Top PDF Determinação da vazão máxima da bacia hidrográfica do Rio do Campo utilizando o software HEC-HMS

Determinação da vazão máxima da bacia hidrográfica do Rio do Campo utilizando o software HEC-HMS

Determinação da vazão máxima da bacia hidrográfica do Rio do Campo utilizando o software HEC-HMS

O crescimento populacional e a expansão territorial colaboram com o aumento da área impermeabilizada e consequentemente altera a vazão máxima dos corpos hídricos próximos. A vazão máxima é utilizada no dimensionamento de obras hidráulicas, como pontes, dutos, barragens, entre outros, e pode ser obtido por meio de métodos diretos e indiretos, dentre eles está a modelagem hidrológica. Dessa forma, objetivo do presente estudo foi determinar as características hidrológicas da bacia hidrográfica do Rio do Campo, bem como determinar a vazão máxima a partir do método de perda SCS Curve Number e os métodos de transformação do hidrograma unitário de Snyder e do hidrograma do SCS, para os tempos de retorno de 25, 50 e 100 anos utilizando o software HEC-HMS. Para essa determinação, a bacia do Rio do Campo foi dividida em quatro sub-bacias, sendo obtidas informações quanto ao uso e ocupação do solo, características do rio principal (declividade e comprimento), área da bacia e solo presente. Os resultados obtidos para a vazão no exutório foram de 296,2 m³.s -1 , 368,5
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Modelagem hidrológica HEC-HMS da bacia hidrográfica do rio Tibagi

Modelagem hidrológica HEC-HMS da bacia hidrográfica do rio Tibagi

O presente trabalho visou realizar a modelagem hidrológica da Bacia Hidrográfica do Rio Tibagi, localizada na região centro oriental do Estado do Paraná, para o período de 1º a 20 de junho de 2017. A modelagem hidrológica consistiu na simulação de hidrogramas mediante o uso do software HEC-HMS do Corpo de Engenheiros do Exército dos Estados Unidos. Para a delimitação da bacia e sub-bacias, caracterização do solo e ocupação da bacia foi utilizado o SIG ArcGIS 10.1, que após o geoprocessamento forneceu valores de caracterização do solo e tempo de pico para as sub-bacias. A infiltração foi estimada pelo método SCS Curve Number. Para determinação do escoamento de base foi utilizado o método da Curva de Recessão e para realizar a transformação de chuva em vazão foi empregado o método do Hidrograma Unitário SCS. Dados de precipitação e vazão foram obtidos de estações de monitoramento presentes ao longo da bacia. Os hidrogramas simulados para cada sub-bacia foram calibrados e comparados com os hidrogramas observados. O desempenho dos modelos foi avaliado por meio dos índices estatísticos. Após a calibração dos parâmetros, a comparação entre hidrogramas simulados e observados se mostrou muito boa de acordo com a classificação utilizada no trabalho. A tendência média das vazões simuladas serem maiores ou menores do que as observadas variou entre -3,03% a 7,42%, com variações aproximadas entre 6% a 8% entre as vazões máximas observadas e máximas calibradas. Os melhores resultados foram apresentados nas sub-bacias localizadas ao centro da bacia.
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Análise hidrológica da bacia hidrográfica do rio Cascavel – uma determinação da vazão de projeto para uma estação de tratamento de água

Análise hidrológica da bacia hidrográfica do rio Cascavel – uma determinação da vazão de projeto para uma estação de tratamento de água

A má ocupação de áreas próximas a bacias hidrográficas acarreta impactos negativos tanto para o ser humano quanto para o meio ambiente. Um dos métodos de estudo para se ter maior conhecimento sobre o comportamento de uma bacia hidrográfica (tais como períodos de cheia, suscetibilidade a enchentes e inundação e, grau de declividade) é a análise morfométrica. Através dela, pode-se ter informações necessárias para a devida ocupação de áreas e manejo dos recursos presentes na mesma. Este estudo teve o objetivo de realizar a análise morfométrica da Bacia Hidrográfica do Rio Cascavel no município de Cascavel – PR, com o auxílio de técnicas e programas de geoprocessamento, bem como determinar a vazão máxima de projeto para uma possível estação de tratamento de água. Com os resultados obtidos nos parâmetros fator de forma, índice de circularidade e coeficiente de compacidade, inferiu-se que a bacia em estudo não possui tendência a enchentes. Considerou-se alta a vazão máxima de projeto obtida, no valor de 374,5 m³/s, sendo este o valor de segurança suportado para uma obra de estação de tratamento de água.
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Análise da bacia hidrográfica do Rio Punaú-Rio Grande do Norte utilizando ferramentas de geoprocessamento

Análise da bacia hidrográfica do Rio Punaú-Rio Grande do Norte utilizando ferramentas de geoprocessamento

Os mapas temáticos gerados permitiram a análise da bacia em vistas à proteção ambiental. As possibilidades de inter-relações entre estes mapas e outras informações de interesse específico são diversas, podendo fornecer resultados espacializados e praticamente de forma automática, tornando-se, portanto, uma excelente ferramenta de suporte à decisão. É com a caracterização do meio físico que se parte para o ordenamento e direcionamento dos planos de ocupação pelos setores públicos e privados, estes que possam resultar em impactos negativos ao maio ambiente.
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Análise ambiental em áreas de infiltração máxima de água na bacia hidrográfica do Rio Vacacaí-Mirim-RS

Análise ambiental em áreas de infiltração máxima de água na bacia hidrográfica do Rio Vacacaí-Mirim-RS

escoamento superficial, já as áreas de arroz apresentaram as menores taxas. A vulnerabilidade natural à contaminação dos recursos hídricos subterrâneos, determinada utilizando-se a metodologia GOD, foi classificada variando de insignificante a extrema, principalmente em função dos níveis estáticos próximos a superfície, incluindo surgências em alguns casos, e das formações geológicas com alta permeabilidade (Formação Serra Geral, Aluvião e Terraços Fluviais). Os índices socioeconômicos (renda, saúde, condições de domicílios e saneamento e educação) variaram de baixo a alto. O perigo variou de baixo a muito alto, já o risco variou entre baixo/nulo a muito alto. Com relação aos parâmetros físicos e químicos do solo, os mesmos apresentaram as maiores alterações nas áreas que sofrem influência direta do meio antrópico (áreas de arroz e cultivo de soja). No que diz respeito à efetividade do comitê de gerenciamento de recursos hídricos, ficou evidenciado que suas ações/respostas ainda não são totalmente capazes de diminuir as pressões ambientais existentes no território da bacia hidrográfica, porém em função de algumas ações pontuais, bem como a realização de projetos que estão em andamento, há uma pequena melhoria do estado ambiental.
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UMA ANÁLISE DA APLICAÇÃO DO MODELO HEC-HMS NA DETERMINAÇÃO DE VAZÕES DE ROMPIMENTO DE PEQUENOS BARRAMENTOS: O CASO DO RESERVATÓRIO LÚZIO DE FREITAS EM INHUMAS, GO

UMA ANÁLISE DA APLICAÇÃO DO MODELO HEC-HMS NA DETERMINAÇÃO DE VAZÕES DE ROMPIMENTO DE PEQUENOS BARRAMENTOS: O CASO DO RESERVATÓRIO LÚZIO DE FREITAS EM INHUMAS, GO

A cidade de Inhumas – GO conta com uma estação pluviométrica operada pela Agência Nacional de Águas (ANA), código 1649006, apta a dados de chuvas diárias. Portanto, todos os dados de chuvas utilizados nas simulações foram desta estação, obtidos na plataforma HidroWeb da ANA, contemplando o período de 01/12/1947 a 30/09/2015. A chuva utilizada nas simulações foi a maior chuva detectada na série histórica, ocorrida no dia 18 de novembro de 1955. Esta chuva foi aplicada através do método SCS Storm, desenvolvido para fornecer orientação ao projetar armazenamento de água seguro, permitindo escolher o tipo de distribuição de tempo da chuva (neste caso “type”), calculando um hietograma para as sub-bacias, onde a simulação tem duração de 24 horas ou mais e todos os valores de precipitação após as primeiras 24 horas são zero (USACE-HEC, 2010).
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MODELAGEM DE DIFERENTES CENÁRIOS UTILIZANDO O SOFTWARE OPENLISEM NA BACIA HIDROGRÁFICA DE ARVOREZINHA/RS

MODELAGEM DE DIFERENTES CENÁRIOS UTILIZANDO O SOFTWARE OPENLISEM NA BACIA HIDROGRÁFICA DE ARVOREZINHA/RS

O município de Arvorezinha no Estado do Rio Grande do Sul (28º52'20" S; 52º10'31" O), encontra-se a uma altitude de 600 metros (IBGE, 2013), é um bom exemplo a ser citado, pois desde a introdução do cultivo do tabaco e sua recente expansão, observou-se o aumento da renda gerada no campo e sua economia vem sendo impulsionada pela produção do tabaco, oportunizando melhor qualidade de vida para milhares de pessoas, no campo e na cidade.

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Modelagem hidrológica para estimativa da vazão na bacia hidrográfica do Rio Brígida e a disponibilidade hídrica frente às mudanças climáticas

Modelagem hidrológica para estimativa da vazão na bacia hidrográfica do Rio Brígida e a disponibilidade hídrica frente às mudanças climáticas

Entre os problemas de ordem ambiental mais discutidos pela sociedade contemporânea, destaca-se a relação mudanças climáticas e recursos hídricos. No Brasil, uma das regiões mais vulneráveis ao processo é o Nordeste, em especial o semiárido. Entretanto, a extensão dos efeitos biofísicos e socioeconômicos ainda são incertos, o que dificulta a ação de gestores públicos quanto à tomada de decisão. Neste sentido, o objetivo central da presente pesquisa é estimar a vazão do rio Brígida utilizando o modelo hidrológico SWAT e avaliar o grau de disponibilidade hídrica per capta, frente aos cenários de mudanças climáticas do IPCC. Inicialmente, foram utilizadas técnicas de sensoriamento remoto para classificaçã o supervisionada de imagens orbitais, a partir de informações disponíveis no banco de dados do Google Earth. Em seguida, o mapa gerado foi adicionado ao modelo SWAT, juntamente com informações de solos, clima e relevo. Os resultados para o mapeamento de uso e cobertura da terra comprovaram a eficiência do método adotado, possibilitando identificar que as categorias savana estépica e agricultura de sequeiro ocupam cerca de 90% da bacia. Em relação a calibração do modelo hidrológico SWAT para a vazão anual da bacia do rio Brígida, obteve-se resultados classificados como muito bons, com Nash-Soutclife = 0,92, Peaerson = 0,92, PBIAS = 0,6%. Quanto a estimativa da disponibilidade hídrica para o período de calibração, a aplicação do índice do Índice de Exploração de Água apontou que a bacia de modo, geral, apresenta grande variação da situação hídrica ao logo dos anos. Em relação ao quadro de disponibilidade hídrica per capita, a situação é preocupante para a maior parte dos anos analisados, visto a população esteve sob Estresse Hídrico. Para os cenários climáticos futuros, os modelos empregados apontaram resultados distintos. O CCCMA, apresentou incremento na precipitação pluvial, enquanto o MIROC redução. Apesar disto, os dois cenários de disponibilidade hídrica, apontam situação de Estresse Hídrico e Escassez hídrica. A configuração deste resultado se deve principalmente ao crescimento da população na bacia, projetado até o ano de 2060, e possível manutenção do atual padrão de infraestrutura. Deste modo, conclui-se que a combinação de mudanças climáticas e crescimento populacional pode ser decisiva para o agravamento de uma situação hídrica já preocupante. Os projetos de integração de bacias hidrográficas, que buscam combater a seca no Semiárido precisam levar em consideração os efeitos das mudanças ambientais sobre os recursos hídricos.
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Distribuição de probabilidades para precipitação máxima diária na Bacia Hidrográfica do Rio Verde, Minas Gerais.

Distribuição de probabilidades para precipitação máxima diária na Bacia Hidrográfica do Rio Verde, Minas Gerais.

Como a distribuição GEV é destacada em muitos estudos para estimativa de eventos extremos, Queiroz & Chaudhry (2006) apresentam sua modelagem em Matlab utilizando o método dos momentos L para estimativa dos parâmetros. Com base nos testes de Wang e KS, os autores consideraram o modelo adequado a 5% de probabilidade. Na Bacia do La Plata, Naumann et al. (2012) destacaram melhor ajuste das distribuições GEV e Gama aos dados observados.

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Avaliação da bacia hidrográfica do Rio Paraguaçu utilizando análise multivariada

Avaliação da bacia hidrográfica do Rio Paraguaçu utilizando análise multivariada

desta mesma lei, o Sistema Estadual de Informações de Recursos Hídricos – SEIRH deve reunir, dar consistência e divulgar dados e informações sobre a situação quantitativa e qualitativa das águas. Segundo o Artigo 12, ficam sujeitas à outorga de direito de uso dos recursos hídricos as atividades que possam afetar a qualidade das águas, sendo que, segundo o Artigo 17, a cobrança pelo uso dos recursos hídricos tem por objetivo incentivar a melhoria dos seus níveis de qualidade. De acordo com os Artigos 3 e 28, a elaboração periódica de relatórios sobre a situação dos recursos hídricos e o atendimento a outros requisitos da Política Estadual de Recursos Hídricos demandam dados de monitoramento. O Artigo 9 estabelece os Planos de Bacia, que tem finalidade de compatibilizar os aspectos quantitativos e qualitativos do uso da água, devendo compreender os níveis de qualidade a serem alcançados no Plano Estadual de Recursos Hídricos . O Artigo 10 se refere ao enquadramento dos corpos d’água em classes, que será feito de forma a estabelecer os níveis de qualidade a serem mantidos ou alcançados (GEO BRASIL, 2007).
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Modelagem hidrossedimentológica na bacia hidrográfica do rio Pomba utilizando o Swat

Modelagem hidrossedimentológica na bacia hidrográfica do rio Pomba utilizando o Swat

67 Analisando os hidrogramas, evidencia-se também que, em anos de baixos índices de precipitação, como o ano de 1995, ocorreu uma subestimativa da vazão, fato este que pode ser explicado pela baixa capacidade de recarga dos aquíferos. Outro fator que pode ter influenciado nestes resultados se refere à escolha do período utilizado para aquecimento do modelo. Neste trabalho, optou-se pela utilização do valor mínimo recomendado por Neitsch et al. (2005), de um ano. Estes autores afirmam que esta recomendação tem o objetivo de garantir que o ciclo hidrológico seja simulado corretamente, antes que seja feita qualquer comparação entre os dados observados e simulados pelo modelo; porém neste trabalho foi utilizado o ano civil para tal finalidade, sendo, portanto, possível que o ciclo hidrológico não tenha sido completamente simulado pelo modelo durante seu aquecimento.
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Aplicação do HEC-HMS como contribuição ao estudo dos aportes hídricos na Lagoa da Conceição gerados pelo rio João Gualberto

Aplicação do HEC-HMS como contribuição ao estudo dos aportes hídricos na Lagoa da Conceição gerados pelo rio João Gualberto

Diante da ausência de dados de chuva e vazão para a construção dos HU em muitas bacias hidrográficas, foram desenvolvidas diversas técnicas de construção de hidrogramas sintéticos, dentre as quais podem ser destacados os Métodos de Snyder (1938), de Clark (1945) e do Soil Conservation Service, do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (SCS) (1957). Esses métodos de construção estão presentes no Software HEC-HMS, que permite a modelagem de curvas Chuva-Vazão. Assim como ocorre com os hidrogramas unitários naturais, as premissas necessárias para a construção dos HU sintéticos podem ser também fragilizadores desses modelos. Segundo Collischonn & Tassi (2008) alguns princípios adotados não são totalmente corretos, como tempo de base igual; chuva efetiva gerada uniformemente na bacia; chuva efetiva gerada de forma idêntica em todos os eventos; linearidade. Para se reduzir a imprecisão na construção desses HU sintéticos, técnicas e modelos computacionais podem ser adotados.
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Influência da urbanização na vazão máxima da microbacia hidrográfica do córrego da Cachoeirinha, Lençóis Paulista, SP

Influência da urbanização na vazão máxima da microbacia hidrográfica do córrego da Cachoeirinha, Lençóis Paulista, SP

O conceito de bacia hidrográfica está associado à noção de sistemas, nascentes, divisor de águas, cursos de águas hierarquizados e foz. Assim, os fenômenos que ocorrem dentro de uma bacia, sejam eles de origem natural ou antrópico, interferem na dinâmica do sistema, na quantidade e qualidade dos cursos d’água. As medidas de algumas de suas variáveis (solo, clima, vegetação, uso do solo, declividade, entre outros), permitem compreender a soma desses fenômenos (MATTOS JR., 2010). Para Santos (2004), esse é um dos aspectos que leva os planejadores a escolherem a bacia hidrográfica e/ou microbacias como uma unidade de gestão, bem como, por ser um sistema natural bem delimitado no espaço, onde as interações físicas são integradas e, portanto, mais fáceis de serem compreendidas, espacializadas e caracterizadas.
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As chuvas na bacia hidrográfica do rio Paraná, Brasil: um estudo do ritmo climático e algumas considerações sobre a vazão hídrica

As chuvas na bacia hidrográfica do rio Paraná, Brasil: um estudo do ritmo climático e algumas considerações sobre a vazão hídrica

Em relação aos sistemas tropicais, o que se percebe é que não há tanta homogeneidade de atuação espacial quanto à registrada para os sistemas polares, pois em determinadas ocasiões o rompimento na participação é mais acentuada, como ocorreu, por exemplo, no caso da Massa Tropical Continental, que teve sua ação mais intensa principalmente na região oeste e centro da bacia, a partir de onde tem uma queda mais brusca de participação em direção ao norte, porém, conseguindo atuar até mesmo nas latitudes mais baixas. Já em direção ao setor leste/sudeste, no trajeto pelo sul da bacia, além de ter a participação interrompida de forma mais acentuada, a MTC não atinge regiões muito distantes do seu centro de ação, ficando restrita à região de Guarapuava, no centro- sul da bacia. Enquanto isso, no trajeto pelo centro da bacia a redução não se faz de modo tão abrupto, mas também não consegue alcançar o extremo leste da área estudada, se limitando à região de São Simão. As chuvas geradas pela MTC nestes três primeiros meses do ano foram irrisórias, já que apenas Brasília registrou algum volume, mas de apenas 1% do total de todo o verão.
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AVALIAÇÃO DE SUSCETIBILIDADE A INUNDAÇÕES UTILIZANDO GEOTECNOLOGIAS PARA A BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO CACHOEIRA - JOINVILLESC

AVALIAÇÃO DE SUSCETIBILIDADE A INUNDAÇÕES UTILIZANDO GEOTECNOLOGIAS PARA A BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO CACHOEIRA - JOINVILLESC

Em relação a análise dos intrumentos de ordenamento territorial da área de estudo, verifica-se a importânciade em adotar como unidade de planejamento a escala da bacia hidrográfica, conforme previsto pela Política Nacional de Recursos Hídricos, para melhor entendimento das inundações urbanas. Com isto, ressalta-se a importância da elaboração de instrumentos legais como o Plano Diretor de Drenagem Urbana desenvolvido para a bacia hidrográfica do Rio Cachoeira, tendo a função tanto de fornecer subsídio aos demais instrumentos de ordenamento territorial, quanto de avaliar estratégias de gestão destes eventos, detectando pontos críticos para intervenção com vistas a minimização de seus impactos, uma vez que a eliminação destes torna-se inviável em virtude da intensa urbanização da área.
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Geomorfometria da Bacia Hidrográfica do Rio Côa

Geomorfometria da Bacia Hidrográfica do Rio Côa

Subdivide-se em duas partes. Começa-se analisando a influência do condicionalismo litológico da rugosidade topográfica e termina-se discutindo o controlo litológico na densidade de drenagem e na capacidade de geração de escoamento dos terrenos (densidade hídrica). Não obstante objectivarem-se as principais conclusões em separado, elas estão estritamente imbricadas. Num contexto tectónico dominado por movimentos epirogénicos positivos de magnitude (taxa de levantamento) e amplitude espacialmente pouco diversas, a variação espacial da rugosidade topográfica de pequena escala estará fortemente relacionada com o modo como a morfogénese fluvial é condicionada pelas unidades geológicas com relevância geomorfológica, caracterizadas por controlos de tectónica passiva/estruturais e litológicos específicos; porém, onde a fragmentação do terreno é relativamente elevada, como na bacia do Côa, e onde existe um gradiente da mofogénese fluvial, o que acontece sempre que se utilizam as bacias hidrográficas com unidades de análise, a obtenção de resultados significativos está dependente da capacidade do investigador para extrair somente o condicionalismo da litologia e da tectónica passiva. A extracção automática da rede de drenagem utilizando critérios de base morfológica (e.g., com algoritmos que utilizam a curvatura plana) seria a metodologia que melhor permitiria avaliar a influência dos contrastes geológicos na variação espacial da densidade de vales e na rugosidade do terreno (ver, por exemplo, Luo e Stepinski, 2008); porém, ao optar-se por essa solução estar-se-ia a perder informação relacionada com a variação espacial da capacidade de geração de escoamento, importante para perceber, entre outros, os controlos de tectónica passiva na rugosidade, especificamente a uma escala mais fina, não compatível com a resolução espacial do MDE SRTM .
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Análise da vazão mínima de uma bacia hidrográfica com modelo SWAT para caracterização de potencial idrelétrico

Análise da vazão mínima de uma bacia hidrográfica com modelo SWAT para caracterização de potencial idrelétrico

A vazão mínima de um recurso hídrico é uma das variáveis fundamentais para o estudo do aproveitamento hidrelétrico de determinada região. No entanto, sua estimativa, para um longo período de tempo é uma tarefa de difícil execução, pois depende de inúmeros fatores e variáveis ambientais, relacionados à topografia, geologia, uso da terra, clima, solos, entre outros. Contudo, a medição dessas variáveis, muitas vezes, tem custo elevado, e nem sempre é possível abranger toda a área de interesse, que neste caso considera-se a bacia hidrográfica como unidade de análise. Modelos hidrológicos são ferramentas que possibilitam a representação do sistema real de uma bacia hidrográfica. Eles procuram descrever os processos pelos quais a água passa no seu ciclo e os fenômenos físicos e químicos envolvidos, por meio de equações matemáticas, com o objetivo de entender e representar o comportamento da bacia hidrográfica e prever condições diferentes das observadas. Os modelos hidrológicos permitem realizar previsões, analisar os efeitos do clima e das alterações no uso do solo, verificar a disponibilidade de água, bem como apoiar à tomada de decisão sobre a gestão e o gerenciamento dos recursos hídricos. O presente estudo teve por objetivo avaliar a vazão mínima, com o modelo SWAT (Soil and
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Modelagem chuva-vazão utilizando o modelo matemático SMAP para um trecho da sub-bacia Rio Carreiro - RS

Modelagem chuva-vazão utilizando o modelo matemático SMAP para um trecho da sub-bacia Rio Carreiro - RS

A modelagem hidrológica se apresenta como um instrumento fundamental para as dificuldades encontradas na gestão dos processos hidrológicos, tendo em vista que há uma crescente demanda por água e consequentemente sua escassez. Dentre os vários modelos hidrológicos conhecidos se destaca os do tipo chuva-vazão em que utiliza dados de entrada de precipitação e gera uma saída, a vazão. Assim, o presente trabalho tem como objetivo modelar o comportamento de vazões de um trecho da sub-bacia rio Carreiro através do modelo matemático hidrológico chuva-vazão SMAP (Soil Misture Accounting Procedure) utilizando diferentes funções-objetivo, a fim de determinar se o modelo é capaz de modelar as vazões máximas e mínimas e por fim estimar a recarga subterrânea. O trecho foi modelado a partir de duas versões do modelo a diária e a mensal, para ambas foram utilizadas um período de três anos para calibração e dez anos para a validação. Os dados de precipitação foram retirados do posto pluviométrico Trinta e Cinco que se encontra fora da área do trecho estudado e não apresentou falhas, os dados de vazão foram retirados do posto fluviométrico Passo Migliavaca que se encontra no exutório da área, já os dados de evapotranspiração foram retirados do posto meteorológico Lagoa Vermelha. O modelo em sua versão diária apresentou resultados satisfatórios para o coeficiente RNSlog tanto na calibração (0,85) quanto na validação (0,84) indicando sensibilidade às vazões mínimas que ocorrem na sub-bacia no período estudado. Já a sua versão mensal apresentou resultados satisfatórios para o coeficiente RNSlog na fase de calibração (0,87) e validação (0,84), e para o coeficiente RNS na fase de calibração apresentou valor de 0,84 e na validação 0,83, demostrando sensibilidade em modelar vazões mínimas e máximas. A comparação entres as vazões calculadas em ambas versões demostrou que o modelo se torna mais preciso para períodos maiores, neste caso na fase de validação. Com os resultados positivos foi possível estimar a recarga subterrânea e vazão calculada no exutório a partir da precipitação observada.
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Uso de modelos probabilísticos para estimar a precipitação máxima anual na bacia hidrográfica do rio Govuro em Vilankulo – Moçambique

Uso de modelos probabilísticos para estimar a precipitação máxima anual na bacia hidrográfica do rio Govuro em Vilankulo – Moçambique

O valor p calculado para o teste de qualidade de ajuste pela estatística de AD 2 , ajudam a determinar qual modelo de distribuição usar para uma análise de capacidade ou uma análise de confiabilidade (5% de significância) e quanto maior for o valor, melhor será o ajuste dos dados da distribuição em análise. Da tabela 2, pode-se dizer que os valores p para as quatro distribuições são superiores que o nível de significância dando a entender que os dados seguem a distribuição específica. Uma vez que o tamanho da amostra é maior do que 7, então a aplicação do teste de aderência de AD 2 é importante para definir a sensibilidade do uso das distribuições de probabilidades em torno do caso em estudo. A distribuição de probabilidades da série histórica da precipitação máxima anual da Bacia do Rio Govuro em Vilankulo é melhor ajustada pelo método da verossimilhança (ML) para a distribuição Gama.
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Aplicabilidade do modelo SWAT na simulação de vazão em bacia hidrográfica do Cerrado utilizando valores de parâmetros regionalizados

Aplicabilidade do modelo SWAT na simulação de vazão em bacia hidrográfica do Cerrado utilizando valores de parâmetros regionalizados

A bacia hidrográfica do rio Preto engloba áreas dos Estados de Goiás (GO), Minas Gerais (MG) e do Distrito Federal (DF), dentre os mais diversos usos, é considerada uma bacia com uso agrícola, abrigando diversos níveis de uso do solo, desde agricultura de subsistência até culturas mecanizadas, além de diferentes tipos de sistemas de produção, podendo ser de sequeiro ou irrigado (MALDANER, 2003). Tem-se também, geração de energia elétrica na Usina Hidrelétrica de Queimado (UHE Queimado) e áreas de captação para abastecimento humano, fatores que geram uma limitação ao aumento do consumo da água na bacia (CARNEIRO et al., 2007).
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