção nordeste da baía de todos os santos  (Bahia, Brasil)

Efeitos dos hidrocarbonetos policíclicos aromáticos, metais-traço e estudo fitossociológico na porção nordeste da baía de todos os santos (Bahia, Brasil)

, além da determinação de HPAs e análises de metais-traço em sedimentos associados às raízes das plantas e parâmetros físico-químicos. Todos os indivíduos vivos das espécies presentes, Avicennia schaueriana (mangue preto), Laguncularia racemosa (mangue branco) e Rhizophora mangle (mangue vermelho) identificados com a circunferência à altura do peito (CAP) igual ou superior a 15 cm foram identificados e seus valores de altura e circunferência amostrados. Para análise e descrição dos dados amostrais obtidos, foram adotados métodos da Estatística Descritiva: os valores de média, desvio padrão, máximo e mínimo, das variáveis estudadas, calculados e apresentados sob a forma de tabelas e gráficos. Os dados gerados foram analisados de forma comparativa com outros dados na literatura, assim como também foram submetidos a tratamento estatístico, tendo como base a Estatística Multivariada aplicada a projetos ambientais. Na tentativa de identificar como as variáveis estudadas podem influenciar na resposta e se é possível observar a formação de grupos, foi utilizada a análise de componentes principais (PCA). Os pesquisadores concluíram que a
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Fonte e grau da contaminação por hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs) de baixa massa molecular em sedimentos da baía de Todos os Santos, Bahia.

Fonte e grau da contaminação por hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs) de baixa massa molecular em sedimentos da baía de Todos os Santos, Bahia.

A determinação qualitativa e quan- titativa dos HPA’s obedeceu à metodo- logia proposta por USEPA 8279. As amos- tras foram analisadas por cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas (CG/EM). O concentrado foi di- retamente injetado, sem divisão de flu- xo, 1 µl do extrato em uma coluna de fase estacionária DB-5 acoplada a um espec- trômetro de massas HP-MSD 5973. O es- pectrômetro operou em monitoramento seletivo de íons a menos de 3 ciclos por segundo. A programação de CG é des- crita a seguir: injeção sem divisão de flu- xo, com o injetor a 290°C; temperatura inicial da coluna 50°C, isoterma por 2 mi- nutos, taxa de aquecimento de 10 C°/min até a temperatura final de 310°C, isoter- ma de 15 minutos.
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Determinação de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos em água e material particulado em suspensão na baía de todos os santos e aratu

Determinação de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos em água e material particulado em suspensão na baía de todos os santos e aratu

O Rio São Paulo nasce no município de Candeias (Bahia) e desaguando nas águas da BTS. Nele desenvolvem-se atividades de natureza predominantemente industrial como exploração, refino e armazenamento de petróleo, porém observa-se contribuições de esgotos domésticos, principalmente da cidade de Candeias e descargas industriais (BAHIA, 2004 apud MOREIRA, 2011). Vale destacar a importância socioeconômica deste estuário, já que são praticadas atividades de pesca artesanal e mariscagem, provendo o sustento de populações ribeirinhas A bacia hidrográfica do rio São Paulo tem sua delimitação ao norte (N) com a bacia do rio Joanes, ao sul (S) com a Baía de Todos os Santos, ao leste (L) com as bacias dos rios Bonessu, Petecada e Jacarenga, e ao oeste (W) com as bacias do rio Parnamirim e Mataripe. Sua área de drenagem é de 37 km², tem uma vazão média de 0,3 m³ s-¹, possuindo uma extensão total de 17 km, desses, 9 km são margeados por manguezal. Deságua na Baía de Todos os Santos no sentido norte-sul e não possui grande afluente (MILLAZO, 2011). Está inserido na região que integra a bacia sedimentar do Recôncavo Baiano (Cretáceo), sendo os sedimentos desta região predominantemente arenosos e argilosos, depositados num sistema delimitado por grandes falhas.
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Determinação de fontes de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos e alifáticos em sedimentos de ambientes aquáticos

Determinação de fontes de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos e alifáticos em sedimentos de ambientes aquáticos

A bacia hidrográfica do Rio Paraopeba situa-se à sudeste do Estado de Minas Gerais, entre os paralelos 18 O 45' e 21 O 00' S e os meridianos 43 O 30’e 45O 15’ W e é integrante da bacia do Rio São Francisco. Tem uma área de aproximadamente 13.643 km 2 , que corresponde a 2,5% da área total do Estado de Minas Gerais, sendo distribuída em 48 municípios. O Rio Paraopeba nasce a 1.140 m de altitude entre as Serras das Vertentes e do Espinhaço, no município de Cristiano Otoni - MG e percorre aproximadamente 510 km até sua foz no reservatório de Três Marias. Seus principais afluentes pela margem direita são: Rio Maranhão, Ribeirão Sarzedo e Rio Betim; e pela margem esquerda, Rio Camapuã, Ribeirão das Águas Claras, Rio Manso, Rio Juatuba e Ribeirão Florestal (PEREIRA, 1999). Os principais problemas dos recursos hídricos da bacia do Rio Paraopeba estão relacionados com a contaminação e degradação de suas águas, como conseqüência da falta de tratamento dos esgotos domésticos e industriais.
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Fotocatálise heterogênea com TIO2 de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos em água salina.

Fotocatálise heterogênea com TIO2 de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos em água salina.

Segundo a Agência de Proteção Ambiental dos EUA (USEPA), os Hidrocarbonetos Policíclicos Aromáticos (HPAs) são considerados poluentes prioritários e seu estudo se deve à sua toxicidade e persistência no meio ambiente, por serem resistentes a biodegradação, bem como por serem carcinogênicos, mutagênicos e genotóxicos. Os HPAs são compostos orgânicos constituídos por dois ou mais anéis benzênicos condensados, que podem ser inseridos no meio ambiente por meio de fontes petrogênicas e pirolíticas. Como forma de reduzir contaminações desses compostos orgânicos do solo, água e ar, tem-se investido em pesquisas de técnicas, principalmente com o objetivo de adequar as concentrações indevidas presentes no meio, ao que é recomendado pela Resolução Conama 357/2005. A fotocatálise heterogênea é uma técnica promissora de recuperação de ambientes aquáticos contaminados e seu funcionamento se baseia na emissão de luz UV a partir de um reator, em presença de um catalisador ou semicondutor na amostra. Esse processo gera, durante o seu desenvolvimento, radicais hidroxilas, que irão degradar parcialmente os compostos orgânicos, produzindo intermediários, até uma degradação total, que formará CO 2 e água. O presente trabalho versa sobre uma revisão
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Origem e distribuição de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos nas águas e sedimentos do estuário do Rio Goiana (PE/PB-Brasil)

Origem e distribuição de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos nas águas e sedimentos do estuário do Rio Goiana (PE/PB-Brasil)

A identificação das origens dos HPAs é um fator bastante importante que auxilia na execução de estratégias de controle desses contaminantes. Porém, a presença de misturas complexas de poluentes no ambiente, resultante do elevado número de processos de produção e transporte, tornam difícil a associação destes compostos com suas fontes específicas. Atualmente, muitos estudos têm sido realizados em busca de ferramentas para discriminar a origem de tais compostos nos diferentes compartimentos ambientais, especialmente nos sedimentos. Mais recentemente vários pesquisadores têm utilizado o método das razões diagnósticas (SOCLO et al., 2000; ROCHER et al., 2004; WANG et al., 2006; YANG, 2000; MAGI et al., 2002; ZHANG et al., 2004; LI et al., 2006; YUNKER et al., 2002, YUNKER et al., 2012), que são fundamentadas na estabilidade relativa dos HPAs. Esta é calculada a partir do calor de formação dos compostos com mesmo peso molecular (isômeros), levando-se em conta a estabilidade química individual de cada composto. A tabela 2 mostra diferentes razões diagnósticas com seus respectivos valores limítrofes que norteiam as fontes de origem desses contaminantes.
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Fenantreno remanescente para a avaliação de biodisponibilidade de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos em solos

Fenantreno remanescente para a avaliação de biodisponibilidade de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos em solos

Para se aplicar os ensaios biológicos em avaliações de biodisponibilidade de contaminantes em solos, é importante se entender como os organismos-teste interagem com o sistema e o que está sendo medido. Conforme observado em alguns métodos de extração química, a degradação microbiana pode ser bem correlacionada com a quantidade do contaminante dessorvida do solo para a fase aquosa (CORNELISSEN et al., 1998a, REID et al., 2000, SIJM et al., 2000). Entretanto, essa correlação não conta para outras rotas de absorção. A degradação microbiana ou mineralização é um método indireto de se estimar a biodisponibilidade de PAHs e pode subestimar a verdadeira biodisponibilidade para outros organismos (REID et al., 2000a). A estimativa de biodisponibilidade, baseada na mineralização do contaminante, assume que todo o composto que não foi mineralizado foi seqüestrado e, por isso, não está biodisponível. Entretanto, sabe-se que essa fração residual pode ser composta de contaminantes recalcitrantes, que não são biodegradados, mas que estão disponíveis para outros organismos (CUYPERS et al., 2001; HUESEMANN, 2002). Isso sublinha a necessidade de se compreender os sistemas-teste e os benefícios da aplicação das baterias de teste, incluindo espécies e métodos diferentes. Por outro lado, outras medidas indiretas de biodisponibilidade, como toxicidade, podem superestimar a biodisponibilidade, quando outro fator, além da disponibilidade do contaminante, afeta adversamente a resposta dos organismos (VAN GESTEL et al., 2001). Entretanto, para a determinação total do risco de um solo para uma entidade biológica, os testes biológicos parecem ser mais apropriados, pois estes incorporam em suas respostas outros fatores, além da toxicidade do contaminante.
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Distribuição e origem de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos em sedimentos superficiais da zona intermareal do estuário do rio Paraguaçu, Bahia

Distribuição e origem de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos em sedimentos superficiais da zona intermareal do estuário do rio Paraguaçu, Bahia

Os diagramas exibiram um padrão de mistura de fontes para os compostos orgânicos sedimentares, com predominância das fontes pirogênicas sobre as petrogênicas. Caracterizado pela predominância de compostos de origem com quatro ou mais anéis aromáticos, HPAs pirogênicos são derivados durante a combustão. Em contraste, os HPAs petrogênicos (a partir de petróleo e seus derivados) contêm apenas dois ou três anéis aromáticos em sua estrutura. Portanto, uma razão de HPAs de baixo peso molecular (2 e 3 anéis, ΣBHPAs) e alto peso molecular (4 a 6 anéis, ΣAHPAs) tem sido usada para identificar fontes pirogênicas e petrogênica de HPAS em sedimentos (BUDZINSKI et al., 1997; QIAO et al., 2006). Utilizando-se a razão ΣBHPAs / ΣAHPAs, encontrou que todos os sítios obtiveram a razão <1, indicando uma contaminação dos sedimentos por fontes pirogênicas (Tab. 5.8). Foi determinada, também, a participação relativa dos compostos petrogênicos e pirogênicos na concentração dos HPAs totais. Quanto à distribuição desses compostos, observa-se em todas as áreas estudadas a predominância dos HPAs de alto peso molecular, cuja origem está relacionada a processos de queima de combustível fóssil (pirólise), enquanto que os compostos de baixo peso molecular representaram entre 2,3% - 22,0% do total dos HPAs (Fig. 5.12), confirmando, portanto, de modo geral os resultados anteriormente encontrados utilizando-se outras razões diagnósticas.
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Dos teores de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs) em aguardentes acondicionadas...

Dos teores de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs) em aguardentes acondicionadas...

Dependendo das etapas de produção, a aguardente de cana de açúcar, pode ser contaminada por Hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs) que apresentam propriedades carcinogênicas e/ ou mutagênicas. Neste trabalho se determinou os teores de HPAs em aguardentes acondicionadas em tonéis de carvalho sem tostar e tostados por 1, 2 e 3 minutos. Os dados obtidos em função do tempo de envelhecimento e do tempo de tosta do tonel foram correlacionados. Após períodos variados, as amostras foram coletadas e submetidas a processos de extração em cartuchos de SPE (C18) e analisadas por cromatografia líquida de alta eficiência (HPLC) com detector de fluorescência. Dos 16 HPAs monitorados pela Agencia de Proteção Americana (USEPA) foram analisados: naftaleno, acenafteno, fluoreno, fenantreno, antraceno, fluoranteno, pireno, benzo(a)antraceno, criseno, benzo(b)fluoranteno, benzo(k)fluoranteno, benzo(a)pireno, dibenzo(a,h)antraceno, benzo(g,h,i)perileno e indeno(1,2,3 c,d)pireno.
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HIDROCARBONETOS POLICÍCLICOS AROMÁTICOS (HPA’s) E SATURADOS EM SEDIMENTOS SUPERFICIAIS DE MANGUEZAIS DA ILHA DE ITAPARICA, BAHIA, BRASIL

HIDROCARBONETOS POLICÍCLICOS AROMÁTICOS (HPA’s) E SATURADOS EM SEDIMENTOS SUPERFICIAIS DE MANGUEZAIS DA ILHA DE ITAPARICA, BAHIA, BRASIL

A agregação das partículas sólidas aos compostos particulados suspensos existentes no ambiente pode ocorrer de três diferentes formas. Por meio da superfície de contato, por processos de adsorção onde há acumulação da substância na interface do sedimento. Por complexação onde há formação de espécies químicas devido à presença de um íon metálico ligado a moléculas ou íons circundantes. Por reprecipitação que consiste no processo de dissolução do sólido formado, seguida de nova precipitação. Consequentemente, os compostos tendem a se depositar, primeiro as partículas maiores e mais pesadas, seguidas das mais finas e mais leves, passando assim a fazer parte dos sedimentos (Zagatto e Bertoletti, 2008).
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Estudo e sistematização estatística e quimiométrica na determinação de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs) por HPLC-Flu

Estudo e sistematização estatística e quimiométrica na determinação de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs) por HPLC-Flu

A análise da literatura aponta para um crescente número de trabalhos em matrizes ambientais que buscam identificar e quantificar diversas substâncias poluentes. O estudo destas substâncias resulta em grandes conjuntos de dados, que necessitam ser devidamente analisados para a interpretação mais confiável possível. Por outro lado, os métodos analiticos utilizados nestas determinações envolvem diversas etapas e parâmetros que podem influenciar na confiabilidade analítica. Resultados analíticos sem confiabilidade identificada podem levar a tomada de decisões totalmente equivocadas na área ambiental. Neste contexto, é fundamental que os laboratórios disponham de meios e critérios objetivos para demonstrar que os métodos de ensaio que executam conduzem a resultados confiáveis e adequados à qualidade pretendida. Este trabalho teve como objetivo o estudo de procedimentos estatisticos e quimiométricos na determinação dos hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs) empregando a cromatografia líquida de alta performance com detecção por fluorescência (HPLC-FLU), enfocando a otimização estatística de procedimentos para validação do método para obtenção e tratamento de sinais analíticos dos HPAs, bem como o estudo do comportamento dos analitos em diferentes matrizes ambientais. Neste sentido foram utilizadas ferramentas quimiométricas, como análise de componentes principais, analise hierárquica de agrupamentos e técnicas de planejamento experimental para analise exploratória dos dados e indicação das similaridades cromatográficas entre os HPAs e do perfil destes em matrizes ambientais. Também foram realizados testes estatísticos inferenciais e descritivos cujas ferramentas foram implementadas em planilhas de cálculo para utilização em procedimentos necessários a parâmetros de validação, como estabilidade de soluções, linearidade, limites de detecção e quantificação, recuperação e efeito matriz. Para estudos em HPAs determinou-se como ideal a utilização de 5 replicatas, a utilização de padrões de trabalho por um período máximo de 30 dias e a elaboração de curvas analíticas na matriz.
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Determinação de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos em lodo de esgoto por cromatografia gasosa acoplada a espectrometria de massas

Determinação de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos em lodo de esgoto por cromatografia gasosa acoplada a espectrometria de massas

Lodo de esgoto é um resíduo sólido gerado durante o tratamento das águas residuárias nas Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs). Depois de tratado e processado, este material pode ser utilizado na agricultura. No entanto, essa prática pode levar à contaminação e acumulação de poluentes tóxicos em vários compartimentos ambientais. Dentre esses contaminantes, os hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs) constituem uma classe de compostos químicos comumente presentes em lodo de esgoto. Neste estudo, a extração sólido-líquido com purificação em baixa temperatura (ESL-PBT) modificada foi validada para o monitoramento de 16 HPAs. As análises foram realizadas por cromatografia gasosa e espectrometria de massas. Para o desenvolvimento e validação do método proposto é necessária a utilização de amostras de lodo isentas de HPAs, denominado branco. Em vista disso, amostras de diferentes estações de tratamento de esgoto foram avaliadas empregando a ESL-PBT e análise por CG-EM. Entretanto, em todas as amostras foi detectada a presença de HPAs e vários interferentes da matriz. A alternativa encontrada foi obter em laboratório amostras de lodo isentas de HPAs para posterior aplicação da técnica ESL-PBT. Dessa forma, amostras de lodo de esgoto foram tratadas em soxtec com acetato de etila por 1 hora. A ESL-PBT foi conduzida utilizando 4,0000 g de lodo tratado, 7,00 mL de acetonitrila, 1,00 mL de acetato de etila, 4,00 mL de água (pH 11), 0,1 g de NaCl e 5 min em vórtex. As porcentagens de extração variaram de 37% (benzo[k]fluoranteno) a 129% (naftaleno) e desvio-padrão relativo ≤ 13% para a maioria dos HPAs. Os limites de quantificação foram de 0,0025 mg kg -1 a
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Hidrocarbonetos aromáticos policíclicos no ar ambiente de um túnel rodoviário

Hidrocarbonetos aromáticos policíclicos no ar ambiente de um túnel rodoviário

A avaliação da distribuição por tamanhos das partículas revelou que a maior parte da massa do aerossol recolhido no interior do túnel, cerca de 52%, se encontrava associada[r]

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Degradação de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos em solos arenosos empregando...

Degradação de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos em solos arenosos empregando...

A solubilidade do fenantreno e o antraceno em água eram de 1,18 mg L -1 e 7,5 x 10 -2 mg L -1 , respectivamente. 21 A concentração inicial do fenantreno e antraceno nos solos eram de 200 mg kg -1 e 25 mg kg -1 respectivamente. De acordo com a Lei de Raoult, a solubilidade é proporcional a sua fração molar, assim a solubilidade efetiva, nas condições experimentais avaliadas era de 1,05 mg L -1 e 8,25 x 10 -3 mg L -1 do fenantreno e antraceno respectivamente. Nestas misturas binárias, houve um decréscimo de dez vezes na solubilidade do antraceno em relação as soluções puras . A lixiviação da maioria dos HPA é geralmente muito baixa devido à hidrofobicidade dos contaminantes e também por se tratar de uma mistura de HPA, há o decaimento da solubilidade de cada um dos contaminantes. ENELL e colaboradores (2004) constataram que somente 0,3% do total de HPA foram lixiviados para o meio aquoso, após um período de 1600 h sob condições de saturação. 83 Em outro estudo realizado por Ferrarese e colaboradores (2008) em um sedimento contaminado com uma concentração de 2816 mg kg -1 de diferentes HPA, observou-se um deslocamento dos HPA inferior a 1% para água. 52 Esta é uma das características que levam os HPA a se acumular mais em sedimentos e solos do que particionarem para a água.
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HIDROCARBONETOS POLICÍCLICOS AROMÁTICOS ATMOSFÉRICOS DE FONTES AUTOMOTIVAS: UMA BREVE REVISÃO

HIDROCARBONETOS POLICÍCLICOS AROMÁTICOS ATMOSFÉRICOS DE FONTES AUTOMOTIVAS: UMA BREVE REVISÃO

y -1 ) a níveis encontrados em uma região urbana no norte da Grécia (73-401 g m -2 y -1 ) por Manoli 41 et al. (2002). Park 42 et al. (2001) e Lang 43 et al. (2002) encontraram 363 e 230 g m -2 y -1 em Miami e no Texas, respectivamente, mostrando que os fluxos de deposição total de HPAs são semelhantes em várias áreas urbanas do hemisfério norte. Fenantreno, fluoranteno e pireno foram identificados por Azimi 40 et al. (2005) como os compostos mais abundantes, confirmando a origem pirolítica de compostos aromáticos na deposição atmosférica 44,45 . O impacto da contaminação pirolítica também é sugerido pela presença de criseno e benzo[a]antraceno, que são considerados como marcadores de processos de combustão 46 .
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Hidrocarbonetos policíclicos aromáticos em sedimentos de fundo do estuário do rio Potengi, região da grande Natal (RN): implicações ambientais

Hidrocarbonetos policíclicos aromáticos em sedimentos de fundo do estuário do rio Potengi, região da grande Natal (RN): implicações ambientais

Os estuários são ambientes propícios ao aporte de poluentes químicos de diversas naturezas e origens, incluindo Hidrocarbonetos Policíclicos Aromáticos (HPA). Os HPA antrópicos são de duas fontes possíveis: pirolítica (com quatro ou mais anéis aromáticos e baixo grau de alquilação) e petrogênica (com dois e três anéis aromáticos e alto grau de alquilação). O presente trabalho teve como objetivo avaliar os níveis, distribuição e possíveis fontes de Hidrocarbonetos Policíclicos Aromáticos no estuário do rio Potengi, Natal-RN. Amostras de sedimentos de fundo foram coletadas nos 12 km finais do estuário até a sua foz, onde a urbanização da Grande Natal é mais concentrada. A amostragem foi realizada em 12 seções transversais, com três estações em cada uma, totalizando 36 amostras, identificadas de T1 a T36. Os HPA alquilados e não alquilados foram analisados por cromatografia gasosa acoplada a um detector seletivo de massas (CG/EM). Foram detectados HPA em todas as 36 estações, com concentração total em cada uma variando de 174 a 109407 ng g -1 . Esses valores são comparáveis aos de várias regiões estuarinas mundiais com grande influência antrópica, o que sugere o registro de contaminações difusas instaladas no estuário. O perfil de HPA foi similar para a maioria das estações. Em 32 das 36 estações predominaram HPA de baixo peso molecular (com 2 e 3 anéis: naftaleno, fenantreno e seus homólogos alquilados), que variaram de 54% a 100% em relação ao total de HPA, indicando que vazamentos, derramamentos e queima de combustíveis são a fonte dominante de poluição por HPA no estuário. O nível de contaminação por HPA na maioria das estações sugere que há risco potencial de ocasionais efeitos biológicos adversos serem observados, porém em algumas estações se confirmam que impactos adversos sobre a biota ocorrem com freqüência. As razões diagnósticas permitiram diferenciar as fontes de HPA nos sedimentos do estuário, que foram divididos em três grupos: sedimentos com padrões de introdução de hidrocarbonetos petrogênicos, pirolíticos e de mistura de fontes. A concentração urbana da Grande Natal e as atividades industriais diversas a ela associadas podem ser responsabilizadas como fontes potenciais dos HPA nos sedimentos de fundo do estuário estudado. Os dados apresentados evidenciam a necessidade de se controlar as causas da poluição existente no estuário.
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Remoção de hidrocarbonetos aromáticos policíclicos em águas utilizando subprodutos da indústria da cortiça

Remoção de hidrocarbonetos aromáticos policíclicos em águas utilizando subprodutos da indústria da cortiça

Os Hidrocarbonetos Aromáticos Policíclicos (HAPs) são po- luentes orgânicos, classificados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como carcinogénicos, mutagénicos e des- reguladores endócrinos. Estes compostos resultam de pro- cessos de combustão incompleta de compostos de carbono e, devido à sua elevada toxicidade, existem medidas de con- trolo para a sua presença nomeadamente em águas de con- sumo humano (1) .

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