Top PDF Diversidade polínica das Mimosoideae (Leguminosae) ocorrentes em uma área de caatinga, Pernambuco, Brasil.

Diversidade polínica das Mimosoideae (Leguminosae) ocorrentes em uma área de caatinga, Pernambuco, Brasil.

Diversidade polínica das Mimosoideae (Leguminosae) ocorrentes em uma área de caatinga, Pernambuco, Brasil.

RESUMO – (Diversidade polínica das Mimosoideae (Leguminosae) ocorrentes em uma área de caatinga, Pernambuco, Brasil). O município de Mirandiba, Pernambuco, considerado prioritário para a conservação da caatinga, apresenta cerca de 25% das espécies de Leguminosae do bioma, sendo 23 espécies em 13 gêneros da subfamília Mimosoideae, das quais 6 espécies são endêmicas. Dezenove táxons desta subfamília tiveram seus grãos de pólen caracteri- zados por microscopia óptica e eletrônica de varredura, ilustrados e incluídos em uma chave de identifi cação. A morfologia polínica dos táxons estudados é muito variada, principalmente em relação às unidades de dispersão, sendo encontradas desde mônades, em Neptunia e Desmanthus; políades com oito grãos de pólen, uniplanar em Calliandra depauperata e multiplanar em Mimosa spp. e Pityrocarpa moniliformis, políades com 16 grãos de pólen, em Anadenanthera, Inga, Parapiptadenia, Pithecellobium e Senegalia, tétrades também em espécies de Mimosa, e políades amorfas com 32 grãos de pólen, presentes em Chloroleucon e Pithecellobium. Essas diferenças aliadas a caracteres morfométricos e da ectexina possibilitam a identifi cação da maioria dos táxons de Mimosoideae de Mirandiba.
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Polinização por beija-flores em uma área de caatinga no Município de Floresta, Pernambuco, Nordeste do Brasil.

Polinização por beija-flores em uma área de caatinga no Município de Floresta, Pernambuco, Nordeste do Brasil.

RESUMO – (Polinização por beija-flores em uma área de caatinga no Município de Floresta, Pernambuco, Nordeste do Brasil). Foram estudadas plantas ornitófilas em uma área de caatinga da Reserva Particular do Patrimônio Natural Cantidiano Valgueiro (8º36’00” S e 38º34’5” W) em Pernambuco, Nordeste do Brasil, no período de julho de 2002 a junho de 2003. Oito espécies ornitófilas foram registradas no período de estudo, distribuídas em sete gêneros e cinco famílias. Cactaceae foi a família com maior número de espécies polinizadas por beija-flores, sendo representada por três espécies, seguida de Bromeliaceae, com duas espécies. Foram registradas espécies em floração durante todo o ano. Com exceção de Bromelia laciniosa Mart. ex Schult. f. e Neoglaziovia variegata (Arruda) Mez (Bromeliaceae), todas as demais espécies tiveram pico de floração no período seco. Metade das espécies ornitófilas da comunidade estudada apresentou hábito herbáceo. A maioria das espécies apresentou flores vermelhas (62,5%), sendo o tipo tubo registrado em todas as espécies. O comprimento médio do tubo da corola foi 20,2 ± 5,6 mm, a concentração de açúcares no néctar variou de 18% a 33,5% e o volume de 22 a 41 µL. Cinco espécies de beija-flores foram registradas visitando as flores da comunidade estudada, das quais apenas uma foi residente. Chlorostilbon aureoventris (d’Orbigny & Lafresnaye, 1838), devido ao seu comportamento e freqüência de visita, foi considerada como a espécie dominante da comunidade. Comparações com estudos semelhantes evidenciaram que o número de espécies de plantas ornitófilas que floresceram no período de estudo na Reserva foi expressivamente menor do que o encontrado em estudos em remanescentes de Mata Atlântica e áreas neotropicais em geral. Além disso, uma espécie de Trochilinae, e não de Phaethornithinae, atuou como organizadora da comunidade.
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Tipificação polínica em Leguminosae de uma área prioritária para conservação da Caatinga: Caesalpinioideae e Papilionoideae.

Tipificação polínica em Leguminosae de uma área prioritária para conservação da Caatinga: Caesalpinioideae e Papilionoideae.

Os estudos de fl ora polínica, ainda incipientes no Brasil em comparação com sua fl ora, principalmente em áreas de caatinga, são importantes não apenas para o conhecimento da fl ora local como também para subsidiar pesquisas apli- cadas. O primeiro registro da fl ora polínica da caatinga é da década de 1960, no qual Gomes Jr. (1966) apresentou a descrição da morfologia polínica de 15 espécies pertencentes a dez famílias, incluindo duas espécies de Leguminosae (Caesalpinia pyramidalis Tul. e Caesalpinia ferrea Mart. var. cearensis Hub.). O estudo seguinte a focar plantas da caatinga aparece apenas 31 anos depois, quando Santos et al. (1997) estudaram, em microscopias óptica e eletrônica de varredura, os grãos de pólen de espécies de Cactaceae da caatinga de Pernambuco. Espécies de Leguminosae da caatinga, por sua vez, foram abordadas novamente muitos anos depois por Lima et al. (2006; 2008) que focaram a morfologia polínica das espécies apícolas/meliponícolas do gênero Mimosa (Mimosoideae – Leguminosae) que ocorrem no Semiárido, onde a caatinga domina.
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Conhecimento botânico tradicional e conservação em uma área de caatinga no estado de Pernambuco, Nordeste do Brasil.

Conhecimento botânico tradicional e conservação em uma área de caatinga no estado de Pernambuco, Nordeste do Brasil.

A extração de produtos da floresta tem uma grande importância, variando de intensidade de acordo com a utilidade e disponibilidade do re- curso. Entre estes recursos se incluem as ma- deiras, como a jurema (Mimosa tenuiflora (Wi- lld.) Poir.) e os produtos medicinais, como o angico (Anadenanthera colubrina (Vell.) Bre- nan var. cebil (Griseb.) Altschul). A tab. 1 apre- senta uma lista da diversidade de recursos e seus usos. Há muitos problemas sociais e econômi- cos relacionados a extração de recursos e uma carência de estudos que venham desvendar os fatores que se relacionam com algumas espéci- es em particular. Da caatinga se obtém além dos citados recursos, plantas forrageiras e alimentí- cias. A quantidade de recursos comestíveis é muito maior do que à primeira vista se poderia supor, pois as pessoas tendem a aproveitar uma gama muito maior cotidianamente ou quando submetidas a pressões diversas. Entre as plan- tas comestíveis encontram-se as frutíferas e as que fornecem raízes e folhas como verduras. A própria palma, que é usada como forragem, tem seus frutos bastante apreciados para o consumo
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Morfologia de frutos e sementes de Fabaceae ocorrentes em uma área prioritária para a conservação da Caatinga em Pernambuco, Brasil.

Morfologia de frutos e sementes de Fabaceae ocorrentes em uma área prioritária para a conservação da Caatinga em Pernambuco, Brasil.

Fabaceae is the most representative of the Brazilian Caatinga, comprising about one-third of species richness cataloged. Existing research on the biodiversity of this biome reveal several endemic and endangered plant species. In this sense, we aim to establish standards morphological types of fruits, seeds and embryos, with special focus on plumule, to enable the identification of some of the typical or endemic species of the Caatinga. Tours were conducted from March 2006 to March 2008 to collect botanical material in Mirandiba, priority area for research due to insufficient information on its flora and fauna. We selected 16 species, representing 25% of total species collected in the area. Were cataloged six types of fruit, where the standard type was the legume. The seeds without pleurogram prevailed, in the same way that the funiculus filiform, invaginated embryo and hypocotyl-radicle axis with straight patterns were found for these structures. The pattern plumule on differentiated eophylls was the most common. The most common dispersion syndrome was the autochory followed by zoochory. The main propagules are seeds, however, the fruits types baccoid pod, camara, samaroid pod and samara or the monospermic article of the craspedium can assume this role. As the successful germination and seedling establishment is associated with the size and quantity of seed reserve is quite likely that the degree of differentiation of the plumule is another aspect to be investigated in relation to their role in the success of seedling establishment.
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Diversidade e potencial de infectividade de fungos micorrízicos arbusculares em área de caatinga, na Região de Xingó, Estado de Alagoas, Brasil.

Diversidade e potencial de infectividade de fungos micorrízicos arbusculares em área de caatinga, na Região de Xingó, Estado de Alagoas, Brasil.

A ocorrência de plantas não micorrizadas em ecossistemas naturais de regiões semi-áridas constitui exceção, sendo a formação da simbiose parte da estratégia de tolerância das plantas aos estresses ambientais (Miller 1979). Confirmando essa observação, mais de 95% dos espécimes examinados, que constituem representantes significativos da flora local, apresentavam associação com FMA. Por outro lado, não se constatou relação entre o número de esporos na rizosfera e o percentual de colonização das plantas. Em áreas semi-áridas naturais, Reeves et al. (1979) encontraram mais de 90% das plantas micorrizadas. Em áreas de caatinga no Estado de Pernambuco, entre nove espécies de monocotiledôneas coletadas, seis apresentaram percentuais de colonização variando de 22% a 50% (Silva et al. 2001b). Por outro lado, em outras oito espécies de monocotiledôneas coletadas também em área de caatinga, no mesmo Estado, Santos et al. (2000) encontram apenas dois espécimes associados a FMA.
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Diversidade de herbáceas em microhabitats rochoso, plano e ciliar em uma área de caatinga, Caruaru, PE, Brasil.

Diversidade de herbáceas em microhabitats rochoso, plano e ciliar em uma área de caatinga, Caruaru, PE, Brasil.

Apenas umas poucas espécies de ervas apresen- taram populações numerosas, característica similar ao que ocorre com o componente lenhoso (Santos 1987; E.M.N. Ferraz, dados não publicados; Araújo et al. 1995; Sampaio 1996; Ferraz et al. 1998; Alcoforado- Filho et al. 2003). Esta baixa equabilidade resultou da elevada densidade de Pilea hyalina, Dioscorea coronata, Delilia biflora e Gomphrena vaga no microhabitat rochoso; de Dioscorea polygonoides, Pseuderanthemum sp. e Dorstenia asaroides nas proximidades do riacho Olaria e de Dioscorea coronata, Gomphrena vaga, Delilia biflora, Panicum venezuelae e Physaloides stoloniferum, no plano (Tab. 1). Entre estas espécies, a ocorrência de D. biflora em solo classificado como Podzólico Vermelho- Amarelo Eutrófico (Alcoforado-Filho et al. 2003) expande o registro de ocorrência da mesma nos tipos de solo de Pernambuco, pois M.F.V. Santos (dados não publicados), correlacionando diferentes tipos de solo com a vegetação estabelecida, notificou a ausência de D. biflora nesta classe de solo, em Parnamirim, local menos chuvoso que Caruaru. Isso sugere que, apesar do tipo de solo ser importante, não deve ser considerado isoladamente no estudo da distribuição desta espécie na vegetação da caatinga, devendo-se incluir outros fatores, sobretudo os climáticos.
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Myxomycetes ocorrentes em áreas de caatinga e brejo de altitude no sertão de Pernambuco, Brasil.

Myxomycetes ocorrentes em áreas de caatinga e brejo de altitude no sertão de Pernambuco, Brasil.

Comentários: cosmopolita, C. fruticulosa é uma espé- cie generalista, ocupando desde ambientes vegetacionais muito úmidos até os extremamente secos (Lado et al. 2003; Estrada-Torres et al. 2009; Rojas et al. 2008). Cavalcanti et al. (2008) apresentaram sua distribuição no Nordeste do Brasil, com a maior parte dos registros efetuada em fragmentos de Floresta Atlântica. Alves et al. (2010) citam sua ocorrência em áreas de caatinga arbórea e caatinga aberta, no Ceará. Na maioria das vezes C. fruticulosa comporta-se como lignícola, ocupando ocasionalmente outros microhabitats, sendo referida como suculentícola por Ferreira & Cavalcanti (2011) para área de caatinga em Serra Talhada. No presente estudo, esta foi uma das poucas espécies assinaladas na ca- atinga de Mirandiba (1 espécime), ocorrendo também em Serra Talhada (três espécimes), esporulando sobre planta suculenta, e em Triunfo (15 espécimes), onde foi abundante e frequente em troncos mortos caídos (Tab. 1-2).
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Diversidade de fungos micorrízicos arbusculares em área de Caatinga, PE, Brasil.

Diversidade de fungos micorrízicos arbusculares em área de Caatinga, PE, Brasil.

Os fungos micorrízicos arbusculares (FMA), filo Glomeromycota (Schüssler et al. 2001), formam a mais ampla simbiose entre fungos e plantas na natureza e podem ser encontrados nos mais variados biomas e ecossistemas, tais como florestas tropicais, desertos, savanas, pradarias e dunas, ocupando áreas naturais ou agrícolas, preservadas ou degradadas (Smith & Read 1997). Os FMA promovem maior absorção de nutrientes, beneficiando o hospedeiro principalmente com a translocação do fósforo (He et al. 2002),e também outros íons, proporcionam aumento da resistência vegetal contra patógenos (Liu et al. 2007) e maior tolerância a estresses hídrico (Beltrano & Ronco 2008) e salino (Maia & Yano-Melo 2005), contribuindo ainda para a agregação do solo (Mergulhão et al. 2010). Além disso, atuam na definição de nichos ecológicos ocupados pelos vegetais, determinando a composição das comunidades de plantas (Francis & Read 1995). Considerando que os FMA participam de processos importantes para a manutenção dos ambientes terrestres, estudos sobre esses fungos po- dem contribuir para esclarecer aspectos importantes da sua atuação e funcionalidade na Caatinga. Nesse contexto, foi determinada a condição micorrízica das plantas, a in- fectividade e a riqueza de FMA em uma área de Caatinga preservada, no estado de Pernambuco.
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Capparaceae: flora do Rio Grande do Norte e biogeografia no semiárido brasileiro

Capparaceae: flora do Rio Grande do Norte e biogeografia no semiárido brasileiro

A região Neotropical é constituída por um conjunto de florestas sazonalmente secas de distribuição disjunta, reconhecidas como Seasonally Dry Tropical Forests ̶ SDTFs (Pennington et al. 2000). A Caatinga é considerada a maior SDTF de área contínua e isolada na América do Sul (Queiroz 2006), e apresenta uma área de aproximadamente 850.000 km 2 , correspondendo à maior parte da região semiárida brasileira, estendendo-se do seu limite norte, nos estados do Ceará e Rio Grande do Norte, ao norte de Minas Gerais (Queiroz 2009). É caracterizada por um clima quente e semiárido, com média pluviométrica de 1.000 mm/ano, porém concentrada apenas em três a seis meses (Velloso et al. 2002). Possui uma vegetação composta por um tipo de floresta baixa com dossel descontínuo, com altas taxas de deciduidade e árvores com ramificação profusa, além de arbustos espinhosos e suculentas (Leal et al. 2005, Queiroz 2009).
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Open Ecologia comparativa dos lagartos Phyllopezus Periosus e Phyllopezus Pollicaris (Sauria: ) em simpatria em área de caatinga no Nordeste do Brasil

Open Ecologia comparativa dos lagartos Phyllopezus Periosus e Phyllopezus Pollicaris (Sauria: ) em simpatria em área de caatinga no Nordeste do Brasil

ii área (sub-área I) utilizada no estudo. Ambas as espécies ocuparam predominantemente microhábitats saxícolas, sendo constatada uma alta sobreposição quanto ao uso dos diferentes microhábitats. A altura de empoleiramento utilizada preferencialmente por P. periosus e P. pollicaris foi de 0 e 60 cm, entretanto, P. periosus ocupou poleiros mais altos (421 até 540 cm de altura), o que não foi observado em P. pollicaris. Os primeiros indivíduos de ambas as espécies foram avistados a partir das 18:02 até as 04:29 horas da manhã do dia seguinte e as duas espécies de lagartos não apresentaram diferenças significativas quanto ao período de atividade. As presas mais consumidas por P. periosus foram Coleoptera, Formicidae e Hemiptera, já para P. pollicaris os itens mais consumidos foram Coleoptera, Isoptera e Aranae. P. pollicaris apresentou ambas as larguras de nicho trófico (número e volume) bem superiores quando comparado com P. periosus . No entanto, as duas espécies apresentaram alta sobreposição em suas dietas. Não foi constatado diferenças quanto ao volume das presas consumidas. As duas espécies diferiram em relação ao tamanho do corpo e massa corpórea. Mas, indivíduos adultos de P. periosus e P. pollicaris não apresentaram diferenças intraespecíficas do tamanho do corpo e massa corpórea em relação ao sexo. P. periosus apresentou uma taxa de recaptura de 30%, enquanto que seu congênere apresentou uma taxa média de 19%. Apenas a espécie P. pollicaris apresentou variação na taxa de recaptura ao longo do tempo, que se mostrou negativamente correlacionada com a precipitação média de cada mês. A estimativa de sobrevivência em ambas as espécies foi constante ao longo do tempo. P. periosus e P. pollicaris apresentaram estimativas de sobrevivência de 66% e 94%, respectivamente. P. pollicaris apresentou densidade populacional maior que P. periosus durante todo o estudo. A maior densidade observada para P. periosus foi no mês de julho de 2012, já para P. pollicaris foi no mês de novembro do mesmo ano. Ambas as espécies apresentaram variações em suas abundâncias populacionais dependendo da sub-área amostrada. Enquanto P. pollicaris foi mais abundante na sub- área I, P. periosus mostrou-se mais abundante que seu congênere na sub-área III. Variações nas abundâncias populacionais entre essas duas espécies, provavelmente seja um fator que possa vir a contribuir para coexistência das duas espécies na área de estudo.
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Morfologia polínica de espécies de Brunfelsia L. (Solanaceae) ocorrentes no Estado do Rio de Janeiro.

Morfologia polínica de espécies de Brunfelsia L. (Solanaceae) ocorrentes no Estado do Rio de Janeiro.

ABSTRACT – (Pollinic morphology of species of Brunfelsia L. (Solanaceae) occuring in state of Rio de Janeiro) - This work presents an analysis of the pollen grains of six taxa of the genera Brunfelsia: B. bonodora (Vell.) J.F. Macbr., B. brasiliensis (Spreng.) L.B. Sm. & Downs var. brasiliensis, B. brasiliensis subsp. macrocalyx (Dusén) Plowman, B. hydrangeiformis subsp. capitata (Benth.) Plowman, B. latifolia (Pohl) Benth. e B. uniflora D. Don. The pollen grains were treated with ACLAC 60% (except the pollen grains of B. latifolia that were submitted to acetolysis). Afterwards, they were measured and photographed by light microscopy and SEM. The analysis under SEM was used to check the sculpturing of the exine. It was observed that the pollen grains are medium or large; isopolar; suboblate or oblate spheroidal; the amb is subcircular, square to pentagonal; the polar area is very small to large; 3-5-colporate; the sexine is variably rugulated, but best visualized in SEM. RESUMO – (Morfologia polínica de espécies de Brunfelsia L. (Solanaceae) ocorrentes no Estado do Rio de Janeiro) - Neste trabalho foram analisados os grãos de pólen de seis táxons do gênero Brunfelsia: B. bonodora (Vell.) J.F. Macbr., B. brasiliensis (Spreng.) L.B. Sm. & Downs var. brasiliensis, B. brasiliensis subsp. macrocalyx (Dusén) Plowman, B. hydrangeiformis subsp. capitata (Benth.) Plowman, B. latifolia (Pohl) Benth. e B. uniflora D. Don. Os grãos de pólen foram tratados com ACLAC 60% (exceto os de B. latifolia, que sofreram o processo da acetólise). Os grãos de pólen foram, posteriormente, mensurados, descritos, foto e eletromicrografados. A análise sob MEV foi utilizada visando a elucidação de dúvidas sobre a ornamentação da exina. Constatou-se que os grãos de pólen são médios ou grandes; isopolares; suboblatos ou oblato-esferoidais; âmbito subcircular, quadrangular a pentagonal; área polar de muito pequena a grande; 3-5-colporados; sexina variavelmente rugulada porém, melhor visualizada sob MEV.
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Key-words: Heliotropium, Boraginaceae, taxonomy, Northeastern, Brazil INTRODUÇÃO

Key-words: Heliotropium, Boraginaceae, taxonomy, Northeastern, Brazil INTRODUÇÃO

Material adicional: Brasil. Bahia: Caetité, 09.III.1994, V.C. Souza et al. 5399, fl., fr. (ESA); Feira de Santana, 12.IX.1997, M.V. Moraes & E.M. Costa-Neto 110, fl., fr. (HUEFS); Rodelas, 22.I.1987, G.O.M. Silva & L.B. Silva 35, fl., fr. (HUEFS); Serra da Copioba, 23.II.1951, G. Pinto 589, fl., fr. (IAC). Ceará: Orós, 09.VII.1984, F.C.F. Silva 173, fl., fr. (RB); Serra de Baturité, 04.XI.1937, J. Eugenio 78, fl., fr. (RB). Maranhão: Santa Inês, 14.XII.1978, N.A. Rosa & H. Vilar 2980, fl., fr. (RB). Mato Grosso: Campo satélite, 04.X.1976, A. Allem 104, fl. (CEN); São Félix do Araguaia, 18.III.1997, V.C. Souza et al. 14450, fl. (ESA). Mato Grosso do Sul: Aquidauana, 04.IV.1990, A.G. Silva & S.V. Leone 12, fl., fr. (PEUFR). Minas Gerais: Pirapora, 02.X.1978, M.P. Coens 78-1053, fl. (VIC); Pouso Alegre, 27.IV.1927, F.C. Hoehne s.n., fl., fr. (SP 19208). Paraíba: Brejo da Cruz, 02.VI.1984, J.E.R. Collares & L. Dutra 160, fl., fr. (CH); Riachão do Bacamarte, 28.VIII.1998, M.I.B. Loiola et al. 464, fl., fr. (PEUFR); Piauí: Picos, 29.VII.1964, A. Castellanos 25299, fl. (GUA). Rio de Janeiro: Paraíba do Sul, 25.VII.1984, J.P.P. Carauta et al., fl., fr. (GUA). Rio Grande do Norte: Santana, 05.XI.1968, N. Lima 36, fl. (UB). Rio Grande do Sul: Alegrete, 11.II.1990, D.B. Falkenberg & M.E.G. Sobral 5241, fl., fr. (PEL); Cachoeira do Sul, 11.IV.1995, J.A. Jarenkow & M. Sobral 2570, fl., fr., (PEL); Ilha da Pólvora, 11.II.1976, Z. Rosa s.n., fl., fr. (HAS 3504). São Paulo: Charqueada, 01.II.1994, K.D. Barreto et al. 1936, fl., fr. (PEL); Porto Feliz, 30.XI.1978, M.A. Cardelli & E.A. Oliveira s.n., fr. (IAC 24948). Sergipe: Aracaju, 17.XI.1986, G. Viana & M.L.C. Leite 2, fl., fr. (ASE).
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Infestação por carrapatos Argasidae e Ixodidae em pequenos mamíferos silvestres da Estação Experimental Rafael Fernandes, MossoróRN

Infestação por carrapatos Argasidae e Ixodidae em pequenos mamíferos silvestres da Estação Experimental Rafael Fernandes, MossoróRN

Registra-se a ocorrência das espécies de carrapatos A. parvum, A. auricularium e O. mimon em um ambiente na- tural, no Rio Grande do Norte, além dos hospedeiros M. domestica, G. agilis, Wiedomys sp., Rattus norvegicus e Thri- chomys sp. Apesar da grande relevância dos registros for- necidos por este estudo, uma vez que contribuem para o conhecimento de espécies hospedeiras para os Ixodidae e Argasidae nas condições semiáridas deste Estado, traba- lhos futuros são necessários para notificação de mais espé- cies num bioma único do Brasil: a Caatinga.

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JOSÉ JOÃO LOPES DOS SANTOS REPROVAÇÃO NO PRIMEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO EM UMA ESCOLA ESTADUAL DE RIBEIRÃO DAS NEVES - MG

JOSÉ JOÃO LOPES DOS SANTOS REPROVAÇÃO NO PRIMEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO EM UMA ESCOLA ESTADUAL DE RIBEIRÃO DAS NEVES - MG

O aluno do Ensino Médio tem chegado a essa etapa com muitas dificuldades de acompanhar o processo de ensino-aprendizagem proposto para esse nível de escolarização. Esse processo pode ter vários fatores envolvidos: a bagagem recebida no Ensino Fundamental pode não estar de acordo com o esperado, a própria situação de mudanças vividas nessa fase da vida, a transição da adolescência para a idade adulta, problemas de ordem cognitiva, a falta de apoio da família nessa fase, no qual o aluno é praticamente emancipado, diminuindo a participação da família na sua vida escolar, até mesmo a própria transição de níveis de ensino com novos conteúdos e disciplinas desconhecidas. Por outro lado, o professor pode influenciar nesse processo, de forma negativa, se não estiver preparado para lidar com essa diversidade de problemas, e não dispuser de metodologias que possam aproximar o aluno das disciplinas que são propostas para esse nível de ensino. Outro fator a ser considerado são as condições socioeconômicas desses alunos, bem como outros fatores sociais que não são de controle do discente, como a vulnerabilidade social do meio em que vive.
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Estrutura da vegetação caducifólia espinhosa (caatinga) de uma área do sertão central de Pernambuco.

Estrutura da vegetação caducifólia espinhosa (caatinga) de uma área do sertão central de Pernambuco.

ABSTRACT - (Vegetation structure of the thorny deciduous woodland (Caatinga) in an area of central sertão of Pernambuco). Vegetation structure of a “Caatinga” sensu stricto (thorny deciduous woodland) was studied in a lowland area at the municipalities of Floresta and Betânia, State of Pernambuco, Brazil. Height and perimeter of all woody plants to be found in 1 hectare were censured when stem perimeter at soil level was ≥ 3 cm and the height ≥ 1 m. A total of 3,140 individuals belonging to 28 plant species were registered with a basal area of 18.5 m 2 . In general, results from surveys at lowlands on plain areas presented smaller individual stem diameters than those located near streams or mountain range sites. Physiognomic differences in the caatinga sensu stricto on lowlands are related to differences on the density of plants with greater diameters. The diameter distribution of Caesalpinia gardneriana Benth. (Caesalpiniaceae) and Croton rhamnifolioides Pax & K. Hoffm. (Euphorbiaceae), the two most important tree species, indicate that these plant populations may be regenerating from former disturbance.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

A SEE/AC deverá acionar sua área jurídica para a elaboração de um instrumento que crie e regulamente o funcionamento da CEAE, bem como ampare, legalmente, a lotação dos profissionais a ela ligados. Ademais, esse instrumento estabelecerá as atribuições inerentes a esses profissionais,no âmbito do Núcleo Local da SEE/AC no município de Cruzeiro do Sul, quando do projeto piloto, e nos demais núcleos municipais e no órgão central da Secretaria, quando da expansão. Essas atribuições devem contemplar a participação em formações a serem ministradas pela agência promotora do SEAPE/AC e a interação com as escolas, através da oferta de formações continuadas voltadas à apropriação dos resultados das avaliações externas. Ou seja, os docentes e demais técnicos lotados na CEAE deverão participar de formações oferecidas pelo CAEd para o aprimoramento dos conhecimentos e das experiências necessárias à promoção da apropriação e utilização dos resultados dessas avaliações pelos profissionais da escola piloto, inicialmente, e das demais escolas cujo envolvimento está previsto nesse plano, quando da expansão.
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A GIDE NO CONTEXTO DE UMA ESCOLA DE ENSINO MÉDIO REGULAR NOTURNO NO RIO DE JANEIRO: UMA ANÁLISE DAS PRÁTICAS GESTORAS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A GIDE NO CONTEXTO DE UMA ESCOLA DE ENSINO MÉDIO REGULAR NOTURNO NO RIO DE JANEIRO: UMA ANÁLISE DAS PRÁTICAS GESTORAS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A potencialidade de gerar discussões fez do assunto da qualidade de ensino, atrelado à avaliação externa, elemento com ênfases teóricas completamente divergentes. Martins (2001) em sua perspectiva, por exemplo, considera as avaliações externas e seus testes padronizados em larga escala como elementos que dificultam a efetivação da autonomia da escola e o processo de descentralização. A realização de avaliação externa sobre os resultados obtidos pelas escolas um importante indicador para que os gestores dos sistemas de ensino possam corrigir problemas e reorientar decisões e percursos institucionais, as metodologias que desconsideram a diversidade cultural que permeia as redes de escolas não captam a efetiva dinâmica das unidades escolares, com base apenas nos resultados finais obtidos por testes padronizados.
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INVESTIGANDO UMA PROPOSTA EDUCACIONAL BILÍNGUE (LIBRASPORTUGUÊS) EM UMA ESCOLA DA REDE MUNICIPAL DE JUIZ DE FORA

INVESTIGANDO UMA PROPOSTA EDUCACIONAL BILÍNGUE (LIBRASPORTUGUÊS) EM UMA ESCOLA DA REDE MUNICIPAL DE JUIZ DE FORA

A educação da rede municipal de Juiz de Fora é administrada pela SE, a qual é organizada pelo Decreto nº 8.591 e pelo Artigo nº 7 da Lei nº 10.937, de 03 de junho de 2005. Segundo consta em site (http://www.pjf.mg.gov.br/se/conheca.php), a SE possui várias funções, dentre elas destaco: (i) propor e articular políticas públicas na área educacional que sejam integradas às estaduais e às federais, bem como aos demais órgãos que atuam na educação, (ii) coordenar o trabalho de organização das escolas, no que se refere aos aspectos pedagógico e ao administrativo, (iii) coordenar o Cadastro Escolar e o Censo Escolar, (iv) propor ações que consolidem o Sistema Municipal de Ensino e a gestão democrática na rede, (v) coordenar projetos e programas da área educacional, (vi) propor ações de implementação das diretrizes para a Educação Infantil, o Ensino Fundamental e a Eja do Município, (vii) organizar os serviços da Educação Básica para as crianças e para os adolescentes, promovendo sua articulação às ações de assistência social, de esporte, de lazer e de cultura, realizadas pela Secretaria de Assistência Social de Juiz de Fora (Sas/JF), (viii) realizar pesquisas e levantamentos de ordem educacional e pedagógica, (ix) administrar o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), (x) promover a divulgação das ações realizadas pela SE de Juiz de Fora, (xi) criar projetos para a captação de recursos, visando ao financiamento de ações na área educacional em parceria às Secretarias da PJF, estando de acordo com a Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Econômico de Juiz de Fora (SPDE/JF) e (xii) prestar assessoria ao Prefeito, em assuntos relacionados à área educacional.
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Interação de fatores biofísicos e antrópicos com a diversidade florística na indicação de áreas para conservação do Bioma Caatinga.

Interação de fatores biofísicos e antrópicos com a diversidade florística na indicação de áreas para conservação do Bioma Caatinga.

No semi-árido, as atividades que contribuem para a diminuição da diversidade potencial são: (1) corte raso da caatinga hiperxerófita, para atender a demanda de lenha; (2) cortes seletivos; (3) supressão para uso agrícola; (4) queima para limpeza da área. O posterior abandono destas áreas não garante o equilíbrio entre espécies, pois há exposição do solo e perda do banco de sementes (Vasconcelos Sobrinho, 1983, p. 31, citado por BRASIL, 2004); (5) predação de espécies vegetais pela pecuária (caprinos e bovinos), prejudicando, principalmente, a regeneração de algumas espécies.
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