Top PDF Educação ambiental utilizando a temática recursos hídricos para sensibilizar professores do ensino básico

Educação ambiental utilizando a temática recursos hídricos para sensibilizar professores do ensino básico

Educação ambiental utilizando a temática recursos hídricos para sensibilizar professores do ensino básico

Esta pesquisa foi desenvolvida a partir de uma abordagem mista (quantitativa e qualitativa), utilizando os princípios metodológicos da pesquisa-ação, e teve como objetivo sensibilizar professores do ensino básico quanto às questões dos Recursos Hídricos (RH) e quanto à importância da inserção da Educação Ambiental (EA) em suas práticas pedagógicas. Para atender o objetivo foi ofertado um curso semipresencial, de “Educação Ambiental com ênfase em Recursos Hídricos”, para professores (6º ao 9º ano) da rede estadual de ensino do Paraná. O curso, com duração de 16 semanas, foi ministrado em três encontros presenciais e através do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), plataforma Moodle 2.5. No AVA foram disponibilizados textos, artigos, vídeos e reportagens. Para uma maior interação e troca de experiências entre os participantes foram conduzidos Fóruns de discussões acerca dos temas trabalhados. Os resultados foram obtidos através da avaliação dos questionários respondidos pelos participantes durante os encontros presenciais e no AVA, a partir de relatos dos participantes durante o curso, da análise das atividades no AVA e dos Projetos de Ação Ambiental (PAA) desenvolvidos pelas equipes de professores nas escolas. Inicialmente foi realizado um diagnóstico de conhecimento e percepção ambiental dos 82 participantes, sendo que algumas das questões dessa primeira coleta de dados nortearam a continuidade do curso. Considerando a avaliação do curso pelos participantes, a plataforma Moodle foi considerada fácil de trabalhar, os materiais postados nas Bibliotecas foram considerados enriquecedores e bem elaborados e o atendimento pela tutora adequado. As Tarefas foram consideradas bem elaboradas e importantes para facilitar a compreensão dos temas propostos. Dos recursos
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Educação ambiental para crianças do quinto ano: conscientização e sensibilização da importância dos recursos hídricos

Educação ambiental para crianças do quinto ano: conscientização e sensibilização da importância dos recursos hídricos

Introdução: Um dos maiores instrumentos de controle da qualidade da água é a conscientização da população através da Educação Ambiental. E também que, os educadores são os principais veículos para informar e formar a consciência e o comportamento de ser cidadão participativo para a Educação Ambiental. Objetivos: Desta forma, o presente projeto teve como proposta ensinar, sensibilizar e conscientizar estudantes do 4º ano do ensino fundamental, que mesmo um recurso renovável, pode esgotar-se. Neste contexto, procurou-se desenvolver o interesse das crianças com relação às ciências ambientais, enfocando e direcionando atividades para a temática ÁGUA e construção de conceito sobre Educação Ambiental. Métodos: Para tanto, alunos e professores do curso de Engenharia Ambiental da FCT/UNESP realizaram visitas mensais aos alunos do 4º ano do ensino fundamental da escola EMEF Coronel José Soares Marcondes, município de Presidente Prudente. De modo a estabelecer um processo de aprendizagem e conscientização satisfatória, onde as crianças entendam o funcionamento do meio ambiente, como dependemos dele, sua conservação e a interferência positiva quando há uma boa educação ambiental, foram realizadas diversas atividades. Baseados nos conceitos sobre recursos hídricos, qualidade, conservação e preservação da água, foram elaboradas atividades práticas e lúdicas afim da promoção da educação ambiental. Os conceitos foram abordados de forma direta e simplificados, respeitando o nível de entendimento dos educandos. As atividades explicativas e apresentações áudio-visuais serviram para facilitar o entendimento do assunto dando suporte para discussões quanto ao tema. Resultados: resultado do projeto se mostrou positivo uma vez que a porcentagem de acertos do questionário, aplicado após o término do projeto, mostrou-se significativamente maior que o primeiro. Porém o mesmo não teria sido tão positivo sem o esforço dos participantes no preparo das informações e atividades desenvolvidas pelos discentes participantes através das diversas visitas realizadas.
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Educação ambiental e conservação de recursos hídricos: a problemática do processo de ensino-aprendizagem do Instituto Federal Goiano - campus Urutaí ao Córrego Palmital

Educação ambiental e conservação de recursos hídricos: a problemática do processo de ensino-aprendizagem do Instituto Federal Goiano - campus Urutaí ao Córrego Palmital

COSTA, Pável Correia da. Educação ambiental e conservação de recursos hídricos: a problemática do processo de ensino-aprendizagem do Instituto Federal Goiano – campus Urutaí ao córrego Palmital. 2012. 96f. Dissertação (Mestrado em Educação Agrícola). Instituto de Agronomia, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, RJ. 2012. O objetivo desse trabalho foi promover uma educação ambiental voltada para a conservação de recursos hídricos, utilizando o processo de ensino-aprendizagem, referente a prática da suinocultura, aplicados aos alunos do ensino médio integrado a pecuária. O presente trabalho é constituído por três fases. Na primeira fase foi realizado um questionário semi-estruturado para avaliação do nível de conhecimento dos alunos a respeito da degradação sofrida pelo córrego Palmital, decorrente dos dejetos produzidos pelos suínos, sendo realizada uma apreciação e discussão a respeito da degradação sofrida pelos recursos hídricos na atualidade, utilizando como exemplo os impactos gerados pelo setor suínicola da instituição. Na segunda fase implantou-se um sistema de educação ambiental, de forma interdisciplinar, voltada para a conservação dos recursos hídricos, trabalhada nas disciplinas de biologia, química, geografia e suinocultura. Esse trabalho de interdisciplinaridade foi realizado no período de agosto a dezembro de 2011, com visitações frequentes ao setor dos suínos e córrego Palmital, com o objetivo de se observar possíveis impactos gerados ao córrego pela prática da suinocultura, para fins de ensino. Foram realizadas ministrações pelos professores das disciplinas envolvidas, de conteúdos relacionados com as problemáticas da degradação dos recursos hídricos, cada um na sua área de conhecimento. Também nessa fase foram feitas análises físico-químicas em vários pontos do córrego Palmital, com o objetivo de demonstrar aos alunos uma possível contaminação do córrego pelos dejetos dos suínos. Na terceira fase desse trabalho, foi realizado novo questionário com o objetivo de se avaliar novamente o nível de conhecimento dos alunos envolvidos no trabalho, após as ações promovidas durante a segunda fase.
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Política de águas e educação ambiental: processos dialógicos e formativos em planejamento e gestão de recursos hídricos

Política de águas e educação ambiental: processos dialógicos e formativos em planejamento e gestão de recursos hídricos

Naturalmente, Moçambique deseja o “desenvolvimento” de sua nação e povo. A concepção de desenvolvimento, no caso, é ligada ao que os agricultores brasileiros fizeram ao cerrado. Podemos afirmar que o cerrado e suas populações tradicionais se “desenvolveram” com a agricultura intensiva de soja? Da mesma forma, a ideia de “facilidade de obter licenças ambientais” e a caracterização das terras moçambicanas como “sem tanto impedimentos ambientais” trazem também uma concepção de proteção ambiental antagônica a uma concepção de desenvolvimento ligada a uma ideia de progresso material. Ambiente e desenvolvimento só são antagônicos com concepções de “desenvolvimento” ligadas a uma ideia materialista, consumista, competitiva e individualista. Tanto um quanto outro depoimentos são carregados de contradições e conflitos, pois carregam consigo concepções de bem estar, de qualidade de vida, de desenvolvimento que seguramente (exatamente pela chamada experiência brasileira no cerrado e nos outros biomas brasileiros) trarão degradações sociais e ambientais (no sentido dos ecossistemas) que entrarão em contradição com a intenção inicial de trazer desenvolvimento para Moçambique e seu povo.
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Educação ambiental e gestão de recursos hídricos: a Bacia Hidrográfica da Estrada Nova, Belém/PA

Educação ambiental e gestão de recursos hídricos: a Bacia Hidrográfica da Estrada Nova, Belém/PA

Sendo assim, o Fator 4 foi denominado Alagamentos e qualidade de vida. Para o Fator 5, uma variável teve maior carga fatorial, que foi a variável ―Tempo que mora no bairro‖, sendo nomeado de Tempo que mora no bairro. A significância dessa variável sinaliza que, por mais que a maioria dos entrevistados more no bairro antes do início do PROMABEN, e vêm acompanhando todo o processo de implementação e execução do programa, ainda existem muitas pessoas que ainda desconhecem o que seja (como os moradores da Bernardo Sayão, em frente a sede do PROMABEN mostrado anteriormente), e indica também, que as atividades socioambientais, voltadas para a promoção da educação ambiental, pouco tem acontecido, não atingindo todos os moradores da Bacia Hidrográfica da Estrada Nova, pois, os resultados mostram que a maioria nunca participou de nenhuma atividade de EA, ou voltada para o meio ambiente.
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Educação ambiental : a formal e a não formal - contributos dos Centros de Recursos para a formação das crianças do 1.º Ciclo do Ensino Básico

Educação ambiental : a formal e a não formal - contributos dos Centros de Recursos para a formação das crianças do 1.º Ciclo do Ensino Básico

C – Exactamente, para futuro. Estamos a trabalhar numa perspectiva de que os jovens de agora daqui a 10, 15 anos estejam adultos conscientes e que já façam disso uma rotina. No meu tempo, no tempo da M. ninguém nos, não se abordava estas temáticas na escola. Portanto, o que se quer é que, apesar de eles podem não começar já a ter uma atitude proactiva, mas ficam pelo menos com uma informação e quando forem adultos, têm essa informação e podem agir desse modo. Claro que muitas vezes é muito difícil, nós temos consciência disso. Uma criança do ensino básico e começar a obrigar, entre aspas, os pais a separar é complicado. É complicado uma criança chegar a casa e impedir que os pais deitem resíduos no meio da rua. Mas se calhar ele começa a perceber o que é que está bem e o que é que está mal, porque é que se deve fazer isso, porque isso é muito importante: o porquê fazer. E mais tarde, quando estiver na sua própria casa, daqui a 10 anos, 15 anos, possa ter esse tipo de atitudes. Há crianças que mudam os pais!... Porque normalmente muitos pais são muito mais flexíveis pelas crianças, pelos seus filhos, do que por entidades externas. Nós temos consciência disso, mas nos casos em que não conseguimos mudar esses adultos, então, mais tarde, os novos adultos, chamemos assim, vão estar conscientes.
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Plano de recursos hídricos como instrumento de planejamento ambiental: um estudo...

Plano de recursos hídricos como instrumento de planejamento ambiental: um estudo...

B517p Plano de recursos hídricos como instrumento de planejamento ambiental: um estudo de caso na bacia do Sorocaba/Médio Tietê, SP.. / Thalita Alice Bernal; orientador Marcelo Montaño[r]

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EDUCAÇÃO PARA OS RECURSOS HÍDRICOS E A DEGRADAÇÃO DO RIO BOTAS

EDUCAÇÃO PARA OS RECURSOS HÍDRICOS E A DEGRADAÇÃO DO RIO BOTAS

Outra preocupação foi fazer os alunos entenderem o percurso do rio Botas, ou seja, sua nascente, sua passagem pela área rural, seu primeiro contato com o urbano e as mudanças sofridas na água até o final de sua passagem pelo aglomerado urbano. A percepção de degradação humana sobre o rio fica muito mais nítida com essa compreensão. O programa Google Earth, por exemplo, é uma importante ferramenta para analisar os recursos hídricos da localidade e a estação de tratamento de água e esgoto. No entanto é necessário um aparato tecnológico na escola com computadores para todos os alunos. Isso foi um dos diversos motivos que determinou que as oficinas fossem aplicadas, em sua primeira etapa, para um grupo menor de alunos, quinze no total.
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SUSTENTABILIDADE DOS RECURSOS HÍDRICOS DOS MEIOS URBANO E PERI-URBANO, EDUCAÇÃO AMBIENTAL E DESENVOLVIMENTO LOCAL

SUSTENTABILIDADE DOS RECURSOS HÍDRICOS DOS MEIOS URBANO E PERI-URBANO, EDUCAÇÃO AMBIENTAL E DESENVOLVIMENTO LOCAL

O entrosamento entre pesquisadores, corpo docente da escola Prof. Teófilo Moreira da Costa, lideranças comunitárias, especialistas e gestores públicos facilitou a obtenção de informações e o trabalho de sensibilização da comunidade escolar e da comunidade em geral sobre os problemas socioambientais locais. O número alarmante de casos de dengue que ocorreu em Jacarepaguá, no início de 2008, estabeleceu a premência de se debater esse problema com profissionais universitários das áreas biológicas. No Dia do Meio Ambiente, em junho de 2008, foram estabelecidos momentos de discussão sobre cuidados relacionados à saúde e veiculadas questões ligadas à gestão dos resíduos sólidos, na perspectiva de apresentar alternativas para diminuir a deposição inadequada desses resíduos no meio ambiente e de evitar danos à saúde da população. Daí, a proposição de atividades artesanais de reutilização de objetos que seriam descartados ou reciclados, via oficinas de reutilização de resíduos sólidos, de embalagens e de papel para confecção de novos utensílios de uso pessoal como bijuterias e objetos decorativos. No mesmo encontro, foi realizada em forma de palestra e “demonstração”, uma oficina de reaproveitamento de alimentos e cascas para produção de composto agrícola em reatores biológicos, com vista a sua utilização na produção de hortas, com geração de renda associada. A apresentação das análises parciais dos dados sócio- político-econômico-ambientais coletados, a partir das entrevistas semi-estruturadas realizadas com os moradores da Vila Cascatinha e com os alunos da modalidade de ensino Educação de Jovens e Adultos da Escola Teófilo, respondeu a uma demanda dos profissionais da educação e de alunos que queriam tomar conhecimento dos procedimentos e das metodologias adotados no âmbito do projeto Hidrocidades.
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Leitura e educação ambiental no 1º Ciclo do Ensino Básico

Leitura e educação ambiental no 1º Ciclo do Ensino Básico

histórico-cultural promovendo uma educação ambiental com uma visão integrada e interdisciplinar. É neste contexto, e na sequência da Reforma do Sistema Educativo, que se dão reformulações dos programas escolares e se incluem diversas matérias ou temas ambientais em várias disciplinas e áreas disciplinares, apesar de não se poder, ainda, considerar formalmente a Educação Ambiental (EA), uma vez que os objetivos, finalidades e princípios não estavam completamente estabelecidos e aceites internacionalmente, vindo-se a definir e concretizar na Conferência de Belgrado que decorreu de 13 a 22 de Outubro de 1975.”
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Biodiversidade e educação ambiental no 1º ciclo do ensino básico

Biodiversidade e educação ambiental no 1º ciclo do ensino básico

Considera-se que a promoção deste tipo de oportunidades constitui um factor a ter em conta na concepção dos materiais, uma vez que é a partir das suas ideias que os alunos interpretam e analisam novas informações com que são confrontados. Deste modo, procurou-se que essas ideias constituíssem o ponto de partida, no sentido de as trabalhar com o objectivo de as substituir ou modificar. Alias, é por este facto que se advoga como essencial o Ensino das Ciências desde os primeiros anos de escolaridade (Harlen, 2001) porque, desde o início da sua vida, os alunos vão desenvolvendo e construindo “maneiras de ver” os fenómenos do mundo natural e estas podem ir evoluindo até “formas de ver” mais próximas das da ciência (Pujol, 2003). A mesma autora refere que a realização de actividades práticas pode favorecer o desenvolvimento das capacidades inerentes à construção de conhecimentos científicos como identificar, classificar, observar, estabelecer relações, formular perguntas, comunicar, prever, inferir, formular hipóteses, controlar variáveis, interpretar dados, experimentar, etc. Além disso, são potenciadoras do desenvolvimento de atitudes características do trabalho científico, tais como a perseverança, a criatividade, a dúvida, a incerteza, bem como o espírito crítico e inclusivamente o fracasso. As atitudes desempenham um papel importante na aprendizagem e na formação da personalidade dos alunos, na medida em que é através delas que os alunos se relacionam com o mundo (Trindade, 1996). Neste contexto e, ainda na perspectiva de EPP, o trabalho prático assume particular relevância pelo facto de se considerar um meio, não para evidenciar resultados mas para desenvolver actividades mais abertas, que surgem da necessidade de encontrar soluções para problemas anteriormente definidos e com que os alunos se deparam. A este propósito, Martins (2006, p. 33) considera que a realização de “experiências pela experiência” e de “experiências avulsas” não se adequam às finalidades da Educação em Ciência e, portanto, não servem uma educação científica de base e que deve iniciar-se desde cedo.
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A HOLÍSTICA AMBIENTAL: UM PANORAMA DO SURGIMENTO DO DIREITO AMBIENTAL ACAUTELADO NOS RECURSOS HÍDRICOS

A HOLÍSTICA AMBIENTAL: UM PANORAMA DO SURGIMENTO DO DIREITO AMBIENTAL ACAUTELADO NOS RECURSOS HÍDRICOS

R. gest. sust. ambient., Florianópolis, v. 7, n. 1, p. 167-180, jan./mar. 2018. 176 não se alterem as propriedades e os atributos que lhe são inerentes, o que provocaria inaceitável comprometimento da saúde, segurança, cultura, trabalho e bem-estar da população, além de causar graves danos ecológicos ao patrimônio ambiental, considerado este em seu aspecto físico ou natural. A QUESTÃO DO DESENVOLVIMENTO NACIONAL (CF, ART. 3º, II) E A NECESSIDADE DE PRESERVAÇÃO DA INTEGRIDADE DO MEIO AMBIENTE (CF, ART. 225): O PRINCÍPIO DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL COMO FATOR DE OBTENÇÃO DO JUSTO EQUILÍBRIO ENTRE AS EXIGÊNCIAS DA ECONOMIA E AS DA ECOLOGIA. - O princípio do desenvolvimento sustentável, além de impregnado de caráter eminentemente constitucional, encontra suporte legitimador em compromissos internacionais assumidos pelo Estado brasileiro e representa fator de obtenção do justo equilíbrio entre as exigências da economia e as da ecologia, subordinada, no entanto, a invocação desse postulado, quando ocorrente situação de conflito entre valores constitucionais relevantes, a uma condição inafastável, cuja observância não comprometa nem esvazie o conteúdo essencial de um dos mais significativos direitos fundamentais: o direito à preservação do meio ambiente, que traduz bem de uso comum da generalidade das pessoas, a ser resguardado em favor das presentes e futuras gerações. O ART. 4º DO CÓDIGO FLORESTAL E A MEDIDA PROVISÓRIA Nº 2.166-67/2001: UM AVANÇO EXPRESSIVO NA TUTELA DAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE. - A Medida Provisória nº 2.166-67, de 24/08/2001, na parte em que introduziu significativas alterações no art. 4o do Código Florestal, longe de comprometer os valores constitucionais consagrados no art. 225 da Lei Fundamental, estabeleceu, ao contrário, mecanismos
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OS RECURSOS HÍDRICOS NO CURRÍCULO DO ENSINO FUNDAMENTAL II

OS RECURSOS HÍDRICOS NO CURRÍCULO DO ENSINO FUNDAMENTAL II

Além disso, outros conteúdos deveriam ser abordados no que se refere à atuação da sociedade civil em torno das políticas de gerenciamento dos RH’s, a forma de organização e agentes gestores dos RH’s, e explicações em torno da “Lei n. 9.433, de 1997, que deu ao Brasil uma nova política de recursos hídricos e organizou o sistema de gestão, concretizou então a gestão por bacias hidrográficas” (Porto; Porto, 2008, p. 43). A compreensão dessa perspectiva com relação à água dá ao aluno uma condição muito mais clara da importância que a água exerce no meio social, inclusive no seu próprio cotidiano.
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Recursos didáticos de História da Ciência para a Educação Pré-Escolar e Ensino Básico

Recursos didáticos de História da Ciência para a Educação Pré-Escolar e Ensino Básico

Perante este facto, o aluno apresenta uma mente moldável, isto é, uma mente que se vai adaptando conforme as informações e experiências que vai recebendo. As conceções que os alunos já têm e as que vão recebendo, vão começar a interligar-se e a ter um significado próprio para o aluno. A aprendizagem consiste na “mudança mais ou menos acentuada da rede conceptual previamente disponível na memória, de modo a que os novos conceitos fiquem integrados … nessa rede conceptual modificada.” (Resendes, 2008, p.39). As aprendizagens podem ser significativas e memorística ou mecânica. No caso de a aprendizagem ser significativa, o aluno vai interligando as novas aprendizagens com o que já sabia. Caso a aprendizagem seja memorística ou mecânica, refere que o aluno adquira os novos conhecimentos mas não os integre na estrutura cognitiva, sendo estes, muitas vezes, informações de curta duração (Valadares, s.d.). Ao mesmo tempo, Valadares (s.d.) alegava que o professor deve ter como objetivo passar o máximo de informação possível aos alunos de modo a que eles aprendam. Os alunos, conduzidos pelos professores, vão investigar de modo a encontrar as respostas às questões formuladas, construindo assim os novos conhecimentos. Deste modo os alunos desenvolvem as suas capacidades essenciais como futuros membros de uma sociedade em constantes transformações.
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As mútuas interfaces entre projetos e ações de educação ambiental e de gestão de recursos hídricos: subsídios para políticas de estado.

As mútuas interfaces entre projetos e ações de educação ambiental e de gestão de recursos hídricos: subsídios para políticas de estado.

A gestão sustentável de recursos hídricos tem sido buscada, entre outros meios, pelo apoio, por parte do Estado, de diversas ações de intervenção de caráter local, quer de educação ambiental, quer de ação física de saneamento, reflorestamento ou contenção de erosão, sobretudo com recursos financeiros provenientes de fundos específicos para esta finalidade. O desafio com que o poder público vem se deparando é o da crescente quantidade de demandas, acompanhada do aumento da conscientização da sociedade e também do maior conhecimento dos próprios mecanismos de apoio financeiro a ações que a sociedade considera necessárias e urgentes. Considerando que os recursos financeiros são insuficientes para atender a todas essas demandas, surge, para o atendimento dessas, a necessidade do estabelecimento, por parte do Estado, de parâmetros e critérios que reflitam prioridades e escolhas, em suma, a própria concepção de gestão ambiental precisa ser explicitada. O presente texto objetiva contribuir para o debate sobre a construção de parâmetros e critérios direcionados à avaliação de projetos em educação ambiental relativos à gestão de recursos hídricos, e sobre o papel do Estado nesse processo, tomando-se como ponto de partida o caso do estado de São Paulo, em que o Fundo Estadual de Recursos Hídricos (FEHIDRO) e a Coordenadoria de Educação Ambiental (CEA), da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, já vem se debruçando sobre essa problemática 1 .
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PROJETO CHEIRO VERDE: VIVENCIANDO A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO BÁSICO

PROJETO CHEIRO VERDE: VIVENCIANDO A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO BÁSICO

No decorrer do ano letivo, crianças, adolescentes, comunidade escolar e nós, bolsistas participantes do Projeto, vivenciamos experiências que envolveram o plantio, semeadura, colheita, preparo e degustação de alimentos. Ainda trabalhamos com compostagem, abelhas nativas e realizamos atividades desenvolvidas no Projeto Respirando Cheiro Verde. Ao passar pelo Projeto, crianças e adolescentes tornam-se mais conscientes e comprometidos com a preservação e manutenção do meio ambiente, pois em nossa perspectiva a educação ocorre para e pelo meio ambiente. O Projeto compreende que ao alfabetizar para/sobre o meio ambiente é possível munir as pessoas de conhecimentos essenciais à preservação da natureza e seus recursos (DE CAMPOS, RODRIGUES, LIMA 2018). Esses conhecimentos, tão importantes à sociedade, desenvolvidos ainda na infância, se mostram mais efetivos e melhor recepcionados estando a criança mais propícia para uma (re)educação ambiental. A criança é capaz de socializar em casa com naturalidade aquilo que descobre e aprende no espaço educacional, assim, pais e familiares também se tornam mais conscientes com as temáticas ambientais, ao mesmo tempo em que a criança se torna.
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Avaliação de áreas de preservação de recursos hídricos na Bacia Hidrográfica do Arroio Andreas, RS, utilizando programas de monitoramento ambiental

Avaliação de áreas de preservação de recursos hídricos na Bacia Hidrográfica do Arroio Andreas, RS, utilizando programas de monitoramento ambiental

selecionadas para coleta mensal de amostras de água no período de julho de 2012 a junho de 2014 (460 amostras) para avaliar as seguintes variáveis: temperatura da água, pH, turbidez, oxigênio dissolvido, demanda bioquímica de oxigênio, nitrato, nitrogênio amoniacal, fosfato total sólidos dissolvidos e coliformes termotolerantes. A avaliação foi feita com base no decreto 357/2005 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) e na aplicação do Índice de Qualidade da Água (IQA). Os resultados indicaram uma melhora significativa na qualidade da água quando comparações foram feitas entre os períodos antes e depois da instalação das áreas de preservação. Os pontos de amostragem classificados como “bons” (CONAMA e WQI), que indicam água de boa qualidade e adequada para usos múltiplos, aumentaram de 52,0% para 72,0%. Nesse sentido, promover a preservação de cabeceiras e zonas ribeirinhas passa a ser de fundamental importância e destaca o papel do PSA como ferramenta operacional para a preservação dos recursos hídricos.
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Os recursos hídricos na avaliação ambiental estratégica de planos diretores municipais

Os recursos hídricos na avaliação ambiental estratégica de planos diretores municipais

sejam fatores predominantes a atingir. Num contexto futuro, seria interessante analisar até que ponto a AAE levou a alterações significativas em fases finais de elaboração dos relatórios, assim como, de que forma as equipas que elaboram os relatórios compreenderam a inclusão da AAE e os seus contributos. A incorporação dos recursos hídricos pode tornar-se difícil devido à carência de mecanismos específicos que permitam fazer este exercício de uma forma correta e semelhante nos relatórios, tornando-se, também, complicado fazer uma avaliação da AAE no âmbito deste recurso natural. Neste sentido, seria necessário uma maior reflexão por parte dos autores da literatura para esta questão, bem como a legislação nacional, que precisa de reforçar mais esta preocupação. No entanto, fazendo uma reflexão sobre as componentes desenvolvidas no capítulo II, através da integração dos serviços de ecossistemas na AAE, os problemas relacionados com a água poderiam ser melhorados, podendo, também promover uma gestão sustentável da água. Podendo as alterações climáticas ter um grande impacto no ciclo global da água, nomeadamente na disponibilidade de água, esta deveria ser uma temática abordada nas diferentes AAE. O investimento em guias específicos para explicar uma forma correta e eficaz da incorporação dos recursos hídricos nos relatórios ambientais seria uma medida fundamental a ter em conta.
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A Educação Física no 1º Ciclo do Ensino Básico e a Formação de Professores

A Educação Física no 1º Ciclo do Ensino Básico e a Formação de Professores

O nosso projecto pré-iniciou-se no ano lectivo de 1990/1991, ainda no segundo ano do antigo currículo, com a Didáctica da Educação Física I (2º semestre) onde se abordou especificamente a Educação Física no 1º ciclo do ensino básico. Em 1991/1992, fez-se um protocolo com uma escola do primeiro ciclo do ensino básico, onde foram enquadrados os alunos do então 3º ano, para realizarem a sua prática pedagógica em Educação Física do 1º ciclo; paralelamente, os últimos alunos do 2º ano do antigo currículo, eram preparados para esta intervenção na Didáctica da Educação Física I. Em 1992/1993, o protocolo foi alargado a duas escolas para a PP em EF do 1º ciclo, enquanto os alunos do 2º ano do novo currículo encontraram uma Prática Pedagógica I de abordagem geral ao 1º Ciclo do Ensino Básico.
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Modelo de gonança adaptativa para os recursos hídricos utilizando cenários climáticos

Modelo de gonança adaptativa para os recursos hídricos utilizando cenários climáticos

A problemática do uso excessivo, degradação e sustentabilidade dos recursos naturais ganhou foco na literatura, desde a publicação, em 1968, do artigo de Hardin, sobre a “Tragédia dos Comuns” (The tragedy of the commons). Hardin (1968) previu que o interesse individual dos usuários dos recursos comuns conduziria a superexploração dos mesmos, com a consequente destruição da natureza, uma vez que buscariam maximizar lucros em curto prazo. Impedindo, dessa forma, a sustentabilidade em longo prazo e a realização dos objetivos sociais. O prenúncio trágico realizado por Hardin assegura que a exploração dos recursos naturais, em sistemas ineficazes, os levaria, inevitavelmente, ao esgotamento. Dessa forma, Hardin sugeriu que os problemas ambientais resultam de dois fatores derivados da atividade humana: o crescimento da população, que resultará no aumento do consumo dos recursos naturais, e a forma como os seres humanos se organizam para extrair esses mesmos recursos. Para essa teoria, Hardin indica duas soluções para essa “tragédia”: o controle por parte do Estado, por meio da centralização da gestão do recurso ou sua privatização. O autor acreditava que essas soluções garantiriam a disponibilidade dos recursos naturais, ameaçados, anteriormente, pelo domínio comunitário.
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