Top PDF Efeito do Glifosato no cultivo in vitro de Cattleya nobilior Rchb. F

Efeito do Glifosato no cultivo in vitro de Cattleya nobilior Rchb. F

Efeito do Glifosato no cultivo in vitro de Cattleya nobilior Rchb. F

acrescidas ao meio de cultura MS modificado, com metade das concentrações de macronutrientes. As plântulas subme- tidas às diferentes concentrações de glifosato foram obtidas de sementes germinadas in vitro. As avaliações de compri- mento e de biomassas secas de parte aérea e de raízes, de número de folhas, de comprimento da folha, de largura da folha, do número de brotos dos teores de clorofilas a, b e de carotenoides foram realizadas 200 dias após o transplantio das plântulas. Dentre os componentes fitométricos analisados, apenas o comprimento, a biomassa seca de raízes e o teor de carotenoides diminuíram com o incremento das doses do herbicida glifosato. Baixas concentrações de glifosato adicio- nadas ao meio de cultura resultam em efeito hormese, com aumento do crescimento da parte aérea de Cattleya nobilior Rchb. F.
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Efeito das auxinas ácido naftaleno acético e ácido indol butírico no desenvolvimento in vitro de plântulas de Cyrtopodium saintlegerianum Rchb. f. (orchidaceae)

Efeito das auxinas ácido naftaleno acético e ácido indol butírico no desenvolvimento in vitro de plântulas de Cyrtopodium saintlegerianum Rchb. f. (orchidaceae)

BIELACH, A.; DUCLERCQ, J.; MARHAVÝ, P.; BENKOVÁ, E. Genetic approach towards the identification of auxin-cytokinin crosstalk components involved in root development. Philosophical Transactions of the Royal Society of London. Series B, Biological sciences, v. 367, n. 1595, p. 1469-78, 2012. Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22527389. Acesso em: 21 de agosto de 2012. CID, L. P. B.; TEIXEIRA, J. B. Explante, meio nutritivo, luz e temperatura. In: CID, L. P. B. (Ed.). Cultivo in vitro de Plantas. Brasília: Embrapa, 2010. p. 15-49.
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Efeitos estruturais do cultivo in vitro e aclimatização ex vitro em raiz e folha de espécies de Cattleya Lindl. (Orchidaceae)

Efeitos estruturais do cultivo in vitro e aclimatização ex vitro em raiz e folha de espécies de Cattleya Lindl. (Orchidaceae)

Fig. 2. Cattleya velutina Rchb. f. com flores. ......................................................... 19 Fig. 3. Plantas de Cattleya xanthina (Orchidaceae) submetidas a diferentes condições de cultivo durante o desenvolvimento: a-b in vitro, utilizando substrato MS/2 em sala de crescimento. c-d pré-aclimatizadas ex vitro, sob condição de Fitotron em bandejas com substrato à base de casca de pinus, pó de coco e carvão vegetal em atmosfera saturada, por 60 dias. e-f aclimatizadas ex vitro em casa de vegetação, coberta com sombrite 70% e com irrigação automática duas vezes ao dia, fixadas em fibras de coco com esfagno, por 90 dias. ................................................ 26 Fig. 4 Imagens de Cattleya xanthina (Orchidaceae) obtidas em microscópio DM 2500 equipado com câmera DFC 295, com a utilização do software Leica Application Suite, para determinação dos dados quantitativos da lâmina foliar: a-b secções transversais da lâmina foliar para medidas da espessura do mesofilo (a) e espessura da epiderme (b); c-d secções paradérmicas da face abaxial para determinação da densidade estomática (c) e medidas do diâmetro polar e equatorial dos estômatos (d). .................................................................................................... 29 Fig. 5 Eletromicrografia de varredura da superfície epidérmica de C.xanthina: a aspecto geral da face adaxial; parede periclinal externa levemente convexa com ornamentações epicuticulares estriadas (seta) b-c convexidade e deposição de ceras epicuticulares mais acentuada; Barras = 20 µm. d-f aspecto geral da face abaxial, in
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Efeito de concentrações de glicina e inositol no cultivo in vitro de duas frutíferas de clima temperado.

Efeito de concentrações de glicina e inositol no cultivo in vitro de duas frutíferas de clima temperado.

O crescimento e a morfogenia de plântulas micropropagadas podem ser melhorados com a adição de vitaminas ao meio de cultura. As exigências das células vegetais em vitaminas estão associadas ao tipo de cultura e à espécie (GEORGE, 1993). Gonzáles et al. (2000) observaram melhor estabelecimento in vitro de mirtilo cv. Berkeley a partir de segmentos nodais, utilizando meio WPM acrescido de vitaminas do MS. Em 4 genótipos de videira estudados verificaram-se melhores resultados em meio modificado, com a diminuição de sais e vitaminas do meio de cultivo MS (ZLENKO et al., 1995).
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Cultivo  in vitro de maracujazeiro-amarelo

Cultivo in vitro de maracujazeiro-amarelo

Os valores atípicos (outliers) foram identificados com a plotagem dos resíduos estudentizados externamente (RStudent) versus valores preditos (variável Y). A partir do RStudent, valores que se encontravam fora do intervalo -2 a 2 foram considerados outliers e suas observações correspondentes foram removidas do banco de dados (ROUSSEEUW; LEROY, 1987; BARNETT; LEWIS, 1994). Os dados obtidos foram analisados quanto à normalidade pelo teste de Shapiro Wilk; à homocedasticidade pelo teste de Hartley; e, a independência dos resíduos por análise gráfica. Para as variáveis de germinação e IVG foi necessária a transformação √(x+0,5). Posteriormente, os dados foram submetidos à análise de variância através do teste F (p≤0,05). Constatando-se significância estatística, os efeitos da escarificação foram comparados pelo teste t (p  0,05). Os efeitos das doses foram avaliados por modelos de regressão linear (p  0,05), conforme segue:
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Cultivo in vitro de anteras de meloeiro

Cultivo in vitro de anteras de meloeiro

O meloeiro (Cucumis melo L.), pertencente à família Cucurbitaceae, é uma hortaliça de ampla importância mundial. A haploidização é uma técnica que permite a fixação de genes de forma rápida, pelo uso de dihaploides, facilitando a seleção de genótipos com características de interesse. A dihaploidização é utilizada com objetivo de acelerar o programa de melhoramento de algumas espécies cultivadas, sendo uma alternativa promissora para reduzir o tempo de obtenção de linhagens homozigotas. Contudo, em meloeiro, a eficiência desse método é baixa, principalmente na etapa de regeneração das plantas haploides. A cultura in vitro de anteras é uma via para a obtenção de haploides em Cucurbitáceas. Portanto, objetivou-se com este trabalho a obtenção de plantas haploides de meloeiro por meio do cultivo in vitro de anteras. As variedades botânicas utilizadas foram: inodorus; cantalupensis e reticulatus. Utilizou-se como explantes anteras excisadas de botões florais masculinos obtidos na pré- antese, a partir de plantas mantidas em casa de vegetação. As anteras foram seccionadas ao meio, e inoculadas em tubos de ensaio contendo 10 mL de meio de cultivo. Na etapa de calogênese, as anteras foram colocadas em meio de cultivo básico MS, suplementado com 2,0 mg/L de 2,4-D. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado em esquema fatorial 3x2x2, sendo os fatores: três variedades botânicas, dois pré-tratamentos, à frio (4 ± 1 o C, no escuro, durante 7 dias) e o outro à calor (32 ± 1 o C, no escuro, durante 7 dias), e dois tempos de permanência no meio de cultivo (aos 14 e 28 dias ), totalizando 12 tratamentos, com 60 repetições. As culturas permaneceram por 28 dias na sala de crescimento a 25 ± 1 ºC sob fotoperíodo de 16h de luz, e intensidade luminosa de 30µmolm -2
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Efeito de agentes geleificantes alternativos no meio de cultura no cultivo in vitro de abacaxizeiro e bananeira.

Efeito de agentes geleificantes alternativos no meio de cultura no cultivo in vitro de abacaxizeiro e bananeira.

Apesar de já ser bastante utilizada para inúmeras espécies de plantas e para diversos fins, o uso comercial da micropropagação e de seus produtos é ainda limitado, especialmente pelo elevado custo dos reagentes e equipamentos utilizados e pela relativa baixa eficiência no desenvolvimento e multiplicação de algumas espécies. Por isso, pesquisas vêm sendo realizadas com o objetivo de otimizar e desonerar os custos da técnica (PEREIRA et al., 1999; PEREIRA & FORTES, 2003; PINHO, 2003). Na literatura existem referências sobre vários ensaios e muitos meios de cultura têm sido testados visando melhorar essas etapas. Contudo, os resultados são muitas vezes divergentes e nem sempre é possível a reprodução dos mesmos. Isto se deve, principalmente, ao fato de que a cultura de tecidos, como técnica de propagação vegetativa, necessita ser adaptada às necessidades das espécies e cultivares, pois estas diferem geneticamente entre si, podendo apresentar resultados diferentes sob as mesmas condições de cultivo (FORTES & PEREIRA, 2001).
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Multiplicação “in vitro” de Cattleya x mesquitae pelo método de estiolamento de segmentos caulinares

Multiplicação “in vitro” de Cattleya x mesquitae pelo método de estiolamento de segmentos caulinares

Para espécies nativas, tem-se a dificuldade de obtenção de explantes em quantidade suficiente para iniciar uma cultura, devendo-se adotar novas técnicas para esse fim. Uma delas é o estiolamento, em que se obtém o desenvolvimento de brotos, caules ou parte desses, na ausência de luz, o que causa o crescimento, geralmente alongado, e com coloração amarela ou branca, em razão da ausência de clorofila (Hartmann & Kester 1990). Suzuki (1999) afirma que plantas de Catasetum fimbriatum, quando cultivadas in vitro no escuro, apresentam estiolamento caulinar, podendo seus segmentos nodais serem utilizados para a propagação vegetativa. Nesta e em outras espécies de orquídeas os caules estiolados apresentam folhas bastantes reduzidas, escamiformes, com alongamento dos entrenós. Cada nó apresenta uma gema lateral, que poderá dar origem a um novo broto ou explante (Kerbauy et al. 1995).
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Cultivo in vitro de nabo forrageiro

Cultivo in vitro de nabo forrageiro

30 brotações de nabo forrageiro enraizadas in vitro, com 60 dias de cultivo, oriundas do melhor tratamento de multiplicação e enraizamento, foram transferidas diretamente para recipientes plásticos (50 mL) contendo Plantmax® e envoltas com saco plástico transparente para manutenção da umidade relativa no ambiente. Esses recipientes foram mantidos em sala de crescimento à temperatura controlada de 25 ± 2°C e irradiância de fótons de 67 μmol m -2 s -1 .

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Germinação, crescimento e desenvolvimento in vitro de orquídeas (Cattleya spp., Orchidaceae).

Germinação, crescimento e desenvolvimento in vitro de orquídeas (Cattleya spp., Orchidaceae).

O delineamento experimental utilizado foi o inteiramen- te casualizado, com dois tratamentos e cinco repetições, cada uma representada por um frasco. Trinta dias após a inoculação das sementes, foi realizada a análise da por- centagem de germinação a partir da retirada de cinco amos- tras de cada tratamento; ou seja, de cinco frascos dos diferentes tratamentos. Foram consideradas sementes germinadas aquelas que apresentavam protocormos de coloração verde. Aos 180 dias de cultivo, o crescimento inicial foi analisado por meio da altura média das plântulas através de escala em centímetro presente na parede exter- na do frasco.
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Fontes de potássio no crescimento in vitro de plantas de orquídea Cattleya loddigesii.

Fontes de potássio no crescimento in vitro de plantas de orquídea Cattleya loddigesii.

Pode haver injúrias por sais em plantas ornamentais em concentrações acima de 0,2-0,7% na solução nutritiva. Em geral, plantas ornamentais que têm alta exigência de nutrientes são menos sensíveis a salinidade (ZEHLER et al., 1986). Esta preocupação levou à realização deste trabalho, que objetiva estudar os efeitos de diferentes concentrações de cloreto e sulfato de potássio no crescimento in vitro de plantas de orquídea Cattleya loddigesii.

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Vernalização do alho para cultivo in vitro

Vernalização do alho para cultivo in vitro

Com o objetivo de avaliar o período de vernalização sobre a incidência do índice de pseudoperfilhamento em plantas de alho (Allium sativum L.) cultivadas in vitro, visando maior multiplica- ção, foi conduzido este experimento em laboratório da UFLA (MG). Utilizou-se o delineamento inteiramente casualizado com seis perío- dos de vernalização (40; 50; 60; 70; 80 e 90 dias) em câmara frigorífica a 5±2ºC, com quatro repetições, utilizando-se a cultivar Roxo Pérola de Caçador. O tratamento com 90 dias de vernalização foi o que apresentou os melhores resultados para as variáveis bulbo/ meristema/tubo, massa fresca total das plantas e dos bulbos com 1,81 bulbo/meristema/tubo, 235,32 mg plantas -1 e 110,51 mg bulbo -1 , respectivamente. A massa fresca media por bulbo obtida não evi- denciou diferenças significativas entre os tratamentos, no entanto, o tratamento com 90 dias de vernalização (58,68 mg bulbo -1 ) apresen- tou-se com uma produção de bulbos 79,29% superior ao tratamento com 60 dias de vernalização, que demonstrou o pior resultado.
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Desenvolvimento in vitro de Cattleya loddigesii sp.: adição de reguladores de crescimento e sacarose

Desenvolvimento in vitro de Cattleya loddigesii sp.: adição de reguladores de crescimento e sacarose

As orquídeas podem ser propagadas tanto vegetativamente quanto por meio de sementes. Essas, embora produzidas em grande quantidade, não pos- suem endosperma funcional, sendo incapazes de germinar na natureza. Dessa forma, o cultivo in vitro de células e tecidos tem sido excelente alternativa a ser empregada para a propagação das orquidáceas, por apresentar vantagens úni- cas sobre os métodos convencionais de propagação, como multiplicação rápi- da e obtenção de populações homogêneas de genótipos oriundos de progra- mas de melhoramento genético (CAMPOS, 2004).
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Aspectos do cultivo in vitro de ipê-branco

Aspectos do cultivo in vitro de ipê-branco

O ipê-branco (Tabebuia roseo-alba) é uma espécie arbórea, nativa, pertencente à família Bignoniaceae. Suas sementes apresentam baixa viabilidade e pequena porcentagem de germinação (40%). O presente estudo teve como objetivo propor metodologias para o cultivo in vitro do ipê-branco. Para tanto, foram estudadas a composição química das sementes, a germinação (ex vitro) em diferentes substratos, germinação in vitro, indução de calos em explantes foliares, determinação da curva de crescimento e análises bioquímicas. No processo de germinação ex vitro, o substrato mais adequado é constituído de areia + terra (subsolo) ou plantmax (50%), porém proporciona um IVG mais lento. Para a germinação in vitro, recomenda-se utilizar o meio MS com 3mgL -1 de GA3 ou meio MS (100%) com 50% de concentração de sais acrescido de 1mgL -1 de GA3, resultando respectictivamente em 88 e 80% de germinação. Maior indução de calos em explantes foliares de ipê-branco ocorreu no meio de cultura MS suplementado com 1,55 mgL -1 de Cinetina com de 1mgL -1 de 2,4-D ou com a utilização de 1,62 mgL -1 de ANA e 2mgL -1 de BAP. A curva de crescimento de matéria fresca de calos formados a partir de explantes foliares de ipê-branco apresenta crescimento sigmóide, com cinco fases distintas. A repicagem dos calos para um novo meio de cultura deve ser realizada entre o 60° e 75° dia cultivo. Teores máximos de açúcares solúveis totais e açúcares redutores foram observados no 45° dia de cultivo. As proteínas solúveis totais apresentaram maiores teores no dia da inoculação, reduzindo em seguida enquanto que teores máximos de aminoácidos foram observados no 15° dia de cultivo. O estudo anatômico foi feito em de seções tranversais e paradérmicas das folhas e analisado em microscópico. As estruturas foliares de plantas de ipê apresentam epiderme uniestratificada, e o mesofilo possui uma organização dorsiventral. São hipostomáticas e apresentam tricomas em todas as faces. Folhas de plantas cultivadas ex vitro, em comparação as culturas in vitro, apresentaram maior espessura do limbo foliar, nervura central, epiderme adaxial e abaxial e parênquimas paliçádico e esponjoso. Em folhas oriundas do cultivo ex vitro, observou-se se cutícula e esclerênquima, estruturas ausentes nas folhas cultivadas in vitro. Folhas de plantas cultivadas ex vitro apresentaram menor número de estômatos e maior número de tricomas quando comparadas com as
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Efeito de auxinas e condições de cultivo no enraizamento in vitro de porta-enxertos de macieira 'M-9'.

Efeito de auxinas e condições de cultivo no enraizamento in vitro de porta-enxertos de macieira 'M-9'.

Quanto ao comprimento das raízes obtido nas brotações, as respostas foram similares às observadas para o número das mesmas, sendo o AIA mais efetivo em altas concentrações e o AIB e o ANA em baixas, em todos os sistemas de cultivo testados (Tabela 4). Este resultado está condizente com o efeito das auxinas na indução e crescimento de raízes adventícias. A presença de auxina é necessária na fase de indução do sistema radicular, conforme se aumenta a concentração da auxina, diminui o comprimento das raízes nos meios com AIB e ANA, podendo ocasionar a inibição completa do crescimento da raiz (Salisbury & Roos, 1991). Quanto ao sistema de cultivo, brotações cultivadas no escuro-auxina e luz-auxina apresentaram maior comprimento radicular ou não diferiram significativamente dos cultivos com auxina constante no meio, para todas as auxinas, na maioria das concentrações testadas (Tabela 4). Estes resultados concordam com Grattapaglia & Machado (1990), que citam que altas concentrações de auxina, durante o enraizamento, podem manifestar-se na fase de alongamento das raízes, impedindo o crescimento das mesmas. Assim, a remoção da auxina do meio reverteu estes efeitos prejudiciais. Estes resultados estão de acordo com De Klerk et al. (1997), que, trabalhando com cvs. de macieira, obtiveram alongamento das raízes, pelo uso da técnica da dupla fase.
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Cultivo in vitro : resgate de embrioes em videira

Cultivo in vitro : resgate de embrioes em videira

em que estas ficaram em meio de cultura, excisão do embrião, tempo de cultivo dos embriões, propagação dos explantes, período na sala de crescimento, sala de acli[r]

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Cultivo in vitro de eixos embrionários de paricá.

Cultivo in vitro de eixos embrionários de paricá.

As plantas lenhosas acumulam polifenóis e produtos de oxidação, como melanina, suberina, lignina, cutina e calose em torno da superfície excisada, modificando a composição do meio de cultivo e a absorção de metabólitos (ANDRADE et al., 2000). Mesmo com a excisão dos cotilédones, verifica-se que o uso do ácido cítrico não se faz necessário, uma vez que não foi observada a presença de oxidação nos eixos embrionários em nenhum dos tratamentos. De acordo com Cordeiro et al. (2002), o antioxidante polivinilpirrolidona (PVP) foi altamente eficiente no controle da oxidação em sementes de paricá, entretanto, os autores não estudaram a germinação das sementes em meio desprovido de PVP.
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Cultivo in vitro de Bauhinia forficata Link

Cultivo in vitro de Bauhinia forficata Link

Foram realizados experimentos em meio Yz MS sólido acrescido de benzilaminopurina BAP em nove níveis de concentração O; 0,10; 0,25; 0,5; 1,0; 2,0; 4,0; 6,0 e 10 mg!L para induzir a forma[r]

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Efeito de glifosato em lipoxigenase de semente de caupi

Efeito de glifosato em lipoxigenase de semente de caupi

Com o objetivo de de- terminar o efeito de glifosato na atividade da enzima em folhas, as plantas foram aspergidas com o herbicida aos cinco e dezessete dias após a semeadura, e as fo[r]

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CRESCIMENTO IN VITRO DE Cattleya bowringiana O’BRIEN (ORCHIDACEAE) EM DIFERENTES NÍVEIS DE MACRONUTRIENTES E SACAROSE

CRESCIMENTO IN VITRO DE Cattleya bowringiana O’BRIEN (ORCHIDACEAE) EM DIFERENTES NÍVEIS DE MACRONUTRIENTES E SACAROSE

Recebido em: 2016.08.25 Aprovado em: 2018.04.25 ISSUE DOI: 10.3738/1982.2278.1764 RESUMO: Devido às sementes de orquídeas apresentarem ausência de endosperma e baixa taxa de germinação na natureza e sua propagação por divisão de touceira ser lenta, o cultivo in vitro tornou-se uma técnica de propagação rotineira. Entretanto, um grande número de fatores influenciam na germinação e no crescimento in vitro, e apesar de ser uma técnica muito difundida, o conhecimento sobre os melhores meios para cultivo ainda são insuficientes. Neste trabalho, objetivou-se estudar o efeito de diferentes níveis de macronutrientes e sacarose no crescimento in vitro de Cattleya bowringiana O’Brien. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado, com cinco repetições, num esquema fatorial de dois tipos de formulações de macronutrientes no meio de cultura Murashige e Skoog (1962), sendo uma concentração padrão completa e outra com a metade dos macroelementos, e cinco níveis de sacarose (0; 15; 30; 45 e 60 g L -1 ) . Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância e posterior teste de
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