Top PDF Determinação das propriedades físicas e mecânicas do gesso reciclado proveniente das chapas de gesso acartonado

Determinação das propriedades físicas e mecânicas do gesso reciclado proveniente das chapas de gesso acartonado

Determinação das propriedades físicas e mecânicas do gesso reciclado proveniente das chapas de gesso acartonado

A busca pela viabilidade técnica e econômica da reciclagem de resíduos na cadeia produtiva da construção civil vem atender às novas necessidades do setor de promover crescimento econômico integrado às necessidades sociais e ambientais. O crescente aumento do consumo das chapas de gesso acartonado carrega consigo o problema da geração dos resíduos de gesso, onde a falta de pesquisa e o descarte incorreto acaba destinando o resíduo gerado, na maioria das vezes, para aterros ou bota-foras irregulares, sem controle ou estimativa de volume. O presente trabalho por meio da adoção de um processo de reciclagem, composto das etapas de moagem e calcinação do resíduo das chapas de gesso acartonado, determinou as propriedades físicas e mecânicas do gesso reciclado proveniente das chapas de gesso acartonado. A análise dos resultados mostrou a viabilidade da reciclagem, pois após a reidratação foi possível moldar corpos de prova. Após estudos mais específicos é possível afirmar que certa percentagem pode ser reincorporada como matéria prima no processo de produção de chapas de gesso acartonado, placas ou molduras de gesso, demonstrando que é possível reciclar um produto que hoje é descartado.
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Determinação das propriedades físicas e mecânicas do gesso reciclado proveniente de chapas de gesso acartonado.

Determinação das propriedades físicas e mecânicas do gesso reciclado proveniente de chapas de gesso acartonado.

A busca pela viabilidade técnica e econômica da reciclagem de resíduos na cadeia produtiva da construção civil vem atender às novas necessidades do setor de promover crescimento econômico integrado às necessidades sociais e ambientais. O crescente aumento do consumo das chapas de gesso acartonado carrega consigo o problema da geração dos resíduos de gesso, onde a falta de pesquisa e o descarte incorreto acaba destinando o resíduo gerado, na maioria das vezes, para aterros ou bota-foras irregulares, sem controle ou estimativa de volume. No presente trabalho, por meio da adoção de um processo de reciclagem composto das etapas de moagem e calcinação do resíduo das chapas de gesso acartonado, determinaram-se as propriedades físicas e mecânicas do gesso reciclado proveniente das chapas de gesso acartonado. A análise dos resultados mostrou a viabilidade da reciclagem, pois após a reidratação foi possível moldar corpos de prova, demonstrando que é possível reciclar um produto que hoje é descartado.
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Determinação das propriedades físicas e mecânicas do gesso reciclado proveniente de chapas de gesso acartonado e gesso comum ao longo dos ciclos de reciclagem

Determinação das propriedades físicas e mecânicas do gesso reciclado proveniente de chapas de gesso acartonado e gesso comum ao longo dos ciclos de reciclagem

A busca pela viabilidade técnica e econômica da reciclagem de resíduos na cadeia produtiva da construção civil vem atender às necessidades do setor e promover desenvolvimento integrado às necessidades sociais e ambientais. Nesse sentido, esta pesquisa teve como objetivo investigar o processo de reciclagem de resíduos de gesso acartonado e comum, em escala de bancada, e a qualidade dos materiais gerados ao longo de cinco ciclos de reciclagem. Para tanto, foi desenvolvido um equipamento para a separação entre o papel e a massa de gesso dos resíduos de gesso acartonado, assim como para seu beneficiamento. O experimento abrangeu a trituração, moagem, calcinação, hidratação, formação e rompimento de corpos de prova utilizando os resíduos de gesso. Utilizando-se MEV e EDS, caracterizou-se a microestrutura do gesso reciclado quanto à sua composição química e mineralógica. Determinaram-se as características do pó, as propriedades físicas e mecânicas nos estados fresco e endurecido para cinco proporções de gesso reciclado e do gesso comum ao longo dos ciclos de reciclagem. As amostras moldadas somente com gesso reciclado proveniente das chapas de gesso acartonado atenderam os critérios do tempo de pega para gesso de revestimento, com início de pega após 10 minutos e fim de pega após 45 minutos, até o quarto ciclo. Os resultados mostraram que é possível atingir valores de 6,5 à 13,10 MPa de resistência à compressão axial até o terceiro ciclo de reciclagem. Obtiveram-se em todas as amostras valores superiores a 30 N mm - ² para a dureza superficial. A inserção de gesso comum na moldagem dos corpos de prova elevou os valores da resistência à tração na flexão nos segundo, quarto e quinto ciclos, em relação aos corpos de prova moldados somente com gesso reciclado. No primeiro ciclo, somente as amostras que possuíam gesso comum em sua composição atingiram os 8,4 MPa para a resistência à compressão axial. Amostras moldadas com 50% de gesso comum atingiram 66 N mm - ² no ensaio de dureza superficial, no primeiro ciclo. Visualizaram-se a estrutura cristalina e o entrelaçamento dos cristais de gesso reciclado e gesso comum, concluindo-se que o aumento de resistência à tração na flexão deve-se ao melhor entrelaçamento dos cristais e a redução de vazios, uma vez que os cristais de gesso comum mostraram- se mais alongados, enquanto os de gesso reciclados ortorrômbicos e mais curtos, preenchendo assim o vazios. Foi verificada a reversibilidade das reações durante os ciclos de reciclagem, comprovando a viabilidade técnica do processo utilizado nesta pesquisa até o terceiro ciclo de reciclagem.
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Desenvolvimento de chapas de gesso acartonado exclusivamente a partir de seus resíduos

Desenvolvimento de chapas de gesso acartonado exclusivamente a partir de seus resíduos

Chapas de gesso acartonado são compostas, basicamente, por gesso comum envolto em um papel cartão. Os resíduos de sua aplicação na construção precisam ser adequadamente destinados, pois do contrário podem causar impactos ambientais. A reciclagem deste tipo de resíduo se resume atualmente a incorporar pequenas frações do gesso comum que integra essas chapas na produção de novas chapas. Os resíduos de papel cartão não são reaproveitados no processo de reciclagem, sendo atualmente descartados. Ocorre que, com a crescente utilização destas chapas, tem-se a necessidade de reciclar quantidade cada vez maior deste material. Assim, o objetivo geral desta pesquisa é avaliar o processo de reciclagem de resíduos de chapas de gesso acartonado em escala de bancada, produzindo-se novas chapas somente com estes resíduos. Foram reciclados o gesso e o papel de revestimento do resíduo de chapas de gesso acartonado para então se produzir novas chapas recicladas. O experimento incluiu a trituração, calcinação, reidratação, formação e rompimento de corpos de prova moldados somente com gesso reciclado proveniente de resíduos de chapas de gesso acartonado. Determinaram-se as características físico-químicas do pó, as propriedades mecânicas nos estados fresco e endurecido, além de caracterizar a microestrutura e a composição química do gesso reciclado. Foi reciclado o papel cartão de revestimento de resíduos de chapas de gesso acartonado, determinando-se suas características físicas e mecânicas. Foram produzidas chapas de gesso acartonado recicladas e determinadas as características físicas e mecânicas. O processo de moagem mostrou-se eficiente, pois além de apresentar granulometria acima de 90% passante na peneira de abertura 0,29vmm, a massa unitária do gesso reciclado apresentou valor de 657,37 g cm -3 , acima de 600 kg cm -3
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Gerenciamento de processos na construção civil: um estudo de caso aplicado no processo de execução de paredes em gesso acartonado /

Gerenciamento de processos na construção civil: um estudo de caso aplicado no processo de execução de paredes em gesso acartonado /

Dentro deste enfoque, o presente trabalho, apresenta várias melhorias no processo de paredes em gesso acartonado, sendo esta auxiliada pela metodologia de gerenciamento de processo. Esta trabalha dentro dos fundamentos de qualidade total, análise de valor, JIT e da tecnologia de produção otimizada, conseguindo com isto, um aumento da satisfação dos clientes, envolvimento entre clientes e fornecedores, reduzir os recursos associados aos processos através da eliminação de retrabalhos e redução do tempo do ciclo operacional nos processos.
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Open Produção de gesso reciclado a partir de resíduos oriundos da construção civil.

Open Produção de gesso reciclado a partir de resíduos oriundos da construção civil.

O Estado do Rio Grande do Norte foi o pioneiro no Brasil na produção de gesso desde 1938. Durante 20 anos fixou esta posição como maior produtor nacional liderado pelo Grupo Rosado. A área de exploração que tinha cobertura de 20m e fina camada de gipsita de cerca de 5m, com o tempo tornou impraticável a atividade mineralógica, especialmente após a descoberta dos depósitos em Pernambuco, (DNPM, 1960). Em mil novecentos e noventa o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) fez uma proposta à concessão, no qual Gesso Mossoró Ltda. (Grupo Rosado) teria direito em manter os depósitos vantajosos até que não houvesse mais nenhum atrativo para os investidores.
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PROGRAMA SETORIAL DA QUALIDADE DOS COMPONENTES PARA SISTEMAS CONSTRUTIVOS EM CHAPAS DE GESSO PARA DRYWALL

PROGRAMA SETORIAL DA QUALIDADE DOS COMPONENTES PARA SISTEMAS CONSTRUTIVOS EM CHAPAS DE GESSO PARA DRYWALL

Partes 1 e 2: Requisitos para sistemas usados como paredes e como forros e de referência do PSQ Marcação / identificação na embalagem Resistência à torção Resistência à corrosão [r]

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Estudo e otimização do processo de produção de gesso reciclado a partir de resíduos da construção civil

Estudo e otimização do processo de produção de gesso reciclado a partir de resíduos da construção civil

Primeiro é construído o domínio de cálculo onde as equações de conservação são aplicadas. O domínio de cálculo pode possuir duas ou três dimensões e assim como eixos e planos de simetria. Após a construção do domínio é feita sua discretização através da elaboração da malha computacional, onde são definidos os pontos de integração e os limites dos volumes de controle. Os elementos da malha podem ser estruturados ou não estruturados, de acordo com a complexidade geométrica ou modelo matemático a ser utilizado. A terceira etapa é o pré- processamento onde são configurados os modelos matemáticos, propriedades físicas dos materiais, condições de contorno e critérios de resolução numérica. Após o pré- processamento inicia-se a resolução numérica das equações e o acompanhamento da convergência da solução. A última etapa é o pós-processamento que compreende a análise dos resultados através recursos gráficos como planos de corte, iso-superfícies, gráficos X-Y, animações.
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Medidas de concentração de radônio proveniente de argamassas de cimento portland, gesso e fosfogesso

Medidas de concentração de radônio proveniente de argamassas de cimento portland, gesso e fosfogesso

O cimento Portland é bastante empregado na construção civil e apresenta em sua composição o gesso natural. Para minimizar custos é possível substituir parte do gesso desta composição pelo fosfogesso. O fosfogesso é um resíduo gerado a partir da produção dos fertilizantes e é constituído, essencialmente, por cálcio dihidratado e algumas impurezas, como fluoretos, metais em geral e radionuclídeos. Atualmente, toneladas de fosfogesso são armazenadas à céu aberto próximo das indústrias de fertilizantes, causando a contaminação do meio ambiente. O elemento 226 Ra, presente nesses materiais, ao passar pela série de decaimento radioativo, transforma-se em gás 222 Rn. Esse gás, ao ser inalado pode decair dentro dos pulmões e neste caso, os seus produtos depositam-se nas paredes pulmonares ocasionando exposição à radiação, podendo ser um potencial causador de câncer pulmonar. Dessa forma, o objetivo desta pesquisa foi medir os níveis de concentração de 222 Rn em corpos de prova de argamassa de cimento Portland, de gesso e de fosfogesso provenientes do Estado do Paraná, além de caracterizar o material e estimar a concentração de radônio em um ambiente de convívio humano hipotético construído com paredes destes materiais. Para as medidas de atividade do 222 Rn foi utilizado o monitor AlphaGUARD (Saphymo GmbH). A análise qualitativa e quantitativa foi realizada por meio da espectrometria gama e da EDXRF com tubos de alvos de Au e Ag (AMPTEK), e com alvo de Mo (ARTAX) e os ensaios mecânicos com equipamento de raios X (Gilardoni) e com a prensa mecânica (EMIC). Os valores médios da atividade do radônio no ar obtidos pelo estudo dos materiais armazenados no recipiente foram de 854 ± 23 Bq/m 3 , 60,0 ± 7,2 Bq/m 3 e 52,9 ± 5,4 Bq/m 3 para argamassas de cimento Portland, de gesso e de fosfogesso, respectivamente. Estes resultados extrapolados para o ambiente hipotético de 36 m 3 com paredes revestidas com os materiais foram de 3366 ± 91 Bq/m 3 , 237 ± 28 Bq/m 3 e 208 ± 21 Bq/m 3 para argamassas de cimento Portland, gesso e fosfogesso. Considerando o limite de 300 Bq/m 3 estabelecido pela ICRP, observa-se que, para o revestimento de cimento Portland a exposição não é segura e requer alguns procedimentos de mitigação específicos. A partir da espectrometria gama foi calculado o valor do rádio equivalente (Ra eq ) para as argamassas de cimento Portland, gesso e fosfogesso que resultou em 78,2 ± 0,9 Bq/kg; 58,2 ± 0,9 Bq/kg e 68,2 ± 0,9 Bq/kg, respectivamente. Os valores do Ra eq das amostras encontram-se inferiores ao limite máximo de 370 Bq/kg. Em relação a análise qualitativa e quantitativa das amostras por EDXRF, os resultados permitiram identificar e quantificar os elementos que compõe as amostras como o Ca, S, Fe, entre outros.
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Otimização de propriedades das placas de gesso por manipulação de espumas

Otimização de propriedades das placas de gesso por manipulação de espumas

presa e endurecimento da pasta de gesso dependem da: natureza dos compostos desidratados, temperatura e do tempo de tratamento térmico a que são sujeitos, tamanho das partículas de gesso, relação água/gesso, e da presença de aditivos e impurezas. A calcinação realizada a temperaturas elevadas, ou por um tempo de tratamento elevado conduz à obtenção de material de presa mais lento, e consequentemente de maior resistência mecânica. Em termos de finura, quanto mais moído o pó de gesso, maior a superfície de material exposto à hidratação, e consequentemente a presa será mais rápida e a resistência mecânica mais elevada. A presença de água utilizada na mistura de gesso influencia muito a presa e o endurecimento, porosidade e a resistência mecânica. Quanto menor a quantidade de água na relação água/gesso, menor é o tempo de presa e a porosidade, e maior a resistência mecânica. Se a presa é muito rápida, a pasta de gesso não é trabalhável, recomendando-se o uso de quantidade de água elevada. Quanto mais água se emprega, maior o tempo de presa trazendo o inconveniente de se obter resistência mecânica inferior e maior porosidade. O tempo de presa pode ser diminuído sem aumentar a água, usando aditivos retardadores [24] .
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Utilização do estéril da extração do gesso, como condicionador das propriedades físicas de um Neossolo Quartzarênico do semi-árido Pernambuco

Utilização do estéril da extração do gesso, como condicionador das propriedades físicas de um Neossolo Quartzarênico do semi-árido Pernambuco

1,5% de teor de umidade gravimétrica ao ponto de murcha permanente para 102 de 119 solos testados. Uma definição termodinâmica da capacidade de campo para o limite superior foi proposto por Colman (1947) como sendo a água retida a um potencial mátrico de -33 kPa. Entretanto, para muitos solos seus dados mostraram considerável desvio entre a capacidade de campo e a determinação de umidade a -33 kPa. Para solos de textura grosseira a capacidade de campo é comumente assumida ocorrer a um potencial mais alto, ou seja, de -10 kPa (Cassel e Nielsen, 1986). No entanto, Rivers e Shipp (1978) determinaram que para solos arenosos a capacidade de campo ocorreria num potencial de água ainda maior ou seja, igual a -6,7 kPa.
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Gesso

Gesso

Gesso é o produto resultante da calcinação da gipsita que é encontrada em depósitos naturais. Dependendo da temperatura e condições de execução da calcinação, teremos o gesso para estucador, o gesso de alta resistência e o gesso para reboco

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Propriedades dos microconcretos fabricados com agregados contaminados por resíduos de gesso

Propriedades dos microconcretos fabricados com agregados contaminados por resíduos de gesso

A utilização do gesso na construção civil tem se ampliado muito nos últimos anos, principalmente como revestimento interno de paredes em substituição ao processo convencional (chapisco/reboco). Porém, essa atividade é uma grande geradora de resíduos, devido ao tempo de aplicação e às técnicas utilizadas no processo. Esses resíduos, por não serem segregados, são armazenados nas obras juntamente com resíduos de diversos outros materiais, sendo seu descarte feito em aterros sanitários. Esses resíduos são denominados RCDs (resíduos de construções e demolições) e quando não contaminados por resíduos de gesso poderiam ter uma outra destinação, sendo reaproveitados na fabricação de agregados, em substituição aos naturais, na produção de concretos. Contudo, os RCDs quando enviados para a usina para a fabricação de agregados podem conter contaminantes de gesso, devido a este controle ser feito apenas de forma visual, ou seja, um agregado de RCD considerado sem gesso poderia conter um teor de gesso imperceptível à vista desarmada e tais agregados quando utilizados na fabricação de concreto provocam reações expansivas diminuindo, assim, a sua vida útil. Dessa forma, faz-se interessante o estudo de concretos fabricados com diferentes índices de contaminação por gesso. Neste trabalho, é analisada a influência desse contaminante nas propriedades de concretos fabricados sem agregados graúdos (microconcretos). Os resultados dos ensaios de resistência à compressão na idade de 150 dias apresentam uma perda de resistência quando comparados aos resultados obtidos com 28 dias, devido à formação da etringita nos microconcretos com contaminantes.
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Influência de diferentes métodos de desinfecção química nas propriedades físicas de troquéis de gesso tipo IV e V.

Influência de diferentes métodos de desinfecção química nas propriedades físicas de troquéis de gesso tipo IV e V.

Muitos instrumentos e materiais utilizados com freqüência em Prótese Dentária – modelos de gesso, moldes dentais, registros interoclusais, entre outros – são classificados na literatura odontológica como meios de transmissão de doen- ças infecciosas a quem os manuseia. O presente trabalho visa ao estudo comparativo da alteração dimensional, textu- ra superficial e resistência à compressão de troquéis de gesso, submetidos à desinfecção química por imersão durante 30 min em solução de hipoclorito de sódio a 1% ou glutaraldeído alcalino a 2,2% (com ou sem lavagem prévia em ul- tra-som) e pela adição de glutaraldeído alcalino a 2,2% ou hipoclorito de sódio a 5% à manipulação dos gessos IV e V, na confecção de troquéis. Pode-se concluir que a desinfecção química: (1) não provocou alteração dimensional signifi- cante nos troquéis de gesso; (2) determinou alterações na textura superficial dos troquéis conforme o método de desin- fecção utilizado e (3) tanto a imersão por 30 min como a adição de solução desinfetante à mistura do gesso determina- ram redução na resistência à compressão dos troquéis.
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Estudo microestrutural do gesso-alfa produzido pelo  processo hidrotérmico e calcinação a seco e sua influência  nas propriedades mecânicas pós-hidratação

Estudo microestrutural do gesso-alfa produzido pelo processo hidrotérmico e calcinação a seco e sua influência nas propriedades mecânicas pós-hidratação

Quimicamente, os dois hemidratos são idênticos. Porém em relação a estrutura cristalina existe divergência entre alguns autores. Segundo BUSHUEV& BORISOV (1982), o gesso-alfa pertence ao sistema monoclínico e o gesso-beta se cristaliza num sistema triclínico [5]. Contrariamente, KUZEL & HAUNER (1987), afirmam que não há diferença na estrutura cristalina dos hemidratos [6]. Morfologicamente, o gesso-alfa apresenta cristais com formatos regulares e menor superfície especifica, necessitando uma menor quantidade de água que o gesso-beta para se obter a mesma consistência. Essa característica permite obter peças com menor porosidade. Portanto, o gesso-alfa encontra maior campo de aplicação onde se faz necessário um gesso com melhores propriedades mecânicas e com menor coeficiente de absorção de água. Atualmente, seu maior campo de aplicação está relacionado à área médico-odontológica e cerâmica. Apesar de ser de grande interesse na construção civil em virtude das suas propriedades mecânicas, seu uso torna-se restrito devido ao elevado custo desse material em comparação com o gesso-beta (aproximadamente dez vezes maior). Outro fator limitante à aplicação do gesso-alfa na construção civil é o fato deste apresentar um maior tempo de pega (ou tempo de endurecimento), o que torna seu uso inadequado em aplicações como gesso para revestimento.
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AVALIAÇÃO DAS PROPRIEDADES MECÂNICAS DE BLOCOS INTERTRAVADOS COM RESÍDUO DE PNEU RECICLADO

AVALIAÇÃO DAS PROPRIEDADES MECÂNICAS DE BLOCOS INTERTRAVADOS COM RESÍDUO DE PNEU RECICLADO

A moldagem e procedimentos de ensaios se deu em consonância com as normas brasileiras vigentes. Para determinação da massa específica do resíduo de pneu utilizou-se o método do picnômetro com substituição da água pelo querosene. A adoção do querosene deve-se ao fato do mesmo possuir densidade inferior à água (0,8 g/cm³). Os demais procedimentos foram regidos pela norma NBR 9937;

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PRODUÇÃO DE GESSO (Ca

PRODUÇÃO DE GESSO (Ca

Journal of Brazilian Chemical Society, v.8, p.13-17, 1997. BENDASSOLLI, J.A.; MORTATTI, J.; TRIVELIN, P.C.O.; IGNOTO, R.F.; BONASSI, J.A.; TAVARES, G.A. Reciclagem de cobre proveniente de analisador automático de carbono e nitrogênio. Química Nova, v.25, p.312-315, 2002. FITZGORALD, M.A.; UGALDE, T.D.; ANDERSON, J.W. Sulfur

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Análise e quantificação de resíduos de gesso acartonado gerados em uma obra de edifício vertical residencial na cidade de Londrina: estudo de caso

Análise e quantificação de resíduos de gesso acartonado gerados em uma obra de edifício vertical residencial na cidade de Londrina: estudo de caso

Os resíduos de gesso provenientes da construção civil são um problema cada vez maior para o meio ambiente e para o orçamento dos empreendedores. Por este motivo, e com os avanços tecnológicos, a partir da CONAMA 431/2011, o gesso passou a integrar a Classe B nos Resíduos da Construção Civil (RCC), que são definidos como passíveis de serem reciclados. Desta forma, este trabalho tem por objetivo quantificar a geração deste resíduo em uma obra de edifício vertical residencial e analisar a viabilidade da reutilização do mesmo dentro da própria obra ou em processo de reciclagem. Esta quantificação foi feita utilizando-se três métodos: amostragem, onde coletou-se os resíduos provenientes da instalação do gesso no forros dos apartamentos de 1 e 2 dormitórios do edifício em questão, extrapolando a média obtida para os demais pavimentos; aplicação de modelo matemático, onde por meio de coeficientes pretendeu-se estimar a quantidade de resíduos que seria gerada na obra antes mesmo de quantifica-lo; e coleta de informação junto à construtora e a empresa de instalação, a fim de comparar os resultados obtidos nos métodos anteriores à quantidade real gerada. Além disso, foi realizada comparação entre os valores de destinação por caçambas, utilizado atualmente e por logística reversa que passou a ser ofertado em algumas situações. Os métodos aplicados para predição mostraram-se subestimados quando comparados com a destinação real fornecida pela empresa. Acredita-se que a disposição dos resíduos nos recipientes coletores e a imprecisão dos instrumentos utilizados para amostragem possam contribuir para esta diferença. Muitas empresas de instalação de gesso já reutilizam pedaços de placas em tarefas menores ou que necessitem de menor precisão, entretanto, ainda é necessário melhorar a fiscalização e o treinamento dos funcionários a fim de evitar as perdas de material por armazenamento incorreto, por exemplo, visto que neste caso o volume de resíduo gerado correspondeu a aproximadamente 57% do volume de gesso demandado para a obra. Observou-se também durante o estudo que a logística reversa nos moldes atuais não é uma alternativa financeiramente viável para a destinação dos resíduos de gesso devido ao custo do transporte. Porém, visto que é uma solução ambientalmente desejável por reduzir os problemas ambientais causados pelo descarte inadequado e adiar o esgotamento dos recursos minerais, recomenda-se procurar outras alternativas para que ocorra esta viabilidade.
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Análise das propriedades mecânicas dos compósitos de polipropileno reciclado com fibra de palmeira

Análise das propriedades mecânicas dos compósitos de polipropileno reciclado com fibra de palmeira

Em um universo onde muitas fibras naturais geram interesse do cunho de pesquisa, as fibras naturais podem ser empregadas na incorporação de fases dispersas (cargas de reforço) em compósitos poliméricos, para isto é fundamental a verificação do comportamento dessa fase com a matriz polimérica, aliando os conceitos envolvidos nas interações atrativas entre esses materiais favorecendo a compatibilidade e, consequentemente, o processamento desses compósitos. Neste trabalho são apresentados estudos a cerca do processamento do polipropileno reciclável, utilizado com aditivos em compósitos termoplásticos de polipropileno com fibra natural. A influência da carga de fibra de palmeira e a eficiência dos aditivos nas propriedades mecânicas do sistema serão avaliadas através de ensaios mecânicos, gerando uma possível gama de aplicações para estes compostos.
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Pasta de gesso com incorporação de resíduo de gesso e aditivo retardador de pega

Pasta de gesso com incorporação de resíduo de gesso e aditivo retardador de pega

O setor tem grande perspectiva de crescimento no contexto da reciclagem, devido à imensa quantidade de materiais que consome e vasta diversidade na composição dos materiais que fabrica, e ainda, por permear por todas as regiões (JOHN, 2000). Dentre os resíduos gerados pela indústria da construção civil, o gesso apresenta-se como um material cuja utilização gera uma grande quantidade de resíduo. Segundo Agopyan et al. (1998), Schmitz e Tavares (2009), a maior geração de resíduo de gesso acontece na fase da aplicação da pasta como revestimento de paredes e tetos e é devido a dois principais fatores: a mão de obra não qualificada e ao rápido endurecimento das pastas de revestimento. O aproveitamento desse resíduo é o foco desta pesquisa.
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