Top PDF Distribuição espacial das espécies arbóreas da floresta equatorial de terra-firme.

Distribuição espacial das espécies arbóreas da floresta equatorial de terra-firme.

Distribuição espacial das espécies arbóreas da floresta equatorial de terra-firme.

DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DAS ESPÉCIES ARBÓREAS DA FLORESTA EQUATORIAL DE TERRA-FIRME.. exiàtem  39 e&pecieí, com di&tfiibuição agregada, en tne  αλ quail, catão a& maü> ab[r]

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Florística e estrutura espacial: 15 hectares de parcelas permanentes na Floresta Densa de Terra Firme na Amazônia Central

Florística e estrutura espacial: 15 hectares de parcelas permanentes na Floresta Densa de Terra Firme na Amazônia Central

A floresta densa de terra firme ocorre em 65% da região Amazônica e é caracterizada por possuir alta diversidade de espécies vegetais e elevada ocorrência de espécies raras. Este trabalho analisou a estrutura horizontal de 15 ha de parcelas aleatoriamente selecionadas de um conjunto de 400 ha de parcelas permanentes, localizadas no Campo Experimental da Embrapa Amazônia Ocidental, Manaus, AM, Brasil. Todos os indivíduos com DAP ≥ 10 cm foram marcados e identificados em nível de espécie em 2005. Os valores de IVI (Índice de Valor de Importância) foram separados em classes de amplitude de um (01) desvio padrão e os indivíduos distribuídos segundo classes de DAP de amplitude de 10 cm. Ao todo foram identificados 8771 indivíduos, distribuídos em 264 espécies e 53 famílias. Um maior número de indivíduos concentra-se em poucas espécies, tais como Protium hebetatum Daly, Eschweilera coriacea (DC.) S.A. Mori e Licania oblongifolia Standl. que somaram 21% do número total de indivíduos e 12% do IVI. Há elevada ocorrência de espécies raras (36%) e as famílias Sapotaceae, Lecythidaceae e Burseraceae somaram 39% do número total de indivíduos. A estrutura diamétrica em forma de J-invertido mostra que 80% dos indivíduos estão concentrados nas primeiras classes de 10-30 cm de DAP. Os resultados são similares aos de outros estudos desenvolvidos em florestas de terra firme na região e chamam a atenção para a elevada ocorrência de espécies raras e daquelas com baixa densidade, mas com distribuição restrita a algumas parcelas, principalmente aquelas pertencentes às menores classes de IVI e que devem merecer atenção especial nas ações de conservação da biodiversidade e manejo florestal.
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Análise da estrutura de comunidades arbóreas de uma floresta amazônica de Terra Firme aplicada ao manejo florestal.

Análise da estrutura de comunidades arbóreas de uma floresta amazônica de Terra Firme aplicada ao manejo florestal.

A análise de agrupamento permitiu a classificação das 195 UTs em oito comunidades florestais distintas, que aparentemente segue um gradiente ambiental bastante influenciado pela topografia. A distribuição geográfica revela um gradiente ambiental que vai do platô, na região da Serra de Almeirim (cerca de 250 m de altitude), para a margem do rio Arraiolos (cerca de 30 m de altitude) e ao longo do vale do Arraiolos, no sentido jusante, até as proximidades do seu encontro com o rio Amazonas, onde a floresta de terra-firme dá lugar a uma zona de transição para floresta de várzea, fora dos limites da área de estudo (Figura 1). As comunidades foram denominadas pelo nome vulgar das duas principais espécies.
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Características básicas para um agrupamento ecológico preliminar de espécies madeireiras da floresta de terra firme da Amazônia Central.

Características básicas para um agrupamento ecológico preliminar de espécies madeireiras da floresta de terra firme da Amazônia Central.

Das espécies selecionadas 58% apresentaram frutificação anual, enquanto que 42% frutificaram em intervalos irregulares (Tabela 3). Em floresta tropical úmida na Amazônia Central, de um total de 80 espécies arbóreas, frutificaram 52% na estação chuvosa e 48% na estação seca (Alencar, 1998). Uma sazonalidade da dispersão anemocórica na estação mais seca em comparação com a dispersão zoocórica durante o ano inteiro foi relatada p.ex. para árvores da mata atlântica do Brasil (Piña-Rodrigues & Piratelli, 1993). Observando a frutificação das poucas espécies anemocóricas sobre as quais existem dados fenológicos (por exemplo, Alencar, 1998), não foi possível detectar esta sazonalidade, como por exemplo, para Dinizia excelsa e Cedrelinga catenaeformis. A primeira é uma árvore emergente com vagens grandes e indeiscentes que são dispersas, provavelmente à curta distância, no final da época seca e início da época chuvosa. A transição entre época seca e chuvosa se caracteriza na região de Manaus por fortes vendavais, o que pode favorecer a dispersão destas vagens. As sementes de D. excelsa são dormentes devido à impermeabilidade do tegumento (Vastano Junior et al., 1983) e podem permanecer por longo tempo no solo (Vieira, 1996). As sementes de C. catenaeformis são dispersas durante a época chuvosa, também em uma vagem Figura 1 - Meios de dispersão primária dos frutos indeiscentes
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Orchidaceas do estado do Maranhão, Brasil 1.

Orchidaceas do estado do Maranhão, Brasil 1.

HABITAT: Floresta de terra-firme, Igapó, campina, cerrado c campo rupestre DISTRIBUIÇÃO: Peru, Bolívia, Equador, Venezuela, Guiana, Suriname, Brasil: MA, PA, TO, AM, RR, RO, PI, CE..[r]

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Populações de térmitas (Insecta: Isoptera) em quatro habitats no baixo rio Negro

Populações de térmitas (Insecta: Isoptera) em quatro habitats no baixo rio Negro

Três locais foram em regiões elevadas, que não são inunda- das, durante a enchente do rio: (1) floresta primária de terra firme, (2) floresta primária numa ilha no arquipé- lago de Ana[r]

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Populações de térmitas (Insecta: Isoptera) em quatro habitats no baixo rio Negro

Populações de térmitas (Insecta: Isoptera) em quatro habitats no baixo rio Negro

Três locais foram em regiões elevadas, que não são inunda- das, durante a enchente do rio: (1) floresta primária de terra firme, (2) floresta primária numa ilha no arquipé- lago de Ana[r]

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Distribuição de abundância e tamanho do corpo de invertebrados do folhiço em uma floresta de terra firme na Amazônia Central, Brasil.

Distribuição de abundância e tamanho do corpo de invertebrados do folhiço em uma floresta de terra firme na Amazônia Central, Brasil.

coletadas foram artrópodes e os grupos com maior riqueza e abundância foram, respectivamente, Coleoptera e Formicidae. Araneae foi o terceiro grupo em riqueza, mas perdeu em abundância para Collembola e Orthoptera (Tabela 1). As espécies mais freqüentes e com a maior variação de tamanho do corpo, foram aquelas que apareceram uma única vez, havendo uma maior concentração de indivíduos de tamanho de corpo intermediário, em relação às espécies de tamanhos extremos (Fig. 1). Foi observada uma relação negativa entre o log n da abundância máxima e o tamanho do corpo (y = 7,0227 – 1,0693 x; R 2 = 0,9622, P = 0,019), considerando apenas o limite
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Distribuição espacial de espécies arbóreas de cerrado: filogenia e traços de defesa contra herbivoria

Distribuição espacial de espécies arbóreas de cerrado: filogenia e traços de defesa contra herbivoria

A herbivoria deve promover um padrão de distribuição de traços de defesa em espécies de plantas coocorrentes, já que plantas similares são mais vulneráveis a herbívoros especialistas. O conservantismo dos traços é geralmente observado em linhagens de espécies de plantas, e assim, as relações filogenéticas entre as espécies também devem estar relacionadas à distribuição espacial. Dessa forma, nós esperamos que os traços de defesa em espécies coocorrentes sejam mais diferentes do que o esperado. Esperamos ainda que os traços contra a herbivoria estejam conservados, e que as distâncias filogenéticas de espécies coocorrentes sejam maiores do que o esperado pelo acaso. Em um fragmento de cerrado do estado de São Paulo, nós analisamos 100 parcelas, com 25 m 2 cada, e amostramos todos os indivíduos arbóreos. Para cada espécie, nós medimos alguns traços de defesa contra herbivoria, e respondemos se o grau de coocorrência das espécies está relacionado com as diferenças funcionais e com as distâncias filogenéticas. Nós também testamos se os traços de defesa são filogeneticamente conservados. Nós não encontramos correlação entre a coocorrência das espécies com os traços de defesa, nem com as distâncias filogenéticas. No entanto, nós encontramos sinal filogenético para quarto dos nove traços estudados. A ausência de correlações pode ser devido a (1) herbivoria não ser um processo forte na vegetação de cerrado como esperado ou (2) a presença de filtros ambientais, como a falta de água e solos pobres, que devem promover agrupamento filogenético, agindo em conjunto com a dispersão filogenética gerada pela herbivoria.
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Taxocenose de anuros de uma mata semidecídua do interior do Estado de São Paulo e comparações com outras taxocenoses do estado, sudeste do Brasil.

Taxocenose de anuros de uma mata semidecídua do interior do Estado de São Paulo e comparações com outras taxocenoses do estado, sudeste do Brasil.

Em seguida as áreas que apresentaram maior índice de similaridade com a MSJ foram áreas de Cerrado e as áreas nas quais a vegetação original foi totalmente substituída por culturas e pastagens. Isto pode sugerir que ocorreu uma substituição de populações naturais de anuros da MSJ por espécies típicas de áreas abertas devido a sua fragmentação e ao desmatamento no seu entorno. O mesmo pode ser dito para a MSG que possui área similar a da MSJ e comporta taxocenose típica de áreas alteradas, e foi inserida no agrupamento de áreas alteradas e de Cerrado. Utilizando o índice de coeficiente de semelhança Biogeográfica, Bastos et al. (2003) constataram que a taxocenose de anuros do Município de Rio Claro está relacionada com taxocenoses do Cerrado e de áreas degradadas do Brasil central, Minas Gerais e Goiás.
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Estimativa de evapotranspiração de floresta amazônica de terra firme.

Estimativa de evapotranspiração de floresta amazônica de terra firme.

Acredita-se que os resultados do presen- te trabalho podem ser considerados superes- timados quando comparados com aqueles pu- blicados pelos referidos autores, mas p[r]

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Interceptação das precipitações em floresta amazônica de terra firme.

Interceptação das precipitações em floresta amazônica de terra firme.

Para a estimativa da perda par intercepta- c;:ao r:o ecossistema estudado observou-se os parametros referentes a precipitac;ao total, pre- cipitac;ao interna e escoam[r]

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ESTRUTURA DE ALTURA E DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DE CINCO ESPÉCIES ARBÓREAS EM DOIS FRAGMENTOS DE FLORESTA ESTACIONAL SEMIDECIDUAL COM DIFERENTES HISTÓRICOS DE CONSERVAÇÃO

ESTRUTURA DE ALTURA E DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DE CINCO ESPÉCIES ARBÓREAS EM DOIS FRAGMENTOS DE FLORESTA ESTACIONAL SEMIDECIDUAL COM DIFERENTES HISTÓRICOS DE CONSERVAÇÃO

PAVANELLI, A.P.; COSTA, J.A.; BIANCHINI, E.; PIMENTA, J.A. Estrutura de tamanho, relações alométricas e distribuição espacial de Astronium graveolens Jacq. (Anacardiaceae) em áreas topograficamente distintas de fragmentos de Floresta Estacional Semidecidual do Sul do Brasil. Pesquisas Botanica, v.62, p.347-363, 2011. PORTELA, R.C.Q.; BRUNA, E.M.; SANTOS, F.A.M. Are protected areas really protecting populations? A test with an Atlantic rain forest palm. Tropical Conservation Science, v.4, p.361-372, 2010a.

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Ocorrência do gênero Marasmius Fr. (Tricholomataceae, Agaricales) na Reserva Biológica Walter Egler, Amazonas, Brasil.

Ocorrência do gênero Marasmius Fr. (Tricholomataceae, Agaricales) na Reserva Biológica Walter Egler, Amazonas, Brasil.

distribuição, espécimes examinados, comentários e ilustrações. Chave para identificação das espécies de Marasmius estudadas 1. Lamelas colariadas ............................................................... 2 2. Elementos epicuticulares constituídos por equinídios do tipo Siccus.............................. M. cf. variabiliceps var. variabiliceps 2’. Camada epicuticular formada por equinídios do tipo Rotalis .............................................................................. Marasmius sp. 1’. Lamelas não colariadas ........................................................ 3 3. Cistídios presentes ............................................................... 4 3‘. Cistídios não observados .................................... M. leoninus. 4. Pleurocistídios em forma de equinídios, píleo alaranjado ...................................................................... M. cf. setulosifolius. 4’. Pleurocistídios clavados, píleo branco.. M. haedinus var. haedinus 5. Píleo branco, pleurocistídios ausentes ............... M. bellus 5’. Píleo colorido, pleurocistídios ausentes .......................... 6 6. Lamélulas presentes, píleo laranja-amarronzado .... M. cf. ruber 6’. Lamélulas ausentes, píleo de outra cor.................7 7. Basidiosporos de 12 mm ..............................................8 8. Estipe filiforme, píleo marrom.............. M. cf. mazatecus 8’. Estipe cilíndrico, píleo marrom-avermelhado.... M. cf. leoninus 7’. Basidiosporos de 15 a 23 mm, píleo vermelho-escarlate .......................................................... M. tageticolor Marasmius cf. variabiliceps Singer var. variabiliceps, Sydowia 18: 344. 1965. Tipo. BOLIVIA. La Paz: Nor-Yungas, Carmem pampa, 26 Fev. 1956, Singer B 1531 (Holótipo, LIL) (Figuras 1 e 10C).
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PARTIÇÃO ESPACIAL DE ESPÉCIES ARBÓREAS EM FUNÇÃO DA DRENAGEM DO SOLO EM UM FRAGMENTO DE FLORESTA COM ARAUCÁRIA NO SUL DO BRASIL.

PARTIÇÃO ESPACIAL DE ESPÉCIES ARBÓREAS EM FUNÇÃO DA DRENAGEM DO SOLO EM UM FRAGMENTO DE FLORESTA COM ARAUCÁRIA NO SUL DO BRASIL.

25 parcelas permanentes de 20 x 20 m, totalizando 1 ha de área amostrada (Figura 1), alocadas em 2008 para a caracterização do componente arbóreo realizado por Silva et al. (2012b). Neste estudo, todos os indivíduos arbóreos vivos com circunferência a altura do peito (CAP) igual ou superior a 15,7 cm foram medidos (CAP), identificados e classificados de acordo com a APG III (CHASE et al., 2009). As parcelas foram distribuídas no fragmento de forma sistemática estratificada, de forma que, em cada estrato, as parcelas situaram-se 20 m entre si. A distribuição dos estratos foi definida com o propósito de contemplar adequadamente a variação ambiental existente, tais como borda/interior, variações topográficas e solos com drenagens distintas.
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Níveis de regeneração natural em floresta de terra firme no Amapá Brasil.

Níveis de regeneração natural em floresta de terra firme no Amapá Brasil.

A presença de uma espécie apenas na classe de menor altura (RNC1), com densidade elevada, pode apresentar valores de regeneração natural total (RNT) maior do que a de outras espécies presentes em todas as classes de altura (SILVA JUNIOR et al., 2008). Porém, de acordo com Volpato (1994), esse resultado deve ser analisado com cautela, já que a espécie pode desaparecer ainda nessa fase inicial de desenvolvimento. Os baixos valores estimados de regeneração para algumas espécies na área de estudo também podem ser atribuídos à grande diversidade da área, à exposição da vegetação à declividade do terreno, do solo e do grupo ecológico e, principalmente, ao fato de a área ter poucos indícios antrópicos.
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Fitossociologia e distribuição de espécies arbóreas em uma floresta ribeirinha secundária no mnicípio de Rio Claro, SP, Brasil.

Fitossociologia e distribuição de espécies arbóreas em uma floresta ribeirinha secundária no mnicípio de Rio Claro, SP, Brasil.

Outras espécies apresentaram caráter mais generalista em relação ao regime hídrico. Myrcia laruotteana , por exemplo, foi a espécie mais abundante nas áreas alagáveis e segunda mais abundante nas áreas não alagáveis, mas ocorreu com apenas dois indivíduos na área de clareira. Essa evidência sugere que a condição de maior luminosidade e/ou a competição com espécies colonizadoras de clareiras tenham inibido o estabelecimento de M. laruotteana nas parcelas deste grupo, onde Croton urucurana se destacou em termos de densidade e dominância. O aumento da luminosidade e as transformações microclimáticas decorrentes da formação de clareiras (Denslow 1980, Whitmore 1989) podem ter favorecido o crescimento populacional de C. urucurana em alta densidade, uma vez que a espécie apresenta elevado potencial de colonização em ambientes ribeirinhos perturbados (assad-ludewigs et al. 1989).
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Critér ios ec ológicos para o desenvolvimento agrícola das terra s-fi rmes da Amazônia( •)

Critér ios ec ológicos para o desenvolvimento agrícola das terra s-fi rmes da Amazônia( •)

Viu-se anteriormente, em linhas muito gerais, como um ecossistema natural - a floresta ama- zônica de terra firme - mantém este equilí- brio: uma grande diversidade em e[r]

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Alguns aspectos ecofisiológicos de floresta tropical úmida~

Alguns aspectos ecofisiológicos de floresta tropical úmida~

então, que não houve uma seleção na floresta tropical úmida de terra firme (quanto a deficits de água) no sentido de que as plantas dos es tratos superiores supo[r]

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As aves do rio Aripuanâ, Estados de Mato Grosso e Amazonas

As aves do rio Aripuanâ, Estados de Mato Grosso e Amazonas

E m Dardanelos onde eram bastante comuns foram capturados no interior da floresta de terra firme no baixo e médio subosque.. iris da região de Belém.[r]

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