Top PDF Diversidade de fungos micorrízicos arbusculares em área de Caatinga, PE, Brasil.

Diversidade de fungos micorrízicos arbusculares em área de Caatinga, PE, Brasil.

Diversidade de fungos micorrízicos arbusculares em área de Caatinga, PE, Brasil.

(Diversidade de fungos micorrízicos arbusculares em área de Caatinga, PE, Brasil). O objetivo deste trabalho foi o de determinar a infectividade, a riqueza de FMA e a condição micorrízica da vegetação em área de Caatinga não antropizada. Coleta de solo e raízes foi realizada em Triunfo/PE. Raízes foram examinadas para determinação da colonização micorrízica. O número mais provável (NMP) de propágulos infectivos de FMA foi estimado por dilui- ções sucessivas do solo e a utilização de milho (Zea mays L.) como planta isca. Glomerosporos foram quantificados e preparados em lâminas, para identificação das espécies. As plantas apresentaram-se pouco colonizadas (média < 10%) e o número de glomerosporos foi baixo (< 1 glomerosporo g -1 de solo), como registrado em outras áreas de Caatinga.
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Potencial de infectividade de fungos micorrízicos arbusculares oriundos de área de caatinga nativa e degradada por mineração, no Estado da Bahia, Brasil.

Potencial de infectividade de fungos micorrízicos arbusculares oriundos de área de caatinga nativa e degradada por mineração, no Estado da Bahia, Brasil.

RESUMO - (Potencial de infectividade de fungos micorrízicos arbusculares oriundos de área de caatinga nativa e degradada por mineração, no Estado da Bahia, Brasil). Os objetivos deste trabalho foram quantificar o número de esporos e o número mais provável de propágulos infectivos de FMA em solos da mineradora Caraíba, verificando influências sazonais na dinâmica desses propágulos e determinando os efeitos da mineração sobre o potencial de infectividade micorrízica. Foram realizadas coletas de solo na estação seca (agosto/98) e na chuvosa (fevereiro/99), em seis sub áreas da mineradora de cobre: 1 - local onde é depositado o rejeito; 2 - arredores da área industrial; 3 - local onde são depositados restos de rocha com pouco minério; 4 - caatinga nativa, não impactada; 5 - interface entre a caatinga e o rejeito; 6 - local onde foi retirada a camada superficial do solo. Foram identificadas 32 espécies de plantas num raio de dois metros, a partir dos pontos de coleta de solo. Maior diversidade (21 espécies) foi encontrada na sub área 4 e menor (2 espécies) na sub área 3. As sub áreas 1, 3 e 5 apresentaram o menor número de esporos (< 1 por g de solo), possivelmente devido aos elevados valores de Cu e Fe e ao pH mais alcalino. Em geral a densidade dos esporos e o número de propágulos infectivos foram baixos (< 2 por g de solo). Não houve diferença significativa entre o número de esporos nas estações seca e chuvosa, a não ser para a sub área 6. Entretanto, houve variação entre as sub áreas, com diferenças significativas nas duas estações do ano.
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Diversidade de herbáceas em microhabitats rochoso, plano e ciliar em uma área de caatinga, Caruaru, PE, Brasil.

Diversidade de herbáceas em microhabitats rochoso, plano e ciliar em uma área de caatinga, Caruaru, PE, Brasil.

Foram construídas, no programa Excel, matrizes por espécie e por parcela, com o número de indivíduo amostrado em cada microhabitat. Foram calculados os índices de riqueza de espécies (Whittaker 1975), de diversidade de Shannon-Wiener (Krebs 1989) e de similaridade florística entre os microhabitats amos- trados, utilizando-se o índice de semelhança de Jaccard. Na comparação dos três microhabitats deve-se levar em conta que o plano e o ciliar ocupavam áreas contíguas, cada uma formando um único bloco e que, portanto, do ponto de vista estatístico, suas parcelas constituíam-se em pseudo-repetições (Hurlbert 1984). Para comparar os três microhabitats quanto à distribuição de indivíduos de cada espécie, tomada isoladamente, as densidades por parcela foram ordenadas de forma decrescente e submetidas à análise de variância de ordem (rank-analysis) não paramétrica, através do teste Kruskal-Wallis, levando em conta empates de densidade (Zar 1996). Para as espécies nas quais os valores da estatística de Kruskal-Wallis (Hc) foram significativos ao nível de 1% de probabilidade, as médias dos valores do ordenamento dos microhabitats foram comparadas pelo teste de comparações múltiplas não paramétrico equivalente ao de Tukey (teste Q), também a 1% de probabilidade (Zar 1996).
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Diversidade e potencial de infectividade de fungos micorrízicos arbusculares em área de caatinga, na Região de Xingó, Estado de Alagoas, Brasil.

Diversidade e potencial de infectividade de fungos micorrízicos arbusculares em área de caatinga, na Região de Xingó, Estado de Alagoas, Brasil.

A caatinga encontra-se hoje em acentuado processo de desertificação, ocasionado, principalmente, pelo desmatamento e uso inadequado dos recursos naturais (Drumond et al. 2000). A desertificação resulta na redução de produção vegetal, acarretando mudanças nas interações que ocorrem no solo, com a conseqüente e muitas vezes irreversível perda da biodiversidade (Skujins & Allen 1986). Nas regiões áridas e semi- áridas a baixa fertilidade dos solos gera elevada dependência das plantas pelos FMA, que minimizam os estresses hídricos e a deficiência de nutrientes (Tarafdar & Praveen-Kumar 1996), sendo importante, portanto, conhecer a diversidade de FMA nessas áreas. A diversidade, a densidade e o potencial de infectividade dos propágulos de FMA no solo estão relacionados indiretamente com as condições ecológicas de cada ecossistema (Maia & Trufem 1990) e diretamente com a fisiologia do fungo (Morton 1993), estando a colonização micorrízica ligada ao genótipo da planta e do fungo, assim como ao ambiente.
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Caracterização morfológica e molecular de fungos micorrízicos arbusculares isolados de áreas de mineração de gesso, Araripina, PE, Brasil.

Caracterização morfológica e molecular de fungos micorrízicos arbusculares isolados de áreas de mineração de gesso, Araripina, PE, Brasil.

Na área impactada foi registrada a ocorrência de Funneliformis mosseae, Rhizophagus intraradices, Claroideoglomus etunicatum e Claroideoglomus claroideum . As espécies de FMAs presentes na área degradada, cuja estrutura do solo está comprometida pela atividade gesseira, provavelmente utilizaram estratégias de sobrevivência (persistência), aumentando o número de propágulos no solo, como mecanismo de defesa às condições adversas. Hart et al . (2001) sugeriram que os FMAs utilizam duas estratégias (colonização e persistência) para sobreviver em um ambiente. No primeiro caso enquadram-se as espécies mais hábeis em colonizar novos hospedeiros e no segundo, as que conseguem permanecer no sistema (solo/raiz) mesmo em condições adversas. A presença de espécies de FMA não esporulantes pode ser a razão dos baixos registros na área nativa (AN). É difícil separar os fatores mais importantes na interação micorrízica, embora esteja definido que, em campo, as concentrações de propágulos de FMAs são correlacionadas principalmente com as condições de solo (pH, textura, concentração de nutrientes) e cobertura vegetal (Sieverding 1991). Maia & Trufem (1990) referiram a presença constante de Funneliformis mosseae em coletas no município de Araripina, PE. Marinho et al . (2004) registraram a presença de Rhizophagus intraradices e Paraglomus occultum em áreas de mineração de bauxita e em floresta primária na Amazônia. A maioria das pesquisas tem demonstrado que a adaptação do fungo ao tipo de solo e às condições edafoclimáticas é mais determinante do que a “especificidade” entre fungo e a espécie vegetal (Sieverding 1991).
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Comunidades de fungos micorrízicos arbusculares associados ao amendoim forrageiro em pastagens consorciadas no Estado do Acre, Brasil.

Comunidades de fungos micorrízicos arbusculares associados ao amendoim forrageiro em pastagens consorciadas no Estado do Acre, Brasil.

O objetivo deste trabalho foi identificar e estimar a diversidade de comunidades de fungos micorrízicos arbusculares (FMAs) autóctones associados ao amendoim forrageiro (Arachis pintoi), em monocultivo e consorciado com outras forrageiras. A amostragem foi realizada em sete áreas, em Rio Branco, AC, sendo coletadas quatro amostras de solo em cada área, na profundidade de 0-10 cm, nas estações seca (junho de 2004) e chuvosa (janeiro de 2005). As áreas cultivadas com A. pintoi foram: monocultivo, consórcio com pastagens de gramíneas e outras leguminosas e como cobertura do solo em cafeeiro, além de capoeira e mata adjacentes como testemunhas. Foi verificada a ocorrência de 21 espécies de FMAs nas duas estações, sendo 18 espécies no período seco e 16 no chuvoso. As espécies foram distribuídas em cinco gêneros: Acaulospora, Entrophospora, Gigaspora, Glomus e Scutellospora. A densidade de esporos foi maior no consórcio A. pintoi x Brachiaria brizantha x Pueraria phaseoloides e a menor nas áreas de A. pintoi x cafeeiro, capoeira e mata. As colonizações radiculares foram maiores na estação chuvosa (15 a 63%) do que na estação seca (5 a 37%). Os índices de diversidade no monocultivo foram semelhantes aos das demais áreas avaliadas, indicando que o amendoim serve como hospedeiro de diferentes espécies de FMAs e que o seu cultivo pode aumentar a presença desses organismos nos sistemas produtivos, melhorando a qualidade biológica do solo.
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Atividade microbiana e diversidade de fungos micorrízicos arbusculares em espécies arbóreas

Atividade microbiana e diversidade de fungos micorrízicos arbusculares em espécies arbóreas

liberado), fertilidade e a diversidade de fungos micorrízicos arbusculares (FMA) de espécies arbóreas de cerrado, crescendo em áreas de cerrado degradadas. O experimento foi conduzido na Fazenda de Ensino, Pesquisa e Extensão (FEPE), da UNESP- Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira, localizada no município de Selvíria-MS, Brasil. O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso, em fatorial 2 x 11, ou seja, duas áreas (pastagem degradada e subsolo exposto) e 11 espécies arbóreas, com quatro repetições, composta cada uma pela média de cinco plantas por espécie arbórea, por repetição. Nas covas foram depositados adubos orgânicos (1 1/2 composto) e químico (baseado no resultado da análise química), além de 50 mL de solo proveniente de uma área preservada de cerrado, como fonte de inóculo de microrganismos. Após dois anos de implantação do experimento, o solo e subsolo foram coletados, na profundidade 0 - 0,10 m) e usados na avaliação das características químicas e microbiológicas, como: quantificação do carbono do CO 2 (C-CO 2 ) liberado, número de esporos de
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Diversidade de fungos micorrízicos arbusculares em áreas restauradas de Mata Atlântica,...

Diversidade de fungos micorrízicos arbusculares em áreas restauradas de Mata Atlântica,...

Os fungos micorrízicos arbusculares (FMA) são muito importantes na nutrição mineral das plantas e na recuperação de áreas degradadas, entretanto são escassos os estudos sobre a diversidade dos FMA nesses ambientes. Menos ainda se conhece a respeito da presença dos FMA em diferentes profundidades do solo. Em Mata Atlântica do Estado de São Paulo, Brasil estudaram-se a ocorrência e a diversidade de esporos de FMA em diferentes profundidades (0-15 cm, 15-30 cm e 30-45 cm) e a colonização radicular, num gradiente de recuperação ambiental, compreendendo áreas com 5 anos de reflorestamento (R05), com 10 anos (R10) e com 20 anos (R20), além de uma área nativa (NT). As coletas de solo e raízes foram realizadas no período chuvoso (janeiro) e seco (junho). Foram executadas análises químicas, físicas e colonização radicular em três pontos de amostragem sendo: (A) na base do tronco, (B) distanciadas em 1m do tronco e (C) de plântulas crescendo em volta das árvores adultas. Os esporos foram identificados e posteriormente calculados a abundância relativa, os índices de riqueza (R), de diversidade de Shannon (H) e de dominância de Simpson (Is) das espécies de FMA. Os dados foram submetidos à análise de variância ANOVA e teste t. A colonização radicular foi maior para as áreas em estádios mais avançados de recuperação, nas raízes coletadas no ponto C e na época seca. O número de esporos de FMA na época chuvosa foi maior em R05, em todas as profundidades, enquanto que na época seca esse comportamento foi constatado apenas em 0-15 cm. Em maiores profundidades maior número de esporos foi verificado em NT e R10. O índice de diversidade (H) foi maior em NT e nem sempre a maior diversidade foi verificada nas camadas mais superficiais. Algumas espécies, como Acaulospora colossica, Scutellospora heterogama e S. pellucida, foram mais abundantes na maior profundidade. Ambispora appendicula, Ac. foveata, Glomus geosporum e Gigaspora sp2 ocorreram apenas em 0-15 cm. Espécies do gênero Acaulospora (Ac. mellea e Ac. scrobiculata) e Glomus (G. viscosum e G. sp2.) foram sempre abundantes em todas as profundidades analisadas. As espécies do gênero Gigaspora, Ambispora e Racocetra foram raras em todas as profundidades.
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Fungos micorrízicos arbusculares em sistema de aléias no Estado do Maranhão, Brasil.

Fungos micorrízicos arbusculares em sistema de aléias no Estado do Maranhão, Brasil.

Sistemas em aléias podem consistir numa solução para o uso da terra em regiões do Trópico Úmido. A relação dessa forma de manejo com a dinâmica dos fungos micorrízicos arbusculares (FMA) ainda é pouco compreendida. O objetivo desse estudo foi verificar a influência de leguminosas arbóreas em um sistema em aléias na capacidade infectiva e diversidade de FMA nativos em São Luís, Maranhão. Amostras de solo coletadas do sistema em aléias no campus experimental da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) - São Luís, em duas épocas do ano (Julho/2006 e Abril/2007), a duas distâncias (0 m e 0,5 m) do tronco de três leguminosas (Leucaena leucocephala, Clitoria fairchildiana e Acacia mangium) e em área testemunha (sem leguminosas) na profundidade de 0 – 20 cm. O solo coletado foi utilizado para avaliar a capacidade infectiva dos FMA nativos, densidade e identificação de glomerosporos. O sistema em aléias aumenta o potencial de infectividade dos FMA nativos dependendo da espécie de leguminosa arbórea associada, estação de coleta e proximidades das árvores. Dezesseis espécies de FMA foram encontradas na área distribuídas em cinco gêneros, sendo Scutellospora o mais representativo.
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Diversidade de fungos micorrízicos arbusculares em remanescente florestal impactado (Parque Cinqüentenário - Maringá, Paraná, Brasil) .

Diversidade de fungos micorrízicos arbusculares em remanescente florestal impactado (Parque Cinqüentenário - Maringá, Paraná, Brasil) .

comprometem a diversidade de FMA, como constatado por Alves (2004). Este autor, ao comparar a diversidade de FMA em fragmentos de mata Atlântica no sul da Bahia, verifi cou que a perturbação advinda pela fragmentação não foi restritiva para os FMA, uma vez que as comunidades estabelecidas foram mais numerosas, ricas e uniformes que as estabelecidas nas áreas de mata contínua. Tamanho e distanciamento dos fragmentos e diversidade fl orística são fatores importantes para o estabelecimento e a expansão das comunidades de FMA, mas um estudo realizado no Panamá não evidenciou perda de diversidade com a fragmentação (Mangan et al. 2004). Neste estudo, entretanto, pode-se constatar que algumas espécies, como Acaulospora mellea e Glomus clavisporum, foram infl uenciadas pelo tamanho do fragmento, e outras, como A. scrobiculata, foram prejudica- das pela diversifi cação das espécies arbóreas. A riqueza de espécies de FMA mostrou-se negativamente correlacionada com a diversidade de plantas, contrariando dados obtidos em mesocosmos e macrocosmos (van der Heijden et al. 1998; Burrows & Pfl eger 2002). Identidade das plantas e quantidade de recursos alocados para os FMA parecem ser fatores mais importantes para a diversifi cação das co- munidades do que diversidade fl orística propriamente dita. Carrenho & Santos (2006), avaliando a diversidade de FMA no Horto Florestal Dr. Luiz Teixeira Mendes, também na cidade de Maringá, verifi caram baixíssima riqueza de espécies (4 na área mais degradada, e 8 na mais preservada) e baixíssimo número de esporos (variando de 2 a 28 em 883 mL de solo, e 4 a 88, na área preservada) destes organis- mos, demonstrando que não apenas a ação de visitantes e de funcionários interfere negativamente na diversifi cação das comunidades micorrízicas, mas também outros fato- res (poluição atmosférica, contaminação do solo, erosão) estão operando sobre as populações de FMA estabelecidos naquela área.
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Diversidade de fungos micorrízicos arbusculares e sua relação com atributos do solo em área de milho sob monocultivo e em consórcio com forrageiras no Cerrado

Diversidade de fungos micorrízicos arbusculares e sua relação com atributos do solo em área de milho sob monocultivo e em consórcio com forrageiras no Cerrado

12 são atualmente o resultado de trabalhos publicados (resumo expandido, artigo cientifico, monografia, dissertação e tese), abrangendo os seguintes ecossistemas naturais e agroecossistemas: floresta pluvial, florestal atlântica, floresta estacional, floresta amazônica, floresta de araucária, cerrado, caatinga, campo, restinga, dunas e praias, áreas salinizadas, áreas vegetadas, plantações de eucalipto, mata ciliar, ambiente aquático, pastagem, culturas anuais e perenes. As espécies identificadas com maior distribuição geográfica são: Acaulospora foveata, A. mellea, A. morrowiaae, A. scrobiculata, A. tuberculata, Ambispora appendicula, Cetraspora pelúcida, Kuklospora colombiana, Gigaspora margarita, Glomus clarum, G. diaphanum, G. etunicatum, G. macroporum, G. sinousum, e Paraglomus occultum.(STÜRMER & SIQUEIRA, 2008)
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DO SOLO GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AGRONÔMICA JULIETTE FREITAS DO CARMO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DO SOLO GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AGRONÔMICA JULIETTE FREITAS DO CARMO

Esses fungos em associação com as plantas promovem efeito positivo significativo quanto ao crescimento e desenvolvimento do vegetal, além de propiciar um aumento na absorção dos nutrientes do solo, principalmente aqueles poucos móveis, como é o caso do fósforo (P), pois o micélio externo do FMA passa a agir como uma espécie de extensão do sistema radicular, permitindo maior alcance e exploração do solo, para além da zona de influência das raízes (SILVEIRA et al., 2002; SCHREINER, 2007; NUNES et al., 2008). Habte e Manjunath (1987) expressam a importância desses fungos, principalmente sobre o crescimento e desenvolvimento da Leucena e concluem que a espécie apresenta elevada dependência da micorrização.
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CONDICIONADORES DO SOLO E SUA INFLUÊNCIA NA COLONIZAÇÃO MICORRÍZICA ARBUSCULAR E NA FERTILIDADE DO SOLO EM REFLORESTAMENTO NO SEMIÁRIDO

CONDICIONADORES DO SOLO E SUA INFLUÊNCIA NA COLONIZAÇÃO MICORRÍZICA ARBUSCULAR E NA FERTILIDADE DO SOLO EM REFLORESTAMENTO NO SEMIÁRIDO

Ações exploratórias têm causado injuria no bioma Caatinga, levando ao processo de degradação do ambiente. Práticas como o reflorestamento com plantas nativas e a utilização de condicionadores de solo tem sido difundidas como medidas de recuperação de áreas degradadas. Essa pesquisa foi desenvolvida para avaliar a colonização de fungos micorrízicos arbusculares (FMA) nas raízes de plantas de tamboril [Enterolobium contortisilliquum (Vell.) Morong] sob influência do uso hidrogel e da bagana de carnaúba como condicionadores do solo, e sua capacidade em auxiliar no processo de absorção de nutrientes do solo, com destaque para o fósforo (P). O experimento foi instalado em uma área degradada no município de Ibaretama-CE, BR. O delineamento experimental utilizado foi em blocos casualizados, em esquema fatorial 4x2 e cinco repetições, totalizando 40 unidades experimentais. Nos tratamentos avaliados foram utilizadas quatro diferentes doses de hidrogel (0, 4, 5 e 6 g L -1 ) e ausência e presença de bagana de carnaúba. Os condicionadores foram colocados no solo momento do plantio, sendo o hidrogel adicionado na cova e a bagana de carnaúba na superfície do solo. Foram feitas análises químicas de solo, tecido vegetal e análise microbiológica para avaliar a percentagem de colonização por FMA. A presença da bagana de carnaúba junto as doses crescentes de hidrogel influenciou de maneira positiva nos teores de cálcio, potássio e zinco do solo. No tecido vegetal os tratamentos que continham bagana de carnaúba apresentaram menores teores dos nutrientes cálcio e magnésio. Quanto os FMA, a ação simultânea e isolada de ambos os condicionadores influenciaram aumentando a percentagem de colonização das raízes de tamboril, sendo que a maior percentagem de colonização foi em resposta a presença de bagana de carnaúba e as doses crescentes de 5,0 e 6,0 g L -1 de hidrogel. A presença de FMA não resultou em melhoria para a absorção de nutrientes presentes no solo pelas raízes de tamboril. Não houve resposta na absorção de P em função da colonização por FMA.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AGROECOLOGIA E DESENVOLVIMENTO RURAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AGROECOLOGIA E DESENVOLVIMENTO RURAL

Pelos resultados obtidos foi possível verificar que, praticamente em todos os parâmetros de crescimento avaliados, com exceção do diâmetro do caule e teores de K e Mg, o manejo por meio da utilização de fungos micorrízicos não foi satisfatório, sendo o manejo por meio de adubação mineral o que mais promoveu o crescimento das plantas. Melloni et al. (2000) verificaram resultados parcialmente semelhantes a este, quando trabalharam com G. etunicatum e G. intraradices para o porta-enxerto Limão Cravo, cultivado em substratos com diferentes doses de fósforo. Os autores constataram que G. etunicatum não foi eficiente em promover o crescimento das plantas, não diferindo do controle. No entanto, os autores demonstraram que o limão cravo dependeu da micorrização com G. intraradices para alcançar maior altura, diâmetro do caule e matéria seca da parte aérea. Assim como Hippler e Moreira (2013), que demonstraram em sua pesquisa que a inoculação com G. clarum foi ineficiente em promover o crescimento das plantas de amendoinzeiro.
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Seleção de fungicidas visando à preservação de fungos micorrízicos arbusculares nativos no cultivo do feijoeiro.

Seleção de fungicidas visando à preservação de fungos micorrízicos arbusculares nativos no cultivo do feijoeiro.

A azoxistrobina teve o menor efeito restritivo sobre a colonização micorrízica apresentando índice bastante próximo ao controle sendo signiicativamente menor quando comparada com três dos fungicidas testados (mancozebe, óxido cuproso e piraclostrobina), conforme tabela 2. Outro ponto que classiica a azoxistrobina como pouco impactante em relação aos fungos micorrízicos é a esporulação em quantidade semelhante à do controle. Em ensaios realizados com a cultura de milho a azoxistrobina mostrou-se pouco agressiva ao simbionte (Diedhiou et al., 2004).

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Avaliação da diversidade genética de fungos micorrízicos arbusculares em três estádios de estabilização de dunas.

Avaliação da diversidade genética de fungos micorrízicos arbusculares em três estádios de estabilização de dunas.

A taxonomia dos FMAs baseia-se na morfologia dos esporos. No entanto, a identificação precisa dos esporos coletados em campo é problemática, uma vez que, geralmente, encontram-se deteriorados por hiperparasitas ou, então, em fases de desenvolvimento inadequadas para a identificação das estruturas diferenciadoras (Morton et. al., 1995). Nesta situação, as técnicas moleculares apresentam grande potencial para estudos da diversidade dos FMAs em comunidades naturais. Uma grande vantagem da análise de DNA, em comparação à análise das características morfológicas, consiste na possibilidade de seleção de regiões específicas do DNA e do uso de técnicas específicas, estratégias que possibilitam o aumento da resolução taxonômica, permitindo identificar diferentes taxa, superiores à espécie, população ou indivíduo (Kohn, 1992).
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Comparação de métodos para a observação de fungos micorrízicos arbusculares e endofíticos do tipo dark septate em espécies nativas de Cerrado.

Comparação de métodos para a observação de fungos micorrízicos arbusculares e endofíticos do tipo dark septate em espécies nativas de Cerrado.

resultados: pouca fragmentação e ótima clarificação na maioria das espécies (Quadro 2). A menor intensidade de injúrias confirma as observações de Koskey & Gemma (1989), que sugeriram a concentração de 2,5 % de KOH para diminuir o risco de fragmentação das raízes. Contudo, a necessidade de pós-descoloração com H 2 O 2 para a retirada de compostos fenólicos pode alterar estruturas delicadas dos fungos, principalmente os arbúsculos. Isso justifica o menor número de arbúsculos nas raízes pós- clarificadas (Figura 1g) em comparação com as raízes submetidas ao corte (Figura 1h).
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PRODUÇÃO DE MUDAS DE Acacia mangium Willd NODULADAS E MICORRIZADAS EM DIFERENTES SUBSTRATOS

PRODUÇÃO DE MUDAS DE Acacia mangium Willd NODULADAS E MICORRIZADAS EM DIFERENTES SUBSTRATOS

Com o objetivo de desenvolver estratégias baseadas em princípios de baixas aplicações de insumos e rápido crescimento vegetal que visem a revegetação de um solo de restinga degradado em Saquarema - RJ, desde a produção de mudas florestais e estabelecimento das mesmas em campo, foi realizado este experimento na Embrapa Agrobiologia. Para avaliar os efeitos da inoculação com bradyrhizobium e fungos micorrízicos arbusculares em dois substratos usados para a formação de mudas de Acacia mangium Willd, no crescimento, nodulação, colonização micorrízica e teores e acúmulos de macro e micronutrientes, foi realizado um experimento em casa de vegetação na Embrapa Agrobiologia, utilizando um delineamento experimental inteiramente casualizado, em esquema fatorial completo 4 X 2 com 5 repetições. Os tratamentos foram:
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POTENCIAL DE INÓCULO MICORRÍZICO E IMPORTÂNCIA DO COMPRIMENTO DO MICÉLIO PARA A AGREGAÇÃO DE SOLOS DE AMBIENTE FLUVIAL.

POTENCIAL DE INÓCULO MICORRÍZICO E IMPORTÂNCIA DO COMPRIMENTO DO MICÉLIO PARA A AGREGAÇÃO DE SOLOS DE AMBIENTE FLUVIAL.

arbusculares (FMAs), ocorrendo em distintas classes de solos de ambientes luviais na bacia do rio Itajaí-Açu, em Santa Catarina. No Brasil, este representa o primeiro trabalho avaliando o PIM em solos de ambientes luviais, e pelo menos uma área amostrada apresentou PIM superior às demais áreas dentro da mesma classe de solo. Os valores de porcentagem de colonização de B. brizantha no bioensaio do PIM variaram, para a maior parte das áreas, de 30 a 55 %. O bioensaio utilizado neste estudo foi o proposto por Moorman e Reeves (1979), que permite avaliação rápida e comparativa do PIM com base na porcentagem de colonização micorrízica em uma planta hospedeira após 30 dias. Os dados na literatura sobre o PIM em áreas ripárias são escassos, e apenas dois estudos feitos no rio Flathead em Montana, nos Estados Unidos, puderam ser utilizados para comparação. Harner et al. (2009), usando um método similar para mensurar o PIM, encontraram valores de 3 a 24 % de colonização micorrízica em sedimentos de planícies aluviais e constataram que houve variações no PIM de acordo com a área amostrada. Piotrowiski et al. (2008), estudando uma cronossequência de inundação nesse rio, observaram que o PIM aumentou rapidamente (42 a 57 % de colonização) entre 4 e 9 anos e depois declinou (10 a 30 % de colonização) entre 13 e 65 anos. Os maiores valores encontrados neste estudo comparado àqueles encontrados no rio Flathead pode ser em razão da presença de vegetação (pastagem ou loresta), que garante condições para
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Soil Attributes Related with Production of Brazil Nut Tree (Bertholletia excelsa)

Soil Attributes Related with Production of Brazil Nut Tree (Bertholletia excelsa)

Em novembro de 2009 foram coletados solo e folhas para avaliar a fertilidade do solo, a colonização por fungos micorrízicos arbusculares (FMA) e o estado nutricional das árvores. Na área de influência de cada indivíduo foram coletadas quatro subamostras de solo para constituir uma amostra composta. As amostras de solo foram retiradas de cada quadrante dentro da área de projeção da copa, nas profundidades de 0-10 cm e 10-20 cm, totalizando 38 amostras compostas. As amostras foram levadas ao laboratório para secagem ao ar, na sequência foram destorroadas e passadas em peneira com malha de 2 mm (Raij et al., 2001). Foram extraídos fósforo (P) e potássio (K) por Mehlich 1, com determinações por colorimetria (P) e fotometria de chama (K), conforme descrito em Donagema et al. (2011). Cálcio (Ca), magnésio (Mg) e alumínio (Al) trocável foram extraídos por solução de KCl 1 mol L -1 e determinados por espectrofotometria de
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