Top PDF Efeito do enriquecimento ambiental no desempenho de frangos de corte

Efeito do enriquecimento ambiental no desempenho de frangos de corte

Efeito do enriquecimento ambiental no desempenho de frangos de corte

A avicultura cresce constantemente devido as novas tecnologias e a qualidade sanitária conquistadas na cadeia produtiva. Atualmente, alguns consumidores exigem que os animais sejam respeitados durante o período de produção, que não ocorra agressão ao meio ambiente e que ainda, alcancem um ótimo desempenho produtivo. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de ambientes enriquecidos com diferentes tipos de poleiros no desempenho de frangos de corte. O experimento foi realizado no Laboratório de Inovações Avícolas (LINAV) localizado na Universidade Tecnológica Federal do Paraná UTFPR – Campus Dois Vizinhos. Foram avaliados 345 machos e 345 fêmeas da linhagem comercial Cobb 500, distribuídos em um delineamento inteiramente casualizado em arranjo fatorial 2 x 3 (sexo x enriquecimento) com 5 repetições cada. Os enriquecimentos ambientais utilizados foram: 1 controle (sem enriquecimento), 2 mureta (tijolos de barro) e 3 poleiros de ferro com suporte de madeira e altura regulável. Foram avaliados indicadores semanais de desempenho zootécnico, mortalidade, peso vivo, ganho de peso e conversão alimentar, sendo as coletas dos dados de desempenho zootécnico realizado nas idades de 7, 14, 21, 28, 35 e 42 dias. As variáveis foram analisadas por meio da análise de variância (ANOVA) por meio de Inferência Bayesiana a 5% de probabilidade. Concluiu-se que o enriquecimento ambiental apresentou melhora nos indicadores zootécnicos apenas para as fêmeas. No entanto outros estudos devem ser realizados com enriquecimentos ambientais considerando o desempenho zootécnico e não apenas os indicadores de bem estar animal.
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Efeito do isolamento térmico de telhado sobre o desempenho de frangos de corte alojados em diferentes densidades

Efeito do isolamento térmico de telhado sobre o desempenho de frangos de corte alojados em diferentes densidades

das atividades metabólicas das aves, como calor, maior quantidade de excretas, umidade da cama e mais amônia no ar (CAMPOS, 1995). Ainda segundo CAMPOS (1995), altas temperaturas e problemas com ventilação influem no desempenho das aves. ELWINGER (1995), estudando o efeito da densidade populacional na produção de frangos de corte e nas condições ambientais, concluiu que o aumento da densidade influenciou negativamente o crescimento das aves e levou à maior concentração de umidade, amônia e CO 2 no ar no período próximo ao abate das aves. COELHO (1989) e GOLDFLUS (1994), pesquisando os efeitos do aumento da densidade de criação de frangos de corte, constataram redução no consumo alimentar e no peso final da ave e melhora na conversão alimentar. Contudo, o aumento da densidade promoveu acréscimos significativos na produção de carne por unidade de área. Os autores relataram ainda que, se as condições ambientais não forem adequadas, as perdas no desempenho e em mortalidade, devido ao calor, podem superar o pro- gresso obtido com a maior produção por área.
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Efeito da vitamina C e triptofano no desempenho, comportamento e parâmetros de estresse de frangos de corte

Efeito da vitamina C e triptofano no desempenho, comportamento e parâmetros de estresse de frangos de corte

Resumo. O estudo teve por objetivo avaliar o efeito da suplementação de vitamina C e triptofano sobre o desempenho e indicadores de estresse de frangos de corte criados em alta densidade. Um experimento foi realizado em delineamento experimental inteiramente casualizado em esquema fatorial 2 x 5 +1 (2 níveis de vitamina C: 0 e 250 mg/kg da dieta; 5 níveis de triptofano: 100%; 125%; 150%; 175% e 200% das recomendações associados á alta densidade de criação (17 aves/m²) e o controle negativo, dieta ausente de vitamina C + triptofano segundo as recomendações, associado á baixa densidade de criação (12 aves/m²), com seis repetições. As variáveis de desempenho analisadas foram: peso corporal, ganho de peso, consumo de ração, conversão alimentar, viabilidade e índice de eficiência produtiva. Os indicadores de estresse avaliados: glicose sérica, relação heterófilo:linfócito, colesterol, triglicerídeos, ácido úrico, VLDL, metabólitos de glicocorticoides urofecais e o título de anticorpos contra a doença de New Castle. O desempenho de frangos de corte é prejudicado quando criados em alta densidade. A adição de vitamina C promoveu melhora sobre o desempenho das aves, verificada na melhora na CA. A vitamina C e o triptofano não afetaram a resposta imunológica dos frangos e não influenciaram os parâmetros bioquímicos sanguíneos (P>0,05). A técnica de dosagem de metabólitos urofecais de corticosterona por Enzimainunoensaio se mostra adequada para avaliações não invasivas de estresse em frangos de corte. A suplementação em 200% de triptofano associado à vitamina C se mostra eficiente em reduzir o estresse causado pela densidade de criação e pode ser indicado para produção de frangos de corte em alta densidade promovendo melhora no bem-estar das aves.
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Efeito de condicionadores químicos na cama de frango sobre o desempenho de frangos de corte.

Efeito de condicionadores químicos na cama de frango sobre o desempenho de frangos de corte.

Estudou-se o efeito de condicionadores químicos na cama de frango sobre o desempenho de frangos de corte criados em três lotes consecutivos. Foram utilizadas 1320 aves, 440 em cada lote, em delineamento experimental em blocos ao acaso, com cinco tratamentos (Trat. 1 - cama sem tratamento; Trat. 2 - cama tratada com sulfato de alumínio; Trat. 3 - cama tratada com gesso agrícola; Trat. 4 - cama tratada com superfosfato simples e Trat. 5 - cama tratada com cal hidratada) e quatro repetições. As aves e as rações foram pesadas no início e no final do período experimental para obtenção do peso final, do consumo de ração, da conversão alimentar e da viabilidade. O uso dos condicionadores não influenciou (P>0,05) o peso final, o consumo de ração e a conversão alimentar. A adição do sulfato de alumínio e do superfosfato simples reduziu (P<0,05) a viabilidade das aves. Não é necessário o uso dos condicionadores na cama de frango reutilizada até o terceiro lote.
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Efeito da idade da matriz sobre o desempenho e rendimento de carcaça de frangos de corte.

Efeito da idade da matriz sobre o desempenho e rendimento de carcaça de frangos de corte.

Avaliou-se efeito da idade da matriz sobre as características de desempenho, rendimento de carcaça e partes de frangos de corte, criados até 49 dias de idade. Foram utilizados 3600 pintos de um dia, oriundos de ovos de matrizes da linhagem Ross 308, distribuídos segundo um delineamento experimental inteiramente ao acaso, em esquema fatorial 5×2, com cinco idades de matrizes (29, 41, 58, 68 e 98 semanas) e dois sexos, com quatro repetições de 90 aves cada. Aos 21, 28, 35, 42 e 49 dias de idade, cinco frangos por parcela foram amostrados e abatidos após jejum alimentar de oito horas, para avaliação do rendimento de carcaça e partes. A idade da matriz influenciou (P<0,05) o desempenho das aves na fase inicial de criação (1 a 21 dias); os frangos oriundos de matrizes com 29 semanas de idade apresentaram menor rendimento. A idade da matriz não afetou (P>0,05) o rendimento de carcaça nas idades avaliadas. Os frangos oriundos de matrizes com 29 semanas apresentaram melhor rendimento de peito que aqueles de matrizes com 58 semanas. O sexo influenciou (P<0,05) tanto o desempenho quanto o rendimento de carcaça e partes dos frangos de corte.
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Efeito do nível de energia metabolizável da dieta no desempenho e metabolismo energético de frangos de corte

Efeito do nível de energia metabolizável da dieta no desempenho e metabolismo energético de frangos de corte

RESUMO - Objetivou-se, nesta pesquisa, estudar o efeito dos níveis de energia metabolizável (EM) da dieta sobre o desempenho e o metabolismo energético de frangos de corte machos na fase de crescimento (22 a 43 dias de idade) em condições de temperatura ambiente. Foram utilizadas 288 aves distribuídas aleatoriamente por três níveis de energia da dieta (3.050, 3.200 e 3.350 kcal/kg) e três níveis de alimentação (ad libitum, 75 e 50% do ad libitum), com quatro repetições de oito aves, para determinação das exigências de mantença e das eficiências energéticas. Foi utilizado o método do abate comparativo, sendo que 12 aves foram abatidas no início do ensaio experimental, para determinação da composição corporal inicial, e 144 aves foram usadas para determinação da energia metabolizável das dietas experimentais. Os níveis de energia influenciaram na ingestão de energia metabolizável (IEM) e, conseqüentemente, a retenção de energia na carcaça (ER) e a produção de calor (PC). As exigências de energia metabolizável de mantença (EMm) determinadas foram 131,12; 140,96 e 131,78 kcal/kg 0,75 /dia para os níveis de energia alto, médio e baixo, respectivamente. O nível de energia mais alto (3.350 kcal/kg) na dieta dos frangos de corte proporcionou melhores resultados de desempenho, enquanto o médio (3.200 kcal/kg), melhor equilíbrio na eficiência de utilização de energia para deposição de proteína e gordura, conseqüentemente, melhor qualidade da carcaça, em decorrência da menor deposição de gordura.
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Efeito da Suplementação de Metionina Sobre o Desempenho e a Avaliação de Carcaças de Frangos de Corte.

Efeito da Suplementação de Metionina Sobre o Desempenho e a Avaliação de Carcaças de Frangos de Corte.

Um exp erim en t o f o i co n d u zid o p ara avaliar o s ef eit o s d a suplementação de metionina em dietas de crescimento (22 a 42 dias de idade) sobre o desempenho, rendimento e composição química da carcaça de frangos de corte. Foram utilizados 2000 frangos de corte da linhagem comercial Ross, sexados, distribuídos em um delineamento ao acaso, em esquema fatorial 2 x 5 (sexo e níveis de metionina) com quatro repetições de 50 aves cada. As dietas foram formuladas para conter 100% ,110% , 120% , 130% e 140% dos níveis de metionina recomendados pelo NRC (1994). Aos 42 dias de idade, as aves foram abatidas para avaliar a quantidade de gordura abdominal, bem como o rendimento e a composição química da carcaça. Ao aumentar o nível de metionina da dieta, não houve efeito (p> 0,05) sobre o ganho de peso, consumo de ração, conversão alimentar, mortalidade, gordura abdominal, e rendimento de carcaça, bem como, umidade, proteína, gordura e cinzas do peito e pernas. Não foi verificado efeito (p>0,05) de int eração ent re nível de m et ionina e sexo, m as as f êm eas apresentaram maior percentual de gordura abdominal (p<0,05) que os machos. Como o nível de met ionina não af et ou o desempenho, rendiment o e composição química da carcaça, concluiu-se que a recomendação sugerida pelo NRC (1994) de 0,38% para frangos de corte no período de 22 a 42 dias de idade está adequada.
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Granulometria do Milho em Rações de Crescimento de Frangos de Corte e seu Efeito no Desempenho e Metabolismo.

Granulometria do Milho em Rações de Crescimento de Frangos de Corte e seu Efeito no Desempenho e Metabolismo.

Os dados contidos na Tabela 1 mostram que houve dif erenças de desempenho ent re as diet as com diferentes granulometrias do milho. Pelo teste de médias, observa-se que a menor granulomet ria (0,337mm) determinou menor consumo de ração, menor ganho de peso e pior conversão alimentar das aves comparada com granulometrias acima de 0,778 mm (inclusive). A análise de regressão mostrou um efeito linear da granulometria nos parâmetros de desem penho (p< 0,01), indicando que as aves respondem positivamente a maiores granulometrias e conf irm ando a pref erência dos f rangos por partículas maiores (Nir et al., 1994; Portella et al., 1988). Além do DGM , Nir et al. (1994) identificaram a importância da uniformidade das partículas nas dietas para frangos de corte mostrando que, quando o DPG aproximou-se de 2,00, as aves tiveram menor ganho de peso e pior conversão alim ent ar. No presente experimento, as maiores granulometrias também tiveram maiores DPG, porém esse fator não f oi suf icient e para inf luenciar negat ivam ent e o desempenho dos animais. Partículas maiores têm um a passagem pelo t rat o digest ivo m ais lent a, permitindo a ação enzimática dos sucos digestivos mais ef et iva, aument ando o ant i-perist alt ismo e melhorando a disponibilidade dos nutrientes (Nir et al., 1994). Esses aut ores observaram que diet as p ro d u zid as co m p art ícu las f in as f lu em m ais rapidamente do estômago para o duodeno e para as demais partes do intestino delgado. Essa passagem mais rápida é acompanhada por acentuada atrofia da moela e por discret a hipert rof ia do int est ino delgado. No presente trabalho, o peso da moela t am b ém resp o n d eu p o sit ivam en t e a m aio res granulometrias, mostrando um efeito linear (Figura 1). O t amanho da moela est á relacionado à massa m uscular, que por sua vez é obt ida at ravés do t rab alh o m ecân ico d a m o ela q u an d o receb e partículas médias ou grossas para fazer a maceração dos alimentos. O trabalho mecânico faz com que
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Efeito do uso de probiótico sobre o desempenho e atividade de enzimas digestivas de frangos de corte

Efeito do uso de probiótico sobre o desempenho e atividade de enzimas digestivas de frangos de corte

14, 28 e 42 dias de idade, duas aves de cada unidade experimental foram abatidas, o pâncreas e o intestino delgado retirados, pesados e rapidamente congelados em nitrogênio líquido para posterior determinação das atividades enzimáticas. O delineamento experimental utilizado foi em parcelas subdivididas em seis tratamentos principais (dois níveis de energia vs três níveis de probiótico) e três tratamentos secundários (idades), com as parcelas distribuídas em três blocos ao acaso. Não foram encontrados efeitos significativos para a adição de probiótico na dieta em relação ao desempenho e às atividades enzimáticas. O nível de energia na dieta mostrou efeito significativo para o desempenho e as atividades da lipase e amilase (expressas por kg de peso vivo). Foi observado também que, em função da idade, houve diminuição da atividade da lipase, com exceção da amilase e tripsina pancreática, quando expressa em unidades por gramas de pâncreas. Os resultados obtidos neste experimento mostraram que a adição de probiótico (Bacillus subtilis) na dieta de frangos de corte não compromete o desempenho e nem a atividade das enzimas digestivas.
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Efeito da suplementação de fitase sobre o desempenho e a digestibilidade dos nutrientes em frangos de corte

Efeito da suplementação de fitase sobre o desempenho e a digestibilidade dos nutrientes em frangos de corte

RESUMO - Foram utilizados 520 pintos de corte machos da linhagem Cobb ® com 1 dia de idade alimentados com dietas à base de milho, farelo de soja e farelo de arroz desengordurado com o objetivo de avaliar o efeito da suplementação de fitase sobre o desempenho e a digestibilidade dos nutrientes. Foi adotado delineamento inteiramente casualizado, com cinco tratamentos e oito repetições de 13 aves por repetição. A composiçãos percentual dos tratamentos foi: controle positivo (CP) - 3.000 kcal de energia metabolizável por quilo (EM/kg); 21,4% de proteína bruta (PB); 0,42% de fósforo disponível (Pd) e 0,96% de cálcio (Ca); e controle negativo (CN) - 2.940 kcal EM/kg; 21,2% PB; 0,27% Pd e 0,90% Ca. Avaliaram-se três níveis de suplementação de Fitase 5000 Ouro Fino na dieta CN: 500, 750 ou 1.000 unidades de fitase/kg ração (uft/kg) e seus efeitos na uniformidade, no consumo de ração, no ganho de peso, na conversão alimentar, na digestibilidade da matéria seca (MS), da proteína bruta (PB), do Ca, P, da energia digestível (ED), %MS e %MN, nas concentrações de Ca e P e na resistência óssea nas tíbias dos frangos aos 20 dias de idade. A digestibilidade do P das dietas com menores níveis nutricionais foi inferior à da ração controle positivo. A suplementação com fitase melhorou a digestibilidade do P e da ED, uma vez que os coeficientes melhoraram com a adição de 1.000 uft/kg. A redução nos níveis nutricionais da dieta prejudicou o desempenho e a mineralização e resistência óssea das tíbias das aves, no entanto, a suplementação com fitase melhorou estas características. As características do osso das aves alimentadas com ração CN suplementada com 750 uft de fitase foram semelhantes às obtidas com a dieta controle positivo.
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Efeito do consumo de óleo de linhaça e de vitamina E no desempenho e nas características de carcaças de frangos de corte.

Efeito do consumo de óleo de linhaça e de vitamina E no desempenho e nas características de carcaças de frangos de corte.

Foi avaliado o efeito da utilização de óleo de linhaça na ração, em substituição ao óleo de soja em diferentes proporções, e de vitamina E, até o nível de 400mg/kg de ração, sobre o desempenho e a composição de carcaça de frangos de corte. O desempenho produtivo foi avaliado com base em pesagens das aves e da ração aos 21 e 49 dias de idade. No 49º dia, as aves foram abatidas, e os rendimentos de carcaça e dos principais cortes comerciais e a porcentagem de vísceras e de gordura abdominal foram avaliados. A composição da fração oleosa da ração, de forma geral, não interferiu nos parâmetros de desempenho avaliados (P>0,05). Os machos consumiram mais ração e ganharam mais peso que as fêmeas (P<0,01). As fêmeas apresentaram, em geral, pior conversão alimentar, associada à maior deposição de gordura abdominal. Os machos apresentaram maior porcentagem de coxa com sobrecoxa em relação ao peso da carcaça eviscerada, e as fêmeas apresentaram maior porcentagem de peito. A porcentagem de asas e vísceras não diferiu entre os sexos.
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Efeito da suplementação com fitase sobre o desempenho e digestibilidade de nutrientes para frangos de corte

Efeito da suplementação com fitase sobre o desempenho e digestibilidade de nutrientes para frangos de corte

RESUMO – Um ensaio de desempenho foi conduzido para avaliar o efeito da suplementação com fitase em dietas com redução nos níveis de EMA, PB, Lis, Ca e Pd sobre o desempenho, características ósseas, uniformidade dos frangos de corte e índice bio-econômico das dietas (IBE). Foi utilizado um delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial (3 x 2) (três dietas com redução de nutrientes (controles negativos (CN), com e sem enzima) e um controle positivo (CP) com 7 repetições de 40 aves por unidade experimental. A fitase utilizada foi da marca comercial Phyzyme XP 5000G, suplementada nos níveis de 500, 750 e 1000 U de fitase CN1, CN2 e CN3 respectivamente. Aos 21 e 42 dias de idade, a redução de nutrientes na dieta causou um efeito negativo sobre o ganho de peso (GP), consumo de ração (CR) e rendimento de carcaça. A suplementação com fitase aumentou (P<0,05) o GP e CR das aves alimentadas com dietas com reduções de nutricionais, mas, não melhorou (P>0,05) a conversão alimentar. Mesmo com a adição de fitase, as aves que consumiram os CN apresentaram uniformidade inferior ao do CP. A percentagem de cinzas, P, Ca e Zn e resistência óssea nas tíbias das aves que receberam os CN1, CN2 e CN3 foram inferiores aos encontrados na dieta CP, entretanto a suplementação com fitase melhorou estas características. Houve interação (P<0,05) para os níveis de Mg, Na e K. A adição de fitase na dieta CN1 aumentou a retenção de Mg e Na nos ossos. A concentração de Cu (ppm) não foi influenciada por nenhum dos parâmetros avaliados. Devido ao maior custo da ração, o menor (P<0,05) IBE foi obtido na dieta CP. A suplementação enzimática proporcionou os maiores IBE.
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Efeito de fontes lipídicas sobre o desempenho de frangos de corte

Efeito de fontes lipídicas sobre o desempenho de frangos de corte

Avaliou-se o efeito de fontes lipídicas (óleo degomado de soja, óleo de vísceras de aves, óleo ácido de soja, mistura de 50% de óleo de soja e 50% de óleo de vísceras e mistura de 50% de óleo de soja e 50% de óleo ácido de soja) adicionadas às rações sobre o desempenho de frangos de corte, machos, da linhagem Ross. Os tratamentos foram definidos de acordo com a fonte de lipídio, e o período de criação foi de 1 a 45 dias de idade. As rações, para cada fase de criação, foram isonutritivas. O delineamento experimental foi o inteiramente ao acaso, com cinco tratamentos e seis repetições com 30 aves cada. As aves que receberam óleo de soja ganharam mais peso quando comparadas com as que receberam óleo ácido de soja (P<0,05). O consumo de ração das aves alimentadas com óleo de soja foi maior em relação ao das alimentadas com rações contendo óleo ácido de soja e mistura de óleo de soja com óleo ácido de soja. Quanto à conversão alimentar e à viabilidade, não foram observadas diferenças significativas entre os tratamentos (P>0,05). A utilização do óleo de soja nas rações melhorou o desempenho de frangos de corte quando comparado com o uso do óleo ácido de soja.
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Efeito da composição do farelo de soja sobre o desempenho e o metabolismo de frangos de corte.

Efeito da composição do farelo de soja sobre o desempenho e o metabolismo de frangos de corte.

RESUMO - Foi estudado o efeito do teor de PB (44, 46 e 48%) do farelo de soja (FS) utilizado na composição das rações sobre o desempenho, o metabolismo e a micrometria intestinal de frangos de corte. Os três FS foram obtidos de um mesmo FS, com 48,4% PB, adicionado de níveis crescentes de casca de soja desativada. Foram utilizadas 312 aves, distribuídas em três tratamentos, com oito repetições. As rações formuladas para as três fases de crescimento (1 a 7, 8 a 21 e 22 a 42 dias) foram isocalóricas e isoprotéicas. Na fase de 1 a 7 dias, as aves dos três tratamentos não diferiram entre si quanto ao desempenho. No entanto, do 8 o ao 21 o dia, aquelas alimentadas com ração FS48% apresentaram melhor ganho de peso (GP) e conversão alimentar (CA). A ração com FS48%, na fase de 1 a 21 dias, promoveu maiores peso corporal e GP e melhor CA que aquela com FS44%. Na fase de 22 a 42 dias, as aves submetidas aos tratamentos tiveram desempenhos semelhantes. Para os dados de metabolismo, nos dois períodos de coleta de excretas (3 a 7 e 39 a 42 dias de idade), a dieta com FS48% proporcionou o mais alto coeficiente de metabolizabilidade da EB e da MS, quando comparada à dieta contendo FS44%. A altura das vilosidades, a profundidade das criptas e o número de vilos na alça duodenal não foram afetados pelos tratamentos.
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Enriquecimento ambiental sobre o desempenho e comportamento de frangos de corte

Enriquecimento ambiental sobre o desempenho e comportamento de frangos de corte

A produção de frangos de corte concentra-se em sistema de integração, onde ocorre uma troca de informações e difusão de novas tecnologias, entre empresa e produtor rural com maior facilidade. No Brasil, a avicultura encontra-se com bom status sanitário, esta condição porporciona ao país conquista e manutenção de mercados consumidores externos. O mercado consumidor, cada vez mais informado torna-se mais exigente. Destaca-se a procura por produtos rastreados, com características de respeito ambiental, social, condutas de bem-estar animal e produção em sistemas que visem a economia energética. A produção de frangos de corte acontece em ambientes confinados e controlados. Respeitar o controle ambiental em cada fase de criação é um dos pontos para garantir o bem-estar animal, por oferecer condições onde o animal possa responder com bom desempenho, ao que geneticamente é selecionado. Em relação ao confinamento dos animais, estão sendo estudadas algumas alternativas para diminuir as situações de estresse e favorecer maior expressão de comportamentos naturais da espécie. A movimentação das aves é quase nula, pois, as instalações oferecem alimento e água com fácil acesso. A utilização de poleiros em sistemas comerciais oferece algo que naturalmente as aves fazem em seu habitat: empoleirar, além de proporcionar oportunidade para maior movimentação. A falta de movimentação pode pode prejudicar o desenvolvimento do sistema locomotor, ocasionando desvios das pernas com dificuldade de locomoção, menor consumo de alimento e posterior morte das aves. Os prejuízos seguem na indústria com as lesões da pata, pernas e carcaças. Neste contexto o objetivo geral deste trabalho é contribuir para o conhecimento de bem-estar e abordar a utilização de enriquecimento ambiental em escala comercial.
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Efeito da inoculação de soluções nutritivas in ovo sobre a eclodibilidade e o desempenho de frangos de corte.

Efeito da inoculação de soluções nutritivas in ovo sobre a eclodibilidade e o desempenho de frangos de corte.

ovo em aspectos produtivos e morfológicos de frangos de corte oriundos de distintos pesos de ovos. 2007. 63f. Dissertação (Mestrado em Zootecnia) – Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da Universidade de São Paulo, Pirassununga. Disponível em: <http://www.teses.usp.br/teses/ disponiveis/74/74131/tde-25042007-090912> Acesso em: 21 jul. 2010. TAKO, E.; FERKET, P.R.; UNI, Z. Effects of in ovo feeding of carbohydrates and betahydroxy-beta-methylbutyrate on the development of chicken intestine. Poultry Science, v.83, n.12, p.2023-2028, 2004a.

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Efeito do óleo de linhaça no desempenho, características de carcaça e qualidade de carne de frangos de corte

Efeito do óleo de linhaça no desempenho, características de carcaça e qualidade de carne de frangos de corte

Diversos trabalhos demonstram que a deposição e a proporção de ácidos graxos nos tecidos diferem. Romans et al (1995) estudaram o efeito da adição de linhaça na ração de suínos e observaram que o ácido linolênico e o EPA aumentaram na gordura do lombo, na gordura renal, no músculo Longissimus torácico, no fígado e no coração com o aumento da quantidade de linhaça na dieta. Hrdinka et al. (1996) concluíram que o tecido adiposo reflete a composição da dieta, mas as porções de gordura intramuscular são influenciadas pela dieta em pequena escala, sendo que as amostras da gordura abdominal e subcutânea apresentaram perfis de ácidos graxos semelhantes, mas diferiram significantemente da composição da gordura extraída do peito e coxa das aves. Jensen et al (1997) observaram que a coxa apresentou quatro vezes mais gordura e três vezes mais PUFA em comparação com o peito de frango. Surai e Sparks (2000) também observaram que a concentração de ácidos graxos difere em relação ao tecido analisado, sendo que óleo de peixe aumentou o DHA em várias frações lipídicas dos tecidos analisados, mas a maior quantidade de DHA encontrada foi no coração das aves. Os resultados de Crespo e Esteve-Garcia (2001) sugerem que os PUFA se depositam preferencialmente na fração lipídica associada aos músculos em comparação a gordura abdominal de frangos de corte. Ayerza et al. (2002) enriqueceram a dieta das aves com fontes de ω-3 e observaram que o peito apresentou melhores proporções de SFA, SFA:PUFA e maiores quantidades de ω-6 e ω-3 em relação a coxa. Cortinas et al. (2004) adicionaram diferentes fontes e proporções de PUFA na dieta de aves e observaram que o PUFA predominante no peito foi DHA e na coxa EPA, mas ambos tecidos acumularam proporção semelhante de ácido linoleico.
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Efeito do Nível de Lisina da Dieta e do Sexo Sobre o Desempenho e Rendimento de Carcaça de Frangos de Corte.

Efeito do Nível de Lisina da Dieta e do Sexo Sobre o Desempenho e Rendimento de Carcaça de Frangos de Corte.

De acordo com Sibbald & Wolynetz (1986), níveis baixos de lisina na fase inicial resultam em maior acú m u lo d e g o rd u ra n a carcaça. Resu lt ad o s semelhantes foram encontrados por M oran & Bilgili (1990) no período de 28 a 42 dias de idade. Os autores observaram que, com o aumento do nível de lisina na dieta, houve um aumento na quantidade de carne de peito, asas, pernas e dorso, sendo que esse efeito foi mais aparente com o incremento de 0,85 para 0,95% em comparação com um incremento de 0,95 para 1,05% .

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Efeito da temperatura de incubação e de criação sobre o tecido adiposo e desempenho de frangos de corte

Efeito da temperatura de incubação e de criação sobre o tecido adiposo e desempenho de frangos de corte

Segundo Tullet et al. (1982), o conteúdo de água dos pintos e de seus sacos de vitelo residuais é afetado pela perda de massa do ovo durante a incubação e contribui para as diferenças no peso de pintos oriundos de ovos com o mesmo peso ao eclodir, sendo que mais de 97% da variação do peso do pinto na eclosão pode ser explicada por dois fatores, peso do ovo antes da incubação e perda de massa durante a incubação. No presente estudo, entretanto, não ocorreu diferença no peso corporal dos pintos recém-eclodidos entre as temperaturas de incubação, indicando que o aumento da perda de água por evaporação causado pelo aumento da temperatura de incubação não influenciou o peso corporal das aves recém eclodidas. Essa ausência de efeito da perda de água sobre o peso corporal dos pintos deve estar relacionada com o fato dos embriões apresentarem mecanismos de regulação que limitam sua dependência de variáveis ambientais (SIMKISS, 1980 a, b). Tais mecanismos, de acordo com Hoyt (1979), tornam os embriões tolerantes a diferentes taxas de perda de água, pela variação na quantidade de água absorvida a partir do líquido do alantóide.
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Efeito da restrição alimentar sobre o desempenho produtivo e a qualidade da carcaça de frangos de corte.

Efeito da restrição alimentar sobre o desempenho produtivo e a qualidade da carcaça de frangos de corte.

mas de restrição alimentar são aplicados nas primei- ras semanas de vida. Contudo, nas restrições mais severas e tardias, o período para a manifestação do ganho compensatório foi insuficiente, tendo em vista que o abate ocorreu no 42 o dia de idade. Estes dados de recuperação do peso vivo já foram, anteriormente, observados por McMURTRY (1987), PLAVNIK e HURWITZ (1985 e 1988) e BALLAY et al. (1992). Os resultados da média da velocidade de cresci- mento dos frangos de corte, expressos pela relação entre o peso vivo semanal e o peso do pinto com um dia de idade, para os diferentes programas de alimentação, são apresentados na Tabela 2. As aves responderam, negativamente, à restrição alimentar, nas primeiras semanas de vida. Contudo, observou-se, a partir do 21 o
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