Top PDF Dieta cetogénica e epilepsia refratária em crianças e adolescentes

Dieta cetogénica e epilepsia refratária em crianças e adolescentes

Dieta cetogénica e epilepsia refratária em crianças e adolescentes

Entre os artigos selecionados foram identificadas 16 investigações realizadas em diferentes países, com diferentes tipologias de estudo e diversos tamanhos amostrais (compreendidos entre as 6 e as 115 crianças e adolescentes). Nestas investigações, a idade mínima foi 4 meses e a máxima de 18 anos e, apesar dos dados serem tão díspares, todos os estudos tiveram como finalidade avaliar a eficácia da dieta cetogénica na ER. Alguns dos artigos ainda avaliaram a tolerabilidade, a compatibilidade e a segurança da dieta que se encontrava em estudo.
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Avaliação da arquitetura e qualidade do sono em crianças com epilepsia refratária

Avaliação da arquitetura e qualidade do sono em crianças com epilepsia refratária

ambos estejam relacionados a processos de aprendizagem e memória. 94, 130 Durante a infância, portanto, a fim de se atingir desenvolvimentos cognitivo e neuropsicológico adequados, é necessário um sono de boa qualidade e eficiente. 131 Estudos prévios também demonstraram a associação entre elevada frequência de crises e pior qualidade de sono sugerindo que a refratariedade das crises pode influenciar a organização do sono de forma negativa. 132 No nosso grupo de pacientes com mais de 7 anos, observamos uma tendência a um pior comportamento do sono (através do questionário) naquelas crianças com escores mais elevados na Escala de Engel. Este fato também foi observado no item ¨problemas de separação¨, no Inventário de Hábitos do sono, para crianças menores, em que obtivemos uma correlação positiva, ainda que não significativa (r=0,37) com a elevada frequência de crises. Crianças e adolescentes com epilepsia apresentam maior incidência de alterações nos hábitos e comportamento do sono e alguns fatores como refratariedade, politerapia medicamentosa, presença de crises noturnas e atraso no desenvolvimento estão associados a piores hábitos e, consequentemente, à pior qualidade de sono. Os fatores neuropsicológicos, portanto, são duplamente influenciados pelos transtornos do sono e pela epilepsia e sua patologia de base. 14
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Avaliação do perfil metabólico, nutricional e efeitos adversos de crianças com epilepsia refratária em uso da dieta cetogênica

Avaliação do perfil metabólico, nutricional e efeitos adversos de crianças com epilepsia refratária em uso da dieta cetogênica

e 2). Houve aumento significante em relação ao sódio, o grupo de desistentes mostrou um aumento mais evidente do que os aderentes entre o nível pré-dieta e um mês pós-dieta. Notou-se aumento significante do colesterol total, dos triglicérides e da uréia entre o nível pré-dieta e um mês pós- -dieta (Tabela 1). Além disso, registrou-se redução significante do bicarbonato sérico e da glicemia entre o nível pré-dieta e um mês pós-dieta (Tabela 1). Porém, esses níveis não saíram da normalidade (Tabela 1). Houve tendência à normalização do perfil metabólico, no decorrer do período de estudo (Tabela 2).
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Dieta Cetogénica na Prevenção da Síndrome Metabólica

Dieta Cetogénica na Prevenção da Síndrome Metabólica

A aplicação da DC teve início no contexto da psiquiatria, em 1920, como recurso terapêutico anticonvulsivante alternativo em epilepsias refratáriasaos fármacos existentes na época e que se resumiam aos brometos e ao fenobarbital. Estes medicamentos, muitas vezes, eramineficazes e produziam diversos efeitos colaterais, especialmente em crianças (Hartman et al, 2007;Ruskin e Masino, 2012). Hugh Conklin, médico osteopata de Battle Creek, Michigan, supondo (sem nenhuma evidência) que os surtosepiléticos eram decorrentes de intoxicação do cérebro por materiais vindos do intestino, formulou a hipótese de que um descanso prolongado deste órgão levaria à cura e elaborou um protocolo terapêutico baseado no jejum de 25 dias, apenas com a ingestão de água. Os tratamentos tiveram grande sucesso e passaram a fazer parte do repertório terapêutico destinado ao controle da epilepsia (Freeman e Kossoff, 2007).
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A experiência da utilização da Dieta Cetogénica em idade pediátrica

A experiência da utilização da Dieta Cetogénica em idade pediátrica

Resultados: A amostra foi constituída por 15 doentes, todos com epilepsia, sendo esta refratária em 14. Em dez doentes foi avaliada a eficácia da dieta, sendo que seis doentes (60%) apresentaram um controlo de crises epiléticas superior a 50%, dois deles com re- dução total. Em três doentes (30%) foi possível diminuir o número de fármacos antiepi- léticos (FAE) utilizados e em seis crianças (60%) verificou-se uma melhoria subjetiva psicomotora/cognitiva e comportamental. Em três doentes registaram-se efeitos adversos, o que levou à suspensão da dieta num deles.
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Dieta cetogênica para epilepsia intratável em crianças e adolescentes: relato de seis casos.

Dieta cetogênica para epilepsia intratável em crianças e adolescentes: relato de seis casos.

com suco de laranja. A cetose foi prontamente interrompida pelo aporte de carboidrato. Este incidente levou à suspensão da dieta, a pedido da mãe do paciente, apesar da excelente res- posta terapêutica inicial. O caso 6 apresentou dois episódios de recorrência das crises epi- lépticas ao longo de 13 meses: o primeiro quando ingeriu uma única batata frita e apre- sentou uma crise clônica breve, e o segundo no dia do aniversário da irmã, quando houve quebra da cetose e ele teve duas crises epilép- ticas noturnas — provavelmente por ter trans- gredido a dieta durante a festa.
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J. epilepsy clin. neurophysiol.  vol.14 número2

J. epilepsy clin. neurophysiol. vol.14 número2

Introdução: A dieta cetogênica (DC) e a dieta de Atkins modificada (DAM) são dietas terapêuticas mun- dialmente utilizadas no tratamento da epilepsia refratária em crianças e adultos. No Brasil estas modalidades de tratamento são pouco indicadas, restringindo a poucos centros. Metodologia: Revisão de literatura sobre a utilização da DC e DAM no tratamento da epilepsia refratária. Conclusões: A DC e a DAM são opções terapêuticas eficazes e seguras no tratamento da epilepsia refratária. O acompanhamento destes pacientes deve ser rigoroso, com equipe treinada, prevendo os riscos potenciais e realizando dietas palatáveis e diver- sificadas.
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DIETA SEM GLÚTEN E SEM CASEÍNA  SGSC  Desvendando o Autismo

DIETA SEM GLÚTEN E SEM CASEÍNA SGSC Desvendando o Autismo

A DPPIV é danificada por metais pesados tóxicos como o mercúrio,alumínio e o cádmio, por uma alergia ao leite, por pesticidas organofosforados, e fungos. As crianças com autismo têm maiores cargas tóxicas de metal, e a teoria é que os metais pesados paralizam esta enzima de DPPIV, e a DDPIV danificada conduz ao processamento impróprio do leite e do trigo. Uma suplementação artificial de DPPIV não pode substituir uma versão natural completamente, mas pode certamente ajudar. Enquanto parece ser possível que o leite A2 pode igualmente liberar opiáceo, os cientistas japoneses e alemães foram incapazes de liberar BCM7 do leite A2 (1, 3). Parece que o leite de peito humano não pode liberar BCM7 tampouco. Interessante, isto pode explicar porque amamentar não parece causar uma reação da caseína aos bebês sensíveis quando o leite é evitado na dieta de uma mãe. Além da afectação do autismo, a pesquisa sugere que BCM7 possa conduzir ao início de diversas doenças, tais como a doença cardíaca, o diabetes, e a esquizofrenia (4).
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Intervenção nutricional com dieta hipocalórica para manutenção de peso em crianças e adolescentes com síndrome de Prader Willi

Intervenção nutricional com dieta hipocalórica para manutenção de peso em crianças e adolescentes com síndrome de Prader Willi

INTERVENÇÃO NUTRICIONAL COM DIETA HIPOCALÓRICA PARA MANUTENÇÃO DE PESO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM SÍNDROME DE PRADER WILLI.. VIVIAN PENNER DE LIMA.[r]

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Epilepsia Refratária e Lamotrigina: Monitorização terapêutica e resposta clínica...

Epilepsia Refratária e Lamotrigina: Monitorização terapêutica e resposta clínica...

Sabendo-se que a promoção da qualidade de vida é um dos objetivos primordiais no tratamento de pacientes com epilepsia, é relevante destacar que aliado ao manejo farmacoterapêutico desta morbidade o clínico precisa reconhecer e tratar as principais comorbidades psiquiátricas que podem ser diagnosticadas nesses pacientes, pois dessa forma ocorrerá a melhora do prognóstico da doença em longo prazo (GILLIAM, 2002; BOYLAN et al., 2004; JOHNSON et al., 2004). Neste contexto é válido ressaltar que a prevalência de comorbidades psiquiátricas nos pacientes com epilepsia é superior quando comparada com a população geral. Um estudo realizado em Ribeirão Preto-SP, observou que 40,4% dos pacientes com epilepsia focal refratária apresentaram pelo menos uma comorbidade psiquiátrica (DALMAGRO et al., 2012).
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SóporqueéSCSGnãêdevacomer

SóporqueéSCSGnãêdevacomer

Como mãe, festejando nosso quinto aniversário de dieta SGSC (sem glúten/sem caseína), com baixo teor de carboidratos e açúcar, eliminação de alimentos alergenos e rotação das famílias de alimentos, eu geralmente me pego pensando no que realmente as pessoas dão aos seus filhos – não as famílias típicas que consomem glúten e caseína, mas famílias como nós, SGSC, com filhos com necessidades especiais famintos, viciados em açúcar e carboidratos. Eu sei que não devo jamais julgar outras famílias, tento me lembrar sempre de que “precisamos andar uma milha nos sapatos de outra pessoa” para entender a sua vida, mas o conceito é esse: pelo fato da comida ser SGSC não significa que se deva come-la! Especialmente dá-la para seu filho!!
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DIETA SEM GLÚTEN E SEM CASEÍNA  SGSC  Desvendando o Autismo GAPSsndrome

DIETA SEM GLÚTEN E SEM CASEÍNA SGSC Desvendando o Autismo GAPSsndrome

A maior parte das crianças com alterações neurológicas e psiquiátricas têm aparência pálida e emaciada. Seus exames mostram vários graus de anemia, o que não é de se admirar, pois para ter sangue saudável há necessidade de vários nutrientes: vitaminas (B1,B2,B3,B6,B12,K,A,D,etc) ácidos graxos e aminoácidos essenciais.

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DIETA SEM GLÚTEN E SEM CASEÍNA  SGSC  Desvendando o Autismo

DIETA SEM GLÚTEN E SEM CASEÍNA SGSC Desvendando o Autismo

Falando sobre frutas, existe muita confusão nessa área. Você não pode transferir achados laboratoriais científicos, feitos com um nutriente isolado, para um pedaço de alimento feito pela natureza. Existem vários exemplos para ilustrar esse ponto de vista. A propósito, nós todos sabemos que a cianida é um veneno. Entretanto, ela é uma parte importante da molécula da vitamina B12 e todos nós sabemos que nós não podemos viver sem a vitamina B12. Outro bom exemplo é o leite de peito. Leite de peito tem uma grande quantidade de caseína. Entretanto, é um dos melhores alimentos para crianças autistas. Todos os pais reportam o quanto as suas crianças se desenvolveram normalmente enquanto só eram alimentadas com leite de peito. Na verdade, no 5º tópico do "Autism File" tem um artigo nomeado "O milagre do leite de peito", onde uma mãe conseguiu um enorme
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ANUTRIÇÃODACRIANÇAAUTISTA

ANUTRIÇÃODACRIANÇAAUTISTA

O autismo é um distúrbio neurológico com deterioração progressiva na interação social e na linguagem das pessoas afetadas, apresentando padrões repetitivos de comportamento. Ainda sem causa conhecida, esta desordem apresenta anormalidades no sistema límbico e cerebelar, estruturas importantes no controle motor e emocional do ser humano. Além desta anormalidade, observa-se também, alteração metabólica direcionadas para a importância de alguns nutrientes da alimentação do paciente autista. Isto se deve, principalmente, à detecção de elevados níveis de algumas substâncias no sangue dos pacientes, que são: gluteomorfina e caseomorfina, peptídeos derivados da proteína do glúten e da caseína respectivamente. Estes peptídeos apresentam similaridade às substâncias opióides e às suas ações no sistema nervoso central. Também promovem outros efeitos, tais como: redução do número de células nervosas do sistema nervoso central e inibição de alguns neurotransmissores. De acordo com os dados observados, as substâncias opióides são derivadas de algumas proteínas da alimentação comum, tais como: o glúten e a caseína. Assim a terapia nutricional específica voltada para o paciente autista torna-se um dos primeiros pontos a ser discutido como tratamento. Portanto, com a eliminação padronizada e controlada dos alimentos que promovem a formação das substâncias similares aos opiódes da dieta dos autistas, percebe-se melhora significativa na sociabilidade e comunicação destes pacientes, bem como, uma redução dos efeitos de abstinência destes compostos. Diante de todas as implicações do distúrbio neurológico e metabólico do autista, este tratamento deve ser aplicado de forma interativa e multidisciplinar, sendo a nutrição um importante contribuinte no somatório para melhoria nas características e nos sintomas da desordem autista.
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DIETA SEM GLÚTEN E SEM CASEÍNA  SGSC  Desvendando o Autismo p q fazer dieta

DIETA SEM GLÚTEN E SEM CASEÍNA SGSC Desvendando o Autismo p q fazer dieta

Glúten, caseína, soja, milho e ovos são os mais comuns. Açúcar e óleos refinados também contribuem para a inflamação. Os alimentos exatos que devem ser removidos dependem de exames de alergia alimentar de cada um. Glúten e caseína além de ser os alérgenos mais comuns, pois são largamente consumidos por nossas crianças, quando são retirados melhoram o trânsito intestinal e consequentemente a disponibilidade de nutrientes.

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DIETA SEM GLÚTEN E SEM CASEÍNA  SGSC  Desvendando o Autismo

DIETA SEM GLÚTEN E SEM CASEÍNA SGSC Desvendando o Autismo

„ Principais Sintomas depois do tratamento biomédico/dieta: desaparecimento total de algumas estereotipias como andar na ponta dos pés, balançar as mãos, não mais "king kong", aumento na concentração, surgimento do entendimento da comunicação (fala, gestos, olhar), desaparecimento total dos choros sem razão,o bater com a cabeça no chão desapareceu completamente após 3 meses na dieta.

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Avaliação eletrofisiológica in vitro de drogas antiepilépticas em fatias hipocampais humanas provenientes de pacientes portadores de epilepsia do lobo temporal refratária ao tratamento medicamentoso

Avaliação eletrofisiológica in vitro de drogas antiepilépticas em fatias hipocampais humanas provenientes de pacientes portadores de epilepsia do lobo temporal refratária ao tratamento medicamentoso

Avaliar a eficácia de drogas antiepilépticas em fatias hipocampais mantidas in vitro provenientes de pacientes portadores de Epilepsia do Lobo Temporal com esclerose mesial refratária [r]

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Avaliação da dieta habitual de crianças e adolescentes com sobrepeso e obesidade.

Avaliação da dieta habitual de crianças e adolescentes com sobrepeso e obesidade.

Não foram incluídos cinco pacientes que apresentavam idade inferior a 6 anos, quatro com doenças crônicas evidentes no momento da consulta, dois com síndrome de Prader-Willi e sete que não compareceram para a coleta de exames, justificando-se a amostra final de 45 participantes. Os pacientes foram selecionados de acordo com os seguintes critérios de inclusão: crianças ou adolescentes com idade entre 6 até 16 anos, diagnóstico de sobrepeso ou de obesidade de acordo com o Índice de Massa Corporal (IMC); e de exclusão: síndromes genéticas associadas a obesidade ou quaisquer doenças crônicas.
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Análise de variáveis eletrocardiográficas peri-ictais em doentes com epilepsia focal refratária

Análise de variáveis eletrocardiográficas peri-ictais em doentes com epilepsia focal refratária

A morte súbita inexplicada nos doentes com epilepsia (SUDEP) é a causa mais frequente de morte diretamente relacionada com a epilepsia (1). A incidência de SUDEP é claramente superior em doentes com epilepsia refratária, atingindo nesse grupo 6 a 9/1000/ano (2). Apesar da sua etiologia continuar por esclarecer, o mais provável é ter uma origem multifatorial, onde estão envolvidos mecanismos cardíacos, respiratórios e neurogénicos (3-6). O principal fator de risco é a persistência continuada de crises tónico-clónicas generalizadas, estando identificados outros fatores predisponentes como a longa duração da epilepsia, o início em idade jovem, atraso mental ou politerapia farmacológica (2, 7). Doentes com grandes alterações do tónus autonómico durante as crises também parecem ter maior risco de SUDEP (7, 8).
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Doença celíaca em tratamento: avaliação da densidade mineral óssea.

Doença celíaca em tratamento: avaliação da densidade mineral óssea.

A seleção dos pacientes foi realizada consecutivamen- te, de acordo com as consultas, baseando-se na obediência à dieta isenta de glúten há pelo menos um ano, de acordo com a entrevista alimentar. No momento do estudo, todos os pacientes apresentavam-se assintomáticos com biópsia de intestino delgado evidenciando arquitetura vilositária preservada sem aumento de linfócitos intraepiteliais. Ne- nhum paciente recebia suplementação de cálcio, vitamina D, estrógeno, corticóides e anticonvulsivantes.

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