Top PDF Dinastíneos (coleoptera, scarabaeoidea, melolonthidae) em uma área de terra firme na Amazônia Central, Brasil1.

Dinastíneos (coleoptera, scarabaeoidea, melolonthidae) em uma área de terra firme na Amazônia Central, Brasil1.

Dinastíneos (coleoptera, scarabaeoidea, melolonthidae) em uma área de terra firme na Amazônia Central, Brasil1.

Deve-se ressaltar que as diferentes espécies da Amazônia brasileira e de outros países sul- americanos ainda são pouco conhecidas e que somente a partir de levantamentos e coletas re[r]

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Efeitos da distância entre iscas nas estimativas de abundância e riqueza de formigas em uma floresta de terra-firme na Amazônia Central.

Efeitos da distância entre iscas nas estimativas de abundância e riqueza de formigas em uma floresta de terra-firme na Amazônia Central.

Coletas com iscas são amplamente utilizadas para investigar a atividade de formigas de solo e vegetação e também podem ser empregadas para estimar o número de espécies e a abundância de formigas. Apesar de ser barata e fácil de implementar, a riqueza e abundância das formigas estimadas por iscas podem ser enviesadas por alguns fatores, como a distância entre iscas. Neste trabalho, avaliamos se a distância entre iscas altera as estimativas de abundância e riqueza de formigas e qual distância entre iscas resulta na melhor relação entre custo financeiro e número de espécies amostradas, objetivo da maioria dos relatórios de impacto ambiental. Amostramos 30 transectos de 100 m com distância entre iscas diferentes (2,5; 3,4; 5; 6,7; 10 e 20 m), distribuídos em uma área de 1 km 2 em uma floresta de terra-firme ao norte de Manaus. Independente da distância entre iscas,
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Aspectos florísticos, fitossociológicos e ecológicos de um sub-bosque de terra firme na Amazônia Central, Amazonas, Brasil.

Aspectos florísticos, fitossociológicos e ecológicos de um sub-bosque de terra firme na Amazônia Central, Amazonas, Brasil.

A classe de altura dominante em termos quanti-qualitativos foi a C1 (altura # 0,5 m), com 1.583 indivíduos, classificados em 59 famílias, 125 gêneros e 247 espécies (Tabela 4). Essa tendência, em que o número de espécimes na classe de menor altura prevalece sobre as demais, tem sido relatada em outros estudos conduzidos na região (Vieira, 1989; Lima Filho, 1995; Matos & Amaral, 1999; Amaral et al., 2000). Uma possível explicação para este fato seria o grande número de indivíduos que durante todo o seu ciclo de vida jamais atingirão outras classes de altura, como as ervas, arbustos e algumas lianas (Tabela 1). Ou ainda, por se tratar de uma floresta nativa, o nível de perturbação ambiental é mínimo, não acarretando danos maiores ao estabelecimento e colonização da área por essas plantas.
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Comparação da eficiência de dois métodos de coleta de peixes em igarapés de terra firme da Amazônia Central.

Comparação da eficiência de dois métodos de coleta de peixes em igarapés de terra firme da Amazônia Central.

Quanto à similaridade geral de 0,65 observada nas capturas, o método ativo permitiu a coleta de alguns peixes de hábitos criptobióticos, como: Callichthys callichthys, Helogenes marmoratus, Microcharacidium sp., Ituglanis cf. amazonicus, Gymnotus cf. pedanopterus e G. anguilaris, ausentes nas captura com o método passivo. Dentre as espécies capturadas com o método passivo, apenas uma, Crenicichla inpa, não ocorreu no método ativo, o que pode ser decorrência de uma baixa abundância dessa espécie nos igarapés. No entanto, os baixos valores de similaridade observados entre as amostras obtidas com a utilização de armadilhas indicam que para amostrar rápida e eficientemente os pequenos igarapés de terra firme, seria preciso conjugar os dois métodos ou aumentar o esforço de coleta. Comparações de métodos de pesca realizadas em diversos tipos de ambientes aquáticos têm demonstrado que os melhores resultados (tanto em termos de inventário ictiofaunístico, quanto de estimativas de abundância) são obtidos com uso de métodos pouco seletivos, como a rotenona (e. g., Dibble, 1991) ou a pesca elétrica (e. g., Pugh & Schramm, 1998). Por outro lado, a comparação de métodos mais simples (e necesariamente mais seletivos) geralmente resulta na conclusão de que tais métodos produzem resultados complementares, e deveriam ser utilizados em conjunto (e. g., Goldstein, 1978). Os resultados obtidos no presente estudo também apontam para a necessidade de utilizar diferentes métodos de coleta como forma de garantir a efetividade das amostragens, considerando ainda as limitações impostas pelo ambiente, o status de conservação da área a ser amostrada e a natureza do trabalho que se pretende desenvolver.
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Composição e diversidade florístico-estrutural de um hectare de floresta densa de terra firme na Amazônia Central, Amazonas, Brasil.

Composição e diversidade florístico-estrutural de um hectare de floresta densa de terra firme na Amazônia Central, Amazonas, Brasil.

Entre as parcelas avaliadas, os índices de diversidade de Shannon-Wiener (H’) variaram de 2,59 a 3,52 (Tabela 4). O índice médio de 3,19 de H’ é considerado alto quando comparado com os valores de florestas temperadas, que normalmente variam de 2,0 a 3,0 (Knight, 1975). Por outro lado, para as espécies tropicais, principalmente da Amazônia Central, esse valor é baixo, uma vez que o menor índice já calculado para essa região foi de 3,59 (Porto et al., 1976). Para a área total, o H’ foi de 5,10 (Tabela 4), indicando que esse ambiente apresenta grande diversidade florística, pois suplantou os limites máximos de 4,5 a 5,0 para as comunidades naturais (Margalef, 1972). Esse alto índice confirma a diversidade estimada a partir da curva espécie-área (Figura 5).
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Aspectos florísticos e ecológicos de grandes lianas em três ambientes florestais de terra firme na Amazônia Central.

Aspectos florísticos e ecológicos de grandes lianas em três ambientes florestais de terra firme na Amazônia Central.

espécies lianescentes em solos de textura argilo-arenosa. Como na floresta de platô aqui estudada o tipo de solo predominante é o Latossolo Amarelo de textura argilosa (Bravard & Righi, 1988), essas observações possibilitam explicar, ao menos em parte, os maiores índices de diversidade (Tabela 4) encontrados nesse ambiente florestal e também os maiores números de famílias, espécies e indivíduos (Tabelas 1 e 2). Os índices de equabilidade de Shannon-Wiener (E’), usando a densidade de indivíduos foram de 0,95; 0,92 e 1,00, respectivamente, para as florestas de platô, vertente e baixio. A equabilidade máxima (E’ = 1,00) registrada para a floresta de baixio mostra que todas as espécies presentes na amostragem possuem um único indivíduo (Margalef, 1958). Por conseqüência, não foi possível estimar o valor “α” para esse ambiente florestal (Tabela 4). Levando em consideração os diferentes métodos de amostragem, área amostral e, principalmente, os critérios de inclusão dos espécimes lianescentes, que variam entre os inventários florísticos, torna-se difícil a comparação dos índices de diversidade supracitados com outros dessa natureza, sobretudo, com os das florestas de terra firme brasileiras.
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Nutrientes na solução do solo em floresta de terra firme na Amazônia Central submetida à extração seletiva de madeira.

Nutrientes na solução do solo em floresta de terra firme na Amazônia Central submetida à extração seletiva de madeira.

Assim, nos trópicos, o padrão de ciclagem de nutrientes depende de várias adaptações e interações biológicas, inclusive mutualísticas entre microorganismos e plantas, que propiciam a conservação de nutrientes; a remoção desta bem-organizada estrutura biótica implica na perda de nutrientes por lixiviação sob condições de altas temperaturas e chuvas intensas. Com o objetivo de verificar se intervenções humanas menos drásticas, como a extração seletiva de madeira (E.S.M.), causa alterações nas concentrações de nitrato, amônio, potássio, cálcio, magnésio e sódio na solução do solo, o presente estudo foi conduzido em uma área de floresta de terra firme na Amazônia central submetida ao corte seletivo, que produziu diferentes níveis de dano à floresta: floresta remanescente, borda de floresta, borda de clareira e centro de clareira.
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Características básicas para um agrupamento ecológico preliminar de espécies madeireiras da floresta de terra firme da Amazônia Central.

Características básicas para um agrupamento ecológico preliminar de espécies madeireiras da floresta de terra firme da Amazônia Central.

identificação botânica de grande parte das espécies, já que mesmo em trabalhos publicados na área de silvicultura tropical é comum o uso de nomes vulgares para as espécies madeireiras.A classificação preliminar evidenciou a heterogeneidade no que se refere às estratégias de vida destas espécies, além da dificuldade de aplicar em termos práticos a classificação ecológica escolhida. Esta dificuldade pode explicar o uso preferencial da classificação dicotômica proposta por Swaine e Whitmore (1988), baseada no conceito de nichos de regeneração de Grubb (1977). Apesar do reconhecimento de que Pioneiras e Clímax representam os dois extremos de um amplo gradiente, envolvendo histórias evolutivas e estratégias adaptativas, a separação de somente dois grupos esta sendo adotado em estudos recentes da ecologia vegetal e silvicultura (Barton, 1984; Brokaw, 1985; Almeida, 1989; Brown, 1993; Vieira, 1996; Leal Filho, 2000). Entretanto, separando do universo das espécies somente as Pioneiras, reduz a aplicabilidade deste agrupamento para o manejo e plantio das espécies. Assim, a necessidade de ordenar as espécies no gradiente sucessional continua, e com isso a procura para critérios decisivos de classificação.
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Nutrientes no solo em floresta de terra firme cortada seletivamente na Amazônia Central.

Nutrientes no solo em floresta de terra firme cortada seletivamente na Amazônia Central.

nutrientes em uma área de manejo florestal em floresta de terra firme na.. Amazônia Central. Tese de Doutorado, [r]

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Precipitação interna e interceptação da chuva em floresta de terra firme submetida à extração seletiva de madeira na Amazônia Central.

Precipitação interna e interceptação da chuva em floresta de terra firme submetida à extração seletiva de madeira na Amazônia Central.

Precipitação que atinge o solo. Na primeira parte do estudo, nas seis parcelas (três controles e três extraídas seletivamente), foram utilizados pluviômetros semelhantes aos empregados para as medidas do total de chuva. Em cada parcela-controle foram instalados sete pluviômetros, sendo um fixo e os demais mudados de locais mensalmente. Nas parcelas que sofreram extração seletiva, devido aos danos provocados, principalmente na cobertura florestal, o número de pluviômetros foi maior: em cada parcela foram instalados 13 pluviômetros, sendo um fixo (no centro de clareira) e 12 trocados mensalmente de local. Os pluviômetros foram trocados de posição porque a recolocação ao acaso de coletores para medir a precipitação interna é considerada mais apropriada do que o uso de coletores fixos (Lloyd & Marques Filho, 1988). Essa técnica possibilita atingir maior número de posições e, com isso, uma melhor estimativa da precipitação interna. Os pluviômetros foram instalados apenas na área central das parcelas. Na parcela controle o número total de possibilidades de posições para a instalação dos pluviômetros foi igual a 49 e na parcela extraída seletivamente o total foi igual a 128. Tanto a parcela controle quanto a manejada foram divididas a cada 25 m por picadas (P1,
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Biologia reprodutiva de Ameerega trivittata (Anura: Dendrobatidae) em uma área de terra firme na Amazônia Oriental

Biologia reprodutiva de Ameerega trivittata (Anura: Dendrobatidae) em uma área de terra firme na Amazônia Oriental

Interspecific differences in anuran calling sites may be related primarily to the size and morphology of the animal (Bertoluci and Rodrigues 2002) and the local availability of perches. Cecropia roots and decaying trunks were probably used frequently as perches by calling males in the present study due to local availability. The use of perches raised up off the ground by calling A. trivittata males is not a typical behavioral pattern in this amphibian family. In Cerrado savanna, for example, Forti et al. (2010) observed that most Ameerega braccata called from the leaves of bushes and herbaceous plants. Haddad and Martins (1994) observed that Ameerega flavopicta usually call from rocks near streams, Ameerega hahneli from the leaf litter, and A. picta from the branches of dead trees on the leaf litter. Whilst, Brown and Towmey (2009) in a research conducted in north-central Peru recorded that Ameerega yoshina males appear to call from the leaf litter and Ameerega pepperi males call from elevated positions on boulders.
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Emergência de flebotomíneos (Diptera: Psychodidae) em chão de floresta de terra firme na Amazônia Central do Brasil: uso de um modelo modificado de armadilha de emergência.

Emergência de flebotomíneos (Diptera: Psychodidae) em chão de floresta de terra firme na Amazônia Central do Brasil: uso de um modelo modificado de armadilha de emergência.

A busca por criadouros naturais de flebotomíneos sempre foi de fundamental interesse epidemiológico. Entretanto, até o presente momento, a grande maioria dos trabalhos com criadouros naturais demonstra escassos resultados quanto ao número de imaturos encontrados. Este baixo rendimento, muitas vezes, está diretamente relacionado às dificuldades de extração destes imaturos das amostras de solo e matéria orgânica onde normalmente são encontrados. Feliciangeli (2004), em uma recente revisão sobre criadouros naturais de flebotomíneos, cita as várias técnicas utilizadas em diversos estudos para a busca direta (busca por imaturos) e indireta (busca por adultos recém emergidos) de potenciais criadouros destes insetos. Entre as diversas técnicas citadas por esta autora, a armadilha de emergência é a técnica mais utilizada para busca indireta. Rutledge & Ellenwood (1975a), usando esta técnica no Panamá, apontaram as camadas superficiais do chão da floresta como sendo os criadouros preferenciais de algumas espécies. Aplicando essa mesma técnica, Arias & Freitas (1982) registraram a ocorrência de 16 espécies de flebotomíneos, todas do gênero Lutzomyia em solo de floresta na Amazônia Central. Utilizando um modelo de armadilha de emergência de plástico, modificado a partir de Bettini et al. (1986), em área endêmica de leishmaniose no Estado de São Paulo, Casanova (2001) registrou o encontro de 73 espécimes de flebotomíneos distribuídos entre três espécies do gênero Lutzomyia.
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Produtividade de quatro espécies arbóreas de Terra Firme da Amazônia Central.

Produtividade de quatro espécies arbóreas de Terra Firme da Amazônia Central.

A análise da produtividade individual de espécies permite descrever o comportamento das mesmas em ecossistemas florestais. O objetivo deste trabalho foi analisar a produtividade de quatro espécies arbóreas em um período de seis anos (2000-2006) em uma área de terra firme na região de Manaus, AM. A produtividade foi estimada indiretamente por meio da utilização de equações alométricas individuais geradas e dados de inventários florestais. Foram selecionadas Pouteria reticulata Eyma (Sapotaceae), Micrandra siphonioides Benth. (Euphorbiaceae), Protium hebetatum Daly (Burseraceae) e Eschweilera wachenheimii Sand (Lecythidaceae) por apresentarem alto índice de valor de importância na área. As equações foram geradas a partir de um arquivo de dados; devido ao reduzido número de indivíduos por espécie foi necessária a utilização de um método não paramétrico, sendo escolhido o “Jackknife”. As equações foram aplicadas às árvores das espécies selecionadas localizadas em duas parcelas permanentes com as informações dos inventários florestais dos anos de 2000, 2002, 2004 e 2006. Os resultados mostram indícios de confiabilidade do método, as equações geradas apresentaram altos valores de coeficiente de determinação (R 2 > 0,93) e baixos valores de erro padrão da estimativa (s
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Mineralização do nitrogênio incorporado como material vegetal em três solos da Amazônia Central.

Mineralização do nitrogênio incorporado como material vegetal em três solos da Amazônia Central.

Utilizaram-se amostras coletadas na profundidade de 0-30 cm de dois solos de terra firme da região de Manaus, classificados como latossolo amarelo textura muito argilosa e podzólico vermelho-amarelo textura arenosa/argilosa, e de um solo de várzea classificado como glei pouco húmico do Careiro, uma ilha situada após a confluência do rio Solimões e rio Negro na Amazônia Central. Coletaram-se os solos de terra firme em áreas de floresta com vegetação de capoeira e o glei pouco húmico em uma área constituída de solo típico de várzea alta cultivada com plantas perenes. Segundo Falesi (1967), situada a um nível topográfico mais alto, a zona de várzea alta na Amazônia normal- mente fica protegida da ação das enchentes periódicas; nela, as partículas mais grossas sedimentam primeiro, sendo, por isso, mais bem drenada. As amostras de solo foram secas ao ar e, em seguida, passadas na peneira de 2 mm. As principais características físico- químicas desses solos encontram-se no quadro 1.
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Interceptação de radiação solar e distribuição espacial de área foliar em floresta de terra firme da Amazônia Central, Brasil.

Interceptação de radiação solar e distribuição espacial de área foliar em floresta de terra firme da Amazônia Central, Brasil.

Solar Radiation Interception and Spatial Leaf Area Distribution in 'Terra Firme' Forest of the Central Amazonia, Brazil. ABSTRACT — The occurrence of solar radiation in forest medium an[r]

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CONHECER PARA CONSERVAR: CARACTERIZAÇÃO DA COMUNIDADE BOA ESPERANÇA, AUTAZES/AM / Knowing to conserve: characterization of the Boa Esperança community, Autazes/AM

CONHECER PARA CONSERVAR: CARACTERIZAÇÃO DA COMUNIDADE BOA ESPERANÇA, AUTAZES/AM / Knowing to conserve: characterization of the Boa Esperança community, Autazes/AM

As melhorias na vida dos moradores, de acordo com os depoimentos, são em relação a área da construção das residências (terra firme), o acesso por via terrestre (ramal), o acesso à infraestrutura (rede de energia elétrica, telefonia rural, poço, latrina) e às políticas públicas (saúde, educação, transporte escolar, Associação Comunitária), as quais não existiam quando moravam dentro do Lago.

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SOLOS DA AMAZÔNIA: CARACTERIZAÇÃO DOS SOLOS DO ECOSSISTEMA DE TERRA FIRME E VÁRZEA

SOLOS DA AMAZÔNIA: CARACTERIZAÇÃO DOS SOLOS DO ECOSSISTEMA DE TERRA FIRME E VÁRZEA

Laterítos imaturos: estão distribuídos por toda região, e formam o relevo jovem que domina em toda Amazônia. Os perfis de tais laterítos apresentam características típicas de baixo grau de evolução. A presença de um horizonte concrecionário ferruginoso é clássico. Laterítos maturos: estão muito bem representados na Amazônia, mas não têm a mesma extensão geográfica dos imaturos, restringindo-se às regiões específicas descritas anteriormente e indicadas na figura 1. Em geral, compõem o relevo mais elevado, sob a forma de platôs ou morros. São laterítos evoluídos, com maior complexidade de horizontes, texturas, estruturas, mineralogia, feições geoquímicas e mineralizações associadas.
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DO CONCEITO DE FERTILIDADE AO DE SUSTENTABILIDADE

DO CONCEITO DE FERTILIDADE AO DE SUSTENTABILIDADE

As alterações no meio físico e socio-econômico permitindo o sucesso de alguns produtores em suas trajetórias é interpretada como um processo de acumulação quando a nosso ver ela não passa de estratégias de monetarização do trabalho de uma categoria que prioriza o elemento criação bovina em sacrifício da unidade diversificada, trocando a segurança que poderia dali advir por uma liquidez, ou construção de uma renda, uma vez que não se processa a partir da expropriação de mais valia, e sim de entesouramento a partir do trabalho. Se pensamos em acumulação como o processo de reprodução simples descrito por Marx, em que entram combinados como inputs os meios de produção (terra, trabalho e capital) e saem como resultados os mesmos entrantes acrescidos de um excedente que pode ser reaplicado em um segundo momento, reproduzindo novos meios e um novo excedente, não é isso o que tem se passado entre os agricultores na Amazônia. O meio terra se degrada de tal maneira que o que se consegue no final são produtos em que o desgaste teria que ser reposto em níveis que a reprodução encarece a tal ponto que o excedente não é capaz de
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Análise estrutural em floresta ombrófila densa de terra firme não explorada, Amazônia Oriental.

Análise estrutural em floresta ombrófila densa de terra firme não explorada, Amazônia Oriental.

Dentre as espécies de maior importância relativa (Quadro 4), Eschweilera coriacea (potencial), Lecythis idatimon (potencial), Licania canescens e Pouteria decorticans (potencial), Pouteria guianensis (potencial) e Rinorea guianensis (não-comercial) ocorreram em todas as classes de estoque, podendo ser consideradas importantes na composição florística da área inventariada. Nas classes I, II e III de estoque, as espécies de maior importância Pouteria pachycarpa, Micrandra elata, Manilkara huberi, Tachigali myrmecophila e Euxylophora paraensis são comerciais (Quadro 4). Esses dados indicam que a maioria das espécies comerciais apresenta baixos valores absolutos de densidade por hectare na área inventariada.
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Flebotomíneos da floresta de terra firme da Amazônia Peruana (Diptera: Psychodidae).

Flebotomíneos da floresta de terra firme da Amazônia Peruana (Diptera: Psychodidae).

Phlebotomine Sandflies from Non-flooded Forest in the Peruvian Amazon (Diptera: Psychodidae).. Lutzomyia (Nyssomyia) richardwardi (48.4%) and L..[r]

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