Top PDF Duas novas ocorrências de Orchidaceae para a flora Brasileira.

Duas novas ocorrências de Orchidaceae para a flora Brasileira.

Duas novas ocorrências de Orchidaceae para a flora Brasileira.

Schweinf.) Luer e Trichosalpinx intricata (Lind) Luer, foram registradas pela primeira vez para a flora brasileira,.. ambas encontradas no município de Santa Izabel do Rio Negro, Amazon[r]

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Estudo da germinação e crescimento in vitro de Hadrolaelia tenebrosa (Rolfe) Chiron & V.P. Castro (Orchidaceae), uma espécie da flora brasileira ameaçada de extinção.

Estudo da germinação e crescimento in vitro de Hadrolaelia tenebrosa (Rolfe) Chiron & V.P. Castro (Orchidaceae), uma espécie da flora brasileira ameaçada de extinção.

RESUMO - (Estudo da germinação e crescimento in vitro de Hadrolaelia tenebrosa (Rolfe) Chiron & V.P. Castro (Orchidaceae), uma espécie da flora brasileira ameaçada de extinção). As orquídeas são espécies seriamente ameaçadas de extinção. Por isso, estudos sobre a propagação e desenvolvimento dessas plantas são extremamente importantes. Assim, este trabalho procurou estudar a influência do meio de cultura na germinação in vitro de sementes de Hadrolaelia tenebrosa, no desenvolvimento inicial dos protocormos até a formação das plântulas, bem como no crescimento dessas durante o primeiro ano de cultivo in vitro. Os resultados demonstraram que o método ideal para a multiplicação de Hadrolaelia tenebrosa é a utilização do meio Knudson C para a germinação das sementes. Após seis meses as plântulas devem ser transferidas para o meio VW e nele mantidas até o início da aclimatização. Ressalta-se o fato de que para essa espécie o meio de cultura mais eficaz para a germinação, não foi o mais adequado para o desenvolvimento das plantas. Estas informações são de grande importância para a otimização do processo de propagação de espécies de orquídeas.
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Duas novas ocorrências de hepáticas folhosas (Marchantiophyta) para o estado da Bahia, Brasil.

Duas novas ocorrências de hepáticas folhosas (Marchantiophyta) para o estado da Bahia, Brasil.

Dada a extensão do território brasileiro e à variedade de ambientes existentes em cada região e, apesar dos esforços empreendidos na última década, a brioflora brasileira ainda não está totalmente conhecida, visto o número de novas adições que continuamente são publicadas para as várias regiões do Brasil, tanto para musgos como para hepáticas, contando mais de 200 novos registros nos últimos anos. Cada um dos estados brasileiros enfocando-se uma região ou domínio fitogeográfico específico, conta sempre com novos registros de briófitas na medida em que sua brioflora prossegue em estudo, a exemplo de Germano & Pôrto (2004) para Pernambuco (9 spp.); Yano & Bastos (2004) para o Mato Grosso do Sul (100 spp.); Oliveira & Alves (2007) e Oliveira & Bastos (2009) para o Ceará (28 spp.); Souza et al. (2008) para Goiás (38 spp.); Yano et al. (2010) para Alagoas (86 spp.); Silva & Piassi (2010) para o Espírito Santo (4spp.); Yano & Luizi-Ponzo (2014)
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Revisão do Herbário URM: novas ocorrências de Aphyllophorales para a Amazônia brasileira.

Revisão do Herbário URM: novas ocorrências de Aphyllophorales para a Amazônia brasileira.

Cento e setenta e oito exsicatas de Aphyllophorales para região amazônica constam no Herbário URM e todas foram revisadas, sendo que 169 foram confi rmadas ou re-identifi cadas e nove, correspondentes a oito espécies, não foram revisadas devido à má conservação do material ou à ausência de microestruturas para identifi cação correta. Cento e sessenta e nove exsicatas representam atualmente 35 espécies, distribuídas em 23 gêneros e oito famílias. Polyporaceae apresentou o maior número de espécies (17), seguida de Ganodermataceae (sete), Hymenochaetaceae (cinco) e Meruliaceae (duas) espécies. Gloeophyllaceae, Schizophyllaceae, Stereaceae e Clavulinaceae foram representadas por uma espécie. Os gêneros que apresentaram o maior número de espécies foram: Ganoderma (quatro), Phellinus (quatro) e Amauroderma (três). Trametes nivosa (Berk.) Murrill (28), Lopharia cinerescens (Schwein.) G. Cunn. (20), Trichaptum byssogenum (Jungh.) Ryvarden (16), Hexagonia hydnoides (Sw.) M. Fidalgo (16) e Schizophyllum commune Fr. (nove) apresentaram o maior número de registros. Os Estados do Pará e Amazonas apresentaram o maior número de espécies (20 e 14, respectivamente). Sete espécies são representativas para o Estado do Amapá. Acre, Roraima, Rondônia e Tocantins não apresentaram registros. Ganoderma colossus (Fr.) C. F. Baker, G. orbiforme (Fr.) Ryvarden, Lenzites betulina (L.) Fr. e Panus tephroleucus (Mont.) T. W. May & A.E. Wood representam novas ocorrências para a região amazônica; Hexagonia hydnoides (Sw.) M. Fidalgo, Phylloporia chrysites (Berk.) Ryvarden e Trametes nivosa (Berk.) Murrill para o Amapá; Coriolopsis caperata (Berk.) Murrill, Funalia polyzona (Pers.) Niemelä, Ganoderma australe (Fr.) Pat., Ganoderma stipitatum (Murrill) Murrill e Megasporoporia cavernulosa (Berk.) Ryvarden para o Amazonas e Ganoderma australe (Fr.) Pat. para o estado de Rondônia. Adicionalmente, duas exsicatas
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Ophiuroidea (Echinodermata): quatro novas ocorrências para o Brasil.

Ophiuroidea (Echinodermata): quatro novas ocorrências para o Brasil.

RESUMO. Os ofiuróides aqui analisados são procedentes dos programas “Biodiversidade Bêntica Marinha no Estado de São Paulo” – BIOTA/FAPESP-Bentos Marinhos, “Avaliação do Potencial Sustentável dos Recursos Vivos da Zona Econômica Exclusiva” – REVIZEE/Score Sul-Bentos e “Utilização Racional dos Ecossistemas Costeiros da Região Tropical Brasileira: Estado de São Paulo” – INTEGRADO/Subprojeto Bentos. As amostras analisadas foram coletadas nas regiões da plataforma e talude continental do Sudeste e Sul brasileiros, em profundidades entre 10 e 800 m. São aqui descritas e ilustradas quatro espécies de Ophiuroidea, as quais representam novos registros de ocorrência para o Brasil, duas da família Ophiuridae, uma de Amphiuridae e uma de Ophiochitonidae. Este é também o primeiro registro desta última família para o Brasil. Somente Amphiodia trychna (Amphiuridae) foi amostrada na região da plataforma interna (profundidade < 50 m). As demais ocorreram em maiores profundidades (de 314 a 808 m).
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Novas ocorrências de angiospermas para o estado de Roraima, Brasil

Novas ocorrências de angiospermas para o estado de Roraima, Brasil

O conhecimento sobre a flora da Amazônia brasileira é bastante incompleto e muitas áreas são ainda botanicamente pouco exploradas. Este trabalho reporta novas ocorrências de angiospermas para Roraima, provenientes de duas unidades de conservação no sudoeste do estado, o Parque Nacional Serra da Mocidade e a Estação Ecológica do Niquiá. Foram encontrados novos registros para quatro gêneros e 23 espécies pertencentes a 15 famílias de angiospermas. Leguminosae apresentou o maior número de novos registros, com cinco espécies. Os resultados trouxeram um acréscimo de 0,75% à flora de angiospermas em Roraima, ressaltando-se a necessidade de ampliação do esforço de coleta em todo o estado.
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Novas ocorrências de Briófitas para Pernambuco, Brasil.

Novas ocorrências de Briófitas para Pernambuco, Brasil.

RESUMO – (Novas ocorrências de briófitas para Pernambuco, Brasil). Levantamentos da flora de briófitas em duas áreas remanescentes de Floresta Atlântica, a Reserva Ecológica (RE) Gurjaú (08°10’00’’S e 35°02’30’’O; 50-150 m n.a.m.) e a Reserva Particular de Patrimônio Natural (RPPN) Frei Caneca (08º42’37’’S e 35º50’01’’O; 500-750 m n.a.m.), resultaram no registro de 15 novas ocorrências para o Estado de Pernambuco. São elas 11 hepáticas das famílias Cephaloziaceae, Jubulaceae, Herbertaceae, Lejeuneaceae, Lepidoziaceae, Metzgeriaceae e quatro musgos das famílias Calymperaceae, Pterobryaceae, Sematophyllaceae e Thuidiaceae. Sete destas espécies são também novas referências para a região Nordeste. As espécies são ilustradas e comentadas quanto aos caracteres taxonômicos mais relevantes.
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OS CONTROLES INTERNOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA E A SUA CONTRIBUIÇÃO PARA O PROCESSO DE GESTÃO E PARA A GOVERNANÇA INSTITUCIONAL

OS CONTROLES INTERNOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA E A SUA CONTRIBUIÇÃO PARA O PROCESSO DE GESTÃO E PARA A GOVERNANÇA INSTITUCIONAL

Atualmente, não há assunto mais notório na Administração Pública que não aqueles relacionados aos atos dos governos e dos gestores públicos sob a ótica da ética, integridade e responsabilidade na execução dos recursos públicos. Invariavelmente, a mídia e os noticiários sobre atos de corrupção na Administração Pública nos remetem aos conceitos e finalidades dos órgãos administrativos, evocando o seguinte questionamento: se a finalidade dos órgãos da Administração Pública e dos recursos públicos é o interesse e o atendimento das necessidades coletivas, por que esta finalidade, em casos diversos, não está sendo alcançada e por que ocorrem desvios e malversações do erário público? Certamente, a resposta permeia os conceitos incutidos no controle da Administração Pública, os quais, para essas ocorrências, tendem a demonstrar fragilidades tendo em vista que sua atuação eficiente e eficaz só se verifica quando os desvios de conduta e as atividades dispendiosas para a Administração Pública são visualizados e prevenidos por meio de um sistema de controle interno atuante.
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Orchidaceae nativas da região central de São Paulo, Brasil : florística, interação com forófitos, proposta de novas espécies e propagação in vitro de uma espécie ameaçada de extinção

Orchidaceae nativas da região central de São Paulo, Brasil : florística, interação com forófitos, proposta de novas espécies e propagação in vitro de uma espécie ameaçada de extinção

deflexum Poepp. ex Schott e Aechmea tillandsioides (Mart. ex Schult. & Schult.f.) Baker, as quais foram freqüentes e abundantes em locais mais secos e abertos da área amostrada. Todas as espécies de Orchidaceae ocorreram em árvores com diâmetro na altura do peito (DAP) maior que 30cm e altura maior que 25m. Nestas árvores de maior diâmetro houve também a maior concentração de orquídeas. Se as árvores hospedeiras forem tomadas como unidades amostrais, das 1.085 árvores estudadas, somente 140 (12,9%) foram hospedeiras de algum indivíduo epífito e 41 tiveram somente uma. Em relação às espécies epífitas, 51% dos forófitos abrigaram somente uma espécie epífita e 17,5% dos forófitos tiveram somente duas espécies (Nieder et al. 2000). Todas as espécies apresentaram distribuição agregada, gerando um padrão espacial da seguinte maneira: 19 “subplots” contiveram somente um indivíduo, 75% dos subplots ocupados tinham menos que 10 epífitas e 61,3% de toda a área total não possuía epífitas. O padrão observado pode, em parte, ser explicado devido à densidade e distribuição de espécies de forófitos, os quais tiveram maiores densidades na parte norte-nordeste da área amostral. Tais árvores concentraram maior número de epífitas provavelmente devido ao maior número de ninhos de formigas, os quais podem ter contribuído para a agregação das espécies. Embora somente quatro espécies tenham apresentado tal associação obrigatória, o número de indivíduos destas espécies foi bastante elevado.
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NAS TRILHAS DOS CAMPOS DOS TABAJARAS: BOTÂNICA E LITERATURA

NAS TRILHAS DOS CAMPOS DOS TABAJARAS: BOTÂNICA E LITERATURA

Von Martius, autor do primeiro tratado sobre a flora do Brasil, composto por cinco volumes - A flora brasileira se configura como um referencial para José de Alencar ao retratar sobre a flora no romance indianista Iracema. Von Martius (1979) através de suas viagens pelo Brasil, no período de 1817 a 1820, ficou conhecido como o primeiro etnógrafo que estudou cientificamente os nossos índios, descrevendo e investigando-lhes o organismo, as doenças, a medicina, a psicologia, o uso de plantas medicinais, e o primeiro a classificá-las, seus estudos servem de marco inicial à etnografia científica brasileira e alguns o chamam de “pai da Etnologia brasileira”.
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O gênero Galeandra (Orchidaceae) na Amazônia Brasileira.

O gênero Galeandra (Orchidaceae) na Amazônia Brasileira.

Terrestre. Pseudobulbos ovóides ca. 2,5 cm compr., ca. 1,0 cm diâm. Folhas estreitamente-lineares, 25 – 32 cm compr., 8 – 11 mm larg. Inflorescência paniculada, 3 – 5 flora, ereta, ca. 73 cm compr., pedúnculo verde claro, ca. 61 cm compr., recoberto por poucas brácteas; brácteas do pedúnculo 15 – 45 mm compr.; raque verde-clara a pardacenta, ca. 12 cm compr. Ovário pedicelado, verde-esbranquiçado a branco-rosado, ca. 18 mm compr., bráctea floral 3 – 6 mm compr. Flores pequenas. Sépalas lilás-esbranquiçadas, algo encurvadas; sépala dorsal ca. 12 mm compr., ca. 4,4 mm larg.; sépalas laterais, ca. 13 mm compr., ca. 4,4 mm larg. Pétalas ca. 12 mm compr., ca. 4 mm larg. Labelo rômbico-obovado 20 – 22 mm compr., ca 1,8 mm larg., lilás-claro com pequenas listras vináceas, principalmente no lobo mediano, ápice retuso, margem crenulada; disco composto por 4 carenas branco- rosadas, pubescentes, as externas espessas em direção ao ápice; calcar filiforme, com ápice atenuado, amarelo-ouro, levemente curvado para baixo, internamente pubescente. Coluna glabra ou esparsamente puberula, branca, ligeiramente encurvada, algumas papilas de coloração violácea nas bordas do ápice, 7 – 8 mm compr., ca. 1,7 mm larg. Antera branca. Polinário laminar, formato de “T” invertido.
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Espécies novas da flora amazônica (Ebenaceae)

Espécies novas da flora amazônica (Ebenaceae)

Fruto: (imaturo) arredondado, levemente depresso. 4cm de diâmetro, pericarpo ienhoso, ruguloso, cálice persistente, rígido. A ausência de flores não permite o estabe- [r]

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NOVAS OCORRÊNCIAS DE Leporinus pachycheilusBRITSKY, 1976 E DESCRIÇÃO DE UMA ESPÉCIE NOVA DO MESMO GRUPO NA AMAZÔNIA BRASILEIRA (OSTEICHTHYES, ANOSTOMIDAE).

NOVAS OCORRÊNCIAS DE Leporinus pachycheilusBRITSKY, 1976 E DESCRIÇÃO DE UMA ESPÉCIE NOVA DO MESMO GRUPO NA AMAZÔNIA BRASILEIRA (OSTEICHTHYES, ANOSTOMIDAE).

pachycheilus apresenta caracteres diagnósticos, ou seja, corpo alongado, doze escamas circum-pedunculares, boca estritamente inferior, 4/4 dentes incisi- viformes não cuspidados, posi[r]

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Novas ocorrências de fungos conidiais para América do Sul e Neotrópico.

Novas ocorrências de fungos conidiais para América do Sul e Neotrópico.

RESUMO – (Novas ocorrências de fungos conidiais para América do Sul e Neotrópico). Durante investigação de fungos conidiais associados a materiais vegetais em decomposição na Serra da Jibóia, município de Santa Terezinha, Bahia, algumas espécies interessantes foram encontradas. Endophragmiella rigidiuscula R. F. Castañeda, Murogenella lampadiformis R. F. Castañeda & W. B. Kendr., Mycoenterolobium platysporum var. platysporum Goos e Spegazzinia deightonii (S. Hughes) Subram., são novos registros para a América do Sul, e Pseudoacrodictys viridescens (B. Sutton & Alcorn) W. A. Baker & Morgan-Jones é um novo registro para o Neotrópico. Descrição, comentários, distribuição geográfi ca e ilustrações são apresentadas para as espécies.
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Novas espécies de Lauraceae para a flora brasileira.

Novas espécies de Lauraceae para a flora brasileira.

A nova espécie de São Paulo é resultado da intensificação de coletas promovidas pelo Pro- jeto Temático da FAPESP - Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo e coletas botânicas em levantamentos florísticos realizados no Núcleo Curucutu em área de Mata Atlântica, pela equi- pe do Herbário PMSP (Prefeitura do Município de São Paulo) e Herbário D. Bento Pickel - SPSF (Instituto Florestal).

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Novas combinações, novas ocorrências e notas sobre espécies pouco conhecidas, para as orquídeas do Brasil.

Novas combinações, novas ocorrências e notas sobre espécies pouco conhecidas, para as orquídeas do Brasil.

Pleurothallis ovalifolia (Focke) Rchb. Pleurothallis rhomboglossa Rchb. Esta espécie é conhecida, até o momento, das Indias Ocidentais , Trinidad , Venezuela, Guiana, Surinam[r]

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CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE DA MATA ATLANTICA NO ESTADO DO ESPIRITO SANTO

CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE DA MATA ATLANTICA NO ESTADO DO ESPIRITO SANTO

MONOCOTILEDÔNEAS ORCHIDACEAE Hoffmannseggella gloedeniana (Hoehne) Chiron & V. P. Castro CRITICAMENTE EM PERIGO MONOCOTILEDÔNEAS ORCHIDACEAE Hoffmannseggella kautskyana V. P. Castro & Chiron CRITICAMENTE EM PERIGO MONOCOTILEDÔNEAS ORCHIDACEAE Hoffmannseggella macrobulbosa (Pabst) H. G. Jones CRITICAMENTE EM PERIGO MONOCOTILEDÔNEAS ORCHIDACEAE Hoffmannseggella mixta (Hoehne) Chiron & V. P. Castro CRITICAMENTE EM PERIGO

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GEYSA DE FRANÇA FORMAÇÃO DE PROFESSORES TUTORES PARA A DOCÊNCIA ONLINE: A UFJF EM PERSPECTIVA

GEYSA DE FRANÇA FORMAÇÃO DE PROFESSORES TUTORES PARA A DOCÊNCIA ONLINE: A UFJF EM PERSPECTIVA

Os encontros entre ASA e coordenação de curso eram semanais. Neles se discutiam, inicialmente, assuntos gerais, como problemas relacionados aos alunos (notas, evasão, reoferta de atividades, prazos), ajustes solicitados pela Secretaria de Estado de Educação de Goiás devido ao grande número de reprovações nas disciplinas no decorrer do curso (o que gerava uma série de novas demandas não previstas), além da elaboração de questões relativas a atividades e a provas. O trabalho na plataforma consistia em acompanhar e mediar os fóruns de discussão, as atividades e orientar o TCC dos alunos (em média 30 alunos por ASA, sem auxílio de nenhum professor). Havia um encontro presencial entre o grupo de ASAs e o professor da disciplina. O resultado final do curso ficou muito abaixo do esperado, com cerca de apenas 35% dos alunos obtendo os certificados.
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