Top PDF DOENTE CIRÚRGICO COM DELIRIUM: NORMA DE ORIENTAÇÃO CLÍNICA

DOENTE CIRÚRGICO COM DELIRIUM: NORMA DE ORIENTAÇÃO CLÍNICA

DOENTE CIRÚRGICO COM DELIRIUM: NORMA DE ORIENTAÇÃO CLÍNICA

Objetivos: Elaborar un guía de práctica clínica de abordaje al paciente quirúrgico con de- lirio, con base en guía de práctica clínica ya existentes y determinar si la aplicación de las intervenciones multicomponentes promueve la seguridad de los pacientes quirúrgicos con delirio, internados en una Unidad de Cuidados Quirúrgicos de un Hospital Central. Metodologia: Se ha adaptado un guía de práctica clínica basada en evidencia científica ac- tual, mediante la utilización del proceso ADAPTE. Posteriormente fue evaluada la efecti- vidad de la aplicación de esta a través de un análisis retrospectivo, referente al mes de di- ciembre de 2016 y de 2017. Se creó un instrumento de obtención de datos y se realizó su análisis estadístico recurriendo a hojas de cálculo en Excel.
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“Feixe de Intervenções” de Prevenção de Infeção de Local Cirúrgico – Normas de Orientação Clínica

“Feixe de Intervenções” de Prevenção de Infeção de Local Cirúrgico – Normas de Orientação Clínica

Existe evidência de que no doente é evitada tricotomia e, quando absolutamente necessária é usada máquina de corte imediatamente antes da intervenção cirúrgica Existe evidência de que no doente é mantida normotermia peri-operatória (temperatura central ≥35,5ºC)

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Organização dos Cuidados Hospitalares Urgentes ao Doente Traumatizado – Normas de Orientação Clínica

Organização dos Cuidados Hospitalares Urgentes ao Doente Traumatizado – Normas de Orientação Clínica

Sendo, hoje em dia, aceite pela comunidade científica que uma intervenção precoce e adequada pode melhorar significativamente o prognóstico dos doentes traumatizados, é imperativa a implementação de mecanismos organizacionais que permitam a sua rápida identificação, assim como a instituição, em tempo útil, de terapêutica optimizada. Neste sentido, a Direcção-Geral da Saúde, no uso das suas competências, determina, por recomendação do Departamento da Qualidade na Saúde, a implementação, a nível nacional, da seguinte Norma de Organização dos Cuidados Hospitalares Urgentes ao Doente Traumatizado, doravante designada “Norma”.
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Avaliação da Cultura de Segurança do Doente nos Cuidados de Saúde Primários – Normas de Orientação Clínica

Avaliação da Cultura de Segurança do Doente nos Cuidados de Saúde Primários – Normas de Orientação Clínica

D. Após a realização do estudo piloto nos hospitais utilizando o questionário Hospital Survey on Patient Safety Culture, da Agency for Healthcare Research and Quality, instituiu-se a avaliação da cultura de segurança do doente nos hospitais, com a publicação da Norma nº 025/2013, de 24/12/2013.

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Tratamento médico e cirúrgico do canal arterial no pré-termo – Normas de Orientação Clínica

Tratamento médico e cirúrgico do canal arterial no pré-termo – Normas de Orientação Clínica

E. Os contributos recebidos das sociedades científicas e sociedade civil em geral, sobre o conteúdo da presente Norma, serão analisados pela Comissão Científica para as Boas Práticas Clínicascriada por Despacho n.º 12422/2011 de 20 de setembro e atualizado por Despacho n.º 7584/2012 de 1 de junho.

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Boas práticas na abordagem do doente com obesidade elegível para cirurgia bariátrica – Normas de Orientação Clínica

Boas práticas na abordagem do doente com obesidade elegível para cirurgia bariátrica – Normas de Orientação Clínica

4. A presente Orientação tem como objetivo clarificar o processo de acompanhamento do doen- te com obesidade elegível, para cirurgia bariátrica (doente com obesidade grau 3 ou obesidade grau 2 com comorbilidades), nos Cuidados de Saúde Primários e no tratamento cirúrgico da obesidade, ao nível dos cuidados de saúde secundários (vidé Anexo 1). Tal permitirá, de forma mais eficaz, fazer o acompanhamento do progresso da pessoa com obesidade ao longo do tempo, gerando mais informação sobre a eficácia clínica deste tipo de cirurgia e as condições adequadas para a sua realização.
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Tratamento da Psoríase com Agentes Biológicos no Doente Adulto – Normas de Orientação Clínica

Tratamento da Psoríase com Agentes Biológicos no Doente Adulto – Normas de Orientação Clínica

Norma nº 065/2011 de 30/12/2011 atualizada a 28/10/2014 10/18 de Saúde/Relatório de Avaliação Prévia, do Infarmed, Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, I.P. e com redução de preço de 7,5% e tendo em consideração os dados dos RCM dos 4 biológicos (os preços oficiais poderão não refletir os preços contratualizados entre as instituições e a indústria farmacêutica). Todos os restantes esquemas posológicos presentes no Anexo I são desvantajosos em termos de custo/efetividade, devendo ser considerados, apenas, como alternativas aos acima indicados 30-38 .
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Gestão Integrada da Obesidade – Requisitos para Centros de Tratamento Cirúrgico de Obesidade – Normas de Orientação Clínica

Gestão Integrada da Obesidade – Requisitos para Centros de Tratamento Cirúrgico de Obesidade – Normas de Orientação Clínica

Nos termos da alínea a) do nº 2 do artigo 2º do Decreto Regulamentar nº 14/2012, de 26 de janeiro, a Direção-Geral da Saúde, por proposta do Departamento da Qualidade na Saúde, na área da qualidade organizacional, emite a seguinte Norma, que atualiza os requisitos definidos pela Circular Normativa nº 18/DSCS/DGID de 11/08/2008:

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Anafilaxia: Abordagem Clínica – Normas de Orientação Clínica

Anafilaxia: Abordagem Clínica – Normas de Orientação Clínica

Norma nº 014/2012 de 16/12/2012 atualizada a 18/12/2014 10/20 referir que a prova de provocação combinada tem uma sensibilidade de 70%, pelo que o resultado negativo não exclui o diagnóstico. Contribui para este facto a dificuldade em mimetizar diferentes variáveis envolvendo a prática desportiva (intensidade do exercício e fatores ambientais, como temperatura, humidade e época polínica), a quantidade de alimento ingerida e fatores relacionados com o doente (stress, menstruação, terapêutica com AINE, entre outros).

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Rev. bras. ter. intensiva  vol.25 número2 en v25n2a13

Rev. bras. ter. intensiva vol.25 número2 en v25n2a13

31. Barr J, Fraser GL, Puntillo K, Ely EW, Gélinas C, Dasta JF, Davidson JE, Devlin JW, Kress JP, Joffe AM, Coursin DB, Herr DL, Tung A, Robinson BR, Fontaine DK, Ramsay MA, Riker RR, Sessler CN, Pun B, Skrobik Y, Jaeschke R; American College of Critical Care Medicine. Clinical practice guidelines for the management of pain, agitation, and delirium in adult patients in the intensive care unit. Crit Care Med. 2013;41(1):263-306. Review.

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Reconciliação da medicação – Normas de Orientação Clínica

Reconciliação da medicação – Normas de Orientação Clínica

Usando no mínimo duas fontes de informação, o profissional de saúde deve recolher a lista de medicação do doente (incluindo medicamentos não sujeitos a receita médica, produtos naturais, suplementos alimentares, entre outros) bem como outras informações importantes, nomeadamente reações adversas a medicamentos (RAM) e alergias.

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 Corpo do trabalho

Corpo do trabalho

Analisar esta experiência faz-me pensar como é importante estar disponível para conhecer e compreender o outro, como devemos cuidar os doentes com base nas suas reais necessidades, nas suas escolhas, como um meio de o ajudar a atingir os seus objetivos com metas realistas. Um dos sentidos que mais retive da situação que descrevi foi que ouvir o outro a transmitir a sua experiência de vida, as suas crenças, as suas vivências e os seus valores é uma partilha única que revela a singularidade da pessoa em nossa presença tornando o cuidar em enfermagem um desafio não só na realização das intervenções do cuidado terminal, mas também relacional e humano onde se partilha sentimentos, entre a pessoa que cuida e a cuidada, através do estabelecimento da relação de ajuda. Alguns autores (Pacheco, 2002; Phaneuf, 2005; Sapeta, 2008) cuidar em fase terminal vai além de satisfazer as necessidades físicas tem uma visão global da pessoa, está orientado para o alívio do sofrimento, e para garantir a qualidade de vida até ao fim, aceitando a perspetiva do doente exigindo ao profissional uma ação muito complexa e dedicada, estabelecendo uma aliança terapêutica valorizando os seus sentimentos e atitudes e favorecendo a pratica reflexiva e a reflexão pessoal.
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Utilização Clínica de Concentrados Plaquetários no Adulto – Normas de Orientação Clínica

Utilização Clínica de Concentrados Plaquetários no Adulto – Normas de Orientação Clínica

A. A presente Norma foi elaborada pelo Departamento da Qualidade na Saúde da Direção-Geral da Saúde e pelo Conselho para Auditoria e Qualidade da Ordem dos Médicos, através dos seus Colégios de Especialidade, ao abrigo do protocolo entre a Direção-Geral da Saúde e a Ordem dos Médicos, no âmbito da melhoria da Qualidade no Sistema de Saúde.

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Utilização Clínica de Concentrado Eritrocitário no Adulto – Normas de Orientação Clínica

Utilização Clínica de Concentrado Eritrocitário no Adulto – Normas de Orientação Clínica

H. A análise de estudos randomizados para definição dos níveis de hemoglobina ou dos sintomas determinantes para a instituição de transfusão de CE’S, não evidencia que a política tranfusional mais liberal tenha superioridade sobre a restritiva em termos de morbilidade ou aumento da mortalidade. Na ausência de hemorragia é necessário determinar se o risco da anemia é superior ao risco da transfusão e se há beneficio para o doente em ser transfundido. No individuo saudável, a quantidade de oxigénio fornecida aos tecidos excede as necessidades de O 2 em repouso em quase quatro vezes. Quando a hemoglobina baixa para 10 g/dl
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FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DO PORTO 6º CURSO DE MESTRADO EM CUIDADOS PALIATIVOS

FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DO PORTO 6º CURSO DE MESTRADO EM CUIDADOS PALIATIVOS

A APCP (2016a) defende que “Os Cuidados Paliativos deverão ser parte integrante do sistema de saúde, promovendo uma intervenção técnica que requer formação e treino específico obrigatórios por parte dos profissionais que os prestam, tal como a obstetrícia, a dermatologia, a cirurgia ou outra área específica no âmbito dos cuidados de saúde. São cuidados preventivos: previnem um grande sofrimento motivado por sintomas (dor, fadiga, dispneia), pelas múltiplas perdas (físicas e psicológicas) associadas à doença crónica e terminal, e reduzem o risco de lutos patológicos. Devem assentar numa intervenção interdisciplinar em que pessoa doente e família são o centro gerador das decisões de uma equipa que idealmente integra médicos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais e outros profissionais. Pretendem ajudar os doentes terminais a viver tão ativamente quanto possível até à sua morte (e este período pode ser de semanas, meses ou algumas vezes anos), sendo profundamente rigorosos, científicos e ao mesmo tempo criativos nas suas intervenções. Centram-se na importância da dignidade da pessoa ainda que doente, vulnerável e limitada, aceitando a morte como uma etapa natural da vida que, até por isso, deve ser vivida intensamente até ao fim.”.
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Conduta em Infertilidade – Normas de Orientação Clínica

Conduta em Infertilidade – Normas de Orientação Clínica

Nos termos da alínea c) do nº 2 do artigo 2º do Decreto Regulamentar nº 66/2007, de 29 de Maio, na redacção dada pelo Decreto Regulamentar nº 21/2008, de 2 de Dezembro, emite-se a Norma sobre Conduta em Infertilidade para os Cuidados de Saúde Primários – edição revista em Dezembro de 2010.

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Conduta em Infertilidade – Normas de Orientação Clínica

Conduta em Infertilidade – Normas de Orientação Clínica

A
 filosofia
 dos
 cuidados
 pré‐concepcionais
 consubstancia‐se
 num
 processo
 integrado
e
contínuo
de
cuidados
em
saúde
reprodutiva,
de
preferência
desde
a
 adolescência,
que
decorre
do
aproveitamento
das
inúmeras
oportunidades
que
 surgem,
 com
 frequência,
 no
 quotidiano
 da
 prática
 clínica.
 Sem
 contrariar
 esse
 entendimento
 fundamental,
 perante
 a
 decisão
 de
 uma
 futura
 gravidez,
 recomenda‐se
efectuar
uma
consulta
específica
com
o
objectivo
de
actualizar
os
 dados
 colhidos
 na
 avaliação
 do
 risco
 reprodutivo
 e
 sistematizar
 as
 recomendações
pertinentes
em
cada
caso (6) . 

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Tratamento da Surdez com Implantes Cocleares no Adulto – Normas de Orientação Clínica

Tratamento da Surdez com Implantes Cocleares no Adulto – Normas de Orientação Clínica

Existe evidência de que no doente o tratamento é realizado em centro de tratamento especializado, após decisão terapêutica de um médico otorrinolaringologista com apoio de audiologia, terapia da fala, imagiologia e psicologia e disponibilidade de outras valências, designadamente, neurologia, oftalmologia, cardiologia, genética e serviço social

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Malária ou Paludismo – Normas de Orientação Clínica

Malária ou Paludismo – Normas de Orientação Clínica

No caso de tratamento em ambulatório, a primeira toma de antimalárico deve ser feita, sempre que possível, antes da alta para verificação da tolerância. O doente só deverá ter alta depois de garantida a existência de fármaco para continuar o tratamento sem interrupção e programado o seguimento. No caso de tratamento em ambulatório, o que só deverá ser prescrito por médicos com experiência no tratamento da malária, a monitorização diária do doente é recomendada. O tipo e duração do tratamento depende de 8 :

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Ecografia Ginecológica – Normas de Orientação Clínica

Ecografia Ginecológica – Normas de Orientação Clínica

a) A presente Norma foi elaborada pelo Departamento da Qualidade na Saúde da Direção-Geral da Saúde e pelo Conselho para Auditoria e Qualidade da Ordem dos Médicos, através dos seus Colégios de Especialidade, ao abrigo do protocolo entre a Direção-Geral da Saúde e a Ordem dos Médicos, no âmbito da melhoria da Qualidade no Sistema de Saúde.

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