Top PDF Efeito de diferentes corretivos de acidez: calcário líquido e calcário sólido

Efeito de diferentes corretivos de acidez: calcário líquido e calcário sólido

Efeito de diferentes corretivos de acidez: calcário líquido e calcário sólido

Este trabalho traz como objetivo principal é verificar o calcário sólido e calcário líquido na correção do solo em profundidade. Também verificar a reação do calcário líquido no solo, averiguar a relação do calcário calcitico com o gesso agrícola e observar a reação do gesso no solo. Sendo que a calagem é uma das técnicas mais adequadas para fornecer cálcio e magnésio ao solo e também elevar o pH e reduzir a acidez, Alumínio e Ferro, e consiste na liberação de outros nutrientes. Para melhorar a eficiência desses calcários o gesso agrícola ele tem intuito de neutralizar também a toxidade do Al e integrar o Ca ao solo, mas ele tem o diferencial por atuar em maiores profundidades. Em relação ao calcário liquido a pouco estudo, mas ele tem suas vantagens nos aspectos práticos, sendo a melhor aplicação e menor uso de mão de obra. O experimento foi conduzido no município de Dois Vizinhos, trata- se de um experimento em delineamento inteiramente casualisado com quatro repetições, parcelas de 5 x 5 m, sendo coletadas amostras de solo em 0-2,5; 2,5-5; 5-10; cm de profundidade. Foram avaliados os atributos químicos do solo como pH, Ca e Mg, e a altura de plantas após 90 dias do plantio. O calcário calcítico podemos dizer que é uma boa fonte Ca e um bom corretivo de acidez. O Calcário líquido não apresenta modificações nos teores de Ca, Mg e pH aos 60 dias após sua aplicação. Calcário calcítico + gesso pode elevar gradativamente as quantidades de Mg em maiores profundidades, proporcionando que plantas de desenvolvam em maiores profundidades. O gesso agrícola quando utilizado sozinho, não apresenta melhorias significativas ao solo aos 60 dias após a sua aplicação.
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Desenvolvimento de Eucalyptus urograndis plantados após uso de diferentes corretivos de acidez do solo

Desenvolvimento de Eucalyptus urograndis plantados após uso de diferentes corretivos de acidez do solo

A calagem é uma das técnicas mais adequadas para fornecer cálcio e magnésio ao solo e também elevar o pH e reduzir a acidez, Alumínio e Ferro, e consiste na liberação de outros nutrientes. Este trabalho tem como objetivo avaliar o desenvolvimento do Eucalyptus urograndis e verificar a eficácia do calcário sólido, gesso e calcário líquido na correção do solo em profundidade. O experimento foi conduzido no município de Dois Vizinhos, 25°42’52” latitude S e longitude de 53°03’94” W com altitude aproximadamente 560 m. Trata-se de um experimento em delineamento inteiramente casualizado com quatro repetições, parcelas de 5 x 5 m, sendo coletadas amostras de solo em 0-2,5; 2,5-5; 5-10 e 10-20 cm de profundidade. Os tratamentos foram: Calcário; Calcário + Gesso; Calcário Líquido; Gesso e a Testemunha. Foram avaliados os atributos químicos do solo como pH, Ca, Mg e AL, e atributos da planta como altura de plantas 180 dias após o plantio e diâmetro de colo. O tratamento com Calcário Calcítico + Gesso foi o que apresentou melhores resultados quanto a pH e aumento dos níveis de Ca no solo, o que refletiu no melhor desenvolvimento das plantas de eucalipto após 6 meses do plantio. Os níveis de Mg no solo não foram influenciados e o uso do calcário liquido não afetou os parâmetros de solo analisados.
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Granulometria e doses de calcário em diferentes sistemas de manejo.

Granulometria e doses de calcário em diferentes sistemas de manejo.

Após alguns anos de cultivo, no sistema de plantio direto, ocorre diminuição do pH na camada superficial do solo e, concomitantemente, o aparecimento de alumínio trocável em níveis tóxicos para as plantas, o que torna necessária a intervenção mediante à aplicação de corretivos para a viabilidade do sistema (ALLEONI et al., 2005). Por isso, a aplicação de calcário tem mostrado efeito na neutralização da acidez do solo em superfície, tornando a prática da calagem um dos principais questionamentos nesse sistema de produção. De acordo com Miyazawa et al. (2000), a aplicação superficial de calcário tem sido um problema relativo pela liberação de compostos hidrossolúveis capazes de potencializar o efeito da calagem, aumentando o volume de solo corrigido.
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Efeito residual do calcário sob diferentes modos de incorporação antes da instalação do sistema plantio direto.

Efeito residual do calcário sob diferentes modos de incorporação antes da instalação do sistema plantio direto.

As informações sobre a eficiência de equipamentos na incorporação de corretivos em profundidades superiores a 0,20 m com homogeneidade adequada são pouco freqüentes na literatura. No Brasil, a incorporação de calcário é feita, normalmente, com grades intermediárias ou até niveladoras, o que pode resultar em reflexos negativos à qualidade física e química dos solos, tanto pela supercalagem na parte superficial como pela subcalagem nas camadas mais profundas do perfil do solo (Denardin, 1984), podendo restringir o crescimento de raízes das plantas. Paralelamente, os arados estão perdendo espaço para as grades pesadas, devido ao seu alto custo operacional (Dallmayer, 1986). Com relação à profundidade de incorporação, observa-se que as culturas anuais, em geral, apresentam respostas diferenciadas quanto à produção. A incorporação do calcário em profundidades até 0,30 m pode neutralizar a acidez do solo até este limite possibilitando maior desenvolvimento radicular com respostas mais positivas na produção de milho (Gonzales-Érico et al., 1979). Em áreas sob sistema plantio direto consolidado a incorporação profunda de calcário, comparada com a aplicação superficial, não possibilitou incremento de produção da soja (Sá,1993). Pesquisas envolvendo a incorporação profunda do calcário já na implantação do sistema plantio direto, para avaliação dos efeitos residuais no solo e os benefícios às culturas sucessoras devem ser estimulados. Esta justificativa fundamenta-se também na indicação de que a incorporação profunda do calcário no início da adoção do sistema plantio direto exerce efeito benéfico na produção agrícola (Prado & Roque, 2002). A EMBRAPA (1998) recomenda a calagem para o Estado do Paraná, objetivando atingir a saturação por bases de 70%, incorporando-se o calcário até a 20 cm de profundidade nas áreas que estão no sistema convencional e que devem passar para o sistema plantio direto.
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Efeito residual do calcário e da escória de siderurgia em soqueiras da cana-de-açúcar

Efeito residual do calcário e da escória de siderurgia em soqueiras da cana-de-açúcar

PRADO et al. (2003), estudando o efeito residual da escória de siderurgia em soqueiras de cana, constataram que o calcário e a escória de siderurgia promoveram efeito residual benéfico, após 48 meses da aplicação, na correção da acidez do solo e na elevação do valor da saturação por bases. A maior dose de calcário causou efeito depressivo no perfilhamento, no número de colmos industrializáveis e na produção da cana-de-açúcar, fato não observado com uso da escória de siderurgia, ainda, a aplicação da escória de siderurgia e do calcário, em pré-plantio, promoveu efeito residual positivo na produção da soqueira de cana-de- açúcar. Saliente-se que poucos são os trabalhos relacionados sobre esse tema.
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Efeito do calcário e do fósforo na produtividade de grãos e seus componentes nos cultivares de trigo.

Efeito do calcário e do fósforo na produtividade de grãos e seus componentes nos cultivares de trigo.

O conhecimento da interação genótipos de trigo comum (Triticum aestivum L.) e fatores da produtividade de grãos (calcário, adubos, água e outros) é importante para escolha adequada de cultivares e insumos. O objetivo deste trabalho é verificar se existem diferenças entre genótipos de trigo quanto à resposta ao calcário e ao fósforo em relação à produtivi- dade de grãos e seus componentes, ao comprimento da espiga e ao índice de colheita. Por nove anos, instalaram-se experimentos em um mesmo local, na Estação Experimental de Agronomia de Itararé. Efetuaram-se os experimentos sob condição de sequeiro e em suces- são ao pousio ou à soja. O delineamento estatístico foi o de blocos casualizados, em parcela subsubdividida, com quatro blocos. A parcela foi constituída por três doses de calcário (0, 6,5 e 13 t.ha -1 ); a subparcela, por três doses de fósforo (0, 30 e 90 kg.ha -1 de P
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Efeito da aplicação de calcário e micronutrientes em latossolo amarelo da Amazônia Central.

Efeito da aplicação de calcário e micronutrientes em latossolo amarelo da Amazônia Central.

0 Quadro II mostra o efeito da aplicação de diferentes doses de ca 1cãrio, come sem micronutrientes, na produção da soja em Latossolo Amarelo sob três diferentes tipos de manejo.. Efei[r]

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Disponibilidade de nutrientes em vertissolo calcário.

Disponibilidade de nutrientes em vertissolo calcário.

No tratamento -Zn, o teor de P apresentou valores considerados adequa- dos para o desenvolvimento da planta (Tabela 2), mas foi o tratamento que teve a menor produção de matéria seca, muito embora o teor de Zn não tenha sido muito diferente do teor do tratamento completo (Tabela 2). O maior teor de P deve ter sido em decorrência de um efeito de concentração acarretado pelo pequeno desenvolvimento das plantas. No entanto, fica claro a ocorrên- cia de interação negativa entre o P e o Zn, em comparação com o teor de P e Zn obtidos no tratamento -P, -Zn, testemunha e completo. Marschner & Schropp (1977) observaram que altas doses de P aplicadas em videira conduzidas em vasos contendo solo calcário induziram o aparecimento de sintomas de defi- ciência de Zn. Os mesmos autores descreveram um pequeno crescimento das plantas com sintoma de deficiência de Zn.
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Avaliação do efeito da aplicação de calcário na linha de semeadura para a cultura da soja.

Avaliação do efeito da aplicação de calcário na linha de semeadura para a cultura da soja.

Nas Tabelas 1 e 2, encontram-se os dados de rendimento de graos re ferentes ao ano agricola 1980/81 e o rendimento médio de quatro cultivos no solo Passo Fundo e de dois no solo Erexim, [r]

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Qualidade do calcário sob diferentes condições de armazenamento na Região das Missões

Qualidade do calcário sob diferentes condições de armazenamento na Região das Missões

A produção de calcário que visa o fim agrícola ocorre em quase todos os estados brasileiros. Segundo o SINDICAL, em 2007 o Brasil totalizou uma produção de calcário de 22,75 milhões de toneladas, principalmente concentrada na região Sudeste. Atualmente, o consumo de fertilizantes tem aumentado considerável nos últimos vinte anos, mas a utilização e consumo do calcário agrícola não tem sequer acompanhado essa evolução, essa relação entre o aumento quantitativo do uso de fertilizantes e o não acompanhamento no consumo de calcário agrícola é, agronomicamente falando, sem sentido, pois a maioria dos solos brasileiros são originalmente ácidos (COLEMAN & THOMAS, 1967). Portanto, necessitando de calagem para que os nutrientes sejam plenamente utilizados pelas plantas, aumentando a eficácia dos fertilizantes e permitindo o aumento produtivo das culturas de interesse (ALCARDE,1992). Então, pode-se concluir que o consumo de calcário agrícola está muito abaixo do ideal, precisando que o setor agrícola e principalmente os agricultores desenvolvam uma maior consciência da importância e dos benefícios da calagem, podendo futuramente potencializar o consumo do calcário agrícola.
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Estudo sobre a eficiência de diferentes frações granulométricas de calcário no solo.

Estudo sobre a eficiência de diferentes frações granulométricas de calcário no solo.

Aliás, esse fato já foi observado por Anderson (1). O material com granulometria de 30-50 "meshes" ou mais fino, desde 35 até aos 540 dias, apresentou o mesmo efeito, independ[r]

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Resposta ao calcário e ao fósforo de genótipos de trigo com diferentes tolerâncias ao alumínio.

Resposta ao calcário e ao fósforo de genótipos de trigo com diferentes tolerâncias ao alumínio.

Os rendimentos de grãos variaram de ano para ano, de acordo com as condições climáticas, e, aparentemente, de acordo com o período de aplica- ção de calcário (Fig. 1). Para maior concisão, na Fig. 1 são apresentados apenas os dados de anos selecionados e dos genótipos com comportamentos mais contrastantes (IAC-60 e Anahuac). Os dados obtidos com IAC-5 e IAC-24 foram semelhantes aos do IAC-60. As respostas ao calcário e ao P foram relativamente pequenas no primeiro ano (1987), mas aumentaram em 1988 e 1990. Após a reaplicação do calcário em 1991, ocorreu a mesma tendência (Fig. 1). As respostas observadas com o genótipo IAC-60 foram, de modo geral, semelhantes às conseguidas com o Anahuac, embora a magnitude de respostas tenha sido maior em IAC-60. No período avaliado, a resposta ao P foi maior do que à calagem; tendência mais acentuada em Anahuac do que em IAC-60 (Fig. 1).
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Diferentes nas respostas de algumas gramíneas de inverno ao nitrogênio, fósforo e calcário

Diferentes nas respostas de algumas gramíneas de inverno ao nitrogênio, fósforo e calcário

Onde o fósforo não foi aplicado, festuca K-31, azevém e aveia alta foram as três espécies que tiveram produção mais alta, enquanto que B.. auleticus, capim doce e capim pé de galinha[r]

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EMERGÊNCIA DE PLANTAS DANINHAS EM CANAVIAIS INFLUENCIADA POR DIFERENTES DOSES DE CALCÁRIO

EMERGÊNCIA DE PLANTAS DANINHAS EM CANAVIAIS INFLUENCIADA POR DIFERENTES DOSES DE CALCÁRIO

A dose de calcário de 3200 kg ha -1 sobre D. horizontalis, embora tenha sido indiferente ao estabelecimento da espécie, observado pelos valores de emergência (Tabela 3), prejudicou a altura das plantas a partir da dose de 1600 kg ha -1 (Tabela 5) sem interferir no número de folhas (Tabela 4). Possivelmente, em canaviais a espécie poderá apresentar-se com alturas menores, porém, o número de indivíduos não será reduzido. Machado et al. (2006) estudaram características de crescimento para D.

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Efeito do teor e da dispersão de fino calcário na aderência substrato-matriz cimentícia.

Efeito do teor e da dispersão de fino calcário na aderência substrato-matriz cimentícia.

A substituição do ligante em até 30% por fino calcário com distribuição granulométrica inferior à do ligante não interfere nos valores de aderência. Em teores mais elevados, uma redução é observada. Nesses teores, torna-se necessário o uso de dispersante e partículas mais finas. Por exemplo, a argamassa F160 com dispersante aumentou em 12% a resistência de aderência em relação à referência sem dispersante e em 76% quando comparado à mesma sem dispersante. Isso porque as partículas mais finas, se dispersas, aumentam a capacidade de recobrimento da superfície do substrato. Vale ressaltar que o uso de finos em teores elevados requer cuidados, pois pode resultar em retração da argamassa e fissuração. Neste trabalho, utilizou-se cura úmida (UR = 100%) e eliminou-se a absorção do substrato.
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Correção da acidez e mobilidade de íons em Latossolo com aplicação superficial de escória, lama cal, lodos de esgoto e calcário.

Correção da acidez e mobilidade de íons em Latossolo com aplicação superficial de escória, lama cal, lodos de esgoto e calcário.

Os valores de pH e saturação por bases do solo proporcionado pelo calcário em contraste com a dose zero, na mesma época e para a mesma camada amostrada, denotam que a neutralização da acidez do solo, após três meses de aplicação, se restringe à profundidade de 10 cm e, com 27 meses, esta frente alcalinizante se deslocou até 20 cm no perfil do solo (Tabelas 4 e 5), concordando com resultados de Mello et al. (2003), Ciotta et al. (2004), Fidalski & Tormena, (2005) e Caires et al. (2006), até a profundidade de 20 cm. Quanto ao tratamento-controle, foi aplicada a dose de 2 t ha -1 de calcário, calculada para elevar a
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Crescimento de mudas de moringa em diferentes concentrações de lodo de esgoto tratado com Calcário

Crescimento de mudas de moringa em diferentes concentrações de lodo de esgoto tratado com Calcário

caraterísticas morfológicas e nutricionais. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar o crescimento de mudas de Moringa oleifera em diferentes concentrações de lodo de esgoto tratado com calcário. As sementes foram coletadas na área experimental da Escola Agrícola de Jundiaí (EAJ). O lodo foi fornecido pela estação de tratamento de esgoto da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). O experimento foi conduzido em casa de vegetação na EAJ. O tratamento do lodo foi realizado em temperatura ambiente com calcário para sua higienização. O experimento compreendeu seis tratamentos: T0: 100% areia (controle); T20: 20% de biossólido + 80% de areia; T40: 40% de biossólido + 60% areia; T60: 60% de biossólido + 40% areia; T80: 80% de biossólido + 20% areia; T100: 100% de biossólido. Totalizando- se 32 unidades amostrais (repetições) para cada tratamento. Os dados foram analisados no programa Bioestat. De acordo com as análises realizadas, as mudas submetidas aos tratamentos T0, T80 e T100 tiveram crescimento em altura inferior às mudas dos outros tratamentos, onde os melhores resultados foram para o T20, T40 e T60. Não houve diferença estatística entre os valores médios de diâmetro do coleto das mudas nos tratamentos com a presença do lodo, havendo apenas diferença destas para as mudas submetidas ao tratamento controle (T0). As mudas submetidas ao T60 apresentaram melhores resultados de crescimento em altura, relação H/D e número de folhas. Não houve diferença nas médias das variáveis PMSA, PMST e IQD, diferente do que ocorreu com a PMSR e a razão PMSA/PMSR, onde houve diferença estatística, se sobressaindo com maiores médias o T0 e o T60, respectivamente. Pode-se concluir que as concentrações de lodo que apresentaram melhores resultados foram de 40 e de 60%. Observou-se menor crescimento das mudas submetidas aos tratamentos controle (T0), T80 e T100. Portanto, o uso de lodo para a produção de mudas é uma alternativa tecnicamente viável.
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Efeito da escória, calcário e nitrogênio na absorção de silício e na produção do capim-marandu.

Efeito da escória, calcário e nitrogênio na absorção de silício e na produção do capim-marandu.

Quanto ao teor e ao acúmulo de silício nas plantas, nos dois cortes, verificou-se diferença entre as fontes e, também, efeito significativo da interação fontes e doses de material corretivo, indicando que os efeitos das fontes no teor e acúmulo de Si dependem das doses aplicadas (Tabela 3). Como era esperado, o uso da escória de siderurgia promoveu maior acúmulo desse elemento, pois, incrementou significativamente a concentração de Si no solo (8,6 a 9,7 mg dm -3 ) e, haja vista que, em sua composição há o Si que se encontra na forma disponível para as plantas. Esses resultados concordam com os dados de outros autores que a aplicação da escória de siderurgia incrementou a absorção de Si em plantas de cana-de-açúcar (A NDERSON , 1991, R AID et
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Calcário e potássio para a cultura de soja.

Calcário e potássio para a cultura de soja.

Os experimentos de longa duração para avaliar o efeito direto e/ou residual de doses de K em soja, realizados nos estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina, mostraram que as concentrações daquele nutriente diminuíram tanto no solo como nas folhas, com os cultivos, afetando negativamente a produtividade (Mascarenhas et al., 1981; Rosolem et al., 1984; Yamada & Borkert 1992; Borkert et al., 1997; Scherer, 1998).

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