Top PDF DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DO GÊNERO CYNOMETRA L. (CAESALPINIACEAE), NO MUNDO.

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DO GÊNERO CYNOMETRA L. (CAESALPINIACEAE), NO MUNDO.

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DO GÊNERO CYNOMETRA L. (CAESALPINIACEAE), NO MUNDO.

Na Província do Zaire Equatorial, foi localizado nas cidades Bokada, Lukolenge, Lukolela, Befale Monkoto e nos rios Ikelemba, Lulonga, Busira e no lago Tumba; na Província de Kassai, a[r]

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Gênero Strombomonas Deflandre (Euglenophyceae pigmentadas em ambiente lótico subtropical, município de Triunfo, RS, Brasil: riqueza e distribuição geográfica.

Gênero Strombomonas Deflandre (Euglenophyceae pigmentadas em ambiente lótico subtropical, município de Triunfo, RS, Brasil: riqueza e distribuição geográfica.

e utilizando como medida de similaridade o índice de Jaccard, indicou que a maior similaridade ocorreu entre os trechos T2 (Montante ao Sitel) e T3 (Frente ao Sitel), igual a 82%, diferentemente da nascente (T1) que apresentou um valor de 73% (Figura 47). Esta diferença poderia ser explicada considerando que no trecho T1 houve a presença exclusiva das espécies S. brevicaudata, S. scabra var. labiata, S. rotunda. É importante destacar que a espécie exclusiva do T1, S. brevicaudata, corresponde ao primeiro registro para o Estado do Rio Grande do Sul e segundo para o Brasil. É possível inferir que há uma alta probabilidade de que a ocorrência exclusiva dessas espécies neste trecho do rio esteja vinculada a concentração de matéria orgânica da água (7,4 ‑ 7,8 mg L -1 ), caracterizando condições
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Diversidade de Mimosa L. (Leguminosae) nos campos rupestres de Minas Gerais: taxonomia, distribuição geográfica e filogeografia

Diversidade de Mimosa L. (Leguminosae) nos campos rupestres de Minas Gerais: taxonomia, distribuição geográfica e filogeografia

Os campos rupestres ocorrem na Cadeia do Espinhaço (MG e BA) e em ilhas florísticas isoladas, em Goiás, no sudoeste e sul de Minas Gerais, Pará, Rondônia, Roraima, São Paulo e no Distrito Federal. Estes campos apresentam uma combinação de fatores físicos que, associados às adaptações das espécies ao ambiente e à evolução biótica em resposta à história climática e geológica da região, levam a uma alta diversidade biológica, que tem chamado a atenção de pesquisadores sobre sua conservação. Mimosa é um dos maiores gêneros de Leguminosae e o mais bem representado de Mimosoideae nos campos rupestres. Caracteriza-se pelas folhas bipinadas, foliólulos sésseis, o 1º par de cada pina comumente diferenciado em parafilídios, flores 3-5-6-meras, isostêmones ou diplostêmones, filetes alvos, róseos ou amarelos, livres ou curtamente monadelfos e frutos do tipo craspédio ou sacelo. Apesar de ser monofilético, apresenta diversos problemas de delimitação infraespecífica. Neste trabalho são apresentados a diversidade, os padrões de distribuição geográfica, o status de conservação das espécies de Mimosa dos campos rupestres de Minas Gerais (CRMG) e a filogeografia de M. radula. Os estudos foram baseados no exame de cerca de 4.000 espécimes de 23 herbários, observações de campo e coletas de material botânico nas Unidades de Conservação localizadas na Cadeia do Espinhaço e áreas disjuntas. São fornecidas descrições, chave de identificação, ilustrações e comentários sobre a taxonomia, nomes populares, usos, distribuição geográfica e hábitats preferenciais das espécies. Os critérios da IUCN foram utilizados para a determinação do status de conservação de cada táxon. A região trnD-trnT do genoma cloroplastídico foi usada para investigar a estrutura filogeográfica de M. radula. O gênero está representado nestes campos por 75 espécies, sendo este número 1,7 vezes maior do que o citado na literatura. A maior parte das espécies está incluída na seção Mimosa (31 spp), seguida pela seção
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ISCUSSÃO Distribuição geográfica no Rio Grande do Sul

ISCUSSÃO Distribuição geográfica no Rio Grande do Sul

Baccharis sect. Caulopterae no Rio Grande do Sul, que coincide em parte com uma das duas maiores áreas de diversidade do gênero apontadas por Müller (2006). A característica que confere unidade a estas regiões predominantemente campestres é a presença de B. articulata e B. trimera, subarbustos típicos de campos, e a ausência da maioria das demais espécies. A região das Missões difere das demais regiões deste grupo pela influência da província biogeográfica do Espinhal, demonstrada pela ocorrência de B. penningtonii, espécie subarbustiva típica de banhados, e pela ausência de B. cylindrica, um subarbusto mais comumente encontrado em campos úmidos, que é um fator de unidade para as demais regiões deste grupo. O Planalto Médio revela a influência da proximidade geográfica dos Campos de Cima da Serra e da Encosta do Nordeste através da presença de B. milleflora e B. stenocephala, espécies subarbustivas típicas de regiões de altitude com solo raso e encharcado, enquanto que a Campanha revela uma influência maior da Serra do Sudeste, devido à ocorrência de B. riograndensis, espécie sublenhosa de hábito herbáceo e característica de campos secos e pedregosos
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Distribuição geográfica dos óbitos de idosos por acidente de trânsito.

Distribuição geográfica dos óbitos de idosos por acidente de trânsito.

Objetivo: Analizarlos accidentes de tránsito que involucran apersonas de edad avanzada que se produjeron desenlace fatal, de acuerdo a la condición áspera, lugar de ocurrencia y causa de la muerte, la elaboración de mapas de distribución geográfica. Métodos: Estudio transversal en el Precinto Represión de Delitos de Tráfico de Teresina, en una población de boletines ficha 68 accidentes y las investigaciones de la policía en 2010y 2011. El análisis espacial se utilizó el índice de Moran ubicación y la densidad Kernel. Resultados: En cuanto a la condición de personas de edad avanzada en el momento del accidente, se encontró que57,3% de las muertes fueron peatones. Teniendo en cuenta el lugar de ocurrencia y la pregunta primero registrado, se encontró que el 49,6% estaban en la escena, siendo la mayor causa del politraumatismo. Conclusión: Las defunciones se produjeron en la zona urbana, con el racimo de los barrios con alta incidencia de accidentes, y positivamente relacionados, mostrando también la existencia de regiones con mayores ocurrencias de densidad.
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Diversidade taxonômica e distribuição geográfica das Orchidaceae brasileiras.

Diversidade taxonômica e distribuição geográfica das Orchidaceae brasileiras.

Quando comparada com as demais seções do gênero, a seção Parviflorae apresenta algumas características muito peculiares: a) possui mais espécies que todas as demais seções juntas[r]

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Diversidade e distribuição geográfica das espécies de Orthophytum (Bromeliaceae).

Diversidade e distribuição geográfica das espécies de Orthophytum (Bromeliaceae).

No gênero Orthophytum, além da morfologia da inflorescência é impor- tante para a separação das espécies, a morfologia das brácteas florais, dos apên- dices petalares e o grau de[r]

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ANÁLISE PREDITIVA DA DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DE HANTAVÍRUS NO BRASIL

ANÁLISE PREDITIVA DA DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DE HANTAVÍRUS NO BRASIL

Tendo em vista a distribuição geográfica das espécies de roedores encontradas infectadas para hantavírus, percebe-se que N. lasiurus pode favorecer a disseminação do vírus nos ambientes de Cerrado e Caatinga brasileiros (Pereira 2006). O. nigripes e A. cursor ocorrem em florestas e podem desempenhar importante papel na transmissão de hantavírus na Mata Atlântica e matas de galeria do Cerrado (Bonvicino et al. 2008). Dos casos ocorridos em Altamira (Castelo dos Sonhos) e Novo Progresso, ambos no estado do Pará, ao menos uma destas espécies está associado a um hantavírus distinto dos demais encontrados no Brasil. Uma vez que ocorreram em área de Floresta Amazônica, podem estar vinculados a uma espécie de roedor reservatório típico daquele ecossistema. Em investigação eco- epidemiológica realizada no estado de Rondônia foi possível identificar a circulação da variante Rio Mamoré, associada ao roedor O. microtis (Travassos 2008).
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Manutenção Aeronáutica no Brasil: distribuição geográfica e técnica.

Manutenção Aeronáutica no Brasil: distribuição geográfica e técnica.

Resumo: As atividades de manutenção aeronáutica formam uma parte essencial da aeronavegabilidade continuada, tendo como objetivo, tanto na área civil quanto na militar, prover a total condição de serviço para as aeronaves. O crescimento do transporte aéreo no Brasil tem exigido uma indústria de serviços de manutenção aeronáutica capaz de apoiar tal processo expansivo, sem prejuízo para as condições de segurança de voo. Alguns dos trabalhos encontrados na revisão da literatura exploram a manutenção aeronáutica sob perspectivas que buscam melhorar a eficiência técnica do setor. Pelo exposto, o principal objetivo deste artigo é ampliar o conhecimento sobre o setor de manutenção aeronáutica no Brasil, explorando as informações providas pela ANAC, com o intuito de construir um panorama que revele a distribuição geográfica e técnica dos nichos de capacitação. Para tanto, inicia com uma exposição dos conceitos básicos da atividade de manutenção em geral e aeronáutica em particular. A seguir, é examinado o contexto regulatório brasileiro para a atividade de manutenção aeronáutica, com ênfase nos domínios de certificação. Ao final, examina-se a distribuição geográfica das empresas de manutenção aeronáutica no país, identificando a distribuição das empresas considerando-se os vários tipos de certificação técnica.
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O dominio público contra a privatização do mundo — Outubro Revista

O dominio público contra a privatização do mundo — Outubro Revista

Esta questão se faz explosiva à medida que a relação de propriedade sobre a qual se baseia a lei do valor entra em contradição cada vez mais aguda com a socialização crescente do traba[r]

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Comunicação científica : o artigo de periódico nas atividades de ensino e pesquisa do docente universitário brasileiro na pós-graduação

Comunicação científica : o artigo de periódico nas atividades de ensino e pesquisa do docente universitário brasileiro na pós-graduação

Distribuição geográfica dos cursos sorteados para a amostra Distribuição dos cursos sorteados para a amostra por área e subárea Perfil do docente/pesquisador - faixa etária por regiã[r]

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O gênero Anthidium Fabricius na América do Sul: chave para as espécies, notas descritivas e de distribuição geográfica (Hymenoptera, Megachilidae, Anthidiini).

O gênero Anthidium Fabricius na América do Sul: chave para as espécies, notas descritivas e de distribuição geográfica (Hymenoptera, Megachilidae, Anthidiini).

Somente o macho foi descrito, com nódoas amarelas nos cantos do vértice e quatro máculas amarelas em cada tergo, no quarto e quinto unidas posteriormente por uma estria fina; sétimo ter[r]

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Comparação da distribuição geográfica potencial de Buriti, Mauritia flexuosa L. (araceae) gerada por diferentes modelos preditivos

Comparação da distribuição geográfica potencial de Buriti, Mauritia flexuosa L. (araceae) gerada por diferentes modelos preditivos

Almeida e Silva (1994) expuseram que para formação de mudas do Buriti, deve- se retirar a polpa, escarificar as sementes ou caroços e mantê-los imersos em água até serem levados para a sementeira levemente sombreada, onde se deve irrigar diariamente pela manhã e pela tarde mantendo o solo bastante úmido, obtendo resultado de 60% de germinação aos 60 dias contra 40% sem serem escarificadas e mais 60% de germinação das escarificadas dos 60 aos 120 dias contra nenhuma germinação das não escarificadas. Em trabalhos realizados com frutos inteiros, a germinação somente ocorreu após dois anos após a semeadura (Soares et al. 1968 apud Almeida e Silva, 1994). O fruto é consumido por várias espécies de aves e mamíferos como a arara canindé, Ara ararauna, Psittacidae (Bianchi, 1998), a anta, Tapirus terrestris L. (Henry et al., 2000), o porco-do-mato, Tayassu tajacu, e a queixada, Tayassu pecari (Kiltie, 1981).
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Distribuição geográfica da pecuária leiteira no Brasil

Distribuição geográfica da pecuária leiteira no Brasil

Ao se analisar os dados de densidade de produção com os de vacas ordenhadas e produti- vidade, verifica-se que das 39 microrregiões de maior densidade de produção (≥ 21,4 mil litros/ km²), 28 (72 %) pertencem ao quartil de maior densidade de vacas ordenhadas (≥ 12 vacas/km²). Dessas 39 microrregiões, 3 microrregiões (8 %) situaram-se no estrato de alta (3.000 L/vaca/ano), 23 (59 %) no estrato de média (2.000 a 2.999 L/ vaca/dia) e 13 (33 %) no estrato de baixa (1.000 L/ vaca/ano a 2000 L/vaca/ano) produtividade ani- mal. Das quatro microrregiões com mais de 3.000 L/vaca/ano, somente Ponta Grossa e Toledo, no Paraná, situaram-se entre as microrregiões de maior densidade e volume de produção, com 40,4 mil litros/km 2 e 42,7 mil litros/km², e 270 milhões
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Stendhal pensador: o conceito feito narrativa

Stendhal pensador: o conceito feito narrativa

No âmbio dese angnismo ene paixão e vaiae, á cmo féril oetdo a a dissimulção, ouo elemeno imoane no univero de e ouge et le noir, que se ia no prisma esaégico de Sendhal, cujo enameno é muio mado ela memátia e ela esaégia miliar (como se e vr nos es ''ruques" pa oquisr mulheres). A conquisa amoroa expesa em emos élicos, própria do éculo deoio, ace, or exemplo, à p. 543, quno, eois de dormir cm Mathile, Julin cma eu 'o e espio ao de um miliar aós uma pomção meeória. A dissimuação, que Sendhal chma de hiocisa, deriva e div s sis. Por um ao, do deejo que e mosa de susciar ou redobr o desejo de uma rival. É preciso oranto dissimulr O desejo para e ader do objeo. Ms no momeno em que o herói sendhalino e dea do objeo esejo, e é scaldo ela oe e dzido s sas poidades bjeivs, o que provca a fmoa exclmção sendhaliana: "Ce n'est qe cela!" Por ouo lado, a origem de um deejo de ser no o eseáculo de um ouro deejo, l ou iluório, mas o e uma iniferença: a súbia indifeença de Mahile que inama o deejo e J ulien, or exemplo. Ou a indiferença heroicamene simuada or Julien, que, mais o que o desejo ival de Mme. de Fervacques, desea o desejo de Mathilde. Mosar a uma mulher , vaidoa que e a eseja é evelar-e infeior, eee empe Senhal. É orano e exor a desejr sempe, sem jamais povocr o deejo (Flauert, semelhanemene, tinha por princípio absoluto que "jamais dois sees e amam o mesmo tmo"). Estes princípios, exosos como um "sisema" de "uma civilzação em qe a vaidde e omou a paixão", no êndice de Le rouge et le noir (7, p. 703-4), o explicidos com alguma comiciae no episdio das "crtas russas", quando o príncipe ruso aconselha Julien sobe a inconveniência de deixar aparecer certas emoções: "O grande princípio do século: aprenemos o conrio do que e m de nós", ec. (7, p. 59 1).
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Especialidades ofertadas pelos Centros de Especialidades Odontológicas em Recife, Pernambuco: notas preliminares

Especialidades ofertadas pelos Centros de Especialidades Odontológicas em Recife, Pernambuco: notas preliminares

O objetivo desta pesquisa foi avaliar a organização da assistência especializada na Cidade do Recife, tendo como área estudada, os Centros de Especialidades Odontológicas. Foi feito o registro quantitativo dos centros e sua distribuição geográfica ao longo do município, identificando também a presença dos serviços especializados que compõe os requisitos mínimos exigidos pelo Programa, ou seja, Diagnóstico Bucal com ênfase na detecção do câncer bucal; Periodontia especializada; Endodontia; Cirurgia oral menor dos tecidos moles e duros e Atendimento a pacientes com necessidades especiais.
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Disparidades na distribuição geográfica de recursos de saúde em Portugal

Disparidades na distribuição geográfica de recursos de saúde em Portugal

Guichard (2004) estudou a distribuição geográfica dos serviços de saúde em Portugal, concluindo que há prevalência de fortes desigualdades. Os dados indicam que as instalações médicas, hospitais, equipamentos de alta tecnologia, assim como médicos e enfermeiros, concentram-se, principalmente, nas zonas do litoral, em particular nas regiões de Lisboa, Porto e Coimbra, sendo esses recursos mais escassos nas zonas rurais . No mesmo sentido, Simões et al. (2006) indicam que existe uma grande disparidade na distribuição da oferta de cuidados de saúde, concentrando-se a maioria dos recursos de saúde nas zonas de maior densidade populacional.
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Camarões de água doce do Brasil: distribuição geográfica.

Camarões de água doce do Brasil: distribuição geográfica.

borellii, Pselldo- palaemon bouvieri e Palaemolletes argelllinú's, de outra parte, constituem dois grupos de espécies com áreas de ocorrência distintas, que entram e[r]

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Distribuição geográfica de planorbídeos em Santa Catarina, Brasil.

Distribuição geográfica de planorbídeos em Santa Catarina, Brasil.

A T a b e la 1 m o s tra o re s u lta d o d o lev antam ento m alaco ló g ico realizad o em 52 m u n icíp io s d e 8 m icro rreg iõ es d e Santa C atarina. A p enas em São Ben to d o Sul e Itap o á não fo ram enco ntrad o s caram ujo s transm isso res d o S. m an s o n i. To d o s o s d em ais 50 m unicíp io s fo ram p o sitiv o s para B. t e n ag o p h ila, a ú nica esp écie id entificad a no s 94.535 exem p lares exam inad o s (Figura 1). Em 12 d estes m unicíp io s, o s p ercentu ais d e lo calid ad es co m p resença d o transm isso r v ariaram d e 4,3% a 20,0% , em 11 d e 22,2% a 40,0% , em 12 d e 43,1% a 60 , 0 % e 15 ap resentaram índ ices acim a d e 63,7% , cheg and o a v alo res m áxim o s d e 88,6% e 89,4% . Em term o s g erais, em 45,4% d as lo calid ad es exam inad as (617/ 1.358) fo ram co letad o s exem p lares d e B. t e n ag o p h ila , o s q u a is e s ta v a m p r e s e n te s e m 7 ,1 % ( 2 .0 1 3 / 2 8 .1 2 0 ) d as c o l e ç õ e s h íd r ic a s p esq u isad as. Em 21 m unicíp io s o s p ercentuais d e criad o uro s existentes v ariaram d e 0,1% a 5,0% , em 18 d e 5,1% a 10,0% e em 11 d e 10,1% a 26 , 3 %.
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Uma nova espécie do gênero Cynometra L. (Caesalpiniaceae) para a Amazônia.

Uma nova espécie do gênero Cynometra L. (Caesalpiniaceae) para a Amazônia.

inconspicue inaequi 1 aterae, glabrae; ad apicem atenuatae, ad acuminatae (acumene 1-2 cm longo), modice emarginatae, mucronatae vel non, ad basin leviter asymmetricae, interne cuneata[r]

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