Top PDF Os efeitos do treinamento de musculação com cargas baixas e oclusão vascular na hipertrofia e força

Os efeitos do treinamento de musculação com cargas baixas e oclusão vascular na hipertrofia e força

Os efeitos do treinamento de musculação com cargas baixas e oclusão vascular na hipertrofia e força

Os estudos citados anteriormente analisaram a infl uên- cia da musculação com cargas baixas em combinação com isquemia. Entretanto, é possível que haja hipertrofi a sem a necessidade da musculação. Abe et al. [17] observaram a in- fl uência de uma série de caminhadas lentas na força muscular e na hipertrofi a de membros inferiores, quando esses eram submetidos à oclusão vascular. O protocolo de treinamento consistiu de caminhada realizada duas vezes ao dia, por três semanas. A AST aumentou em 5,7% no quadríceps e 7,6% nos músculos bíceps femoral, semitendinoso e semimem- branoso. A força de 1RM no leg press aumentou em 7,4% e na fl exão de joelhos em 8,3%. O grupo controle não sofreu nenhuma alteração na força ou hipertrofi a. Enquanto parece que apenas o estímulo de oclusão vascular sem a combinação com exercícios não é capaz de gerar hipertrofi a [13], o estí- mulo necessário para que ocorram aumentos na força e massa muscular pode ser de intensidade extremamente baixa, como foi demonstrado nesse estudo [16].
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Efeitos de um treinamento de hipertrofia no ganho de força muscular e variação da composição corporal de mulheres participantes de musculação de academia

Efeitos de um treinamento de hipertrofia no ganho de força muscular e variação da composição corporal de mulheres participantes de musculação de academia

desempenho apresentado no teste de 1RM pré e pós-treino. Comparando os achados deste estudo com a literatura existente, comprovamos a não alteração na composição corporal devido a variáveis como: o curto período de aplicação do programa, alta intensidade dos exercícios, não controle de ingestão calórica, e aumento somente no que se refere ao ganho de força muscular observado no teste de 1RM. Concluímos que o período delimitado não é suficiente para apresentar aumento de ganho de massa muscular, ou seja, para que ocorra uma adaptação crônica das miofibrilas, mas há considerável incremento de força muscular.
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Efeitos do treinamento de força associado à oclusão vascular na dor, força, hipertrofia,...

Efeitos do treinamento de força associado à oclusão vascular na dor, força, hipertrofia,...

A dor nas pacientes, desfecho primário deste estudo, foi acompanhada ao longo de todo o período de treinamento. Durante o período de intervenção, as exclusões provocadas por dores nos joelhos como consequência da utilização de cargas de treinamento de alta intensidade foram significativamente superiores às dos dois grupos que utilizaram cargas de mais baixa intensidade (grupos TFB e TFOV), causando quatro afastamentos e evidenciando uma possível relação entre a intensidade da carga imposta e o número de pacientes excluídos por dor no joelho. Em estudo conduzido por Jan et al. (2008), os percentuais de exclusão do protocolo foram de 10% nos TFs com cargas a 60% 1-RM (Jan et al., 2008); o valor encontrado pelo nosso estudo foi de 25% para cargas a 80% 1-RM. Este dado pode ter explicação na própria etiologia da doença, dado que lesões meniscais, presentes na maioria dos casos de OA de joelhos, favorecem o aparecimento e a progressão da patologia (Englund, Guermazi e Lohmander, 2009), sendo que o TF de alta intensidade pode agravar este quadro. Mikesky et al. (2006) encontraram, em seu estudo, maior incidência de subluxação no menisco medial em articulações de pacientes com OA de joelho após a realização de um protocolo TF para as pernas. Em outro estudo conduzido por Helmark et al. (2010), após uma sessão aguda de TF para os membros inferiores a 60% de 1-RM, foram encontrados aumentos dos níveis da citocina IL-10 no líquido intra-articular e peri-sinovial de joelhos acometidos pela OA. A IL-10 possui função anti-inflamatória e condroprotetora. (Helmark et al., 2010). A ação aguda e crônica intra-articular no joelho das demais citocinas que podem influenciar no processo inflamatório em TFs de altas intensidades ainda não foi investigada. Cabe ressaltar que, em nosso estudo, todas as exclusões foram causadas por dores nos joelhos provocadas por meniscopatias e que, neste sentido, a alta sobrecarga imposta pelas cargas nos pacientes do grupo TFA pode ter intensificado o processo inflamatório de meniscopatias pré- existentes, causando o aumento da dor e a impossibilidade de continuidade no tratamento.
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Treinamento físico com oclusão vascular: uma revisão sistematizada

Treinamento físico com oclusão vascular: uma revisão sistematizada

Para investigar os efeitos da atividade física diária combinada com o treinamento de oclusão vascular, Abe et al. (2006) examinaram os efeitos agudos e crônicos do treinamento de caminhada com e sem oclusão vascular sobre as variáveis: circunferência muscular, força dinâmica máxima (1RM) e força isométrica, juntamente com parâmetros hormonais. Participaram do estudo 18 homens divididos em dois grupos: caminhada com oclusão (COC) e sem oclusão (controle), ambos realizando a caminhada a 3 km/h, 2 vezes ao dia, 6 dias por semana durante 3 semanas. Os resultados sugerem que a combinação de oclusão vascular em membro inferior com treinamento de caminhada lenta induz a hipertrofia muscular e ganho de força, apesar do nível mínimo de intensidade do exercício. Os níveis de alteração dos indicadores de lesão muscular (creatina e mioglobina) e hormônios anabólicos foram similares em ambos os grupos. Este estudo também foi categorizado no item alterações hormonais.
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Efeito de dois programas de treinamento resistido com sobrecarga metabólica na força e hipertrofia muscular

Efeito de dois programas de treinamento resistido com sobrecarga metabólica na força e hipertrofia muscular

sanguínea. Este método vem sendo comparado a protocolos de alta intensidade, e resultados semelhantes de au- mento de força e hipertrofia têm sido observados.Entretanto, na dificuldade em instrumentalizar a oclusão vascular com garrote (ex.: Kaatsu) em alguns exercícios resistidos, outras formas de execução são realizadas, como as que associam a utilização de intervalos em contração isométrica. Objetivo: O objetivo do estudo foi analisar os efeitos de dois protocolos de treinamento resistido de características metabólicas nos ganhos de força (1RM), circunfe- rência (CIRC), espessura muscular (ultrassonografia [ESP]), e percepção subjetiva do desconforto (EVA). Métodos: Doze homens jovens e saudáveis foram treinados com dois métodos por 10semanas. No membro inferior direito foi realizado o treinamento resistido com intervalo isométrico (ISO) e no membro inferior esquerdo o treinamento com oclusão vascular (OCL) no exercício de extensão do joelho. 20% de 1RM em ambos os métodos. Resultados: Encontraram-se aumentos em ambos os métodos na CIRC, ESP proximal, ESP medial, ESP distal e 1RM. A EVA ao final da terceira série de exercícios aumentou no ISO, sendo menor que a relatada no OCL. Não foram encontradas outras diferenças entre os métodos utilizados. Conclusões: Deste modo, ambos os sistemas utilizados produziram efeitos similares nos ganhos de força e hipertrofia. As vantagens de ambos os métodos consistem no uso de cargas reduzidas, podendo ser importante para o treinamento em idoso ou programas de reabilitação. Estudos que compa- rem os métodos aqui utilizados com o treinamento resistido convencional devem ser realizados.
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Efeitos da combinação de diferentes suplementos alimentares na hipertrofia muscular em praticantes de treinamento de força

Efeitos da combinação de diferentes suplementos alimentares na hipertrofia muscular em praticantes de treinamento de força

melhora do desempenho físico, com isso os suplementos alimentares podem ser recursos ergogênicos. O consumo de suplementos alimentares cresce de maneira rápida com a finalidade tanto de aumento do rendimento esportivo quanto para melhoria da condição de saúde e estética (hipertrofia muscular). Os praticantes de musculação são os que mais utilizam suplementos alimentares, tendo como objetivo principal a hipertrofia muscular. Objetivo: O objetivo desta revisão foi analisar os efeitos da combinação de diferentes
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Efeitos de uma dieta rica em carboidratos na hipertrofia muscular em praticantes de treinamento de força

Efeitos de uma dieta rica em carboidratos na hipertrofia muscular em praticantes de treinamento de força

carboidratos (CHO/PRO; 1,06 g de carboidrato por kg de peso corporal e 0,41 g de proteína por kg de peso corporal), as substâncias foram ingeridas imediatamente e duas horas depois de um treino de musculação padronizado. Amostras de sangue venoso foram colhidas antes e imediatamente após o exercício e durante oito horas de recuperação. Os grupos CHO e CHO/PRO estimularam e elevaram mais as concentrações de insulina do que o grupo PRO. O grupo CHO/PRO elevou os níveis de hormônio do crescimento (GH) seis horas após os exercícios, sendo superior ao grupo PRO e grupo CHO. O grupo CHO/PRO aumentou mais os níveis de insulina do que os outros grupos. Este aumento de insulina cria
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Efeito do treinamento resistido com oclusão vascular em idosas

Efeito do treinamento resistido com oclusão vascular em idosas

Atualmente com o envelhecimento ocorrem alguns declínios fisiológicos, sendo o mais preocupante a perda da força muscular. O objetivo do estudo foi verificar os efeitos do treinamento resistido de baixa intensidade e oclusão vascular (20% 1RM) nas alterações de hipertrofia e força muscular de idosas. Foi empregado oito semanas de treinamento resistido, 2 sessões por semana, com intensidade de (20% de 1RM) com oclusão vascular no grupo BIOV, (20% DE 1RM) sem oclusão vascular no grupo BISO, e o terceiro grupo GCO, permaneceu como grupo controle. Os grupos BIOV e BISO fizeram os exercícios na cadeira extensora e cadeira flexora e executaram 3 séries de 15 repetições para cada exercício. A AST foi calculada por medidas antropométricas, e aumentou 14,1%, 5,6% para os grupos BIOV e BISO, respectivamente, com diminuição de 0,01% para o GCO. A força muscular aumentou na extensora 13,5% e 5,3% e na flexora 14,6% e 6,9%, para os grupos BIOV e BISO, respectivamente. O GCO diminuiu a força em 0,9% na extensora e 6,9% na flexora. Resultados semelhantes na literatura são atribuídos ao aumento de recrutamento de fibras musculares do tipo II, secreção de GH, e
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Efeitos da suplementação de b-hidroxi-b-metilbutirato sobre a força e a hipertrofia.

Efeitos da suplementação de b-hidroxi-b-metilbutirato sobre a força e a hipertrofia.

O β -hidroxi- β -metilbutirato é um metabólito da leucina estudado devido aos seus efeitos anticatabólicos e possíveis implicações sobre os ganhos de f orça e m assa m uscular associados ao t reinam ent o contra- -resistência (conhecido como musculação). O objetivo deste trabalho foi revisar a literatura referente à suplementação de β -hidroxi- β -metilbutirato e os seus efeitos sobre força e hipertrofia em adultos jovens e idosos iniciantes ou treinados em treinamento contra-resistência. Estudos em indivíduos iniciando um program a de t reinam ent o cont ra-resist ência sugerem que a suplem ent ação diária de 1,5 a 3,0g de β -hidroxi- β -metilbutirato pode trazer benefício ergogênico durante as primeiras quatro ou cinco semanas. Entretanto, à medida que o programa de treinamento evolui, tais efeitos não permanecem e os ganhos de força e massa muscular são proporcionados apenas pelo treinamento contra-resistência. Em indivíduos treinados, os resultados parecem não ser os m esm os, um a vez que, desde o início da suplem ent ação, o β -hidroxi- β -metilbutirato não demonstra qualquer benefício adicional aos induzidos pelo treinamento contra-resistência. Alguns efeitos do β -hidroxi- β -metilbutirato na redução do colesterol total e lipoproteína de baixa densidade também foram observados, porém, devido às poucas evidências, não há recomendações para t al f inalidade. Nenhum ef eit o adverso da suplement ação f oi observado, sendo, aparent ement e, segura, contudo a maioria dos estudos foi realizada em curto prazo (menos de 4 semanas) e em indivíduos destreinados. Assim, mais estudos são necessários para esclarecer o mecanismo fisiológico por meio do qual o β -hidroxi- β -metilbutirato exerce seus efeitos anticatabólicos em destreinados e para observar possíveis efeitos adversos.
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Variáveis do treinamento de força, oclusão vascular e hipertrofia muscular: uma breve revisão da literatura

Variáveis do treinamento de força, oclusão vascular e hipertrofia muscular: uma breve revisão da literatura

O treinamento de força (TF) de intensidade baixa (15%-50% de 1-RM) associado à oclusão vascular (OC) promove hipertrofia muscular semelhantemente ao TF de intensidade alta (>70% de 1RM). Porém, não é clara a dose de TF necessária, combinado à OC, para promover e otimizar a hipertrofia muscular. O objetivo desta revisão foi investigar o efeito da intensidade e do volume do TF com a OC bem como o papel do nível de condicionamento dos participantes sobre a magnitude de resposta hipertrófica (MRH, % de alteração por sessão) do músculo esquelético, controlando o gênero (masculino), método de avaliação da hipertrofia (imagem de ressonância magnética), exercício (extensão de joelho) e músculo (quadríceps) utilizados. Os estudos que encontraram os critérios de inclusão relataram aumento significante na área de secção transversa do quadríceps. Observou-se associação positiva (r2 = 0,71, P = 0,034) entre o nível de condicionamento e a MRH. No grupo sedentário a MRH foi menor, enquanto no grupo atleta foi maior. A associação entre a intensidade do TF e MRH não foi clara (r2 = 0,54, P = 0,098) entre os estudos. Não houve associação da MRH com o volume (r2 = -0,03, P = 0,742) e com a frequência (r2 = -0,13, P = 0,488) do TF. A modesta quantidade de estudos selecionados suporta os efeitos hipertróficos do TF de intensidade baixa com OC. Entretanto, a MRH parece ser dependente do nível de condicionamento, mas não é clara a sua relação com a intensidade, volume e frequência de treinamento.
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Análise da hipertrofia do bíceps braquial comparando os métodos de treinamento de força Drop set e oclusão vascular

Análise da hipertrofia do bíceps braquial comparando os métodos de treinamento de força Drop set e oclusão vascular

evolutiva do Load (figura 4), que os grupos evoluíram na mesma proporção, GDS evoluiu 12,7% representando 88,54 kg, já o GOV evoluiu 19,7% representando 88,57 kg, não havendo diferença significativa. Isso nos mostra que o método OV é eficiente mesmo em intensidades baixas por gerar um estado onde ocorrem alguns fatores determinantes no processo hipertrófico, como: recrutamento de fibras tipo II, alterações metabólicas e hormonais, mobilização de células satélites (Marchetti e Lopes, 2014).

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Efeitos agudos de vários métodos de treinamento de força no lactato sanguíneo e características de cargas em homens treinados recreacionalmente.

Efeitos agudos de vários métodos de treinamento de força no lactato sanguíneo e características de cargas em homens treinados recreacionalmente.

Diversos métodos de treinamento de força (M TF) foram desen- volvidos com o propósito de manipular os estímulos fisiológicos e obter melhores resultados com o treinamento. O propósito do pre- sente estudo foi comparar as respostas metabólicas e mecânicas entre sete diferentes M TF descritos na literatura. Os M TF foram comparados com relação ao lactato sanguíneo, tempo sob tensão (TST) e sobrecarga total (TST x carga) em jovens treinados do sexo masculino. Os M TF testados foram 10RM , superlento, isométrico funcional, oclusão vascular adaptada, 6RM , repetições forçadas e séries descendentes. Todos os M TF produziram elevações signifi- cativas no lactato sanguíneo, sem diferenças entre eles. O méto- do de séries descendentes produziu maior tempo sob tensão e sobrecarga total em comparação com os outros M TF testados.
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Efeito do treinamento concorrente sobre a força e hipertrofia muscular de mulheres na pós-menopausa

Efeito do treinamento concorrente sobre a força e hipertrofia muscular de mulheres na pós-menopausa

Participaram desse estudo 24 mulheres de meia-idade na pós-menopausa (cinco histerectomizadas), clinicamente saudáveis, não praticantes de exercícios físicos regulares (i. e. menor que duas vezes por semana e não sistematizada), que foram subdivididas em três grupos: TC (n=8, idade 53,0 ± 6,0). Grupo TF (n=8, idade 54,0 ± 3,6) e Grupo Controle (GC n=8, idade 51,0 ± 6,0). Como critérios de inclusão, as voluntárias deveriam estar na pós-menopausa (12 meses sem menstru- ações), não ter realizado programas de TF regularmente pe- los menos a seis meses do início do estudo e não fazer uso de terapia hormonal (i. e. 1 ano precedente ao estudo), não apresentarem qualquer tipo de doença cardiovascular e/ou ortopédica e não fazer uso de medicação que pudesse inter- ferir nas respostas fisiológicas (i. e. força muscular, capacidade e potência aeróbia e composição corporal), aderência maior que 85% do total das sessões de treinamento previstas. As voluntárias foram orientadas a não mudar o padrão dos há- bitos alimentares durante o período experimental, entretanto nenhum controle sobre a dieta foi realizado. Após estarem cientes da proposta do estudo e procedimentos aos quais se submeteriam, as voluntárias assinaram o consentimento livre e esclarecido. Esse estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em pesquisa da Universidade local (248/2004).
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EFEITOS DO TREINAMENTO DE NATAÇÃO NA FORÇA MUSCULAR

EFEITOS DO TREINAMENTO DE NATAÇÃO NA FORÇA MUSCULAR

Resumo: Ganhos de diferentes expressões de força muscular (FM) têm sido encontrados após a realização de um treinamento de TN. Porém, os mecanismos pelos quais o TN e FM interagem ainda são pouco estudados na literatura. Nesse sentido, o objetivo do presente estudo é revisar os conceitos sob os quais se fundamentam as adaptações FM após TN, bem como discutir os resultados encontrados nos principais estudos a respeito do tema. Conclui- se que o TN pode surtir efeitos positivos sobre a FM de seus praticantes, sendo que as propriedades físicas da água, as respostas fisiológicas à imersão e questões bioenergéticos, são determinantes nessas respostas. Os estudos a respeito do assunto são escassos e apresentam limitações relativas ao tipo de amostra, tipo de TN, e descrição das variáveis do treinamento. Novos estudos avaliando os efeitos do TN na FM, principalmente com indivíduos não treinados e com controle rígido das variáveis de treinamento são sugeridos. Palavras-chave: Atividades Aquáticas; Músculo; Imersão; Bioenergética; Propriedades Físicas Da Água.
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Efeitos hemodinâmicos pós-exercícios de uma sessão de caminhada com e sem oclusão vascular

Efeitos hemodinâmicos pós-exercícios de uma sessão de caminhada com e sem oclusão vascular

Regular physical activity can be beneficial in prevention and treatment of hypertension. One of the benefits of physical activity is the hypotension, characterized by a reduction in blood pressure during the recovery period, maintaining blood pressure levels below pre-exercise levels, which can be verified chronically through a program of physical exercise, or acutely, called post-exercise hypotension. Even though it is widely studied and besides the existence of a consensus about the hypotensive effect caused by physical activity, it is still not clear in the literature which is the best exercise, duration and intensity that would cause a hypotensive effect of greater magnitude and duration, especially in relation to Kaatsu training, that combines exercises of low intensity with vascular occlusion. Therefore, the objective of the present study was to analyze the blood pressure behavior after a low intensity walking session with and without vascular occlusion. Thirteen subjects, aged = 47.0 ± 4.7 years, systolic blood pressure = 129.1 ± 9.4 mmHg, diastolic blood pressure = 80.3 ± 7.4 mmHg, body mass index = 27.92 ± 3.28 kg/m 2 , took part of the study. The participants undertook 5 sessions of
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Efeitos da suplementação com carboidratos sobre a resposta endócrina, hipertrofia e a força muscular

Efeitos da suplementação com carboidratos sobre a resposta endócrina, hipertrofia e a força muscular

No meio esportivo, há ainda uma tendência de que o efeito benéfico de uma dieta rica em carboidrato só ocorra em exercícios aeróbios de longa duração. Porém a suplementação com carboidrato em exercícios anaeróbios, como treinamento de força, age como um ergogênico associado com a hipertrofia muscular e aumento da performance. Um aumento na tensão muscular (força) é a exigência primária para dá início ao crescimento do músculo esquelético, ou hipertrofia, pelo treinamento com exercícios. Treinamento de força é definido como: exercícios que apresentam alguma forma de resistência graduável a contração muscular. A ingestão de 6g de aminoácidos essenciais estimulam o balanço protéico tão efetivamente quanto a ingestão de 6g de aminoácidos essenciais + 35g de carboidrato, assim como também aumenta o padrão de síntese de glicogênio. Vários estudos observaram que a ingestão pré-exercício de refeições com carboidrato de baixo índice glicêmico reduzi- ram a oxidação de carboidrato comparado com a ingestão de carboidrato de alto índice glicêmico. Segundo alguns estudos a redução nos níveis de cortisol em resposta a suplementação com carboidrato em exercício resistido ocasionou uma elevação do GH . Isto sugere que o aumento na concentração de insulina e redução de cortisol pode resultar em aumento na concentração de GH o que pode levar a hipertrofia muscular e aumento da performance pelo exercício resistido. As tendências científicas têm demonstrado que a suplementação com carboidrato pode conduzir ao aumento de massa muscular, no entanto, sugerimos mais estudos para esclarecer melhor os mecanismos envolvidos.
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Suplementação de creatina e treinamento de força: alterações na resultante de força máxima dinâmica e variáveis antropométricas em universitários submetidos a oito semanas de treinamento de força (hipertrofia).

Suplementação de creatina e treinamento de força: alterações na resultante de força máxima dinâmica e variáveis antropométricas em universitários submetidos a oito semanas de treinamento de força (hipertrofia).

Para o teste de 1AMVMD realizado no exercício supino (reto e inclinado), os voluntários fizeram um aquecimento prévio e pude- ram realizar três tentativas (quando não determinada em uma úni- ca tentativa) para determinar 1AMVMD. Foi considerada 1AMVMD, quando o voluntário conseguiu repetir um movimento completo, fazendo a flexão do cotovelo, até a barra encostar-se ao tórax e, em seguida, fazendo a extensão do cotovelo até retornar à posi- ção inicial, utilizando sua força máxima voluntária dinâmica, sem ajuda externa (apenas para segurança) do exercício proposto. Caso o voluntário conseguisse repetir mais de uma vez o mesmo movi- mento, o teste era interrompido e, após cinco minutos de descan- so, reiniciado com acréscimo de carga ao exercício.
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Comparação das cargas de treinamento nos testes de repetições máximas e 1RM em indivíduos praticantes do treinamento de força

Comparação das cargas de treinamento nos testes de repetições máximas e 1RM em indivíduos praticantes do treinamento de força

O objetivo desta pesquisa se destinou a identificar se há diferenças significativas entre os resultados preditivos de 1 repetição máxima (RM) com o teste de 1 repetição máxima em indivíduos intermediários e avançados praticantes do treinamento de força no exercício supino reto com barra. A pesquisa foi realizada com 10 homens (27,7 ± 6,65 anos) com no mínimo quatro meses de treinamento de força ininterruptos, os quais foram submetidos aos dois tipos de teste no período de 48 a 72 horas. Não houve diferença estatisticamente significativa quando comparados os testes de predição de 1 RM e o teste de 1 RM (p = 0,307). Com os resultados, verificamos que a fórmula proposta por Baechle e Groves pode ser considerada satisfatória para verificar a força muscular dinâmica de indivíduos intermediários e avançados no treinamento de força, com idade de 17 a 36 anos no exercício supino reto com barra.
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Efeitos da suplementação de creatina sobre força e hipertrofia muscular: atualizações.

Efeitos da suplementação de creatina sobre força e hipertrofia muscular: atualizações.

A suplementação de creatina vem sendo utilizada amplamente na tentativa de aumentar força e massa magra em sujeitos saudáveis e atletas. Além disso, diversos estudos têm sido conduzidos no intuito de des- vendar os mecanismos responsáveis pelas eventuais adaptações a esse suplemento. Diante disso, essa revisão teve como objetivos: 1) discutir os principais estudos que investigaram os efeitos da suplementação de creatina na força e hipertrofia; e 2) reunir as evidências acerca dos possíveis mecanismos responsáveis pelo aumento de força e massa magra como consequência desse suplemento, enfatizando os mais recentes achados e as perspectivas sobre o tema. De fato, existem fortes evidências demonstrando que a suplementação de creatina é capaz de promover aumentos de força e hipertrofia. Os efeitos desse suplemento sobre a retenção hídrica, o balanço proteico, a expressão de genes/proteínas associados à hipertrofia e ativação de células satélites, podem explicar as adaptações musculoesqueléticas observadas. Diante desses achados, os potenciais efeitos terapêuticos desse suplemento emergem como um futuro e promissor campo de estudo.
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Efeito da suplementação com beta-alanina associada ao treinamento de força tradicional ou com restrição do fluxo sanguíneo na força e hipertrofia muscular.

Efeito da suplementação com beta-alanina associada ao treinamento de força tradicional ou com restrição do fluxo sanguíneo na força e hipertrofia muscular.

processo de hipertrofia muscular), são aplicadas de maneira concomitante a dois tratamentos diferentes (MacINNIS et al., 2017). Além disso, através dessas comparações no mesmo indivíduo, reduz-se a influência da variabilidade entre os sujeitos (MacINNIS et al., 2017). No estudo de Kim et al. (2017), foram observados aumentos semelhantes na hipertrofia dos músculos flexores do cotovelo após oito semanas de treinamento, nos métodos BFR e TRAD. Contudo, diferentemente de Kim et al. (2017), nosso estudo observou que o paradigma BFR demonstrou adaptações hipertróficas quase duas vezes superiores ao observado no modelo TRAD (8,3% vs 4,3%, respectivamente). Dentre as explicações possíveis, destacamos o tamanho de nossa amostra, que foi quase duas vezes superior ao tamanho da amostra estudada por Kim et al. (2017). Um outro evento que pode ter influenciado nossos resultados, foi a menor duração de nosso estudo, de apenas seis semanas. Em um estudo conduzido por Nielsen et al. (2012), investigando a hipertrofia muscular em indivíduos submetidos ao método BFR, foi observado hipertrofia muscular significativa em apenas 19 dias (NIELSEN et al., 2012). Assim, é possível que, a curto prazo, o método BFR seja mais eficaz que o método TRAD, na indução da hipertrofia muscular. No entanto, tem sido sugerido que a médio e a longo prazo, ambos os modelos tendem a induzir respostas hipertróficas similares (LIXANDRÃO et al., 2018).
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