Top PDF Efeito de diferentes arranjos no consórcio milho-feijão e milho-caupi no Acre, Brasil.

Efeito de diferentes arranjos no consórcio milho-feijão e milho-caupi no Acre, Brasil.

Efeito de diferentes arranjos no consórcio milho-feijão e milho-caupi no Acre, Brasil.

Quatro diferentes arranjos (uma, três, cinco e sete fileiras de feijão ou caupi para uma fileira de milho) foram testados no delineamento de blocos ao acaso com quatro repetições.. A p[r]

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Milho pipoca consorciado com feijão em diferentes arranjos de plantas.

Milho pipoca consorciado com feijão em diferentes arranjos de plantas.

Os arranjos dos sistemas de consórcio utili- zados são bastante variáveis, em função da região e das cultivares escolhidas. Costa & Marinho (2000) concluíram que, para o Acre, o ideal seria o plantio de três ileiras de feijão ou de feijão-caupi para uma ileira de milho. Contudo, em trabalho realizado por Flesch (2002), os arranjos mais eicientes para a cultura do milho foram os plantios de uma ileira de milho alternada com uma ileira de feijão e duas i- leiras de milho alternadas com duas ileiras de feijão. Assim, objetivou-se, neste trabalho, avaliar a viabilidade agronômica e a eiciência do uso da terra,
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Plasticidade fenotípica da mamoneira precoce sob diferentes arranjos espaciais em consórcio com feijão caupi.

Plasticidade fenotípica da mamoneira precoce sob diferentes arranjos espaciais em consórcio com feijão caupi.

A altura das plantas (ALTp) de mamoneira cv. BRS Energia, foi influenciada principalmente pelos efeitos dos tratamentos testados nas subparcelas que, além de serem determinados com maior precisão que os efeitos testados nas parcelas (SANTOS et al., 2008), teve alta variação. Nas subparcelas, o tipo de ramificação apresentou efeitos significativos (P<0,01), bem como as interações DM x Ramo e EL x DM x Ramo (P<0,05) (Tabela 1). Não se constatou efeito significativo dos fatores espaçamento entre linhas de mamoneira (EL- 1,5 m e 1,0 m), densidade de mamoneira (DM- 0,5 m e 1,0 m) e densidade de feijão caupi (DC- 0,1 m e 0,2 m) testados nas parcelas, em relação à altura das plantas, tal como para a interação entre esses fatores.
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Milho verde e feijão-caupi cultivados em consórcio sob diferentes lâminas de irrigação e doses de fósforo.

Milho verde e feijão-caupi cultivados em consórcio sob diferentes lâminas de irrigação e doses de fósforo.

MACHADO, C.T. de T.; GUERRA, J.G.M.; ALMEIDA, D.L. de ; MACHADO, A.T. Variabilidade entre genótipos de milho para eficiência no uso de fósforo. Bragantia, v.58, p.109-124, 1999. MASCHIO, R.; ANDRADE JÚNIOR, A.S. de; FERREIRA, V.M.; BASTOS, E.A.; SILVA, C.R.; MORAIS, E.L. da C. Coeficientes de cultivo do feijão-caupi em sistemas monocultivo e consorciado com milho. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE AGROMETEOROLOGIA, 15., 2007, Aracaju. Efeito das mudanças climáticas na agricultura: anais. Aracaju: Sociedade Brasileira de Agrometeorologia, 2007. 4p.
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EMISSÕES DO SETOR DE RESÍDUOS

EMISSÕES DO SETOR DE RESÍDUOS

Em meados da década de 80 até 1995 observa-se um maior distanciamento do cresci- mento da população com escoadouro e das emissões de GEE, decorrente principalmen- te da desestruturação do modelo financeiro do Planasa, que provocou o crescimento no déficit absoluto nos serviços de saneamento básico (ARAÚJO FILHO, 2008). Durante a primeira metade dos anos de 1990, foram criados diferentes programas para moder- nização e reestruturação institucional do setor, que impactaram positivamente na di- minuição gradativa do déficit absoluto de esgotamento sanitário (ARAÚJO FILHO, 2008). Consequentemente, foi observado um crescimento acentuado nas emissões de CO 2 e. Atualmente, os marcos regulatórios do setor são a Lei 11.445 de 5 de janeiro de 2007 e o Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab). De acordo com a referida lei, o pla- nejamento integrado, a regulação, a cooperação federativa e o controle social impul- sionarão o setor de saneamento, focando estrategicamente no futuro. O Brasil ainda convive com as consequências de um atraso histórico nas infraestruturas de sanea- mento básico, principalmente quanto ao abastecimento de água e índices de cobertura e tratamento de águas residuais.
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Leguminosas e adubação mineral como fontes de nitrogênio para o milho em sistemas de preparo do solo.

Leguminosas e adubação mineral como fontes de nitrogênio para o milho em sistemas de preparo do solo.

O nitrogênio é um nutriente requerido em grande quantidade pelo milho. O solo tem limitada capacidade de atender a esta demanda, sendo por isto utilizadas outras fontes de N como leguminosas e adubação mineral. A combinação destas duas fontes de N pode contribuir para a sustentabilidade do agroecossistema. Com o objetivo de avaliar a disponibilidade de N em sistemas de preparo do solo e cultura, foi realizada esta pesquisa, utilizando um experimento de longa duração na UFRGS (RS) em um Argissolo Vermelho-Escuro distrófico. Os tratamentos utilizados foram três sistemas de preparo: convencional, reduzido e direto; três sistemas de cultura: aveia/milho, aveia + ervilhaca/milho + caupi e ervilhaca/ milho, e três doses de N: 0, 90 e 180 kg ha -1 aplicadas em cobertura no milho. A
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EMISSÕES DE GEE DO BRASIL

EMISSÕES DE GEE DO BRASIL

Após o sucesso histórico do multilateralismo com a assinatura do Acordo de Paris, em dezembro de 2015, a maré política global pareceu virar no sentido do isolacionismo nos meses seguintes: no meio do ano, o Reino Unido decidiu em referendo, por curta mar- gem de votos, sair da União Europeia, enfraquecendo o bloco que liderava a transição global para a descarbonização. Em novembro, o Colégio Eleitoral dos Estados Unidos ga- rantiu a vitória a Donald Trump na sucessão de Barack Obama, e o maior emissor históri- co de gases de efeito estufa do planeta efetivamente retirou-se do processo multilateral. Trump, que se elegera prometendo “cancelar” o Acordo de Paris, iniciou a desestrutu- ração de todas as políticas públicas de clima na esfera federal com poucos meses de mandato. Em junho de 2017, anunciou que os EUA sairiam do acordo do clima ou busca- riam “renegociá-lo”, provocando reação imediata da comunidade internacional. Embora a saída dos EUA possa não chegar a se concretizar, já que pelas regras do acordo isso só poderia ocorrer a partir de 2020, o cancelamento das contribuições americanas ao Fundo Verde do Clima tende a contaminar o debate sobre financiamento das NDCs (Contribui- ções Nacionalmente Determinadas) condicionais dos países em desenvolvimento. O real prejuízo das mudanças nos EUA e na União Europeia sobre a ação climática glo- bal ainda é desconhecido no momento em que este relatório é publicado. Há, porém, um terceiro grande emissor de gases de efeito estufa que sofreu um terremoto político em 2016 com impactos nitidamente negativos para a agenda de clima e para as emis- sões: o Brasil.
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EMISSÕES DOS SETORES DE ENERGIA, PROCESSOS INDUSTRIAIS E USO DE PRODUTOS

EMISSÕES DOS SETORES DE ENERGIA, PROCESSOS INDUSTRIAIS E USO DE PRODUTOS

Em sua NDC, o Governo brasileiro apresenta metas de redução de emissões com abran- gência válida para “todo o território nacional, para o conjunto da economia, incluindo CO 2 , CH 4 , N 2 O, perfl uorcarbonos, hidrofl uorcarbonos e SF 6 ”. No documento “Fundamentos para a elaboração da Pretendida Contribuição Nacionalmente Determinada (iNDC) do Brasil no contexto do Acordo de Paris sob a UNFCCC” as metas são detalhadas para cada um dos cinco setores cujas emissões são estimadas na “Terceira Comunicação Nacional do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima” (MCTI, 2016). Nesta seção são discutidas as metas propostas para os setores de Energia e PIUP e são apresentadas comparações entre a evolução histórica das emissões, a meta proposta pela NDC brasileira e a meta da Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC). O Quadro 3, a seguir, apresenta um histórico (1990 e 2005) e as metas publicadas pelo governo brasileiro para as emissões associadas aos setores de Energia e PIUP e para as emissões totais.
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EMISSÕES DO SETOR DE MUDANÇA DE USO DA TERRA

EMISSÕES DO SETOR DE MUDANÇA DE USO DA TERRA

Entre os pressupostos adotados, o mais frágil é o desmatamento ilegal zero. Desma- tamento ilegal zero já deveria ser uma realidade, não uma meta, visto a vasta gama de investimentos em comando e controle de desmatamento, principalmente no bioma Amazônia. Desde 2012 a taxa de desmatamento na Amazônia, principal contribuin- te de GEE do setor MUT, está estagnada em torno dos 5.000 quilômetros quadrados por ano. Cerca de um terço desse desmatamento tem se concentrado em áreas de assentamento do Incra e nas regiões próximas de projetos de infraestrutura como no- vas hidrelétricas e pavimentação de rodovias. Além disso, em junho de 2016 o Serviço Florestal Brasileiro anunciou que 95% da área cadastrável brasileira já está no CAR. O problema é que boa parte dessas informações sobre as propriedades são declaratórias e não foram validadas pelos órgãos ambientais, o que leva a uma alta insegurança na qualidade dos dados. Por exemplo, no Pará, 108 mil propriedades (de um total de 150 mil) apresentam sobreposições entre si incompatíveis com as exigências legais (Públi- ca, 2016). A meta correta deveria ser desmatamento zero. A área já aberta no Brasil é suficiente para atender à demanda do agronegócio, portanto, os incentivos devem ser para cessar o desmatamento, seja ele legal ou ilegal.
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EMISSÕES DO SETOR DE AGROPECUÁRIA

EMISSÕES DO SETOR DE AGROPECUÁRIA

têm surtido o efeito desejado. O monitoramento é fundamental para dimen- sionar os recursos necessários para cumprimento de metas e direciona-los a áreas prioritárias. Assim, o monitoramento é a inteligência do programa. Isso possibilitaria englobar a agropecuária nacional sob um escopo ABC, trazer credi- bilidade as políticas nacionais e eventualmente abrir novos mercados para esses produtores e produtos ABC. Dessa forma, para que os avanços na agropecuária de baixas emissões ocorram em escala, também é necessário colocar em prá- tica o monitoramento das ações previstas no Plano ABC. Em março de 2016, a Plataforma Multi-institucional de Monitoramento das Reduções de Emissões de Gases de Efeito Estufa foi inaugurada pela EMBRAPA, mas ainda se encontra inativa. É importante destacar que, a fim de garantir, contabilizar e comprovar o potencial de redução de emissões, bem como as metas assumidas no Plano ABC, deve haver a comprovação dos resultados obtidos ao final do período de compromisso. Para tanto, o Plano ABC deverá apresentar estratégias de MRV (Monitoramento, Reporte e Verificação), de forma a assegurar a integridade das reduções e possibilitar futuras verificações internacionais.
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Wahlverwandtschaft: pós-neoliberalismo e neodesenvovimentismo no Brasil — Outubro Revista

Wahlverwandtschaft: pós-neoliberalismo e neodesenvovimentismo no Brasil — Outubro Revista

anos mais tarde, a política econômica teria uma função de instrumento de promoção do crescimento e sua prioridade deveria ser a delimitação dos déficits fiscais, garantindo a competitividade e o cuidado com a sobrevalorização cambial – fundamental para os países cuja economia se apoia na exportação de matérias-primas, como o Brasil, que precisam do capital externo. O economista brasileiro também apontou para a necessidade da busca pela industrialização e da inovação tecnológica, no sentido de os países subdesenvolvidos alcançarem os países centrais na corrida promovida pela Terceira Revolução Industrial, ou molecular-digital, liberando-se da dependência tecnológica. Ademais, esta estratégia também poderia ser geradora de empregos mais qualificados que aqueles produzidos pelo setor agroexportador (I D ., 2010).
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Produção de plantas de pinhão manso em diferentes espaçamentos e tipos de consórcio.

Produção de plantas de pinhão manso em diferentes espaçamentos e tipos de consórcio.

De acordo com MACDICKEN & VERGARA (1990), a integração de árvores/arbustos com cultivos agrícolas e pastagens pode resultar em um uso mais eficiente da radiação incidente, da água e nutrientes no solo, tendo em vista que, em função de suas diferentes arquiteturas biológicas, exploram diferentes porções da atmosfera e do solo. Essa teoria foi confirmada por LEHMANN et al. (1998) e ODHIAMBO et al. (2001), que demonstram que espécies arbóreas e agrícolas, quando em consórcio, exploram diferentes partes do perfil do solo, com a espécie arbórea apresentando maior densidade de raízes nas partes mais profundas do solo e a espécie agrícola com maior densidade de raízes na superfície. Ainda, segundo os autores, o uso da água no sistema agroflorestal foi mais eficiente, comparado aos cultivos solteiros.
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FIGUEIREDO COUTINHO 2003 Aeleiçãode2002 OpiniãoPublica

FIGUEIREDO COUTINHO 2003 Aeleiçãode2002 OpiniãoPublica

José Serra, por sua vez, realizou um percurso bem mais tortuoso até chegar ao segundo turno das eleições de 2002. Primeiro, teve que vencer as disputas internas de seu partido, o PSDB, e por não ser unanimidade, recebeu críticas e perdeu apoio interno. Apesar disso, contava com aspectos favoráveis: a aliança com o PMDB garantiu-lhe o maior tempo no horário eleitoral, o candidato tinha simpatia de grande parte do empresariado, melhor preparo acadêmico do que Lula e experiência administrativa adquirida após a passagem por vários cargos executivos, entre eles o Ministério da Saúde. Deste último, saiu reconhecido pela população como corajoso e realizador, por ter conseguido implantar a legislação sobre os medicamentos genéricos no país e por fazer do Brasil referência internacional no tratamento da AIDS.
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Parâmetros produtivos do consórcio sorgo-braquiaria brizantha e valor nutricional da silagem

Parâmetros produtivos do consórcio sorgo-braquiaria brizantha e valor nutricional da silagem

Conduziu-se este trabalho com o objetivo de determinar o efeito do consórcio Sorghum bicolor e Brachiaria brizantha sob o valor nutricional da silagem e análise dos parâmetros de produção relacionados a esse consórcio. Decorridos 60 dias e com a fase de fermentação do material já completa, os silos foram abertos. Os tratamentos utilizados foram os seguintes: braquiária no plantio solteiro, sorgo no plantio solteiro, sorgo consorciado com capim na linha e entrelinhas de plantio, sorgo consorciado com capim nas entrelinhas de plantio, sorgo consorciado com capim na linha de plantio. Foi utilizado o delineamento em blocos casualizados com cinco repetições por tratamento. O maior teor de matéria orgânica foi como o sorgo solteiro, não havendo diferença entre os consórcios e a braquiária solteira. Os consórcios não diferiram entre si e obtiveram valores maiores que o sorgo solteiro nos teores de matéria mineral. O plantio consorciado do sorgo com capim na linha e sorgo com capim na entrelinha elevaram o teor de lignina. A digestibilidade in vitro da matéria seca foi diminuída pelo plantio consorciado se comparado a silagem de sorgo solteiro. Os teores de proteína bruta foram melhores no plantio consorciado e na braquiária solteira que na silagem de sorgo solteiro. Não houve diferença entre as variáveis matéria seca, extrato etéreo, fibra em detergente neutro, fibra em detergente ácido, celulose, hemicelulose, e nutrientes digestíveis totais. Já nos parâmetros de produção o consórcio não exerceu influencia significativa nas alturas das plantas de sorgo e capim. Os estandes foram melhores no plantio consorciado que no sorgo solteiro sendo que, o sorgo com capim na linha teve o melhor resultado. A melhor produção de matéria verde foi da braquiária solteira, sendo que o sorgo com capim na linha e entrelinhas de plantio e o sorgo com capim nas entrelinhas foram melhores que os o sorgo solteiro e o sorgo com capim na linha. A produção de matéria verde foi influenciada pelo plantio consorciado, sendo melhor no plantio do sorgo com capim na linha e entrelinhas e o com capim nas entrelinhas mas estes não se diferenciaram da maior produção que foi da braquiária solteira.
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Desempenho agronômico da cultura do milho e espécies forrageiras em sistema de Integração Lavoura-Pecuária no Cerrado.

Desempenho agronômico da cultura do milho e espécies forrageiras em sistema de Integração Lavoura-Pecuária no Cerrado.

VC de 76%. A semeadura das forrageiras foi realizada por operação mecanizada com outra semeadora- adubadora de discos para sistema de semeadura direta (SSD). Enquanto que, nas modalidades em que as forrageiras foram semeadas por ocasião da adubação nitrogenada de cobertura (29/01/2010), as sementes foram misturadas ao adubo (ureia), minutos antes da semeadura, e acondicionadas no compartimento de fertilizante da adubadora. As sementes das forrageiras foram depositadas, mecanicamente, no solo, à profundidade de 0,03m num espaçamento de 0,30m distante da linha do milho. O fornecimento de água foi efetuado quando necessário por aspersão por meio de um sistema fi xo de irrigação do pivô central, com controle pelo Kc de acordo com o desenvolvimento da cultura do milho.
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AGRICULTURA E INDÚSTRIA NO BRASIL

AGRICULTURA E INDÚSTRIA NO BRASIL

O que temos assistido, no caso brasileiro, é esse processo desigual, contraditório que move a formação social capitalista no Brasil, e que mostra cada vez mais a sua face outrora oculta, o rumo à sujeição da renda da terra ao capital. É aqui que encontramos a raiz das relações entre a agricultura e indústria no Brasil. É nesse rumo que encontramos as diversas formas de apropriação da renda da terra pelo capital. Se o caminho seguido por segmento das classes dominantes no sentido de desenvolver na plenitude as relações capitalistas de produção no campo, tem feito crescer o operariado rural, já que parte dele habitando as periferias urbanas (há no Brasil hoje cerca de 3.000.000 de trabalhadores temporários) dá demonstração da unificação da força de trabalho assalariada (estão concentrados espacialmente). Isto decorre do fato de que o caráter temporário de seu trabalho no campo, permite que ele também trabalhe nos chamados empregos e subempregos urbanos. No entanto, a outra parcela, a dos trabalhadores permanentes no campo (cerca de 2.000.000 também assalariados, enfrentam a realidade cruel da separação espacial, imposta pela especificidade da atividade produtiva no campo. Esse distanciamento entre si da classe trabalhadora no campo, tem provocado dificuldades de união de seus interesses na luta pela cotidiana frente ao inimigo comum.
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Octavio Ianni e o proletariado rural no Brasil — Outubro Revista

Octavio Ianni e o proletariado rural no Brasil — Outubro Revista

Do nosso ponto de vista, as reflexões lançadas por Octavio Ianni naquele artigo de 1971 possuem uma riqueza heurística extraordinária, repleta de elementos atuais a serem problematizados. Ao longo do desenvolvimento deste texto, longe da perspectiva de esgotar o debate, demonstraremos as razões que justificam tal posição, bem como a relevância que possui para refletir a configuração contemporânea da contradição capital-trabalho no universo agrário nacional. Assim, entendemos que a atualização do debate referente à proletarização do trabalhador rural no Brasil implica necessariamente, numa primeira aproximação, a interlocução direta com os clássicos do pensamento social crítico brasileiro, trazendo-os para o centro da discussão, num importante esforço de retomada da contribuição desses autores para melhor refletir e sistematizar as problemáticas emergentes na quadra histórica em curso, as quais devem estar sempre conectadas ao processo histórico.
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Consórcio milho-braquiária: arranjos de plantio e formas de distribuição do adubo nitrogenado

Consórcio milho-braquiária: arranjos de plantio e formas de distribuição do adubo nitrogenado

O nitrogênio é o nutriente exigido em maior quantidade pela cultura do milho e o que, geralmente, proporciona as maiores respostas da cultura à adubação. No arranjo de plantio A, houve resposta positiva ao parcelamento da adubação nitrogenada, em função da sincronização da aplicação do nitrogênio com o período de alta demanda da cultura, corroborando com resultados obtidos por NEPTUNE (1966) que aplicações tardias de nitrogênio aumentam o tempo de enchimento de grãos e diminuem a taxa de acumulação relativa de matéria seca. Resultados semelhantes foram obtidos por SANGOI e ALMEIDA (1994). Estes autores verificaram que o parcelamento da dose de nitrogênio, aplicada em cobertura quando as plantas apresentavam cinco e nove folhas totalmente expandidas proporcionou maior rendimento de grãos por espiga e maior rendimento de grãos.
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Atributos químicos e físicos de um Argissolo Vermelho-Amarelo em sistema integrado de produção agroecológica.

Atributos químicos e físicos de um Argissolo Vermelho-Amarelo em sistema integrado de produção agroecológica.

leguminosas  para  adubação  verde,  ajuste  do  sistema  plantio  direto  sob  agricultura  orgânica,  entre  outros.   Foram  selecionadas  cinco  áreas  experimentais  com  0,12  ha:  cultivo  de  igo  (Ficus carica)  de  sete  anos  e  entrelinhas  com  gramíneas  (Paspalum notatum);  consórcio maracujá (Passilora edulis)/Desmodium sp.,  em área cultivada com maracujá desde 1996; cultivo  de  milho  (Zea mays),  no  verão,  e  feijão  (Phaseolus vulgaris ), no  inverno, em área com experimentos há  oito  anos  com  rotação  de  culturas  de  milhofeijão,  quiabo, couve e berinjela,  com revolvimento do solo  (aração  e  gradagem);  cultivo  de  berinjela  (Solanum melongena ),  no  verão,  e  milho,  no  inverno,  com  a  mesma  sequência  de  rotação  de  culturas  e  tempo  de  utilização da área de milho/feijão, entretanto, em plantio  direto e em sistema agrolorestal (SAF), de cinco anos,  com cultivo  de espécies frutíferas e arbóreas.
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Eficiência agronômica e biológica nos consórcios da mamoneira com feijão-caupi ou milho.

Eficiência agronômica e biológica nos consórcios da mamoneira com feijão-caupi ou milho.

Corrêa, Távora e Pitombeira (2006), ao consorciarem cultivares de mamoneira, Nordestina e Paraguaçu, com feijão-caupi, também obtiveram eficiência no uso da terra. Eficiência encontrada também com o consórcio de mamoneira com feijão comum (TEIXEIRA et al., 2012). Essas consorciações foram mais eficientes devido, provavelmente, à melhor utilização dos recursos ambientais, ocasionado pelas diferenças nos ciclos e taxas crescimentos, arquitetura radicular e da parte aérea e exigências nutricionais e ambientais distintas. Um dos fatores que proporcionaram variações no uso eficiente da terra foram as alterações das populações de mamoneira e feijão-caupi, resultante da competição existente entre as culturas (Figura 2A). Em geral, esta alimentícia é mais agressiva que a mamoneira (PINTO et al., 2011), sendo a densidade das culturas decisiva no índice de competitividade (AZEVEDO et al., 2007a).
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