Top PDF Efeitos da utilização de butirato de sódio no desempenho de suínos na fase inicial

Efeitos da utilização de butirato de sódio no desempenho de suínos na fase inicial

Efeitos da utilização de butirato de sódio no desempenho de suínos na fase inicial

Resumo: Ao passar dos anos intensificou-se a produção de suínos, e com isso a redução da idade de desmama, caracterizando-se pela fase mais crítica em relação ao manejo alimentar, interferindo na redução do consumo de alimento e consequentemente no ganho médio diário. O manejo realizado incorretamente pode provocar problemas intestinais, como por exemplo, a diarréia. Por décadas utilizou- se antibióticos para diminuir os efeitos nocivos da microflora intestinal, a fim de melhorar o desempenho dos animais, porém o seu uso frequente proporcionou o aparecimento de patógenos resistentes. Por essa razão foram criadas substâncias com potencial para substituírem os antibióticos, entre elas, os ácidos orgânicos. Desta forma, o objetivo do trabalho foi avaliar os efeitos do butirato de sódio nos parâmetros de desempenho produtivo e econômico de leitões na fase inicial. Foram utilizados 12 leitões, machos e fêmeas, mestiços das raças Landrace x Large white, divididos em dois tratamentos. T1 – Tratamento controle e T2 – Tratamento com butirato de sódio. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado com três repetições por tratamento, e dois animais por unidade experimental. Os parâmetros avaliados foram ganho de peso (GP), consumo de ração (CR), conversão alimentar (CA), consistência das fezes e o custo da ração por kg de leitão produzido. Os dados de desempenho foram submetidos à análise de variância (ASSISTAT 7.5, 2008), sendo a diferença entre as médias verificadas pelo teste F. Não houve diferença (P>0,05) entre os tratamentos no GP, CR, CA e na consistência das fezes, no entanto a adição de butirato de sódio apresentou os menores valores de custo da ração por kg de leitão produzido. Desta forma pode-se concluir que o uso de butirato de sódio influenciou positivamente o desempenho econômico de leitões.
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Efeitos do butirato de sódio sobre o desempenho de leitões na fase inicial

Efeitos do butirato de sódio sobre o desempenho de leitões na fase inicial

O uso de melhoradores de eficiência como os ácidos orgânicos na alimentação animal está se tornando frequente e possibilita produzir carne suína dentro do conceito de produção limpa, isto é, sem utilização de antibióticos promotores de crescimento que já foram proibidos em muitos lugares do mundo, principalmente nos países da União Européia. Desta forma, o objetivo do presente trabalho foi de avaliar os efeitos do aditivo fitogênico, Butirato de Sódio, sobre o desempenho de lei tões na fase inicial. O experimento foi realizado na Unidade de Ensino e Pesquisa de Suinocultura do Campus Dois Vizinhos da Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Utilizou-se 18 leitões cruzados (Large White x Landrace), machos e fêmeas, com peso médio inicial de 10 kg, com 45 dias de idade, distribuídos em um delineamento inteiramente casualizado (DIC), com 2 tratamentos: T1- Ração basal sem inclusão de melhoradores de eficiência e T2- Ração basal + 0,5% de butirato de sódio, com 3 repetições e 3 animais por unidade experimental. Os parâmetros de desempenho avaliados foram ganho de peso (GP), consumo de ração (CR) e conversão alimentar (CA). O custo da ração por kg de suíno produzido foi calculado da seguinte forma: preço do kg da ração multiplicada pela conversão alimentar. Também foi avaliada a consistência das fezes, sendo utilizado os seguintes escores: 1. Dura; 2. Normal; 3. Pastosa e 4. Líquida. Os dados de desempenho foram submetidos à análise de variância (ASSISTAT 7.5, 2008), sendo a diferença entre as médias verificadas pelo teste F. Não houve diferença (P>0,05) entre os tratamentos no CR e na consistência das fezes, no entanto o T2 apresentou os melhores resultados (P<0,05) no GP e na CA e os menores valores de custo da ração por kg de leitão produzido quando comparado ao tratamento controle . Desta forma pode-se concluir que o uso de butirato de sódio melhorou o desempenho produtivo e econômico de leitões.
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Utilização de butirato de sódio no desempenho de suínos

Utilização de butirato de sódio no desempenho de suínos

Além de proporcionar os referidos benefícios a microbiota intestinal, e consequentemente aos animais, o uso ou a suplementação nutricional de ácidos orgânicos na dieta de suínos tem como principal finalidade proporcionar melhorias expressivas em índices zootécnicos de desempenho animal. Estes índices encontrados nos estudos são variados, quanto à eficiência da utilização destes ácidos. Tonel (2009) utilizando uma mistura de óleos essenciais de plantas com ácidos orgânicos observou índices como consumo diário de alimento, ganho de peso diário e também peso vivo final, relatando dados mais expressivos em animais que receberam a mistura. Ainda segundo Tonel (2009), verificou-se aumento de ganho de peso diário apenas em fases iniciais de suínos, sugerindo que estes ácidos teriam eficiência notória na fase de desmame, reduzindo-se nas fases de crescimento e terminação dos animais. Este mesmo autor cita também um aumento significativo no consumo de ração com o avançar da idade dos animais, com consequente agravamento da conversão alimentar. Costa et al. (2011) em experimento utilizando butirato de sódio constatou desempenho superior para consumo diário de ração e ganho de peso nos animais que receberam a suplementação deste ácido orgânico na dieta, comparados ao tratamento controle, conferindo desempenho em torno de 4% superior nestes índices zootécnicos, nos animais suplementados.
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Efeitos do Butirato de sódio sobre o desempenho de suínos em terminação

Efeitos do Butirato de sódio sobre o desempenho de suínos em terminação

O trabalho teve por objetivo avaliar os efeitos do butirato de sódio sobre o desempenho produtivo e econômico de suínos em terminação. O experimento foi realizado na Unidade de Ensino e Pesquisa de Suinocultura do Campus Dois Vizinhos - UTFPR. Foram utilizados 12 animais, machos e fêmeas, mestiços das raças Landrace x Large White, com 110 dias de idade e peso inicial de 60 kg. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, com dois tratamentos, sendo T1- Ração basal e T2- Ração basal + 0,3% de butirato de sódio, com 3 repetições e 2 animais por unidade experimental. Os parâmetros de desempenho avaliados foram ganho de peso (GP), consumo de ração (CR) e conversão alimentar (CA). Enquanto que o custo da ração por kg de suíno produzido foi calculado da seguinte forma: preço do kg da ração multiplicado pela conversão alimentar. Os dados de desempenho foram submetidos à análise de variância, sendo a diferença entre as médias verificadas pelo teste F. Não houve influência (P>0,05) dos tratamentos para nenhum dos parâmetros avaliados. Desta forma, conclui-se que a inclusão de butirato de sódio na alimentação de suínos em terminação, não melhorou o desempenho produtivo dos animais e também não foi viável economicamente.
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Efeitos do butirato de sódio encapsulado e fitogênico sobre o desempenho, características da carcaça e saúde de suínos em fase de crescimento e terminação

Efeitos do butirato de sódio encapsulado e fitogênico sobre o desempenho, características da carcaça e saúde de suínos em fase de crescimento e terminação

crescimento e terminação, sobre o desempenho, características da carcaça e status de saúde. Foram utilizados 300 suínos machos castrados e fêmeas distribuídos em seis tratamentos em um delineamento em blocos casualizados com dez repetições. Os tratamentos consistiram em um controle negativo (CN), controle positivo (CP) (tilosina), AD (butirato de sódio encapsulado), AX (fitogênico), CP+AD (tilosina+butirato de sódio encapsulado) e CP+AX (tilosina+fitogênico). Os dados de desempenho (peso vivo, consumo diário de ração, ganho de peso médio diário e conversão alimentar) e de carcaça (peso de carcaça, espessura de toucinho, profundidade do lombo e carne magra na carcaça) foram submetidos à ANOVA seguido por teste de Tukey, e os dados de condição de saúde (ocorrência de doenças, animais eutanasiados e mortos espontaneamente) foram analisados pelo teste de χ2. Os animais do grupo AD apresentaram maior ganho de peso diário (GPD) durante o período de avaliação e maior peso vivo aos 120, 140 e 164 dias de idade, além de maior peso de carcaça em comparação aos grupos CN e CP. O tratamento AX aumentou o GPD na fase crescimento II e o peso vivo aos 120 e 140 dias de idade em relação ao CN. O grupo CP+AX apresentou maior peso final em relação aos grupos CN e CP e maior peso de carcaça em relação ao CN. Não houve diferença entre os tratamentos para espessura de toucinho, porcentagem de carne magra na carcaça e ocorrência de doenças e óbitos. A inclusão de butirato de sódio encapsulado (tratamento AD) foi efetiva no aumento de GPD, peso final e peso de carcaça em comparação à suplementação com tilosina (tratamento CP), assim como a inclusão fitogênico (tratamento AX) melhorou a conversão alimentar em comparação ao grupo CP.
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Efeitos do butirato de sódio no desempenho de leitões na fase pré-inicial

Efeitos do butirato de sódio no desempenho de leitões na fase pré-inicial

desempenho de leitões na fase pré-inicial. O experimento foi realizado na Unidade de ensino e Pesquisa de Suinocultura do Campus Dois Vizinhos, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Foram utilizados 20 leitões cruzados (Large White x Landrace) com peso médio de 10 kg, com 35 dias de vida, distribuídos em um delineamento inteiramente casualizado, com 2 tratamentos: T1- Ração basal sem inclusão de melhoradores de eficiência e T2- Ração basal + 0,5% de butirato de sódio, com 5 repetições e 2 animais por unidade experimental. Os parâmetros de desempenho avaliados foram ganho de peso (GP), consumo de ração (CR) e conversão alimentar (CA). Enquanto que o custo da ração por kg de leitão produzido foi calculado da seguinte forma: preço do kg da ração multiplicada pela conversão alimentar. Também foi avaliada a consistência das fezes, sendo utilizado o seguinte escore: 1. Dura; 2. Normal; 3. Pastosa e 4. Líquida. Os dados de desempenho foram submetidos à análise de variância, sendo a diferença entre as médias verificadas pelo teste F. Não houve influência (P>0,05) dos tratamentos para nenhum dos parâmetros avaliados. Desta forma, conclui-se que a utilização de butirato de sódio na ração de leitões na fase pré-inicial, não melhorou o desempenho produtivo e econômico dos animais.
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Efeito da utilização de butirato de sódio na digestibilidade, actividade fermentativa e morfologia intestinal de leitões desmamados

Efeito da utilização de butirato de sódio na digestibilidade, actividade fermentativa e morfologia intestinal de leitões desmamados

A produção suína, nos últimos trinta anos, tem-se caracterizado por um crescente aumento de competitividade e pela procura de um maior benefício económico. Esta realidade tem conduzido à prática de um desmame cada vez mais precoce, leitões com 3 -4 semanas de idade ou mesmo mais novos são separados das porcas. Apesar do elevado progresso na formulação e na selecção de ingredientes para as rações dos leitões, na maior parte dos sistemas produtivos, o período que compreende as 5 – 8 semanas após o desmame continua a ser uma das fases mais críticas da produção suína. Um dos períodos mais problemáticos na vida dos suínos é o desmame devido à idade do animal bem como à drástica alteração da dieta alimentar (Odgaard, 2001). Juntamente com alterações ambientais e sociais, estes factores de stress conduzem a uma baixa ingestão de alimento com consequente redução do ganho médio diário, contribuindo para o desencadear de doenças intestinais (Barnett et al., 1989). Mesmo a fase de reagrupamento dos animais aquando da passagem das celas para as jaulas de pós-desmame, representa uma ameaça para o bem-estar dos leitões. Até há pouco tempo este problema era contornado com o uso generalizado de antibióticos que melhoravam de forma significativa as performances dos leitões através da diminuição dos efeitos nocivos da microflora intestinal (Visek, 1978). O seu uso recorrente conduziu ao aparecimento de resistências em patogénios intestinais nos suínos com a possibilidade de se generalizar ao Homem (Witte, 1998). Como consequência, a Comunidade Europeia no princípio de 2006 proibiu a utilização de antibióticos como aditivos alimentares em doses subterapêuticas (promotores de crescimento) tornando-se urgente encontrar alternativas seguras que modelem a microflora cecal e controlem a fermentação intestinal. Entre estas substâncias, encontram-se os ácidos orgânicos conhecidos por serem fortes inibidores do crescimento microbiano sendo portanto intencionalmente adicionados a muitos alimentos como conservantes (Knochel e Gould, 1995; Podolak et al., 1996). Tem sido relatado que a adição de ácidos orgânicos como o cítrico, fórmico, fumárico, láctico ou propiónico nas dietas de leitões, ajuda a superar problemas no período de pós-desmame (Falkowski and Aherne, 1984; Partanen and Mroz, 1999). Aliás, de entre as várias funções metabólicas, os ácidos gordos de cadeia curta são uma importante fonte de energia, sendo o ácido butírico (ácido gordo de cadeia curta intestinal) aquele que é mais prontamente oxidado para CO 2 (Falkowski ans Aherne, 1984;
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Efeitos da adição de diferentes níveis de levedura desidratada sobre o desempenho de leitões na fase inicial

Efeitos da adição de diferentes níveis de levedura desidratada sobre o desempenho de leitões na fase inicial

Estudando o efeito de três níveis de levedura desidratada (0%, 15% e 30%) como fonte protéica para suínos na fase inicial (peso inicial de 10,2 kg), Miyada et al. (1992) verificaram piora na conversão alimentar dos animais com os níveis crescentes da levedura na dieta e sugeriram que o nível mais ade- quado de utilização da levedura na ração para essa categoria está em torno de 10%.

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SUPLEMENTAÇÃO DIETÉTICA DE BUTIRATO DE SÓDIO PARA PORCAS DE DIFERENTES ORDENS DE PARTO DURANTE A LACTAÇÃO

SUPLEMENTAÇÃO DIETÉTICA DE BUTIRATO DE SÓDIO PARA PORCAS DE DIFERENTES ORDENS DE PARTO DURANTE A LACTAÇÃO

Cada ácido orgânico possui atributos diferentes em relação às propriedades físicas e químicas, dependendo do pH, da concentração, da dissociação (pKa), capacidade tampão da ração, do tempo de retenção/exposição e do nível de inclusão (CORASSA, 2004). Apesar dessas diferenças, os efeitos comuns aos ácidos utilizados na nutrição de suínos são a dissociação intestinal dos ácidos orgânicos, liberando íons H + que protegem o trato gastrointestinal contra a invasão e a colonização por patógenos (MROZ, 2005; AHMED et al., 2014) e a difusão através das membranas celulares dos patógenos por formas não dissociadas, destruindo seu citoplasma (LIMA, 2016). Assim, pode-se afirmar que a utilização de ácidos orgânicos na dieta dos suínos inibe a microflora intestinal indesejável que compete com o animal pelos nutrientes e, consequentemente, reduz seus metabólitos tóxicos.
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Efeitos da utilização de leveduras vivas sobre o desempenho de suínos

Efeitos da utilização de leveduras vivas sobre o desempenho de suínos

vivas sobre o desempenho de suínos na fase de terminação. O experimento foi conduzido na Unidade de Ensino e Pesquisa de Suinocultura do Campus Dois Vizinhos da UTFPR. Foram utilizados 12 suínos cruzados (Large White x Landrace) com peso médio inicial de 65 kg, com 110 dias de idade, distribuídos em um delineamento inteiramente casualizado, com 2 tratamentos: T1- Ração basal sem inclusão de aditivos e T2- Ração basal + 0,2% de leveduras vivas (Saccharomyces cerevisae), com 3 repetições e 2 animais por unidade experimental. Os parâmetros avaliados foram ganho de peso (GP), consumo de ração (CR), conversão alimentar (CA) e o custo da ração por kg de suíno produzido. Os dados de desempenho foram submetidos à análise de variância, sendo a diferença entre as médias verificadas pelo teste F. Não houve efeito (P>0,05) dos tratamentos para nenhum dos parâmetros avaliados. Desta forma, conclui-se que o uso de leveduras vivas como probiótico, não melhorou o desempenho produtivo dos suínos e foi inviável economicamente.
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Utilização da torta de girassol na alimentação de suínos nas fases de crescimento e terminação: efeitos no desempenho e nas características de carcaça.

Utilização da torta de girassol na alimentação de suínos nas fases de crescimento e terminação: efeitos no desempenho e nas características de carcaça.

RESUMO - Quarenta e oito suínos (Landrace x Large White) com peso médio inicial de 22,69 kg (24 machos castrados e 24 fêmeas) foram submetidos a quatro tratamentos (dietas com 0; 5; 10 e 15% de inclusão de TG), com o objetivo de avaliar o uso da torta de girassol (TG) na alimentação de suínos nas fases de crescimento e terminação .Foram avaliados o ganho diário de peso (GDP), o consumo diário de ração (CDR) e a conversão alimentar (CA) durante as fases de crescimento I (20 a 50 kg de peso vivo), crescimento II (50 a 80 kg de peso vivo) e terminação (80 a 100 kg de peso vivo). Ao abate, foram avaliados o peso (PC) e o rendimento de carcaça (RC), a espessura de toucinho (ET), a profundidade do músculo Longissimus dorsi (PM), a área de olho de lombo (AOL), o comprimento de carcaça (CC), o rendimento (RCC%) e a quantidade de carne na carcaça (QCC). Não houve diferença significativa no desempenho entre os tratamentos nos períodos avaliados. O efeito sexo foi significativo e em favor dos machos castrados apenas para o GPD em todas as fases, e para o CDR, na fase de terminação e no período total (20 a 100 kg de peso vivo). Para as características de carcaça, não houve diferença significativa entre os tratamentos e o efeito sexo foi significativo para a ET, QCC e CC, com maiores médias para os machos castrados, e para o RCC, com maior média para as fêmeas. A TG pode ser utilizada em até 15% de inclusão nas rações de crescimento e terminação, mantendo-se os mesmos índices de desempenho e qualidade da carcaça. A inclusão de 15% de TG foi a que apresentou o melhor índice de eficiência econômica.
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Desempenho e consumo de água de suínos na fase de crescimento submetidos a diferentes bebedouros.

Desempenho e consumo de água de suínos na fase de crescimento submetidos a diferentes bebedouros.

O ganho de peso médio diário e a conversão alimentar dos animais não apresentou diferença entre as diferentes formas de consumo de água via bebedouro e assim como na fase de Crescimento I, o peso final dos animais foi o mesmo. O consumo de ração médio diário dos animais que consumiram água via bebedouro conjugado com comedouro + bebedouro pendular (T1) foi menor em relação aos demais tratamentos, porém assim como na primeira fase, o consumo hídrico médio diário neste tratamento foi maior (P<0,05) quando comparado ao tratamento em que os animais consumiram água somente via bebedouro conjugado com comedouro (T2). Diversos autores relatam um maior ganho de peso e maior consumo de ração nos animais submetidos a comedouros conjugados com bebedouros, quando comparados aos submetidos a ração seca e acesso separado a água nas fases de Crescimento e Terminação (LOVATTO et. al., 2004; MORAES, VIEIRA & MELLO, 2007; GONYOU & LOU, 2000).
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Efeito de níveis de lisina digestível verdadeira e proteína bruta na dieta sobre parâmetros morfo-fisiológicos e utilização do nitrogênio em suínos na fase inicial.

Efeito de níveis de lisina digestível verdadeira e proteína bruta na dieta sobre parâmetros morfo-fisiológicos e utilização do nitrogênio em suínos na fase inicial.

A utilização de conceitos modernos na alimentação animal, dentre eles, o uso do conceito de proteína ideal através da adição de aminoácidos sintéticos, tem sido largamente preconizado, em função do melhor aproveitamento dos nutrientes dietéticos em especial o nitrogênio, e à menor excreção desse elemento nos dejetos dos suínos. No entanto, alguns efeitos da manipulação dos níveis protéicos da dieta têm sido associados a algumas alterações morfológicas e fisiológicas, em especial em suínos na fase inicial.
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SOJA SEMI-INTEGRAL EXTRUSADA SOBRE O DESEMPENHO DE LEITÕES NA FASE INICIAL E EFEITOS RESIDUAIS NAS FASES DE CRESCIMENTO E TERMINAÇÃO

SOJA SEMI-INTEGRAL EXTRUSADA SOBRE O DESEMPENHO DE LEITÕES NA FASE INICIAL E EFEITOS RESIDUAIS NAS FASES DE CRESCIMENTO E TERMINAÇÃO

Com o objetivo de avaliar os efeitos da substituição da proteína do farelo de soja (FS), pela proteína da soja semi- integral extrusada (SSIE), sobre o desempenho de leitões na fase inicial e a existência ou não de efeitos residuais nas fases de crescimento e terminação, foram conduzidos dois experimentos. No Experimento 1, as porcas lactantes e os leitões lactentes, receberam rações contendo FS, enquanto que no Experimento 2, as porcas, a partir de 109 dias de gestação e na lactação, e os leitões lactentes, consumiram rações sem FS. Os tratamentos experimentais foram: SSIE 0 - dieta controle, composta principalmente por milho e FS, sem inclusão de SSIE, e SSIE 25, 50, 75 e 100, com substituição da proteína do FS pela proteína da SSIE nas concentrações de 25, 50, 75 e 100%, respectivamente. Utilizou-se o delineamento em blocos casualizados, com cinco tratamentos, seis repetições e um animal constituindo a unidade experimental. Observou-se diminuição no ganho diário de peso dos leitões na fase total, desta forma não é recomendada a substituição da proteína do FS pela proteína da SSIE, quando os animais têm contato com o FS na fase de aleitamento. Por outro lado, quando as porcas lactantes e os leitões recebem ração sem FS, observa-se melhor conversão alimentar e recomenda-se 49,03% de substituição, em virtude de determinar o menor consumo diário de ração, sem efeitos sobre o ganho diário de peso.
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Utilização da levedura desidratada (Saccharomyces cerevisiae) para leitões na fase inicial.

Utilização da levedura desidratada (Saccharomyces cerevisiae) para leitões na fase inicial.

O experimento foi conduzido em uma instalação de creche de uma granja comercial de suínos. Os animais foram alimentados com rações em duas fases distintas (I - 22 a 45 e II -46 a 71 dias de idade), nas quais a levedura foi adicionada nos níveis de 0, 5, 10 e 15%. A composição das rações experimentais se encontra na tabela 1. Os animais receberam ração e água ad libitum. Após o término do período experimental, três animais de cada tratamento foram abatidos por meio da secção da veia jugular para coleta de fragmentos do intestino delgado.

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Utilização do milheto (Pennisetum glaucum (L.) R. Brown) grão na alimentação de suínos na fase inicial (15-30kg de peso vivo).

Utilização do milheto (Pennisetum glaucum (L.) R. Brown) grão na alimentação de suínos na fase inicial (15-30kg de peso vivo).

Embora tenha energia bruta superior, a concentração de energia digestível para suínos é cerca de 15% inferior a do milho (VIANA, 1982). Valor de energia digestível de 3.080 kcal/ kg, foi obtido por FIALHO et al. (1999). O menor valor de energia digestível para o milheto torna necessária a inclusão de óleos e gorduras, na formulação da ração, podendo torná-lo, do ponto de vista econômico, um substituto parcial do milho. Entretanto, tal aumento de custo pode s e r m i n i m i z a d o p e l o m a i o r t e o r p r o t é i c o e melhor perfil de aminoácidos do milheto, o que diminui a utilização de concentrados protéicos d e m a i o r c u s t o , q u a n d o c o m p a r a d o c o m o concentrado energético (YAVDAV et al., 1990). Outro fator a ser considerado é o menor custo d o m i l h e t o , q u a n d o c o m p a r a d o a o m i l h o , principalmente, no período de entressafra.
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NÍVEIS NUTRICIONAIS DE SÓDIO E DE PROTEÍNA E FONTES DE ENERGIA PARA PINTOS DE CORTE NA FASE PRÉ-INICIAL

NÍVEIS NUTRICIONAIS DE SÓDIO E DE PROTEÍNA E FONTES DE ENERGIA PARA PINTOS DE CORTE NA FASE PRÉ-INICIAL

disponibilidade, nos primeiros dias de vida dos pintos. MAIORKA et al. (1997) mostraram que dietas variando em energia metabolizável (2900, 3000 e 3100 kcal de EM/kg) não proporcionaram alteração no consumo de alimento na primeira semana de idade, no entanto, verificaram alguma alteração na segunda semana e uma alteração marcante na terceira semana. O consumo de ração só foi regulado pela energia de maneira adequada na terceira semana de idade. Assim, pelos resultados obtidos não parece pertinente a adoção de altos níveis de energia proveniente de lipídios na primeira semana de idade, pois o maior consumo de energia não resultou em maior ganho de peso e melhor conversão alimentar das aves. Além disso, caso os lipídios não sejam totalmente absorvidos, o que é provável, ou que eles venham oxidados com o alimento, os danos que poderão causar aos pintos na primeira semana de idade podem ser marcantes (MAIORKA et al., 1997). Ainda, segundo os autores, peróxidos provenientes da rancificação oxidativa dos lipídios, comprometem a anatomia do trato digestivo e as células em geral, além de prejudicar a disponibilidade de vários nutrientes, entre eles as vitaminas lipossolúveis. Estas alterações podem afetar o desempenho dos frangos nesta fase e nas fases subsequentes. Os autores trabalharam com 3 diferentes níveis de óleo de soja adicionados nas três rações; sendo 1,1; 3,6 e 6,1%, respectivamente. A probabilidade de oxidação das gorduras foi maior quanto maior foi a adição de óleo na dieta. CABEL et al. (1998) mostraram que 7 meq/kg de peróxido na dieta de frangos de corte prejudicou o ganho de peso e a conversão alimentar dos animais aos 21 dias de idade.
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Estimativas de parâmetros genéticos para características de desempenho de suínos em fase de crescimento e terminação.

Estimativas de parâmetros genéticos para características de desempenho de suínos em fase de crescimento e terminação.

correlação genética entre esses dois efeitos, pois a magnitude dessa correlação pode prejudicar o ganho genético. Robinson (1996), ao examinar as correlações entre valores genéticos estimados por modelos alternativos, sugeriu que estimativas negativas e altas podem ser conseqüência da variação adicional entre reprodutores ou da interação reprodutor-ano. Pita (2000) relatou que as estimativas negativas e de média e alta magnitudes em características de desempenho de suínos podem estar relacionadas ao tamanho do conjunto de dados, à sua estrutura e à magnitude dos efeitos aditivos direto e materno.
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Avaliação do estresse e do desempenho de suínos na fase de creche, empregando-se técnicas de enriquecimento ambiental

Avaliação do estresse e do desempenho de suínos na fase de creche, empregando-se técnicas de enriquecimento ambiental

peso diário (GMPD) (kg/dia) de cada animal. Os leitões foram clinicamente avaliados no primeiro dia do experimento, mediante observação das mucosas, mensuração da temperatura e análise da presença ou ausência de diarreia e/ou tosse. Todos os animais foram considerados saudáveis. O arraçoamento dos leitões era realizado uma vez ao dia, no início da manhã, quando todos os grupos recebiam a mesma quantidade de ração, ajustada semanalmente. Na primeira semana, foi ofertado 0,2kg/animal/dia (pré-inicial 1); na segunda semana, 0,4kg/animal/dia (pré-inicial 2); na terceira e quarta semanas, 0,7kg/animal/dia (inicial 1); e na quinta e sexta semanas, 0,9kg/animal/dia (inicial 2). Com base no consumo de ração dos animais e do ganho de peso, foi obtido o valor de conversão alimentar (CA).
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