Top PDF Determinantes da adoção de serviços cloud computing pelas empresas portuguesas

Determinantes da adoção de serviços cloud computing pelas empresas portuguesas

Determinantes da adoção de serviços cloud computing pelas empresas portuguesas

Este estudo procura ser um contributo para o preenchimento da lacuna identificada, através da construção de um modelo concetual dos determinantes da intenção de utilização dos serviços cloud computing pelas empresas. O modelo proposto beneficia em larga medida da incorporação de construtos comuns à UTAUT e à UTAUT 2 – condições facilitadoras, expectativa de performance e expectativa de esforço – e específicos da UTAUT 2 – valor do preço. A estes construtos são acrescentadas três variáveis críticas para a adoção de serviços online: a confiança, a segurança e a privacidade. O modelo é complementado com a inclusão dos esforços de marketing, considerando a juventude dos serviços de cloud computing no mercado, e da dimensão da empresa, atendendo a que a literatura aponta para uma diferença comportamental substantiva entre grandes empresas e PME, que se traduz num maior nível de utilização dos serviços pelas primeiras.
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Determinantes da adopção da tecnologia cloud computing nas organizações portuguesas

Determinantes da adopção da tecnologia cloud computing nas organizações portuguesas

A Segurança é o primeiro fator a influenciar negativamente a Adoção de Cloud Computing (path coefficiente de -0,156, significativo a p<0,01). Muitas organizações não consideram os serviços Cloud Computing seguros devido ao seu carácter virtual. A localização real dos seus conteúdos confidenciais é desconhecida por muitos, levando a insegurança e desconfiança. Em segundo e último lugar, a Pressão Competitiva é também indicada como um fator que influencia negativamente a Adoção de Cloud Computing (path coefficiente de -0,127, significativo a p<0,1). Esta conclusão não está de acordo com os estudos de Low et al. (2011) e de Chong & Ooi (2008), que afirmam que as empresas estão mais propensas a responder rapidamente num ambiente competitivo.
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Cloud computing: estudo das perspectivas de adoção deste modelo de tecnologia da informação por um grupo de empresas fortalezenses

Cloud computing: estudo das perspectivas de adoção deste modelo de tecnologia da informação por um grupo de empresas fortalezenses

Cada vez mais as empresas estão dependentes de tecnologia com isso a manutenção de todo o ambiente de TI internamente se torna cada vez mais inviável uma vez que todos as informações, documentos, sistemas necessários para a operacionalização da empresa correm risco de serem perdidos mediante um mal gerenciamento. Para Veras (2012) as empresas, em particular, estão recorrendo a esses serviços para fugir da dor de cabeça que é manter seus próprios data centers. Segundo Taurion (2009), um mercado que precisa responder rapidamente às mudanças no contexto de negócios, seja para mais ou para menos, não pode ficar dependente de uma infraestrutura computacional rígida como a imposta hoje em dia. "O mundo está mudando radicalmente. A nova economia digital impõe que custos com infraestrutura não sejam mais prioridade", informa Donald Feinberg, vice-presidente e analista distinto do Gartner[1]. Assim não estamos diante de mais um onda de marketing e sim de uma revolução tecnológica que vai nos permitir mudar significativamente a maneira como utilizamos os recursos computacionais.
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O nível de implementação do cloud computing nas empresas.

O nível de implementação do cloud computing nas empresas.

Apesar do grande número de vantagens que o Cloud Computing proporciona, para as empresas inquiridas o principal motivo, está relacionado com razões económicas, nomeadamente os gastos com hardware, software e suporte IT, logo de seguida destaca-se também o aumento da capacidade de computação que o Cloud Computing pode proporcionar, o que releva que as empresas inquiridas estão também atentas não só à forma como podem poupar nas despesas, mas também optimizar os recursos que dispõem de forma melhorar os processos da empresa. Por outro lado, ao contrário do que alguns fornecedores de serviços na Cloud mais publicitam, criação de plataformas de Business Continuity e Business Disaster, não chamaram ainda á atenção das empresas inquiridas. Isto deve-se de certa forma às preocupações que as empresas portuguesas têm com a privacidade da sua informação e com a perda de controlo dessa mesma informação.
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Adoção de sistemas cloud computing

Adoção de sistemas cloud computing

Infrastructure as a Service (IaaS)– Infraestrutura como Serviço- Quando é utilizada uma percentagem de recursos de um servidor, com as características definidas para o bom funcionamento. Este tipo de cloud é geralmente fornecido pelas empresas de hosting. (Mell & Grance, 2009). Aqui o foco é a estrutura de hardware e/ou de servidores virtuais, com o utilizador a poder ter acesso aos recursos do sistema operativo. Poderá aqui existir de forma rápida a integração e movimentação de dados em ambientes de virtualização, não requer investimentos iniciais em infraestrutura, permite uma garantia de evolução tecnológica dos equipamentos e sistemas de rede, diminuindo assim custos e aumentando a flexibilidade. Neste caso o cliente pode instalar o seu sistema operativo fazendo a respetiva gestão, podendo recorrer a serviços como o da Amazon EC2. (Amazon, 2014).
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Determinantes da adoção de práticas de gestão de risco nas empresas em Portugal

Determinantes da adoção de práticas de gestão de risco nas empresas em Portugal

riscos financeiros. O tipo de setor não parece ser determinante na adoção de práticas de gestão de risco, por outro lado, o facto de a empresa possuir uma função de gestão de riscos leva a uma maior adoção destas práticas. O modelo determinou a dimensão e a existência uma função de gestão de riscos como os fatores mais relevantes para a adoção de práticas de gestão de risco, em consonância com o estudo de Beasley et al. (2005). As empresas que possuem uma função de gestão de riscos, adotam práticas de gestão de risco a todos os níveis, enquanto as que não a têm se focam predominantemente na análise de riscos financeiros, demonstrando que esta variável é fundamental para uma correta gestão de risco na organização. Face às poucas empresas a operar no setor financeiro, a variável perde relevância no modelo, bem como a alavancagem financeira da empresa não influencia a adoção de práticas de gestão de risco. Assim, podemos concluir que na generalidade, as empresas de maior dimensão, possuem mais recursos conferindo-lhes uma maior capacidade de implementação de uma função de gestão de riscos, e deste modo realizar uma gestão de risco eficaz.
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INSTITUCIONALE FATORES DETERMINANTES DA ADOÇÃO DE PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS PELAS EMPRESAS

INSTITUCIONALE FATORES DETERMINANTES DA ADOÇÃO DE PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS PELAS EMPRESAS

O crescimento da importância das empresas na sociedade e o debate nas empresas e na academia favoreceram a adoção de posturas mais proativas e abrangentes, no que diz respeito ao papel que as organizações deveriam exercer, de forma consoante com o conceito de responsabilidade social corporativa. No final do século passado, quando as questões sociais e de degradação do meio ambiente começaram a tomar dimensões dramáticas, emergiu um posicionamento de maior intervenção de organismos de regulação (e. g. ONU), governos e ONG´s (organizações não governamentais). Os movimentos sociais em prol da construção de uma sociedade mais justa, a partir do final dos anos 60, abriram espaço para a multiplicação de organizações comunitárias privadas, sem fins lucrativos e sem intervenção do Estado. Em seu âmbito, são discutidas questões locais e globais, como a destruição do meio ambiente, explosão populacional, narcotráfico, proliferação de doenças, instabilidade dos mercados financeiros, aumento da pobreza e desemprego, dentre outras (TARAPANOFF, 2005). Essas organizações passaram a cobrar uma maior participação das empresas nas questões sociais e ambientais.
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Privacy in cloud computing

Privacy in cloud computing

Cloud computing is currently a considerably active area in the computer science field. It is safe to say it due to the amount of scientific research done on the subject and the quantity of new products using the cloud as their foundation. Throughout this document we will discuss some of the published research papers related to the topic, and mention some of the products that are already taking advantage of cloud computing technology. Since the paradigm of Cloud computing seems to be getting a large acceptance, we believe it is in the best interest of future Cloud users to learn about the security issues they might face when deciding to move their businesses to the Cloud. The benefits of moving to the Cloud have already been discussed and enumerated in multiple texts [1, 2]. We present a discussion on this particular subject in Section 2.1. The question that we still need to ans- wer is whether or not high-value businesses can move to the cloud when the security risks they face are almost prohibitive. Showing that these risks are serious is what we propose to achieve with this work. We are going to perform an analyses demonstrating to current cloud clients, how insecure is their data going to be once they relinquish its control over to the Cloud provider. We also hope that our work can serve as a call for action directed at the research community, which will hopefully solve the problems we present here. In the thesis we take the word privacy in a broad sense, including any information that a company or a cloud user considers to be confidential or private.
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Cloud computing and security.

Cloud computing and security.

Abstract: There is always a strong pressure on Information Technology (IT) to do more with fewer resources. Over the decades, this pressure to rationalize IT costs spurred a number of paradigms, technologies and buzzwords. Some of them failed to meet their promises, while others became successfully embed in IT practices and infrastructures, providing sizeable benefits. The paradigm of cloud computing is currently riding this wave, promising to be the next great revolution in IT. Cloud computing appears to have the right technological and market ingredients to become widely successful. However, there are some key areas where cloud computing is still underperforming – such as security. Availability, security, privacy and integrity of information are some of the biggest concerns in the process of designing, implementing and running IT services based on cloud computing, due to technological and legal matters. There is already an extensive set of recommendations for IT management and IT governance in general – such as the popular Information Technology Infrastructure Library (ITIL) guidelines and Control Objectives for Information and related Technology (COBIT) recommendations. However, the field of cloud computing remains poorly covered. ITIL and other general sources can be sometimes translated to the context of cloud computing, but there are many new challenges not addressed by those generic resources. Recognizing this state of affairs, a number of initiatives already started focusing on novel proposals specifically targeting cloud computing but, up to now, with no significant outcomes. In this paper, we discuss the security implications involved in the migration of IT services to the cloud-computing model, proposing a set of rules and guidelines to be followed in the process of migrating IT services to the cloud. This set of rules and guidelines largely builds on general ITIL recommendations, discussing how to extend/adapt them to the field of cloud computing and identifying which a number of novel areas not covered by current ITIL recommendations.
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Future of cloud computing

Future of cloud computing

Today mostly people use internet services for their work. Cloud computing is a general term for anything that involves delivering hosted services over the Internet. It is a system whereby software programs and storage space can be accessed via the Internet. We can save our data on internet with the help of Cloud Computing. With help of Cloud Computing user can access number of server and as much as application.it provide a fast access platform to user. Cloud computing evolved from the knowledge and experience of managed services, Internet services, application service providers. End users access cloud-based applications through a web browser or a light-weight desktop or mobile app while the business software and user's data are stored on servers at aremote location. Cloud computing is a model for enabling convenient, on-demand network access to a shared pool of configurable computing resources (e.g., networks, Servers, storage, applications, and services) that can be rapidly provisioned and released with minimal management effort or service provider interaction
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Análise de Ferramentas de Business Intelligence com destaque dos serviços de BI na Cloud Computing

Análise de Ferramentas de Business Intelligence com destaque dos serviços de BI na Cloud Computing

Abstract – Cloud Computing and BI (Business Intelligence) are global market trends. This is because both are associated with the large amount of data that exist today and that are increasing. The study carried out in this article approaches a relationship between Cloud and BI, first dealing with its concepts. Soon after, the two most reputable BI tools in the market were selected according to the Gartner Consulting Company (2017). An analysis of the tools was done, being Power BI from Microsoft and Tableau. With emphasis on the advantages of Cloud BI Tools, the importance and applicability of these concepts in the business world stands out. The reason for this analysis was to identify a relationship between BI and Cloud, evidencing the need to implement these
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O impacto da adoção do SNC no capital próprio das empresas portuguesas

O impacto da adoção do SNC no capital próprio das empresas portuguesas

A amostra é constituída principalmente por grandes empresas (66,7%) embora estas só correspondem a 0,1% das empresas nacionais. Esta diferença é devida, sobretudo, à forma da recolha dos dados e à prioridade dada na seleção. Aparentemente existe uma relação entre a dimensão da empresa e a utilização da internet para publicitar a empresa, os seus produtos/serviços e os seus relatórios de contas. Na seleção foi dado prioridade às grandes empresas já que correspondem realidades mais complexas e por isso mais ricas para a análise de conteúdo que pretendemos fazer. A amostra inclui algumas empresas de média e pequena dimensão. A ausência de microempresas deve-se ao fato de estas empresas estarem abrangidas essencialmente pela norma contabilística e de relato financeiro para as pequenas entidades.
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Determinantes da integração vertical : uma análise de empresas portuguesas

Determinantes da integração vertical : uma análise de empresas portuguesas

20 (2000) estudam o caso das empresas que integram a rede da Toyota, mostrando que nestas condições as empresas obtêm vantagens ao atuar dentro da rede (e por isso fora da empresa). Noutro estudo teórico, Quinn (2000) refere como vantagens do uso da externalização (que neste caso corresponde ao uso de uma rede de fornecedores e clientes) na presença de inovações, as diferentes estruturas oferecidas através da externalização que facilitam na estimulação, acompanhamento e transição da inovação, os recursos limitados que a empresa tem, sendo que a empresa pode obter melhores inovações através da combinação de diferentes fornecedores do que desenvolvendo internamente a inovação, os talentos especializados (que nem sempre a empresa consegue atrair para si) e por último, a rapidez associada à externalização, uma vez que a empresa evita o desenvolvimento de novas estruturas, assim como outros processos associados à inovação que requerem tempo para serem desenvolvidos e implementados. Também a dificuldade de imitação é um fator que poderá levar a que a propensão de integrar verticalmente tenda ser menor nas empresas intensivas em I&D (Hashai e Almor, 2008). Uma vez que o aumento de intensidade tecnológica acresce a dificuldade de imitação dos conhecimentos específicos da empresa, o risco de ocorrer imitação pelas outras empresas diminui, o que por sua vez reduz a necessidade de as empresas integrarem verticalmente de forma a proteger o conhecimento específico à empresa.
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Fatores determinantes do desempenho inovador nas empresas portuguesas

Fatores determinantes do desempenho inovador nas empresas portuguesas

As exigências de um mundo, cada vez, mais competitivo devido a globalização dos mercados atuais, que são cada vez exigentes, a inovação torna-se um fator chave e inevitável na diferenciação e desenvolvimentos das empresas e das organizações. Assim, a inovação tem assumido um papel cada vez mais relevante no panorama económico da empresa. A competitividade está intimamente relacionada com a sua capacidade da empresa de inovar e manter de forma sustentável no mercado, onde fatores determinantes jogam um papel preponderante para o desempenho inovador das organizações. A presente investigação tem como objetivo a identificação e análise dos fatores determinantes que influenciam os processos de inovação das empresas portuguesas e, consequentemente, o seu desempenho inovador. Nesta investigação destacam-se como fatores determinantes os tipos cooperação e os investimentos e despesas em atividades de inovação. Centrando-se análise no estudo de empresas indústrias, comerciais e de serviços, localizadas no território português.
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Fatores determinantes do desempenho das empresas portuguesas cotadas

Fatores determinantes do desempenho das empresas portuguesas cotadas

Outro fator que tem sido considerado como determinante do desempenho empresarial é o nível de endividamento. Muitas empresas não têm possibilidade de tirar proveito de boas oportunidades de investimento que possam surgir, ou seja, projetos com valor atual líquido (VAL) positivo, pois têm outras fontes de escoamento de fundos financeiros, como seja o pagamento periódico de juros. Tendo em conta este aspeto, Goddard et al. (2005), Asimakopoulos et al. (2009), Serrasqueiro e Nunes (2008), Vithessonthi e Tongurai (2015), Goel, Chadha e Sharma (2015) e Nwude et al. (2016) justificaram a relação negativa encontrada entre o nível de endividamento e o desempenho das empresas. Estes resultados são consistentes com os de Zeitun e Tian (2007), Onaolapo e Kajola (2010), Olokoyo (2013) e Sheikh e Wang (2013), que analisaram o efeito do endividamento sobre o desempenho económico das empresas e concluíram que o nível de endividamento tem um efeito negativo e significativo nas medidas de desempenho empresarial, como o ROA, o ROE e o Q de Tobin. Também Muradoglu e Sivaprasad (2008) e Adami et al. (2010) encontraram uma relação negativa entre o endividamento e o desempenho, quando a rendibilidade das ações é utilizada como medida de desempenho das empresas, sugerindo que os investidores não estão a ser compensados pelo risco que estão a assumir ao investirem em empresas com um elevado nível de endividamento.
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ORAT FOR GREEN CLOUD COMPUTING

ORAT FOR GREEN CLOUD COMPUTING

Cloud Computing is one of the mainly admired subject in the ICT sector nowadays. Cloud computing means incorporated, active infrastructures that carry IT as a service moreover inside (private cloud) or on the outside (public cloud). It is significant to recognize the trade-offs between Software as a Service (SaaS), Platform as a Service (PaaS), and Infrastructure as a Service (IaaS), and among private and public clouds. Envision the potentials for the association if you may possibly persist to construct virtualized environment into an entirely mechanized, service- oriented transportation of collective resources (storage, server, and network) that permits to simply distribute IT Services to interior users. The cloud computing types is illustrated in fig 1.There are at any rate three merits to optimizing the employment of a shared IT environment:
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Determinantes da estrutura de capital: o caso das empresas cotadas portuguesas

Determinantes da estrutura de capital: o caso das empresas cotadas portuguesas

Segundo Myers (1977), Myers e Majluf (1984), Williamson (1988), Titman e Wessels (1988) e Harris e Raviv (1991), os activos tangíveis têm maiores condições de oferecer garantias aos agentes financeiros. Isto, porque um activo tangível também é considerado como prova efectiva que elimina a assimetria de informação e a selecção adversa, os dois maiores problemas que afectam negativamente a obtenção de financiamento bancário. Logo, empresas com ativos maioritariamente tangíveis conseguem obter financiamentos com menores custos associados, o que possibilita um endividamento maior (Jensen e Meckling, 1976). Assim, neste caso, assume-se a existência de uma relação positiva entre tangibilidade e dívida total (Bradley et al., 1984; Titman e Wessels, 1988; Harris e Raviv, 1991; Rajan e Zingales, 1995; Gaud et al., 2003, Flannery e Rangan, 2006 e Brealey et al., 2007).
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DETERMINANTES DA ESTRUTURA DE CAPITAL EM EMPRESAS INDUSTRIAIS EXPORTADORAS PORTUGUESAS

DETERMINANTES DA ESTRUTURA DE CAPITAL EM EMPRESAS INDUSTRIAIS EXPORTADORAS PORTUGUESAS

Sendo um tópico recente nas finanças empresariais, o presente estudo do relacionamento entre nível de internacionalização e estrutura de capital em empresas industriais portuguesas apresenta algumas limitações que constituem desafio para melhorias futuras a implementar; por um lado, a base de dados usada é apenas do tipo quantitativo, não tendo acesso a variáveis qualitativas importantes enquanto determinantes da estrutura de capital, como é o caso de informações intrínsecas à qualidade da gestão (cultura organizacional, qualidade dos gestores, por exemplo) ou à estrutura acionista, concentração de capital e tipo de empresa (se capital de risco, se empresa familiar, por exemplo). Por outro lado, tratando-se de explicar o nível de endividamento empresarial em Portugal seria importante ter informações sobre o relacionamento bancário das empresas estudadas, nomeadamente conhecer a diversidade de créditos disponibilizados e as condições exigidas nos mesmos.
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Determinantes do desempenho internacional das empresas portuguesas nos mercados externos

Determinantes do desempenho internacional das empresas portuguesas nos mercados externos

A procura de parceiros externos para promover o crescimento e o desempenho da empresa é importante no que toca principalmente às PME´s, pois são empresas que dispõem de poucos recursos, sejam eles financeiros ou humanos. Para as empresas se adaptarem a novas realidades é necessário que explorem os ativos que detêm e consequentemente as competências disponíveis. (Fensterseifer, 2000). Na verdade, as alianças e as parcerias são a forma mais rápida e com menores riscos para a entrada de novos mercados, pois a cooperação não só no desenvolvimento, como na produção e na venda dos produtos e serviços, é essencial e trará vantagens para as partes envolvidas. Para além desta vantagem de cooperação, ao criar parcerias, a empresa irá beneficiar também da utilização de menos recursos para conhecer o mercado, podendo aumentar as suas possibilidades de sucesso.
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Determinantes de Liquidez: Evidência nas PME e nas Empresas de Crescimento Portuguesas

Determinantes de Liquidez: Evidência nas PME e nas Empresas de Crescimento Portuguesas

6 holdings aumentam (diminuem) quando as taxas de juro caem (sobem). Pastor e Gama (2012) utilizaram uma amostra de PME portuguesas. As variáveis dimensão da empresa, oportunidades de crescimento, relação com instituições financeiras, incerteza do cash flow, estrutura da dívida, liquidez e alavancagem têm uma influência significativa no nível de cash holdings detidos pela empresa. Niskanen e Niskanen (2007) usaram uma amostra de PME finlandesas e concluem que as empresas que enfrentam maiores dificuldades financeiras e com níveis mais elevados de dívida mantêm maiores níveis de cash holdings. Drobtez e Gruninger (2007) estudaram uma amostra de empresas não financeiras suíças. As conclusões do estudo indicam que a tangibilidade dos ativos e a dimensão da empresa são ambos negativos em relação aos cash holdings e existe uma relação não-linear entre alavancagem e liquidez; o pagamento de dividendos e os cash flows estão positivamente relacionados com as reservas de caixa. Uma relação significativa entre oportunidades de crescimento e o nível de cash holdings foi também encontrada por estes autores. Bigelli e Sanchéz-Vidal (2012) analisaram uma amostra de PME italianas. Os resultados evidenciaram que as empresas pequenas, com maior nível de risco medido pelo Z-Score (Altman, 1968) e presumivelmente com maiores restrições financeiras, mantêm níveis de cash holdings maiores do que as grandes empresas. Silva (2012) estudou os fatores estratégicos e financeiros associados com a rentabilidade e o crescimento das PME em Portugal. Belghitar e Khan (2013) analisaram o efeito das características das empresas e os mecanismos empresariais para uma amostra de PME no Reino Unido. Os resultados sugerem que os mecanismos de governança interna são mais eficazes para as PME com maiores oportunidades de crescimento, enquanto os mecanismos de governança externos, tais como acompanhamento do mercado de capitais, são mais eficazes para empresas com baixas oportunidades de investimento de crescimento. Lee (2013) utiliza uma amostra de PME do Reino Unido para investigar os obstáculos que as empresas com elevado potencial de crescimento enfrentam para deter os níveis de cash holdings adequados às suas necessidades de investimento. Os resultados sugerem que as empresas de crescimento elevado identificam problemas em seis áreas específicas: recrutamento, escassez de competências, difícil acesso ao financiamento, limitação de cash flows gerados internamente, gestão de competências e procura de instalações inadequadas.
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