Top PDF Diatomáceas de rios da bacia hidrográfica Litorânea, PR, Brasil: Coscinodiscophyceae e Fragilariophyceae.

Diatomáceas de rios da bacia hidrográfica Litorânea, PR, Brasil: Coscinodiscophyceae e Fragilariophyceae.

Diatomáceas de rios da bacia hidrográfica Litorânea, PR, Brasil: Coscinodiscophyceae e Fragilariophyceae.

RESUMO – (Diatomáceas de rios da bacia hidrográfica Litorânea, PR, Brasil: Coscinodiscophyceae e Fragilariophyceae). Realizou-se o inventário florístico das diatomáceas pertencentes às classes Coscinodiscophyceae e Fragilariophyceae de rios da bacia hidrográfica Litorânea do Paraná. Amostras planctônicas e perifíticas foram coletadas em dezembro/1998, e em fevereiro e julho/2000 em nove rios: Iporanga, Nhundiaquara, do Nunes, Cachoeira, do Salto, Cambará, da Onça, Cabaraquara e do Engenho. Identificaram-se 20 táxons infragenéricos, sendo Aulacoseira distans (Ehr.) Sim. var. distans citação pioneira para o Estado do Paraná. Foram de ocorrência exclusiva em amostras planctônicas Asterionella formosa Hass. var. formosa e Cyclotella stelligera (Cl. & Grun.) V. Heurck var. stelligera. Por outro lado, Cyclotella pseudostelligera Hust. var. pseudostelligera e Fragilaria capucina var. vaucheriae (Kütz.) Lang.-Bert. foram de ocorrência exclusiva em amostras perifíticas.
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Diatomáceas (Bacillariophyceae) de sedimentos superficiais dos reservatórios em cascata do Rio Paranapanema (SP/PR, Brasil): Coscinodiscophyceae e Fragilariophyceae.

Diatomáceas (Bacillariophyceae) de sedimentos superficiais dos reservatórios em cascata do Rio Paranapanema (SP/PR, Brasil): Coscinodiscophyceae e Fragilariophyceae.

RESUMO – ( Diatomáceas (Bacillariophyceae) de sedimentos superficiais dos reservatórios em cascata do Rio Paranapanema (SP/PR, Brasil): Coscinodiscophyceae e Fragilariophyceae). Foi realizado inventário das diatomáceas pertencentes às classes Coscinodiscophyceae e Fragilariophyceae de sedimentos superficiais dos reservatórios em cascata do Rio Paranapanema. Amostras de sedimentos foram coletadas com draga, em três estações de amostragem de quatro reservatórios localizados nas regiões do alto trecho do rio (represas de Jurumirim e Chavantes) e médio (represas de Salto Grande e Capivara) e, em duas estações, no baixo Paranapanema (Represa de Rosana). Foram identificados 13 táxons infragenéricos, seis e sete respectivamente pertencentes às classes Coscinodiscophyceae e Fragilariophyceae. As espécies Thalassiosira rudis Tremarin et al., Asterionella formosa Hass. var. formosa, Staurosirella martyi (Herib.) Morales & Manoylov, Staurosirella subcapitata (Freng.) Morales e Staurosira cf. acutirostrata Metz. & L.-B. constituem novas citações para a bacia hidrográfica do rio Paranapanema, sendo este o segundo registro de T. rudis em âmbito mundial.
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Coscinodiscophyceae, Fragilariophyceae e Bacillariophyceae (Achnanthales) dos rios Ivaí, São João e dos Patos, bacia hidrográfica do rio Ivaí, município de Prudentópolis, PR, Brasil.

Coscinodiscophyceae, Fragilariophyceae e Bacillariophyceae (Achnanthales) dos rios Ivaí, São João e dos Patos, bacia hidrográfica do rio Ivaí, município de Prudentópolis, PR, Brasil.

RESUMO – (Coscinodiscophyceae, Fragilariophyceae e Bacillariophyceae (Achnanthales) dos rios Ivaí, São João e dos Patos, bacia hidrográfica do rio Ivaí, município de Prudentópolis, PR, Brasil). Realizou-se o levantamento florístico das Coscinodiscophyceae, Fragilariophyceae e Bacillariophyceae (Achnanthales) dos rios Ivaí, São João e dos Patos, pertencentes à bacia hidrográfica do rio Ivaí, município de Prudentópolis, Paraná. Quarenta e uma amostras foram coletadas em março, junho e julho/2002 e janeiro/2003, e analisadas. As coletas fitoplanctônicas foram feitas através de arrasto superficial com rede de plâncton (25 µm) e as perifíticas através da coleta de porções submersas de macrófitas aquáticas, rochas, cascalho, sedimento ou substrato arenoso. Foram identificados, nove táxons pertencentes à classe Coscinodiscophyceae, oito à classe Fragilariophyceae e quinze à ordem Achnanthales (Bacillariophyceae). Thalassiosira weissflogii (Grunow) Fryxell & Hasle, Achnanthidium sp., Planothidium biporomum (Hohn & Hellerman) Lange-Bertalot e Cocconeis placentula var. pseudolineata Geitler consistiram em novas citações para o estado do Paraná.
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Thalassiosirales (Diatomeae) do rio Guaraguaçu, Bacia Litorânea, PR, Brasil.

Thalassiosirales (Diatomeae) do rio Guaraguaçu, Bacia Litorânea, PR, Brasil.

O estudo da flora diatomológica de ambientes lóticos continentais do Estado do Paraná iniciou-se com os trabalhos de Moreira Filho et al. (1973) e Contin (1990) no rio Iguaçu. Lozovei & Shirata (1990) encontraram 152 espécies de diatomáceas em amostras do rio Passaúna. Posteriormente, foram realizados os trabalhos de Ludwig & Flôres (1995; 1997) em rios da área de abrangência da usina hidrelétrica de Segredo e os de Brassac et al. (1999) e Brassac & Ludwig (2005; 2006) em rios a serem represados para a construção da usina hidrelétrica de Salto Caxias. A diversidade do fitoplâncton do rio Tibagi, próximo ao município de Londrina, foi analisada por Bittencourt-Oliveira (2002) e Leandrini et al. (2002) estudaram as espécies perifíticas de Navicula em dois sistemas lóticos do município de Maringá. Poucos
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Pinnulariaceae (Bacillariophyceae) do rio Guaraguaçu, bacia hidrográfica litorânea paranaense, Brasil.

Pinnulariaceae (Bacillariophyceae) do rio Guaraguaçu, bacia hidrográfica litorânea paranaense, Brasil.

& Bittencourt-Oliveira (2004), em duas publicações, uma sobre a fl ora fi toplanctônica e outra contemplando apenas as diatomáceas do rio Tibagi, em Londrina, registraram cinco espécies de Pinnularia; Ludwig et al. (2005) que encontraram 11 representantes da família para os lagos do Jardim Botânico de Curitiba, sendo duas novas citações para o estado; Brassac & Ludwig (2006) que realizaram o estudo das Pinnulariaceae dos rios da área de abrangên- cia da usina hidrelétrica de Salto Caxias, registrando 19 táxons infragenéricos, sendo sete novos registros para o estado; e Procopiak et al. (2006) que listaram 16 espécies e uma variedade quando do levantamento das diatomáceas do litoral estado.
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O uso do IVDN no estudo da degradação ambiental de bacias hidrográficas do litoral sul do estado da Paraíba

O uso do IVDN no estudo da degradação ambiental de bacias hidrográficas do litoral sul do estado da Paraíba

63 A Figura 22 e o Gráfico 9 mostram que, assim como foi observado nos resultados do IVDN para esta bacia hidrográfica, houve uma queda nas áreas de vegetação nativa, de 28% em 1989 para 19% no ano de 2001. Pode-se constatar ainda que dos 9% da área da bacia hidrográfica, que foi diminuído das áreas de vegetação natural, 3% foi ocupado com a cultura de cana-de-açúcar que em 2001 passou a representar 47% da área total da bacia; 5% foi ocupado com cultivos de abacaxi que tinha 1% da bacia em 1989 e passou a ter 6% em 2001; e os outros 1% que diminuíram das áreas de vegetação natural foi acrescido nos corpos d’água, esse fato, de ter acrescido a área da categoria corpos d’água pode estar relacionado com a proibição do uso da água da bacia hidrográfica para a irrigação, a partir do ano 2000, com o racionamento de água; com a retomada das chuvas ou com o pré- processamento e classificação da imagem.
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Revitalização de rios urbanos: estudo de caso bacia do rio Belém, Curitiba-PR / Revitalization of urban rivers: case study of the belém river Belém, Curitiba-PR

Revitalização de rios urbanos: estudo de caso bacia do rio Belém, Curitiba-PR / Revitalization of urban rivers: case study of the belém river Belém, Curitiba-PR

The growing and uncontrolled expansion of large cities has been causing ever more serious social and environmental harm. As an example, the depredation of urban rivers is cited, which requires an immediate reaction from society, seeking to reverse this environmental situation that is so degrading in urban environments. For reasons that are unacceptable today, urban rivers were, due to the lack of basic sanitation infrastructure, used as channels for the conduction of sewage in cities. Sanitary conditions are compromised and the rivers are hidden due to their poor health conditions and to attest to their real state of abandonment. Flooding in urban environments alone is already a calamity that, associated with water pollution and contamination, is continually a concern with the risk to public health. The purpose of this article is to draw the attention of society to the urgency of reversing this situation, highlighting the case study of the Belém River in Curitiba-Pr. The continued excuses for the lack of financial resources can no longer be accepted in the name of the environmental health of cities.
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ANÁLISE SAZONAL DA INTENSIDADE PLUVIOMÉTRICA NO ALTO CURSO DO RIO PIRAPÓ-PR A PARTIR DE DADOS DE PRECIPITAÇÃO DIÁRIA

ANÁLISE SAZONAL DA INTENSIDADE PLUVIOMÉTRICA NO ALTO CURSO DO RIO PIRAPÓ-PR A PARTIR DE DADOS DE PRECIPITAÇÃO DIÁRIA

Para Roderjan et al. (2002), a bacia do rio Pirapó encontra-se sobre o domínio da Floresta Estacional Semidecidual, cuja principal característica fisionômica é a semidecidualidade. Essa vegetação possui relação com os aspectos climáticos, marcada pela ocorrência eventual de geadas, além de um período de baixa precipitação principalmente nos meses de junho à agosto, quando 20 a 50% das árvores da floresta perdem suas folhas, o que modifica fortemente a fisionomia da vegetação. Essa característica é salientada por Troppmair (1990) no que se refere à transição climática da área como fator de reflexo nas condições biogeográficas.
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A política regulatória do uso da água: estudo de caso para o Estado do Paraná.

A política regulatória do uso da água: estudo de caso para o Estado do Paraná.

O objetivo da cobrança pelo uso da água na França é recuperar todos os custos do sistema. Nesse sentido, o princípio do financiamento da política de recursos hídricos pelos usuários foi plenamente alcançado. Entretanto, a fatura da água é complexa, incluindo os serviços de água e esgotamento, algumas taxas e a parcela redevance, que é canalizada para a agência de bacia. Para um preço base de US$1,00 por metro cúbico, tem-se adicionalmente US$0,013 por metro cúbico − a título de redevances das agências de água − , além da contribuição do FNDAE − equivalente a US$0,02 por metro cúbico − e a TVA, da ordem de US$0,05 por metro cúbico, totalizando US$1,09 por metro cúbico. Essa mesma fatura deve ser aumentada da taxa de saneamento, correspondente a US$0,56 por metro cúbico, além da redevances de poluição das agências de água (US$0,10/m³) e da TVA de US$0,03 por metro cúbico (CADIOU, 1995) apud (SANTOS, 2000, p.62).
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Formação de comunicadores comunitários: experiências da bacia hidrográfica do Paraná 3, PR

Formação de comunicadores comunitários: experiências da bacia hidrográfica do Paraná 3, PR

Resumo: O Projeto de Formação de Comunicadores Comunitários desenvolvido na Bacia Hidrográfica do Paraná 3 (BP3), área geográfica de atuação do Programa Cultivando Água Boa (CAB) da Itaipu Binacional, tem por objetivo aproximar conteúdos e ações da educação ambiental com a comunicação educativa, possibilitando o diálogo e a formação continuada no contexto socioambiental do CAB. As ações foram realizadas em 2012, por meio do Projeto Web Rádio Água (WRA) mediante parceria entre o Centro Internacional de Hidroinformática (CIH) com o apoio do Programa Hidrológico Internacional (PHI) da UNESCO e Itaipu Binacional. O Projeto desenvolveu 12 oficinas em 2012, divididas em 02 temas específicos - Educação Ambiental e Comunicação Comunitária - tendo como meta a formação de 90 comunicadores comunitários da BP3. As oficinas foram realizadas, portanto, em 04 módulos nos três núcleos do Programa de Formação de Educadores Ambientais (FEA) da Itaipu Binacional – Cascavel, Foz do Iguaçu e Marechal Cândido Rondon – resultando na formação de 83 comunicadores comunitários de 28 municípios. Assim, acredita-se que o processo de educomunicação na BP3 é de grande relevância para o fortalecimento do Programa de Educação Ambiental, pois possibilita o empoderamento dos atores sociais para elaborar e difundir informação educativa, permeando as ações do Programa Cultivando Água Boa.
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A OMC e os efeitos destrutivos da indústria da cana no Brasil E

A OMC e os efeitos destrutivos da indústria da cana no Brasil E

Um r elat ór io int er nacional d a Wor ld Wildlife Fund (WWF), de Novembro de 2004, alerta para a indústria da cana como o prin- cipal ram o da m onocult ura poluidor do meio ambiente e destruidor da fauna e da flora. A cultura da cana cobre mais da me- tade do território de sete países e entre 10% e 50% do território de 15 países. Grandes ex tensões de terras férteis já foram degra- dadas pela monocultura da cana. As quei- madas e o processamento da cana poluem o solo, o ar e as fontes de água potável. Além disso, a pr odução ut iliza gr ande quantidade de herbicidas e pesticidas. Da- dos da Or ganização Mundial da Saúde apontam que cerca de 25 milhões de pes- soas apresentam casos de envenenamento agudo por ano, em conseqüência do con- tato com esses produtos químicos.
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ZONEAMENTO GEOGRÁFICO DOS GEOCOMPLEXOS DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO TIBAGI/PR

ZONEAMENTO GEOGRÁFICO DOS GEOCOMPLEXOS DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO TIBAGI/PR

A proposta de zoneamento da bacia hidrográfi ca do rio Tibagi conta com oito zonas distintas separa- das de acordo com as diretrizes ambientais legais, aptidões tipos de usos do solo levantados a partir do diagnóstico. São áreas de preservação permanente, segundo o Código Florestal, unidades de conserva- ção, áreas urbanas, áreas de uso agrícola com aptidões e restrições de uso e áreas inaptas à agricultura. Devido às características dos solos e à predominância agrícola do uso do solo da bacia, o fator base na defi nição das zonas foi a aptidão agrícola do solo, porém, todas as outras zonas propostas, devido às características legais e importância ecológica, cultural ou natural se sobrepõem à aptidão, assim, as zonas são propostas para priorizar o desenvolvimento sustentável da bacia, buscando equilíbrio entre o uso e a proteção dos recursos naturais.
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A OFERTA DE SERVIÇOS AMBIENTAIS NA BACIA HIDROGRÁFICA DOS RIOS SOROCABA E MÉDIO TIETÊ

A OFERTA DE SERVIÇOS AMBIENTAIS NA BACIA HIDROGRÁFICA DOS RIOS SOROCABA E MÉDIO TIETÊ

O presente trabalho tem como objetivo estimar a oferta dos serviços ambientais na Bacia Hidrográfica dos Rios Sorocaba e Médio Tietê, localizada na região centro- sudeste do Estado de São Paulo. O enfoque de serviço ambiental é dado aos serviços hidrológicos, cujos responsáveis pela oferta são os produtores rurais da região. Assim, a partir da oferta de serviços ambientais da Bacia, estimou-se o valor do PSA aos produtores rurais baseado no custo de oportunidade da mudança de práticas agrícolas nas propriedades rurais da região. A metodologia adotada é baseada no custo de oportunidade da mudança de uma prática convencional para uma prática conservacionista. O custo de oportunidade foi obtido a partir da comparação entre o rendimento de cada cultura analisada, adotando-se a prática que gera menos serviços ambientais e e a prática que gera mais serviços ambientais. Dessa forma, foram analisados os rendimentos das principais culturas da Bacia (café, milho, feijão, batata, cana, laranja, tomate, cebola, uva, arroz e mandioca), comparando-se a diferença entre os rendimentos para ambas as práticas. A classificação das práticas obedeceu ao critério de área de mata da Bacia, considerando-se os municípios com área de mata acima da média como B e, abaixo da média, como A. Dessa forma, a área de mata foi utilizada como proxy para a mensuração do serviço ambiental em questão, sabendo-se que a preservação da cobertura vegetal proporciona uma série de benefícios, inclusive, a conservação dos recursos hidrológicos. Os resultados mostram que os valores estimados do PSA para as principais culturas da Bacia podem variar de R$100/ha/ano a R$30.000/ha/ano. Em relação às culturas analisadas neste estudo, pode-se dizer que as que apresentaram maior potencial para a implementação de programas de PSA foram as culturas do arroz e da mandioca, as quais, além de apresentarem retorno mais rentável para a prática conservacionista, apresentam uma oferta inicial de serviços ambientais elevada e os menores valores para o PSA. As culturas laranja, tomate, cebola e uva também apresentam uma oferta inicial de serviços ambientais elevada, no entanto, os valores de PSA estimados são bem elevados em comparação com as demais culturas, dessa forma, a implementação de programas de PSA para aumentar a oferta de serviços ambientais neste caso deve considerar o quanto o pagamento compensaria a oferta de serviços ambientais proporcionados por essas culturas.
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Análise hidrológica e socioambiental da bacia hidrográfica do córrego Romão dos Reis, Viçosa-MG.

Análise hidrológica e socioambiental da bacia hidrográfica do córrego Romão dos Reis, Viçosa-MG.

O clima é classificado como tropical de altitude, diferindo, principalmente, entre as estações de inverno e verão com seca e muita chuva, respectivamente, sendo do tipo mesotérmico úmido Cwa, segundo a classificação de Köppen (GOLFARI, 1975). A precipitação média anual é de 1.221 mm (DNM, 1992). A vegetação original encontra-se em pequenos fragmentos florestais e caracteriza-se como Floresta Estacional Semidecidual. O solo da bacia tem o predomínio da classe Latossolo Vermelho-Amarelo, não diferindo de toda a região do município. Com relação ao sistema de uso da terra, destacam-se plantios de café, em alguns casos, culturas anuais, como o feijão, milho e cana, considerando-se que a maioria das áreas é formada por pastagem degradada.
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Caracterização de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPA) em rios da bacia hidrográfica do Turvo/Grande

Caracterização de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPA) em rios da bacia hidrográfica do Turvo/Grande

Hidrocarbonetos Policíclicos Aromáticos (HPA) fazem parte de uma classe de compostos denominados Substâncias Tóxicas Persistentes, tendo como principais características elevada toxicidade e persistência no ambiente, sendo as fontes petrogênicas, pirogênicos e biogênicas as que mais contribuem para o aporte destes compostos. A Bacia Hidrográfica do Turvo/Grande (BHTG) é caracterizada por pequenos parques industriais e intensa atividade agrícola com destaque a cana-de- açúcar, que vem acompanhada por processos de queimadas. Neste contexto, este trabalho teve como principal objetivo utilizar a determinação de 1-hidróxipireno em bílis de peixes como biomarcador de exposição para HPA e também determinar o histórico destes em sedimentos de rios da BHTG. As coletas de amostras de peixe (160 amostras) e sedimento (superficial e profundidade) nos rios Preto (CAPRP), Turvo (PORTUR e RTURG) e Grande (RGRANDE) foram feitas em dois períodos distintos: fevereiro e julho de 2010. A determinação do 1-hidroxipireno nas amostras de bílis de peixes foi realizada de acordo com o método proposto por Ariase et alii (1993). Os HPA dos sedimentos foram extraídos de acordo com o método 3540C (EPA) e a quantificação foi realizada empregando Cromatografia Líquida de Alta Eficiência com detector de Fluorescência (HPLC-DF). As concentrações do 1-hidróxipireno no ponto RTURG da coleta de fevereiro de 2010 variaram na faixa de 210 a 1025 μg L -1 , com valor médio de 780 ± 281 μg L -1 . Para as amostras de peixes coletadas em julho de 2010 no ponto CAPRP, os valores estiveram na faixa de 397 - 6463 μg L -1 , com valor médio de 1300 ± 1130 μg L -1 . Para os pontos PORTUR e RTURG, os valores médios de concentração de 1-hidróxipireno na bílis dos peixes foram 1643 ± 744 μg L -1 e 588 ± 183 μg L -1 , respectivamente. Os valores de concentrações de HPA ao longo do perfil de sedimentos apresentaram comportamentos semelhantes. De forma geral, para todos os HPA houve uma tendência de redução das concentrações com o aumento da profundidade no testemunho de sedimento. A concentração total de HPA ( Ȉ HPA) no sedimento superficial foi maior para o ponto CAPRP, com valores de 2476 ng g -1 e 867 ng g -1 para as coletas de fevereiro e julho de 2010,
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Descentralização da gestão da água: por que os comitês de bacia estão sendo criados?.

Descentralização da gestão da água: por que os comitês de bacia estão sendo criados?.

Outro fator é que o “conceito de comitê” tem forte sincronia com tendências mais gerais no Brasil. A criação de conselhos gestores é um movimento generalizado no país e tem o apoio de diversos setores (ABERS, 2003; DAGNINO, 2002). Os anos 90 testemunharam um impulso no sentido da “reforma do estado”, incorporando um conjunto de idéias já propostas por diversos setores técnicos brasileiros e internacionais e apoiadas pelas agências de cooperação internacional, como o Banco Mundial. A descentralização das políticas públicas, nesse contexto, foi uma das principais idéias propaladas pelos articuladores da reforma (BRESSER PEREIRA, 1996; PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, 1995). Ao mesmo tempo, a descentralização e a criação de mecanismos participativos também eram reivindicações de movimentos sociais que atuavam em diversas áreas e foram concebidos como forma de promover a democratização mais ampla e o maior acesso da sociedade às decisões públicas. Os impactos desses movimentos são vistos em diferentes áreas, como saúde e assistência social, nas quais grandes redes (ligando atores comunitários, ONGs, universidades e técnicos) se formaram em torno da proposta de descentralização e criação de conselhos durante os anos 80 e 90 (FLEURY - TEIXEIRA & MENDONÇA, 1989; BRAVO & PEREIRA, 2002).
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ÍNDICE DE DEGRADAÇÃO AMBIENTAL DA BACIA HIDROGRÁFICA DO ARROIO DO PADRE EM PONTA GROSSA – PR

ÍNDICE DE DEGRADAÇÃO AMBIENTAL DA BACIA HIDROGRÁFICA DO ARROIO DO PADRE EM PONTA GROSSA – PR

Com o agravamento dos problemas ambientais, o aspecto qualitativo, principalmente dos recursos hídricos, depende das atividades desenvolvidas com o uso dos mesmos. A adoção da bacia hidrográfica como unidade territorial de planejamento e de gestão das águas é uma tendência internacional consagrada. Apesar da dificuldade inicial inerente à delimitação dos espaços físicos de planejamento, a adoção da bacia hidrográfica como unidade de gestão e planejamento, tem mostrado resultados positivos, devido à possibilidade de divisão de bacias maiores em sub-bacias hidrográficas (MOTA e AQUINO, 2001).
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O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco: a gestão das águas e a transposição do Rio São Francisco

O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco: a gestão das águas e a transposição do Rio São Francisco

O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF), criado por Decreto Presidencial em 2001, objetiva concretizar a gestão descentralizada e participativa das águas do Rio São Francisco. O Rio escoa superficialmente por 2.700 km entre a nascente, na Serra da Canastra (MG), à foz, em meio aos estados Sergipe (SE) e Alagoas (AL). O Rio compreende ainda os estados da Bahia (BA), Pernambuco (PE), parte de Goiás (GO) e do Distrito Federal (DF). Assim sendo, este estudo objetiva analisar a gestão hídrica na bacia hidrográfica do Rio São Francisco a partir do CBHSF e o papel do comitê perante à transposição do Rio São Francisco para as bacias hidrográficas do Nordeste Setentrional. Por meio de uma abordagem qualitativa, a pesquisa é dividida em pesquisa teórica, embasada em autores que estudam a temática da água e a sua transformação em recurso, as nuances do coronelismo das águas no Nordeste Semiárido no contexto da transposição; a dinâmica natural e a política na bacia hidrográfica – ecossistema aberto e espaço institucional; além do papel dos comitês de bacias no processo de descentralização na gestão hídrica brasileira, especificando o Rio São Francisco, seu comitê interestadual e os comitês estaduais. As pesquisas documentais são contempladas na Política Nacional de Recursos Hídricos, Lei Federal N.º 9.433/1997; nos acervos documentais do CBHSF, além de órgãos que participam do projeto de transposição, como a Agência Nacional de Águas (ANA), o Ministério da Integração Nacional e o Ministério do Meio Ambiente (MMA). Tais pesquisas objetivam entender como se configura a gestão das águas do Rio São Francisco, a atuação do CBHSF e dos demais comitês da bacia frente ao projeto e obras da transposição, a partir do papel deliberativo exposto pela legislação hídrica. Demais
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A bacia hidrográfica do Lago Paranoá como Geopatrimônio fundante de Brasília, Brasil: unidade de paisagem referência de cultura e sustentabilidade geográfica

A bacia hidrográfica do Lago Paranoá como Geopatrimônio fundante de Brasília, Brasil: unidade de paisagem referência de cultura e sustentabilidade geográfica

A cidade inaugura em solo nacional o pioneirismo em compromisso com o estudo do ambiente a fim de evitar tragédias, inspirando um novo tempo de relação com o meio físico. O projeto ousado para Brasília pode ser visto como um exercício atento de sustentabilidade já nos anos 50 e ainda experiência em prática do “casamento complicado” entre a geografia física - a bacia hidrográfica como assoalho receptor do Plano Piloto da cidade - e humana, representada pelos ideais mudancistas, desde o século XVIII, contribuindo para um diálogo científico em torno da urbe. Tudo sendo travado concomitante ao surgimento da nova capital brasileira de estética totalmente moderna, porém apropriada de uma trajetória histórica e memórias de desejos políticos e estratégicos, missões de estudos exploratórios em busca de interpretar a paisagem, que datam desde os tempos monárquicos.
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Diagnóstico físico-ambiental como subsídio a identificação de áreas vulneráveis à erosão na bacia hidrográfica do Ribeirão do Espírito Santo, Juiz de Fora (MG), Brasil.

Diagnóstico físico-ambiental como subsídio a identificação de áreas vulneráveis à erosão na bacia hidrográfica do Ribeirão do Espírito Santo, Juiz de Fora (MG), Brasil.

Um diagnóstico físico-ambiental pode auxiliar no entendimento dos mecanismos que atuam nas áreas naturais e antropizadas, permitindo orientar as atividades a serem desenvolvidas, de maneira a subsidiar ações preservacionistas e conservacionistas, evitando- se intervenções irreversíveis e conservando os recursos naturais da região. Neste contexto, o objetivo deste trabalho foi estudar a Bacia Hidrográfica do Ribeirão do Espírito Santo (BHRES), em Juiz de Fora, Minas Gerais, Brasil, através de um diagnóstico físico ambiental para identificação da vulnerabilidade à erosão superficial, utilizando como ferramentas parâmetros morfométricos, declividade do terreno, uso/cobertura do solo e tipo de solo na região. Apesar de a BHRES ser eminentemente rural, suas características morfométricas, declividade, uso/cobertura e tipo de solo indicam alta vulnerabilidade à erosão superficial, demandando que se adotem ações mitigadoras para preservação das áreas de regeneração da vegetação arbórea, bem como planejamento do manejo de plantações florestais e pastagens, de forma a conservar os corpos hídricos, controlar o crescimento da silvicultura na região, minimizar áreas de solo exposto e gerenciar o crescimento urbano e industrial, uma vez que esta bacia abriga um dos mais importantes mananciais de abastecimento de Juiz de Fora.
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