Top PDF Uso e diversidade de plantas medicinais em uma comunidade quilombola no Raso da Catarina, Bahia.

Uso e diversidade de plantas medicinais em uma comunidade quilombola no Raso da Catarina, Bahia.

Uso e diversidade de plantas medicinais em uma comunidade quilombola no Raso da Catarina, Bahia.

(Uso e diversidade de plantas medicinais em uma comunidade quilombola no Raso da Catarina , Bahia). A contribuição dos povos afrodescendentes é de extrema importância para a formação da cultura brasileira. Esses povos são em parte representados pelas comunidades remanescentes de quilombos, que mantém costumes e conhecimentos sobre utilização e manejo dos recursos vegetais. Esta pesquisa teve como objetivos inventariar as plantas medicinais utilizadas bem como medir a saliência cultural das mesmas, na comunidade Casinhas, município de Jeremoabo, estado da Bahia, localizada numa região de Caatinga. Para coleta dos dados foram realizadas entrevistas semi-estruturadas com sete pessoas reconhecidas pela comunidade como os maiores detentores do conhecimento sobre plantas. Os resultados indicam que 87 espécies são utilizadas na medicina tradicional local, merecendo destaque Poincianella pyramidalis (catingueira), que apresentou maior freqüência de citação e maior valor de saliência. O sistema digestório teve o maior número de indicações de plantas relacionadas às suas afecções (21 espécies); as folhas (36%) e as cascas (30%) foram as partes mais citadas nas indicações terapêuticas; o chá foi a forma de uso mais indicada (49%). A comunidade estudada depende diretamente dos recursos vegetais para suas práticas de cura. Os resultados dessa pesquisa podem servir como base para bioprospecção bem como subsídio para seleção de espécies da caatinga prioritárias para estudos posteriores de ecologia de populações, visando o seu uso e manejo sustentável.
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Estudo Etnobotânico de plantas medicinais utilizadas pela Comunidade do Sisal no município de Catu, Bahia, Brasil.

Estudo Etnobotânico de plantas medicinais utilizadas pela Comunidade do Sisal no município de Catu, Bahia, Brasil.

RESUMO: A utilização de plantas medicinais é instintiva nos animais, visto que alguns destes buscam raízes, cascas, folhas ou frutos na tentativa de resolver seus males. O homem, por sua vez, aprendeu a utilizar estas informações empiricamente para fazer uso destes vegetais. A medicina popular é uma importante alternativa, provavelmente, a mais usada para a cura de doenças por parte de populações indígenas, quilombolas ou rurais. A Etnobotânica, por sua vez, encarrega-se de estudar e interpretar essa relação dos homens com o mundo vegetal. Devido ao seu grande potencial biológico e cultural, o Brasil apresenta uma ininidade de conhecimentos tradicionais e espécies vegetais importantes, o que torna esse país uma grande fonte de pesquisa na área. Visando avaliar o conhecimento tradicional da população rural do Sisal, Catu/Bahia, relacionado ao uso de plantas medicinais, este trabalho iniciou-se em julho de 2009, constando de entrevistas semi-estruturadas e estruturadas, gravações, registros fotográicos, coleta do material botânico indicado nas entrevistas com os informantes, tratamento do material coletado e incorporação ao Herbário da Universidade do Estado da Bahia (HUNEB). Foram identiicadas e coletadas 54 espécies distribuídas em 46 gêneros e 28 famílias, sendo Lamiacaeae e Asteraceae as mais representativas. A maioria das plantas é constituída de ervas e cultivada nos quintais dos moradores. O estudo revelou que a comunidade apresenta uma medicina popular bastante rica, com grande diversidade de espécies vegetais e usos por parte da população.
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Conhecimento e uso de plantas medicinais em uma comunidade rural no município de Cuitegi, Paraíba, Nordeste do Brasil

Conhecimento e uso de plantas medicinais em uma comunidade rural no município de Cuitegi, Paraíba, Nordeste do Brasil

Já em relação ao capim santo (Cymbopogon citratus (DC.) Stapf.), Barbosa et al., (2012), investigando plantas medicinais na comunidade quilombola da Barra II na Bahia, reportou que 56% dos informantes utilizam essa espécie nas preparações caseiras principalmente como anti-hipertensivo. A partir do conhecimento empírico, obtido nos estudos etnobotânicos como este, muitas plantas passam a ser estudadas em laboratórios a fim de se identificar o porquê de seus usos, pelas comunidades tradicionais, como é o caso do capim santo (Cymbopogon citratus (DC.) Stapf.), onde muitos estudos evidenciam seu poder antimicrobiano, que resulta na cura de infecções diversas (Shah et al. 2011; Carmo et al. 2012) e sua forte ação antioxidante (Cheel et al. 2005; Campos et al. 2014), o que poderá ser utilizado no combate a carcinomas e envelhecimento precoce.
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Prevalência de parasitose intestinal em uma comunidade quilombola do semiárido baiano

Prevalência de parasitose intestinal em uma comunidade quilombola do semiárido baiano

A ausência de parasitismo pelos helmintos intestinais detectada nos moradores da comunidade estudada também foi registrada na pesquisa realizada em escolares do ensino fundamental no município de Coração de Jesus/MG (Cantuária, Cocco, Bento & Ribeiro, 2011). A disseminação das helmintoses tem estreita relação de dependência com temperatura e umidade do solo. Considera-se que, nas regiões semiáridas, a longa estação seca seja uma das situações limitantes para a proliferação e para a manutenção de infecções de parasitos como A. lumbricoides, T. trichiura e ancilostomídeos (Rey, 2010). De maneira similar aos resultados obtidos nesse estudo, na pesquisa realizada com a população de São Raimundo Nonato-PI, observou-se a ausência de infecção de T. trichiura e baixa frequência de A. lumbricoides. Esta região apresenta clima semiárido, com extensos períodos de seca, e, portanto, baixa umidade do solo, o que provavelmente impede a transmissão da ascaridíase e da tricuríase, cujos ovos requerem um período de maturação de pelo menos três semanas em solo úmido e sombreado antes de se tornarem infectantes (Alves et al., 2003; Baptista et al., 2006). Justifica-se a falta de Schistosoma mansoni nas amostras analisadas pela ausência do hospedeiro intermediário que, no Brasil, são espécies de moluscos do gênero Biomphalaria (B. glabrata, B. tenagophila, B. straminea) (Neves et al., 2011).
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INVESTIGANDO UMA PROPOSTA EDUCACIONAL BILÍNGUE (LIBRASPORTUGUÊS) EM UMA ESCOLA DA REDE MUNICIPAL DE JUIZ DE FORA

INVESTIGANDO UMA PROPOSTA EDUCACIONAL BILÍNGUE (LIBRASPORTUGUÊS) EM UMA ESCOLA DA REDE MUNICIPAL DE JUIZ DE FORA

O Brasil tem passado por uma importante fase de transição, no que tange à educação de surdos. Pode-se dizer que houve, de fato, um processo histórico de opressão vivido por esses sujeitos, principalmente no que se refere ao uso e à disseminação de sua língua de sinais (LS). Essa questão, construída historicamente, pode refletir, diretamente, na concepção utilizada pelos protagonistas da educação de surdos. No Brasil, a educação de surdos foi inaugurada com a criação do Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines), em 1857. Ao longo dos anos, várias legislações, tanto em nível mundial quanto em nível nacional, foram surgindo e delineando a educação de surdos. Na Constituição Federal de 1988, em seu Artigo 205, encontramos que a educação é um direito de todos e um dever do Estado, bem como da família, e que ela visa ao “pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação pa ra o trabalho”. A oficialização da Libras, com a Lei n° 10.436, em 2002, e seus desdobramentos, com o Decreto nº 5.626, em 2005, foram marcos na educação de surdos. O Artigo 22 desse Decreto esclarece, de maneira especificada, sobre o tipo de escolas ou de classes que os alunos surdos têm direito para receberem sua educação: “I - escolas e classes de educação bilíngüe, abertas a alunos surdos e ouvintes, com professores bilíngües, na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental”. O Plano Nacional de Educação (PNE) 2011-2020 corrobora com essa orientação, em sua Meta 4, sobre as escolas bilíngues e classes bilíngues.
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Uso de plantas medicinais por mulheres negras: estudo etnográfico em uma comunidade de baixa renda.

Uso de plantas medicinais por mulheres negras: estudo etnográfico em uma comunidade de baixa renda.

Conhecimentos a respeito do preparo e uso de remé- dios caseiros foram adquiridos dos próprios ascendentes familiares e no meio social, sobretudo dos líderes religio- sos. Desse modo, foi uma práica aprendida e enraizada nos costumes familiares. Embora se trate de costume cujo emprego na vida coidiana está se tornando cada vez mais escasso, o fato é que as mulheres coninuam a usar esse recurso para resolver problemas de saúde considerados de solução relaivamente simples. Por se tratar de costu- me enraizado no coidiano cultural, o culivo das plantas medicinais com inalidades terapêuicas permanece entre as práicas familiares que são preservadas.
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A HORA DE TRABALHO PEDAGÓGICO COLETIVO A PARTIR DA IMPLEMENTAÇÃO DA LEI COMPLEMENTAR No 613/2011: ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA MUNICIPAL DE LIMEIRA – SP – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A HORA DE TRABALHO PEDAGÓGICO COLETIVO A PARTIR DA IMPLEMENTAÇÃO DA LEI COMPLEMENTAR No 613/2011: ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA MUNICIPAL DE LIMEIRA – SP – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Partindo do pressuposto de que a formação continuada de professores desenvolvida no contexto da prática tem a finalidade de propor reflexões e orientar a prática docente, a presente dissertação investiga a utilização do tempo da Hora de Trabalho Pedagógico Coletivo (HTPC) por uma escola da rede municipal de Limeira e, em decorrência das constatações da pesquisa, propõe um programa para a melhoria da gestão desse momento. A partir de uma abordagem qualitativa, este estudo de caso foi desenvolvido por meio da análise documental e da realização de entrevistas. Os dados documentais foram coletados do Plano Gestor e dos registros das pautas da HTPC da escola, da Lei Complementar nº 613/2011 e da Lei Federal nº 11.738/2008. As informações sobre os participantes da pesquisa foram obtidas por meio de entrevistas, na modalidade semiestruturada, e de questionários. Objetivou- se com a aplicação desses instrumentos, obter a versão legal e captar a opinião dos profissionais sobre a LC nº 613/2011, assim como investigar quais são as atividades desenvolvidas na HTPC. Foram realizadas entrevistas com a diretora e com a coordenadora da escola, bem como com o coordenador do sindicato dos professores do ensino oficial do estado de São Paulo. O acesso aos professores da escola, por sua vez, deu-se a partir da aplicação de questionário. A pesquisa apontou que a implementação da LC nº 613/2011, na rede municipal de Limeira, não foi acompanhada de ações que subsidiassem o trabalho desenvolvido pela equipe gestora da escola, de forma que esta não está preparada para o desenvolvimento da formação do professor. Uma das consequências verificadas foi o fato de o uso do espaço da HTPC mostrar-se tomado por demandas administrativas e burocráticas. Além disso, observou-se que os horários nos quais os encontros acontecem são inadequados ao trabalho coletivo. Conclusivamente, este estudo mostra que, ter assegurado, em lei, tempo para o desenvolvimento do trabalho pedagógico e formação docente não significa que essas ações aconteçam. Dessa forma, como desdobramento da pesquisa, foi elaborado um plano de ação educacional com algumas indicações que podem contribuir para o desenvolvimento de uma formação de professores centrada na escola: a reorganização do tempo da HTPC, a formação do professor crítico reflexivo, o compartilhamento de decisões por meio de uma gestão democrática participativa e o desenvolvimento de um trabalho coletivo.
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Utilização das principais plantas medicinais em uma comunidade rural.

Utilização das principais plantas medicinais em uma comunidade rural.

o estudo tornou possível verificar que a comu nidade de Pitanga da Estrada ' faz uso de plantas medicinais, sendo prática com u m na maioria das pesqu isadas como alternativa á med icina alopática institucionalizada , deficitária na comunidade. Constatamos, ainda, uma variedade de plantas medicinais que essa população utiliza , porém o uso popular de algumas plantas d ifere do referencial pesqu isado, como também em relação á pate da planta que é utilizada, levando-nos a q uestionar se a referida com u nidade con hece as reais indicações terapêuticas das plantas utilizadas ou se essa prática empírica necessita de u ma validação científica como forma de comprovar a eficácia do seu uso popular.
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XVII Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (XVII ENANCIB) GT 3 – Mediação, Circulação e Apropriação da Informação MEDIAÇÃO DA INFORMAÇÃO EM COMUNIDADES QUILOMBOLAS MEDIATION INFORMATION IN QUILOMBOLA COMMUNITIES

XVII Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (XVII ENANCIB) GT 3 – Mediação, Circulação e Apropriação da Informação MEDIAÇÃO DA INFORMAÇÃO EM COMUNIDADES QUILOMBOLAS MEDIATION INFORMATION IN QUILOMBOLA COMMUNITIES

Os estudos sobre informação para grupos etnicamente vulneráveis ainda são exíguos na CI. Conforme Silva e Aquino (2012, p. 2) “a literatura da área de Biblioteconomia/Ciência da Informação pouco discute sobre a importância, o valor e o uso da informação para esses grupos”. Desse modo, pretende-se com essa investigação compreender e contribuir com as construções/discussões teórico-práticas referentes à como ocorre o acesso e uso das informações para essas minorias. Para Canela e Nascimento (2009) acesso à informação além de ser um direito de todo e qualquer indivíduo, é um direito que pertence à coletividade. Isso porque o acesso amplo a informação promove ganhos a comunidade de maneira geral.
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Bignoniaceae in the Raso da Catarina Ecoregion, Bahia, Brazil

Bignoniaceae in the Raso da Catarina Ecoregion, Bahia, Brazil

Resumo: Este trabalho apresenta o levantamento florístico da família Bignoniaceae na Ecorregião Raso da Catarina, Bahia, Brasil, considerada uma das principais famílias de lianas das florestas brasileiras. Os espécimes analisados foram coletados no período de setembro 2012 a maio 2014. As análises foram complementadas por coleções botânicas depositadas nos herbários: ALCB, HRB, HUEFS, IPA e PEUFR. As identificações foram realizadas com base, principalmente, em bibliografias especializadas, protólogos, imagens de coleções-tipo e consultas às coleções dos herbários visitados. Foram catalogados 11 gêneros e 20 espécies. Fridericia Mart. e Handroanthus Mattos foram os gêneros mais representativos (5spp.), seguido de Jacaranda Juss (2spp.). Os demais gêneros estão representados por uma espécie cada um. As espécies mais representativas na área foram: Anemopaegma laeve DC., Fridericia erubescens (DC.) L.G.Lohmann, Jacaranda jasminoides (Thunb.) Sandwith. e Tabebuia aurea (Manso) Benth. & Hook f. ex Moore. Dentre as espécies catalogadas, uma é nova ocorrência para o bioma Caatinga, dez são endêmicas do Brasil, sendo três exclusivas da Caatinga. O tratamento taxonômico inclui uma chave de identificação, descrições, ilustrações, fotos, dados de distribuição geográfica, potencial econômico, fenologia reprodutiva e comentários sobre as espécies.
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Malpighiaceae in the Raso da Catarina Ecoregion, Bahia, Brazil

Malpighiaceae in the Raso da Catarina Ecoregion, Bahia, Brazil

Resumo: Este estudo apresenta o levantamento florístico das espécies de Malpighiaceae na Ecorregião Raso da Catarina, no estado da Bahia, Brasil. Após extensos estudos de campo e herbário, identificamos 18 gêneros e 32 espécies de Malpighiaceae na área de estudo: Aspicarpa harleyi W.R.Anderson, Banisteriopsis C.B.Rob. (3 spp.), Barnebya harleyi W.R.Anderson & B.Gates, Bronwenia ferruginea (Cav.) W.R.Anderson & C.C.Davis, Bunchosia pernambucana W.R.Anderson, Byrsonima Rich. ex Kunth (4 spp.), Carolus chasei (W.R.Anderson) W.R.Anderson, Diplopterys lutea (Griseb.) W.R.Anderson & C.C.Davis, Galphimia brasiliensis (L.) A.Juss., Heteropterys Kunth (5 spp.), Janusia anisandra (A.Juss.) Griseb., Mascagnia Bertero (2 spp.), Mcvaughia bahiana W.R.Anderson, Peixotoa hispidula A.Juss., Ptilochaeta Turcz. (2 spp.), Stigmaphyllon A.Juss. (3 spp.), Tetrapterys Cav. (2 spp.), e Thryallis longifolia Mart. Entre as espécies catalogadas, três são novos registros para o bioma Caatinga, 25 são endêmicas do Brasil e seis são exclusivas da Caatinga. Apresentamos chave de identificação para todas as espécies, comentários sobre morfologia, taxonomia, distribuição e fenologia, além de ilustrações para a maioria espécies. Palavras-chave: Semiárido brasileiro, Bioma Caatinga, Florística, Malpighiales, Sazonalmente seca, Florestas tropicais
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O USO DOS RESULTADOS DO AVALIE ENSINO MÉDIO REGULAR NO PLANEJAMENTO DA GESTÃO NA DIREC 24 - CAETITÉ - BAHIA

O USO DOS RESULTADOS DO AVALIE ENSINO MÉDIO REGULAR NO PLANEJAMENTO DA GESTÃO NA DIREC 24 - CAETITÉ - BAHIA

[...] são capazes de identificar, através da leitura de mapa, a região mais povoada do Brasil. Identificam, também, elementos que compõem a paisagem em duas imagens distintas e áreas industriais em diferentes contextos. [...] identificam características da paisagem da caatinga. Eles são capazes de compreender características relacionadas à preservação ambiental, tais como o papel da população na diminuição dos danos causados pela produção de lixo e como a sociedade pode contribuir no processo de reciclagem. Compreendem, ainda, a partir do suporte em leitura de texto, aspectos relacionados à contribuição de diversos povos para a formação da cultura brasileira e compreendem as transformações dos espaços geográficos considerando as relações socioeconômicas e culturais de poder. Compreendem as mudanças no espaço geográfico a partir do desenvolvimento técnico científico informacional. Os estudantes reconhecem as iconografias representativas das paisagens geográficas e são capazes de analisar práticas de apropriação dos recursos naturais da sociedade. Observa-se, assim, que os estudantes transitam entre as habilidades de identificar e compreender processos e dinâmicas de diversos fenômenos geográficos (BAHIA, 2012, p.45).
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Levantamento da diversidade e uso das plantas medicinais utilizadas por moradores do município de Puxinanã, PB, Brasil

Levantamento da diversidade e uso das plantas medicinais utilizadas por moradores do município de Puxinanã, PB, Brasil

Foram entrevistados 42 moradores (Fig. 3: A-C) que apresentaram experiências com a utilização de plantas medicinais. A coleta de dados ocorreu através da aplicação de questionário semiestruturado, sócio-cultural e ambiental (ver apêndice), nos dias 03 e 04 de março de 2012, nos horários de 8h às 12h e de 14h às 17h.Os dados específicos da comunidade foram levantados e traçados os perfis para a realização dos estudos etnobotânicos, de acordo com os pressupostos de Martin (1995) e Alexiades (1996), complementados com os subsídios constantes dos trabalhos de Moran (1990), Di Stasi (1996), Ribeiro (1996) e Sousa (1993). Foram tomados dados etnobotânicos sobre as principais plantas medicinais, baseados nos seguintes procedimentos: 1) Aproximação inicial da comunidade; 2) Identificação das pessoas na faixa etária de 25 a 85 anos que realmente detêm as informações sobre as plantas medicinais da região; 3) Associação entre o uso destas plantas e o nível socioeconômico dos usuários; 4) Relações das plantas medicinais homem-ambiente; 5) Informações sobre a maneira de uso e as indicações terapêuticas atribuídas pelos usuários a cada planta. Outros dados etnobotânicos foram obtidos com base em levantamento de herbário, através do exame da coleção do Herbário Lauro Pires Xavier
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Uso de plantas medicinais por pessoas com hipertensão

Uso de plantas medicinais por pessoas com hipertensão

Os profissionais de saúde como médicos e enfermeiros, que possuem o intuito de transformar o uso de plantas medicinais em uma prática concreta a ser aplicada na Estratégia de Saúde da Família, devem ter incorporado este conhecimento, na tentativa de delimitar tal prática de cuidado, inclusive baseando- se em experiências acerca das implicações éticas e legais da aplicabilidade de plantas em tratamentos de saúde. No entanto, para que isso aconteça, os governos municipais e o Estado precisam investir nessa área, realizando treinamentos com os profissionais, além de investimento de suporte básico, físico, e estrutural para implementação de manutenção de tais práticas
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Hipertensão arterial e fatores associados em uma comunidade quilombola da Bahia, Brasil.

Hipertensão arterial e fatores associados em uma comunidade quilombola da Bahia, Brasil.

A idade mostrou-se significativamente associada à HA, com maior média entre os hipertensos (50,81±16,4 anos contra 34,52±13,7 anos entre os não hipertensos). A escolaridade e a renda per capita também demonstraram associação estatisticamente significativa com a HA, com maiores prevalências entre os indivíduos de menor escolaridade (62,7%) e entre aqueles de maior renda (61,1%). Maiores prevalências de HA foram verificadas entre os indivíduos que consideram sua saúde “ruim/muito ruim” (64,3%) e entre os que relataram uso de medicamentos nos últimos 15 dias (75,8%), conforme Tabela 1. Maior percentual de hipertensos foi encontrado entre as pessoas obesas (78,6%) e com CC elevada (55,6%), de acordo com dados da Tabela 2. Dentre as comorbidades avaliadas, encontrou-se associação entre HA e diabetes mellitus.
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PROJETO PROFESSOR DIRETOR DE TURMA: UMA ANÁLISE DA IMPLEMENTAÇÃO EM UMA ESCOLA PÚBLICA DA REDE ESTADUAL DO CEARÁ – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

PROJETO PROFESSOR DIRETOR DE TURMA: UMA ANÁLISE DA IMPLEMENTAÇÃO EM UMA ESCOLA PÚBLICA DA REDE ESTADUAL DO CEARÁ – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O diagnóstico das principais necessidades dos alunos e da escola, para a realização de atividades de monitoria, incentivo aos estudos, elaboração de projetos, práticas sociais de prevenção ao uso de drogas e de combate à violência, desenvolvimento de habilidades sociais etc.; O mapeamento dos alunos com os maiores níveis de autonomia, protagonismo e liderança; O levantamento quantitativo dos alunos que não têm projeto de vida e que precisam melhorar consideravelmente suas posturas frente às responsabilidades do presente e do futuro, para o planejamento de aulas direcionadas e eficazes; A Identificação de quais são os alunos com as maiores lacunas de aprendizagem em português e matemática para reforçar a atenção e acompanhamento aos mesmos nas diversas aulas, atividades e metodologias do Jovem de Futuro [Instituto Unibanco]; A identificação dos alunos que apresentam maiores perfis para o desenvolvimento de pesquisas nas diversas áreas do conhecimento, com vistas à criação de grupos de colaboração estudantil que principiem vivências e pesquisas no método científico; O planejamento de aulas voltadas para a educação ambiental que levem os estudantes a refletirem sobre seu papel na prevenção de problemas que afetam o meio ambiente; A promoção de aulas e atividades diversificadas que estimulem a permanência do jovem na escola, o zelo pelo patrimônio público e o estabelecimento de relações promotoras de paz. (CEARÁ, 2014, p.12)
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USO DE 
    PLANTAS MEDICINAIS NA CRIAO ANIMAL

USO DE PLANTAS MEDICINAIS NA CRIAO ANIMAL

Diversos relatos acerca do uso de plantas medicinais foram identificados, ao longo da história do homem. Antes do surgimento da escrita, o homem utilizava ervas como fonte de alimentação e para a cura de males. As investigações etnofarmacológicas e etnobotânicas têm sido reconhecidas pelos cientistas em todo o mundo como a principal forma de obtenção de informações e estratégias para seleção de plantas medicinais. No Brasil a utilização da fitoterapia surgiu como uma opção que se ajusta as necessidades do atendimento primário de saúde existente em vários municípios brasileiros. A etnoveterinária é a ciência que estuda as práticas populares a favor da saúde e bem estar animal, e que tem como ramo o tratamento de patologias animais a base de plantas medicinais. A adoção das plantas medicinais como tratamento abrange todo o campo animal. As plantas medicinais vêm sendo exploradas e estudadas a fim de solucionar os impactos causados nas culturas por uso de produtos químicos e o aparecimento de doenças. O objetivo dessa revisão foi fazer um levantamento de informações sobre as diversas plantas medicinais que estão sendo utilizadas como forma de manejo na criação animal. PALAVRAS CHAVE: etnoveterinária, fitoterápicos, metabolismo secundário
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BRUNO CÉSAR DE NAZARETH CIRIBELLI RETENÇÃO E EVASÃO ESCOLARES NO BACHARELADO INTERDISCIPLINAR EM CIÊNCIAS EXATAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

BRUNO CÉSAR DE NAZARETH CIRIBELLI RETENÇÃO E EVASÃO ESCOLARES NO BACHARELADO INTERDISCIPLINAR EM CIÊNCIAS EXATAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

Assim, buscando estruturar a organização desta dissertação, o capítulo 1 descreve o caso de gestão em uma instituição federal de ensino superior, referente aos casos de ret[r]

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Assim, vamos receber a análise “Os impactos das práticas comerciais da empresa

Assim, vamos receber a análise “Os impactos das práticas comerciais da empresa

Em “Comunidade quilombola do Tipitinga: Organização, identidade e direito à terra”, Arivaldo Silva de Araújo e Antonio Edson Farias discutem a organização da comunidade quilombola do Tipitinga e o direito do acesso à terra em Santa Luzia do Pará. A luta organizada da família Vitorino Ramos através da Associação de Moradores Quilombo do Tipitinga pela conquista do título único e coletivo iniciou-se no ano de 2005 através da criação da associação AMORQUIT. Foram 03 anos de persistência, enfrentando a burocracia, até que no ano de 2008 foi lhes concedido o título almejado, garantindo o direito ressalvado na Constituição Federal, oficializando o direito à terra daqueles moradores. mostrando que é mais fácil conviver com as águas barrentas (significado de Tipitinga em língua Tembé) do que com as barrentas negociações da legalidade.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA JONAS CORDEIRO DA SILVA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA JONAS CORDEIRO DA SILVA

repasses de recursos de programas federal e estadual, havendo pouco envolvimento e participação da comunidade escolar na elaboração e na realização dos projetos e ações da escola, embora a comunidade compareça aos eventos sociais e culturais promovidos. A escola, ao longo de sua história, tem realizado diversos projetos pedagógicos e sociais com o intuito melhorar a aprendizagem e aproximação da comunidade, entre os quais podemos destacar: Construindo o Sucesso da Escola, Esporte é Vida, Festival de Arte e Cultura, Leitura ao Alcance de Todos, Jantar Social do Dia das Mães, Jantar Social do Dia dos Pais, Arrastapé da Escola Izel, Projeto de Leitura e Produção: Chaves do Mundo, Projeto de Conservação do Patrimônio Público Escolar, Jogos Estudantis - JEB’s. Alguns deles não são realizados todos os anos e outros aconteceram apenas em uma edição. Com exceção dos projetos Leitura ao Alcance de Todos, Leitura e Produção: chaves do mundo, Jogos Estudantis e Conservação do Patrimônio Público, que tiveram o objetivo de promover a aprendizagem dos alunos através da leitura, produção textual, esportes e responsabilidade social, todos os demais projetos, quando ocorreram, objetivavam a interação da escola com a comunidade e a obtenção de recursos para melhoria da estrutura da escola, equipamentos e materiais pedagógicos. Os projetos de leitura e produção textual funcionaram durante dois anos letivos e os jogos estudantis e a conservação do patrimônio continuam fazendo parte do projeto pedagógico anual da escola. Os projetos Jantar Social das Mães, Pais e Arrastapé foram realizados pela última vez em 2011 em virtude de reforma no prédio da escola. Os demais projetos não foram mais realizados.
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