Top PDF Uso e disponibilidade de recursos medicinais no município de Ouro Verde de Goiás, GO, Brasil.

Uso e disponibilidade de recursos medicinais no município de Ouro Verde de Goiás, GO, Brasil.

Uso e disponibilidade de recursos medicinais no município de Ouro Verde de Goiás, GO, Brasil.

não apresentam diferenças estatísticas significativas quanto ao número de espécies citadas (H = 1,881; p = 0,170), embora várias especulações tenham mostrado que o conhecimento de plantas medicinais parece ser mais evidente entre informantes do sexo feminino, devido ao maior percentual de mulheres entrevistadas em trabalhos etnobotânicas (vide Rizzo et al. 1999; Jacoby et al. 2002; Arnous et al. 2005). Nesta pesquisa, a maioria dos entrevistados também foi do sexo feminino, perfazendo 82% do total amostrado; e sugere-se que a elevada porcentagem de mulheres entrevistadas pode ser explicada por três fatores: a maioria delas realiza trabalhos domésticos e são mais fáceis de serem encontradas na residência; geralmente são as responsáveis pelo preparo dos remédios caseiros; e acredita-se que os homens estão ausentes no domicílio no período matutino e/ou vespertino em que as entrevistas são efetuadas. Local de nascimento: o número de espécies citadas independe do local de nascimento dos informantes (H = 0,116; p = 0,944). Grau de instrução: foi constatado que o número de plantas citadas independe da escolaridade (H = 2,428; p = 0,657). Faixa etária: não houve diferenças estatísticas significativas entre a idade do informante e o número de plantas citadas (H = 3,613; p = 0,306) e resultados similares também foram obtidos por Tridente (dados não publicados) em Porangatu, Goiás, e por Lozada et al. (2006) em uma comunidade rural na Patagônia, Argentina, na qual constataram que o conhecimento de plantas não é influenciado significativamente pela faixa etária. Zona de residência: foi constatado que o número de plantas citadas não apresentou diferenças estatísticas significativas pelo fato do informante pertencer à zona rural ou à zona urbana (H = 1,142; p = 0,285).
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Uso e disponibilidade de recursos medicinais no município de Ouro Verde de Goiás, GO, Brasil

Uso e disponibilidade de recursos medicinais no município de Ouro Verde de Goiás, GO, Brasil

não apresentam diferenças estatísticas significativas quanto ao número de espécies citadas (H = 1,881; p = 0,170), embora várias especulações tenham mostrado que o conhecimento de plantas medicinais parece ser mais evidente entre informantes do sexo feminino, devido ao maior percentual de mulheres entrevistadas em trabalhos etnobotânicas (vide Rizzo et al. 1999; Jacoby et al. 2002; Arnous et al. 2005). Nesta pesquisa, a maioria dos entrevistados também foi do sexo feminino, perfazendo 82% do total amostrado; e sugere-se que a elevada porcentagem de mulheres entrevistadas pode ser explicada por três fatores: a maioria delas realiza trabalhos domésticos e são mais fáceis de serem encontradas na residência; geralmente são as responsáveis pelo preparo dos remédios caseiros; e acredita-se que os homens estão ausentes no domicílio no período matutino e/ou vespertino em que as entrevistas são efetuadas. Local de nascimento: o número de espécies citadas independe do local de nascimento dos informantes (H = 0,116; p = 0,944). Grau de instrução: foi constatado que o número de plantas citadas independe da escolaridade (H = 2,428; p = 0,657). Faixa etária: não houve diferenças estatísticas significativas entre a idade do informante e o número de plantas citadas (H = 3,613; p = 0,306) e resultados similares também foram obtidos por Tridente (dados não publicados) em Porangatu, Goiás, e por Lozada et al. (2006) em uma comunidade rural na Patagônia, Argentina, na qual constataram que o conhecimento de plantas não é influenciado significativamente pela faixa etária. Zona de residência: foi constatado que o número de plantas citadas não apresentou diferenças estatísticas significativas pelo fato do informante pertencer à zona rural ou à zona urbana (H = 1,142; p = 0,285).
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As plantas medicinais no município de Ouro Verde de Goiás, GO, Brasil : uma abordagem etnobotânica

As plantas medicinais no município de Ouro Verde de Goiás, GO, Brasil : uma abordagem etnobotânica

informantes da zona rural e urbana escolhidos através de uma amostragem aleatória simples. Nesta abordagem, foram empregadas entrevistas estruturadas e cada informante foi visitado uma única vez. A maioria dos entrevistados foi do sexo feminino (82%), pois as mulheres, quase sempre, estão envolvidas nas atividades domésticas e dedicam-se, diretamente, ao cuidado dos filhos e do marido. Foram registradas 98 espécies medicinais distribuídas em 45 famílias, das quais se destacaram as exóticas cultivadas. Dentre as espécies medicinais cultivadas nos quintais e que são utilizadas para outras finalidades na residência foi constatado que 40% são usadas exclusivamente para fins terapêuticos; 29% são utilizadas na alimentação; 21% na ornamentação; e 10% como condimento. Entre os recursos medicinais cultivados nos quintais da zona urbana e rural foi encontrado um índice de similaridade de 67%, evidenciando um número considerável de espécies comuns. Relacionando a freqüência de citação das doenças com o número de espécies citadas sugere-se que gripes, problemas digestivos e transtornos dos rins são as enfermidades mais incidentes na comunidade. Foi constatado que o uso de plantas medicinais, o número de espécies citadas e a presença quintal independem da idade, do grau de escolaridade, do gênero (Ma, Fe), do local de nascimento e da procedência rural/urbana, resultado também encontrado por outras pesquisas etnobotânicas realizadas em Goiás e outros estados brasileiros.
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Uso de plantas medicinais na região de Alto Paraíso de Goiás, GO, Brasil.

Uso de plantas medicinais na região de Alto Paraíso de Goiás, GO, Brasil.

RESUMO – (Uso de plantas medicinais na região de Alto Paraíso de Goiás, GO, Brasil). Os conhecimentos tradicionais dos usos mais comuns dados aos vegetais podem ser resgatados pela etnobotânica e utilizados para a valorização das plantas do Cerrado no processo de desenvolvimento econômico. Este estudo foi conduzido no município de Alto Paraíso de Goiás, localizado na microrregião denominada Chapada dos Veadeiros, a uma distância de 230 km de Brasília. O levantamento etnobotânico teve como alvo comunidades do entorno do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros e da cidade de Alto Paraíso. Foram realizadas entrevistas em aberto com os moradores locais, tentando buscar informações em níveis sócio-culturais distintos, enfocando quais plantas são mais utilizadas e suas indicações no combate a enfermidades. Observou-se que as espécies vegetais do cerrado têm uma gama considerável de utilização humana para quase todos os estratos, ervas, arbustos e árvores. Quanto às espécies arbóreas, predomina a utilização da entrecasca e sementes. A comunidade utiliza a biodiversidade nativa uma vez que 69% das 103 espécies citadas pelos entrevistados como úteis pertenceram à flora nativa. No elenco das dez espécies medicinais mais utilizadas, foram coincidentes na indicação de todos os entrevistados: chapéu de couro (Echinodorus macrophyllus (Kunth) Micheli), arnica (Lychnophora ericoides Mart.), plantas nativas de porte herbáceo/arbustivo; as arbóreas nativas, jatobá (Hymenaea stigonocarpa Mart. ex Hayne), tingui (Magonia pubescens A. St.-Hil.) e o barbatimão (Stryphnodendron adstringens (Mart.) Coville) e duas ruderais, carrapicho (Acanthospermum australe (Loefl.) Kuntze) e mastruz (Chenopodium ambrosioides L.), de porte herbáceo/arbustivo. Outro ponto importante evidenciado foi que, apesar do grande potencial de exploração extrativista vegetal, estes recursos estão sendo utilizados de forma indiscriminada, sem um programa eficiente de manejo sustentado.
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CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIHORIZONTES Programa de Pós-Graduação em Administração Mestrado Cláudia Caixeta Gomes

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIHORIZONTES Programa de Pós-Graduação em Administração Mestrado Cláudia Caixeta Gomes

Observa-se também que em capitais como Maputo (Moçambique), ainda que tardia e pouco funcional, a gestão de resíduos sólidos urbanos é uma realidade. O município, por meio do poder público, desenvolve os projetos que conta com a participação de organizações não governamentais, que em sua maior parte, possibilita obter benefícios sociais, ambientais e também econômicos. Nesse caso a educação ambiental é considerada fundamental, vez que integra diversos atores, tanto do poder público quanto de diferentes produtores. Os cinco projetos desenvolvidos em Maputo apresentam uma forte relação com os catadores na gestão de resíduos sólidos urbanos, pois, apesar do subsídio ainda ser pouco considerável nas áreas social, ambiental e econômica, suas iniciativas são positivas. É necessário mudar a postura dos atores sociais, porque sem essa mudança não será possível alcançar uma gestão integrada, com estrutura, financiamentos, sensibilização, formação, de forma a construir uma gestão coletiva de resíduos sólidos urbanos (LANGA, 2014).
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Organização de Serviços de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho em Serviços de de Saúde – Normas de Orientação Clínica

Organização de Serviços de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho em Serviços de de Saúde – Normas de Orientação Clínica

O circuito geral decorre do DL 503/99 de 20 de Novembro e da Lei 100 de 97 e engloba a participação, registo e notificação dos AT/S. Todas as ocorrências devem ser participadas num prazo de 2 dias úteis. O circuito de participação será diferente no caso de existir ou não serviço de urgência. Caso este exista, o profissional deverá dirigir-se ao serviço de Urgência e efectuar a sua admissão referindo o motivo – AT/S. Seguidamente dirige-se ao Serviço de recursos Humanos para proceder à notificação, no período de dois dias úteis. O profissional deverá dirigir-se sempre ao SSO para caracterização e análise do AT/S e acompanhamento.
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MANUAL DE ACOLHIMENTO NO ACESSO AO SISTEMA DE SAÚDE DE CIDADÃOS ESTRANGEIROS – Normas de Orientação Clínica

MANUAL DE ACOLHIMENTO NO ACESSO AO SISTEMA DE SAÚDE DE CIDADÃOS ESTRANGEIROS – Normas de Orientação Clínica

Têm igualmente direito de residência por período superior a três meses se reunirem as condições previstas no artigo 7º, designadamente, caso não exerçam atividade profissional, se dispuserem de “recursos suficientes para si próprio e para os seus familiares, bem como um seguro de saúde, desde que tal seja exigido no Estado- Membro da sua nacionalidade aos cidadãos portugueses” (alínea b) do nº 1).

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Registo de Complicações de Interrupção de Gravidez. Definições e modelo de registo – Normas de Orientação Clínica

Registo de Complicações de Interrupção de Gravidez. Definições e modelo de registo – Normas de Orientação Clínica

n. A rotura uterina tem um risco inferior a 1 por cada 1000 IG 1 . A ecografia pode contribuir para o diagnóstico que apenas será definitivo após laparotomia exploradora. É uma complicação rara na interrupção de gravidez do 1º trimestre. Existem, no entanto, casos registados na literatura em mulheres com cicatriz uterina anterior, em particular na interrupção médica (associada ao uso de misoprostol) do 2º e 3º trimestre de gestação. 6,15,16,17

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Douglas Uemura Nunes Naercio Aquino Menezes Filho Bruno Kawaoka Komatsu

Douglas Uemura Nunes Naercio Aquino Menezes Filho Bruno Kawaoka Komatsu

Davis, Haltiwanger e Schuh (1996) também contribuíram para a visão de que as demissões são a principal fonte de flutuação do desemprego. Os autores utilizam dados de empresas industriais norte-americanas (provenientes da Longitudinal Research Datafile, de 1972 a 1993) para mensurar a criação, destruição e realocação de empregos no setor. Os autores concluem que as taxas de destruição de emprego exibem maior variação cíclica que as taxas de criação de emprego, e que, em particular, as recessões são caracterizadas por um rápido aumento da destruição do emprego acompanhado de uma relativamente leve desaceleração da criação de emprego. Para o presente trabalho, no entanto, é importante notar que a destruição de emprego pode ocorrer tanto através de demissões (o que ocasionaria um aumento da probabilidade de desligamento) ou, simplesmente, pelo não preenchimento de postos que ficaram vagos (resultando em uma redução da probabilidade de admissão) – tornando o uso dessa medida menos atraente para o objetivo proposto neste artigo. Além disso, Foote (1998) apresenta evidências de que a destruição de empregos só é mais volátil no setor industrial norte-americano.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

não só individual do professor se capacitar, mas no coletivo de sua escola estudar a Proposta Curricular. Se, de fato, se efetiva, numa ou outra, aí a gente não tem pernas pra acompanhar isso tudo, tá vendo? Então, assim, disponibilizar os espaços e tempos está sendo feito. Agora, esse controle, quem devia ter? Todo mundo na Educação tem medo de controle, de intervenção, de direcionamento, mas ficar à mercê de quem quer fazer, todo mundo acha normal. Então, o tempo e o espaço está sendo oferecido. Se você for comparar com outras redes nacionalmente, a Rede Municipal de Juiz de Fora é uma das poucas que tem esse tempo todo para o professor. A Lei do Piso ainda não foi implementada no Brasil todo. E com remuneração extra pra reunião pedagógica, e com ajuda de custo pra comprar material, que é a ACVM 12 , que ele poderia estar
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PEDRO HENRIQUE BARBOSA DE ABREU

PEDRO HENRIQUE BARBOSA DE ABREU

Ao fim da Segunda Guerra Mundial, as indústrias químicas, fortalecidas econômica e politicamente pelos anos de fornecimento de pesticidas e armas químicas para os países envolvidos nos conflitos, passaram a utilizar as estruturas governamentais, acadêmicas e midiáticas, assim como o momento de fragilidade e tensão social, para influenciar a opinião pública e dar forma à retórica do uso de tecnologia química para o controle de pragas em culturas de alimentos. Através de maçante campanha publicitária, baseada em metáforas militares, foi divulgada a existência de uma “guerra entre a humanidade e os insetos” e os agrotóxicos foram promovidos como “defensivos agrícolas” indispensáveis para o “combate desta classe de inimigos”. As indústrias químicas se auto-elegeram “salvadoras da humanidade” afirmando seu compromisso com o combate global da fome e com o aumento da produtividade e competitividade do agricultor. Consolidou-se, assim, a crença geral de que o uso de agrotóxicos é essencial para o desenvolvimento econômico e inevitável para garantir a quantidade necessária de alimentos para a crescente população mundial 1,2 .
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O PAPEL DA PRÓ-REITORIA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO PROCESSO DE INCLUSÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

O PAPEL DA PRÓ-REITORIA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO PROCESSO DE INCLUSÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

exercício de 2014 foi disponibilizado pela Lei Orçamentária Anual (LOA) o valor de R$ 11.617.000,00 (onze milhões seiscentos e dezessete mil reais) e os gastos com a PROAE alcançaram cerca de R$ 40.000.000,00 (quarenta milhões de reais). Para 2015, a LOA concedeu o valor de R$ 13.800.000,00 (treze milhões e oitocentos mil reais), o gasto se aproximou de R$ 27.000.000,00. Conforme dados apresentados pela Pró-reitoria de Planejamento, Orçamento e Gestão durante a I Jornada do Apoio Estudantil, a UFJF vinha comprometendo o orçamento destinado à manutenção e custeio das demais áreas da universidade para cobrir o déficit apresentado. Em ambos os exercícios, 70% (setenta por cento) das despesas do setor foi destinada para pagamento de bolsas e o restante para o contrato com a empresa operadora do Restaurante Universitário e para a concessão de passes estudantis. Ressalta-se que a matriz de distribuição dos recursos do PNAES processada pelo MEC atende a todas as IFES de forma padronizada e equânime. De acordo com as informações prestadas nos relatórios de gestão das IFES selecionadas para este estudo, em alguns casos registrou-se a ocorrência de não execução completa do orçamento previsto. Tal fato chama a atenção visto que outras universidades apontam uma abrangência mais expressiva e diversificada de atendimento ao PNAES.
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O PADRÃO DE DESENVOLVIMENTO DOS AGRONEGÓCIOS NO BRASIL E A ATUALIDADE HISTÓRICA DA REFORMA AGRÁRIA

O PADRÃO DE DESENVOLVIMENTO DOS AGRONEGÓCIOS NO BRASIL E A ATUALIDADE HISTÓRICA DA REFORMA AGRÁRIA

100 parcela da renda real da sociedade para a esfera da valorização financeira, o Estado transformou a moeda em “objeto de tráfico e de agenciamento”, sujeitando-a a um valor flutuante, que varia de acordo com as aplicações de cada momento. “Ora como objeto de especulação, ora como pretexto para a manutenção de desmesuradas taxas reais de juros, a moeda doméstica põe-se sempre como um caminho promissor para a obtenção de excepcionais ganhos em moeda forte” (PAULANI, 2008, p. 46). Foi o que a abertura financeira possibilitou. Ao lado da dívida pública, os fundos de pensão passaram a funcionar “...no papel de retirar da esfera da acumulação produtiva parcelas substantivas de renda real que poderiam, de outro modo, transformar-se em capital produtivo” (PAULANI, 2008, p. 46). O Brasil completava, com isso, seu ingresso iniciado há décadas no circuito internacional da valorização financeira, abrindo as portas para o capital financeiro, justamente no momento em que a “Terceira Revolução Industrial” (ou “molecular-digital”), passou a exigir uma acumulação científico-tecnológica que colocava países como o Brasil no “rastro” dos países produtores de conhecimento científico, já que a “revolução” anulou a fronteira entre a ciência e a tecnologia, de modo que “...não há produtos tecnológicos disponíveis, à parte, que possam ser utilizados sem a ciência que os produziu. E o inverso: não se pode fazer conhecimento científico sem a tecnologia adequada...”. Com isso, “o que sobra como produtos tecnológicos são apenas bens de consumo” (OLIVEIRA, 2003, p. 139).
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JOSIANE CRISTINA DA COSTA SILVA UM ESTUDO SOBRE A POLÍTICA E O MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DE

JOSIANE CRISTINA DA COSTA SILVA UM ESTUDO SOBRE A POLÍTICA E O MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DE

tem condições de subsidiar a coordenação de disseminação na tomada de decisões. A “Prova Brasil em Revista” contará com uma apresentação, escrita por um profissional do Inep responsável diretamente pela avaliação, e três seções: uma com artigos sobre as áreas do conhecimento avaliadas, outra com práticas de sucesso do uso de resultados em prol de um ensino mais qualificado e a última com resenhas de trabalhos que estão sendo publicados na área. O projeto gráfico poderá seguir a mesma identidade visual definida para os cartazes e a cartilha, com predomínio das cores verde, amarela e branca e com o uso do logotipo da Prova Brasil na capa. Como também será direcionada aos profissionais, o miolo pode ser em preto e branco, sem ilustrações, a não ser as usadas pelos autores em seus textos.
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A OMC e os efeitos destrutivos da indústria da cana no Brasil E

A OMC e os efeitos destrutivos da indústria da cana no Brasil E

A monocultura da cana deve se ex- pandir no Brasil a partir da pro posta do governo de ampliar o acesso a mercados no âmbito da Organi- zação Mundial do Comércio (OMC). Essa política se baseia em consolidar vantagens comerciais para o setor agrícola baseado na monocultura para exportação, com foco inicial no questionamento do regime do açúcar praticado pela União Européia. Um dos principais setores interessados nesse processo é a indústria da cana, conhecida historicamente por promover a concentra- ção da terra, a violação de direitos traba- lhistas e a destruição do meio ambiente. O crescimento desse setor pode inviabilizar a reforma agrária em muitas regiões do País. Esse efeito negativo já é visível e cres- cente.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Segundo Dutra (2014, p.48), com a implantação do Programa de Educação Integral em Perna mbuco “foram estabelecidos padrões básicos para a rede física”. Como dito anteriormente, de acordo com a demanda do município para alunos do ensino médio, as escolas integrais podem ter nove, doze, quinze ou dezoito salas de aula, cinco laboratórios (Física, Química, Biologia, Informática e Línguas), refeitório, biblioteca e quadra coberta. Este é o padrão. As carências apresentadas pelos que convivem com os estudantes no ambiente físico das escolas, os professores, acrescentam a estes itens a necessidade de banheiros em quantidade suficiente para o banho dos alunos em épocas mais quentes, áreas de lazer e descanso, ambientes para o desenvolvimento de atividades culturais, e outros ambientes com espaço adequado para a realização de atividades pedagógicas como sala de professores e sala de coordenação.
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Cuba e União Soviética em Angola: 1977 — Outubro Revista

Cuba e União Soviética em Angola: 1977 — Outubro Revista

Quanto aos soviéticos, os documentos confirmam uma atitude muito diferente da dos cubanos. Mas o Informe de Raúl Castro de abril-junho de 1976 mostra como a lide[r]

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MARIA TEREZA GARCIA TEIXEIRA FORMAÇÃO DE GESTORES ESCOLARES NO ESTADO DE GOIÁS: O CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

MARIA TEREZA GARCIA TEIXEIRA FORMAÇÃO DE GESTORES ESCOLARES NO ESTADO DE GOIÁS: O CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

A Coordenadora relatou vários desafios ocorridos nesse Curso de Especialização voltado para a formação de gestores escolares oferecido na modalidade a distância, dentre eles: o grande número de cursistas que ingressam no curso e o alto índice de evasão; a falta de comprometimento dos coordenadores locais; a dificuldade de manter os cursistas motivados e a importância de eles terem acesso à internet e familiaridade com as tecnologias; momentos presenciais de qualidade; estabelecimento de um bom contato com o parceiro, no caso a SEDUCE GO; não obrigatoriedade em realizar o curso; liberação de um período da jornada de trabalho do cursista para dedicação aos estudos; flexibilidade de prazos para entrega de atividades avaliativas e, principalmente, uma equipe comprometida. A Coordenadora Pedagógica fez um balanço geral sobre o curso:
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A IMPLANTAÇÃO DA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO POR COMPETÊNCIAS NA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS NO ANO DE 2014 – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A IMPLANTAÇÃO DA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO POR COMPETÊNCIAS NA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS NO ANO DE 2014 – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O capítulo I apresenta a política implantada pelo Choque de Gestão em Minas Gerais para a gestão do desempenho na Administração Pública estadual, descreve os tipos de pro[r]

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Reforma agrária no Brasil: a intervenção do MST e a atualidade do programa de transição — Outubro Revista

Reforma agrária no Brasil: a intervenção do MST e a atualidade do programa de transição — Outubro Revista

Com base na analogia feita entre o Programa de Transição e a proposta de reforma agrária do MST, para o Brasil, procuramos siste- matizar o elenco de elaborações prático-teóricas que, na realidade, ema- nam da verificação da simultânea atualidade do conjunto das reivindi- cações transitórias para o encaminhamento da questão agrária e do al- cance e limitação históricos da perspectiva programática do Movimento dos Sem-Terra. Partindo, portanto, da teoria alicerçada pelo conteúdo histórico dos embates político-sociais que animam a luta de classes no campo desde a primeira metade do século, em formações sociais de ca- racterísticas econômicas capitalistas, chegamos à contemporaneidade dos enfrentamentos agrários no Brasil, onde a luta pela terra, contra a grande propriedade e o capital expropriadores, atinge contornos inter- nacionalmente emblemáticos.
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