Top PDF Dimensionamento e simulação de moinhos verticais

Dimensionamento e simulação de moinhos verticais

Dimensionamento e simulação de moinhos verticais

Na área de moagem secundária, ou remoagem, a preocupação com a eficiência energética se mostra de extrema importância. Em geral, os consumos específicos desta etapa são superiores aos da etapa primária. Além disso, tem se observado uma tendência de afinamento das granulometrias de moagem nos novos projetos de minerais metálicos, o que leva cada vez mais a uma maior necessidade de gastos nesta etapa, tanto em termos de custos de implantação como de operação. Nos novos projetos que incluem remoagem no Brasil granulometrias de remoagem da ordem de 40 a 20 m têm se mostrado necessárias. Neste contexto, os moinhos tubulares de bolas, adequados para moagem primária, apresentam eficiências decrescentes em termos de aproveitamento de energia, quando são necessários produtos abaixo de 50 m. A fim de avaliar as melhores alternativas tecnológicas disponíveis para estas aplicações de remoagem, este trabalho estudou moinhos de carga agitada, com foco em moinhos verticais. O presente trabalho apresenta e discute os resultados de amostragens em escala industrial com o moinho vertical em quatro usinas em operação no Brasil. Foi desenvolvido também um novo ensaio em escala laboratorial para simular o consumo de energia e a distribuição granulométrica dos moinhos verticais, que se mostrou válido para a aplicação estudada.
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Blocos de concreto armado sobre seis estacas: simulação numérica e dimensionamento pelo método de bielas e tirantes.

Blocos de concreto armado sobre seis estacas: simulação numérica e dimensionamento pelo método de bielas e tirantes.

Este artigo analisa o comportamento estrutural de blocos de concreto armado sobre seis estacas dispostas em arranjo retangular. Considerou- -se a deformabilidade do solo de apoio das estacas, diferentes resistências para o concreto e pilares com seções transversais quadradas e retangulares, solicitados por força centrada. O dimensionamento foi feito por um modelo de bielas e tirantes. Realizou-se análise numérica tridimensional por meio do método dos elementos initos. A coniguração do luxo de tensões e a formação das bielas foram analisadas em perspectiva. Observou-se que quanto mais deformável for o solo, mais uniformes são as distribuições das reações entre as estacas. A seção transversal do pilar inluenciou na coniguração das bielas. A variação da resistência do concreto teve maior inluência na resistência dos blo- cos do que na rigidez. O método analítico utilizado apresentou compatibilidade com os resultados obtidos na simulação numérica.
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Aplicação de um modelo de dimensionamento e simulação de redes de rega sob pressão em ArcMap

Aplicação de um modelo de dimensionamento e simulação de redes de rega sob pressão em ArcMap

Este plugin comparado com a aplicação SIGOPRAM, é bastante simplista. Em primeiro lugar, porque não permite o desenho de redes de rega com as ferramentas apropriadas, como por exemplo, a inserção de bocas de rega ou hidrantes. Relativamente à componente de simulação, o utilizador tem de exportar a sua rede para o EPANET e a partir daí é que pode efetuar as simulações. Relativamente ao modelo de dimensionamento, apenas calcula os diâmetros económicos, enquanto o DIOPRAM, para além de calcular os diâmetros a nível económico, calcula a velocidade com que a água circula nas condutas, a pressão dinâmica, o tipo de material.
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Dimensionamento e simulação hidráulica da irrigação localizada sob condição variável...

Dimensionamento e simulação hidráulica da irrigação localizada sob condição variável...

isoladamente, dividiu-se em três setores de quatro parcelas cada, sendo o primeiro composto pelos setores 1 e 6, o segundo pelos setores 2 e 5 e o terceiro pelos setores 3 e 4. Utilizou-se apenas um conjunto moto-bomba nestas simulações. As Figuras 31, 32 e 33 mostram que as pressões nos trechos permaneceram sempre abaixo da classe de pressão da tubulação nos três setores de irrigação determinados para as simulações das variedades de laranja valência, hamlin e pêra rio. O conjunto moto-bomba manteve as suas características normais de funcionamento, ou seja, rotor dimensionado para o projeto (377,9 mm) e rotação nominal (1780 rpm) e as pressões na entrada das parcelas estiveram sempre acima do mínimo necessário. Na simulação de operação da laranja natal isoladamente as pressões nos trechos da tubulação permaneceram sempre abaixo da classe de pressão para as condições normais do conjunto moto-bomba, porém, as pressões mínimas necessárias na entrada das parcelas não foram suficientes para manter um bom funcionamento dos emissores. Dessa forma, foi necessário ajustar a rotação do conjunto moto-bomba para 1800 rpm, elevando a altura manométrica da bomba de 101,86 mca (1780 rpm) para 104,16 mca, corrigindo a pressão de entrada das parcelas e regularizando o funcionamento dos emissores.
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Repositório Institucional UFC: Dimensionamento e seleção dos condicionadores de ar através da simulação com o software “Energy Plus”

Repositório Institucional UFC: Dimensionamento e seleção dos condicionadores de ar através da simulação com o software “Energy Plus”

A classe de objetos na simulação que recebe os dados da rotina de simulação das zonas se chama Schedule, que na tradução para o português mais se assemelha a palavra “rotina”, afinal é nessa classe de objetos do EP que se define os valores de utilização dos espaços em simulação desde dos ocupantes, até a utilização dos condicionadores de ar e aparelhos elétricos e luminosos. Essa rotina temporal foi interpretado pelo software como um modo de caracterizar a intensidade de pessoas no espaço, por exemplo, ou até mesmo a fração do desempenho do condicionador de ar sempre em relação ao tempo. O gráfico 1 exemplifica bem essa função temporal nos dois casos mencionados.
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Modelo de simulação para dimensionamento da frota de contêineres movimentada por...

Modelo de simulação para dimensionamento da frota de contêineres movimentada por...

o Log de navios: em uma última aba presente no arquivo de interface de entrada de dados para a simulação, existe um log gerado ao fim de cada simulação, e registrado na planilha em Excel. Nesse log, pode-se verificar detalhadamente todas as atualizações de estoques que ocorrem nos portos ao longo de todas as viagens realizadas, por todos os navios, e verificar a quantidade de contêineres reposicionados. Através de uma análise das informações contidas neste log é possível determinar em qual dos portos houve perdas de transporte por falta de contêineres vazios e determinar em qual porto os estoques devem ser incrementados para diminuir possíveis perdas de transporte. Este log foi muito útil para a validação do modelo de simulação, pois a partir dele foi possível verificar se as matrizes de carga inseridas eram seguidas pelo modelo e se as sequências de carregamento (e descarregamento), respeitadas.
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Desenvolvimento de um modelo de simulação para dimensionamento de um sistema integrado...

Desenvolvimento de um modelo de simulação para dimensionamento de um sistema integrado...

Desenvolvimento de um modelo de simulação para dimen- sionamento de um sistema integrado pátio-porto na cadeia minério de ferro / A.F.. Dissertação (Mestrado Interdepartamental em Enge[r]

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Dimensionamento e simulação de um robô anfíbio biomimético

Dimensionamento e simulação de um robô anfíbio biomimético

Os modelos desenhados em Solidworks são importados para o simulador sob a forma de ficheiro STL, a partir do qual se construiu o modelo dinâmico. O modelo dinâmico é construído por formas puras que são mais simples que o modelo original, mas que apresentam um comportamento dinâmico muito mais fiel ao mundo real. A criação do modelo dinâmico é essencial para que a simulação seja realizada de um modo realista, através de um dos motores de física disponíveis (Bullet, Vortex e ODE). Muitos dos módulos de cálculo não funcionam sem este modelo, como o módulo de cinemática inversa ou o módulo de colisões.
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Modelamento matemático de peneiramento vibratório (Parte 2): simulação.

Modelamento matemático de peneiramento vibratório (Parte 2): simulação.

O peneiramento é uma operação unitária em que mecanismos probabilísticos ocorrem de maneira intensa. Este trabalho apresenta um modelo alternativo de penei- ramento a partir da abordagem probabilística de Mogen- sen. Um sistema computacional (SimPeneira) foi imple- mentado e validado experimentalmente. Tal sistema é ca- paz de simular cenários de peneiramento industrial e quan- tificar o impacto de parâmetros, tais como: abertura, com- primento da peneira, velocidade do fluxo do material, área efetiva de peneiramento, freqüência e amplitude das vi- brações. O sistema também pode dimensionar peneiras, utilizando-se o método clássico de dimensionamento (com modificações).
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Modelamento matemático de peneiramento vibratório (Parte 1): dimensionamento clássico.

Modelamento matemático de peneiramento vibratório (Parte 1): dimensionamento clássico.

O objetivo desse trabalho é apre- sentar o módulo de dimensionamento de peneiras de um modelo computacional para simulação de peneiramento (siste- ma SimPeneira). Esse sistema é capaz de simular diversos cenários de peneiramen- to, bem como dimensionar peneiras se- gundo o procedimento clássico baseado no método Allis-Chalmers modificado.

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MODELOS DE TORRES EM PERFIS TUBULARES PARA RADIO, TV E TELEFONIA UTILIZANDO A TEORIA DA SEMELHANÇA

MODELOS DE TORRES EM PERFIS TUBULARES PARA RADIO, TV E TELEFONIA UTILIZANDO A TEORIA DA SEMELHANÇA

Para se tirar alguma conclusão mais elaborada da abordagem descrita acima para geração dos modelos, seria necessário que se aprofundasse os estudos iniciais contidos neste trabalho. A idéia inicial, e que pode ser executada em outros trabalhos, era dimensionar uma estrutura de torre com seção transversal tubo-circular e analisar o seu comportamento via simulação computacional. Uma vez que as etapas de análise e dimensionamento da torre, assim como de geração dos números π e dos fatores de escala, sejam realizadas de forma automática via computador, pode-se gerar vários resultados e tirar as devidas conclusões. Logo, o que se apresenta neste trabalho, na seção 4.7 são resultados iniciais ou preliminares da aplicação da idéia descrita, constituindo-se, assim, numa exploração mais qualitativa.
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O Programa SimPeneira, como dito anteriormente, é um software desenvol-

O Programa SimPeneira, como dito anteriormente, é um software desenvol-

O objetivo desse trabalho é discu- tir o módulo de simulação de peneiras de um modelo computacional para simula- ção e dimensionamento de peneiramen- to (sistema SimPeneira), o qual é a con- tinuação do artigo “Modelamento mate- mático de peneiramento vibratório (Par- te 1): dimensionamento”, e, também, apre- sentar os resultados de algumas simula- ções realizadas em escala-piloto para validação do programa.

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MODELOS DE TORRES EM PERFIS TUBULARES PARA RADIO, TV E TELEFONIA UTILIZANDO A TEORIA DA SEMELHANÇA

MODELOS DE TORRES EM PERFIS TUBULARES PARA RADIO, TV E TELEFONIA UTILIZANDO A TEORIA DA SEMELHANÇA

Para se tirar alguma conclusão mais elaborada da abordagem descrita acima para geração dos modelos, seria necessário que se aprofundasse os estudos iniciais contidos neste trabalho. A idéia inicial, e que pode ser executada em outros trabalhos, era dimensionar uma estrutura de torre com seção transversal tubo-circular e analisar o seu comportamento via simulação computacional. Uma vez que as etapas de análise e dimensionamento da torre, assim como de geração dos números π e dos fatores de escala, sejam realizadas de forma automática via computador, pode-se gerar vários resultados e tirar as devidas conclusões. Logo, o que se apresenta neste trabalho, na seção 4.7 são resultados iniciais ou preliminares da aplicação da idéia descrita, constituindo-se, assim, numa exploração mais qualitativa.
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Departamento de Engenharia Civil MÉTODOS DE DIMENSIONAMENTO DE CORTINAS DE CONTENÇÃO AUTOPORTANTES E MONO-APOIADAS: O PROBLEMA DAS CARGAS VERTICAIS

Departamento de Engenharia Civil MÉTODOS DE DIMENSIONAMENTO DE CORTINAS DE CONTENÇÃO AUTOPORTANTES E MONO-APOIADAS: O PROBLEMA DAS CARGAS VERTICAIS

A modelação, conforme o referido, foi realizada por elementos finitos. O problema a resolver encontra-se representado na Figura 5.2 (a), e com a malha de elementos finitos es- quematizada na Figura 5.2 (b). Admitiu-se que a cortina já estava instalada no terreno, sem perturbar as tensões iniciais nele instaladas. A simulação da escavação fez-se em três fases, correspondentes às profundidades de escavação de 2, 4 e 5 m. Considerou-se duas situações, com e sem nível freático. Os resultados obtidos para a situação sem nível freático encontram-se indicados nas Figuras 5.3 e 5.4, respectivamente para os solos 1 e 2, e para a situação com o nível freático coincidente com a cota de escavação nas Figuras 5.5 e 5.6. Não são apresenta- dos os gráficos correspondentes ao impulso activo pois o ajuste verificado é, na metodologia analítica para as cortinas autoportantes, feito sempre pelo lado passivo e se verifica, na prática, a quase total mobilização do impulso activo.
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Otimização de carga moedora utilizando ferramentas de modelamento matemático e simulação de moagem

Otimização de carga moedora utilizando ferramentas de modelamento matemático e simulação de moagem

A aplicação global do critério proposto normalmente implica operar a carga circulante e porcentagem de sólidos na alimentação relativamente altos. Assim, por exemplo, se uma determinada instalação opera com 40% de sólidos no overflow, 75% de sólidos no underflow e carga circulante de 3,0, valores típicos de moagem/flotação, a porcentagem de sólidos na alimentação dos ciclones é necessariamente de 61,5% de acordo com a equação 3.19. Por outro lado, se adicionar uma maior quantidade de água no circuito para diluir o overflow para 35% de sólidos e se modificar o dimensionamento da bateria de ciclones para manter a porcentagem de sólidos do underflow para 78% de sólidos e carga circulante de 4,5, a porcentagem de sólidos na alimentação dos ciclones subirá para 63,8% e se obterá assim um melhor aproveitamento dos equipamentos disponíveis.
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Aplicabilidade da simulação híbrida em sistemas logísticos

Aplicabilidade da simulação híbrida em sistemas logísticos

problema, opta-se pela elaboração de modelos puros de otimização, elaborados geralmente em nível muito abstrato, maquiados como modelos SED), construindo uma nova aproximação que combina a utilização de um modelo simples de otimização inserido no contexto da SED, mais precisamente nos momentos de tomada de decisão do modelo. Já o trabalho de Ono (2007) busca compatibilizar decisões relacionadas a uma cadeia de suprimento de petróleo a níveis de planejamento distintos, buscando inicialmente identificar o dimensionamento dos principais recursos do plano estratégico através da SED e posteriormente efetuar sua programação em nível tático através de uma plataforma de otimização. O modelo de otimização é adotado para ratificar ou aprimorar os resultados apresentados pelo modelo de simulação, completando a ferramenta de apoio à decisão.
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OS MOINHOS E OS MOLEIROS DO RIO GUADIANA

OS MOINHOS E OS MOLEIROS DO RIO GUADIANA

Os nomes dos moinhos sobre os quais recolhemos elementos, por vezes, repetidos, refletem um de sete motivos: ( 1 ) o nome do(s) pro- prietário(s); ( 2 ) a condição social, o cargo ou o grau académico do(s) proprietário(s); ( 3 ) o sítio onde se localiza o moinho ou alguns dos seus aspetos mais marcantes: herdade, pontes e vaus ou portos; ( 4 ) a pro- ximidade ou ligação a um ou outro mecanismo tradicional: pisão, canei- ro, barca de passagem; ( 5 ) alguma característica arquitetónica ou tecno- lógica: abóbada(s) e rodete(s); ( 6 ) a sua posição relativa face a outros moinhos: Moinho Novo de Cima e Moinho Novo de Ba ix o, Moinho das Cabanas de Cima e Moinho das Cabanas de Ba ix o; e ( 7 ) circunstâncias fortuitas: por exemplo, Moinho do Cú de Pato é, segundo José Pires Gonçalves ( 1961 - 1962 : 142 ), uma intencional deriva popular do topóni- mo Cão de Pato, enquanto as Azenhas d ’El Rei, segundo alguns habi- tantes de Montes Juntos, tomaram o nome de um antigo monarca portu- guês, presumivelmente D. João IV ( 1604 - 1656 ), que caçara na área.
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Os ventos do leste movem moinhos:

Os ventos do leste movem moinhos:

Em termos organizativos, diferentemente da Associação Internacional dos Trabalhadores (conhecida como I Internacional, que durou entre 1864 e 1876), que agregava diferentes c[r]

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Moinhos de vento do Porto Santo: o que foram, o que são e o que serão

Moinhos de vento do Porto Santo: o que foram, o que são e o que serão

No Porto Santo privilegia-se o viver a vida quando o tempo assim o entender. O tempo (meteorológico) era um dos factores que levavam às pessoas desta terra, extremamente dependentes da actividade agrícola e marítima, esperarem por dias melhores para poderem exercer as suas actividades. Procura-se explorar este factor de tempo na arquitectura dos moinhos, criar dinâmica na sua utilização, intemporalidade, e ao mesmo tempo promover a relação do ser humano com o lugar, através da promoção da identidade e das memórias do objecto no local em que está inserido. Pretende-se perceber de que forma a paisagem e o próprio objecto reagem com o seu novo uso, que não aquele para que foi construído inicialmente, através de estudos do objecto com a paisagem. Como ponto de partida para a concepção de uma proposta de intervenção arquitectónica estará em foco todo o entendimento do carácter e identidade do local.
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Disciplina: Instalações Elétricas Residenciais e Prediais

Disciplina: Instalações Elétricas Residenciais e Prediais

3.2. DIMENSIONAMENTO DOS DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO 3.2.1 Dimensionamento de Disjuntores pelo método de sobrecarga 3.2.2 Dimensionamento de Disjuntores pelo método de sobrecorrente 3.2.3 Dimensionamento de Disjuntores pelo método de sobrecarga 3.2.4 Dimensionamento dos Disjuntores Residuais

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