Top PDF Diagnóstico de sistema de Gerenciamento de resíduos de construção civil em obras de construtoras de pequeno porte

Diagnóstico de sistema de Gerenciamento de resíduos de construção civil em obras de construtoras de pequeno porte

Diagnóstico de sistema de Gerenciamento de resíduos de construção civil em obras de construtoras de pequeno porte

FRIEDEMANN, Elisangela S., Gerenciamento de Resíduos de Construção Civil em Obras de Construtoras de Pequeno Porte. 2016. 54f. Monografia - Programa de Pós Graduação em Gerenciamento de Obras, Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Curitiba, 2015. A cidade de Curitiba possui grande quantidade de empresas no ramo da Construção Civil. Dados do Sinduscon-PR, 2015, afirmam que existem 1.100 empresas associadas em Curitiba e Região Metropolitana e que dessas, aproximadamente 60% são empresas de pequeno porte. A presente pesquisa tem como objetivo principal investigar a conformidade técnica dos sistemas de gerenciamento dos resíduos sólidos da construção civil em obras de construtoras de pequeno porte da cidade de Curitiba, Paraná. Para atingir esse objetivo foi criado e aplicado um questionário em 12 obras dentro da cidade, para verificar se os sistemas de gerenciamento encontrados nas obras estão condizentes com as exigências técnicas e normativas. Mesmo existindo uma grande quantidade de leis e normas para nortear esses sistemas, foi possível verificar que a realidade das obras é diferente quando se trata de resíduos. Não existem indícios de que a preocupação dos donos de construtoras de pequeno porte com relação ao gerenciamento de RCC seja efetiva. Pode-se perceber que os treinamentos aos funcionários são escassos e se mostram ineficientes, pois o que se percebe é uma alienação quando se trata de reduzir, reutilizar ou reciclar os resíduos na obra. Até mesmo na hora da separação dos resíduos, é possível observar que falta treinamento e incentivo, pois os resíduos encontram-se misturados na maioria das obras.
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Diretrizes para o sistema de gerenciamento dos resíduos da construção civil na cidade de Paracatu-MG

Diretrizes para o sistema de gerenciamento dos resíduos da construção civil na cidade de Paracatu-MG

O entulho apresenta diferenças em sua composição que variam principalmente de acordo com a tecnologia empregada no processo produtivo da construção civil. Em Toronto, por exemplo, 34,8% da composição do RCD gerado corresponde a madeira. Na Bélgica a porcentagem de madeira no RCD gerado é de 2,1%, sendo a alvenaria o principal tipo de resíduo, gerado chegando a representar 45,2% do total (PINTO, 1999). No Brasil, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA, 2012), o material com maior porcentagem na composição média dos RCD é a argamassa (Tabela 1), isso decorre do tipo de processo construtivo mais empregado no país, estruturas de concreto armado com fechamento em alvenaria de blocos de cerâmica. Outra razão para essa grande porcentagem é a produção de argamassa em quantidade superior à necessária para um dia de trabalho, que é muito comum em obras de pequeno porte.
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AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL EM DUAS OBRAS SITUADAS EM UM MUNICÍPIO DO INTERIOR POTIGUAR

AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL EM DUAS OBRAS SITUADAS EM UM MUNICÍPIO DO INTERIOR POTIGUAR

O presente trabalho tem como objetivo avaliar o sistema de gerenciamento de resíduos de construção civil em duas obras no município de Currais Novos, Estado do Rio Grande do Norte. A realização deste trabalho foi em três etapas: inicialmente foi feito um levantamento das obras em execução no município e o plano municipal de gerenciamento dos resíduos urbanos por meio da análise documental de dados públicos municipais; em seguida, foi visitado e aplicado entrevista em duas obras, com seus respectivos responsáveis locais; em seguida, foi realizada a observação dos processos realizados no canteiro de obras. Quanto aos resíduos gerados, a maioria são resíduos de Classe A e B, tais como, argamassa, concreto, gesso, madeira, cerâmica branca, tijolos. Quanto ao volume, a Construtora A gera 27 m³/mês dos quais, 14,85 m³ de Classe A, enquanto a Construtora B gera 30 m³/mês, sendo 15m³ de Classe A. Quanto à coleta, as construtoras dispõem de acondicionamento em caçambas estacionarias, entretanto, sem a devida sinalização, distribuição espacial e identificação. O transporte se dá por caminhões terceirizados. Quanto ao tratamento, apenas a Construtora B apresentou alguma alternativa, entretanto, bastante incipiente. A destinação final é realizada no lixão municipal. Por fim conclui-se que as construtoras e o município devem traçar estratégias de resolutividade no tocante o gerenciamento dos resíduos da construção civil.
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DIAGNÓSTICO QUALI-QUANTITATIVO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE GERENCIAMENTO INTEGRADO DE RESÍDUOS SÓLIDOS PARA MUNICÍPIOS DE PEQUENO PORTE: O CASO DE MONDAÍ-SC

DIAGNÓSTICO QUALI-QUANTITATIVO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE GERENCIAMENTO INTEGRADO DE RESÍDUOS SÓLIDOS PARA MUNICÍPIOS DE PEQUENO PORTE: O CASO DE MONDAÍ-SC

Tendo como lócus de pesquisa empírica a cidade de Mondaí/SC, o presente estudo explicita os resultados do diagnóstico dos resíduos gerados no município. Os dados primários de natureza quali-quantitativa e quantitativa foram obtidos, respectivamente, por meio de entrevistas e pesagens por gravimetria em seis segmentos de estudo: serviço de saúde, construção civil, comércio, indústria, domicílio rural e domicílio urbano. Os resultados demonstram, principalmente, o cenário de geração e destinação final dos diferentes resíduos produzidos pelos seis segmentos de estudo e as percepções dos entrevistados acerca das consequências de uma inadequada gestão. Em termos quantitativos convém dar destaque à geração per capita de 0,183 kg/hab/dia e 0,358 kg/hab/dia para os segmentos domiciliar rural e domiciliar urbano, respectivamente. Tais médias, consideravelmente abaixo da estimativa para municípios de pequeno porte disponibilizada pelo Sistema Nacional de Informação sobre o Saneamento (SNIS), indicam a necessidade da realização de diagnósticos locais para não resultar em equívocos no dimensionamento das soluções propostas. Para além disso, as análises possibilitam reflexões e proposições no âmbito da elaboração e implementação do Plano de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos (PGIRS) no que se refere, principalmente, a busca por soluções consorciadas, a implantação de coleta seletiva e o estímulo à criação de cooperativas de catadores e de reciclagem de materiais.
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Diagnóstico da geração de resíduos de gesso acartonado na construção civil: obras comerciais em Curitiba

Diagnóstico da geração de resíduos de gesso acartonado na construção civil: obras comerciais em Curitiba

Publicada em julho de 2002, entrou em vigor em janeiro de 2003, estabelecendo diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil, através da implementação de diretrizes para a efetiva redução dos impactos ambientais gerados pelos resíduos oriundos da construção civil. A medida mais relevante é a que obriga as construtoras a elaborarem o PGRCC (Projeto de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil) como condição para que possam obter o alvará de funcionamento de seus canteiros de obras junto às prefeituras. Conforme a Resolução nº 307 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) 2002 no seu artigo 3°, até 24 de maio de 2011, os resíduos de gesso eram classificados como classe C, ou seja, resíduos para os quais ainda não foram desenvolvidas tecnologias ou aplicações economicamente viáveis para a sua reutilização ou reciclagem. Então, esses resíduos não podem estar misturados com outros materiais, para evitar uma possível contaminação. Porém, a partir de 24 maio de 2011 a Resolução nº 431 alterou o texto do artigo 3° da Resolução Conama nº 307/2002 e o gesso passou a ser classificado como resíduo Classe B, ou seja, totalmente passível de reciclagem. No artigo 10 desta Resolução, a forma de destinação é definida como, devendo ser reutilizado, reciclados ou encaminhados a áreas de armazenamento temporário.
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Sistema de apoio ao gerenciamento de resíduos de construção e demolição para municípios de pequeno porte.

Sistema de apoio ao gerenciamento de resíduos de construção e demolição para municípios de pequeno porte.

O grande volume de resíduos de construção e demolição (RCD) gerados no país levou o Governo Federal a desenvolver algumas ações; entre elas, pode-se citar a criação da Resolução n° 307 do CONAMA, que estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil nos municípios. Com o objetivo de auxiliar os municípios de pequeno porte no atendimento a essa legislação, desenvolveu-se um sistema de apoio ao gerenciamento desses resíduos, implementado por meio de um programa computacional (software). O sistema, composto de três estágios, com uma interface interativa e acessível, fornece primeiramente ao usuário as informações referentes aos RCDs necessárias para sua utilização. No segundo estágio, com base nessas informações, o usuário realiza a coleta de dados em campo e alimenta o sistema, que fornece um diagnóstico da situação atual dos RCD no município. No terceiro e último estágio o sistema fornece ao usuário alternativas/propostas de gestão dos RCD tais como a previsão da quantidade de pontos de entrega voluntária a ser instalado no município, possíveis destinações finais dos RCD de acordo com a classe e a quantidade gerada, caracterização do programa de informação ambiental e base, textos técnicos, entre outros. Nesse momento, o referido sistema encontra-se em processo de avaliação/atualização para implementação e disponibilidade de utilização.
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Desenvolvimento de um sistema de apoio ao gerenciamento de resíduos de construção e demolição para municípios de pequeno porte

Desenvolvimento de um sistema de apoio ao gerenciamento de resíduos de construção e demolição para municípios de pequeno porte

Neste trabalho tem-se por objetivo desenvolver um sistema de apoio ao gerenciamento dos resíduos de construção e demolição – RCD em municípios de pequeno porte, através do desenvolvimento de um programa computacional (software). O desenvolvimento do sistema se deu em quatro etapas. A primeira etapa compreendeu a aquisição de conhecimentos, referentes aos RCD e aos sistemas de apoio a decisão. Na segunda etapa, em função dos conhecimentos adquiridos, estabeleceu-se um modelo conceitual expresso na forma de fluxogramas, que serviram de base para a verificação da lógica do processo. Estabelecido o modelo conceitual, realizou-se a codificação dos mesmos, com o auxílio de um técnico em informática – etapa 3. A quarta e última etapa, realizada durante e após a codificação do mesmo, refere-se a avaliação prévia do sistema desenvolvido. O sistema desenvolvido permite por meio de uma interface interativa e acessível funções como: provimento de informações referentes aos RCD ao usuário, auxílio no diagnóstico dos RCD no município e, a partir do diagnóstico, propor estratégias de gestão. Através de uma avaliação prévia realizada com possíveis futuros usuários, concluiu-se que o sistema desenvolvido pode ser de grande valia no auxilio ao gerenciamento em municípios, colaborando assim para o atendimento das exigências da legislação e conseqüente conservação do meio ambiente.
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Caracterização da gestão dos resíduos sólidos de construção civil de um município de pequeno porte

Caracterização da gestão dos resíduos sólidos de construção civil de um município de pequeno porte

O princípio legal que regulamenta as ações sobre os resíduos sólidos no Brasil é a Lei 12.305/2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, atribuindo a responsabilidade do destino do resíduo doméstico ao poder público, porém, o gerenciamento dos resíduos da construção civil é do gerador. O decreto Nº 7.404/2010 institui as responsabilidades dos geradores de resíduos sólidos e do poder público, onde os consumidores são obrigados, sempre que estabelecido sistema de coleta seletiva pelo plano municipal de gestão integrada de resíduos sólidos ou quando instituídos sistemas de logística reversa a acondicionar adequadamente e de forma diferenciada os resíduos sólidos gerados e a disponibilizar adequadamente os resíduos sólidos reutilizáveis e recicláveis para coleta ou devolução.
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Análise do gerenciamento dos resíduos de construção civil (RCC) em um município de pequeno porte

Análise do gerenciamento dos resíduos de construção civil (RCC) em um município de pequeno porte

La gestión de los residuos sólidos de la actividad de construcción civil (CCR), de acuerdo con la resolución CONAMA No. 307/2002, puede entenderse como el sistema de gestión que tiene como objetivo reducir, reutilizar o reciclar los residuos, incluida la planificación, la responsabilidad, las prácticas, los procedimientos y recursos para desarrollar e implementar las acciones necesarias para cumplir con los pasos previstos en los programas y planes. La construcción civil genera una serie de desechos con las más diversas características. Dichas externalidades generan impactos negativos para el medio ambiente, causados esencialmente por el manejo incorrecto de estos residuos, limitando el manejo del RCC a las etapas de transporte y disposición final (a veces inadecuada) de estos residuos. Además, la Política Nacional de Residuos Sólidos (PNRS), Ley No. 12.305 / 2010, establece que los residuos sólidos con potencial de reutilización o reciclaje deben reutilizarse para minimizar el daño ambiental. Por lo tanto, el presente estudio diagnostica y evalúa la gestión de los residuos de la construcción en el municipio de Santa Helena de Goiás - GO, que tiene un plan de gestión de residuos sólidos defectuoso. El estudio encontró impactos ambientales y prácticas de gestión en desacuerdo con lo establecido por las normas y leyes actuales, aunque en la práctica existe una gestión parcial de los residuos de la construcción civil
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Elaboração de um índice para avaliação da logística reversa e gestão de resíduos de construção civil em municípios de pequeno e médio porte.

Elaboração de um índice para avaliação da logística reversa e gestão de resíduos de construção civil em municípios de pequeno e médio porte.

Neste sentido, Milanez (2002) apresenta uma série de indicadores para o gerenciamento de RSU. Estes são divididos em: indicadores relacionados aos recursos humanos; indicadores de geração, coleta, tratamento e disposição final; indicadores econômicos; indicadores de qualidade e eficiência do serviço e indicadores relacionados à comunidade. Já Santiago e Dias (2012) apresentam indicadores de sustentabilidade para a GRSU, estes são agrupados em seis dimensões: dimensão política, dimensão tecnológica, dimensão econômica e financeira, dimensão ambiental e ecológica e dimensão conhecimento. Polaz e Teixeira (2009), por sua vez, propuseram uma série de indicadores de sustentabilidade para a GRSU no município de São Carlos. A sistematização dos indicadores em dimensões da sustentabilidade possibilitou a visualização dos seus princípios, avaliação e monitoramento das políticas e a identificação de ações voltadas para a sustentabilidade. Segundo os autores, a implantação de um sistema de indicadores local para a GRSU possibilita a criação de mecanismos de controle social e estabelece metas que levem a uma gestão mais sustentável.
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Gerenciamento de resíduos de construção civil de acordo com a resolução CONAMA 307/02: estudo de caso para um conjunto de obras de pequeno porte

Gerenciamento de resíduos de construção civil de acordo com a resolução CONAMA 307/02: estudo de caso para um conjunto de obras de pequeno porte

Como qualquer outra atividade, a reciclagem também pode gerar resíduos, cuja quantidade e características também vão depender do tipo de reciclagem escolhida. Esses novos resíduos, nem sempre são tão ou mais simples que aqueles que foram reciclados. É possível que eles se tornem ainda mais agressivos ao homem e ao meio ambiente do que o resíduo que está sendo reciclado. Dependendo de sua periculosidade e complexidade, estes rejeitos podem causar novos problemas, como a impossibilidade de serem reciclados, a falta de tecnologia para o seu tratamento, a falta de locais para dispô-los e todo o custo que isto ocasionaria. É preciso também considerar os resíduos gerados pelos materiais reciclados no final de sua vida útil e na possibilidade de serem novamente reciclados – fechando assim o ciclo.
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Diagnóstico do sistema de gerenciamento de resíduos de construção e demolição no município de Belo Horizonte - MG

Diagnóstico do sistema de gerenciamento de resíduos de construção e demolição no município de Belo Horizonte - MG

A urbanização acelerada e o rápido adensamento das cidades trazem à tona problemas relacionados à intensificação da geração de resíduos sólidos. A sociedade, os pesquisadores e o poder público têm voltado seus esforços para enfrentar as dificuldades encontradas para o manejo, tratamento e disposição adequada desses grandes volumes de resíduos produzidos. Neste contexto, destacam-se os resíduos da construção civil (RCC), uma vez que, em geral, representam uma grande parcela dos resíduos sólidos gerados no meio urbano. Um dos principais impactos enfrentados pelos municípios em relação aos resíduos da construção civil está associado à disposição irregular das enormes quantidades produzidas e aos gastos por parte da administração pública com modelos de gestão corretivas. Essa situação pode ser atribuída à ausência de políticas públicas específicas para tratar a gestão e o gerenciamento dos RCC ou ainda pelo descumprimento dessas. Com o objetivo de contribuir nesta área de conhecimento, a presente pesquisa teve por finalidade estudar a situação atual e a evolução do sistema de gerenciamento integrado de RCC no município de Belo Horizonte - MG. Dessa forma, foi realizado um diagnóstico por meio de três etapas de estudo: contextualização dos indicadores básicos locais, análise da geração de RCC e análise dos equipamentos públicos envolvidas no gerenciamento dos RCC. Com base nos resultados obtidos, foi possível verificar que o município de Belo Horizonte possui uma boa estrutura dedicada para o gerenciamento de resíduos da construção civil, de acordo com as exigências da Resolução CONAMA nº 307/2002, no entanto algumas adaptações mostraram-se necessárias. Além disso, esta pesquisa propôs e implementou uma metodologia expedita para definição de locais propensos à instalação de áreas de triagem e transbordo, a qual se mostrou eficiente quanto ao objetivo proposto. Foram apresentadas algumas limitações a partir da aplicação da metodologia sugerida, o que não invalida sua utilização enquanto análise preliminar.
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Gestão dos resíduos sólidos gerado pelo setor da construção civil (construtoras) em Aracaju

Gestão dos resíduos sólidos gerado pelo setor da construção civil (construtoras) em Aracaju

Apesar de ser reconhecida como uma das mais importantes atividades para o desenvolvimen- to econômico e social. A indústria da construção civil é o setor mais responsável pelos impac- tos ambientais, grande consumidora de recursos naturais, é considerada uma grande geradora de resíduos, sendo motivo de diversas discussões quanto à necessidade de se buscar o de- senvolvimento sustentável. Com a urbanização acelerada, o rápido adensamento das cidades brasileiras e o incremento das atividades do setor da construção, a geração dos Resíduos de Construção e Demolição – RCD tem alcançado volumes alarmantes. Com a geração desses resíduos provenientes das construções, resíduos em meio ao centro urbano, demolição prin- cipalmente nas cidades de expansão e renovação e etc, há uma necessidade de implantação de projetos para a redução dos impactos ambientais gerados. O objetivo deste trabalho é ex- por as condições dos resíduos gerado pela construção civil (construtoras) e as consequências ao meio ambiente relacionando também os residuos gerados pelas construtoras de Aracaju, apresentando uma forma reciclavel para o descarte.
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Caracterização da mão de obra na construção civil em empresas de pequeno porte

Caracterização da mão de obra na construção civil em empresas de pequeno porte

A terceira pergunta do questionário foi: “A maioria dos funcionários da empresa encaixam-se em qual nível de escolaridade?”. Nas empresas entrevistadas, 55,66% tem a maioria dos funcionários com o ensino médio completo e a outra parte dos entrevistados (44,4%) tem funcionários com apenas o ensino fundamental completo. Nota-se que nenhuma empresa tem parte expressiva da sua mão de obra com cursos técnicos ou cursos de graduação concluídos. Na revisão bibliográfica foi mostrada uma pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) que fez um levantamento da escolaridade dos profissionais da construção civil. Foi constatado que, em relação aos outros setores de atividade, o da construção civil é o que mais tem trabalhadores que não terminaram o ensino fundamental. A estatística local foi parecida com outros portes de empresas e outras regiões do país.
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Gerenciamento de resíduos da construção civil para um conjunto habitacional

Gerenciamento de resíduos da construção civil para um conjunto habitacional

Os resíduos industriais são originados das atividades dos diversos ramos da indústria, tais como o metalúrgico, químico, petroquímico, de papelaria, da indústria alimentícia. Podem ser bastante variados, formado por cinzas, lodos, óleos, resíduos alcalinos ou ácidos, plásticos, papel, madeira, borracha, metal, escórias, vidros, entre outros. Quando se trata de resíduos químicos, estes demandam tratamento especial pelo seu potencial de risco.

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Gerenciamento de resíduos sólidos de uma estamparia de pequeno porte da cidade de Apucarana - Paraná

Gerenciamento de resíduos sólidos de uma estamparia de pequeno porte da cidade de Apucarana - Paraná

Classe 3 - Resíduos Inertes: são aqueles que, ao serem submetidos aos testes de solubilização (NBR-10.007 da ABNT), não têm nenhum de seus constituintes solubilizados em concentrações superiores aos padrões de potabilidade da água. Isto significa que a água permanecerá potável quando em contato com o resíduo. Muitos destes resíduos são recicláveis. Estes resíduos não se degradam ou não se decompõem quando dispostos no solo (se degradam muito lentamente). Estão nesta classificação, por exemplo, os entulhos de demolição, pedras e areias retirados de escavações. (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2004, p.5)
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Construção civil sustentável: avaliação da aplicação do modelo de gerenciamento de resíduos da construção civil do SINDUSCON-MG em um canteiro de obras: um estudo de caso

Construção civil sustentável: avaliação da aplicação do modelo de gerenciamento de resíduos da construção civil do SINDUSCON-MG em um canteiro de obras: um estudo de caso

Os materiais descartados pelas obras de construção civil que são gerados nas cidades constituem-se em verdadeiras jazidas de matérias-primas que não são aproveitadas e sua disposição inadequada causa grandes prejuízos à qualidade de vida de seus habitantes. A percepção da necessidade de ampliar o conceito de saneamento básico para saneamento ambiental, que lidasse de forma integrada com os diversos componentes (água, esgoto, resíduos sólidos, drenagem e controle de vetores) que influenciam a qualidade do meio urbano, só recentemente vem acontecendo. Somente com a entrada em vigor da Resolução CONAMA nº 307, de 5 de julho de 2002, o Conselho Nacional do Meio Ambiente estabeleceu diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil. No Brasil, algumas prefeituras, tentando solucionar o problema dos resíduos da construção civil, estão partindo para a reciclagem dos resíduos em usinas montadas com essa finalidade. Com o objetivo de gerenciar os resíduos no canteiro de obra o SINDUSCON-MG elaborou a Cartilha de Gerenciamento de Resíduos Sólidos da Construção Civil, criada para atender a Resolução CONAMA nº 307/2002 e minimizar os impactos ambientais da cadeia produtiva da indústria da construção, por meio do planejamento de projeto que maximiza a utilização dos materiais, da segregação que reduz custos do construtor com a remoção dos resíduos recicláveis (papelão, vidro, plástico entre outros) e da disposição final, que destina ao aterro somente aqueles materiais que não podem ser reciclados. O gerenciamento adequado dos resíduos produzidos pelas empresas, incluindo a sua redução, reutilização e reciclagem, tornará o processo construtivo mais rentável e competitivo, além de mais saudável. O objetivo do presente trabalho é analisar o funcionamento desse programa de gerenciamento de resíduos em canteiro de obras, avaliando os resultados obtidos com sua implantação e comparando esses resultados com referências de outros autores e da própria construtora. Essa avaliação é de grande importância devido ao fato da construção civil ser responsável por aproximadamente a metade dos resíduos gerados nas cidades brasileiras. O sucesso da implantação desse modelo poderá reduzir muito a quantidade de resíduos gerados e descartados pela construção civil. Os resultados alcançados demonstram a eficiência do programa que, além de fazer a triagem dos resíduos, conseguiu reduzir significativamente o volume gerado. O indicador de geração de resíduos da obra foi de 0,089 m 3 de resíduos por m 2 de construção, ficando dentro da meta proposta, servindo como referência para as próximas obras da construtora, assim como para todo o setor da construção civil.
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Gerenciamento dos resíduos da construção civil em Belo Horizonte

Gerenciamento dos resíduos da construção civil em Belo Horizonte

A Construção Civil representa para a humanidade uma das atividades essenciais para o desenvolvimento social e econômico. Trata-se porém, do setor que mais consome recursos naturais sendo também grande gerador de resíduos, conhecidos dentre as várias denominações, como Resíduos da Construção Civil – RCC. As consequências decorrentes dessa realidade são percebidas pela intensa e crescente deteriorização do Meio Ambiente além dos riscos e danos à saúde da população.Em Belo Horizonte - MG, não é diferente. Os resíduos da Construção Civil, principalmente quando dispostos inadequadamente, tornam-se problema ainda maior para a comunidade e para a boa qualidade ambiental. O Município em questão é tido como pioneiro devido às medidas adotadas para melhor tratamento e correta destinação dos RCC. Principalmente no que se refere à sua reciclagem, importante instrumento para redução dos impactos ambientais e possibilidade de produção de materiais de construção mais acessíveis à população. Torna-se evidente a necessidade e importância do bom Gerenciamento dos Resíduos da Construção Civil, que vise a redução, reutilização e reciclagem dos mesmos, cooperando para o desenvolvimento sustentável. O presente trabalho apresenta o panorama do Gerenciamento dos RCC em Belo Horizonte através da coleta e análise dos dados. São apresentadas as principais abordagens, normas e legislação sobre o tema, relata-se breve histórico do gerenciamento no Município, sua situação atual possibilitando compreensão do quadro que se instaurou em Belo Horizonte, além de vislumbrar as perspectivas e alternativas para o Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil no Município.
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Considerações sobre o gerenciamento da construção civil em obras residenciais verticais

Considerações sobre o gerenciamento da construção civil em obras residenciais verticais

Muitos fatores causam problemas durante a execução de qualquer tipo de empreendimento, seja ela residencial, comercial ou de infra-estrutura. As empresas de construção civil tem se focado apenas na forte atração pelo lucro. Com isso, seja por problemas de cunho gerencial ou tecnológico, tem incorrido em expressivos custos marginais não contabilizados, principalmente custos indiretos, como baixa produtividade, horas ociosas, acidentes de trabalho, retrabalhos, desperdícios de materiais, entre outros. É nesse contexto que surge o investimento no setor de gerenciamento de obras, a fim de se obter um maior lucro em um menor prazo e na melhor qualidade. Dessa forma, o presente trabalho tem o intuito de estudar considerações sobre o gerenciamento da construção civil em obras residenciais verticais.
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Gerenciamento de resíduos no setor da construção civil: um estudo de caso

Gerenciamento de resíduos no setor da construção civil: um estudo de caso

A construção civil é considerada um importante indicador de desenvolvimento, sendo responsável por benefícios sócio econômicos, gerando emprego e injetando dinheiro na economia da região onde está situada. Porem a execução de obras também é responsável por grande consumo de recursos e geração de uma enorme quantia de resíduos que geralmente causam danos ambientais. Este trabalho propõe o estudo do canteiro de obra de uma ampliação industrial e a partir da adaptação de um manual de gerenciamento de resíduos, para elaborar um diagnóstico que explique a situação dos materiais de construção e os resíduos gerados pelos processos produtivos da construtora contratada. Para a coleta de dados foram utilizados dois métodos, os dados qualitativos foram obtidos por questionários aplicados somente aos encarregados envolvidos na execução do projeto, já os dados quantitativos foram colhidos pela observação direta dos processos construtivos. Os resultados obtidos mostram que as principais causas da geração de resíduos têm como principal motivos, a falta de planejamento no momento da execução do projeto, o descuido e falta de qualidade da mão de obra e a necessidade de acelerar as atividades para cumprir as metas. O estudo mostrou que embora os métodos utilizados na execução ocasionem uma grande geração de resíduos, a destinação destes é feita de modo a não gerar grande impacto ao meio ambiente.
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