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Diretrizes para o parcelamento do solo urbano

Diretrizes para o parcelamento do solo urbano

Com  os  métodos  e  fluxogramas  apresentados,  as  prefeituras  através  do  CTM  devem seguir estas diretrizes para fins de cadastro, com a elaboração de normas técnicas  para implantação, controle e apresentação de documentos. Estas normas devem definir  que informações e que dados devem ser entregues para a aprovação e certificação das  coordenadas do parcelamento do solo urbano, quais sejam: as medições de demarcação  e controles amarrados à RRCM, os croquis correspondentes, os cálculos e suas precisões  e  das  propagações  dos  erros,  métodos  topográficos  e  geodésicos  utilizados  para  os  levantamentos  e/ou  implantação  e  controle,  a  codificação  dos  pontos  dos  limites  legais  das glebas e parcelas, e a codificação inequívocas das parcelas. 
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O ALCANCE DA RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL DO LOTEADOR E DO PODER PÚBLICO NO PARCELAMENTO ILEGAL DO SOLO URBANO

O ALCANCE DA RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL DO LOTEADOR E DO PODER PÚBLICO NO PARCELAMENTO ILEGAL DO SOLO URBANO

Este trabalho aborda a incidência de parcelamentos ilegais do solo urbano, com objetivo de determinar o alcance da responsabilidade do loteador e do poder público local pela regularização destas atividades, sob os aspectos urbanístico-ambiental e jurídico ou fundiário, em que pese a indefinição de se encontrar o agente responsável. Ademais, visa preencher eventuais imprecisões normativas a respeito do ônus de regularizar tais empreendimentos imobiliários. Justifica-se pela necessidade de promover o adequado desenvolvimento urbano, bem como garantir aos adquirentes dos lotes a segurança jurídica da propriedade e condições dignas de habitabilidade. Para tanto, por meio da metodologia qualitativa, a pesquisa se baseou na análise do arcabouço jurídico, na revisão de literatura e no exame dos posicionamentos jurisprudenciais aplicados à atividade de parcelamento do solo urbano e ao processo de intervenção jurídica, socioeconômica e/ou ambiental. Em matéria urbanístico-ambiental, a atividade de parcelamento do solo urbano, levada a cabo pelo particular e sob fiscalização do poder público, implica, por sua natureza, risco a direito de terceiros e, por conseguinte, a responsabilidade pela reparação de eventuais danos é objetiva de acordo com a Teoria do Risco. Por fim, superada a questão da responsabilidade objetiva, concluiu-se existem três correntes predominantes na jurisprudência sobre o alcance da responsabilidade dos agentes envolvidos na atividade. De acordo com a primeira corrente, a responsabilidade é exclusivamente do loteador, já que o art. 40 da Lei nº. 6.766/79 anuncia uma faculdade dos Municípios pela regularização da atividade, sob seus critérios de oportunidade e conveniência. A segunda corrente atribui a responsabilidade principal ao loteador e subsidiária ao ente público competente, uma vez que os Municípios têm o “poder-dever” em regularizar a atividade. Por último, a terceira corrente determina que ambos os agentes envolvidos são responsáveis pela regularização dos loteamentos ilegais, porquanto seu entendimento está fundamentado ao conjugar o art. 40 da Lei nº. 6.766/79 com o restante do ordenamento jurídico, sobretudo nos preceitos constitucionais em matéria urbanístico-ambientais. Não obstante, esta última corrente apresenta uma ressalva diante da preocupação de tornar o poder público um ente garantidor universal dos loteadores inadimplentes e, por sua vez, onerar duplamente a sociedade, ao dispor que a responsabilidade estatal é objetiva e solidária, embora de execução subsidiária. Nesse sentido, mitigar os efeitos da responsabilidade solidária não rompe com a ideia do princípio do poluidor-pagador.
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O PARCELAMENTO DO SOLO ATRAVÉS DO LOTEAMENTO: O MUNICÍPIO E OS LOTEAMENTOS EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

O PARCELAMENTO DO SOLO ATRAVÉS DO LOTEAMENTO: O MUNICÍPIO E OS LOTEAMENTOS EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

parcelamento e do ordenamento do uso e ocupação do solo, com o argumento do controle de ocupação do espaço urbano. Por outro lado, a preocupação com a forma do crescimento da cidade, por intermédio da emissão das diretrizes emanadas pelo Plano Diretor da Cidade, não tem sido levada em conta, nem no passado, nem no presente. Na obra do autor Villaça (2005), entende-se que planos diretores e leis de zoneamento no Brasil tendem a servir apenas como uma cortina de fumaça tecnicista para esconder as práticas tradicionais e interesses dos grupos dominantes. Contribui, para essa falsa presunção de regulação da ocupação, os novos instrumentos urbanísticos disponibilizados pelo Estatuto das Cidades, mas que nunca são utilizados, bem como, nas audiências públicas, onde haveria a participação e discussão dos temas urbanos, mas que são ardilosamente configurados de forma a inviabilizar a livre manifestação popular.
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Estado e capital na metrópole de São Paulo: o projeto Nova Luz : estudo sobre a produção capitalista do espaço urbano

Estado e capital na metrópole de São Paulo: o projeto Nova Luz : estudo sobre a produção capitalista do espaço urbano

decreto 46.996, a lei foi regulamentada e em novembro de 2007 publicou-se o edital de chamamento para as empresas interessadas em se instalar na área. 62 empresas inscreveram-se e 21 delas foram habilitadas por um processo de triagem. Dentre elas estavam IBM Brasil, Microsoft, Instituto Moreira Salles (a maioria do setor de tecnologia), 5 investidores imobiliários e um shopping center. Somente duas empresas se instalaram na região e passados 7 anos da aprovação da lei, nenhuma recebeu incentivos (SOMBINI, 2013, P. 121). Essa foi a primeira ação da gestão de José Serra (Partido da Social Democracia Brasileira - PSDB), no sentido de criar condições mínimas de atração de capital em vistas a revalorização do solo urbano naquele recorte. Juntamente com os incentivos fiscais a prefeitura adotou outra estratégia: utilizar ainda mais a esfera pública para a viabilização da atração de novas empresas para a região, aprofundando as relações estatais que funcionassem como meio de reprodução de capital. Neste sentido a criação do PPI – Programa de Parcelamento Incentivado no ano de 2006 oferta desconto de 75% de multa e 100% de “juros de mora” para “incentivar o pagamento de dívidas municipais em atraso” (NOBRE,2013, P.7-8), o que possibilitou que diversos proprietários quitassem suas dívidas de IPTU, inclusive dos prédios em vias de utilização para habitação de interesse social. Abandonado durante décadas o Edifício Prestes Maia foi ocupado em 2002 pelo Movimento dos Trabalhadores Sem- teto do Centro (MTSC) e, pelos efeitos desse programa, foi comprado. No ano de 2007 houve ação de despejo. Essa política possibilitou um processo que anulou o princípio da “Função Social da Propriedade Urbana” pela flexibilização da forma de pagamento da tributação. A dívida tributária é um dos pontos que condicionam uma desapropriação para fins de reforma urbana. Como não se pode agir inconstitucionalmente, pelo menos na esfera pública da municipalidade, criam-se legislações específicas, para áreas mais
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O parcelamento do solo urbano é “terra arrasada”, visto que destrói todo o meio ambiente natural, como árvores, vege- tação, elevações, rios, montanhas, expulsando toda a fauna, que fica condenada ao desaparecimento, pois não encontra outros locais nas proximidades para se abrigar. Para construir o que denominamos de meio ambiente urbano, o verde dá lugar a moradias, asfalto, calçadas, prédios, fábricas, lojas, etc. Substi- tuímos a selva verde por uma selva de pedras. O resultado é um meio ambiente degradado que prejudica a qualidade de vida, que deteriora as relações humanas, pois a degradação ambien- tal resulta também em degradação humana, que ocorre de di-
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PARCELAMENTO IRREGULAR DO SOLO COMO FORMA DE PRODUÇÃO DE PERIFERIA - O caso de JundiaíSP

PARCELAMENTO IRREGULAR DO SOLO COMO FORMA DE PRODUÇÃO DE PERIFERIA - O caso de JundiaíSP

O Brasil possui uma legislação urbanística e ambiental bastante avançada, no entanto, essas muitas vezes não são aplicadas como deveriam. As cidades estão potencialmente instrumentalizadas técnica e juridicamente para ordenarem o uso do solo, de forma a proteger o meio ambiente. No entanto, como coloca Leonelli (2003: 37), “na prática atribuir usos e ocupações desejáveis ao solo urbano confronta diretamente com a propriedade da terra e o mercado imobiliário local e consequentemente com poder social, econômico e político de um dado território”. Assim, a aplicação das leis acaba encontrando diversas barreiras, se confrontando com o poder político e social. O Instituto Pólis (2005: 25), complementa, colocando que: “perpetua-se assim uma dinâmica altamente perversa sob o ponto de vista urbanístico – de um lado, áreas reguladas, são produzidos “vazios” e áreas subutilizadas; de outro, reproduz-se ao infinito a precariedade dos assentamentos populares. A despeito de sua aparente irracionalidade urbanística, esta dinâmica tem alta rentabilidade política”.
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Cad. Metrop.  vol.19 número39

Cad. Metrop. vol.19 número39

Nessa via da excepcionalidade que ca- racteriza a regulação urbanística da Região, há todo um conjunto de normas estabelecidas nos seus municípios que parece concorrer com dispositivos gerais consagrados, como é o caso da lei federal 6766/1979, que contém dispo- sições sobre o parcelamento do solo urbano. Uma leitura atenta dessa lei demonstra uma clara intenção coletivista em alguns aspectos estabelecidos, como é o caso da preocupação com a destinação de áreas públicas, seja para promover a circulação viária, seja para criar espaços de importância para a vida comunitá- ria. As ações que motivam quaisquer impactos nessas destinações ou causam obstruções nos acessos a esses espaços parecem colidir com o seu “espírito”. Mas não é somente sob as cir- cunstâncias que induzem a criação de normas específicas para promover adaptações às rea- lidades contemporâneas que o fenômeno deve ser olhado, senão a partir das concepções que traduzem as referências que melhor expressam os anseios vinculados a essa produção (Sposito e Goes, 2014). Trata-se, portanto, de uma cultu- ra do morar que perpassa as várias parcelas da sociedade e que passa a ser referendada pelos mecanismos estatais.
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PROCEDIMENTOS PARA ELABORAÇÃO DE CARTAS GEOTÉCNICAS NO PLANEJAMENTO URBANO Procedures for the Elaboration of Geotechnical Maps Applied to Urban Planning Leonardo Andrade de Souza¹ Frederico Garcia Sobreira²

PROCEDIMENTOS PARA ELABORAÇÃO DE CARTAS GEOTÉCNICAS NO PLANEJAMENTO URBANO Procedures for the Elaboration of Geotechnical Maps Applied to Urban Planning Leonardo Andrade de Souza¹ Frederico Garcia Sobreira²

O trabalho aqui apresentado foi desenvolvido no âmbito do Termo de Cooperação UFOP/Ministério das Cidades “Elaboração de Cartas Geotécnicas de Aptidão à Urbanização Frente aos Desastres Naturais no Município de Ouro Preto, MG” (MINISTÉRIO DAS CIDADES/UFOP, 2013). O principal objetivo foi o desenvolvimento de conceitos, metodologia e procedimentos para a elaboração de cartas geotécnicas de aptidão à urbanização nas condições geológicas prevalecentes na região do Quadrilátero Ferrífero no Estado de Minas Gerais, visando o fornecimento de subsídios para que o Plano Diretor Municipal e os novos projetos de parcelamento do solo incorporem diretrizes voltadas para a prevenção dos desastres naturais, especialmente aqueles associados a deslizamentos de encostas.
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O controle urbanístico na atividade do loteamento urbano sob a vigência do Plano Diretor de São Paulo (1971-1988): a capacitação e atuação do órgão técnico municipal de parcelamento de solo

O controle urbanístico na atividade do loteamento urbano sob a vigência do Plano Diretor de São Paulo (1971-1988): a capacitação e atuação do órgão técnico municipal de parcelamento de solo

O que se viu no municpio de Sio Paulo a partir da aprovaçio do plano diretor de 1971 foi a tentativa, até certo ponto alcan,ada, de implantar um processo de planejamento atacando os três[r]

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O PLANEJAMENTO URBANO EM SÃO LUÍS PELA LEGISLAÇÃO DE ZONEAMENTO, PARCELAMENTO, USO E OCUPAÇÃO DO SOLO: LIMITES AO DIREITO À CIDADE PELO PROCESSO DE PRODUÇÃO DO ESPAÇO.

O PLANEJAMENTO URBANO EM SÃO LUÍS PELA LEGISLAÇÃO DE ZONEAMENTO, PARCELAMENTO, USO E OCUPAÇÃO DO SOLO: LIMITES AO DIREITO À CIDADE PELO PROCESSO DE PRODUÇÃO DO ESPAÇO.

Desde o século XVI, segundo historiadores como Amaral (2003) e Lacroix (2008), exploradores europeus, dentre eles portugueses, espanhóis e franceses já haviam pisado no solo da Ilha de Upaon Açu, ou Grande Ilha, denominada assim por índios tupinambás que ali viviam e que hoje corresponde à Ilha do Maranhão, da qual São Luís é seu principal município. Os lusos, “donos do lugar”, tiveram muita dificuldade em estabelecer uma ocupação efetiva na região, tanto pela navegação por um litoral recortado, como pelo trajeto via continente. Segundo Meireles (2002, p. 26-27), era “impraticável seu caminho por terra, devido não somente às barreiras naturais, como travessias de rios caudalosos, mata fechada, relevo acidentado, mas também pela hostilidade dos nativos indígenas ” . Ao contrário, navegadores franceses, detinham bons conhecimentos de navegabilidade naquelas águas e mantinham boas relações com os nativos (LACROIX, 2008).
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PLANEJAMENTO URBANO E ÁREAS PREDISPOSTAS A RISCO GEOLÓGICO EM BELO HORIZONTE: LIMITAÇÕES DA LEI DE PARCELAMENTO, OCUPAÇÃO E USO DO SOLO

PLANEJAMENTO URBANO E ÁREAS PREDISPOSTAS A RISCO GEOLÓGICO EM BELO HORIZONTE: LIMITAÇÕES DA LEI DE PARCELAMENTO, OCUPAÇÃO E USO DO SOLO

Caminhos de Geografia Uberlândia-MG v. 20, n. 70 Junho/2019 p. 462-465 Página 465 No município de Belo Horizonte há legislações específicas que regulamentam o uso do solo, como é o caso do Plano Diretor (Lei nº 7.165/1996) e da Lei de Parcelamento, Ocupação e Uso do Solo (LPOUS), Lei nº 7.166/1996. No Plano Diretor foi definido o zoneamento do município que, conforme Caldas et al (2008, p.508) consiste na "divisão do território em zonas, em função de suas características ou potencialidades". E na Lei nº 7.166/1996 foram feitas a definição e a diferenciação entre tais zonas, seguindo os potenciais de adensamento, além das demandas de preservação e proteção ambiental, cultural, histórica, paisagística e arqueológica. Ou seja, é a LPOUS que define as possibilidades de uso e ocupação no território municipal. Portanto, as análises realizadas neste estudo são baseadas nesta lei, com suas modificações até o ano de 2016.
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Metrópoles e o Desafio Urbano - Editora Blucher

Metrópoles e o Desafio Urbano - Editora Blucher

Destaca-se assim que o Estatuto da Cidade é uma legislação urba- na que trata dos bens coletivos, da segurança, do bem-estar social e do equilíbrio ambiental. Traz em seu bojo, no artigo 2-º, 16 incisos relativos a diretrizes gerais, dentre as quais se podem destacar: “o direito ao de- senvolvimento sustentável entendido como o direito à habitação, sanea- mento ambiental, infraestrutura urbana e todos aqueles itens que com- põem uma estrutura urbana, quais sejam, transportes, serviços públicos, equipamentos urbanos e comunitários, e ainda direito ao trabalho e ao lazer, para a geração atual e futura; a gestão democrática participativa para a formulação e execução de planos, programas e projetos de desen- volvimento urbano; a cooperação entre poder público e poder privado e demais setores sociais no interesse social; planejamento, distribuição espacial e econômica, corrigindo distorções do crescimento urbano e im- pactos negativos no meio ambiente, com ordenação do uso do solo, de acordo com o Plano Diretor do Município; proteção, preservação e recu- peração do meio ambiente natural e do construído, de seu patrimônio cultural e artístico, paisagístico e arqueológico, propondo correções em prol de um desenvolvimento mais sustentável;” dentre outros.
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UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo Doutorado em Arquitetura e Urbanismo

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo Doutorado em Arquitetura e Urbanismo

Sem contar com investimentos em novas cidades, mas mantendo altos índices de crescimento demográfico, a expansão urbana do período ocorreu em torno dos assentamentos implantados nos primeiros anos, modelados por estrutura dispersa. Exceto pelo surgimento ainda incipiente das ocupações do Varjão e da Estrutural, o crescimento, seja espontâneo ou planejado, ocorreu mais intensamente de modo contínuo a tecidos de núcleos urbanos existentes. Todos os limites de ocupações anteriores foram expandidos, o que incluiu, além das áreas do Plano Piloto e das cidades-satélites mais jovens, os povoados de Planaltina e Brazlândia, bem como os perímetros de acampamentos ou núcleos provisórios inaugurados no período anterior. Nenhum núcleo urbano novo foi implantado, dentro ou fora dos limites da Bacia do Paranoá. Um único bairro residencial foi criado nas proximidades do Cruzeiro: o Setor Residencial Indústria e Abastecimento (SRIA), destinado, inicialmente, a faixas de baixa renda. Sua localização, orientada primeiramente pelo eixo da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA), inaugurou a ocupação das margens da Estrada Parque Taguatinga (EPTG), principal ligação entre essa cidade e o Plano Piloto. Alguns anos mais tarde, o SRIA foi expandido pelas bordas dessa rodovia, dando origem aos núcleos urbanos do Guará I e Guará II. Ainda por parte das ações oficiais, manteve-se a urbanização das áreas previstas no Plano Piloto, incluindo Lagos Sul, Norte e Setor de Mansões Park Way, e houve algum reforço em obras de urbanização nas três cidades-satélites já implantadas, sendo Sobradinho a que mais recebeu investimentos.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Após a compreensão do caso exposto no capítulo um, realizamos, no segundo capítulo, a análise dos dados e dos materiais disponibilizados pela SEDUC, que visam orientar o processo de apropriação dos resultados do SPAECE pelas escolas, com base em referenciais teóricos. Nosso objetivo é demonstrar que esses materiais não consideram a peculiaridade sobre a diferença entre a carga horária do ensino diurno e do ensino noturno. Além disso, procuramos comprovar que a maneira como os resultados do SPAECE são divulgados, por não virem discriminados por turnos, não favorece o processo de apropriação dos resultados do ensino noturno. Para tanto, explicitamos o conceito de avaliação externa, demonstrando seus objetivos, características e importância, sob as diretrizes do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (CAEd) da Universidade Federal de Juiz de Fora, o qual é referência no Brasil na execução de programas de avaliação educacional.
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Educação e sustentabilidae :Assentamento Maria da Paz - João Câmara/RN

Educação e sustentabilidae :Assentamento Maria da Paz - João Câmara/RN

A intervenção conjunta da UFRN (GERAH/GEPEM) e do MST no Assentamento Maria da Paz, com o apoio do INCRA/RN, foi planejada/ implementada no sentido de contribuir para o processo de emancipação da comunidade e possibilitar, entre outros resultados, a construção a “várias mãos” do Projeto de Parcelamento do Solo, dentro de uma perspectiva de sustentabilidade socioambiental. Esse processo, que teve início ainda na fase de Acampamento, está se consolidando na implantação do Assentamento: o habitat se encontra instalado e as moradias projetadas já foram concluídas através de um processo de auto- gestão. Na seqüência, serão demarcados os lotes de produção familiar, as áreas de uso coletivo e de proteção ambiental, paralelamente à implementação do Plano de Produção. Nesse processo de aprendizagem social foi determinante o compromisso de todos os agentes envolvidos, no sentido de construir no Assentamento Maria da Paz um projeto de referência e contribuir para a concretização de projetos de vida. Paulo Freire (1983, p.93) nos lembra em “Pedagogia do Oprimido” que, para haver o diálogo, esse encontro de sujeitos mediatizados pelo mundo, é necessário um profundo amor ao mundo e aos homens, estar-se realmente comprometido com a sua causa.
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Características da solução drenada de solos salino-sódicos submetidos a parcelamento da lâmina de lixiviação

Características da solução drenada de solos salino-sódicos submetidos a parcelamento da lâmina de lixiviação

As práticas de recuperação de solos salino-sódicos exigem a aplicação de corretivos, com vistas a reduzir a quantidade de sódio adsorvido (Qadir et al., 2001; Vital et al., 2005). Também requerem a aplicação de grandes quan- tidades de água, além de drenagem que condicione bom fluxo lixiviador dos sais (Sharma & Tyagi, 2004). Entretan- to, o controle da salinidade e, principalmente, da sodicidade, por meio da lixiviação, pode ser pouco efici- ente, quando a água se movimenta com velocidade relati- vamente elevada, através dos macroporos. Nesse aspec- to, o escoamento rápido faz com que não haja tempo sufi- ciente para difusão do interior para a periferia dos agrega- dos (Pla Sentis, 1988). Chaudhry & Warkentin (1968) rela- tam que velocidades menores de lixiviação permitem me- lhor contato da solução com os colóides do solo e tornam a reação de troca mais eficiente.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Além dos aspectos em comum entre as escolas visitadas, as suas diferenças nos revelam um contexto particular: certa falta de unidade em seus olhares como parte de um sistema. Isto porque encontramos, nos trechos das entrevistas apresentados no primeiro capítulo, uma escola mais preocupada com o desempenho dos alunos no ano final do Ensino Fundamental (SAEB/Prova Brasil) e outra escola preocupada com o ENEM (ingresso na universidade). São aspectos pontuais de um todo que se espera da educação. O Ensino Fundamental estaria longe de ser o final e o Ensino Superior é uma possibilidade entre outras. Por anos, como a maioria sequer concluía o Ensino Fundamental, uma fatia mínima da população tinha acesso ao Ensino Médio, este acabou moldando-se para atendê-la como uma ponte para o ensino superior. Além dos poucos que concluíam e concluem o seu último ano; o vestibular e outros fatores constituem verdadeiro funil no sistema educacional. Ainda que a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB, lei 9.394) em seu artigo 35 21 estabeleça as finalidades para esse nível de ensino, a
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Duas teses sobre Marx e o desenvolvimento: Elementos para uma análise marxiana do desenvolvimento — Outubro Revista

Duas teses sobre Marx e o desenvolvimento: Elementos para uma análise marxiana do desenvolvimento — Outubro Revista

teoria do valor sobre a qual seria erguida toda a teoria sobre o funcionamento do capital, presente em O Capital. A superação de forma definitiva das contradições presentes nos artigos [r]

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Adubação nitrogenada na cultura do milho no sistema plantio direto em ano com precipitação pluvial normal e com "El Niño".

Adubação nitrogenada na cultura do milho no sistema plantio direto em ano com precipitação pluvial normal e com "El Niño".

distribuição do sistema radicular das plantas, dificultando as trocas gasosas no solo. Tais problemas dificultam o aproveitamento da água e nutrientes por parte da planta, com conseqüente redução do seu potencial produtivo. A partir dos 40 DAE, até o final do ciclo da cultura, não se observou diferença estatística entre as plantas dos tratamentos com adubação nitrogenada, somente as plantas que não receberam adubação nitrogenada apresentaram valores de índice de área foliar estatisticamente inferiores aos das plantas dos demais tratamentos (Figura 2 e Quadro 1).

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DA EXTENSÃO RURAL À CONSTRUÇÃO SOCIAL DO CONHECIMENTO: Um desafio para o desenvolvimento local

DA EXTENSÃO RURAL À CONSTRUÇÃO SOCIAL DO CONHECIMENTO: Um desafio para o desenvolvimento local

São resgatados alguns momentos expressivos de aproximação e tensão entre o campo popular e o Estado brasileiro com análise sobre o histórico da Extensão Rural e sua [r]

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