Top PDF Doença de Rosai-Dorfman cutânea: relato de caso.

Doença de Rosai-Dorfman cutânea: relato de caso.

Doença de Rosai-Dorfman cutânea: relato de caso.

Resumo: A doença de Rosai-Dorfman, também denominada histiocitose sinusal com linfadenopatia maciça, é histiocitose de células não Langerhans, idiopática e de curso benigno. Descrita em 1969, caracteriza-se por linfadenomegalia não dolorosa, sendo a cadeia cervical a mais envolvida, além de febre, perda de peso e sudorese. O envolvimento extranodal ocorre em 43% dos casos, em que múltiplos sítios podem ser acome- tidos. Já foram descritos casos exclusivamente extranodais, inclusive formas limitadas à pele. Relata-se um caso de doença de Rosai-Dorfman extranodal cutânea pura, devido à raridade dessa apresentação clínica. Palavras-chave: Histiocitose; Histiocitose de células não Langerhans; Histiocitose sinus
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Doença de Rosai-Dorfman cutânea: relato de caso e revisão de literatura.

Doença de Rosai-Dorfman cutânea: relato de caso e revisão de literatura.

Relata-se o caso de uma paciente com doença de Rosai-Domfman cutânea que apmesentava na megião glútea dimeita uma placa emitemato-acastanhada infiltmada com ámeas amameladas e pápulas emitemato-acastanhadas pemilesionais. O exame anatomopatológico mevelou infiltmado inflamatómio pmedominantemente de linfócitos e histiócitos de citoplasma amplo, clamo e contendo células inflamatómias íntegmas (empemipolese). Nenhuma outma altemação ao exame físico e labomatomial foi encontmada. A doença de Rosai-Domfman é uma fomma mama de pmolifemação histiocitámia e o acometimento estmitamente cutâneo é ainda mais mamo. Sua etiologia é desconhecida e a commelação clinicopatológica pemmitiu o diagnóstico dessa enfemmidade.
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Doença de Devic: um relato de caso.

Doença de Devic: um relato de caso.

A doença de Devic, ou neuromielite óptica, é uma doença rara, de etiologia incerta, que está classificada na categoria de doenças desmielinizantes do sistema nervoso central 1 . Na maioria dos casos, uma etiologia específica não é identificada, mas um mecanismo imunológico de dano tecidual parece provável 2 . Estudos mostram a presen- ça de anticorpo antiEpstein Barr em pacientes com a doen- ça 3 e possível associação com tuberculose 4 . Ocorre princi-

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Doença de Hodgkin do sigmoide: relato de caso.

Doença de Hodgkin do sigmoide: relato de caso.

Pacientes com doença de Crohn e retocolite ulcerativa têm um risco pequeno, mas aumentado, de desenvolver DH. Isso ocorre provavelmente pela in- flamação crônica causada por estas doenças já que as células neoplásicas encontram-se em fissuras e ulce- rações com hiperplasia nodular linfoide. 6

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Uso de terapia biológica na doença de Crohn metastática: relato de caso e revisão da literatura.

Uso de terapia biológica na doença de Crohn metastática: relato de caso e revisão da literatura.

Devido suas características clínicas polimórficas, a DCM faz diagnóstico diferencial com diversas outras dermatoses, tais como: sarcoidose cutânea, infecção por micobactérias, infecções fúngicas, parasitoses, granulomatose de Wegener, síndrome de Behçet, histiocitose de células de Langhans, reação tipo corpo estranho, injeção factícia de subs- tâncias (sílica, zircônio, berílio, tatuagens), hidradenite

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Prototecose cutânea: relato de caso.

Prototecose cutânea: relato de caso.

doença, a cutânea, a articular e a sistêmica. A cutânea é a mais comum; as lesões ocorrem predominantemente em áreas expostas e podem ser de vários tipos: pápulas, nódulos, placas, úlceras etc 2 . Não há consenso sobre o tratamento, sendo muito utilizados

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Botriomicose cutânea: relato de caso.

Botriomicose cutânea: relato de caso.

Resumo: Botriomicose é infecção bacteriana crônica, granulomatosa, supurativa, que afeta a pele e os tecidos subcutâneos. Caracteriza-se por lesão cutânea com múltiplas fístulas, que drena secreção puru- lenta, na qual se encontram grãos branco-amarelados, PAS-positivos. O principal agente etiológico é o Staphylococcus aureus, e outros germes menos frequentes são Pseudomonas aeruginosa, Escherichia coli, isolados ou associados. Os autores relatam um caso da doença, com lesões exuberantes de consis- tência fibrosa e múltiplos orifícios fistulosos dos quais drenavam grãos branco-amarelados, localizadas na perna direita e provocando aumento de volume do membro, que tiveram resolução com sulfameto- xazol-trimetoprim.
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Sarcoidose cutânea sobre cicatrizes: relato de caso.

Sarcoidose cutânea sobre cicatrizes: relato de caso.

Resumo: A sarcoidose é uma doença inflamatória sistêmica, de etiologia desconhecida, em que granulomas não caseosos são encontrados nos órgãos acometidos. O envolvimento cutâneo ocorre em 25% dos casos, com grande polimorfismo lesional. O acometimento de cicatrizes é incomum, porém clinicamente carac- terístico de sarcoidose cutânea. A maioria dos pacientes com sarcoidose cicatricial tem doença sistêmica. Relata-se o caso de uma paciente de 65 anos, que apresentou nodulações sobre cicatrizes 20 anos, após a realização de procedimentos cirúrgicos, sem manifestações sistêmicas. Salienta-se a importância de se inves- tigar sarcoidose em cicatrizes prévias, com alterações inflamatórias.
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Amiloidose localizada cutânea primária nodular: relato de caso.

Amiloidose localizada cutânea primária nodular: relato de caso.

Os pacientes se apresentam com nódulos ou placas assintomáticas, únicas ou múltiplas, róseo-acas- tanhadas, com tendência a envolvimento da face – principalmente nariz e áreas periauriculares –, geni- tais, tronco e membros. Essas lesões são similares às observadas na amiloidose sistêmica primária associa- da a doença linfoproliferativa plasmocitária. 6

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Criptococose cutânea canina: relato de caso

Criptococose cutânea canina: relato de caso

Não foram realizados testes sorológicos para criptococose neste estudo, no entanto, segundo Nelson e Couto (2015) o resultado positivo para exame sorológico com detecção de anticorpos circulantes anti-C. neoformans não confirma o diagnóstico definitivo para a doença clínica, pois animais saudáveis podem apresentar resultados positivos e não apresentar clinicamente a doença. Os anticorpos geralmente não estão presentes durante a infecção ativa por C. neoformans e podem aparecer durante o tratamento e com a recuperação do paciente, sendo o exame comprobatório a cultura fúngica (Moretti et al., 2008).
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Poliarterite nodosa cutânea: relato de caso.

Poliarterite nodosa cutânea: relato de caso.

A poliarterite nodosa cutânea parece ser uma forma da PAN limitada à pele. Clinicamente, as lesões da forma cutânea podem apresentar-se como nódulos eritematosos, os quais podem ulcerar, e livedo reticu- lar, principalmente nos membros inferiores. Usualmente, até 50% dos pacientes apresentam sinto- mas variados, sendo febre baixa, artralgias, mialgias, fadiga e astenia os mais comuns. A ausência de lesões sistêmicas é a regra, e o curso da doença é prolonga- do. Tal descrição se assemelha muito ao quadro clíni- co apresentado pela paciente. 2-4

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Histoplasmose cutânea em gato: relato de caso.

Histoplasmose cutânea em gato: relato de caso.

Histoplasmose é infecção micótica sistêmica causada por Histoplasma capsulatum, normalmente presente no solo e, mais freqüentemente, em terrenos contaminados por excrementos de pássaros e morcegos, havendo concretas possibilidades de contaminação humana (Wolf e Troy, 1995; Nelson e Couto, 2001). Também denominada doença de Darling (Guida, 1999), é considerada zoonose pela Organização Mundial de Saúde. Na espécie humana podem aparecer sintomas pulmonares com linfadenopatia, mas a transmissão zoonótica direta de animais infectados é improvável, visto que a fase leveduriforme não é tão infecciosa quanto a fase micelial (Nelson e Couto, 2001; Severo et al., 2001).
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Carcinoma de células renais com metástase cutânea: relato de caso.

Carcinoma de células renais com metástase cutânea: relato de caso.

O carcinoma de células renais tem pico de incidência entre 50 e 70 anos, com idade média em torno de 66 anos e predomínio no sexo masculino (2:1). Sua in- cidência é em torno de dois a dez casos/100.000 ha- bitantes/ano e cresceu consideravelmente nos últimos 25-30 anos, em parte pelo aumento do diagnóstico por métodos de imagem. Tem como principais etiologias tabaco, doença cística, esclerose tuberosa e Síndrome de von Hippel-Lindau. O principal tipo de carcinoma

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Doença de Rosai-Dorfman cutânea.

Doença de Rosai-Dorfman cutânea.

Homem, negro, 27 anos, solteiro, técnico em enfermagem, brasileiro, procurou atendimento médi- co com história de nodulações no dorso, sem dor, sem rubor, sem relato de drenagem prévia e com a mesma coloração da pele, que há 1 ano evoluiu, com rápido aumento dos nódulos na região central do dorso, levando-o a procurar atendimento médico, ocasião em que foi realizada biópsia incisional. O resultado da análise anátomo-patológica da lesão foi compatível com histiocitose sinusal com linfadenopa- tia maciça (Doença de Rosai-Dorfman). Após diagnós- tico, foi encaminhado a um serviço de referência em tumores cutâneos para conduta diagnóstica e terapêu- tica. Nesse serviço, paciente referiu ausência de febre, adenopatia periférica e perda de peso. Negou etilis- mo, tabagismo, ou uso de drogas ilícitas.
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Poliarterite nodosa cutânea: apresentação atípica com gangrena

Poliarterite nodosa cutânea: apresentação atípica com gangrena

A CPAN possui etiologia idiopática. Mecanismo imunomediado, reação inflamatória à infecções estreptocócicas (FATHALLA BM, et al., 2005) e por vírus da hepatite B e C (MINKOWITZ G, et al., 1991), são considerados os principais gatilhos para o desenvolvimento da doença. O mecanismo imune permanece desconhecido, porém considera-se que seja similar ao da PAN, com deposição de complexo imune, C3 e imunoglobulinaM (IgM) nas paredes dos vasos (DIAZ-PEREZ JL, et al., 1980). Neste relato de caso não houve associação a processo infeccioso, tampouco consumo de complemento.
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Doença de Rosai-Dorfman de partes moles no mediastino posterior.

Doença de Rosai-Dorfman de partes moles no mediastino posterior.

O histórico da paciente de um episódio de dor cervical e linfoadenomegalia 12 meses antes da identificação da massa mediastinal posterior, juntamente com o fato de que a dor cervical e linfoadenomegalia tiveram resolução espontânea, sugeriu DRD nodal típica. Não foi realizada biópsia ou outra investigação espe- cífica. Portanto, pode-se especular que a DRD de partes moles de forma isolada no presente caso representou envolvimento residual de uma condição mais típica. Na verdade, o linfonodo para-aórtico afetado pela DRD sugeriu envolvi- mento de linfonodo residual. Esta apresentação da doença (remissão parcial, permanecendo como uma massa solitária de tecido mole) não foi relatada anteriormente. Entretanto, é possível que muitos casos de DRD de partes moles envol- veram episódios anteriores de linfadenopatia cervical leve de auto-resolução que não foram relatados nos históricos clínicos.
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Histiocitose Sinusal

Histiocitose Sinusal

O autor relata o caso de um paciente com linfadenopatia cervical maciça, febre, astenia e sudorese com evolução de três semanas. Iniciada investigação em Unidade de Saúde de Sapiranga – RS, Brasil – diagnosticou-se histiocitose sinusal (doença de Rosai-Dorfman), sendo realizado manejo inicial e, posteriormente, encaminhado o paciente para serviço de referência.

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Doença de Rosai-Dorfman como diagnóstico diferencial de linfadenopatia cervical.

Doença de Rosai-Dorfman como diagnóstico diferencial de linfadenopatia cervical.

A Doença de Rosai-Dorfman ou Histiocitose Sinusal com Linfadenopatia Maciça (SHML) é uma entidade clínica idiopática, rara e benigna, geralmente apresentando linfono- domegalia cervical. Usualmente acomete pacientes jovens. Manifestações extranodais na região da cabeça e pescoço são mais comuns em pacientes com anormalidades imunológicas. É uma doença autolimitada e, na maioria dos casos, não há necessidade de tratamento. Para os que requerem tratamento devido à persistência ou piora dos sintomas têm sido ten- tados tratamento cirúrgico, quimioterápico, radioterápico e corticoterapia. Os autores relatam um caso de um paciente do sexo masculino, 43 anos, com história de massas cervicais bilaterais, obstrução nasal, emagrecimento importante, febre e perda progressiva de acuidade visual há 6 meses. Trata-se de um paciente ex-tabagista e etilista crônico, onde a sus- peita inicial foi de carcinoma espinocelular de rinofaringe. Realizada propedêutica, foi feito diagnóstico de doença de Rosai-Dorfman. Instituída a terapêutica, o seguimento de 6 meses revelou melhora do estado geral do paciente onde mantém as massas cervicais em regressão lenta. A apresen- tação clínica, as características histológicas, a patogênese e o tratamento são discutidos neste artigo.
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Acometimento orbitário na doença de Rosai-Dorfman.

Acometimento orbitário na doença de Rosai-Dorfman.

A doença de Rosai-Dorfman (DRD) ou histiocitose sinusal com linfadenopatia maciça é uma entidade clínica idiopática, rara e benigna, caracterizada pela proliferação histiocitária com linfofagocitose. Geralmente se apresenta com linfoadenomegalia cervical, no entanto pode haver acometimento extranodal, sendo a região orbitária um dos locais de possível acometimento. Na maioria dos casos é uma doença autolimitada com melhora espontânea, entretanto pode ser necessária exérese cirúrgica da lesão ou tratamento com corticosteróides e radioterapia.Neste trabalho, relatamos o caso de um paciente masculino de 29 anos, com queixa de tumoração em pálpebra inferior direita por 6 meses e história de acometimento sinusal prévio pela doença de Rosai Dorfmann. Ao exame oftalmológico apresentava proptose de olho direito e aumento de volume de pálpebra inferior direita. O exame de tomografia computadorizada de órbitas evi- denciou lesão sólida extraconal em órbita direita. Após a exérese da lesão houve me- lhora importante do quadro clínico. O exame histopatológico associado à imuno- histoquímica confirmou o envolvimento orbitário na DRD. Revisamos também o qua- dro clínico, diagnóstico diferencial e tratamento desta afecção.
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Rosai-Dorfman disease: a report of eight cases in a tertiary care center and a review of the literature

Rosai-Dorfman disease: a report of eight cases in a tertiary care center and a review of the literature

7. Moore JC, Zhao X, Nelson EL. Concomitant sinus histiocy- tosis with massive lymphadenopathy (Rosai-Dorfman dis- ease) and diffuse large B-cell lymphoma: a case report. J Med Case Rep 2008; 2: 70, doi: 10.1186/1752-1947-2-70. 8. Wang KH, Chen WY, Liu HN, Huang CC, Lee WR, Hu CH. Cutaneous Rosai-Dorfman disease: clinicopathological pro- files, spectrum and evolution of 21 lesions in six patients. Br J Dermatol 2006; 154: 277-286, doi: 10.1111/j.1365-2133.2005. 06917.x.

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