Top PDF Epidermólise bolhosa adquirida inflamatória: relato de caso.

Epidermólise bolhosa adquirida inflamatória: relato de caso.

Epidermólise bolhosa adquirida inflamatória: relato de caso.

Resumo: Apresenta-se caso de epidermólise bolhosa adquirida inflamatória. Paciente do sexo masculino, 53 anos, há seis meses com erupção vesicobolhosa pruriginosa sobre base eritematosa no tronco, axilas e mem- bros. O exame anatomopatológico mostrou bolha subepidérmica com neutrófilos. A imunofluorescência direta revelou depósitos lineares de IgG, IgA, IgM e C3 na zona da membrana basal, sendo a imunofluo- rescência indireta e o Salt Split Skin indireto negativos. Anticorpos antinucleares não reagentes. Houve mel- hora do quadro com prednisona e cicatrização de algumas lesões com formação de milia. Trata-se de apre- sentação rara de epidermólise bolhosa adquirida, com lesões iniciais predominantemente inflamatórias. Palavras-chave: Epidermólise bolhosa adquirida; Membrana basal; Vesícula
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HEMOFILIA ADQUIRIDA IDIOPÁTICA: UM RELATO DE CASO

HEMOFILIA ADQUIRIDA IDIOPÁTICA: UM RELATO DE CASO

Descrição do Caso: G. M, sexo masculino, 68 anos. Há alguns meses, iniciou com sangramento prolongado após pequenos cortes e episódio de hemorragia grave após drenagem de abscesso, necessitando de transfusão de 4 unidades de concentrado de hemácias (CH). Cirurgias prévias: amputação de pododáctilo há 4 anos decorrente da diabetes mellitus, sem intercorrências hemorrágicas. Não há relato familiar de coagulopatia e a investigação complementar descartou hepatopatia crônica e lúpus. Os exames laboratoriais demonstravam contagem plaquetária normal, tempo de protrombina (TP): 11,3”, D/N: 1,03, tempo de tromboplastina parcial ativada (TTPA): 112”, D/N: 4,45. Após mescla com plasma normal, D: 69,2'', D/N: 2,79, fibrinogênio: 392, dosagem de Fator VIII: 0,2%, Fator IX: 0,6%, Fator XI: 5,5%, Fator X: 76%, Fator VII: 60%, inibidor do fator VIII: 1.024,00 UI/ml e inibidor do IX: 28,8 UI/ml.
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Mastocitose bolhosa na criança: relato de caso.

Mastocitose bolhosa na criança: relato de caso.

Resumo: A mastocitose é doença rara, definida como a infiltração desordenada de mastócitos em vários tecidos. Compreende diferentes quadros clínicos, variando de formas cutâneas indolentes a condições sistêmicas e malignas. O termo mastocitose bolhosa descreve a variedade na qual a lesão cutânea bolhosa é o aspecto predominante e geralmente indica casos de mastoci- tose cutânea. É mais comum na criança e possui prognóstico mais reservado. Este relato de caso enfatiza a diversidade de suas manifestações clínicas e as complicações decorrentes.

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Hérnia lombar adquirida secundária do tipo Grynfeltt: relato de caso.

Hérnia lombar adquirida secundária do tipo Grynfeltt: relato de caso.

A hérnia lombar é um diagnóstico infrequente e difícil. É mais prevalente em pessoas do sexo masculino e de idade avançada. Relatamos o caso de um paciente de 79 anos de idade, do sexo masculino, que realizou drenagem de derrame pleural há 17 anos e que apresentou quadro clínico e tomográfico de hérnia lombar adquirida secundária do tipo Grynfeltt.

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Trombocitopenia adquirida e cirurgia cardíaca: relato de caso.

Trombocitopenia adquirida e cirurgia cardíaca: relato de caso.

Os dois pacientes acima discutidos apresentavam anormalidades na contagem plaquetária de diferen- tes origens: lesão plaquetária por uma superfície vascular anormal (disfunção de prótese valvar) e uremia. No primeiro caso, a superfície irregular devido à disfunção da bioprótese em posição mitral foi a única causa identificável que poderia diminuir o número de plaquetas. A disfunção da bioprótese leva à ativação plaquetária com liberação dos corpos densos, numa seqüência similar a da ativação fisiológica (3) . O se-

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Síndrome de Brown inflamatória: relato de caso.

Síndrome de Brown inflamatória: relato de caso.

A síndrome de Brown infla- matória é um tipo raro de estra- bismo restritivo adquirido, no qual ocorre o acometimento do ten- dão do músculo oblíquo inferior de provável causa reumatológica subjacente. A manobra de tentati- va de elevação mecânica do bulbo ocular com o dedo resultou em normalização da dução, o que sugere o diagnóstico de síndrome de Brown adquirida, quadro este frequentemente associado a condições inflamatórias (4-5) . O

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Ceratectomia fototerapêutica (PTK) e ceratopatia bolhosa: relato de caso.

Ceratectomia fototerapêutica (PTK) e ceratopatia bolhosa: relato de caso.

A indicação de PTK em ceratopatias bolhosas, comparati- vamente a outros procedimentos, apresenta algumas vanta- gens. Em relação ao tratamento com punctura corneana, o laser é mais seguro por não oferecer risco de perfuração. Quanto à lente de contato terapêutica, o risco iminente de infecção limita o seu uso. A opção de recobrimento conjuntival pode aliviar os sintomas definitivamente, porém pode interferir no prognóstico diante do transplante de córnea, por levar vasos sanguíneos à córnea. O uso da membrana amniótica para tratamento da ceratopatia bolhosa também foi descrito com sucesso no alívio dos sintomas (21) , porém também é um procedimento cirúrgico, e
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Nocardiose pulmonar em paciente com síndrome da imunodeficiência adquirida: relato de caso.

Nocardiose pulmonar em paciente com síndrome da imunodeficiência adquirida: relato de caso.

Os autores descrevem um caso de nocardiose pulmonar em um homem de 37 anos de idade com a síndro- me da imunodeficiência adquirida, em tratamento com anti-retrovirais, cujos sintomas de apresentação fo- ram tosse com expectoração, hemoptóicos e emagrecimento progressivo. Foi realizada radiografia do tó- rax, que demonstrou consolidação no lobo superior do pulmão direito, e tomografia computadorizada do tórax, que evidenciou consolidação pulmonar com áreas escavadas. Diante dos achados radiológicos ines- pecíficos, foi realizada broncoscopia com lavado broncoalveolar, evidenciando estruturas filamentosas Gram- positivas compatíveis com Nocardia sp . O tratamento utilizado foi sulfametoxazol-trimetoprim, com remis- são completa do quadro respiratório. Após revisão da literatura, foram discutidos os principais aspectos radiológicos desta doença.
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ENDOMETRIOSE INTESTINAL NA CONCOMITÂNCIA DA DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL: UM RELATO DE CASO

ENDOMETRIOSE INTESTINAL NA CONCOMITÂNCIA DA DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL: UM RELATO DE CASO

A endometriose é uma doença crônica, inflamatória, estrogênio-dependente que ocorre durante o período reprodutivo da vida da mulher, caracterizando-se pela presença de tecido endometrial, glândula e/ou estroma, fora da cavidade uterina. Esse trabalho tem como objetivo descrever um caso de endometriose intestinal na concomitância da doença inflamatória intestinal e a escolha correta de seu tratamento, em um hospital do norte do Paraná. Indicam claramente que as mulheres com endometriose têm sintomas intestinais que não parecem estar relacionados com a real participação da Endometriose intestinal, mas associado a uma anormalidade intrínseca na parede intestinal. Isto imediatamente abre a porta para a noção de que as mulheres que desenvolvem Endometriose têm subjacentes anormalidades endócrinas e metabólicas que diferem significativamente das mulheres que não têm Endometriose levando à conclusão de que a endometriose é uma doença muito mais complexa do que simplesmente os implantes de endométrio que surgem em locais aonde não pertencem. O tratamento cirúrgico parece ser a terapia definitiva para as mulheres com sintomas dolorosos exacerbados. O objetivo final de todos os tratamentos é a promoção de uma melhora na qualidade de vida das mulheres.
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Bacteremia por Rhodococcus equi em paciente com síndrome da imunodeficiência adquirida: relato de caso.

Bacteremia por Rhodococcus equi em paciente com síndrome da imunodeficiência adquirida: relato de caso.

Rhodococcus equi é um patógeno oportunista emergente, especialmente em pacientes infectados pela síndrome da imunodeficiência adquirida, conforme paciente relatado neste caso. Outros problemas relatados neste paciente foram: pneumonia cavitada, hepatite medicamentosa ao RHZ e lesões de pele que foram identificadas como Paracoccidiodes brasiliensis. Como tratamento, o paciente recebeu benzilpenicilina potássica, oxacilina e anfotericina B, mas seu quadro evoluiu a óbito.

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Esporotricose cutânea disseminada como manifestação inicial da síndrome da imunodeficiência adquirida - relato de caso.

Esporotricose cutânea disseminada como manifestação inicial da síndrome da imunodeficiência adquirida - relato de caso.

Resumo Os autores relatam caso de infecção cutânea disseminada pelo Sporothrix schenckii em paciente de 30 anos, previamente assintomático e portador de infecção pelo HIV. Observou-se comprometimento cutâneo extenso com coleções supurativas e ulcerações. O agente foi isolado em cultura de abscesso. O tratamento com anfotericina B forma lipossomal mostrou-se eficaz.

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Comprometimento de papila parotídea em lesão de hiperplasia fibrosa inflamatória: relato de caso

Comprometimento de papila parotídea em lesão de hiperplasia fibrosa inflamatória: relato de caso

A hiperplasia fibrosa inflamatória (HFI) baseia-se em uma lesão de origem reativa, originada por meio de estímulos crônicos de baixa intensidade produzidos sobre a mucosa oral. Desse modo, o termo hiperplasia refere-se ao aumento de número de células presentes em um determinado tecido, resultantes de uma resposta acentuada de reparação tecidual (DUTRA KL, et al., 2018). Ademais, tal lesão pode, ainda, ser classificada como um processo proliferativo não neoplásico (PPNN), uma vez que ocorre a proliferação tecidual por meio de processos inflamatórios (MENDES JK, et al., 2019).
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Aneurisma de artéria cerebral em criança com síndrome da imunodeficiência adquirida: relato de caso.

Aneurisma de artéria cerebral em criança com síndrome da imunodeficiência adquirida: relato de caso.

cadores imunohistoquímicos dirigidos contra o VZV apresentaram reação positiva nos vasos aneuris- máticos, assim como em vasos menores, na profun- didade do parênquima cerebral. Vasculopatias as- sociadas ao VZV têm sido descritas em pacientes com AIDS, com algumas lesões da denominada “vasculo- patia não-inflamatória” demonstrando proliferação intimal importante e oclusão do vaso afetado, re- sultando finalmente em infarto 11 . No presente caso,

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Doença inflamatória intestinal - Doença de Crohn e gravidez: relato de caso.

Doença inflamatória intestinal - Doença de Crohn e gravidez: relato de caso.

Recentemente, terapia com imunomoduladores tem sido utilizada no tratamento da DII / DC ativa e grave. Infliximabe (FDA classe B) é um anticorpo monoclonal que inibe o fator de necrose tumoral alfa, citocina pró- inflamatória. Ainda que implicações a longo prazo da exposição do Infliximabe intraútero ainda estejam por ser avaliadas (notadamente sobre o sistema imune infantil), não foi observado nenhum efeito deletério da medicação durante a gestação ou aleitamento. O mesmo pode-se dizer do Adalimumabe (FDA classe B). Nos dois casos, deve-se ter cuidado na administração de vacinas de vírus vivo atenuado (por exemplo, vacina contra Rotavírus, feita aos dois meses de vida), pois esses imunossupres- sores podem precipitar o desenvolvimento da doença a ser evitada com a vacina 1 . Os Quadros 1 e 2 resumem a
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Perda visual bilateral grave como sinal de apresentação de trombose de seio venoso cerebral: relato de caso.

Perda visual bilateral grave como sinal de apresentação de trombose de seio venoso cerebral: relato de caso.

No caso em questão, a anamnese criteriosa, o exame oftal- mológico e os achados observados ao exame de campo visual foram elementos fundamentais para o diagnóstico de pseudo- tumor cerebral. Como o paciente era do sexo masculino e não obeso, suspeitamos de uma trombose de seio venoso crania- no, que foi confirmada pela angiorressonância venosa. O re- sultado do hemograma revelando uma trombocitose sugere que uma doença hematológica era a responsável pela trombo- se venosa cerebral. A biópsia de medula óssea foi inconclusa, afirmando apenas que os achados eram compatíveis com doença mieloproliferativa crônica.
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Epidermólise bolhosa distrófica recessiva mitis: relato de caso clínico.

Epidermólise bolhosa distrófica recessiva mitis: relato de caso clínico.

2. Epidermólise bolhosa juncional - a cliva- gem se dá na lâmina lúcida ou região central da zona de membrana basal, sendo o teto representado pela epiderme e o assoalho pela lâmina densa. Deve-se a alterações na laminina 5 (genes LAMA3, LAMB3, LAMC2), integrina α6β4 (genes ITGA6 e ITGB4) e colágeno XVII transmembranoso (gene COL17A1), sendo o mesmo antígeno do penfigóide bolhoso. 4

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Lúpus eritematoso sistêmico bolhoso na infância: relato de caso.

Lúpus eritematoso sistêmico bolhoso na infância: relato de caso.

Porém, há pacientes sem auto-anticorpos (cir- culantes ou depositados na pele) contra o colágeno VII. Assim, esses mesmos autores10 classificaram o LES bolhoso em dois subtipos: pacientes com auto- anticorpos contra o colágeno tipo VII (circulantes ou detectados pela IME da pele lesada), como LES bolho- so tipo 1, e pacientes sem auto-anticorpos contra o colágeno VII como LES bolhoso tipo 2. No tipo 2 os depósitos de Ig não têm a mesma distribuição das fibrilas de ancoragem (colágeno VII) na IME. Dessa maneira, apenas a IME pode diferenciar os dois subti- pos de LES bolhoso. Sem esse exame, que é caro e de difícil acesso, não se pôde classificar o tipo de LES bolhoso do caso apresentado. Vale destacar que, segundo esses autores, o tipo 2 é mais raro, sendo mais comum o depósito granular de Ig na IFD. Essa classificação do LES bolhoso em dois subtipos (com ou sem auto-anticorpos contra o colágeno VII) demonstra que ainda serão necessários muitos estu- dos para a compreensão exata da imunopatogênese dessa dermatose bolhosa.
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Epidermólise bolhosa distrófica pruriginosa: relato de caso.

Epidermólise bolhosa distrófica pruriginosa: relato de caso.

Resumo: A epidermólise bolhosa distrófica pruriginosa é doença genética rara cujo padrão de heran- ça ainda não está bem estabelecido na literatura. O defeito genético, que envolve a codificação do colá- geno tipo VII, está localizado no braço curto do cromossomo 3, ocorrendo mutação no gene COL7A1. Apresenta-se o caso de um paciente do sexo masculino que referia prurido nas pernas há cerca de 15 anos, cujo diagnóstico foi firmado com base nos exames dermatológico e imuno-histopatológico. Devido à raridade dessa condição patológica, realiza-se breve revisão do tema.
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Doenças da pele em caprinos e ovinos no semi-árido brasileiro.

Doenças da pele em caprinos e ovinos no semi-árido brasileiro.

Em um caso de dermatite alérgica sazonal o ovino acometido apresentou sinais clínicos e lesões semelhan- tes às descritas por Ferreira (2007), Souza et al. (2005) e Corrêa et al. (2006) que em seus relatos associam esta enfermidade a picadas de mosquitos do gênero Culicoides. Estes insetos têm sido identificados na Paraíba (Araújo Lima et al. 2004, Alves 2007) e provavelmente sejam a causa deste caso de dermatite alérgica. O segundo caso de dermatite alérgica, observado em um caprino, foi cau- sado, provavelmente, pela presença de piolhos e asse- melha-se aos casos descritos por Yeruham et al. (2004). A epidermólise bolhosa é uma doença mecanobolhosa de origem hereditária (Fine et al. 1991), descrita em di- versas espécies incluindo ovinos (Alley et al. 1974, Ehrensperger et al. 1987, Bruckner-Tuderman et al. 1991, Yager & Scott 1993) caracterizada por bolhas e ulcera- ções da pele e membranas mucosas nos locais de atrito. Estas bolhas tornam-se úlceras exsudativas e freqüente- mente há perda dos cascos. Histologicamente, as bolhas estão repletas com um fluído proteináceo e eritrócitos. Em ovinos, a doença foi descrita nas raças Suffolk e South Dorset Down em animais que nasceram sem o colágeno tipo VII, principal componente das fibrilas de ancoragem da lâmina basal (Alley et al. 1974). Olivry et al (1999) des- crevem os defeitos observados nas fibrilas de ancoragem, e que estas apresentavam-se marcadamente reduzidas ao mesmo tempo que exibiam filamentos morfologicamen- te rudimentares. Este é primeiro relato da doença em ca- prinos, sendo importante comprovar a origem hereditária da mesma, assim como a sua distribuição no rebanho caprino do Nordeste, o que possibilitaria recomendar medidas de controle.
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