Top PDF Efeito da temperatura e luz na germinação de sementes de Luetzelburgia auriculata (Alemão) Ducke - Fabaceae.

Efeito da temperatura e luz na germinação de sementes de Luetzelburgia auriculata (Alemão) Ducke - Fabaceae.

Efeito da temperatura e luz na germinação de sementes de Luetzelburgia auriculata (Alemão) Ducke - Fabaceae.

Segundo Simão & Takaki (2008) a faixa ótima de 25 a 30 °C para a germinação e as alternâncias diárias de tem- peraturas de 20-25 °C indicam que Tibouchina mutabilis apresenta comportamento de uma espécie pioneira e que as alternâncias diárias de temperatura não alteraram a sen- sibilidade da semente à luz. Para Abdo & Paula (2006), as temperaturas alternadas de 20-30 e de 25-35 °C favorecem o processo germinativo de sementes de Croton floribundus e não há germinação a 15, 20 e 40 C ou essa é mínima a 25 °C. Ekstam et al. (1999) mostraram que sementes de Phragmites australis apresentaram alta porcentagem de germinação em temperaturas alternadas, na presença e ausência de luz. Sementes utilizam a condições de ausência de luz para evi- tar a germinação e, consequentemente, formar um persistente banco de sementes no solo (Pons 2000). Em Luetzelburgia auriculata, o fato de suas sementes germinarem em ampla faixa de temperatura, no claro e escuro, pode ser uma indicação que a espécie não mantém um permanente banco de sementes no solo e germinem tão logo lhes sejam oferecidos níveis adequa- dos de umidade, de temperatura e de oxigênio. Para Ekstam et al. (1999), a alta porcentagem de germinação de Phragmites australis, no claro e escuro, sugere explicar o fato dessa espécie, apesar da grande produção anual de pequenas sementes, não formar permanente banco de sementes no solo.
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Efeito da luz e da temperatura na germinação de sementes de Cochlospermum vitifolium (Will.) Sprengel.

Efeito da luz e da temperatura na germinação de sementes de Cochlospermum vitifolium (Will.) Sprengel.

Almeida SCX, Lemos TLG, Silveira ER, Pessoa ODL. Constituintes químicos voláteis e não-voláteis de Cochlospermum vitifolium (WILLDENOW) SPRENGEL. Química Nova 2005; 28(1): 57-60. http:// dx.doi.org/10.1590/S0100-40422005000100012 Bewley JD, Black M. Seeds: physiology of development and germination. New York: Plemun Press; 1994. 445 p. Biruel RP, Aguiar IB, Paula RC. Germinação de sementes de pau-ferro submetidas a diferentescondições de armazenamento, escarificação química, temperatura e luz. Revista Brasileira de Sementes 2007; 29(3): 151-159. http://dx.doi.org/10.1590/S0101-31222007000300018 Brancalion PHS, Novembre ADLC, Rodrigues RR, Chamma HMCP. Efeito da luz e de diferentes temperaturas na germinação de sementes de Heliocarpus popayanensis L. Revista Árvore 2008; 32(2): 225-232. http://dx.doi.org/10.1590/S0100-67622008000200005 Brasil. Ministério da Agricultura e Reforma Agrária. Regras para análises de sementes. Brasília: SNDA/ DNDV/CLAV; 2009. 399 p.
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Efeito da temperatura e luz na germinação de sementes de Dalbergia cearensis Ducke.

Efeito da temperatura e luz na germinação de sementes de Dalbergia cearensis Ducke.

As sementes submetidas aos tratamentos com temperatura constante de 45ºC e temperatura alternada de 20-45ºC, com 12 horas de luz/12 de escuro, não germinaram. Por isso, essas temperaturas não foram computadas para efeito de análise. Provavelmente, para Dalbergia cearensis valores elevados de temperatura interfiram no metabolismo de suas sementes ao ponto de inviabilizarem a germinação. Altas temperaturas acarretam diminuição do suprimento de aminoácidos livres e da síntese de proteínas (SANTOS; SUGAHARA; TAKAKI, 2005), enquanto baixas temperaturas retardam as taxas metabólicas até o ponto em que as vias essenciais ao início da germinação não mais funcionem (HENDRICKS e TAYLORSON, 1976). Dentre as sementes de espécies que ocorrem nas várias regiões do Brasil, poucas são as que germinam em temperaturas acima de 40ºC. De acordo com Pinheiro e Borghetti (2003), sementes de duas bromélias de restinga, Aechmea nudicaulis e Streptocalyx floridundus, apresentaram temperatura máxima de germinação entre 45 e 50ºC. Algumas sementes de Dalbergia retusa foram capazes de germinar a 40 e 45ºC, como uma estratégia de adaptação a ambiente quente (GARCIA e DI STÉFANO, 2000). Em geral, as espécies tropicais suportam temperatura máxima para germinação em torno de 40ºC (BORGHETTI, 2005).
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Efeito da luz da temperatura na germinação de sementes de aroeira (Myracrodruon urundeuva Allemão).

Efeito da luz da temperatura na germinação de sementes de aroeira (Myracrodruon urundeuva Allemão).

Quando os resultados obtidos na melhor tempe- ratura constante (20 ºC) foram comparados com os obtidos na melhor temperatura alternada (20-30 ºC), o comportamento germinativo das sementes foi similar: não houve efeito significativo do regime de temperatura e da condição de luz e a interação entre esses dois fato- res não foi significativa para porcentagem e velocidade de germinação. Esse comportamento mostra que as sementes de aroeira podem germinar bem tanto em condições de clareiras, onde há incidência direta da luz solar e flutuação diária da temperatura, como em condições de sub-bosque, onde predominam luz difusa e menor amplitude térmica. Assim, os resultados obtidos neste trabalho confirmam o enquadramento da espécie no grupo ecológico das oportunistas ou secundárias tardias.
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Efeito da temperatura e da luz na germinação de sementes de Acacia polyphylla DC.

Efeito da temperatura e da luz na germinação de sementes de Acacia polyphylla DC.

RESUMO – (Efeito da temperatura e da luz na germinação de sementes de Acacia polyphylla DC.). Acacia polyphylla é uma espécie arbórea característica dos estádios iniciais da sucessão secundária, de grande utilidade na recuperação de áreas degradadas. O presente trabalho teve como objetivo estudar a germinação de suas sementes sob diferentes condições de temperatura e luz. Avaliaram-se os efeitos das temperaturas constantes de 15, 20, 25 e 30 ºC e alternada de 20-30 ºC, sob fotoperíodo de oito horas de luz branca. A temperatura constante de 25 ºC foi a mais adequada para a germinação e o estudo de luz foi realizado nessa temperatura. As sementes foram submetidas à ausência de luz e a fotoperíodos de 1 a 12 horas sob luz branca (alta relação vermelho/vermelho-extremo), além de fotoperíodos sob luz branca iniciados e finalizados com luz de sombreamento (baixa relação vermelho/vermelho-extremo). A porcentagem de germinação não foi afetada pelos diferentes fotoperíodos sob luz branca testados, mas fotoperíodo igual ou superior a quatro horas favoreceu o desenvolvimento inicial das plântulas. A germinação não foi afetada pela luz com baixa relação vermelho/vermelho-extremo, mas na ausência de luz as sementes germinaram em menores porcentagem e velocidade.
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EFEITO DA LUZ E DA TEMPERATURA NA GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE COAÇU (Triplaris surinamensis Cham.).

EFEITO DA LUZ E DA TEMPERATURA NA GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE COAÇU (Triplaris surinamensis Cham.).

95 EFEITO DA LUZ E DA TEMPERATURA NA GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE COAÇU. R.[r]

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Influência da luz e da temperatura na germinação de sementes de sabiá (Mimosa caesalpiniifolia Benth. - Fabaceae)

Influência da luz e da temperatura na germinação de sementes de sabiá (Mimosa caesalpiniifolia Benth. - Fabaceae)

A faixa ou temperatura ótima para a germinação de sementes está correlacionada às características ecológicas da espécie (Probert 1992). O fato de ocorrer germinação em ambos os regimes de temperatura (constante e alternado) mostra as adaptações de M. caesalpiniifolia às flutuações de temperatura do seu habitat natural. Estes resultados corroboram aqueles obtidos para outras sementes de caatinga, como Cordia trichotoma (Vell.) Arrab. ex Steud. (Alcalay & Amaral 1981), Myracrodruon urundeuva fr. All. (Pacheco et al. 2006) e Amburana cearensis (Allemão) A.C. Smith (Guedes et al. 2010), além de espécies da mesma família, como Caesalpinia ferrea Mart. ex Tul. (Lima et al. 2006) e Caesalpinia echinata Lam. (Mello & Barbedo 2007).
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Efeito da temperatura sobre a germinação de sementes de Diptychandra aurantiaca (Fabaceae)

Efeito da temperatura sobre a germinação de sementes de Diptychandra aurantiaca (Fabaceae)

RESUMO. Diptychandra aurantiaca é uma árvore da família Fabaceae. Como utilidade, a madeira, moderadamente pesada e resistente, é utilizada na fabricação de postes, dormentes, construção civil, entre outros usos. O objetivo deste trabalho foi avaliar a germinação das sementes e crescimento da raiz primária em diferentes temperaturas, com sementes coletadas na região do Taboco, Mato Grosso do Sul. As sementes foram submetidas a temperaturas constantes de 20, 25, 30 e 35°C e alternadas de 20-30 e 25-35°C, com quatro repetições de 25 sementes por tratamento em câmaras de germinação. Os resultados obtidos evidenciaram maior percentagem de germinação das sementes nas temperaturas de 25 e 30°C, atingindo 97 e 87%, respectivamente, indicando que estas temperaturas são mais eficazes em promover a germinação, propiciando também maior velocidade de germinação (1,1 - 25 e 30°C), menor tempo médio de germinação (9,0 - 25°C e 7,1 - 30°C), maior alocação de massa seca (0,0067 g a 25°C e 0,0055 g a 30°C) e comprimento da raiz primária (17,5 mm em 25°C e 16,5 mm em 30°C).
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Influência de temperatura, substrato e luz na germinação de sementes de bertalha.

Influência de temperatura, substrato e luz na germinação de sementes de bertalha.

porcentagens de germinação e maiores índices de sementes mortas. Independentemente do substrato utilizado, quando as sementes foram submetidas a temperaturas mais baixas, 25ºC constantes e 20-25ºC alternadas, apresentaram menores percentagens de germinação. Estes resultados corroboram a afirmação de que o efeito da temperatura é variável com a espécie e que está relacionado com o adequado desenvolvimento da planta, influenciando na absorção de água pela semente e nas reações bioquímicas que regulam o processo de germinação e crescimento (Mayer e Poljakoff- Mayber, 1989; Bewley e Black, 1994). Embora para a maioria das espécies, a temperatura mais favorável para a germinação oscile entre 26,5 e 35ºC, os resultados aqui apresentados sugerem que, para a germinação de sementes de Basella rubra, deve-se utilizar, preferencialmente, temperatura constante de 30ºC ou alternada de 20-30ºC, constituindo-se assim, em temperaturas ótimas, nas quais a mais alta taxa de germinação é obtida em menor intervalo de tempo (Carvalho e Nakagawa, 2000). Resultados semelhantes foram encontrados por Gomes e Bruno (1992).
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Luz, substrato e temperatura na germinação de sementes de cedro-vermelho.

Luz, substrato e temperatura na germinação de sementes de cedro-vermelho.

Apesar da importância da espécie em estudo, os dados acerca dos fatores que influenciam sua germinação são escassos e estão restritos a resumos publicados em anais de congresso. Publicado na íntegra, foi encontrado apenas o trabalho desenvolvido por Andrade & Pereira (1994), que avaliaram os efeitos de diferentes temperaturas e substratos na germinação e vigor da referida espécie. Portanto, conhecer as condições que proporcionem germinação rápida e uniforme das sementes é extremamente útil para fins de semeadura. O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito de diferentes substratos, temperaturas e regimes de luz na germinação de sementes de C. odorata, para gerar dados que possam ser utilizados na elaboração de metodologia padronizada, com informações que facilitem a germinação e a produção de mudas da espécie estudada.
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GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE Platymiscium floribundum VOG. (FABACEAE) SOB A INFLUÊNCIA DA LUZ E TEMPERATURAS.

GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE Platymiscium floribundum VOG. (FABACEAE) SOB A INFLUÊNCIA DA LUZ E TEMPERATURAS.

se que houve efeito isolado para os fatores regimes de luz e temperaturas. Verificando apenas efeito da temperatura, cujos maiores comprimentos ocorreram na temperatura de 30°C, enquanto nos regimes de luz ocorreu sob luz branca (Tabela 4). Portela (2001) verificou que comprimentos de raízes de sombreiro das mudas em pleno sol apresentaram valores inferiores aos das mudas sob o sombreamento. O comprimento do hipocótilo de Jacaranda copaia obteve melhores médias nas temperaturas de 25 e 30ºC com 3,42 e 3,26 cm, respectivamente (ABENSUR et al., 2007). Na altura da parte aérea das plântulas de Clitoria fairchildiana, os maiores valores foram alcançados na temperatura de 25°C sob luz branca, verde, vermelha, vermelha distante e escuro (ALVES et al., 2012).
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Efeito da luz, temperatura e estresse hídrico no potencial fisiológico de sementes de funcho.

Efeito da luz, temperatura e estresse hídrico no potencial fisiológico de sementes de funcho.

O teste de germinação, realizado em condições ótimas de laboratório, consiste em determinar o potencial germinativo de um dado lote de forma a avaliar a qualidade fisiológica das sementes para fins de semeadura e produção de mudas (Brasil, 1992; Carvalho e Nakagawa, 2000). Este teste permite quantificar o valor das sementes vivas, capazes de produzir plântulas normais sob condições favoráveis de campo. Por outro lado, no campo, as sementes podem estar sujeitas a situações adversas como temperatura inadequada, excesso ou déficit hídrico, ataque de microrganismos, de modo que a percentagem de emergência das plântulas em campo é geralmente menor que a obtida no teste de germinação. Assim, para complementar o teste de germinação, podem ser utilizados os testes de vigor que irão avaliar o potencial de emergência das sementes e o rápido desenvolvimento das plântulas normais sob ampla diversidade de condições do ambiente (AOSA, 1983).
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Germinação de sementes de Melanoxylon brauna schott em diferentes temperaturas.

Germinação de sementes de Melanoxylon brauna schott em diferentes temperaturas.

RESUMO – Os objetivos deste trabalho foram investigar o efeito da temperatura sobre a germinação de sementes de Melanoxylon brauna e identificar as temperaturas cardinais de germinação, bem como avaliar a eficiência do teste de condutividade elétrica para determinação das temperaturas cardinais. Para tanto, foram realizados três ensaios. No primeiro, foi feita a determinação das curvas de embebição, em cada temperatura (5, 10, 15, 20, 25, 30, 35, 40 e 45 °C); as sementes foram pesadas a cada 2 h, por um período de 12 h e após a cada 12 h até a protrusão radicular de 50% das sementes, ou até 120 h quando na ausência de germinação. No segundo ensaio, para identificar as temperaturas cardinais, as sementes foram mantidas sob cada temperatura, por 10 dias, em câmara tipo BOD, sob luz constante. No terceiro ensaio, foi realizado um teste de condutividade elétrica com as sementes incubadas por períodos de 24, 48 e 72 h de embebição em cada uma das temperaturas e, em seguida, colocadas em erlenmeyers com 75 mL de água deionizada a 25 °C, por 24 h, para posterior leitura da condutividade elétrica. É mais criterioso recomendar faixas de temperaturas para germinação do que temperaturas pontuais. As temperaturas cardinais (teóricas) para a característica porcentagem de germinação são: 12,3 °C - mínima, 30,0 °C - ótima (teórica) e 42,7 °C - máxima. As faixas de temperatura considerando todas as variáveis investigadas são: 12,1-12,6 °C (mínima); 30,0-35,8 °C (ótima); e 42,4-43,0 °C (máxima). A espécie apresenta grande amplitude de germinação com relação à temperatura, sendo verificada a germinação na faixa de 12,0 a 42,0 °C. O teste de condutividade elétrica foi eficiente para avaliar o efeito da temperatura sobre as sementes e, nesse teste, a temperatura ótima é de 27,0 °C..
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Temperatura e luz na germinação das sementes de apaga-fogo (Alternanthera tenella).

Temperatura e luz na germinação das sementes de apaga-fogo (Alternanthera tenella).

Para o caso específico de A. tenella, é im- portante observar que, embora apresente mai- or germinação na presença de luz, também ocorre elevada germinação na sua ausência. Esse fato subsidia a constatação de que essa espécie é, em muitos casos, uma infestante que emerge tardiamente dentro do ciclo das culturas de verão, o que dificulta seu controle. Embora ocorra germinação tanto na presença quanto na ausência de luz, a menor germi- nação sob ausência de luz pode ser utilizada como uma ferramenta de controle cultural da espécie. Ao avaliar o efeito da alteração do es- paçamento entre linhas de soja sobre a emer- gência de A. tenella, Braz (1996) observou que ocorreram reduções populacionais de 58,7%, com redução do espaçamento de 51 para 34 cm, em função do maior sombreamento pro- porcionado pela cultura. Nesse caso, o espaça- mento entre linhas para a soja foi considerado uma ferramenta potencial para controle cultu- ral dessa espécie.
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Temperatura e regime de luz na germinação de sementes de Tabebuia impetiginosa (Martius ex A. P. de Candolle) Standley e T. serratifolia Vahl Nich. - Bignoniaceae.

Temperatura e regime de luz na germinação de sementes de Tabebuia impetiginosa (Martius ex A. P. de Candolle) Standley e T. serratifolia Vahl Nich. - Bignoniaceae.

No estudo do efeito da luz sobre a germinação de sementes de ipê-roxo foi observado que tanto o tratamento luz constante como escuro foram eficientes em propiciar a germinação das sementes por ocasião da primeira contagem, para ambos os lotes. Já para os resultados da contagem final, a germinação sob luz constante foi superior aos resultados de germinação sob alternância de luz ou escuro para o lote 2001, não havendo diferenças significativas no lote 2000, apesar

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Qualidade fisiológica de sementes de Ocimum selloi benth: sob condições de luz, temperatura e tempo de armazenamento.

Qualidade fisiológica de sementes de Ocimum selloi benth: sob condições de luz, temperatura e tempo de armazenamento.

O atroveran ou elixir-paregórico (Ocimum selloi Benth.) é uma espécie aromática nativa do Brasil, produtora de óleo essencial rico em metil-chavicol. Neste trabalho, objetivou-se avaliar a influência da temperatura, luz e tempo de armazenamento em diferentes ambientes sobre a germinação e o vigor de sementes de O. selloi. Inicialmente, testou-se o efeito da presença e ausência de luz branca sob fotoperíodo de 12 horas para determinar o fotoblastismo das sementes em diferentes temperaturas (20, 25, 30 e 35ºC). Em seguida, testou-se a germinação e emergência no armazenamento sob duas temperaturas (ambiente e câmara fria) aos 0, 2, 4, 6, 8 10 e 12 meses de armazenamento. A espécie foi classificada como fotoblástica neutra, apresentando germinação em ampla faixa de temperatura (20 a 30ºC). A germinação das sementes manteve-se por doze meses de armazenamento em câmara fria e à temperatura ambiente, entretanto, o vigor decresce a partir de seis meses em armazenamento sob temperatura ambiente.
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Efeito da temperatura e a participação do fitocromo no controle da germinação de sementes de embaúba

Efeito da temperatura e a participação do fitocromo no controle da germinação de sementes de embaúba

Em ambientes naturais as sementes podem ser encontradas sob diversas condições de luz e de temperatura, condições essas que podem variar de acordo com a estrutura do dossel (Vazquez-Yanes e Orozco-Segovia, 1982). Sementes podem estar expostas à luz solar direta ou sombreadas quando enterradas no solo ou cobertas pela serrapilheira ou ainda quando encontradas sob dossel (Frankland, 1976). A luz solar quando filtrada pelas folhas verdes têm sua distribuição espectral modificada devido à absorção seletiva das folhas, especialmente pelas clorofilas (Smith, 2000) determinando, dessa forma, a inibição da germinação das sementes de espécies pioneiras (Válio e Joly, 1979).
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EFEITO DA TEMPERATURA NA GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE TRÊS ESPÉCIES DE JABUTICABEIRA

EFEITO DA TEMPERATURA NA GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE TRÊS ESPÉCIES DE JABUTICABEIRA

Este trabalho teve como objetivo avaliar o efeito de temperaturas constantes e do pré-tratamento a frio na germinação de sementes de três espécies de jabuticabeira (Myrciaria jaboticaba (Vell.) Berg (‘Jabuticaba Sabará’), M. cauliflora (Mart.) Berg (‘Jabuticaba Açu’ ou ‘Jabuticaba Paulista’) e M. peruviana var. trunciflora (Jabuticaba de Cabinho). O experimento foi instalado em delineamento experimental inteiramente casualizado, em esquema fatorial 3 x 2 x 3 (espécie x submissão ao frio x temperatura), com três repetições, considerando como unidade experimental cada grupo de 50 sementes. Foram utilizadas temperaturas constantes de 24, 32 e 40 °C, sendo as sementes pré-submetidas ou não ao frio (5 ºC) durante 10 dias antes de serem incubadas para germinação. Elas foram expostas às diferentes temperaturas em câmaras de germinação do tipo B.O.D., na ausência de luz; a exposição a baixa temperatura (5 ºC) foi efetuada em câmara fria. Aos 33 dias após a semeadura avaliaram-se a percentagem e a velocidade de germinação (IVG). A temperatura influenciou esses dois parâmetros nas três espécies de jabuticabeira, sendo obtidas as respos- tas mais favoráveis em sementes expostas a temperatura constante de 24 °C. O pré-tratamento a frio influenciou negativamente o IVG das sementes das três espécies de jabuticabeira.
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Temperaturas cardeais e efeito da luz na germinação de sementes de mutamba.

Temperaturas cardeais e efeito da luz na germinação de sementes de mutamba.

Resumo: Guazuma ulmifolia Lam., conhecida como mutamba, é uma espécie arbórea característica dos estádios iniciais da sucessão secundária, com ampla ocorrência natural no Brasil. Possui grande potencial para recuperação ambiental de áreas degradadas. Neste trabalho, conduziram-se dois experimentos, nos quais as sementes foram extraídas e escarificadas antes da instalação dos testes de germinação. O primeiro experimento foi desenvolvido com sementes colhidas em outubro de 1995 e teve por objetivo definir as temperaturas cardeais para a germinação das sementes. Foram testadas as temperaturas de 10, 15, 20, 25, 30, 35, 40 e 45 ºC, sob fotoperíodo de oito horas. Os resultados mostraram que a temperatura mínima é próxima de 10 ºC, a máxima se situa entre 35 e 40 ºC e as temperaturas de 25 e 30 ºC encontram-se dentro da faixa ótima. No segundo experimento, visou-se avaliar o requerimento fotoblástico de sementes recém-colhidas (colheita de outubro de 1996) e armazenadas em câmara seca por um ano (colheita de outubro de 1995). Os testes de germinação foram conduzidos a 30 ºC e as sementes recém-colhidas tiveram a germinação promovida pelas luzes branca e vermelha, mas inibida pela luz vermelha- extrema e ausência de luz. As sementes armazenadas, entretanto, revelaram-se insensíveis à luz. P
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Estabelecimento de condições de luz e temperatura para germinação de sementes de amendoim forrageiro.

Estabelecimento de condições de luz e temperatura para germinação de sementes de amendoim forrageiro.

Em muitos casos, a sensibilidade das sementes a temperaturas alternadas pode ser influenciada por outros fatores ambientais, particularmente pela luz (Toole e Koch, 1977; Roberts e Benjamin, 1979; Totterdell e Roberts, 1980; Probert et al., 1986). Neste estudo, os dados obtidos de número de plântulas normais demonstram uma interação significativa para estes dois fatores, apesar de não demonstrar efeito significativo do fator luz isoladamente. Tanto o fator luz quanto o fator temperatura e a interação de ambos influenciaram o número de plântulas anormais e de sementes duras.
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