Top PDF Determinação de metais em ostras na Baía da Babitonga, São Francisco do Sul – Santa Catarina (SC)

Determinação de metais em ostras na Baía da Babitonga, São Francisco do Sul – Santa Catarina (SC)

Determinação de metais em ostras na Baía da Babitonga, São Francisco do Sul – Santa Catarina (SC)

Os metais são introduzidos no meio ambiente através de várias fontes, tais como uso de fertilizantes e pesticidas, processos de combustão, efluentes industriais, entre outras. Considerando que os metais não são biodegradáveis, possibilitando seu acúmulo no meio, o conhecimento dos seus níveis de concentração em organismos vivos é fundamental para a saúde dos próprios animais e de seres humanos, que os consomem. As ostras, assim como outros animais, têm a capacidade de bioconcentrar componentes químicos em sua estrutura, podendo se tornar a principal via de transferência de diversos contaminantes através da alimentação. Portanto, o objetivo desse trabalho foi determinar os níveis de metais em ostras coletadas na Baía da Babintonga, São Francisco do Sul, Santa Catarina. As coletas foram efetuadas in natura nos meses de janeiro, fevereiro e março de 2014, em que houve uma maior ocorrência desses bivalves. Foram analisados os teores de umidade e cinzas, os quais variaram de 74,63% a 82,45% em relação à umidade e 3,68% a 5,67% em relação às cinzas. Para a determinação dos metais (Fe, Cu, Pb, Cr, Zn e Cd) os tecidos das ostras foram liofilizadas e em seguida submetidos a uma digestão ácida em bloco digestor. Esses metais foram quantificados através da técnica de espectrofotometria de emissão atômica por plasma acoplado indutivamente (ICP-OES) utilizando calibração externa. Os teores de ferro variaram entre 149,33 a 536,67 mg/Kg, o cobre variou entre 22,67 e 94,00 mg/Kg, o chumbo ficou entre 0,67 e 16,67 mg/Kg, os teores de zinco variaram de 1070,00 a 3373,33 mg/Kg, o cádmio variou entre 1,33 e 4,00 mg/Kg, e por fim o cromio não foi quantificado. Comparando os resultados obtidos com as legislações impostas pela ANVISA e pela WHO, alguns metais como o zinco e o chumbo, apresentam teores acima dos limites estabelecidos por esses órgãos, destacando a necessidade de estudos mais aprofundados sobre a presença desses metais nessa área.
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Determinação de metais em amostras de água do mar da Baía da Babitonga, São Francisco do Sul - SC

Determinação de metais em amostras de água do mar da Baía da Babitonga, São Francisco do Sul - SC

A Baía da Babitonga é um estuário que possui conexão direta com o oceano. É a maior baía navegável de Santa Catarina e conta com o porto de São Francisco do Sul. A baía apresenta potenciais plumas de emissão de contaminantes, tais como esgotos domésticos e efluentes industriais. Tendo em vista a possível emissão de elementos químicos potencialmente tóxicos, faz-se necessária uma análise quantitativa dessas espécies. Neste contexto, o objetivo deste estudo foi determinar as concentrações de chumbo, cádmio, cobre e zinco em amostras de água da Baía da Babitonga. As amostras foram obtidas de coletas efetuadas nos meses de janeiro, fevereiro e março de 2014, em três diferentes pontos da baía, sendo que em cada ponto de amostragem foram medidos os parâmetros físico-químicos que indicara que a Baía possui características homogêneas dentro de sua extensão. Foi desenvolvido um estudo para otimizar o método para determinação dos metais na água no mar, envolvendo uma etapa de digestão das amostras em um reator fotoquímico, na qual o melhor tempo de digestão foi de 9 min e um estudo para determinar as melhores condições instrumentais para que os metais fossem quantificados por voltametria de redissolução anódica. O método voltamétrico foi otimizado, sendo que o tempo de pré-concentração de 300s foi o suficiente para detectar os analitos na ordem de nmol L -1 , apresentando uma faixa linear de trabalho entre 0,1 e 8 · 10 -7 mol L -1 para
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Determinação de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs) em sedimentos da Baía da Babitonga - São Francisco do Sul (SC)

Determinação de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs) em sedimentos da Baía da Babitonga - São Francisco do Sul (SC)

Os hidrocarbonetos Policíclicos Aromáticos (HPAs) são compostos mutagênicos e carcinogênicos aos humanos e aos animais, quando introduzidos no ambiente em grandes quantidades. Sua origem pode ser biológica, através da síntese por algumas espécies de organismos vivos; petrogênicas, as quais ocorrem naturalmente no petróleo e seus derivados e pirogênicas, onde os compostos são formados a partir da combustão incompleta de matéria orgânica. Tendo em vista a preocupação ambiental, o objetivo deste trabalho foi avaliar a qualidade do sedimento em ambientes representativos da Baía da Babitonga, São Francisco do SulSanta Catarina (SC), em relação à presença e concentração dos 16 principais hidrocarbonetos policíclicos aromáticos, prioritários segundo a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (USEPA). Também obter as prováveis fontes, pirogênica e petrogênica destes. O processo de extração de HPAs do sedimento foi realizado através do método de soxhlet e a determinação cromatográfica foi realizada por cromatografia Gasosa e detector de espectrometria de Massas (CG-EM/EM). Dos 16 HPAs analisados o que apresentou maior concentração foi o Antraceno 2514,67 µg/kg seguido do Naftaleno 2149,56 µg/kg. As fontes pirogênicas e petrognicas das razões calculadas, apresentaram predominância de fonte pirogênica. As origens prováveis desses contaminantes são as emissões de combustíveis fósseis.
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Caracterização química do extrato orgânico dos sedimentos recentes da Baía da Babitonga-SC

Caracterização química do extrato orgânico dos sedimentos recentes da Baía da Babitonga-SC

A Baía da Babitonga se destaca pela grande diversidade ambiental e cultural, pela importância dos recursos pesqueiros e pela importante função de retenção de nutrientes. É a terceira maior formação de águas marinhas interiores em Santa Catarina e também o local de maior concentração de manguezais no estado (80% da área total dos manguezais de SantaCatarina) (Internet: http://www.bdt.fat.org.br/workshop/costa/sul/ parte3 ). Situada ao norte do litoral catarinense, apresenta uma superfície de 130 km 2 com cerca de 43 km 2 de manguezais. A oeste, a Baía de Babitonga limita-se na porção setentrional pela unidade eomorfológica da Serra do Mar e, a leste, a ilha de São Francisco subdivide o complexo m dois setores: a baía da Babitonga propriamente dita e o canal do Linguado (Ibama, 998; Souza, 1991).
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Diagnóstico ambiental do manguesal da Baía da Babitonga, Santa Catarina, através do uso de indicadores ecológicos (parâmetros foliares e produtividade de serapilheira)

Diagnóstico ambiental do manguesal da Baía da Babitonga, Santa Catarina, através do uso de indicadores ecológicos (parâmetros foliares e produtividade de serapilheira)

A dinâmica econômica, social e ambiental presentes na zona costeira geram conflitos de interesses e necessidades entre os diferentes segmentos da sociedade, cuja compreensão e avaliação subsidia as devidas ações de planejamento. A zona costeira catarinense, de acordo com informações fornecidas pelo GERCO/SC, abrange 34 municípios litorâneos, ou que fazem parte de complexos lagunares, agrupados nos setores sul (São João do Sul, Passo de Torres, Sombrio, Santa Rosa do Sul, Araranguá, Içara, Jaguaruna, Laguna, Imaruí, Imbituba, Garopaba e Paulo Lopes), Centro (Palhoça, Florianópolis, São José, Biguaçu, Governador Celso Ramos, Tijuca, Porto Belo e Bombinhas) e Norte (Itapema, Camboriú, Balneário Camboriú, Itajaí, Navegantes, Penha, Piçarras, Barra Velha, Araquari, Balneário Barra do Sul, Joinville, São Francisco do Sul, Itapoá e Garuva), totalizando 1.544.803 habitantes em 9.250 Km2 de área (Rocha & Lopes,
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Melastomataceae das ilhas da Baía Babitonga, Santa Catarina, Brasil

Melastomataceae das ilhas da Baía Babitonga, Santa Catarina, Brasil

A Baía Babitonga compreende uma área de aproximadamente 160 km² localizada no litoral catarinense (26°02’–26°28’ S e 48°28’–48°50’ O). Seus entornos limitam-se pelos municípios de São Francisco do Sul, Joinville, Balneário Barra do Sul, Itapoá, Garuva e Araquari (Fig. 1). A Baía comunica-se com o Oceano Atlântico por meio de um profundo canal situado a nordeste, com cerca de 1,7 km de largura (Cremer 2006). A região encontra-se sob domínio de regime de marés semidiurno, com variação de cerca de 1,2 m (Cunha et al. 2006), e é fortemente influenciada pela umidade marítima,. Segundo a classificação de Köppen, a região apresenta o tipo climático Cfa (GAPLAN 1986), definido como subtropical úmido com verão quente, e caracterizado pela ausência de estações secas (Alvares et al. 2013). A temperatura apresenta uma média anual de 20,3°C, sendo julho o mês mais frio, com temperatura média de 16,5°C. A precipitação média anual é de 1.874 mm, com
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Ecologia de Campo: Estudos Ecológicos na Baía Babitonga

Ecologia de Campo: Estudos Ecológicos na Baía Babitonga

Os autores agradecem ao Centro de Estudos e Pesquisas Ambientais (CEPA) Vila da Glória e à Univille, por darem as condições para que esse estudo pudesse ser conduzido, em especial ao professor Cláudio Türeck. Agradecemos também ao Programa de Pós-Graduação em Ecologia e ao Centro de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Santa Catarina. Somos gratos a todos os colegas do curso de Ecologia de Campo 2018, bem como aos professores, pós-doutorandos e todas as pessoas que estiveram envolvidas direta e indiretamente em nossa estadia em São Francisco do Sul. MSC e BMV agradecem a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Brasil (CAPES) – Código de financiamento 001 pelas bolsas de estudo. FFP agradece ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) pela bolsa de mestrado (Processo no 133320/2018-9) e ao Prof. Dr. Carlos Frederico Deluqui Gurgel, pelo aceite como orientador. MJC agradece ao CNPq pela bolsa de produtividade (Processo no 310477/2017-4). MJC e RLP agradecem ao Fundo de Apoio à Pesquisa - FAP/Univille pelo suporte financeiro aos estudos com cetáceos na Baía Babitonga. As atividades de pesquisa de campo estimularam a criação da poesia-canção "O Boto-Cinza", que pode ser conferida no Anexo IV deste livro.
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Diversidade e abundância sazonal da avifauna em duas planícies de maré no estuário da baía da Babitonga, norte de Santa Catarina.

Diversidade e abundância sazonal da avifauna em duas planícies de maré no estuário da baía da Babitonga, norte de Santa Catarina.

A manutenção das populações de aves na baía da Babitonga pode se tornar comprometida no futuro devido à intensa pressão antrópica registrada na região. Em seu entorno encontra-se o maior centro industrial do estado de Santa Catarina, na cidade de Joinville, e na baía situa- se o porto de São Francisco do Sul, outro importante polo econômico da região. Vários empreendimentos de grande porte vêm buscando licenciamento e alguns se encontram em implantação. Dessa forma, a Baía da Babitonga vem sofrendo ao longo dos anos sérias ameaças à sua conservação, em um ritmo que reduzirá significativamente suas áreas ainda naturais. Este estudo e sua continuidade devem contribuir principalmente para a seleção de áreas essenciais para a manutenção destas populações de aves, sejam elas residentes ou migratórias, localmente comuns ou ameaçadas de extinção.
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Resultados preliminares da pesquisa no sambaqui sob rocha Casa de Pedra, São Francisco do Sul, Santa Catarina, Brasil Preliminary report on research of the Casa de Pedra shell mound, São Francisco do Sul, Santa Catarina, Brazil

Resultados preliminares da pesquisa no sambaqui sob rocha Casa de Pedra, São Francisco do Sul, Santa Catarina, Brasil Preliminary report on research of the Casa de Pedra shell mound, São Francisco do Sul, Santa Catarina, Brazil

Pesquisas zooarqueológicas realizadas em sítios como Enseada I (Bandeira, 1992) e Espinheiros II (Figuti; Klökler, 1996) indicaram que a pesca foi o principal recurso de subsistência desde as primeiras ocupações (Scheel-Ybert et al., 2009; De Masi, 2001; Kipnis; Scheel-Ybert, 2005; Bandeira, 1992). Entretanto, estudos a respeito dos restos ictiológicos apontam uma variação nas espécies de peixes mais capturadas em alguns sítios pesquisados (Fossile, 2013; Bandeira, 1992). Sambaquis junto ao mar aberto (dos sítios Enseada I e Bupeva II) apresentam maior frequência de peixe-espada (Trichiurus lepturus) e de roncador (Conodon nobilis) (Bandeira, 1992, 2004); em sítios no fundo da baía, em meio ao manguezal (sambaqui Espinheiros II), predominam a corvina (Micropogonias furnieri), o canguá/ cangoá (Stellifer spp.) e a pescada-branca (Cynoscion leiarchus) (Figuti; Klökler, 1996); enquanto na foz do rio Cubatão (sambaqui Cubatão I), na porção norte da baía da Babitonga, predominam, nas camadas superficiais, o bagre (Genidens barbus), o baiacu (Lagocephalus laevigatus) e a corvina (Fossile, 2013).
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Sementes de ostras nativas no litoral de Santa Catarina/Brasil, como subsídio ao cultivo

Sementes de ostras nativas no litoral de Santa Catarina/Brasil, como subsídio ao cultivo

Com o objetivo de contribuir com informações que ajudem a elucidar a obtenção de sementes de diferentes espécies de ostras nativas no sul do Brasil, foram instalados coletores artificiais, confeccionados com chapas de PVC de 10 cm × 25 cm, em três áreas da baía Babitonga (26°28'S – 48°50'W), estado de Santa Catarina. Cada conjunto foi constituído por três séries, sendo um instalado na linha superior de alcance da maré (supralitoral), outro na linha de variação intermediária da maré (mesolitoral) e o terceiro abaixo da região limite da baixa-mar (infralitoral), perfazendo um total de 15 placas por estrutura e 45 por ponto (triplicata). Foram obtidas 7.579 sementes nos coletores ao longo de todo o ano, porém com variações nas estações do ano, nas profundidades do substrato de fixação e nos locais de coleta. Do total de sementes obtidas foram 74,92% no Iperoba, local abrigado e sob influência de um importante rio; 1,63% no Linguado, local com grande variação de salinidade, e 23,43% na Vila da Glória, que recebe aporte de água doce da serra, bem como forte influência das marés. Da análise por gênero separadamente, foram observadas para Crassostrea 60,17% no Iperoba, 4,04% no Linguado, e 37,17% na Vila da Glória. Para o gênero Ostrea foram observadas 96,7% no Iperoba, 0,13% no Linguado e 3,15% na Vila da Glória. Na comparação do número total de sementes por estação foram observadas 45,61% no inverno, 20,94% no outono, 5,4% na primavera e 28,03% no verão, com diferenças significativas para obtenção de sementes de Crassostrea no verão e Ostrea no inverno. Foram identificadas por meio de análises moleculares sementes das espécies Crassostrea brasiliana, Crassostrea rhizophorae e uma espécie não identificada do gênero Crassostrea denominada Crassostrea sp.
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Ecologia alimentar e espacial da toninha (pontoporia blainvillei) e do boto-cinza (Sotalia guianensis) na Baía da Babitonga, Sul do Brasil

Ecologia alimentar e espacial da toninha (pontoporia blainvillei) e do boto-cinza (Sotalia guianensis) na Baía da Babitonga, Sul do Brasil

As áreas de concentração de toninhas e botos-cinza, nos diferentes períodos de maré, ficam localizadas onde há um número maior de ilhas e a confluência das principais correntes da baía, o que representa uma grande variação em micro-habitats (CREMER, 2007). Segundo a teoria do forrageamento ótimo, os predadores transitam dentro de um conjunto de manchas de micro-habitats (mosaico) para maximizar os benefícios do forrageamento (MACARTHUR & PIANKA, 1966). No caso da predação em manchas, um predador pode abandonar um local sempre que passar um tempo sem captura de alimento, sendo que conforme a taxa de alimentação diminui, a tendência de abandono aumenta (TOWESEND & HILDREW, 1979). O tempo de permanência depende, sobretudo, do potencial de aproveitamento da macha, equilibrando a disponibilidade do recurso e as possibilidades de captura (BEGON et al., 2007). Assim, não apenas a abundância de presas, mas as condições do ambiente podem ter grande influência nos padrões de utilização de manchas pelas toninhas e botos- cinza da Baía da Babitonga. Em estudos futuros, a caracterização dos micro-habitats e a disponibilidade de presas dentro das manchas poderiam contribuir muito para a compreensão dos padrões de uso.
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Francisco, Santa Catarina, Brasil, I.1884, Ule-

Francisco, Santa Catarina, Brasil, I.1884, Ule-

SÃO PAULO: Moji- Guaçu, Bignoniaceae - Pleonotoma tetraquetra (Cham.) Bur. Winter) Arthur, Jour. Tipo: sobre Tecoma sp., registrado originalmente como Bignoniaceae não identificada, [r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA BRUNO DE ARAÚJO FRANCISCO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA BRUNO DE ARAÚJO FRANCISCO

A empresa dispõe de uma sala comercial mobiliada com todos os equipamentos de informática necessários para suas atividades, uma cozinha montada para uso de seus [r]

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Fruticultura na mesorregiao sul de Santa Catarina

Fruticultura na mesorregiao sul de Santa Catarina

sistemas de produção em fruteiras de clima temperado, tropical e subtropical a nível experimental e da exploração comercial, na mesorregião sul de Santa.. Catarina.[r]

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Otimização de técnicas voltamétricas de redissolução para determinação de metais traço em amostras de águas de ambientes costeiros de Santa Catarina

Otimização de técnicas voltamétricas de redissolução para determinação de metais traço em amostras de águas de ambientes costeiros de Santa Catarina

A partir dos parâmetros voltamétricos obtidos na utilização das técnicas de DPASV e DPACSV foram determinados os limites de detecção e realizada a validação das metodologias. A análise de uma amostra de água de mar costeira certificada (CASS-4) apresentou os seguintes resultados, em nmol L -1 : 5,9 (Zn 2+ ) e 10,3 (Cu 2+ ), próximos dos valores certificados: 5,8 ± 0,9 (Zn 2+ ) e 9,3 ± 0,9 (Cu 2+ ). A baixa concentração de Pb 2+ no material certificado inviabilizou a validação para estes íons sendo aplicada a técnica de enriquecimento e recuperação a uma amostra de água do mar costeira, previamente analisada. Os percentuais de metais total recuperados foram os seguintes: 95 ± 10 (Pb 2+ ), 110 ± 11 (Zn 2+ ) e 95 ± 8 (Cu 2+ ), demonstrando boa recuperação e eficiência em análises destes íons de metais em águas naturais.
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Determinação de metais pesados em amostras de água em área de lixao de Francisco Beltrão

Determinação de metais pesados em amostras de água em área de lixao de Francisco Beltrão

Os resíduos coletados apresentaram baixa umidade, influenciado pelo período de escassez de chuva na semana em que a amostragem foi realizada. Os materiais predominantes nos pontos de amostragem foram o plástico (32,90%), o metal (20,60%) e outros (19,70%) representado por terra, folhas e raízes. Quando confrontados com os resultados obtidos por MATTEI & ESCOSTEGUY (2007) no antigo lixão de Passo Fundo, a representatividade do plástico também foi predominante (44,6%), contudo, o metal (4%) não obteve a mesma representatividade comparação ao encontrado no lixão Água Branca (20,60%), bem como a do vidro que apresentou um valor de 3,1% no lixão de Passo Fundo contra 7,80% no lixão Água Branca. Esses fatos podem ter ocorrido pelo menor reaproveitamento que se tinha dos resíduos em Francisco Beltrão quando comparada com a cidade de Passo Fundo, por se tratar de um município de menor porte e mais afastado dos grandes centros que abrigam empresas recicladores de resíduos como metais e vidros.
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Composição e variação temporal da assembléia de peixes na região do saco dos limões, Baía Sul, Florianópolis, Santa Catarina

Composição e variação temporal da assembléia de peixes na região do saco dos limões, Baía Sul, Florianópolis, Santa Catarina

O Saco dos Limões, área de interesse deste es- tudo, consiste numa reentrância da margem leste da Baía Sul localizada no lado interno da Ilha de Santa Catarina. A inluência luvial e a presença de mangue- zais na sua porção leste caracterizam-na como uma região estuarina e, como tal, propícia para reprodução (Blaber et al., 1995; Chaves & Bouchereau, 2000), ber- çário e alimentação de peixes (Blaber et al., 1992; MacGregor & Houde, 1996). Apesar de sua impor- tância ambiental, essa região apresenta um histórico de ocupação humana, resultando em interferências em suas características físico-químicas por emissão de eluentes (esgotos) ou por obras de grande porte, como a construção da Via Expressa SC-Sul (Resgalla Jr., 2001), principalmente de drenagem e aterro.
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Comportamento de metais pesados e nutrientes nos sedimentos de fundo da Baía do Guajará e Baía do Marajó

Comportamento de metais pesados e nutrientes nos sedimentos de fundo da Baía do Guajará e Baía do Marajó

A técnica de difração de raios-X tem sido amplamente utilizada na determinação de fases cristalinas nos mais diversos tipos de materiais, sejam eles de origem natural ou sintética e para este trabalho foi realizada a análise de amostra total. As análises foram realizadas em um Difratômetro de Raios-X modelo X´PERT PRO MPD (PW 3040/60) da PANalytical, com Goniômetro PW3050/60 (Theta/Theta), tubo de Raios-X cerâmico e anodo de cobre (Kα1=1,540598 Å), modelo PW3373/00 com foco fino longo (2200W- 60kV) e filtro Kβ de níquel. O detector utilizado é o X'Celerator, do tipo RTMS (Real Time Multiple Scanning), atuando no modo Scanning e com um active length de 2,122º.
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Mortalidade e crescimento da vieira - Nodipecten nodosus (bivalvia - pectinidae) em condições de cultivo, em lanternas na Baía Sul, Florianópolis - Santa Catarina

Mortalidade e crescimento da vieira - Nodipecten nodosus (bivalvia - pectinidae) em condições de cultivo, em lanternas na Baía Sul, Florianópolis - Santa Catarina

a importância da pesquisa para evolução do sistema, e que o cultivo tem tudo para se estabelecer em Santa Catarina, nao falta muito e quem sabe as vieiras dispute[r]

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RUBIACEAE NA RECUPERAÇÃO AMBIENTAL NO SUL DE SANTA CATARINA

RUBIACEAE NA RECUPERAÇÃO AMBIENTAL NO SUL DE SANTA CATARINA

Abstract: Given the great ecological value and diversity recorded for Rubiaceae in Brazil, this study aimed to raise the species of this family that occur in the South of Santa Catarina State indicating their distribution by county , successional category and biological life, in order to create subsidies for environmental reclamation of locally degraded areas. It was used information compiled in the Flora Ilustrada Catarinense (FIC), of material cataloged in the Herbário Pe. Dr. Raulino Reitz (CRI) Universidade do Extremo Sul Catarinense, and from surveys carried out in the delimited region studied in this work. It was registered 71 species, belonging to 32 genera, having higher representativity Psychotria with 11 species, followed by Coccocypselum with nine, Manettia and Spermacoce with six species each. Psychotria leiocarpa Cham. & Schltdl. and Psychotria suterella Mull. Arg. presented the highest geographic amplitude, being distributed by 14 of the 27county where the species occurrence was registered. From the expressive number of species of initial stages of succession, mainly of the herbacean habit, it can be observed the relevance of this family in the reclamation of degraded ecosystems in the South of Santa Catarina. In addition it represents a great advantage in terms of pollination strategies and dispersion presented.
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