Top PDF Diagnóstico de cultura de segurança voltado para a gestão de segurança do trabalho numa indústria de papel

Diagnóstico de cultura de segurança voltado para a gestão de segurança do trabalho numa indústria de papel

Diagnóstico de cultura de segurança voltado para a gestão de segurança do trabalho numa indústria de papel

praticada em uma empresa de fabricação de papel. Sendo que esta avaliação foi realizada através do diagnóstico da cultura de segurança com a aplicação da Pesquisa de Identificação do Nível de Segurança (PINS). Este estudo caracteriza-se como sendo descritivo e exploratório. Por meio de pesquisa qualitativa/quantitativa, foram realizadas análises e interpretações dos dados coletados nas avaliações da pesquisa, possibilitando o desenvolvimento das ações de conscientização dos funcionários em relação à prevenção de incidentes, atuando diretamente na disciplina do comportamento humano, guiado pelo conceito de que o trabalhador é o elemento central de todo o processo de prevenção de acidentes no trabalho. Buscou-se analisar no período de um ano a evolução da cultura de segurança, por meio das práticas realizadas na gestão de segurança. Posteriormente às análises dos dados, foi possível observar as melhorias concretas que ocorreram na cultura de segurança por meio da evolução dos estágios comportamentais e, consequentemente, uma redução do número de incidentes de trabalho, colaborando para evolução e manutenção do desempenho em segurança. Os resultados deste estudo comprovam que é de suma importância à realização de pesquisas voltadas à cultura de segurança das empresas, nos quais demonstrem a redução do número de incidentes através de ações de segurança que visam diagnosticar e proporcionar a evolução do nível de segurança dos colaboradores, considerando que estas ações são indispensáveis para promoção das condições de trabalho, nas quais previnam ou reduzam o risco de incidentes.
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Avaliação da maturidade da cultura de segurança de uma indústria química

Avaliação da maturidade da cultura de segurança de uma indústria química

Os elevados índices de acidentes de trabalho ainda registrados atualmente no Brasil e no mundo, mesmo em organizações com sistemas de gestão da segurança bem estabelecidos, levou ao desenvolvimento de estudos sobre cultura de segurança. A cultura de segurança pode ser definida como o conjunto de características comuns a uma organização no que diz respeito à forma como a segurança do trabalho é tratada. Diversos estudos disponíveis na literatura buscam entender e desenvolver modelos para a cultura de segurança, no entanto, poucos utilizam a cultura de segurança como uma ferramenta prática para um diagnóstico completo e aprofundado da situação segurança do trabalho de uma organização. O presente trabalho teve por objetivo avaliar o nível de maturidade da cultura de segurança de uma indústria química, assim, trata-se de um estudo de caso com abordagem qualitativa de cunho descritivo e exploratório. A pesquisa foi realizada em uma indústria química com unidades localizadas no Paraná e no Rio Grande do Sul e se deu através da aplicação de um questionário para os colaboradores de os setores da empresa e de análises detalhadas dos dados obtidos. Os resultados obtidos demonstram que a organização estudada possui elevado nível de maturidade da cultura de segurança, sendo 66,2% sustentável, 15,6% proativa e 12,5% burocrática. Especificamente, os resultados permitiram identificar pontos de melhoria em todos os fatores avaliados, principalmente no fator envolvimento que apresentou maturidade 43,8% sustentável. A análise da maturidade da cultura de segurança dos diferentes subgrupos que participaram da pesquisa apontou que todas as características demográficas avaliadas tem influência na cultura de segurança. As características avaliadas foram o setor de trabalho, a unidade de produção, o grau de escolaridade, o tempo de trabalho na empresa, o cargo de liderança, o sexo e a idade. A pesquisa demonstrou que os subgrupos com maturidade mais sustentável são o setor industrial, a unidade de produção localizada no estado Rio Grande do Sul e os colaboradores com menor grau de escolaridade, mais tempo de empresa, que não ocupam cargo de liderança, do sexo masculino e da faixa entre 41 e 50 anos de idade. Da mesma forma, foi possível identificar os grupos e os fatores com níveis de maturidade menos desenvolvidos e que demandam ações de melhoria, como é o caso dos trabalhares com idade entre 21 e 30 anos e daqueles que trabalham no setor administrativo.
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Diagnóstico do sistema de segurança do trabalho em uma indústria de bebidas visando melhorias

Diagnóstico do sistema de segurança do trabalho em uma indústria de bebidas visando melhorias

Quando o desvio só pode ser corrigido com o tempo e as ações não podem ser todas estabelecidas antecipadamente, criam-se programas de longo prazo, que nada mais são do que planos de ação permanentes e mais flexíveis que os de curto prazo. Devem ser instaurados programas para focalizar empresas contratadas, atividades fora da empresa, atividades da organização, emergências, trânsito, sinalização, ordem, limpeza e desenvolvimento cultural. Além desses programas, o plano maior inclui a implantação de instrumentos permanentes de risco, com a análise de riscos para todo o ciclo de vida das instalações e produtos, a gestão de riscos nas intervenções e monitoramentos de segurança. É possível, também, criar comitês funcionais e interfuncionais, por meio do envolvimento de diferentes programas, profissionais e ações locais para tratar de temas relativos à segurança e promover a prevenção contra acidentes, estabelecendo uma nova cultura organizacional que busque acima de tudo a preservação física e pessoal da empresa (WACHOWICZ, 2012).
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A INTERFACE DA CULTURA DE SEGURANÇA NA GESTÃO DE QUALIDADE: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO

A INTERFACE DA CULTURA DE SEGURANÇA NA GESTÃO DE QUALIDADE: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO

O hospital é considerado, entre as organizações existentes, uma das mais com- plexas, cujo funcionamento se dá por meio da interação entre os setores envolvidos e a necessidade de harmonizar os processos operacionais para construção do al- mejado produto final. Em outras palavras, desenvolver ações que promovam, com responsabilidade, qualidade e segurança no atendimento ao paciente que procurou o serviço em busca de bem-estar e saúde. A conjunção simultânea de fatores técnicos, operacionais e ambientais associadas ao potencial humano, tem por objetivo en- contrar as melhores práticas para o pronto restabelecimento do paciente e seu mais breve retorno à família e à sociedade (SILVA; ROSA, 2016).
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UTILIZAÇÃO DO PDCA NA GESTÃO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO

UTILIZAÇÃO DO PDCA NA GESTÃO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO

Cocharero (2007), cita algumas ferramentas que podem ser utilizados na fase de execução para atender SST. Como o Diálogo Diário de Segurança (DDS), consiste em um treinamento diário alternando temas relacionados com a atividade do dia a dia, com a participação de todos, devendo ter uma lista de presença. Inspeção de segurança, tem como objetivo verificar como está a SST no local de trabalho. Cartão do Pare, o trabalhador consegue avaliar se está apto para atividade que irá executar. Investigação de acidentes, é o levantamento de dados sobre o acidente, e possível causa raiz. Análise Preliminar de Risco (APR), tem como objetivo reconhecer e avaliar possíveis riscos na atividade, levantando ações para eliminar ou reduzir a ocorrência deles, o foco dessa ferramenta é eliminar o acidente. Mudança de tecnologia, essa ferramenta consiste em analisar qualquer mudança na organização, sendo no projeto dos equipamentos, processo, insumos, instalações visando a segurança do trabalhador durante e após a mudança.
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Análise da segurança de trabalho em altura na WF Agronegócio e Indústria

Análise da segurança de trabalho em altura na WF Agronegócio e Indústria

Neste sentido, o trabalho vem se justificar pela importância das Normas Regulamentadoras, em especial as NR 06, NR 18 e NR 35, e o significado que cada uma delas representa, tornando seu cumprimento obrigatório pelas empresas que estarão prevenindo os acidentes em altura, preservando a saúde de seus funcionários. Visto que o trabalho em altura é uma das principais causas de acidentes do trabalho com fatalidades. Segundo a legislação em vigor, o empregador deve tomar todas as medidas necessárias para garantir condições de saúde e segurança aos trabalhadores. Para isso deve oferecer informações sobre legislação, riscos e consequências do trabalho em altura, técnicas adequadas para procedimentos, e ainda, capacitação prática para o trabalho.
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Segurança do trabalho em máquinas e equipamentos: análise em uma indústria moveleira

Segurança do trabalho em máquinas e equipamentos: análise em uma indústria moveleira

O setor moveleiro, pode ser consideradas um dos ramos de atividade econômica que mais colocam em riscos seus trabalhadores, uma vez que os números de acidentes e amputações são expressivos, fazendo-se necessário a implementação de medidas de proteção e redução de riscos aos trabalhadores. Frente a isso o presente trabalho consiste no desenvolvimento de um check list para avaliação das conformidades e não conformidades do ambiente industrial de uma fábrica de móveis localizada no Oeste do Paraná, quanto aos elementos preconizados pela norma regulamentadora de número 12 do Ministério do Trabalho e Emprego, onde foram avaliados 11 máquinas e equipamentos por 11 itens constantes na referida norma. A pesquisa identificou a necessidade de adequação e implementação de medidas de segurança necessárias em todas as máquinas inspecionadas, dentre as quais pode-se destacar: necessidade de instalação de aterramento elétrico; disponibilidade do manual de instruções aos funcionários que as operam e principalmente a adequação destes equipamentos para a coleta do pó gerado durante o processo. Verificou-se também o grau de não conformidades com tempo de vida das máquinas e equipamentos, onde as mais velhas eram as com maior número de não conformidades caracterizando-se equipamentos obsoletos e que não oferecem segurança aos trabalhadores.
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SEGURANÇA NO TRABALHO

SEGURANÇA NO TRABALHO

Para alcançar esses objetivos e cumprir com suas funções, o SESMT deve ser constituído por: médico do trabalho, engenheiro de segurança do trabalho, enfermeiro do trabalho,[r]

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Gestão da segurança do trabalho em uma indústria de bebidas destiladas baseada na norma OHSAS 18001:2007

Gestão da segurança do trabalho em uma indústria de bebidas destiladas baseada na norma OHSAS 18001:2007

Pode se entender que não há uma necessidade obrigatória para que as empresas recorram a algum documento normativo para fixar política e objetivos estratégicos, planejar as ações para atingir e avaliar o grau de concretização dos resultados e segurança do trabalho, ou seja possuir um sistema de gestão em segurança. Contudo, as grandes vantagens desses documentos, é que favorecem a eliminação ou minimização dos riscos para os trabalhadores e para as partes interessadas que possam estar expostos a riscos, assegurar a estrutura operacional, as atividades de planejamento, as responsabilidades, as práticas, os procedimentos, os processos e os recursos para desenvolver, executar, prosseguir, rever e manter a política de SST da organização além de promover a melhoria contínua de desempenho, garantindo o rigor técnico- científico de operacionalidade que lhe esteja consignado e permitir a obtenção da declaração de conformidade, através de certificação ou reconhecimento (PINTO, 2005; RODRIGUES; GUEDES, 2003).
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Influência da cultura organizacional no sistema de gestão da segurança e saúde no trabalho em empresas construtoras

Influência da cultura organizacional no sistema de gestão da segurança e saúde no trabalho em empresas construtoras

A operacionalização deste Modelo se dá utilizando-se como instrumento de pesquisa um questionário, desenvolvido por Kim S. Cameron (Pesquisador do “Department of Organizational Behavior, University of Michigan”). Este questionário contém seis itens que representam dimensões da Cultura Organizacional (Características Dominantes, Líder Organizacional, Integração Organizacional, Clima Organizacional, Critérios de Sucesso e Estilo de Gestão). Cada um dos itens apresenta quatro descrições de organizações. A pessoa entrevistada deve distribuir 100 pontos pelas quatro descrições conforme a semelhança que apresentem com sua própria organização. Vale salientar que nenhuma das descrições é melhor que a outra (são apenas diferentes). Os resultados de cada uma das questões devem então ser somados e colocados numa matriz sumária, em seguida deve ser calculada a média (dividindo-se por seis) para se obter os pontos que deverão ser marcados no gráfico. A seguir o modelo do questionário mencionado e a respectiva matriz sumária (apuração dos resultados):
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A Cultura de Segurança do Trabalho Na Área de Produção Industrial

A Cultura de Segurança do Trabalho Na Área de Produção Industrial

Devido à notável expansão das indústrias no país, sua complexidade, volume e heterogeneidade da mão de obra aplicada, além da diversidade de riscos ocupacionais envolvidos, é necessário promover uma cultura organizacional que cultive um adequado gerenciamento do ambiente de trabalho, considerando a preocupação com a segurança e saúde ocupacional. Desse modo, a presente pesquisa teve como objetivo conhecer a cultura de segurança do trabalho predominante na área de produção de empresas do setor industrial no estado de Pernambuco. Para a fundamentação teórica, foram analisados os conceitos de segurança do trabalho, cultura organizacional, culturas de segurança e avaliações em segurança e saúde ocupacional. A estratégia adotada foi a de estudos de casos, realizados em três indústrias de diferentes portes, segmentos e quadros funcionais dos profissionais de segurança do trabalho. Com uso de questionários e listas de verificação - elaborados considerando os estágios de cultura estudados - foram conduzidas entrevistas semiestruturadas junto aos profissionais de produção, lideranças e equipes de segurança do trabalho. Com a coleta desses dados, buscou-se identificar a cultura predominante em cada uma das empresas avaliadas bem como traços de outros estágios de cultura que pudessem existir. A análise e interpretação dos dados foram realizadas avaliando cada um dos questionários respondidos, comparando as respostas obtidas com padrões de respostas esperados para cada um desses níveis e associados os dados entre os grupos participantes. Como resultado, constatou-se que a Empresa 1 possui características predominantes de uma cultura dependente e aspectos desenvolvidos de uma cultura independente, enquanto que, a Empresa 2 apresentou perfil característico de uma cultura independente, porém com forte tendência em migrar para uma cultura dependente em virtude de mudanças planejadas em sua estrutura organizacional. Na Empresa 3, observou-se leve predominância da cultura independente, mas com fortes traços da cultura dependente - e significativas lacunas que denotaram aspectos de cultura instintiva. Os estudos possibilitaram a identificação de níveis de cultura predominantemente dependente ou forte anseio em atingi-la por parte das empresas dentro dos seus setores de produção industrial, e todas apresentaram características de outros estágios de culturas, ilustrando, portanto, as potencialidades em fazê-las ser desenvolvidas para a busca de uma cultura de excelência em segurança do trabalho.
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Cultura de segurança

Cultura de segurança

As Unidades de Emergência possuem características específicas dentro dos hospitais, sendo o trabalho em equipe uma premissa básica para seu bom funcionamento. Seus profissionais necessitam encaixar-se em um perfil que atenda as demandas dos pacientes em situação de urgência/emergência. Estas unidades oferecem serviços de alta complexidade e diversidade aos pacientes em situações que requeiram intervenção imediata, em função do risco a que estão sujeitos. O uso de tecnologias avançadas, por si só não é suficiente para garantir a qualidade da assistência. A força de trabalho e suas características singulares fazem parte deste processo, com o intuito de estabilizar as condições vitais do paciente, o qual exige agilidade, objetividade no fazer, além de uma corrida contra o tempo, onde cada minuto vale ouro. A tensão constante é uma das características marcantes destes locais de trabalho, onde os profissionais vivem diariamente sob pressão, em função da rapidez e precisão da intervenção/atenção, pela elevada demanda de atendimentos e experiências diárias de morte (PAI; LAUTERT, 2005). As unidades de Emergência possuem ainda como características inerentes: o acesso irrestrito; o número excessivo de pacientes; a extrema diversidade na gravidade no quadro inicial, tendo- se pacientes críticos ao lado de pacientes mais estáveis; a escassez de recursos, a sobrecarga da equipe de enfermagem; o número insuficiente de médicos; o predomínio de jovens profissionais; a fadiga; a supervisão inadequada; a descontinuidade do cuidado e a falta de valorização dos profissionais envolvidos (GALLOTI, 2003).
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Auditoria de segurança e saúde do trabalho em uma indústria de alimentos do Estado do Paraná

Auditoria de segurança e saúde do trabalho em uma indústria de alimentos do Estado do Paraná

Uma dessas medidas é a elaboração do mapa de risco. A NR-5 (BRASIL, 1999) recomenda que este deva ser elaborado pela CIPA. Na sua confecção devem ser ouvidos os trabalhadores de todos os setores do estabelecimento e com a colaboração do SESMT, quando houver necessária composição. Sendo indispensável, a participação das pessoas expostas ao risco no dia-a-dia. Através de sua elaboração são identificados os diversos fatores capazes de acarretar riscos à saúde do trabalhador e acidentes e doenças de trabalho, indicando de forma prática e clara os riscos envolvidos no ambiente de trabalho, estimulando os trabalhadores quanto à utilização de práticas de prevenção. Tinoco, Brito e Lima (2012) ressaltam a responsabilidade legal, onde a falta de elaboração e afixação dos mapas de riscos nos locais de trabalho pode acarretar em multas elevadas. Essa multa é aplicada em casos extremos, quando fica evidenciada a posição do empregador em fraudar a lei ou resistir à fiscalização.
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A SEGURANÇA DO CONHECIMENTO NAS PRÁTICAS DA GESTÃO DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E DA GESTÃO DO CONHECIMENTO

A SEGURANÇA DO CONHECIMENTO NAS PRÁTICAS DA GESTÃO DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E DA GESTÃO DO CONHECIMENTO

Os processos de gestão de risco são elementos importantes para sustentar um ambiente seguro. Krutz; Vines (2001, p.18) definem gestão de risco como a identificação, a análise, o controle, e a minimização da perda que pode ser associada com eventos. O objetivo preliminar da gestão de risco é reduzir o risco a um nível aceitável, que dependerá da organização, do valor de seus recursos e do tamanho de seu orçamento. É impossível projetar e desdobrar um ambiente totalmente livre de riscos. Porém, a redução significativa do risco é freqüentemente possível, com pouco esforço. Contudo, é importante considerar todos os riscos possíveis ao executar a avaliação de risco em uma organização (TITTEL et al., 2003, p.179).
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A relação entre as práticas de saúde e segurança no trabalho, clima de segurança e comportamentos de segurança

A relação entre as práticas de saúde e segurança no trabalho, clima de segurança e comportamentos de segurança

Foi apenas no século XX que as grandes mudanças a favor dos trabalhadores surgiram. Embora a Primeira Guerra Mundial tenha interferido nos primeiros esforços de consolidação de normas de SST, também acabou por chamar à atenção para os estes problemas. Em 1919, após a Primeira Guerra Mundial e do subsequente Tratado da Paz, assinado em Versalhes, foi criada a Organização Internacional do Trabalho (OIT), sendo esta responsável por formular e aplicar as normas internacionais do trabalho como as conhecemos. Nesse mesmo ano, na primeira sessão da OIT é adotada a 5ª recomendação que incide na inspeção do local de trabalho para questões de SST. Os primeiros instrumentos de SST da OIT consistiam em regular problemas individuais, como a exposição a matérias perigosas ou a maquinaria duvidosa. Em cada contexto, estes instrumentos definiam práticas e regras mais orientadas para a proteção dos trabalhadores.
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A cultura de segurança no bloco operatório: como cuidamos da segurança dos doentes

A cultura de segurança no bloco operatório: como cuidamos da segurança dos doentes

Assim, de acordo com a revisão da literatura, existem questionários de avaliação directa e/ou indirecta da cultura de segurança. Dentro dos indicadores de avaliação directa da cultura de segurança foram identificados os seguintes: ORMAG (Operating room management attitudes questionnaire), SAQ (Safety attitudes questionnaire), SLOAPS (Strategies for leadership: na organizational approach to patient safety), PSCHO (Patient safety cultures in healthcare organizations), VHA PSCQ (Veterans administration patient safety culture questionnaire), HSOPS (Hospital survey on patient safety), CSS (Culture of safety survey), SCS (Safety climate survey), MSSA (Medication safety self assessment), HTSSCS (Hospital transfusion service safety culture survey), HSPSC (Hospital survey on patient safety culture) e MaPSaf (Manchester patient safety framework). Os indicadores indirectos para a avaliação da cultura de segurança podem ser divididos em ferramentas para o desenvolvimento organizacional/ trabalho em equipa – CRM (Crew resource management), ACRM (Anaesthesia crisis resource management), TOMS (Team oriented medical Simulator) e HRT (High reliability teams), bem como, em ferramentas técnicas para colheita de dados relevantes para a segurança – CIRS (Critical incident reporting system), ICURS (ICU safety reporting system), PaSIS (Patient safety information system), PaSOS (Patient safety optimization system), entre outros (Wischet, Schusterschitz, 2009).
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Diagnóstico das condições de segurança e saúde no trabalho em uma empresa de transportes coletivo

Diagnóstico das condições de segurança e saúde no trabalho em uma empresa de transportes coletivo

Em seu estudo “Ergonomia e qualidade de vida no setor de transporte”, Fischer (2001) demonstra a ocorrência dos riscos que os problemas psicossociais podem provocar ao trabalhador. O afastamento social como consequências das funções irregulares do horário de trabalho e reduzidos números de folgas são algumas dessas premissas que de certa forma se relacionam com o ambiente familiar dos trabalhadores. Corroborando esse quadro, Rossi et al (2011) apresenta os problemas ergonômicos e psicossociais e associam esses a utilização de equipamentos, máquinas e mobiliário inadequados que levam a desconfortos entre os trabalhadores, como também a monotonia ou ao trabalho excessivo, relações de trabalho conturbadas, entre outros.
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As TIC na gestão da segurança pública: por que você não tem a segurança que merece?

As TIC na gestão da segurança pública: por que você não tem a segurança que merece?

O ciclo do PDCA deve ser rodado a cada início e encerramento de uma atividade ou ação geradora de projeto operacional, isso para ajudar na avaliação do que foi feito no tran[r]

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AVALIAÇÃO DA GESTÃO DA SEGURANÇA DO TRABALHO EM CANTEIROS DE OBRAS DE MARINGÁ

AVALIAÇÃO DA GESTÃO DA SEGURANÇA DO TRABALHO EM CANTEIROS DE OBRAS DE MARINGÁ

Antes de apresentar estes conceitos, é necessário definir segurança e saúde no trabalho. O termo segurança significa estar livre de riscos de danos. O termo saúde pode ser definido como estado de bem-estar físico, mental e social, associado à ausência de doenças ou enfermidades. Assim, juntando os dois conceitos, define-se segurança e saúde no trabalho como “o estado de ausência de riscos no ambiente de trabalho, garantindo a integridade física, mental e social dos trabalhadores.” (BENITE, 2004, p. 19 apud ROCHA, 2013). Os itens de interesse dessa pesquisa a serem definidos são: perigo e risco, acidente, incidente, atos inseguros e condições inseguras e comunicado de acidente de trabalho.
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A perceção dos trabalhadores sobre o plano de segurança e saúde no trabalho na indústria metalomecânica e naval e a influência do clima de segurança

A perceção dos trabalhadores sobre o plano de segurança e saúde no trabalho na indústria metalomecânica e naval e a influência do clima de segurança

Noutro estudo efetuado por Dollard e Bakker (2010), estes construíram um modelo (PSC) 7 de clima de segurança psicossocial no local de trabalho para explicar as origens das mudanças do trabalho, recursos e saúde psicológica do trabalhador. O modelo refere-se a políticas, práticas e procedimentos para a proteção da segurança e saúde psicológica do trabalhador. Previu mudanças no ajuste dos trabalhadores, através do seu relacionamento com discrição e habilidade. Os resultados mostram que a construção do modelo é uma chave a montante da teoria do stress no trabalho e um local de intervenção lógico para o stress no trabalho. Uma contribuição importante do estudo é que ele testa a relação longitudinal do modelo para mudar as condições de trabalho durante um período de doze meses e dá confiança, prevê mudanças de emprego, problemas psicológicos de saúde e envolvimento dos funcionários. É importante ressalvar que o modelo mostrou propriedades semelhantes ao clima e à sua agregação ao nível do grupo, compensa um pouco o argumento daqueles que são afetados negativamente pelo modelo e vêm o trabalho mais desfavorável, porque as descobertas estão relacionadas ao nível do grupo, e não aos efeitos.
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