Top PDF Diagnóstico ambiental do Parque da Raposa

Diagnóstico ambiental do Parque da Raposa

Diagnóstico ambiental do Parque da Raposa

A preocupação com o meio ambiente é atualmente tema de inúmeros debates que conflitam com várias problemáticas sociais e políticas. O presente trabalho teve como finalidade elaborar um diagnóstico ambiental do Parque Ecológico da Raposa, localizado na cidade de Apucarana-PR, levando em consideração questões ambientais como os processos de manutenção do parque, qualidade de água, processos erosivos da bacia, poluição através de lançamento de resíduos, dentre outros. Para isso foi feito uma classificação da água, coletada em dois pontos distintos e realizada uma análise físico-química e microbiológica, bem como um estudo da bacia hidrográfica, apontando os principais problemas do processo erosivo no exutório, com medidas preventivas para que esse efeito seja minimizado. Além disso, foi feito um levantamento geral dos problemas sociais e de poluição que o parque enfrenta. O trabalho servirá também para que órgãos competentes se atentem e realizem medidas que tragam melhorias para o local.
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DIAGNÓSTICO AMBIENTAL PARA IMPLEMENTAÇAO DO PARQUE MUNICIPAL DA MATINHA (MONTE CARMELO, MG): IMPLICAÇÕES À CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE

DIAGNÓSTICO AMBIENTAL PARA IMPLEMENTAÇAO DO PARQUE MUNICIPAL DA MATINHA (MONTE CARMELO, MG): IMPLICAÇÕES À CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE

(Diagnóstico ambiental para implementação do Parque Municipal da Matinha (Monte Carmelo, MG): implicações à conservação da biodiversidade do Cerrado) A implantação de unidades de conservação representa um passo fundamental para equilibrar o avanço das atividades antrópicas sobre os ecossistemas naturais. O presente estudo apresenta o diagnóstico ambiental (meio biótico) de um rem anescente natural no município de Monte Carmelo, MG, com o objetivo de descrever as fitofisionomias da área, gerar uma carta de cobertura vegetal e inventariar as espécies da flora e fauna, com o intuito de subsidiar a criação e implantação do Parque Municipal da Matinha. O levantamento da flora foi realizado seguindo a metodologia de Avaliação Ecológica Rápida (AER). Os levantamentos da fauna foram baseados em três métodos de amostragem: busca ativa, procura visual e entrevistas. Foram mapeadas sete unidades fisionômicas, revelando um mosaico de comunidades vegetais com aspectos distintos. O mapeamento das fitofisionomias do Parque identificou áreas que contenham habitats com potencial para abrigar espécies em perigo ou para servir como corredores naturais. Ao todo foram registradas 322 espécies da flora e da fauna, algumas delas vulneráveis à extinção. A criação do Parque Municipal da Matinha representa um grande avanço socioambiental para a cidade de Monte Carmelo e região. Além do grande potencial para equilibrar a biodiversidade local, este importante remanescente possibilita o investimento em educação ambiental, o fomento para o turismo ecológico e outros aspectos de extrema importância para a economia e causa ambiental do município.
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CARACTERIZAÇÃO E DIAGNÓSTICO AMBIENTAL DE PONTOS AMOSTRAIS NO INTERIOR E NAS BORDAS DO PARQUE ESTADUAL DO MORRO DO DIABO, TEODORO SAMPAIO - SP

CARACTERIZAÇÃO E DIAGNÓSTICO AMBIENTAL DE PONTOS AMOSTRAIS NO INTERIOR E NAS BORDAS DO PARQUE ESTADUAL DO MORRO DO DIABO, TEODORO SAMPAIO - SP

O presente trabalho busca aprofundar o entendimento das questões que envolvem a problemática ambiental na região do pontal do Paranapanema, no interior do estado de São Paulo, elaborando um diagnóstico ambiental baseado no levantamento de material bibliográfico e técnico, bem como a revisão teórica baseada nos conceitos da ecodinâmica e da ecologia da paisagem, e também a posteriores levantamentos de campo, que contribuíram para uma avaliação prévia das características ambientais gerais das unidades que compõem a estrutura ecossistêmica desses ambientes amostrais. Tais dados foram correlacionados com informações das amostras de vetores de moléstias (leishmaniose) no caso do Parque Estadual do Morro do Diabo (PEMD), e da qualidade dos corpos hídricos do entorno, que forneceram resultados para identificar e mensurar as pressões e impactos das atividades antrópicas, como a cultura canavieira, próximas a fragmentos vegetais e cursos d’aguas importantes da região.
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Parque Urbano da Lagoa da Viúva: diagnóstico ambiental para proposição do Plano de Manejo.

Parque Urbano da Lagoa da Viúva: diagnóstico ambiental para proposição do Plano de Manejo.

A avaliação periódica da qualidade da água dos açudes da Viúva e Varjota, utilizados pelos frequentadores do Parque, também é sugerida. Esta análise permitirá avaliar se as medidas de conservação consideradas no Plano de Manejo estão surtindo o efeito desejado. Além das sugestões anteriores, com o fim de tornar o diagnóstico ambiental do Parque Urbano da Lagoa da Viúva ainda mais completo, é recomendada a avaliação da incidência de doenças de veiculação hídrica, ou de transmissão relacionada com a água, nessa região. Estes indicadores podem ser obtidos junto aos órgãos de saúde do município e permitem estabelecer uma relação entre a possível contaminação dos corpos hídricos por esgoto ou efluentes domésticos, que foi apontada como hipótese, mas não foi observada.
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Ecologia alimentar da raposa [Vulpes vulpes (Linnaeus 1758)] no Parque Natural da Serra da Estrela

Ecologia alimentar da raposa [Vulpes vulpes (Linnaeus 1758)] no Parque Natural da Serra da Estrela

Na Serra de Baixo, os micromamíferos constituíram a base da dieta da raposa durante todo o ano (figura 5.18). Na figura 5.19 podem observar-se as correspondentes frequências de ocorrência de cada classe de alimento. A percentagem de biomassa ingerida correspondente a este grupo de presas foi de 63% no Inverno, aumentou para 76% na Primavera e baixou para 43% no Verão; no Outono voltou a sofrer uma pequena subida até aos 45%. No Inverno, os lagomorfos estiveram presentes na dieta constituindo 14% da biomassa ingerida, que, como referido anteriormente, correspondeu à presença de restos de coelho-bravo em uma única amostra. Este facto sucedeu, provavelmente, por uma das seguintes razões: uma população residual de coelho-bravo, sobrevivente na área de estudo, não foi detectada durante a monitorização mensal, nem das prospecções de campo; o animai capturado pertencia a um pequeno núcleo populacional situado a cerca de 1 km a Norte do limite inferior da área de estudo, distância esta que, de acordo com os resultados de STORM (1965), ARTOIS (1985), GOSZCZYNSKI (1989) e CAVALUNI & LOVARI
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Diagnóstico ambiental expedito do Parque Cambuí, Campo Largo- PR, aplicado à educação ambiental.

Diagnóstico ambiental expedito do Parque Cambuí, Campo Largo- PR, aplicado à educação ambiental.

É uma área de preservação permanente em superfície de degradação sem floresta ciliar às margens do rio Cambuí. No perfil de solo exposto por desmoronamento à beira do rio, pode-se perceber uma camada de deposição de solo de 30 cm de espessura, trazida de outros locais (acima deste ponto) pelo próprio rio. Isto indica que o manejo usado nas áreas acima está comprometendo o equilíbrio ambiental e refletindo-se na degradação do rio. Deve-se ressaltar que acima deste local o rio Cambuí sofreu retificação (processo que elimina as curvas do rio), prática esta que acelera a velocidade da água, deixando as margens mais susceptíveis ao desbarrancamento, intensificando o “assoreamento” do leito. Neste trecho, a água apresentava-se ligeiramente turva. Há também aporte de esgoto urbano, percebido pelo cheiro e pela turbidez da água.
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Diagnóstico ambiental do solo e sedimento do Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira...

Diagnóstico ambiental do solo e sedimento do Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira...

FIGURA 29 a 36- Gráficos das concentrações em mg/kg de zinco, cobre, cromo, manganês, ferro, níquel, chumbo e alumínio pseudo-totais das amostras de solo em diferent[r]

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Diagnóstico de qualidade ambiental em unidades de conservação: o caso do Parque Estadual Vitório Piassa

Diagnóstico de qualidade ambiental em unidades de conservação: o caso do Parque Estadual Vitório Piassa

Com o passar do tempo, a humanidade começou a se dar conta dos impactos negativos que o mundo moderno ocasionou ao meio ambiente. O bioma Mata Atlântica é um dos biomas mais ricos em biodiversidade, abrangendo mais de 60% de todas as espécies do planeta. Este bioma cobria cerca de 15% do território brasileiro, restando atualmente apenas 7 % de seus remanescentes florestais totalmente fragmentados. É o bioma que mais sofreu com a modernização e as fortes pressões antrópicas no Brasil. Por conta desta degradação ambiental, na segunda metade do século XIX houve uma mudança de pensamento, dando-se maior ênfase na conservação de algumas paisagens naturais, com a pretensão de afastar o homem da natureza ainda preservada. Baseado nos modelos preservacionistas americanos criou-se as Unidades de Conservação da Natureza. O presente trabalho teve como objetivo analisar a qualidade ambiental do Parque Estadual Vitório Piassa, uma Unidade de Conservação situada no município de Pato Branco - PR. A qualidade ambiental foi avaliada através do uso de bioindicadores de qualidade ambiental bem como foram identificadas algumas pressões socioambientais que o Parque vem sofrendo ao longo dos anos. Besouros da família Scarabaeinae (Coleoptera: Scarabaeidae) foram utilizados como os organismos bioindicadores. Para comparar as áreas mais conservadas e as áreas mais degradadas do Parque, foram delimitados três locais específicos dentro do fragmento de Mata Atlântica, onde por meio de armadilhas de quedas (Pitfall) os insetos foram capturados e identificados quanto a suas espécies e gêneros. Foram feitas duas coletas nos meses de fevereiro e março do ano de 2015, o que resultou em 945 indivíduos distribuídos em 22 espécies de nove gêneros diferentes. Em seguida, a população de besouros de cada área foi classificada com base em medidas ecológicas como riqueza
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DIAGNÓSTICO DA FRAGILIDADE AMBIENTAL EM RELAÇÃO ÀS ESTRADAS NO PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS, PARANÁ, APLICANDO ANÁLISE MULTICRITÉRIO

DIAGNÓSTICO DA FRAGILIDADE AMBIENTAL EM RELAÇÃO ÀS ESTRADAS NO PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS, PARANÁ, APLICANDO ANÁLISE MULTICRITÉRIO

O Parque Nacional dos Campos Gerais (PNCG) constitui uma importante unidade para a conservação, no entanto ainda há entraves à sua implementação, dificultando seu principal propósito, a conservação. Neste trabalho optou-se por metodologia de Análise Multicritério (AMC) para identificar as áreas críticas do PNCG, considerando os impactos de fluxos laterais direcionados às áreas naturais. Utilizou- se a Análise de Entorno, AMC por AHP (Analytic Hierarchy Process), e álgebra de mapas para gerar cartogramas de fragilidade referente a geologia, solos, declividade, uso e ocupação da terra e distância de estradas. Comparando-se os cartogramas de fragilidade com as classes na lógica boleana, percebe-se que para algumas áreas foram obtidos valores muito próximos ao limite das classes, de maneira que foram pouco representativos da verdade de campo. Por isso, considerou-se que o emprego da lógica fuzzy permitiu a melhor visualização dos intervalos, ainda que nesta ocorra uma limitação para a quantificação dos dados. Como resultado, observou-se que as áreas mais frágeis referem-se a Formação Furnas e sedimentos recentes associados a solos mais frágeis, com declividades mais altas e uso e ocupação da terra incompatíveis com a conservação. Há estradas e interseções com a rede hidrográfica em áreas de solos, geologia, declividade e usos e cobertura da terra frágeis, este padrão espacial pode afetar os processos ecológicos, gerando fragmentação da paisagem e desequilíbrios em hábitats. Em relação às estradas, as áreas mais frágeis estão próximas aos pontos turísticos dentro do parque, como o rio São Jorge, a Cachoeira da Mariquinha e a furna Buraco do Padre. Estas áreas demandam atenção prioritária dos gestores, pois a intensidade de fluxo e mau uso podem gerar e acelerar processos de erosão e afetar a bio e geodiversidade.
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Um museu para todos: diagnóstico de acessibilidade do Museu Municipal Parque da Baronesa

Um museu para todos: diagnóstico de acessibilidade do Museu Municipal Parque da Baronesa

Assumir o compromisso com a democratização da cultura significa tam- bém pensar em uma multidisciplinaridade na qual a questão da acessibili- dade deve estar necessariamente inserida. Trata-se de garantir um direito e, no caso das pessoas com deficiência, uma percepção ambiental que envolve o TER ACESSO, o PERCORRER, o VER, o OUVIR, o TOCAR e o SENTIR os bens culturais produzidos pela sociedade através dos tempos e disponibilizados para toda a comunidade (COHEN; DUARTE; BRASILEIRO, 2012, p. 22).

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Avaliação do programa de educação ambiental do zoológico do Parque do Sabiá

Avaliação do programa de educação ambiental do zoológico do Parque do Sabiá

trabalho teve como objetivo avaliar se o zoológico do Parque do Sabiá é auto-educativo e se o programa de educação ambiental do mesmo é efetivo.. público alvo consistiu de 79.[r]

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UMA APLICAÇÃO DO MÉTODO DOS CUSTOS DE VIAGEM PARA VALORAÇÃO DE UM PARQUE AMBIENTAL

UMA APLICAÇÃO DO MÉTODO DOS CUSTOS DE VIAGEM PARA VALORAÇÃO DE UM PARQUE AMBIENTAL

Existem atualmente uma infinidade de trabalhos de pesquisa perseguindo um dos temas mais controverso no campo da economia: a valoração ambiental. A busca de uma resposta esbarra quase sempre na questão metodológica, uma vez que as formas clássicas de valoração estão sempre ligadas a visão de mercado. Por este caminho, como tradição da economia, qualquer tentativa de valorar um bem ou serviço, se dará sempre pela ótica de mercado. A premissa assumida é de que, se o bem é desejado e conhecido haverá possibilidade de estabelecer um quantum de valor a este bem. Fora desta premissa o valor será considerado desconhecido, e na pior das hipóteses sem valor comercial. Assim, uma floresta intacta não terá valor algum, ao menos pela ótica contábil, antes de sua devida exploração. Entretanto, nosso sentimento é de que existe uma série de recursos ambientais, como madeira, espécies medicinais, floras, fauna, subsolo, etc. que trazem em si um valor intrínseco e potencial 1 . Mas qual é este valor? A experiência levará por indução imediata a valores de mercado desde a suposta existência de madeiras, espécies medicinais, etc. etc. quando estes itens, já sofreram de alguma forma operação comercial no passado. Quando um bem ou ativo ambiental está intacto, não há como valorar pelos métodos convencionais.
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A Educação Ambiental no contexto de um parque ecológico no interior de São Paulo

A Educação Ambiental no contexto de um parque ecológico no interior de São Paulo

Segundo IBAMA (2005), os zoológicos, por conta da sua diversidade biológica, são estratégias utilizadas pelos educadores ambientais para informar e conscientizar os visitantes acerca da importância da preservação do meio ambiente. Eles são espaços favoráveis para a realização de ações de Educação Ambiental, pois possibilitam a observação e proporcionam a construção de um conhecimento dinâmico. Além disso, para que os mesmos funcionem com qualidade, faz-se necessário entender os anseios e preocupações do público visitante, de modo que mantenha a conservação ambiental, o que, consequentemente, exige planejamento e gestão dessa área (BARRETOS; GUIMARÃES; OLIVEIRA, 2009; BARRETO et al., 2019).
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Educação ambiental em eco-trilha do Parque Nacional Do Iguaçu

Educação ambiental em eco-trilha do Parque Nacional Do Iguaçu

Segundo Viezzer & Ovalles (1995), os modelos de escolas implantados nos diferentes países têm servido para consolidar métodos, baseado no crescimento econômico e em padrões de consumo que têm aumentado as desigualdades sociais e os problemas ambientais. Porém, nas últimas décadas tem sido crescente a preocupação pela implantação de políticas que compatibilizem o desenvolvimento comum com a efetiva manutenção da qualidade ambiental e da produtividade dos recursos naturais, revertendo o atual quadro de degradação da qualidade de vida de grande parcela da população.
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Uma contribuição para a gestão ambiental da ARIE Parque Juscelino Kubitschek

Uma contribuição para a gestão ambiental da ARIE Parque Juscelino Kubitschek

O indicador ambiental “tráfego de veículos entre Samambaia e Ceilândia por motivo de trabalho e/ou estudo” é um dado muito importante, já que foi o fato gerador da elaboração do Plano de Manejo (2006) para a ARIE, do qual consta a avaliação da viabilidade da construção de uma via de ligação (anexo H) entre estas duas RA’s, atravessando a ARIE Parque JK, de maneira a completar um suposto anel viário (anexo I). Este indicador foi selecionado pela pesquisadora com o intuito verificar a real necessidade da construção da via. E o resultado mostrou que o fluxo de veículos entre Ceilândia e Samambaia representa 42% do tráfego total local. Assim, a construção da via seria uma boa estratégia de otimização do trânsito local, porém não se pode esquecer que a intensidade de veículos locais é conseqüência de um processo de ocupação populacional mal planejado, desprovido de políticas públicas ordenadoras de território quando da criação de Taguatinga, Ceilândia e Samambaia.
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CARACTERIZAÇÃO AMBIENTAL DO RESERVATÓRIO DO PARQUE DAS ACÁCIAS - UBERABA (MG)

CARACTERIZAÇÃO AMBIENTAL DO RESERVATÓRIO DO PARQUE DAS ACÁCIAS - UBERABA (MG)

Engenheiro Ambiental pelo Instituto de Ensino Superior COC de Ribeirão Preto (SP). É mestre e doutor em Geologia Regional pelo Instituto de Geociências e Ciências Exatas da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho de Rio Claro (SP). Atualmente é Professor Adjunto do Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT) da Universidade Federal de Alfenas (Unifal) - Campus avançado de Poços de Caldas (MG). diegosardinha@yahoo.com.br

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O zooplâncton como indicador da qualidade ambiental do Parque dos Manguezais de Pernambuco

O zooplâncton como indicador da qualidade ambiental do Parque dos Manguezais de Pernambuco

Estudos sobre a comunidade zooplanctônica foram realizados na região do Parque dos manguezais, Bacia do Pina, Recife-PE, com os objetivos de identificar e avaliar a comunidade zooplanctônica como indicadora da qualidade ambiental. Foi analisado um total de 48 amostras, 24 coletadas com rede de 300 µm (mesozooplâncton) e 24 oriundas da rede de abertura de malha de 64 µm (microzooplâncton), respectivamente, obtidas em três estações fixas. Foram realizados arrastos horizontais superficiais, em coletas diurnas. Foram identificados 39 taxa para a rede de 64µm e 54 taxa para a rede de 300µm. Para rede de 64µm, os valores de densidade total da comunidade zooplanctônica foram mais altos em baixa-mar, em maré de sizígia durante o período chuvoso, e para a rede 300µm os maiores valores foram observados em baixa-mar em maré de sizígia durante o período seco. A biomassa média foi de 329,8 mg/m 3 e de 326,7 mg/m 3 para as redes de 64µm e 300µm, respectivamente, contendo uma quantidade considerável de sedimentos. O microzooplâncton foi dominado por Favella ehrenbergii (Claparìde e Laahmann, 1858) e Eutintinus sp., Nematoda, e várias espécies de Rotifera. As de 300 μm foram dominadas pelas zoea de Brachyura, náuplios de cirripedia, e copepodas. As mais importantes espécies de copepoda das amostras de 300 μm foram Pseudodiaptomus acutus (Dahl, 1894) (até 85% abundância),
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Valoração ambiental do Parque da Jaqueira (Recife, Pernambuco - Brasil)

Valoração ambiental do Parque da Jaqueira (Recife, Pernambuco - Brasil)

No estudo de Morgado (2011), as principais variáveis independentes que mais influenciam a DAP são o grau de instrução, renda e a ocupação, uma vez que as mesmas possuem o maior coeficiente de correlação múltipla (R)2 0,68% 0,45% e 0,46% respectivamente. No que tange a escolaridade e DAP. Araújo (2016) observou uma predominância dos indivíduos que afirmam possuir o Ensino Médio Completo (37%), seguido das pessoas que declaram ter o Ensino Superior Completo (21%), não observando, desta forma, relação significativa do grau de escolaridade com o DAP. A tabela 6 consegue auxiliar na afirmação que o grau de escolaridade não alterou a DAP deste artigo, mostrando que a percepção sobre os serviços ambientais está mais nivelada e todos partilham a mesma linha de conhecimento seja na visão romântica ambiental ou na questão científica e/ou profissional dos ecossistemas, independente de grau de estudo e instrução.
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História ambiental do Parque Nacional da Chapada Diamantina/BA

História ambiental do Parque Nacional da Chapada Diamantina/BA

O Parque Municipal de Mucugê, com 270 ha, também faz divisa com o PNCD nas cercanias daquela cidade, tendo sido instituído para proteger ecossistemas dos baixos cursos dos rios Cambucas [r]

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Áreas naturais protegidas: a percepção ambiental dos residentes do entorno do parque ambiental de Teresina/PI

Áreas naturais protegidas: a percepção ambiental dos residentes do entorno do parque ambiental de Teresina/PI

Quando consultados sobre a possibilidade de saída do bairro onde moram por causa do Parque, a quase totalidade dos respondentes do grupo 3 e todos do grupo 1 disseram não enxergar esta área natural como um empecilho à sua permanência nas proximidades, pelo contrário, muitos disseram que lá se encontram por causa do bairro ou do próprio Parque, isto é, dos benefícios proporcionados pelo mesmo. Alguns respondentes do grupo 2 concordam com os demais grupos entrevistados, mas outros expressaram o desejo de deixar o bairro por considerarem a proximidade das suas casas com o Parque algo perigoso, justificado pelo fato de os bandidos se esconderem em seu interior, pela sujeira acumulada, pelos insetos e outros vetores de doenças que são atraídos pelo lixo existente, pelas cobras e outros animais que invadem as suas residências, entre outros.
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