Top PDF Diferenças nos aspectos cognitivos entre idosos praticantes e não praticantes de exercício físico.

Diferenças nos aspectos cognitivos entre idosos praticantes e não praticantes de exercício físico.

Diferenças nos aspectos cognitivos entre idosos praticantes e não praticantes de exercício físico.

Objetivo: Comparar o desempenho cognitivo de idosos praticantes e não praticantes de exercícios físicos. Métodos: Este estudo transversal foi realizado com 104 idosos, sendo 64 pertencentes ao Grupo Praticantes de exercícios físicos (G1) e 40 pertencentes ao Grupo não Praticantes (G2), cadastrados em Centros de Saúde. Foram aplicados o Miniexame de Estado Mental (MEEM) para avaliar o estado cognitivo e uma icha para caracterização da amostra. Posteriormente, aplicou-se a Bateria de Avaliação Cognitiva Computadorizada (CogState) para avaliação do desempenho cognitivo dos idosos. Utilizaram-se o teste U Mann-Whitney para comparação dos grupos e o cálculo da medida de efeito d de Cohen, para veriicar se a prática de exercício físico inluencia no desempenho cognitivo. Para análise descritiva, utili- zaram-se dados expressos em média, desvio-padrão, mediana e percentil. Admitiu-se nível de signiicância de 5%. Resultados: A pontuação no MEEM apresentou diferença estatistica- mente signiicativa entre grupos. Quanto ao desempenho cognitivo, medido pelo CogState, os grupos diferiram signiicativamente para todas as variáveis analisadas, apresentando o G1 o melhor desempenho nos testes de tempo de reação simples, de escolha e de atenção assistida; já o G2 obteve melhor desempenho nos testes de memória de curto prazo e de trabalho. Conclusões: Idosos praticantes de exercícios físicos demonstram possuir melhor desempenho para o tempo de reação simples, tempo de reação de escolha e atenção assis- tida, quando comparados aos idosos não praticantes.
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Orientação religiosa e qualidade de vida em idosos praticantes e não praticantes de exercício físico

Orientação religiosa e qualidade de vida em idosos praticantes e não praticantes de exercício físico

O fato de essa aculturação indígena não conseguir atingir o campo dos valores religiosos é bem evidenciado por Lima (2002) em experiência etnográfica com os Juruna, povo tupi do rio Xingu, quando pôde notar a importância do significado da corporalidade em diferentes aspectos. Para eles, a noção de corpo no sentido genérico é ‘Corpo e alma não são substâncias, mas relações ou posições, ou ainda perspectivas’(op. cit., p. 12), ou seja, antes de sua definição, observa-se seu objetivo e suas influências. Tudo é relativo. Tentando exemplificar: a pele é um princípio de individualização e a alma, princípio de subjetivação, conferindo às pessoas (corpos humanos e corpos animais) faculdades que são ao mesmo tempo, psicológicos, sociológicos e intelectuais (consciência de si e de outrem, linguagem, pensamento, sociabilidade). Ser uma pessoa não é uma condição distinta da humanidade. As considerações Juruna, que se referem ao conceito de “corpo”, no entanto, dependem intrinsecamente de uma perspectiva. Sendo assim, todo corpo é disponível para vir a ser o que é para a perspectiva alheia (influência). Há porém, paradoxo nesta afirmação, pois há diferenças entre o que as pessoas são para si e o cada um é para o outro. Mas, para a cosmologia Juruna, a dicotomia entre corpo e alma não se aplica à unidade e nem à diversidade. No cosmo Juruna, tudo é relação, não possui um centro único tampouco é destituído de um centro.
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Relação da autoestima entre a percepção de saúde e aspectos sociodemográficos de idosos praticantes de exercício físico.

Relação da autoestima entre a percepção de saúde e aspectos sociodemográficos de idosos praticantes de exercício físico.

No nosso estudo, quando comparada a autoestima com o estado civil, a renda familiar mensal e a escolaridade, não houve diferenças significativas. Tal resultado pode estar na homogeneidade da amostra, pois nenhum dos grupos das variáveis analisadas se sobrepôs, apresentando medianas muito próximas, exceto na escolaridade. Nesta variável as mulheres idosas analfabetas apresentaram baixos valores na autoestima, embora a diferença não tenha sido significativa, tendo-se em vista o número reduzido de indivíduos na amostra. Estudo de Meurer, Benedetti e Mazo (2009) com idosos praticantes de exercícios físicos identificou que muitos idosos não tiveram a oportunidade de
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MEMÓRIA, EXERCÍCIO FÍSICO E ENVELHECIMENTO: UM ESTUDO SOBRE A RELAÇÃO EXISTENTE ENTRE A MEMÓRIA VISUOMOTORA E IDOSOS PRATICANTES E NÃO PRATICANTES DE ATIVIDADE FÍSICA

MEMÓRIA, EXERCÍCIO FÍSICO E ENVELHECIMENTO: UM ESTUDO SOBRE A RELAÇÃO EXISTENTE ENTRE A MEMÓRIA VISUOMOTORA E IDOSOS PRATICANTES E NÃO PRATICANTES DE ATIVIDADE FÍSICA

Resultados obtidos por Fechine (2012) apresentam dados positivos sobre o efeito da atividade física sobre praticantes sistemáticos e não sistemáticos e não praticantes de atividade física, tendo a memória como parâmetro norteador. Esta variável cognitiva apresentou diferenças significativas sobre o efeito do exercício físico, ressaltando que este é vital para a sua melhora com o passar dos anos, o que entra em analogia com os achados deste artigo, pois os idosos praticantes de atividade física alvo deste estudo apresentaram melhores índices de memória, menor tempo de execução e menor números de erros tanto no TVM1 quanto no TVM2.
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Avaliação neuropsicológica de idosos praticantes de capoeira.

Avaliação neuropsicológica de idosos praticantes de capoeira.

Introdução: Este estudo procura contribuir com uma relação pouco explorada no meio acadêmico: ca- poeira, cognição e envelhecimento. Relacionando estudos sobre funções executivas e a capoeira, busca-se investigar a interligação desta arte e as funções executivas. Estas se referem a desempenhos de compor- tamentos complexos (memória de trabalho, flexibilidade mental, tomada de decisão) e a memória léxico- -semântica. Objetivo: Comparar o desempenho de funções executivas em idosas praticantes de capoeira e idosas não praticantes de exercício físico. Método: Estudo transversal que coletou as informações de cada participante apenas uma vez. Serão comparados dois grupos: 1) grupo de idosos praticantes de capoeira e 2) idosos que não fazem exercício físico. Para seleção e caracterização dos grupos utilizaram-se: questionário sociodemográfico, aspectos gerais de saúde e escala de hábitos de leitura e escrita, mini-exame de estado mental (MEEM) e escala de depressão de Yesavage (GDS-30). Para avaliar o desempenho das funções executivas foi realizado o teste de trilhas e as tarefas de fluência verbal. Para análise estatística dos dados será utilizado o teste de Shapiro-Wilk para normatização dos dados. O teste de t de Student e o teste U de Mann Whitney serão usados para comparar duas médias de amostras independentes. Utilizou-se a improvisação, a ação, a tomada de decisão, o equilíbrio e as noções de espaço, tempo, ritmo, música, e a compreensão do jogo da capoeira como intervenção devido à possível utilização dos processos executivos nessa arte. Resultados: Verificou-se que não houve diferença significativa nos testes realizados. Porém houve superioridade nos testes de fluência verbal e testes de trilha A e B, sendo maior em B no grupo de capoeira do que no grupo controle. Conclusão: A prática de capoeira tem uma tendência em contribuir para a melhora das funções executivas, embora os mecanismos desse benefício não estejam claros.
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Avaliação e comparação do equilíbrio em idosos institucionalizados e não institucionalizados, praticantes de exercício físico regular, através da escala de equilíbrio de Berg

Avaliação e comparação do equilíbrio em idosos institucionalizados e não institucionalizados, praticantes de exercício físico regular, através da escala de equilíbrio de Berg

Relativamente a problemas ortopédicos verifica-se que é no grupo dos sujeitos não institucionalizados que existe maior incidência destes problemas de saúde: 60, 50, 20, 10, 20 e 40% respetivamente a artrite, dor nos joelhos, osteopenia, osteoporose, limitações articulares e excesso ponderal e que contrastam com os obtidos pelo grupo institucionalizado, sem relatos de osteopenia e 10% para cada uma das outras variáveis. De acordo com Espanha & Pais (1999, p. 90) as doenças músculo-esqueléticas são causadoras de incapacidade e limitação funcional gerando perda de autonomia para a realização de atividades da vida diária e Martins & Martins (2008, p. 77) referem que os sujeitos afetados por doenças reumatológicas apresentam (…) Dores, limitações da amplitude de movimento articular, recrutamento neuromuscular inadequado, perda do condicionamento cardiovascular e respiratório, alterações do trofismo da pele, além de transtornos em outros sistemas, (…). Assim, tendo em conta as características dos problemas ortopédicos e sendo a sua percentagem mais elevada no grupo não institucionalizado que no do grupo institucionalizado, estes fatores não parecem explicar as diferenças encontradas no equilíbrio através da aplicação da EEB.
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FATORES ASSOCIADOS À RESILIÊNCIA ENTRE IDOSAS PRATICANTES E NÃO PRATICANTES DE EXERCÍCIO FÍSICO

FATORES ASSOCIADOS À RESILIÊNCIA ENTRE IDOSAS PRATICANTES E NÃO PRATICANTES DE EXERCÍCIO FÍSICO

Este estudo teve como objetivo geral, analisar os fatores associados aos níveis de resiliência entre idosas praticantes e não praticantes de exercício físico. O estudo foi do tipo transversal e descritivo. As participantes do estudo foram selecionadas de forma não probabilística e intencional, totalizando 164 idosas entre 60 a 90 anos ( = 69,46; DP= 6,44 anos), cadastradas em cinco Centros de Saúde do município de Florianópolis, de abrangência do programa Floripa Ativa - fase B, sendo 85 praticantes de exercício físico (GP) do respectivo programa e 79 não praticantes de exercício físico (GNP), nem de outras atividades formais em grupo. Para a coleta de dados foram utilizados os seguintes instrumentos: a) Ficha diagnóstica referente às características sociodemográficas e das condições de saúde; b) Escala de Resiliência; c) Inventário de eventos estressantes para idosos; d) Perguntas quanto a felicidade e humor oriundas da Escala de estresse percebido; e) Escala de autoestima. Os dados foram tratados e analisados mediantes estatística descritiva e inferencial. A fim de identificar os fatores associados aos níveis de resiliência e aos eventos estressantes, adotou-se a análise de regressão logística e linear múltipla. Adotou-se nas análises, o intervalo de confiança de 95%. Os resultados demonstraram semelhança nos níveis de resiliência entre os grupos pesquisados. Quanto às características sociodemográficas, as idosas do GP com baixa escolaridade (fundamental completo) apresentaram menor resiliência comparadas às idosas com ensino médio completo. Em relação aos aspectos psicológicos, as participantes que alegaram sentir-se felizes e bem humoradas apresentaram níveis superiores de resiliência. A resiliência também foi associada a intensidade percebida dos eventos estressantes e a autoestima em ambos os grupos. Além disso, a resiliência foi associada ao consumo de medicamentos no GP e, a religião e a percepção do estado de saúde no GNP. Conclui-se que idosas praticantes de exercício físico tendem a apresentar maior resiliência e, esta está associada ao melhor humor e percepção de saúde, a maior autoestima, felicidade e escolaridade, menor consumo de medicamentos e intensidade percebida de eventos estressantes. Estes são fatores fundamentais que podem auxiliar a pessoa idosa a lidar de maneira mais positiva em situações estressantes.
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Avaliação da memória visuo-motora em idosos praticantes e não praticantes de actividade física

Avaliação da memória visuo-motora em idosos praticantes e não praticantes de actividade física

O surgimento gradual de problemas de memória é um dos factos mais urgentes do envelhecimento normal. A associação entre actividade física e processos cognitivos é hoje tema emergente nas mesas científicas de todo o mundo, sendo motivo de questionamento e controvérsias acerca da verdadeira atuação do exercício sobre a cognição do idoso, e mais especificamente, sobre a evocação da memória deste. Este estudo teve como objectivo avaliar a memória visuo-motora de idosos praticantes e não-praticantes de actividade física quanto ao sexo, idade, nível de escolaridade e tempo de actividade física e prática de actividade física. Foram sujeitos 70 voluntários residentes na Cidade do Porto pertencentes ao Centro de Investigação em Actividade Física, Saúde e Lazer (CIAFEL) da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto. Divididos em 2 grupos, um de praticantes de AF com 36 idosos e outro de não- praticantes de AF com 34 idosos. Estes idosos foram categorizados em dois grupos de idade, um de 60 a 70, e outro com 71 anos ou mais. Esses idosos foram classificados quanto ao seu nível de escolaridade e distribuídos em três grupos: Nível superior (NS), Nível médio (NM), Nível fundamental (NF). O instrumento para mensuração da memória visuo- motora foi o teste de memória visuo-motora adaptado de Thinus-Blanc et al., (1996). Os testes estatísticos utilizados compreenderam a análise de variância (ANOVA) e o coeficiente de correlação de Pearson. Da análise dos resultados, destacam-se as seguintes conclusões: 1) a memória visuo-motora dos idosos em função do sexo, idade e nivel de escolaridade não apresentou diferença significativa nas variáveis de desempenho do teste visuo-motor 1 e 2; 2) a memória visuo-motora dos idosos em função da prática de actividade física apresentou diferença significativa nas variáveis de desempenho do teste visual-motor 1 e 2; 3) os idosos praticantes de actividade física apresentaram melhores médias tanto no tempo de execução quanto no número de erros; 4) O teste visual-motor apresentou correlação positiva entre tempo de execução e o número de erros, indicando haver relação entre aumento no tempo de realização do teste e o aumento do número de erros, diferindo apenas quanto à magnitude de r. Avaliações acerca da memória são importantes indicadores acerca das condições cognitivas em que se encontra o indivíduo e esta é afetada pela prática de actividades físicas regulares. Incentivar a prática de actividade física entre idosos e indivíduos normais significa promover desenvolvimento e envelhecimento físico e cognitivo bem-sucedidos.
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Aptidão física funcional e nível de atenção em idosas praticantes de exercício físico.

Aptidão física funcional e nível de atenção em idosas praticantes de exercício físico.

Introdução: O envelhecimento conduz à perda das aptidões funcionais e do funcionamento cognitivo, aumentando o risco do sedentarismo. O exercício físico combate o sedentarismo e contribui para a manutenção da aptidão física e do nível de atenção no idoso. Objetivo: Analisar a aptidão física funcional e a atenção, entre dois grupos de idosas praticantes de exercício físico e sedentárias. Métodos: Amostra composta por 25 idosas, divididas em dois grupos: grupo A (12 fisicamente ativas) e grupo S (13 sedentárias). Para a coleta de dados, nos dois grupos foram utilizados: o questionário de Baecke, para selecionar as idosas; a bateria Senior Fitness Test (SFT), para avaliar a aptidão física funcional; e o Teste de Traços (TMT A e B), para avaliar a atenção. Para a análise dos dados, foram usadas as técnicas de estatística descritiva e inferencial. Resultados: No questionário de Baecke, o grupo A obteve melhor resposta que o grupo S. Os dois grupos apresentaram valores iguais nos parâmetros da aptidão física, quando comparados com os valores-padrão de referência, exceto no teste de flexibilidade dos membros superiores e de resistência aeróbica, onde apresentaram desempenho inferior. Nos testes de flexibilidade de membros inferiores; mobilidade física – velocidade, agilidade e equilíbrio; e resistência aeróbica, observou-se diferença estatisticamente significativa. No TMT, foram encontrados valores acima dos de referência para a parte A nos dois grupos e para a parte B apenas no grupo A, o que demonstra baixo desempenho. Conclusão: As idosas deste estudo apresentaram nível inferior nos parâmetros de flexibilidade de membros superiores e resistência aeróbica. As ativas apresentaram melhor flexibilidade de membros inferiores, melhor mobilidade
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Aptidão física relacionada com a saúde de idosos : estudo comparativo entre idosos praticantes e não praticantes de boccia

Aptidão física relacionada com a saúde de idosos : estudo comparativo entre idosos praticantes e não praticantes de boccia

Embora o declínio funcional durante o envelhecimento apresente causas diversas, envolvendo a combinação da idade biológica, da doença e da inactividade, estima-se que pelo menos 5046 dessas perdas sejam evitáveis e mesmo reversíveis, se a debilidade física for detectada oportunamente e se tiver lugar uma intervenção adequada ao nível da AF. Muitos Idosos que tem uma vida independente, devido ao seu estilo de vida sedentário funcionam de forma perigosa, quase atingindo a sua capacidade máxima nas suas actividades quotidianas (como por exemplo, ao subirem escadas, levantarem- se da cadeira, erguerem objectos e em alguns casos mesmo caminharem). Qualquer declínio ou pequeno retrocesso físico poderá facilmente conduzi-los de um estado de independência para outro de fragilidade, o que irá requerer assistência para a realização de actividades de rotina, aumentando o risco de queda e de consequentes lesões graves.
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Avaliação do estado hidroeletrolítico de crianças praticantes de exercício físico e recomendação de hidratação.

Avaliação do estado hidroeletrolítico de crianças praticantes de exercício físico e recomendação de hidratação.

A avaliação clínica por meio do reconhecimento de sinais e sintomas é outra forma de avaliar a desidratação durante o exercício no calor. Os primeiros sintomas de hipohidratação são sede e desconforto com o calor. Na hipohidratação leve a moderada, um indivíduo adulto pode apresentar como sinais e sintomas cansaço, cãibra, apatia e pele vermelha. Com um maior déficit de água, pode apresentar tontura, dor de cabeça, vômito, náuseas, sensação de calor na cabeça e no pescoço, tremores, redução de desempenho, dispneia, perda de apetite, sede, intolerância ao calor, e urina mais escura e em menor quantidade. Já com hipohidratação severa, o indivíduo pode apresentar dificuldade de engolir, perda de equilíbrio, pele seca e murcha, olhos afundados e visão fosca, dor para urinar, pele dormente, delírio e espasmos musculares (BAR-OR; ROWLAND, 2004; CASA et al., 2000).
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A Influência de um Curso de Meditação nos Níveis de Mindfulness, Satisfação com a Vida e Optimismo

A Influência de um Curso de Meditação nos Níveis de Mindfulness, Satisfação com a Vida e Optimismo

Os objectivos gerais do curso são então ensinar aos participantes as técnicas básicas de meditação e concentração, explicar a importância e como se consegue ter auto-controlo dos pensamentos e comportamentos. Para além do trabalho efectuado durante as sessões do curso de meditação são transmitidos também exemplos de exercícios de meditação para treinar e praticar em casa ao mesmo tempo que são dadas dicas para criar uma disciplina regular de práticas meditativas bem com ouvir música meditativa de forma a facilitar a aprendizagem e entoação de mantras para controlar a mente e dar energia à meditação, são também revelados os conceitos ancestrais do Yoga. Um Yoga moderno e integral que conjuga todos os aspectos do ser humano e da vida, que combina a dinâmica da vida ocidental com a sabedoria e procura espiritual do oriente, de maneira harmoniosa e enfatiza os benefícios de meditar no coração espiritual. O objectivo primordial é silenciar a mente de forma a descobrirmos a nossa realidade interior (Sri Chinmoy, 1978).
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Correlação socioeconômica e antropométrica em idosos praticantes e não praticantes de exercícios físicos

Correlação socioeconômica e antropométrica em idosos praticantes e não praticantes de exercícios físicos

Este estudo, baseado na Tese do Programa de Doutorado em Gerontologia Biomédica, avaliou, a partir de uma análise parcial quantitativa, a correlação do perfil socioeconômico e antropomé- trico em idosos praticantes e não praticantes de exercícios físicos regulares, assistidos pelo Cen- tro Universitário Vila Fátima e pela Faculdade de Educação Física da PUCRS. Foi selecionada uma amostra inicial de conveniência de 50 idosos, sendo 25 em cada grupo – praticante e não praticante. Do total, observou-se que a maioria era do sexo feminino, com idade entre 62 e 86 anos, ensino fundamental incompleto, cuja renda era acima do salário mínimo e com histórico familiar de doenças cardiovasculares. Entre os grupos ocorreram diferenças significativas nas seguintes variáveis: fumo (p<0,001), hereditariedade (p<0,001), Dobra Cutânea Subescapular (DCS) (p<0,001) e Dobra Cutânea Tricipital(DCT) (p<0,001). Observou-se mudança no per- centual de gordura (p= 0,0001), assim como variação de Massa Magra em quilos (p= 0,0293) e de massa gorda em quilos entre praticantes e não praticantes (p= 0,0004), além da diferença na relação cintura/quadril nesses grupos (p= 0,0257). Nesse sentido, evidencia-se que a prática regular de exercícios físicos em idosos é essencial para a prevenção de doenças, manutenção e recuperação da saúde.
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Comparação da autonomia funcional de idosos praticantes e não praticantes de treinamento combinado

Comparação da autonomia funcional de idosos praticantes e não praticantes de treinamento combinado

Os benefícios promovidos pelo treinamento de força de- pendem de vários fatores, como a intensidade, a frequência e o volume de exercícios. Quanto à manipulação destas variáveis, os autores não conseguiram tecer considerações, pois diferen- tes combinações destas podem ser igualmente efi cientes [10]. Em relação à prática de exercícios aeróbicos ou de endu- rance e seus benefícios associados à autonomia funcional, o estudo de Amorim et al. [18] evidenciou um aumento na autonomia funcional e na qualidade de vida de idosos, além da melhora no consumo, captação e transporte de oxigênio. O sistema cardiorrespiratório parece ser um dos sistemas orgânicos mais afetados com o declínio funcional, tornando a habilidade de captação e transporte de oxigênio para o su- primento da demanda metabólica corporal durante a atividade física acometida [19]. Algumas alterações cardíacas são de extrema relevância como na elasticidade, distensibilidade e dilatação das artérias; o esvaziamento ventricular que ocorre durante a sístole também se torna comprometido, dentro de uma aorta menos complacente, levando a um aumento na incidência de idosos hipertensos [18].
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Comparação antropométrica e do perfil glicêmico de idosos diabéticos praticantes de atividade física regular e não praticantes.

Comparação antropométrica e do perfil glicêmico de idosos diabéticos praticantes de atividade física regular e não praticantes.

Foram incluídos no estudo idosos sem comprometimento de memória que prejudicasse as informações a serem investigadas, com participação voluntária e com assinatura ou impressão digital em Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, após orientação quanto aos objetivos e procedimentos da pesquisa. A amostra foi composta por 70 idosos, sendo 35 praticantes

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SONO E DESEMPENHO COGNITIVO DE IDOSOS PRATICANTES E NÃO PRATICANTES DE EXERCÍCIOS FÍSICOS

SONO E DESEMPENHO COGNITIVO DE IDOSOS PRATICANTES E NÃO PRATICANTES DE EXERCÍCIOS FÍSICOS

Este estudo descritivo teve como objetivo analisar e comparar o desempenho cognitivo, o sono (qualidade do sono, cronotipo e sonolência diurna), escolaridade, nível de atividade intelectual e assiduidade de idosos praticantes (GP) e não praticantes (GNP) de exercícios físicos, e a relação entre essas variáveis. A amostra foi selecionada de forma não probabilística e composta por 104 idosos com média de idade de 66,1 anos (DP= 4,6), cadastrados em quatro Centros de Saúde do município de Florianópolis, SC, que participam do programa Floripa Ativa – Fase B (GP=64), e por idosos que não participam deste programa e nem outras atividades formais em grupo (GNP=40). Os instrumentos utilizados para a coleta de dados foram: 1) Ficha de identificação com dados sociodemográficos e condição de saúde; 2) Questionário de matutinidade e vespertinidade de Horne e Ostberg; 3) Escala de sonolência diurna de Epworth; 4) Índice de Qualidade de Sono de Pittsburgh; 5) Mini Exame do Estado Mental; 6) Bateria de avaliação cognitiva CogState e 7) Questionário de Nível de Atividade Intelectual. Os dados foram tratados e analisados por meio de estatística descritiva e inferencial. Para análise da relação entre variáveis sociodemográficas empregou-se o teste do Qui-Quadrado. Para verificar diferenças das variáveis cognitivas e do sono entre os grupos e os gêneros, foi utilizado o teste de Mann-Whitney. Com o objetivo de verificar relações entre o desempenho cognitivo, padrão de sono e assiduidade dos idosos no programa Floripa Ativa utilizou-se a análise multivariada de variância (MANOVA) e Correlação de Spearman para analisar relações entre as variáveis do sono e desempenho cognitivo, observando-se os preceitos de normalidade da distribuição. Em todas as análises estatísticas foi adotado o nível de significância de 5%. Os resultados demonstraram
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Equilíbrio e quedas em idosos: estudo comparativo entre praticantes e não praticantes de actividade física

Equilíbrio e quedas em idosos: estudo comparativo entre praticantes e não praticantes de actividade física

Segundo Trader et al (2003), a falta de actividade física levava a um declínio de equilíbrio, da fragilidade e do aumento de quedas. Vários estudos realizados, indicam-nos que o exercício físico regular melhorava o equilíbrio e consequentemente há um menor risco de quedas (Feder, 1999; Guimarães et al, 2004). Na pesquisa de Kerse et al (2008) também verificaram que os idosos com má cognição não beneficiaram do programa de actividade física e o seu humor pode ter sido prejudicado com este. Por isso, referem que as intervenções com objectivos orientados podem requerer nível de cognição normal. O equilíbrio é uma capacidade que deverá ser desenvolvida nos escalões etários mais avançados, principalmente aqueles que estão mais inactivos e mais incapacitados, como é o caso da maioria dos idosos institucionalizados (Henry et al, 2001). Madureira et al (2007), realizaram um estudo, que tinha como objectivo avaliar o equilíbrio, após doze meses de treino de equilíbrio em mulheres com osteoporose. Durante este treino, os pacientes praticavam actividade física de forma a desenvolver a força aeróbia, muscular e a flexibilidade. Nesta pesquisa, verificaram- se resultados benéficos no equilíbrio e uma redução do risco de quedas. Tendo verificado que esta melhoria de equilíbrio, levava a uma melhoria de mobilidade, sendo esta uma componente importante nas actividades da vida diária, pois uma dependência aumentada poderia conduzir à institucionalização e poderia diminuir a qualidade de vida. Equilíbrio benéfico é considerado fundamental para melhorar mobilidade e prevenir quedas. De acordo com Spirduso (1995), a actividade física diária contribui para a prevenção de quedas, porque um programa de exercícios que aumente significativamente a força, mantenha uma composição e peso corporal eficientes para a locomoção, melhora o equilíbrio e diminui o número de quedas observadas nas pessoas mais idosas.
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Comparação da resposta autonômica cardiovascular de praticantes de musculação, corredores de longa distância e não praticantes de exercício.

Comparação da resposta autonômica cardiovascular de praticantes de musculação, corredores de longa distância e não praticantes de exercício.

Objetivou-se comparar a resposta autonômica cardiovascular (RAC) de praticantes de musculação, corredores de longa distância e não praticantes de exercício. Homens, 21 a 55 anos, foram agrupados em: Praticantes Musculação (PM, n = 31); Praticantes Corrida (PC, n = 28); Controle (C, n = 35). Foram selecionadas quatro técnicas para avaliação da RAC: Frequência cardíaca de repouso (FCR), Teste pressórico do frio (TPF), Variabilidade da FC (VFC) e recuperação da FC pós-teste máximo em esteira. A FCR foi menor no grupo PC (PC = 54 ± 2; PM= 62 ± 2; C = 65 ± 2 bpm; média ± EPM). A recuperação da FC aos 60 s pós-teste de esforço foi maior no grupo PC (PC = 34 ± 3; PM = 23 ± 1; C = 24 ± 2; bpm). Quanto aos parâmetros espectrais de alta (HF) e baixa (LF) frequência da VFC, o grupo PC apresentou maior HF (55,1 ± 4,0 n.u) e menor LF (43,1 ± 4,0 n.u) comparado ao grupo C (HF = 40,7 ± 3,3; LF = 56,7 ± 3,5 n.u). O grupo PM não apresentou qualquer diferença de RAC em comparação ao grupo C. Conclui- se que prática contínua em musculação por longo prazo, diferentemente da prática de corrida de longa distância, não é capaz de alterar signifi cativamente a RAC.
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Variáveis ambientais e níveis de monóxido de carbono exalado e carboxihemoglobina em idosos praticantes de exercício.

Variáveis ambientais e níveis de monóxido de carbono exalado e carboxihemoglobina em idosos praticantes de exercício.

Gasparrini A, Guo Y, Hashizume M, Lavigne E, Zano- betti A, Schuwatz J, Tobias A, Tong S, Rocklöv J, Fors- berg B, Leone M, De Sario M, Bell ML, Guo YL, Wu CF, Kan H, Yi SM, de Sousa Zanotti Stagliorio Coelho M, Saldiva PH, Honda Y, Kim H, Armstrong B. Mortality risk attributable to high and low ambient temperature: a multicountry study. Lancet 2015; 386(9991):369-375. Chan EYY, Goggins WB, Yuea JSK, Bull PLB. Hospital admissions as a function of temperature, other weather phenomena and pollution levels in an urban setting in China. World Health Organ 2013; 91(8):576-584. Camargo MG, Furlan MMDP. Resposta Fisiológica do Corpo às Temperaturas Elevadas: Exercício, Extre- mos de Temperatura e doenças térmicas. Rev Saúde e Pesquisa 2011; 4(2):278-288.
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Controle postural e informação sensorial em idosos diabéticos praticantes e não praticantes de atividade física

Controle postural e informação sensorial em idosos diabéticos praticantes e não praticantes de atividade física

Trabalho de conclusão de curso (Bacharelado - Educação Fìsica) - Universidade Estadual Paulista, Instituto de Biociências de Rio Claro Orientador: José Angelo Barela1. Título.[r]

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