Top PDF Doença de Crohn metastática sem manifestação clínica intestinal.

Doença de Crohn metastática sem manifestação clínica intestinal.

Doença de Crohn metastática sem manifestação clínica intestinal.

Resumo: Os autores relatam caso de paciente feminina de 47 anos, com lesões cutâneas ulceradas, disseminadas, iniciadas sete anos antes do acompanhamento. Os achados histopatológicos de tais lesões, somados aos endoscópicos, permitiram o diagnóstico de uma entidade rara: a doença de Crohn metastática. O valor deste diagnóstico é ainda maior, por não se encontrar na literatura, relato de caso com atividade da doença de Crohn restrita às lesões cutâneas, sem a observação de queixas digestivas expressivas.

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Uso de terapia biológica na doença de Crohn metastática: relato de caso e revisão da literatura.

Uso de terapia biológica na doença de Crohn metastática: relato de caso e revisão da literatura.

geralmente surge após o diagnóstico da doença de Crohn em 70% dos casos, e raramente é relatada como sinto- ma inicial. Nas crianças, a doença de Crohn metastática surge simultaneamente aos sintomas gastrointestinais em quase metade dos casos. (1,2) O tempo de evolução

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Doença de Crohn metastática para axila.

Doença de Crohn metastática para axila.

Estas manifestações podem acometer a pele, as articulações, o trato biliar, os olhos, entre outras menos comuns. É freqüente que vários órgãos sejam afetados simultaneamente. O curso das manifestações extra-intestinais segue geralmente o de sua enfermi- dade intestinal, tanto nas crises, remissões, como na resposta terapêutica. Em algumas raras ocasiões, as manifestações extra-intestinais da doença de Crohn apresentam-se com maior severidade e precedem o quadro clínico, sendo indispensável considerar diagnós- ticos diferenciais. 3,4,6

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Caso de uma associao rara: Sweet e Crohn

Caso de uma associao rara: Sweet e Crohn

coterapia, que se associa frequentemente a doenças sistémicas. Entre estas, surge mais frequentemente à doença inflamatória do intestino (nomeadamen- te a doença de Crohn e a colite ulcerosa); embora seja uma manifestação extraintestinal rara, é neces- sário estar alerta pois um diagnóstico precoce da doença inflamatória intestinal pode ser favorável ao prognóstico diminuindo a morbilidade associada.

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Câncer em doença de Crohn: relato de caso.

Câncer em doença de Crohn: relato de caso.

A paciente foi, então, submetida à quimioterapia, mas após alguns meses desenvolveu novo quadro de obstrução intestinal, requerendo ressecção segmentar limitada. Após seis meses, foi reoperada em decorrência de novo episódio de obstrução, desta vez decorrente de importante carcinomatose miliar, tendo sido realizada lise de aderências tumorais e inflamató- rias e ressecção de massa metastática em ovário direi- to. Três meses após apresentou novo quadro obstrutivo, que não se resolveu cirurgicamente, vindo a falecer no período pós-operatório.

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Doença de Crohn e farmacobezoar intestinal: relato de caso.

Doença de Crohn e farmacobezoar intestinal: relato de caso.

M.J.F.P., 50 anos, sexo masculino, branco, na- tural do Rio de Janeiro. Diagnóstico de DC há 14 anos, após tratamento cirúrgico para fístula entero-vesical, permanecendo 9 anos sem tratamento regular. Enca- minhado ao ambulatório de Doenças Inflamatórias In- testinais (DII) do serviço de Gastroenterologia do HUPE sendo iniciada terapia clínica regular. Após um ano de acompanhamento apresentava fístula entero- cutânea (Figura 1), cólicas abdominais e náuseas não responsivas à terapêutica clínica com o uso de mesalazina, corticosteróides e infliximabe. Solicitado então parecer à Coloproctologia para avaliação e tra- tamento cirúrgico.
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Infliximabe na doença de crohn: experiência clínica de um centro terciário paulista.

Infliximabe na doença de crohn: experiência clínica de um centro terciário paulista.

RESUMO: Introdução: Na Doença de Crohn (DC) ocorre uma reatividade anormal dos linfócitos T da mucosa intestinal e produção excessiva de citocinas pró-inflamatórias, entre as quais o fator de necrose tumoral alfa (TNF-á). O infliximabe é um anticorpo monoclonal anti-TNF-á indicado no tratamento de pacientes com DC fistulizante ou não responsiva ao tratamento convencional. Objetivos: Caracterizar as indicações clínicas do infliximabe na DC em um serviço referencial paulista, avaliando padrões de resposta e a efetividade do tratamento através do Índice de Atividade da DC (CDAI). Pacientes e Métodos: O estudo foi observacional retrospectivo e analisou dados de 21 pacientes com DC em uso de infliximabe atendidos no Hospital de Base de Rio Preto entre janeiro de 2004 e julho de 2008. Resultados: Houve predomínio de pacientes do sexo feminino (67%), com média de idade de 33 anos. As indicações mais freqüentes foram fístulas perianais (48%). Resposta clínica total à droga ocorreu em 43% dos pacientes, e resposta parcial em 47%; a diferença da média do CDAI entre os grupos antes e após o tratamento foi de 244,61 pontos (p< 0,0005). Conclusões: O infliximabe induziu melhora clínica em 90% dos pacientes, acompanhada de redução da atividade da doença na avaliação através de um índice padronizado.
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Manifestações orais da doença de Crohn

Manifestações orais da doença de Crohn

A doença inflamatória intestinal (DII) é uma doença de etiologia ainda desconhecida, com uma apresentação clínica muito heterogénea e que inclui uma ampla variedade de apresentações e manifestações clínicas, sendo que a principal é a inflamação crónica do tubo digestivo em diferentes localizações. Atualmente, o conceito de DII engloba três entidades: doença de Crohn, doença celíaca e colite ulcerativa. (Gassull et al., 2007) Tradicionalmente, as DII sempre foram mais comuns em países desenvolvidos; no entanto, nos últimos anos, um número cada vez maior de pacientes tem sido sinalizado em países em desenvolvimento, (Azevedo et al. 2014) ou seja, existe uma variação geográfica nos dados relativos à incidência da DII, traduzindo-se pela influência de fatores predisponentes distintos como genéticos, ambientais, imunológicos, e um papel importante representado pelo desequilíbrio da microbiota intestinal, alterações na permeabilidade e na resposta imune da mucosa (suscetibilidade do hospedeiro). Não menos importante é, ao nível da genética, a relação de parentesco existente entre os indivíduos afetados, principalmente a de 1º grau. (dos Santos, Silva and Santana, 2014) Ao nível da distribuição mundial, as DII apresentam, então, uma incidência crescente em todas as áreas geográficas, principalmente nas últimas décadas. Existem dois picos de incidência, um na adolescência e outro na vida adulta, não menosprezando o facto de as crianças também serem acometidas, até porque os casos de DII nesta faixa etária também têm vindo a aumentar. (dos Santos, Silva and Santana, 2014) Por conseguinte, a DII pode afetar indivíduos de ambos os sexos e em qualquer faixa etária, incidindo predominantemente entre os 20 e 40 anos de idade, com um forte impacto na qualidade de vida e na atividade social, laboral e económica. Os fatores étnicos relacionados com a DII são muito controversos; todavia, parece existir uma maior predisposição para a doença em indivíduos caucasianos. (Azevedo et al. 2014) Porém, apesar das inúmeras pesquisas que têm vindo a ser realizadas e que pretendem esclarecer a sua etiologia, a Doença de Crohn permanece uma entidade clínica ainda sem causa definida.
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A nossa regra de ouro na doença de Behçet: tratar a manifestação clínica

A nossa regra de ouro na doença de Behçet: tratar a manifestação clínica

Behçet’s Disease (BD) is a systemic vasculitis, which can be defined as the frontier between the autoimmune and the auto inflammatory disease. Its etiopathogenesis is still not fully identified, although it is known about the contribution of genetic (MHC Class I association) and environmental factors (higher incidence in specific regions of the globe). There are cells implicated in the pathologic process (neutrophils, macrophages, T regulatory lymphocytes’) and other components (tumour necrosis factor/ TNF, interleukins) of the immune system. The clinical manifestations of BD are very heterogeneous, both in severity and in the affected organs: Muco- cutaneous Behçet, Ocular Behçet, Vasculobehçet, Neurobehçet, Intestinal Behçet, Cardiac Behçet. Independently of the immune-inflamatory mechanisms in each of the clinical manifestations, the therapeutic must be adapted to each one of them. Our cohort of BD, collected throughout 20 years, is representative of all the clinical spectrum of BD, and we consider it useful to revisit the therapeutic indications, comparing the data from the literature with our clinical experience.
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Doença celíaca e constipação: uma manifestação clínica atípica e pouco frequente.

Doença celíaca e constipação: uma manifestação clínica atípica e pouco frequente.

ou outros elementos patológicos, a cada cinco dias. Era me- dicada com lactulose (Farlac) em dose abaixo da preconizada, sem sucesso. A paciente recebeu aleitamento misto até os oito meses de vida e, durante este período, evacuava duas a três vezes por dia, fezes pastosas, sem diiculdade. A mãe introduziu dieta sólida a partir dos seis meses, constituída por leite de vaca (fórmula adequada para a faixa etária) e dieta sólida própria para a idade, de acordo com a orientação do pediatra. A introdução de farinhas derivadas do trigo se deu nessa ocasião. Como antecedente familiar relevante, o avô é portador de Doença de Crohn (sic) e a mãe sofre de constipação crônica.
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Manifestações articulares em pacientes com doença de Crohn e retocolite ulcerativa.

Manifestações articulares em pacientes com doença de Crohn e retocolite ulcerativa.

Os sintomas articulares constituem a manifestação extra-intestinal mais comum em pacientes com doença de Crohn e com retocolite ulcerativa. Reconhecida como artrite colítica, e mais recentemente, artrite enteropática, está classificada como uma das doenças do grupo das espondiloartropatias. Reconhecidamente, há dois padrões de acometimento articular: 1) periférico, habitualmente, associado aos períodos de atividade da doença intestinal e sem associação com o antígeno HLA B27, e 2) axial, caracterizado por espondilite e sacroiliíte, com curso clínico e radiográfico in- dependente da doença intestinal e associado ao HLA B27.
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Sarcoidose ocular: a nossa realidade nos últimos seis anos.

Sarcoidose ocular: a nossa realidade nos últimos seis anos.

A sarcoidose é uma doença inflamatória sistêmica carac- terizada pela formação de granulomas não caseosos nos órgãos e tecidos envolvidos. O mecanismo fisiopatológico, ainda não totalmente esclarecido, resulta de um processo imunológico complexo mediado pela resposta celular Th1 e Th17. Foram identificados padrões de resposta em associa- ção a fatores genéticos e ambientais, quer na forma de apresenta- ção do antígeno (determinados por alelos MHC2), quer na forma como é desenvolvida e mantida a resposta imunológica [células T reguladoras (Tregs)]. (1,2) A disparidade observada entre indivídu-
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Manifestações orais da doença de Crohn

Manifestações orais da doença de Crohn

Sendo a DC uma doença granulomatosa, todas as outras doenças capazes de induzir reação granulomatosa na cavidade oral estão incluídas numa lista de diagnóstico diferencial. A causa primária mais frequente no desenvolvimento de granulomas é uma resposta a corpos estranhos, tais como alguns materiais como amálgamas retidas e selantes endodônticos. As causas secundárias de granulomas são infeções bacterianas (tuberculose) e infeções fúngicas (candidíases) (Lankarani, Sivandzadeh and Hassanpour, 2013; Feuerstein and Cheifetz, 2017). Outras patologias como sífilis secundária, linfomas das células T e Doença de Wegener, podem causar reação granulomatosa na cavidade oral, no entanto é um fenómeno raro e geralmente apresentam outras características proeminentes que levam ao seu diagnóstico (Lankarani, Sivandzadeh e Hassanpour, 2013).
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Marília Ferreira Andrade Estudo sócio-demográfico e clínico–patológico de 38 casos de Tumores Malignos Epiteliais de

Marília Ferreira Andrade Estudo sócio-demográfico e clínico–patológico de 38 casos de Tumores Malignos Epiteliais de

Tumores de glândula salivar constituem cerca de 10% das neoplasias malignas que afetam os seios paranasais. No Brasil, há poucos estudos que apontam estatísticas sobre a incidência dos tumores de glândula salivar em seio maxilar (SM), que é o seio paranasal mais acometido. Apresentamos um estudo retrospectivo de tumores de glândula salivar de SM utilizando a casuística do Instituto Nacional do Câncer (INCA/MS/Brasil) no período entre 1997-2006, que é o principal centro governamental de estatísticas em câncer do país. Material e Métodos: Após revisão histológica para confirmação diagnóstica, os prontuários médicos de 38 pacientes que apresentaram tumor de glândula salivar em seio maxilar foram analisados para coleta de dados clínicos e demográficos. Resultados: O carcinoma adenóide cístico (CAC) foi o tipo histológico mais freqüentemente observado (63,1%), seguido pelo carcinoma mucoepidermóide (CME) com 18,4% dos casos. Foram encontrados ainda um caso (2,6%) de carcinoma ex-adenoma pleomórfico (CA ex-AP), quatro casos (10,5%) de carcinoma polimórfico de baixo grau (APBG), um caso (2,6%) de carcinoma de células acinares (CCA) e um caso (2,6%) de carcinoma epitelial-mioepitelial (CEM) . A proporção masculino: feminino foi de 1:1,7. A maioria dos pacientes era branca (68,4%). A idade media dos pacientes foi de 50,8 anos, variando de 18 a 79 anos. 61,5% dos pacientes eram não –tabagistas, e 71,7% eram não- etilistas. Tumor foi considerado como o principal sinal da doença (23,6%), seguido de dor (21,4%) e obstrução nasal (9,6%). Ainda, 4(10,5%) pacientes foram diagnosticados com doença inicial no estágio II, e com doença avançada, 10 (26,3%) pacientes foram diagnosticados em estágio III e 24 (63,1%) pacientes em estágio IV. Não foram encontrados resultados significativos na análise de sobrevida dos casos, quando comparados os parâmetros: modalidade terapêutica, grau de malignidade, presença de metástase, ocorrência de recidiva tumoral, principais tipos histológicos e estágio da doença. Conclusão: Tumores de glândulas salivares dos seios maxilares é um grupo de tumores cujas manifestações clínicas são inespecíficas, sendo diagnosticados principalmente, em estágios avançados da doença. O carcinoma adenóide cístico é o tumor de glândula salivar mais freqüentemente encontrado nesta localização.
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Manifestações Orais da Doença de Crohn

Manifestações Orais da Doença de Crohn

As lesões orais manifestadas por estes pacientes podem ser bastante incómodas, persistentes e de difícil tratamento. Por tudo isto, considera-se importante o estudo das mesmas, as características e terapéuticas. As manifestações podem ser mais severas nas diferentes fases da doença e podem ir desde estomatite aftosa recorrente, pioderma gangrenoso, mucogengivite, hiperplasia da mucosa, queilite granulomatosa, ulcerações lineares e profundas até edema da face (Muhvic-Urek M et al., 2016). O tratamento destas lesões não é específico e passa inicialmente pelo controlo da doença em geral, sendo, em alguns casos necessária a utilização de medicação tópica e/ou sistémica para alívio da sintomatologia. Em determinados pacientes as manifestações orais podem ser os primeiros sintomas da doença, logo, um conhecimento claro dos sinais e sintomas pode contribuir para um diagnóstico precoce desta doença.
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Doença de Crohn em recém-nascido.

Doença de Crohn em recém-nascido.

A faixa pediátrica da população tem sua qua- lidade de vida mais prejudicada, quando comparada à outras doenças que certamente podem acometer estas mesmas crianças: pacientes com diabetes mellitus, por exemplo, apresentam menor índice de depressão, de ansiedade, de isolamento escolar e menor dependên- cia dos pais em relação àquelas portadoras de Doença Inflamatória Intestinal (6).

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Reindução da remissão clínica com adalimumabe após interrupção do tratamento: uma alternativa no manejo da doença de Crohn.

Reindução da remissão clínica com adalimumabe após interrupção do tratamento: uma alternativa no manejo da doença de Crohn.

RESUMO: Introdução: o Adalimumabe (ADA) é um anticorpo monoclonal totalmente humano, utilizado no tratamento da doença de Crohn (DC). Nos casos com necessidade de interrupção desta terapia, o resgate da resposta é controverso, e o papel da reindução da remissão com dose total de ataque pode ser uma alternativa nos casos graves da DC. Não há relatos desta forma de tratamento na literatura. O objetivo deste estudo foi relatar a experiência de dois pacientes tratados com reindução da remissão com ADA, após sua interrupção. Método: análise retrospectiva de dois casos submetidos a reindução em meio a uma coorte de 24 pacientes em uso de ADA para DC. Resultados: são descritos dois casos de pacientes jovens, em tratamento com ADA subcutâneo, que tiveram necessidade de interrupção da terapia (um por abscesso perineal extenso e outro por dificuldade de acesso ao fornecimento da medicação). Ambos foram tratados pela reindução com dose total de ataque do ADA, com bons resultados, sem efeitos adversos. Conclusão: não há na literatura estudos controlados que comparem a reindução com outras formas de resgate da terapia após a parada de qualquer agente anti-TNF. Experiências isoladas mostram bons resultados com esta alternativa terapêutica em casos graves e selecionados.
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Doença de Crohn e cálculo renal: muito mais que coincidência?.

Doença de Crohn e cálculo renal: muito mais que coincidência?.

Quando se compararam os parâmetros urinários dos pacientes operados e não operados, verificou-se que nos primeiros (sobretudo naqueles com ressecção do íleo), a excreção dos fatores inibidores (citrato e magnésio) foi menor e dos fatores promotores (cálcio, oxalato, ácido úrico, fósforo e sódio), maior que nos não operados. O oxalato urinário foi significativamente maior nos pacientes com cirurgia intestinal (28,4 ± 17,5) do que naqueles sem antecedentes de cirurgia (16,4 ± 11,0). Nos pacientes que haviam sido submetidos a ressecção de algum segmento ileal, a excreção de oxalato urinário também foi maior (35,3 ± 19,2) do que naqueles que possuíam segmento ileal intacto (17,6 ± 10,1) (P<0,05). A excreção urinária de fósforo também foi maior nos pacientes com ressecção ileal (612,3 ± 192,0) em comparação com os com íleo intato (442,8 ± 226,7) (P<0,05). Nos pacientes com cálculo renal não se observou diferença estatisticamente significante para os fatores metabólicos em relação aos não possuidores de cálculo (Tabela 2).
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ASCA na doença de Crohn : um enfoque na etiopatogénese

ASCA na doença de Crohn : um enfoque na etiopatogénese

Apresentação clínica: Doentes com ileocolite apresentam uma história de episódios repetidos de dor tipo cólica na FID e diarreia, enquanto doentes com jejunoileíte podem apresentar condições patológicas secundárias à malabsorção – como sejam anemia, hipoalbuminémia e coagulopatia –, esteatorreia e diarreia. Na colite e doença peri-anal existe febre baixa, mal- estar, diarreia, dor abdominal e hematoquézia. Mais raramente, o acometimento gastroduodenal origina uma gastrite Helicobacter pylori-negativa ou obstrução pilórica. Muito raramente, poderá haver acometimento hepático e/ou pancreático [3] .
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Encefalopatia de Wernicke em criança com doença de Crohn.

Encefalopatia de Wernicke em criança com doença de Crohn.

A encefalopatia de Wernicke (EW) é uma manifestação aguda atribuída à deiciência de vitamina B1 (tiamina), ca- racterizada pela tríade composta por oftalmoplegia, ataxia e alteração do estado mental. Dentre as alterações iniciais da movimentação ocular, destaca-se o nistagmo horizontal e/ou vertical, fraqueza ou paralisia dos músculos retos laterais e o olhar conjugado. A oftalmoplegia ocorre nos estágios mais avançados. Os distúrbios do estado mental podem variar desde distúrbios de atenção até déicit de memória, podendo evoluir mais tardiamente para o coma (1,2) .
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