Top PDF Engenharia de produção: temas e debates

Engenharia de produção: temas e debates

Engenharia de produção: temas e debates

No toyo- tismo, a produção é vinculada à demanda e com um processo produtivo flexível; tra- balho em equipe com multivariedades de funções; melhor aproveitamento do tempo (Just in time)[r]

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ABORDAGENS DOS TEMAS PRECONCEITO E EXCLUSÃO COM ALUNOS DE UM CURSO DE ENGENHARIA

ABORDAGENS DOS TEMAS PRECONCEITO E EXCLUSÃO COM ALUNOS DE UM CURSO DE ENGENHARIA

O cenário deste estudo de caso é a sala de aula de uma disciplina optativa de um curso de engenharia. Como instrumentos de coleta de dados, lançamos mão da observação, questionários, discussão e debate procurando diagnosticar como os alunos percebem e se posicionam em relação ao preconceito e à exclusão. Adotamos a seguinte rotina para o desenvolvimento do tema em sala de aula: i) aplicamos um questionário para diagnóstico das concepções iniciais; ii) disponibilizamos textos para leitura e apresentamos vídeos sobre o tema, visando contribuir as discussões e debates, reflexão e análise de algumas situações relacionadas ao tema; iii) utilizamos, ainda, como objeto de discussões e debates, as afirmativas dos estudantes e o resultado dos questionários aplicados. No final do semestre reaplicamos o mesmo questionário. Um detalhe relevante no resultado deste trabalho refere-se à maneira como os alunos percebem o preconceito na sociedade, ou seja, identificam a existência de preconceito em relação aos afrodescendentes e às mulheres; aos cidadãos que compõem as camadas socialmente mais desfavorecidas (mais pobres) e aos homossexuais; reconhecem que estes grupos sociais não têm as mesmas condições de acesso aos bens produzidos pela ciência e tecnologia e à educação.
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Enfermagem Contemporânea: Dez temas, dez debates

Enfermagem Contemporânea: Dez temas, dez debates

Uma  rede  pode  ser  fortalecida  pelo  tratamento  das  pessoas  com  respeito  e  integrida-­‐ de,   através   de   processos   de   comunicação   transparentes   e   encontros   presenciais,           reforçando   os   laços   de   confiança,   facilitando   a   comunicação   e   o   trabalho   conjunto.   Contudo,  trabalhar  em  rede  pode  acarretar  algumas  dificuldades  classificadas  em  três   tipos  de  limitações,  nomeadamente  barreiras  políticas  (uma  rede  coesa  e  com  objetivo   claro  estará  em  melhores  condições  para  lidar  com  problemas  de  relacionamento  entre   os   seus   membros),   barreiras   técnicas   (o   uso   de   sofisticados   meios   de   comunicação       quando  os  membros  estão  pouco  familiarizados  com  estas  tecnologias  pode  conduzir  a   dificuldades  na  sua  utilização)  e  barreiras  internas  (os  membros  poderão  ter  dificulda-­‐ de   em   entender   a   dinâmica   e   funcionamento   da   rede   decorrente   de   uma   cultura           baseada  em  estruturas  hierarquizadas  e  pouco  flexíveis,  acresce  ainda  a  necessidade   de  clareza  de  papéis  dos  elementos  da  rede  e  objetivos  da  mesma)  (Martinho,  s/d).   As  redes,  tal  como  sucede  com  os  seres  humanos,  passam  por  mudanças  e  têm  os  seus   próprios  processos  de  desenvolvimento  e  crescimento,  pelo  que  podem  suceder  crises   relacionadas  com  problemas  na  organização.  A  atuação  em  rede  inicia-­‐se,  normalmen-­‐ te,  de  maneira  centralizada  e  à  medida  que  aumenta  o  envolvimento  dos  membros  da   rede  surge  a  produção  comum,  promovendo  a  compreensão  do  objetivo  e  a  sua  inter-­‐ pretação   no   contexto   em   que   se   desenvolve.   Assim,   uma   rede   pode   ter   qualidades     orientadas   pela   tutela,   no   seu   início   e   autonomizar-­‐se   à   medida   que   se   desenvolve,   tornando-­‐se   necessárias   novas   habilidades   para   lidar   com   as   tensões,   expectativas   e   relações  no  seio  do  grupo  (Oliveira,  2004).  
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A PRODUÇÃO ACADÊMICA SOBRE ESTRATÉGIAS E/DE INOVAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

A PRODUÇÃO ACADÊMICA SOBRE ESTRATÉGIAS E/DE INOVAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

O trabalho aborda os temas estratégia e inovação, relativamente à produção científica, no âmbito de trabalhos publicados na base de dados da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) na área da Engenharia de Produção. Por intermédio de questões relacionadas à identificação dos autores mais produtivos, suas instituições de origem, os ambientes de pesquisa onde os estudos foram desenvolvidos e os periódicos onde os trabalhos foram publicados foi possível elaborar um diagnóstico (perfil) e o atendimento dos objetivos propostos e que estão relacionados com as questões norteadoras. Foram consultadas bases de periódicos pela classificação Qualis, sendo o recorte orientado pela classificação A1, A2, B1 e B2, na área de Engenharia da Produção (Engenharias III). Chama atenção a ausência de organizações públicas nos trabalhos, este fato talvez mereça uma maior investigação dos motivos que fazem com que as organizações públicas não sejam objeto de estudos relacionados a estratégia, mas especialmente relacionados a inovação.
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Análise e teste para o desempenho dos alunos de engenharia de produção e engenharia civil na disciplina de engenharia econômica

Análise e teste para o desempenho dos alunos de engenharia de produção e engenharia civil na disciplina de engenharia econômica

Outros trabalhos foram desenvolvidos no semestre de 2018.2 nas disciplinas Gerenciamento de Projetos, Automação, Engenharia de Produto 2, e outros trabalhos a parte sem ligação com as disciplinas do período cursado, mas com o suporte direto de professores. Além disso, foram submetidos, aprovados e publicados nos anais três artigos no XLVII Congresso Brasileiro de Educação em Engenharia (COBENGE) e 2º Simpósio Internacional de Educação em Engenharia da ABENGE com os seguintes temas: “Relato dos resultados alcançados através de uma exposição educacional empreendedora focada na atuação de empresas juniores”; “Desenvolvimento de um protótipo para ensino e aprendizagem da automação: projeto de um elevador de cargas com a utilização de um controlador lógico programável”; “Análise e teste para o desempenho dos alunos de Engenharia de Produção e Engenharia Civil na disciplina de Engenharia Econômica”.
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O discurso radiofônico popular: a produção de sentidos em um programa de debates

O discurso radiofônico popular: a produção de sentidos em um programa de debates

O corpus deste trabalho é um quadro de debates de um programa da Rádio Muriaé, da cidade de Muriaé (MG). A produção conta com a participação de uma psicóloga, do apresentador do programa e dos ouvintes, que ligam para a emissora e participam com relatos sobre o tema apresentado. A atração é precedida de uma pesquisa, em que os ouvintes ligam e emitem a opinião sobre temas pertinentes e atuais. A psicóloga interage com os ouvintes, anali- sando os enunciados e aconselhando, de forma que o enunciado possa ser entendido e compreendido por todos os ouvintes.

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Engenharia de Produção

Engenharia de Produção

tecnológico das sociedades contemporâneas, muitos recursos têm sido incorporados à sala de aula como retroprojetor e transparências ou datashow, recursos audiovisuais que apenas substituem o giz e a lousa. No entanto, o estilo de aula predominante permanece o mesmo: a expositiva. Acreditamos que tal fato deva-se à tendência que nós docentes temos em repetir as aulas da mesma forma com que nos foram ministradas. Especialmente quando a docência ocorre na educação superior, o professor é um especialista em determinada área, sendo, muitas vezes, também pesquisador daquele assunto. Por conseqüência, o objetivo principal de sua pesquisa é o avanço do conhecimento científico em questão, não estando a sua atenção voltada para a forma com a qual poderia facilitar a aprendizagem de seus alunos. Consideremos agora o professor universitário da área de exatas, mais especificamente o de disciplinas de matemática cujo conteúdo envolve definições, fórmulas, teoremas, demonstrações, exemplos e contra-exemplos. Esses temas, por si só, induzem o professor a ministrar a disciplina de forma linear (seguindo uma seqüência lógica de conteúdos) e, consequentemente, de forma tradicional. Entendemos por aula tradicional a aula expositiva em que o professor registra na lousa uma síntese do tópico em questão, procede às suas explicações e os alunos passivamente escutam. Perguntas poderão ser bem-vindas ou não, dependendo do tipo de relacionamento estabelecido entre o professor e a classe.
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Debates historiográficos

Debates historiográficos

Não há avanços na pesquisa sem diálogo entre diferentes especialistas, sem debates conceituais ou discussões de temas, tendências e interpretações teórico- -metodológicas. O aumento do número de Instituições de Ensino Superior (IES) no Brasil, assim como a crescente formação de grupos de pesquisa, tem estimulado sobremaneira a integração de pesquisadores e a divulgação de sua produção.

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Comportamento organizacional: XXI temas e debates para o séc. XXI

Comportamento organizacional: XXI temas e debates para o séc. XXI

As organizações representam um lugar central na vida contemporânea: (a) absorvem uma parcela significativa do quotidiano das pessoas; (b) significam lugares de realização pessoal mas também de potencial frustração e alienação; (c) produzem produtos e prestam serviços que, como consumidores, não temos oportunidade de obter a partir de uma lógica de produção individual; (d) projectam sobre as sociedades e o seu desenvolvimento o resultado de esforços assinaláveis no domínio da inovação tecnológica e da melhoria das condições de vida; (e) representam uma par- cela substancial das fontes orçamentais nas quais o Estado se supre; (f) prestam serviços (e.g., de saúde) cuja valia, hoje, tem uma magnitude incomparavelmente superior à potencialmente obtida pelas lógicas tradicionais; (g) afectam a decisão política; (h) influenciam a política internacional. O ser humano nasce em organizações, estuda em organizações, festeja os momentos chave da vida em organizações e/ou servindo-se dos respectivos serviços e produtos, morre em organizações. Em suma: o homem de hoje é um homem organizacional numa sociedade de organizações (Drucker, 1992).
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Enfermagem Contemporânea. Dez Temas, Dez Debates

Enfermagem Contemporânea. Dez Temas, Dez Debates

Uma  rede  pode  ser  fortalecida  pelo  tratamento  das  pessoas  com  respeito  e  integrida-­‐ de,   através   de   processos   de   comunicação   transparentes   e   encontros   presenciais,           reforçando   os   laços   de   confiança,   facilitando   a   comunicação   e   o   trabalho   conjunto.   Contudo,  trabalhar  em  rede  pode  acarretar  algumas  dificuldades  classificadas  em  três   tipos  de  limitações,  nomeadamente  barreiras  políticas  (uma  rede  coesa  e  com  objetivo   claro  estará  em  melhores  condições  para  lidar  com  problemas  de  relacionamento  entre   os   seus   membros),   barreiras   técnicas   (o   uso   de   sofisticados   meios   de   comunicação       quando  os  membros  estão  pouco  familiarizados  com  estas  tecnologias  pode  conduzir  a   dificuldades  na  sua  utilização)  e  barreiras  internas  (os  membros  poderão  ter  dificulda-­‐ de   em   entender   a   dinâmica   e   funcionamento   da   rede   decorrente   de   uma   cultura           baseada  em  estruturas  hierarquizadas  e  pouco  flexíveis,  acresce  ainda  a  necessidade   de  clareza  de  papéis  dos  elementos  da  rede  e  objetivos  da  mesma)  (Martinho,  s/d).   As  redes,  tal  como  sucede  com  os  seres  humanos,  passam  por  mudanças  e  têm  os  seus   próprios  processos  de  desenvolvimento  e  crescimento,  pelo  que  podem  suceder  crises   relacionadas  com  problemas  na  organização.  A  atuação  em  rede  inicia-­‐se,  normalmen-­‐ te,  de  maneira  centralizada  e  à  medida  que  aumenta  o  envolvimento  dos  membros  da   rede  surge  a  produção  comum,  promovendo  a  compreensão  do  objetivo  e  a  sua  inter-­‐ pretação   no   contexto   em   que   se   desenvolve.   Assim,   uma   rede   pode   ter   qualidades     orientadas   pela   tutela,   no   seu   início   e   autonomizar-­‐se   à   medida   que   se   desenvolve,   tornando-­‐se   necessárias   novas   habilidades   para   lidar   com   as   tensões,   expectativas   e   relações  no  seio  do  grupo  (Oliveira,  2004).  
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O PERFIL EMPREENDEDOR DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

O PERFIL EMPREENDEDOR DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

Como sugestão para estudos futuros, ampliar os grupos estudados contemplando os acadêmicos das séries iniciais, para identificar o perfil empreendedor de calouros e egressos, porém não identificar acerca do que será a pesquisa. E, portanto, analisar se o contato com as disciplinas do curso de engenharia de produção influi no perfil empreendedor. O estudo pode também abranger acadêmicos e egressos de outras instituições, e outros cursos de engenharia.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO CUSRO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO MECÂNICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO CUSRO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO MECÂNICA

A sala de aula é um ambiente de trabalho como todos os outros e quando se trata de ambiente de trabalho é necessário que este tenha condições adequadas para o exercício das atividades. Um dos principais elementos presentes na estrutura escolar e universitária que deve ser fator relevante ao bom desempenho é a mobília utilizada. O presente estudo pretende abordar especificamente as carteiras usadas na Universidade Federal do Ceará, na unidade localizada no campus do pici, pelos alunos do curso de Engenharia de Produção Mecânica e saber se as medidas estão de acordo com a norma brasileira do mobiliário escolar (NBR 14006) e com as recomendações ergonômicas encontradas na literatura. Para isso será realizada uma pesquisa aplicada, abordando aspectos qualitativos e quantitativos, com o uso de questionários, estudos antropométricos e medidas das carteiras. O estudo de caso envolverá a participação dos estudantes para responder os questionários e fornecer os dados antropométricos. Ao fim do trabalho espera-se concluir sobre as condições ergonômicas do mobiliário e fazer recomendações para estudos futuros.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

Na visão dos gestores da empresa, a satisfação dos clientes em relação ao suporte está diretamente relacionada com o tempo de início do atendimento. Outro ponto destacado foi que em determinados casos o atendimento deve ser imediato e em outros pode sim haver uma espera maior, mas como não há um padrão de classificação dos chamados que ajude a classificar a criticidade dos mesmos o ideal é que nenhum atendimento demande mais de duas horas para iniciar. A lucratividade da produção depende do acerto na estimativa do trabalho para analisar, desenvolver e testar as customizações solicitadas pelos clientes, pois o comercial calcula o custo com base nessa estimativa. Segundo o gerente comercial uma estimativa de trabalho com até 30% de desvio em relação ao tempo real de trabalho, está dentro da margem prevista, e os desvios superiores a 50% implicam em prejuízo. As duas metas descritas foram ilustradas dentro da primeira etapa do GQM, conforme o Quadro 7.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO MECÂNICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO MECÂNICA

segmentos. Apesar disso, ainda são poucas opções de calçados feitos sob medidas para clientes, de forma que muitos encontram dificuldades na hora de comprar sapatos ou sandálias novas. A proposta do presente trabalho é a utilização de novas tecnologias como impressora 3D e scanners de pé para fabricação de calçados customizados, atendendo as necessidades específicas do cliente, como cor, tamanho, modelo e necessidades ortopédicas. Essa proposta visa aproximar as empresas de seus clientes, criando um maior vínculo a partir da fabricação customizada por meio de manufatura aditiva. O trabalho possui uma fundamentação teórica onde são abordados assuntos relativos à indústria de calçados e manufatura aditiva. Além disso, um estudo de caso com o intuito de verificar a viabilidade técnica e econômica da utilização de manufatura aditiva para produção e comercialização de calçados customizados.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA E DE PRODUÇÃO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO MECÂNICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA E DE PRODUÇÃO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO MECÂNICA

Neste sentido, pode-se afirmar que a metodologia utilizada neste trabalho é qualitativa e descritiva, tendo em vista que foram realizadas pesquisas através da observação e descrição das atividades do setor de engenharia renováveis da empresa. Foram realizados procedimentos metodológicos de pesquisa com o engenheiro responsável pelo setor, técnico especialista em elaboração de pré- layout, técnico responsável pela manutenção das estações anemométricas, técnico especializado em regularização de terrenos, meteorologista, engenheiro de prospecção, engenheiro ambiental, advogados e outros colaboradores.
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CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

A assistência técnica é um canal de comunicação importante para a difusão de informações sobre novas tecnologias e de conhecimento técnico especializado aos produtores. O recebimento desse tipo de serviço apresentou um impacto positivo na adoção de irrigação, como apontado pela literatura (HE et al., 2007; VAEZI e DARAN, 2012; CUNHA et al., 2014; FERREIRA, 2015). A Tabela 13 apresenta a origem da assistência técnica recebida pelos citricultores da amostra. Como pode ser observado, no grupo de irrigantes e não irrigantes, somente 5,88% e 7,81% dos citricultores, respectivamente, recebiam assistência técnica governamental. Entre os irrigantes, 20,58% dos citricultores recebiam assistência de fornecedor de insumo e também de cooperativas e/ou técnicos de pools, enquanto no grupo de não irrigantes, 31,25% e 23,43% dos citricultores recebiam esses tipos de assistências, respectivamente. O recebimento de assistência técnica governamental, de fornecedor de insumos e de cooperativas e/ou técnicos de pools não se mostrou estatisticamente diferente entre os grupos amostrais. Em contrapartida, a frequência de produtores irrigantes que utilizava assistência técnica paga (61,76%) era significativamente maior, ao nível de 10%, do que a frequência de citricultores não irrigantes que pagava por esse tipo de serviço (43,75%). Esse resultado indica que os citricultores que utilizam irrigação investem mais na sua produção, adotando tecnologias e contratando assistência técnica especializada. Além disso, também indica que os técnicos pertencentes às empresas de consultoria e autônomos sejam mais proeminentes na transmissão de informações sobre novas tecnologias aos citricultores. Tabela 13 - Orientação técnica recebida pelos citricultores.
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e Debates :: Brapci ::

e Debates :: Brapci ::

O grande debate sobre a pol ítica de informática é essencialmente o resultado de posições divergentes sobre o modelo para o desenvolvimento econômico adota do pelo País: com ou sem capit[r]

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ENGENHARIA DE PRODUÇÃO REGULAMENTO PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHO

ENGENHARIA DE PRODUÇÃO REGULAMENTO PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHO

§2º - O projeto deve versar sobre assuntos relacionados com os objetivos do curso de graduação em Engenharia de Produção da UNESA. O tema deve estar alinhado com os seguintes eixos temáticos (conforme PPC do Curso): controladoria e análise econômica de projetos, processos decisórios, suporte e produção aplicada. Desta forma o projeto final pode ainda ser desenvolvido seguindo-se as seguintes linhas de pesquisa, considerando-se a existência de professor orientador: logística (tradicional e reversa), planejamento/controle/administração da produção, engenharia de manutenção, simulação, teoria das filas, pesquisa operacional, inteligência artificial (Teoria Fuzzy e Redes Neurais Artificiais), avaliação econômica de projetos; gestão de estoques; layout de fábrica; análise e gestão de projetos na área das engenharias usando o PMI; avaliação de risco e da criticidade; projeto de produto; gestão da qualidade; ergonomia, higiene e segurança do trabalho.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO ANDRÉIA DE ABREU

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO ANDRÉIA DE ABREU

Assim como nas Empresas 1 e 5, a Gestão da Cadeia de Suprimentos na Empresa 6 é realizada por meio da configuração funcional, na forma de um departamento. A formação da área nessa configuração ocorreu há três anos, momento no qual foi também criado o cargo de Gerente de Supply Chain. Anteriormente à existência do departamento, a função era dividida entre as áreas de Compras, Logística e Financeira, sendo que Compras já era gerenciada pelo atual Gerente de Supply Chain. Duas foram as principais razões para a criação da área: (i) a compreensão do papel estratégico da função pela alta administração e (ii) a contribuição operacional da área em promover a filosofia de produção adotada pela empresa: a produção puxada. Por buscar manter estoque baixo, tanto de matéria-prima quanto de produto acabado, pedidos de compras são gerados diariamente. Portanto, tornou-se crucial uma área que pudesse planejar as necessidades de compras a partir de uma programação de vendas e da capacidade de produção e, juntamente a isso, pudesse garantir a entrega confiável da matéria- prima por meio de relacionamentos de parceria com fornecedores. Além da diminuição do estoque, a diminuição da falta de material para a produção e a melhoria no fluxo de caixa foram outros dois benefícios obtidos com a criação da área.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA E DE PRODUÇÃO GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO MECÂNICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA E DE PRODUÇÃO GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO MECÂNICA

Para a Associação Brasileira de Ergonomia - ABERGO (2000), a ergonomia objetiva modificar o sistema de trabalho para adequar a atividade nele existente às características, [r]

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